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Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF)

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Peça teatral com parceria do GDF homenageia o artista Alexandre Ribondi

Quando um artista parte, o que fica é o que ele construiu. No caso de Alexandre Ribondi, ficou muito: um jeito de fazer teatro, uma escola de formação de atores, uma luta por direitos que mudou histórias e uma cidade que, em certa medida, aprendeu a se ver no palco graças a ele. No próximo domingo (28), às 19h, o Teatro Mapati (707 Norte), em Brasília, recebe a estreia de Felicidade invisível, um espetáculo que traz à cena a intimidade, as contradições e a generosidade de um homem que ajudou a construir as bases do teatro brasiliense. Viabilizada em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF), com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), a montagem é uma criação da Cia Ruiva de Teatro Ribondiano — Casa dos Quatro e nasce de uma pesquisa aprofundada sobre a vida e a obra de Ribondi. O espetáculo e sua narrativa foram construídos a partir de textos não dramatúrgicos: recortes do último livro do homenageado, publicações em blogs, falas em entrevistas, depoimentos prestados à Comissão da Verdade da UnB e memórias da convivência artística e pessoal com o teatrólogo. O resultado foi surpreendente: uma dramaturgia adaptada que transforma a palavra escrita e falada em presença cênica. “Preservar a memória de artistas que ajudaram a construir a identidade cultural do Distrito Federal é parte do papel das políticas públicas de cultura. Quando uma obra como Felicidade invisível revisita a trajetória de Alexandre Ribondi, ela amplia o acesso da população a um legado que marcou o teatro brasiliense, a formação de artistas e a defesa dos direitos humanos”, afirma o secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Fernando Modesto. A montagem é uma criação da Cia Ruiva de Teatro Ribondiano — Casa dos Quatro e nasce de uma pesquisa aprofundada sobre a vida e a obra de Ribondi | Foto: Divulgação/Secec-DF Mais do que uma homenagem, Felicidade invisível é também um ato político e afetivo: recolocar em cena um nome que moldou a cultura da capital federal, mas que ainda não ocupa o espaço que merece na memória coletiva da cidade. Quem foi Alexandre Ribondi Ribondi foi uma figura central na história cultural do Distrito Federal — teatrólogo, ator, diretor, professor e jornalista. Atuou como repórter do jornal Lampião e de outros periódicos, e teve papel decisivo na consolidação de um teatro genuinamente brasiliense. Em 2013, fundou a Oficina do Ribondi, espaço de formação de atores que segue ativo até hoje, mantido por Morillo Carvalho e Irina Buss após sua morte, em 2023. Ribondi também foi fundador do Beijo Livre, o primeiro grupo organizado de luta pelos direitos LGBTQIA+ do Distrito Federal, tornando-se uma referência incontornável na história dos direitos humanos na cidade. Felicidade Invisível Data: 28 de junho de 2026 (domingo) Horário: 19h Local: Teatro Mapati – SHCGN 707, Bloco K, Casa 05, Asa Norte, Brasília/DF Classificação indicativa: 14 anos Ingressos neste link Realização: Cia Ruiva de Teatro Ribondiano – Casa dos Quatro *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF)

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Aberta seleção de representantes da sociedade civil para o Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural do DF

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) publicou, no Diário Oficial do DF, o Edital nº 08/2026, que abre chamamento público simplificado para a seleção de representantes da sociedade civil que irão compor o Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural do Distrito Federal (Condepac-DF) no triênio 2026-2029. As inscrições estarão abertas entre 22 de junho e 22 de julho de 2026 e poderão ser realizadas presencialmente ou por meio do protocolo eletrônico da secretaria. Vinculado à Secec-DF, o Condepac-DF é o órgão colegiado responsável por contribuir para a formulação e consolidação da política de preservação do patrimônio cultural do Distrito Federal. Entre suas atribuições estão deliberar sobre o registro e o tombamento de bens culturais materiais e imateriais, além de exercer outras competências previstas na Lei Orgânica da Cultura e em seu regimento interno. O edital prevê o preenchimento de dez vagas para conselheiros titulares da sociedade civil, com respectivas suplências, distribuídas entre representantes de comunidades tradicionais, culturas populares, arte e cultura inclusiva e especialistas das áreas de antropologia, arquitetura e urbanismo, arqueologia, museologia, paleontologia, conservação e restauro de bens culturais e história. Também será formado cadastro de reserva para suprir eventuais vacâncias durante a vigência do mandato. O edital prevê o preenchimento de dez vagas para conselheiros titulares da sociedade civil | Foto: Divulgação/Secec-DF Na área de arte e cultura inclusiva, o processo assegura, no mínimo, uma vaga para pessoa com deficiência, observados os critérios de habilitação estabelecidos no edital. As candidaturas poderão ser apresentadas por autoindicação ou por indicação de segmentos organizados da sociedade civil. Para participar, os candidatos devem comprovar atuação no Distrito Federal, experiência mínima de dois anos no campo do patrimônio cultural e na área de representação escolhida, além de atender aos demais requisitos previstos no edital. A seleção será conduzida por Comissão Multidisciplinar, que avaliará a documentação apresentada, a experiência dos candidatos e realizará oitivas com os habilitados, conforme cronograma divulgado. Segundo o secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Fernando Modesto, a participação da sociedade civil é essencial para fortalecer a preservação da memória e da identidade cultural do Distrito Federal. "O Condepac-DF reúne diferentes conhecimentos e experiências para orientar decisões sobre a proteção do nosso patrimônio cultural. Este chamamento amplia a participação social e contribui para que as políticas públicas da área sejam construídas com diálogo, diversidade e compromisso com o interesse coletivo”, afirmou. As inscrições e os recursos deverão ser protocolados junto à Secretaria de Cultura e Economia Criativa, presencialmente ou por meio do sistema eletrônico disponibilizado pela pasta. Todas as etapas do processo seletivo, incluindo os resultados e eventuais alterações no cronograma, serão publicadas no Diário Oficial do Distrito Federal e no site da Secec-DF.   *Com informações da Secec-DF

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Gama recebe, neste fim de semana, o evento Fest Verão BSB — Edição Arraiá

O Fest Verão BSB chega em uma edição especial inspirada em uma das épocas mais queridas do calendário brasileiro. Neste ano, o evento ganha formato de arraiá e aposta em uma experiência temática que mistura o clima vibrante do festival com a energia das festas juninas, em dois dias de programação gratuita no estacionamento do Centro Olímpico do Gama. Com fomento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (Secec-DF) e marcado para os dias 29 e 30, o Fest Verão BSB — Edição Arraiá reúne shows nacionais e locais, comidas típicas, quadrilha, brinquedoteca e uma ambientação pensada para transformar o espaço em um grande encontro de música, tradição e diversão. A proposta é unir o melhor da atmosfera junina à identidade festiva que já faz parte do evento, criando uma edição especial com clima de celebração e memória afetiva. “O Fest Verão BSB representa a força da cultura popular como instrumento de encontro, pertencimento e valorização das nossas tradições. Ao apoiar iniciativas como essa, o Governo do Distrito Federal e a Secretaria de Cultura e Economia Criativa reafirmam o compromisso de descentralizar o acesso à cultura, fortalecer eventos nas regiões administrativas e ampliar as oportunidades para artistas locais e nacionais compartilharem seus talentos com a população. É uma celebração que movimenta a economia criativa, promove convivência e leva cultura de qualidade para as famílias do DF”, afirmou o gestor da Secec-DF, Fernando Modesto. Com fomento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (Secec-DF) e marcado para os dias 29 e 30, o Fest Verão BSB — Edição Arraiá reúne shows nacionais e locais | Foto: Divulgação/Secec-DF Na sexta-feira (29), a partir das 18h, a programação começa com Patrick Costa, Luiza Martins, Diego e Ray, Junior Ferreira e Nego Rainer. Já no sábado (30), também a partir das 18h, é a vez de Mariana Fagundes subir ao palco. Alana Macedo, Dj Thaís Boddah, Boka de Sergipe, Leandro Kato, Banda Imagem e Rayane e Rafaela completam a noite. Com entrada franca mediante a doação de 1 kg de alimento, a expectativa é reunir o público do Gama e de outras regiões do Distrito Federal em uma celebração que une entretenimento, tradição popular e o clima gostoso das festas de maio. Em uma edição especial, o Fest Verão BSB se reinventa sem perder sua essência: continua sendo sobre festa, encontro e experiência, agora com sotaque junino. Fest Verão BSB — Edição Arraiá Data: 29 e 30 (sexta-feira e sábado) Local: estacionamento do Centro Olímpico do Gama (SCE. Q 55. 119 Área Especial), a partir das 18h Entrada: franca, mediante doação de 1 kg de alimento *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF)

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Projeto Rima Forte celebra 20 anos de cultura hip-hop no Recanto das Emas

O projeto Rima Forte promove uma edição especial neste sábado (30), a partir das 14h, no estacionamento do Recanto Shopping, no Recanto das Emas. A iniciativa, que celebra duas décadas de atuação na cultura hip-hop do Distrito Federal, terá entrada gratuita para a comunidade. O evento é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).  Criado por Ivan Garcês em 2006, o Rima Forte surgiu para oferecer aos jovens um espaço de expressão artística e convivência por meio dos elementos do hip-hop. O projeto consolidou-se como referência regional em batalhas de MCs, integrando modalidades como freestyle, DJs, breaking, skate e grafite em ações contínuas de ocupação cultural e social nas periferias do Distrito Federal.  "O apoio do FAC-DF a iniciativas duradouras como o Rima Forte demonstra o compromisso do Estado com a democratização do acesso à cultura e com o reconhecimento das manifestações periféricas. Celebrar 20 anos desse projeto significa validar uma política pública que enxerga o hip-hop como um instrumento potente de inclusão social, transformação e acolhimento para a nossa juventude", afirma o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Fernando Modesto. Criado por Ivan Garcês em 2006, o Rima Forte surgiu para oferecer aos jovens um espaço de expressão artística e convivência por meio dos elementos do hip-hop | Foto: Divulgação/Secec-DF A programação comemorativa reúne nomes da cena local e nacional da cultura urbana. O palco recebe o quadro Garcez Convida, com Aborigine, Doctor Zumba e Gustavo RCT. As batalhas de rima contam com a participação dos MCs Pedoq, Valle MC, Tito Noleto, Galeno MC, Perigx, Hate RCT e Fugazz.  A vertente das artes visuais e da música do festival será representada pelos grafiteiros Nati e Soneka, que farão intervenções ao vivo, enquanto a sonorização do espaço fica sob a responsabilidade dos DJs CaioHot e Liso. Durante os 20 anos de atividades, o projeto se firmou como um polo de formação cultural e construção de perspectivas para centenas de jovens da região.  Rima Forte — Edição Especial 20 Anos Data: sábado (30) Horário: a partir das 14h Local: Recanto Shopping — Recanto das Emas-DF Entrada gratuita. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)

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FAC II/2025 divulga resultado de habilitação em editais de audiovisual e outras áreas

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) publicou, no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira (15), o resultado final da etapa de habilitação das propostas inscritas nos editais nº 22 e nº 23 do FAC II/2025 voltados, respectivamente, ao audiovisual e às demais áreas culturais. As publicações consolidam a análise das propostas apresentadas pelos agentes culturais interessados em participar dos processos seletivos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), principal mecanismo de fomento cultural do DF. Os editais convocam os proponentes habilitados para assinatura de termo de ajuste de apoio financeiro. O Edital nº 22/2025 é destinado ao setor audiovisual e contempla linhas de apoio para diferentes segmentos da cadeia produtiva do setor. Já o Edital nº 23/2025 reúne propostas das demais áreas culturais, abrangendo linguagens e manifestações artísticas diversas. A etapa de habilitação verifica o cumprimento das exigências previstas nos editais, condição necessária para que os projetos avancem nas fases subsequentes. Os editais convocam os proponentes habilitados para assinatura de termo de ajuste de apoio financeiro | Foto: Divulgação/Secec-DF Segundo o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Fernando Modesto, a conclusão dessa etapa reforça o compromisso da política cultural do Distrito Federal com transparência e segurança jurídica nos processos de fomento. “O FAC é uma ferramenta essencial para fortalecer a produção cultural do Distrito Federal e garantir oportunidades em diferentes territórios e segmentos. A publicação do resultado final da habilitação assegura previsibilidade, transparência e continuidade dos projetos culturais apresentados”, afirmou. As fichas com as avaliações da fase de habilitação poderão ser consultadas no site da Subsecretaria de Fomento e Incentivo Cultural (Sufic/Secec). Os resultados completos podem ser consultados no DODF e nos canais oficiais da Secec-DF. Serviço Resultado final da etapa de habilitação - Edital nº 22 - Audiovisual Resultado final da etapa de habilitação - Edital nº 23 - Demais áreas. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)

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Teatro para bebês, brechós, festivais e exposições agitam a agenda cultural do DF

O Distrito Federal respira cultura neste fim de semana com um roteiro intenso que passa por teatros, bibliotecas, praças e museus. As atrações, muitas gratuitas e fomentadas com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC-DF) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (Secec-DF), garantem diversão para todas as idades, com uma agenda que vai desde apresentações imersivas para a primeira infância até moda circular e psicodelia do brega. No Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul, a novidade é a estreia de Balançar — Música Teatral para Bebês. O espetáculo inédito é voltado para a primeira infância (0 a 3 anos) e propõe um ambiente sensorial que une música, dança e teatro. As sessões ocorrem nos dias 9, 10, 16 e 17 de maio, às 15h e 17h. A entrada é gratuita, com retirada de ingressos no local, mediante doação de itens infantis, como fraldas e brinquedos, que serão destinados à Casa de Ismael. O espetáculo inédito Balançar — Música Teatral para Bebês é voltado para a primeira infância (0 a 3 anos) | Foto: Divulgação/Tatiana Reis Também no Espaço Cultural Renato Russo, no sábado (9), às 20h, o humor toma conta com a 3ª edição do show de comédia Stand Up Demais. Os valores começam em R$ 30, e os ingressos podem ser adquiridos via Sympla. Em Taguatinga, o Teatro Paulo Autran recebe a comédia Entre Elas. A peça é baseada em histórias do universo feminino e acompanha três amigas professoras que se encontram inusitadamente em uma cela de prisão, misturando humor e a quebra de tabus. As apresentações ocorrem no sábado (9), às 20h, e domingo (10), às 19h, com ingressos retirados gratuitamente via Sympla. O teatro também marca presença em outras regiões: o Complexo Cultural de Planaltina apresenta o espetáculo Ipsilon, em cartaz até sábado, com sessão dupla todos os dias às 14h e às 16h. A classificação indicativa é de 12 anos e a entrada é franca. Ainda no sábado, o Centro de Dança do DF, na Asa Norte, promove um workshop especial de hip-hop e k-pop, a partir das 18h. As inscrições serão feitas no local, mediante doação de 1kg de alimento não perecível. Música e festivais nas RAs A música e a cultura popular chegam de forma descentralizada. A Orquestra de Cavaquinhos de Brasília iniciou, nessa quinta-feira (7), a 2ª edição do projeto itinerante Cavaquinho Caipira, levando clássicos da moda de viola para a quadra coberta da Estrutural. A apresentação tem entrada franca. No Itapoã, o sábado será palco do Bregue, festival que promove encontro musical entre o Norte e o Nordeste guiado pelo brega, no Galpão Comunitário, das 15h às 2h. Já em Águas Claras, a Rua do Lazer sedia a 3ª edição do Festival Cidade Vertical, também no sábado, das 9h às 22h. Com entrada gratuita, o evento celebra os 23 anos da cidade reunindo arte, cultura e gastronomia. A 2ª edição do projeto itinerante Cavaquinho Caipira leva clássicos da moda de viola para a quadra coberta da Estrutural | Foto: Divulgação Literatura, moda e cinema A Biblioteca Nacional de Brasília (BNB) preparou uma agenda cheia. Na sexta (8), às 19h30, a sala de cursos recebe o último encontro do Clube da Fofoca, debatendo o livro Teto para Dois, de Beth O'Leary. No sábado, o entorno da biblioteca será ocupado pelo Remoda — Festival de Moda Circular, das 12h às 18h, uma feira de brechós, artesanatos, gastronomia e encontro de DJs. Ainda no sábado, o foyer do auditório recebe, das 11h às 14h, o lançamento do livro de poesias urbanas Outros Passos, do poeta, cantor e compositor Newton Lima. Para os amantes da sétima arte, as telas do Cine Brasília exibem as estreias do longa A Fúria (encerrando a clássica trilogia política de Ruy Guerra), da dramédia Pai Mãe Irmã Irmão e do sensível documentário Aqui Não Entra Luz, da diretora Karol Maia. Desta quinta até a próxima quarta (13), o local recebe a IX Mostra de Cinema Latino-Americano. E no domingo, a telona do Cine Brasília exibe, em sessão atípica, Super Mario Galaxy, às 11h, e O Agente Secreto, às 14h, em sessão acessível. Circuito de Exposições Os equipamentos culturais do GDF oferecem um verdadeiro mergulho nas artes visuais. O Museu Nacional da República inaugura a exposição Entre Traços e Tramas: na Tessitura do Tempo, de Maurício Rolo, que conjuga figuras geométricas com pesquisa livre, em cartaz até 14 de junho. No Museu de Arte de Brasília (MAB), segue até 21 de junho a mostra Geometria da Memória, de Paula Parisot. O Memorial dos Povos Indígenas (MPI) convida, em parceria com a Aldeia Multiétnica, para os últimos dias da exposição Território da Diversidade, aberta até 17 de maio, que celebra por meio de painéis, fotografias e artefatos a resistência e os modos de vida dos povos Krahô, Mebengokre, Fulni-ô, Mehinako, Waurá, Kamaiurá, Yawalapiti, Mbya Guarani, Xavante e Kariri-Xocó. A Praça dos Três Poderes abriga as mostras gratuitas Retrospectiva Visa d'Or (Panteão da Pátria), A Mulher em sua Essência (até domingo, no Espaço Lucio Costa) e Verdade Moldada (Espaço Oscar Niemeyer). As noites de quinta e sexta ainda são animadas pelo Buraco do Jazz, no gramado do Panteão, a partir das 18h.

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Conselho recomenda tombamento do Mercado Sul como patrimônio cultural do DF

O Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural do Distrito Federal (Condepac) entregou, na tarde desta segunda-feira (30), parecer ao secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes, recomendando o prosseguimento do processo de tombamento do Mercado Sul como patrimônio cultural do Distrito Federal, em suas dimensões material e imaterial. O documento orienta que a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) adote as providências necessárias para formalizar o pedido de tombamento, além de sugerir a criação imediata de uma comissão responsável pela elaboração de relatório técnico para análise e apreciação do tema. Localizado em Taguatinga, o Mercado Sul é reconhecido por sua relevância histórica, social e cultural, reunindo iniciativas ligadas à economia criativa, à produção artística independente e à ocupação cultural do espaço urbano. O possível tombamento busca assegurar a preservação dessas características e garantir a continuidade das atividades desenvolvidas no local. A recomendação do Condepac insere-se no contexto das políticas públicas de preservação do patrimônio cultural do Distrito Federal, que visam proteger espaços de valor simbólico e fortalecer a identidade cultural da população. Com a eventual abertura do processo de tombamento, a área passará por avaliação técnica detalhada, que considerará aspectos históricos, arquitetônicos e socioculturais | Foto: Divulgação/Secec-DF “O Mercado Sul representa uma experiência consolidada de cultura viva, construída coletivamente ao longo dos anos. Vamos analisar o parecer com responsabilidade e celeridade, considerando a importância de preservar espaços que expressam a identidade e a diversidade cultural do Distrito Federal”, afirmou o secretário Claudio Abrantes. Com a eventual abertura do processo de tombamento, a área passará por avaliação técnica detalhada, que considerará aspectos históricos, arquitetônicos e socioculturais. A medida pode resultar em instrumentos de proteção legal e políticas de salvaguarda voltadas à manutenção das atividades culturais e comunitárias no espaço. A decisão final dependerá da tramitação administrativa e da análise dos órgãos competentes, conforme previsto na legislação de proteção ao patrimônio cultural do DF. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF)

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Livros vencedores do 2º Prêmio Candango de Literatura passam a integrar o acervo da Biblioteca Nacional de Brasília

Como parte das contrapartidas previstas em edital, os livros vencedores do 2º Prêmio Candango de Literatura, premiação realizada em outubro de 2025, foram doados à Biblioteca Nacional de Brasília. A entrega simbólica dos exemplares ocorreu nessa segunda-feira (23), no gabinete do secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Claudio Abrantes. O evento marcou a etapa final da segunda edição do Prêmio Candango de Literatura, reafirmando o compromisso da premiação com a circulação do livro, o fortalecimento das bibliotecas públicas e a formação de leitores no Distrito Federal. Ao lado do secretário, estiveram presentes a diretora da Biblioteca Nacional de Brasília, Marmenha Rosario; o subsecretário de Patrimônio Cultural, Felipe Ramón; a fiscal da Secec Andreza Ferreira; além de Maurício Melo Junior, Márcia Lages e Leda Simone Alves representando o Instituto Casa de Autores, organizador do prêmio realizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (Secec-DF). Para o secretário Claudio Abrantes, o recebimento das obras representa um avanço importante na consolidação do prêmio como política pública cultural. “É uma etapa fundamental de consolidação do Prêmio Candango de Literatura como uma política pública de incentivo, não só à escrita, mas também à leitura. Ele possibilita que mais pessoas tenham acesso a obras de referência, selecionadas por um júri técnico qualificado, que contribuem para a literatura em língua portuguesa em todo o mundo”, afirmou. Segundo o subsecretário de Patrimônio Cultural, Felipe Ramón, a iniciativa também amplia o acesso e valoriza novos autores. “A leitura dessas obras será gratuita à população, já que elas serão distribuídas na rede de bibliotecas públicas. Isso significa também divulgar o trabalho de escritores que muitas vezes estão começando, com tiragens ainda limitadas. A população do Distrito Federal passa a ter acesso a obras de qualidade já premiadas, escritas na nossa língua e que dialogam com a nossa realidade”, destacou. A entrega simbólica dos exemplares ocorreu nessa segunda-feira (23), no gabinete do secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Claudio Abrantes | Foto: Divulgação/Secec-DF Cada vencedor das categorias literárias e editoriais doou 20 exemplares de sua obra, que passam a integrar o acervo da Biblioteca Nacional de Brasília, ampliando o acesso público à literatura contemporânea em língua portuguesa. As obras são: Sorriso Sorvete de Cereja, de Giovanna Ramundo (Editora Cambucá); A Viagem e Outros Contos, de Luís Pimentel (Editora Patuá); Lições da Miragem, de Ricardo Gil Soeiro (editora Assírio & Alvim); Nada Lá Fora e Aqui Dentro, de Juliana Monteiro (Editora Patuá); Cavalos no Escuro, de Rafael Gallo, com criação de Leonardo Iaccarino (Editora Record) e Verso Horizonte, de Axé Silva e Fábio Teixeira, com projeto de Jeferson Barbosa (Editora Mondru). Sobre o 2º Prêmio Candango de Literatura Realizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, com organização do Instituto Casa de Autores, o 2º Prêmio Candango de Literatura recebeu quase 3 mil inscrições, de autores do Brasil e de outros 17 países, distribuídos por quatro continentes, consolidando o caráter internacional da premiação. A cerimônia de premiação ocorreu em 31 de outubro de 2025, na Sala Martins Pena do Teatro Nacional Cláudio Santoro, quando foram anunciados os vencedores das sete categorias da edição: Vencedores do 2º Prêmio Candango de Literatura/Livros doados à Biblioteca Nacional de Brasília Melhor Romance Giovanna Ramundo — Sorriso Sorvete de Cereja (Editora Cambucá) Melhor Livro de Contos Luís Pimentel — A Viagem e Outros Contos (Editora Patuá) Melhor Livro de Poesia Ricardo Gil Soeiro (Portugal) — Lições da Miragem (Assírio & Alvim) Prêmio Brasília Juliana Monteiro — Nada Lá Fora e Aqui Dentro (Editora Patuá) Melhor Capa Leonardo Iaccarino — Cavalos no Escuro, de Rafael Gallo (Editora Record) Melhor Projeto Gráfico Jeferson Barbosa — Verso Horizonte, de Axé Silva e Fábio Teixeira (Editora Mondru) Projeto de Incentivo à Leitura Sabrina Sanfelice — Sarau da Dalva e Estreloteca *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF)

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