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Subsecretaria de Vigilância à Saúde

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Zoonoses recolheu quase mil corpos de animais em 2025

Até o início deste mês, a Secretaria de Saúde (SES-DF) recolheu 770 morcegos (vivos e mortos), 173 macacos e dois gambás. A ação é uma estratégia fundamental para monitoramento de zoonoses, doenças que acometem tanto animais quanto humanos — caso da raiva e da febre amarela. Arte: Agência Saúde-DF “Os agentes de vigilância ambiental recolhem os corpos desses animais para saber se os vírus da febre amarela ou da raiva estão circulando”, explica o médico infectologista Victor Bertollo, da Subsecretaria de Vigilância à Saúde da SES-DF. A ação é considerada preventiva e ajuda a direcionar outros esforços, como reforçar a vacinação contra febre amarela para humanos e contra raiva para cães e gatos.  No caso da raiva, o infectologista ressalta a importância de buscar atendimento em casos de mordida ou arranhadura: “Temos protocolos de assistência nesses casos para definir se vai ser feito só monitoramento ou se vai precisar ministrar soro e vacina.” Orientações [LEIA_TAMBEM]A Zoonoses trabalha especificamente com animais já mortos (no caso específico de morcegos, podem ser recolhidos vivos). Para o resgate de outros animais vivos, é necessário acionar o Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA). Para falar com a Zoonoses, deve-se ligar para os números 3449-4432 ou 3449-4434. “No caso de animais domésticos, o recolhimento do cadáver é realizado caso o animal possua sinais clínicos compatíveis e laudo médico veterinário com suspeita ou confirmação para leishmaniose visceral, raiva e esporotricose, ou caso o animal tenha ido a óbito após um acidente de mordedura ou agressão com vítima humana”, explica o diretor de Vigilância Ambiental da SES-DF, Edvar Schubach. “Animais sem vínculo epidemiológico não são recolhidos.” É importante evitar contato direto com o cadáver dos animais silvestres ou domésticos com suspeita de doenças. Se for necessário, deve-se utilizar luvas. Também é preciso manter outros animais a distância, e os cadáveres não devem ser jogados no lixo. Se o animal morto foi encontrado dentro de área de parque federal ou de preservação ambiental, é necessário acionar a administração do local. Conheça mais sobre o trabalho da Zoonoses. Veja também a lista de locais que oferecem a profilaxia pós-exposição.   *Com informações da Secretaria de Saúde

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Crianças visitam horto agroflorestal da Vigilância à Saúde

Olhares curiosos e animados marcaram a primeira visita guiada no Horto Agroflorestal Medicinal e Biodinâmico (Hamb), da Subsecretaria de Vigilância à Saúde (SVS), na sexta-feira (1º). As crianças, filhos e sobrinhos de servidores da Secretaria de Saúde (SES-DF), aproveitaram a manhã para conhecer mais a fundo o mundo vegetal. Os pequenos puderam aprender sobre ervas medicinais, árvores frutíferas, hortaliças e plantas alimentícias não convencionais (Pancs), e também ajudaram a identificar as plantas com placas.  Crianças tiveram acesso a uma experiência que aprofunda o contato com a natureza | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF “A ideia surgiu de convidar as crianças durante as férias para vivenciar a experiência de estar próximo à natureza, deixar um pouquinho de lado celular, televisão, computador e mostrar a importância do contato direto com a terra e o que ela nos devolve em forma de saúde”, explicou a nutricionista Lucilene Bentes, da Gerência de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis e Promoção da Saúde (Gvdantps).  “Tem a questão da sustentabilidade, o contato com alimentos in natura, colhidos diretamente no pé, sem agrotóxicos, tudo isso impacta diretamente na saúde dessas crianças e de seus familiares”, apontou. Entre as plantas cultivadas no horto estão alecrim, lavanda, guaco, carqueja, erva-cidreira, hortelã, arruda, tomilho e alfavaca. Andrielle Haddad, nutricionista da Gvdantps, levou a filha Maria Clara, de 6 anos, para participar da experiência. “É uma forma de passar essa cultura dos avós e também uma questão de resgate das nossas origens culturais e alimentares”, relatou. Maria Clara aprendeu na prática sobre o cuidado com as plantas, colocou a mão na terra e ajudou no plantio de hortaliças, além de aprender sobre os benefícios de um horto. O subsecretário de Vigilância à Saúde, Fabiano dos Anjos, acompanhou a visita: “Queremos fazer desse espaço realmente um ambiente familiar” “Gosto de cheirar e provar as plantinhas que já conheço”, contou a menina, regando as alfaces que acabara de fixar no solo com uma pá. “A minha preferida é boldo, mesmo amarga. Minha mãe faz chá de hortelã, guaco e erva-cidreira quando fico gripada. É muito legal.” Aline Lobo, coordenadora da equipe, falou sobre a importância do projeto: “Ajuda a orientar as crianças sobre a biodiversidade, o manuseio, o plantio e o descarte correto de resíduos, além de promover essa interação”. O horto recebeu, da empresa Sustentare Saneamento, a doação de 500 mudas, entre manjericão, beterraba, alface, salsa, cebolinha, couve, jiló, rúcula e tomilho.  Integração [LEIA_TAMBEM]O subsecretário de Vigilância à Saúde, Fabiano dos Anjos, falou com as crianças sobre a extração de substâncias dos chás medicinais. “O horto é um local onde os servidores podem trazer as crianças para conhecer e começar a ter contato com a natureza”, lembrou. “Queremos fazer desse espaço realmente um ambiente familiar”. Clara, 9 anos, filha da fisioterapeuta Marcela Botelho, da Gvdantps, gostou da experiência e comentou: “Moramos em um prédio, temos pouco contato com plantação. Aqui tivemos essa oportunidade. Uma erva que não conhecia é o mulungu, que meu pai toma para dormir, mas eu nunca tinha visto. Recomendo para todo mundo vir saber mais sobre as plantas e não só sobre as coisas da cidade”. Melquia da Cunha, gerente de  Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis e Promoção da Saúde, ressaltou que a iniciativa promove um contato mais próximo das crianças com a natureza. “É importante elas entenderem esse convívio da parte urbana com o meio ambiente. Muitas vezes, na cidade, estamos rodeados de concreto, trânsito. A ideia é plantar essa semente do cultivo”. Ao final da visita, as crianças receberam um lanche preparado pela nutricionista Kelva Aquino, da Gvdantps, e um certificado de participação. Hortos Atualmente, a SES-DF conta com 30 hortos em unidades de saúde, totalizando mais de 8 mil metros quadrados de área cultivada com o envolvimento direto de gestores, profissionais e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2024, a rede de hortos da pasta foi reconhecida como uma das três experiências nacionais mais bem-sucedidas na área de segurança alimentar e nutricional, reforçando o impacto dessa política pública na qualidade de vida das comunidades. A Rede de Hortos Agroflorestais Medicinais Biodinâmicos é parte das Práticas Integrativas em Saúde SES-DF e da Fiocruz Brasília, tendo como foco o fortalecimento da atenção primária à saúde. Escolas podem agendar visitas pelo e-mail promocao.gvdant@saude.df.gov.br ou pelo telefone (61) 3449-4441.  *Com informações da Secretaria de Saúde    

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GDF intensifica instalação de estações disseminadoras de larvicida contra a dengue

Com a chegada do período chuvoso, o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Saúde, tem reforçado a instalação de estações disseminadoras de larvicidas (EDLs) nas residências para prevenir os vetores de transmissão da dengue, doença transmitida pelo Aedes Aegypti. O trabalho de prevenção é feito de maneira contínua, mas está sendo reforçado com o fim da estiagem. O agente André Gomes Pereira pede apoio da população para a instalação de armadilhas com larvicida nas residências, reforçando a proteção de todos contra a dengue | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Atualmente, equipes da Vigilância Ambiental da Subsecretaria de Vigilância à Saúde estão fazendo o trabalho de instalação nos Trechos 2 e 3 do Sol Nascente. Em novembro, a estrutura será oferecida aos moradores do Trecho 1. Segundo o Núcleo de Vigilância Ambiental de Ceilândia, mais de 720 armadilhas já foram instaladas desde setembro. Ao todo, cerca de 4 mil armadilhas contra a dengue estão aptas para serem usadas. Cabe ao morador aceitar a instalação. “Os moradores, às vezes, têm resistência de receber o agente de vigilância ambiental por não conhecer o trabalho ou por medo de assalto, medo de ter uma pessoa estranha entrando na sua residência. Nós, da Vigilância Ambiental, sempre estamos devidamente uniformizados e identificados”, ressalta André Gomes Pereira, agente da Vigilância Ambiental da Subsecretaria de Vigilância à Saúde. Segundo ele, os maiores depósitos com foco do mosquito ainda são encontrados dentro das residências. “Se o morador não der esse apoio para nós, não conseguimos combater o mosquito de forma eficaz. Nós precisamos e pedimos ao morador, encarecidamente, para que nos auxilie nesse sentido.” Como funciona a armadilha O sistema é uma armadilha de mosquito composta de um pote plástico com tecido preto impregnado com larvicida em pó e um espaço para colocar água para atrair e matar o mosquito e suas larvas O sistema é uma armadilha de mosquito composta de um pote plástico com tecido preto impregnado com larvicida em pó, chamada Pyripraxyfen, e um espaço para colocar água para atrair e matar o mosquito e suas larvas. Quando o mosquito transmissor da dengue, atraído pela água para depositar os seus ovos, entra na armadilha, ele entra em contato com o produto e, ao voar para outros criadouros, contamina esses locais, disseminando o larvicida e impedindo que as larvas se desenvolvam. A instalação é feita por um agente de combate às endemias (ACE), que visita a residência e solicita a instalação da armadilha. O profissional avalia o ambiente e identifica o melhor local. O ideal é que a armadilha fique nas áreas externas da residência como quintais, lavanderias, áreas de serviço, garagens e varandas. “É uma iniciativa boa para combater o mosquito da dengue. Eu não estou protegendo só a minha família, mas todo mundo”, diz o comerciário Ênio Rocha A equipe de saúde local é responsável pelos cuidados e pelo manejo adequado durante a instalação e manutenção das armadilhas. Uma vez por mês o ACE visita o imóvel para verificar o nível de água e aplicar mais larvicida no tecido ou fazer a limpeza da tela impregnada, caso seja necessário. População deve eliminar focos de água parada no combate ao Aedes aegypti. É necessário verificar semanalmente a casa e o quintal para eliminar qualquer recipiente que possa acumular água Quem recebeu um equipamento de combate à dengue foi o aposentado Daniel Barbosa de Oliveira, de 66 anos. Ele, que já teve dengue, conta que recebeu todas as orientações sobre a armadilha, como repor a água sempre que necessário. Nesse caso, é recomendado que a água seja colocada no centro do pote, e não no tecido, até a marcação interior do vasilhame. “Eu acho que é importante não só para mim e minha família, mas para toda a vizinhança. É um trabalho coletivo. É muito importante ajudar, colaborar”, ressalta Daniel. O comerciário Ênio Rocha, de 54 anos, também abriu as portas de casa para receber os agentes. “É uma iniciativa boa para combater o mosquito da dengue, uma vez que tivemos muitos casos e óbitos recentes. Se combatermos ao máximo, melhor será para a população. É bom para todos. Eu não estou protegendo só a minha família, mas todo mundo”, afirma. Como se proteger O Aedes aegypti é um mosquito pequeno, de cor escura e com listras brancas no corpo e nas pernas. Ele se reproduz em água parada, o que significa que qualquer recipiente, por menor que seja, pode se tornar um criadouro. Vasos de plantas, pneus, garrafas e até mesmo tampinhas de garrafas são locais ideais para o inseto depositar seus ovos. Para se proteger, siga algumas dicas: → Elimine focos de água parada. Verifique semanalmente sua casa e quintal para eliminar qualquer recipiente que possa acumular água. Mantenha caixas d’água, tonéis e barris bem tampados. → Use repelentes. Aplicar repelente nas partes expostas do corpo ajuda a evitar picadas. Reaplique conforme as instruções do fabricante, especialmente se estiver ao ar livre. → Proteja a casa. Instale telas em janelas e portas para impedir a entrada de mosquitos. Mosquiteiros sobre as camas também são uma boa opção. → Mantenha-se informado. Acompanhe as campanhas de conscientização e siga as orientações das autoridades de saúde.

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Dengue deixa de ser doença sazonal e afeta saúde pública o ano todo

O período chuvoso está previsto para começar no Distrito Federal depois do dia 20 de outubro e acende o alerta: o cuidado com o mosquito Aedes aegypti e as doenças que podem ser causadas por ele, como dengue, zika, chinkungunya e febre amarela. Para evitar o aumento de casos de dengue no DF – que registrou só neste ano mais de 66 mil casos –, a Secretaria de Saúde intensificou atividades educativas, vistorias dos agentes de vigilância em saúde e pulverização de inseticida. Equipes de vigilância já fizeram mais de 2,8 milhões de vistorias em residências e agora intensificam a pulverização de inseticida | Fotos: Tony Winston/Agência Saúde DF De acordo com o subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero, o grande problema do enfrentamento da dengue é a falta de engajamento e preocupação da população com a prevenção do Aedes aegypti. “A dengue deixou de ser uma doença sazonal. É comum o ano inteiro, mas na época de chuva esses casos podem aumentar. Por isso nossa preocupação com o período”, esclarece. [Olho texto=”“Prevenir a dengue é responsabilidade de todos. A população precisa fazer sua parte e não deixar espaço para água parada”” assinatura=”Jadir Costa Filho, diretor de Vigilância Ambiental em Saúde” esquerda_direita_centro=”direita”] Segundo ele, as equipes de vigilância já fizeram mais de 2,8 milhões de vistorias em residências e, agora, seguem intensificando a atividade de pulverização de inseticida. “O fumacê dá um resultado paliativo, é a nossa última carta. O ideal é a população fazer sua parte, tirar dez minutos diários para eliminar os focos de mosquitos e os locais que podem juntar água parada. Hoje, mais de 97% dos focos estão dentro das casas”, informa. Ao longo de todo o ano, são realizados ainda os tratamentos focais (pastilhas biológicas) em possíveis criadouros, mesmo que estejam sem água. Outra medida é o tratamento costal (adulticidas) dentro dos terrenos para eliminação das fêmeas infectadas com os possíveis vírus causadores de arboviroses. Manejos ambientais Entre as ações realizadas pela Secretaria de Saúde para fortalecer o combate à dengue, estão a aquisição de 4,5 toneladas de inseticidas, fortalecimento de estoques e insumos para prevenção e cuidados com pacientes com dengue, capacitação de profissionais, manutenção de máquinas e ações de inspeções em todas as 33 regiões administrativas do DF. Vasos de plantas e tonéis de plástico são potenciais criadouros do mosquito e são focos muito observados pelos agentes durante as inspeções “Também estamos executando vários manejos ambientais, a fim de retirar o máximo possível de futuros criadouros de mosquitos e, até mesmo, evitar a proliferação de animais peçonhentos (escorpiões e aranhas) e sinatrópicos (baratas, carrapatos, etc.). Além disso, estamos dando prioridade para o atendimento das ouvidorias de todas as demandas registradas”, explica o gerente de Ações de Campo da Vigilância Ambiental, Edi Xavier. Além disso, os agentes de vigilância ambiental estão testando as armadilhas e fazendo uso da tecnologia de georreferenciamento das localidades que estão com maior ou menor infestação de mosquitos. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Alerta do cotidiano O diretor de Vigilância Ambiental em Saúde, Jadir Costa Filho, destaca que vasos de plantas e tonéis de plástico são potenciais criadouros do mosquito e são focos muito observados pelos agentes durante as inspeções. “A população precisa fazer sua parte na guerra contra o mosquito. Olhar seu quintal, verificar os recipientes, já faz a diferença”, alerta. Segundo ele, as vistorias não param, mesmo antes da chegada das chuvas. Ao eliminar a água de pequenos recipientes, remover pneus ou identificar fontes ornamentais nas residências, acaba-se com potenciais criadouros do mosquito quando chega a chuva. “Prevenir a dengue é responsabilidade de todos. A população precisa fazer sua parte e não deixar espaço para água parada”, aponta. De janeiro até setembro de 2022, a Vigilância Ambiental visitou um total de 2.875.208 imóveis em todo o DF. Destes, 2.378.456 foram inspecionados e eliminados 531 mil possíveis depósitos do mosquito Aedes aegypti. Também foram inspecionados 5.932.269 depósitos, dos quais 5.415 das amostras foram positivas para o mosquito. Ao todo, são 1.200 profissionais atuando na Vigilância Ambiental, sendo 850 agentes que realizam as visitas em campo. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Campanha de Vacinação Antirrábica é antecipada a partir desta quarta (6)

A Secretaria de Saúde antecipou a Campanha de Vacinação Antirrábica a partir desta quarta-feira (6). A medida preventiva foi necessária em função da confirmação de um caso de raiva humana no Distrito Federal. Às 16h, desta terça-feira (5), servidores da Subsecretaria de Vigilância à Saúde (SVS) vão realizar uma apresentação sobre a situação epidemiológica e ambiental da raiva no DF, assim como as ações preventivas e de reforço que estão sendo desenvolvidas neste momento. Os dados serão apresentados no auditório da SVS, na 912/712 Sul, Bloco D, prédio do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest). *Com informações da Secretaria de Saúde

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Rodoviária do Plano Piloto terá ponto fixo de vacinação

Com a instalação do ponto fixo de vacinação na Rodoviária do Plano Piloto, serão feitas imunizações contra a covid-19 e outras doenças, como a gripe influenza | Fotos: Breno Esaki/Agência Saúde-DF Com o objetivo de aproximar a vacina contra covid-19 ainda mais da população do Distrito Federal, a Secretaria de Saúde, em parceria com o Sesc, vai construir um ponto fixo de vacinação na Rodoviária do Plano Piloto, tendo em vista que o local, além de ser centralizado, tem grande fluxo de pessoas diariamente. O ponto fixo deve ser inaugurado até o dia 10 de dezembro. “Notamos que, das últimas vezes que estivemos aqui na rodoviária, o sucesso foi total, houve muita procura. Então, decidimos montar um ponto fixo de vacinação aqui, o que demonstra o esforço da Secretaria de Saúde em aproximar a vacinação de todo mundo”, explica o secretário de Saúde, general Manoel Pafiadache. O posto de vacinação fixo será construído na plataforma inferior da Rodoviária, ao lado das escadas, no sentido Esplanada dos Ministérios. A princípio, serão disponibilizados imunizantes contra a covid-19 de todas as marcas e testes para detecção do coronavírus. Segundo o subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero, a medida que a vacinação contra a covid-19 avançar e reduzir o número de não vacinados no DF, a ideia é disponibilizar no posto de vacinação da Rodoviária vacinas contra outras doenças, como por exemplo o imunizante contra a influenza. “A população tem que desmistificar essa coisa que a vacina é algo complexo, que ocorre somente em ambiente hospitalar. A vacina é uma coisa comum, popular e de acesso para todos”, defende. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Hoje, cerca de 800 mil pessoas passam, diariamente, pela Rodoviária do Plano Piloto. Além da facilidade para chegar até o local, há grande fluxo de pessoas do Entorno do Distrito Federal, principalmente aquelas que trabalham no DF. Após a inauguração, deverá funcionar todos os dias e disponibilizar vacinas para todos os públicos. “Será um ponto de vacinação muito importante para a aproximar a saúde da população”, conclui Pafiadache. * Com informações da Secretaria de Saúde do DF

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Dose de reforço para pessoas de 57 a 59 anos na segunda (22)

Segundo o subsecretário de Vigilância à Saúde, o DF está pronto para executar a aplicação das doses adicionais | Foto: Geovana Albuquerque/Arquivo-SES A partir desta segunda-feira (22), pessoas de 57 a 59 anos que tenham tomado a segunda dose da vacina contra a covid-19 há pelo menos cinco meses poderão receber a dose de reforço. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (18) durante coletiva de imprensa. O intervalo de cinco meses também passa a ser válido para idosos acima de 60 anos e profissionais de saúde. A lista de locais de vacinação é atualizada diariamente no site da Secretaria de Saúde. De acordo com a pasta, a ampliação da faixa etária para a dose de reforço depende do envio de lotes adicionais pelo Ministério da Saúde. “O DF está pronto para executar, desde que receba as doses”, afirmou o subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero. As vacinas disponíveis na rede de frio da Secretaria de Saúde estão destinadas à segunda dose. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] No caso de quem se imunizou com a vacina da marca Janssen, que ao longo da campanha de vacinação foi direcionada a professores, população em situação de rua e população carcerária, a dose tomada inicialmente é equivalente às primeiras e segundas doses das demais marcas, e a dose de reforço será a segunda aplicação. Contudo, a Secretaria de Saúde também aguarda o envio pelo Ministério da Saúde para iniciar a campanha específica para esses públicos. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF

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Vigilância Sanitária orienta instituições para idosos

Com a pandemia do coronavírus, causador da Covid-19, a população deve redobrar os cuidados com o principal grupo de risco afetado pela doença: os idosos. Por isso, a Subsecretaria de Vigilância à Saúde (SVS) criou um documento com algumas orientações para idosos que vivem em instituições. Foto: Mariana Raphael/Saúde-DF Entre as orientações, estão proibir as visitas de familiares (salvo casos extremos); restringir ao máximo as saídas dos idosos lúcidos e independentes da instituição; proibir as visitas e atividades realizadas por voluntários e estagiários; reduzir a grade de atividades coletivas para estimulação, contudo manter aquelas individuais e imprescindíveis; estimular os idosos lúcidos e independentes à comunicação por redes sociais e videoconferências com os familiares. Além disso, reduzir o cronograma de consultas médicas eletivas (sob orientação do médico assistente); oficiar o serviço de saúde regional sobre a necessidade de priorização no calendário de imunização desses idosos para influenza; atualizar a imunização para influenza e doença pneumocócica, conforme indicação, para residentes e funcionários; e providenciar a reposição dos medicamentos de uso dos idosos, conforme as prescrições médicas (solicitando por meio do serviço delivery). Além dessas orientações, a nota técnica trata também sobre o uso de máscaras e as medidas de controle que devem ser adotadas nas instituições, como manter os ambientes ventilados naturalmente e reforçar os cuidados com a higiene. Segundo a gerente de fiscalização da Vigilância Sanitária, Márcia Olivé, hoje são 28 instituições de longa permanência para idosos no Distrito Federal. Para evitar o risco de contágio, a Vigilância solicitou que o responsável técnico de cada instituição comparecesse a um dos núcleos, onde foi entregue a nota técnica com todas as orientações a serem seguidas. “Somente em último caso, iremos até a instituição entregar essa nota técnica, que orienta, além dos cuidados aos idosos, os cuidados que os profissionais que trabalham no local devem ter, já que eles saem e têm contato com outras pessoas. Por isso, também devem tomar muito cuidado, pois eles trabalham com grupos de idosos, que são vulneráveis ao coronavírus”, explica Márcia. Vistorias Segundo a gerente de fiscalização, vistorias só serão feitas nos lares de idosos em casos excepcionais (denúncias). Tudo isso para evitar o máximo possível que pessoas de fora adentrem os locais e possam infectar os idosos com o coronavírus. Na última semana, a Vigilância Sanitária recebeu denúncia contra uma das instituições. No entanto, ao checar o local, descobriu que não havia nada de errado. A denúncia acusava superlotação, falta de álcool gel e pacientes, que deveriam estar isolados, estariam misturados com os outros. Não houve confirmação. “Quando cheguei lá, no horário de almoço, vi que eles estão fazendo o rodízio dos pacientes para evitar tumultos, além de todos os protocolos de higiene estarem corretos. Também apresentaram os relatórios médicos de todos os idosos, o que mostrou que nenhum precisaria ficar em isolamento”, explica a auditora da Vigilância Sanitária Maria das Graças Britto. De acordo com ela, no teor da denúncia, também havia o questionamento acerca da admissão de um novo idoso na instituição. Mas, ela assegurou que a admissão de novos pacientes não é proibida e a orientação é que se possível, deixe-os num local mais reservado nos primeiros dias. * Com informações da Secretaria de Saúde

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