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Varjão

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Hvep móvel leva atendimento veterinário gratuito ao Varjão

Na próxima quinta-feira (2/7), moradores do Varjão passam a contar com atendimento veterinário gratuito para cães e gatos, por meio da unidade móvel do Serviço Veterinário Público (Hvep). O veículo, que sai nesta terça (30) do Paranoá, ficará estacionado no Galpão Social do Varjão, ao lado da administração da cidade, pelos próximos dois meses. Unidade móvel presta atendimento, mediante distribuição de senhas, diariamente | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília  A unidade oferece atendimentos veterinários básicos para animais domésticos da comunidade, com a distribuição de dez senhas diárias a partir das 7h30. Entre os serviços disponíveis estão triagem clínica; exames laboratoriais, como hemogramas e testes bioquímicos; curativos simples; ​aplicação de medicamentos; e orientações educativas aos tutores. [LEIA_TAMBEM]A unidade móvel não executa cirurgias, castrações nem exames de imagem, como raios-X e ultrassonografia. Para esses procedimentos, os tutores devem se dirigir à sede do Hvep, no Parque Ecológico do Cortado, em Taguatinga. Além de garantir cuidados veterinários essenciais, a iniciativa busca promover a conscientização sobre a importância da assistência veterinária contínua e da guarda responsável de animais de estimação.  *Com informações da Secretaria Extraordinária de Proteção Animal 

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Projeto do FAC leva concertos e oficinas de percussão afro-brasileira para três regiões administrativas

Fortalecer a cena musical local e aproximar o público das sonoridades afro-brasileiras são os principais objetivos do projeto Batukenjé Orquestrado: Percussão Itinerante no DF, promovido pela Orquestra Percussiva Batukenjé com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). A primeira apresentação da iniciativa será neste sábado (27), em frente à Administração Regional do Varjão, com concerto musical, às 10h30, e oficina sobre percussão, às 11h. A participação é livre e gratuita. “Projetos como o Batukenjé Orquestrado mostram a importância de levar a política cultural para diferentes regiões do DF, criando oportunidades de formação artística e de encontro entre as comunidades e os nossos patrimônios culturais”, salienta o secretário de Cultura e Economia Criativa, Fernando Modesto. “Com isso, o Governo do Distrito Federal contribui para ampliar o acesso à cultura e valorizar expressões que fazem parte da identidade afro-brasiliense e da diversidade cultural da nossa cidade”, completa. Depois do Varjão, o grupo passará em Ceilândia e Paranoá, nos dias 18 de julho e 15 de agosto, respectivamente. Os locais e horários de cada etapa vão ser divulgados no Instagram do projeto. As ações contam com intérpretes de Libras e atuação de pessoas com deficiência na equipe, demonstração de que a cultura é espaço de convivência, diversidade e inclusão social. A primeira apresentação da iniciativa será neste sábado (27), em frente à Administração Regional do Varjão, com concerto musical, às 10h30, e oficina sobre percussão, às 11h | Foto: Cristiano Costa/Divulgação As atividades são conduzidas pelo Mestre Celin du Batuk, com apoio de monitores. Cada oficina tem 20 vagas, com foco em jovens e adultos interessados em aprender sobre ritmo, prática coletiva e instrumentos percussivos, como timbais, surdos, caixas e repiques. Os participantes terão contato com o samba-reggae, samba afro, capoeira e outras manifestações artísticas que compõem a diversidade sonora do DF. “A nossa orquestra percussiva tem a missão de valorizar esses ritmos de matriz africana, além de promover o acesso e o desenvolvimento da sensibilidade das comunidades com esses sons, que dizem tanto de onde viemos e quem somos”, afirma o mestre, que fundou o grupo percussivo em 2006. Depois das três regiões administrativas, o Batukenjé Orquestrado levará os ritmos afro-brasileiros para uma turnê na Europa, com o mesmo formato de apresentações e oficinas, na França e na Alemanha.

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Arte contemporânea aproxima estudantes da rede pública e encerra temporada no Varjão neste domingo (21)

A arte tem mobilizado estudantes da rede pública do Distrito Federal por meio da exposição O abraço que faz meus pés dançarem, levando jovens a um encontro de expressões e reflexões por meio da pintura. Contemplado pela Lei Paulo Gustavo e coordenado pela Casa Jasmim, o projeto chega ao fim neste domingo (21), após receber alunos de escolas públicas de regiões como Itapoã, Paranoá, São Sebastião, Jardim Botânico e, mais recentemente, Varjão. Oficinas e performances artísticas coordenadas pelas artistas Mandí Cintra e Mylena Edna Oliveira fizeram parte da temporada de exposição | Foto: Divulgação/Mariana Guedes Além das visitas guiadas gratuitas à exposição, a iniciativa promoveu ações formativas com estudantes do Centro Educacional São Francisco (Chicão), em São Sebastião. As oficinas, conduzidas em abril pelas artistas Mandí Cintra e Mylena Edna Oliveira, convidaram os estudantes a transformar sentimentos em gestos e movimentos. O resultado foi uma performance apresentada pelos participantes durante a abertura da mostra. “É muito emocionante ver como essa juventude abraçou a proposta tanto nas oficinas feitas nas escolas quanto na culminância desse processo na ida ao espaço expositivo, quando muitos abraços dançantes se deram dentro e fora da galeria” Mandí Cintra, artista plástica Para o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Fernando Modesto, projetos dessa natureza ampliam as oportunidades de formação cultural e aproximam diferentes públicos das manifestações artísticas. “Além de valorizar novos talentos da cena cultural, a iniciativa fortalece processos de formação de público e de participação social, objetivos que têm sido impulsionados por políticas públicas como a Lei Paulo Gustavo, contribuindo para ampliar oportunidades e fortalecer o ambiente cultural brasileiro”, observa. Aquarelas inéditas Com curadoria de Ricardo Caldeira, a exposição reúne 20 aquarelas inéditas e propõe uma reflexão sobre vínculos, coletividade e sensibilidade. A iniciativa integra um conjunto de ações viabilizadas por recursos públicos voltados para fortalecimento da produção cultural e ampliação do acesso à arte em diferentes territórios do DF. [LEIA_TAMBEM]Segundo Mandí Cintra, o projeto também evidencia o papel das políticas públicas na valorização da cultura e na geração de oportunidades para diversos profissionais envolvidos na cadeia produtiva do setor. A artista lembra que a proposta da exposição buscou criar um espaço de contemplação e diálogo, especialmente com jovens de contextos periféricos, ampliando experiências de criação e convivência para além do ambiente digital. “É muito emocionante ver como essa juventude abraçou a proposta tanto nas oficinas feitas nas escolas quanto na culminância desse processo na ida ao espaço expositivo, quando muitos abraços dançantes se deram dentro e fora da galeria”, relata. “Foi uma feliz confirmação de que o contato com a arte tem o condão de despertar o interesse por esse algo vivo e inquieto que existe dentro de cada um de nós; e, com certeza, esse momento vai gerar a sementinha desejável da importância de alimentarmos aquilo que é sensível em nossas subjetividades para agora e vida agora.” O encerramento da mostra ocorre neste domingo, a partir das 16h, na Casa Aerada Varjão (Q. 1, Conjunto B, Casa 6). Aberta ao público, a programação inclui um momento com a artista sobre os bastidores do processo criativo das obras e uma partilha coletiva sobre as sensações despertadas pela exposição. Em seguida, o público poderá assistir a um pocket show com canções autorais de Mandí Cintra, acompanhada por Anco Marcos, além de uma apresentação do percussionista Lucas Ramalho, artista residente do Varjão. 

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Após reforma de R$ 2 milhões, Cras é reinaugurado

O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da Candangolândia foi entregue à população após ser reformado completamente. Com investimento de R$ 2,067 milhões do Governo do Distrito Federal, a obra — a primeira desde a inauguração em 2008 —, a unidade ganhou substituição de piso e forro, revisão das instalações elétricas e hidráulicas, adequação dos banheiros para pessoas com deficiência e uma sala multiúso, além da renovação de portas, janelas e cobertura. Instalações foram reformadas e ampliaram o conforto e a capacidade de atendimento ao público | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília  “A área da assistência social não precisa só de cuidados na ponta. É preciso também dar condições às pessoas que vêm a esse equipamento, que são muitas famílias” Governadora Celina Leão A governadora Celina Leão esteve na solenidade de reinauguração da unidade, nesta segunda-feira (27), e ressaltou o compromisso do GDF em qualificar e ampliar o atendimento na área socioassistencial.   “Talvez as pessoas não tenham a dimensão  do que é entregar um Cras reformado — só quem realmente precisa”, declarou. “O Cras é o espaço onde as famílias buscam o apoio do governo, principalmente aquelas que mais precisam. A área da assistência social não precisa só de cuidados na ponta. É preciso também dar condições às pessoas que vêm a esse equipamento, que são muitas famílias.” A secretária de Desenvolvimento Social interina, Jackeline Canhedo, avaliou que a reforma aprimora a qualidade de vida do servidor, o que gera melhoria no atendimento à população: “Com a reinauguração dessa unidade, a gente fortalece a política pública de assistência social aqui no Distrito Federal. O GDF busca sempre atender a quem mais precisa, e essa entrega hoje é um retrato disso”.     A chefe da pasta também citou alguns pontos da reforma: “Foram trocados os forros, colocamos ar-condicionado em todas as salas, além de bebedouro e geladeira, para poder proporcionar uma melhor qualidade de vida tanto para o servidor como para poder atender melhor a população”. A dona de casa Regiane Chaves elogiou o trabalho: “Aqui no Cras funcionam alguns grupos de atividades, e a gente estava precisando de um espaço maior para nos acolher. Essa reforma chegou em boa hora, para toda a comunidade” Moradora da Candangolândia e usuária do Cras, a dona de casa Regiane Rodrigues Chaves, de 41 anos, elogiou os trabalhos: “Toda vez que eu venho aqui, sou sempre muito bem-atendida e recebida em necessidade no momento, que é de uma ajuda”.  Para ela, a reforma está sendo fundamental: “Na sala de espera, a gente entrava pela porta e tinha pouco espaço. Às vezes estava lotado, e era necessário ficar do lado de fora. Aqui no Cras funcionam alguns grupos de atividades, e a gente estava precisando de um espaço maior para nos acolher. Essa reforma chegou em boa hora, para toda a comunidade”. Atualização dos serviços [LEIA_TAMBEM]Desde 2023, mais de 50 Cras foram reformados no DF, com investimentos que ultrapassam R$ 97 milhões, com ações em Ceilândia, Guará, Asa Sul, Brazlândia, Núcleo Bandeirante e Varjão. A modernização também trouxe melhorias no sistema de escoamento e pintura geral, garantindo mais conforto e segurança para os usuários e servidores. Somente em 2025, a unidade registrou 6.886 atendimentos, um aumento de 74% em relação ao ano anterior, o que reforça a importância de uma estrutura adequada para atender à demanda crescente. O Cras da Candangolândia mantém como principal serviço o acompanhamento pelo Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (Paif), que oferece atendimentos individualizados, visitas domiciliares, orientação sobre direitos, encaminhamentos para benefícios e outras políticas públicas.    

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Após décadas de espera, Varjão ganha nova rodoviária e restaurante comunitário com este Governo do Distrito Federal

  Depois de mais de duas décadas de espera, o Varjão ganhou a primeira rodoviária própria. O espaço tem mais de mil metros quadrados e oferece estrutura acessível para atender cerca de três mil passageiros todos os dias. O investimento nessa obra foi de R$ 1,9 milhão. Outra mudança visível está nas ruas. Trechos antes marcados por buracos e alagamentos receberam nova pavimentação, drenagem e recuperação de calçadas. Uma das obras mais esperadas pela comunidade foi o Restaurante Comunitário do Varjão, que serve cerca de 2,5 mil refeições por dia. Um investimento de mais de R$ 7,5 milhões. Por lá, muitas famílias encontram segurança alimentar, a certeza de que vão fazer as três refeições do dia, e o melhor, R$ 0,50 o café da manhã ou jantar e apenas R$ 1 o almoço. Com obras importantes tiradas do papel, o Varjão vive hoje o melhor momento da cidade.

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GDF entrega mais de mil escrituras e intensifica a regularização fundiária 

O Governo do Distrito Federal (GDF) entregou, nesta terça-feira (18), mais 1.021 escrituras a famílias atendidas pelo programa Regulariza DF, ampliando o alcance de uma das principais políticas públicas de regularização fundiária da capital. A nova leva inclui 370 imóveis da época em que a Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab-DF) ainda se chamava Sociedade de Habitações de Interesse Social Ltda (SHIS). Com esse avanço nas regularizações, o Executivo local conclui etapas aguardadas há décadas por moradores que agora passam a ter mais segurança jurídica com as propriedades reconhecidas oficialmente. Maria do Socorro Madeira comemorou:  “Agora, sim, a gente tem segurança. É preciso reconhecer que este governo realmente executou esse trabalho de regularização e cuidado com as pessoas” | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Foram 61 anos de espera. É o que viveu a aposentada Maria do Socorro Madeira. “Eu não sei nem o que dizer… é uma felicidade que vai além das palavras”, relatou. “Esse sempre foi um sonho, porque ele é real. Lá na Vila Planalto, a nossa casa é ponto de cultura e ponto de memória, reconhecido pelo Ministério da Cultura e pelo Iphan [Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico], e mesmo assim a gente não tinha a escritura. Vivíamos sempre com aquele risco, porque a cada mudança de governo vinha a insegurança. Agora, sim, a gente tem segurança. É preciso reconhecer que este governo realmente executou esse trabalho de regularização e cuidado com as pessoas”. Entregas permanentes “A meta do governo é regularizar 100%: garantir que todo cidadão que recebeu um lote no passado e ainda não tem a escritura possa finalmente ter”, declarou a vice-governadora Celina Leão Coordenada pela Codhab-DF, a ação contabiliza, desde 2019, 6.250 documentos entregues, incluindo certidões de regularização fundiária (CRFs), fichas descritivas e escrituras repassadas ao longo dos últimos anos. Somente Brazlândia, Samambaia, Riacho Fundo II e Recanto das Emas somam mais de 4,6 mil entregas desde o início do programa.   Segundo a vice-governadora Celina Leão, o programa funciona de forma contínua, com entregas permanentes, e representa uma evolução importante: “Antes, o documento que as pessoas recebiam era apenas um papel, sem validade jurídica. Hoje, nós temos um programa sério, que garante a escritura definitiva. Estamos trabalhando em todo o Distrito Federal. Encontramos muitas situações e imbróglios jurídicos, e estamos tratando disso também junto à Terracap. A meta do governo é regularizar 100%: garantir que todo cidadão que recebeu um lote no passado e ainda não tem a escritura possa finalmente ter. Esse é o trabalho da Codhab, e essa é a nossa missão”. As escrituras contemplam famílias de 25 regiões administrativas, entre elas Areal, Arapoanga, Brazlândia, Candangolândia, Ceilândia, Estrutural, Gama, Guará, Planaltina, Recanto das Emas, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Samambaia, Santa Maria, São Sebastião, Sobradinho, Sobradinho II, Sol Nascente, Taguatinga, Varjão, Núcleo Bandeirante, Vila Planalto e Vila Telebrasília. Famílias beneficiadas Ilka Costa: “Agora eu posso investir na minha casa sem medo. Essa escritura traz segurança para mim, para o meu esposo e para os meus dois filhos” Uma dessas moradoras é a zeladora Ilka Costa, 47, que esperou 14 anos pela regularização do seu imóvel no Sol Nascente. “É a realização de um sonho”, contou. “Agora eu posso investir na minha casa sem medo. Essa escritura traz segurança para mim, para o meu esposo e para os meus dois filhos. Um dia eu vou embora, e eles vão ter um lar seguro”. Aparecido dos Santos: “Demorou, mas chegou a hora. Eu estou muito feliz e agradeço aos governantes por esse documento” Entre os beneficiados também está o aposentado Aparecido Gomes dos Santos, 68. Morador de Samambaia Norte, ele aguardava o documento havia cerca de 15 anos. “Isso para mim é muito bom, é uma coisa que a gente necessita”, comemorou. “Demorou, mas chegou a hora. Eu estou muito feliz e agradeço aos governantes por esse documento”. Segundo o presidente da Codhab, Marcelo Fagundes, a maior parte dos imóveis da antiga SHIS permanece sem regularização desde as décadas de 1960 a 1990, uma demanda histórica que este GDF trabalha para resolver.  “Tem entregas aqui que são da antiga SHIS, ou seja, são décadas de espera para ter um documento que todo cidadão tem direito”, apontou. “É a Codhab imprimindo o seu papel, entregando cada vez mais e dando segurança jurídica para essas famílias, com um imóvel totalmente regularizado. Ainda teremos mais entregas nos próximos meses, porque estamos fazendo alguns ajustes na lei de regularização justamente para facilitar esse trâmite e a gente conseguir alcançar mais pessoas”. Regularização em todas as regiões [LEIA_TAMBEM]Desde 2019, o programa alcançou propriedades em diversas regiões administrativas da capital. Foram 1.787 CRFs expedidos em Brazlândia, 1.013 em Samambaia, 950 no Riacho Fundo II, 906 no Recanto das Emas, 410 em Ceilândia, 89 em Planaltina, 86 no Sol Nascente/Pôr do Sol e 119 na Vila Planalto. Outras cidades, como Arapoanga, Taguatinga/Areal, Varjão, Guará, Núcleo Bandeirante, Santa Maria, Sobradinho, Estrutural, Riacho Fundo I, Gama e Vila Telebrasília, também vêm recebendo regularizações contínuas. Para além da segurança jurídica, o programa fortalece a valorização imobiliária, amplia a integração urbana e dá aos moradores a tranquilidade de finalmente ter a documentação definitiva. “Ter um imóvel totalmente regularizado é uma mudança de vida, porque a gente sabe que ele se valoriza, podendo ser transferido para os seus herdeiros; é essa segurança que o governo vem oferecer ao entregar essas escrituras”, completou o presidente da Codhab.

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Recapeamento da DF-009 leva mais segurança ao principal acesso ao Lago Norte

Quem passa pela Estrada Parque Península Norte (DF-009) já nota a diferença com as obras de pavimentação promovidas pelo Governo do Distrito Federal (GDF). Desde meados de agosto, os trabalhos comandados pela Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF) foram retomados em ritmo intenso e abrangem todo o trecho. Com investimento de R$ 5,2 milhões, já incluindo os aditivos contratuais, a obra tem 8,5 km de extensão, divididos em dois trechos, e gera cerca de 80 empregos diretos e indiretos. A via liga o Eixo Rodoviário Norte (BR-450) ao Lago Norte e recebe, diariamente, aproximadamente, 30 mil motoristas. Obras estão em ritmo acelerado; quando concluídas, deixarão o legado de uma pista mais segura e confortável | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Segundo o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro, a DF-009 é uma via fundamental para a mobilidade do Lago Norte que já sofria, havia anos, com um pavimento excessivamente remendado, que gerava trepidações e desconforto para quem passava por ali todos os dias. “A recuperação completa desse asfalto era mais do que necessária”, aponta. “Estamos avançando bem nos serviços, e, ao final, a população terá uma pista totalmente renovada, mais segura, mais confortável e à altura da importância que essa região tem para o Distrito Federal”.   A intervenção no Lago Norte compreende dois contratos distintos, que abrangem o trecho entre as quadras 3 e 4, de cada lado, até a quadra 13/14. O processo começa com a fresagem do asfalto deteriorado. Os trechos em pior condição foram previamente catalogados e o material removido será reaproveitado por meio de reciclagem. Após a fresagem, foi aplicada uma nova capa de concreto betuminoso usinado a quente (CBUQ), para cobrir as duas faixas de rolamento e também a ciclofaixa de todo o trecho. Luiz Antonio Mundim, engenheiro responsáel pela obra: “Uma pista nova reduz bastante o risco de acidentes, já que evita desvios e frenagens bruscas por causa de buracos” O engenheiro da SODF responsável pela obra, Luiz Antonio Mundim, enfatiza que essa via atende não só a comunidade local, mas também a motoristas que seguem em direção ao Varjão e às MLs. “É uma pista de grande fluxo, com trânsito constante, então é fundamental garantir boas condições de rolamento para conforto e segurança dos motoristas”, pondera. “Uma pista nova reduz bastante o risco de acidentes, já que evita desvios e frenagens bruscas por causa de buracos”. A empresa responsável pelo serviço é a AG+. A obra inclui fresagem, recomposição, recapeamento e sinalização horizontal, com pintura de faixas e zebrados. Nos segmentos 10 e 11, a ciclofaixa está 100% concluída e totaliza 11.100 metros quadrados. No segmento 10, foram pavimentados 8.540 metros na faixa 2 e 1,2 mil metros na faixa 1, além da aplicação de 3 mil metros quadrados de microrrevestimento, o que garante mais segurança e qualidade à região. O nutricionista Daniel Novaes, que sempre morou no Lago Norte, comemora: “Agora, com essa nova pavimentação, ficou melhor também para os ciclistas” Impacto [LEIA_TAMBEM]O administrador do Lago Norte, Marcelo Ferreira, afirma que ver os avanços na obra da Estrada Parque Península Norte (DF-009) é motivo de grande satisfação. “Essa é uma demanda antiga da população, e estamos acompanhando de perto cada etapa para garantir um resultado de qualidade”, diz. “A recuperação da via vai trazer mais segurança, conforto e mobilidade para todos que passam por aqui. Nossa expectativa é entregar uma EPPN renovada, à altura do Lago Norte e do Distrito Federal”. Quem já percebe a diferença é o nutricionista Daniel Novaes, morador do Lago Norte desde que nasceu. “O asfalto melhorou bastante”, elogia. “Agora, com essa nova pavimentação, ficou melhor também para os ciclistas. Eu já pedalei muito, mas me aposentei. Hoje até venho mais a pé fazer compras no mercado, porque está mais agradável caminhar”. Daniel, que também é motorista, lembra que antes era preciso desviar de buracos para evitar acidentes: “Antigamente, em frente à padaria, tinha muito buraco. Como meu carro é mais baixo, uma Mercedes, eu evitava passar por aqui e pegava outro caminho, pela QI 2. Desde que recapearam, voltei a usar a via principal. Está sendo muito bom, acho que é a primeira vez que o Lago Norte recebe um recapeamento completo”, afirma.  

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São Sebastião, Varjão e Paranoá ganharão CEUs da Cultura

O Distrito Federal vai ganhar três novos CEUs da Cultura (Centros de Esporte e Cultura),em São Sebastião, no Varjão e no Paranoá. As propostas apresentadas pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (Secec-DF) foram aprovadas pelo Ministério da Cultura, dentro do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), com recursos do Orçamento Geral da União. Em cada nova unidade serão investidos mais de R$ 2,5 milhões até setembro de 2027. Os CEUs da Cultura são equipamentos públicos voltados à integração entre arte, educação, esporte e lazer, com foco especial nas regiões com população em situação de vulnerabilidade. Esses centros oferecem oficinas artísticas, cursos de formação e qualificação, atividades esportivas e eventos culturais gratuitos, fortalecendo a inclusão e a cidadania por meio da cultura. Os CEUs da Cultura oferecem oficinas artísticas, cursos de formação e qualificação, atividades esportivas e eventos culturais [LEIA_TAMBEM] Segundo o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes, a aprovação das propostas representa um marco para o Distrito Federal. “Essa é uma conquista enorme para essas regiões e para toda a nossa cidade. Os CEUs da Cultura serão um espaço de convivência, aprendizado e criação — um lugar onde a arte, a educação e o lazer se encontram, fortalecendo a cidadania e o sentimento de pertencimento”, afirmou o secretário. A iniciativa integra o conjunto de ações do GDF voltadas à democratização do acesso à cultura e à formação artística, promovendo o desenvolvimento humano e a revitalização dessas regiões. “Essa aprovação é resultado de muito trabalho, planejamento e parceria. Ela reforça o nosso compromisso com políticas públicas que transformam realidades e aproximam o Estado da comunidade”, completou Abrantes. *Com informações da Secec-DF  

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