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Após receber a casa reconstruída, família da Estrutural tem a vida transformada

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   A Cidade Estrutural é uma das regiões atendidas pelo programa Melhorias Habitacionais, que transforma a realidade de famílias que vivem em moradias precárias e não têm condições financeiras para custear reformas. Nesta terça-feira (11/8), foi a vez de Marta Fernandes de Carvalho, de 48 anos, realizar o sonho de viver com mais segurança e conforto. Diarista, mãe de dois filhos e avó, ela recebeu da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab-DF) a casa reconstruída e pronta para morar com dignidade.  A diarista Marta de Carvalho (D) foi contemplada com a reforma pelo programa do GDF: “Foi a equipe do Cras que me incentivou a fazer a inscrição e disse que eu poderia receber uma visita e ter a oportunidade de melhorar a minha moradia” | Fotos: Divulgação/Codhab  A intervenção das equipes da Diretoria de Assistência Técnica (Diate) da Codhab-DF transformou completamente a realidade da antiga moradia, que era construída, em grande parte, com madeirite e tinha problemas elétricos e de saneamento.  A obra começou pela fundação e contemplou toda a estrutura da residência, além da reconstrução e melhor distribuição dos ambientes para aproveitar um lote estreito. Também foram executadas novas instalações elétricas e hidráulicas, pisos, área de serviço e a substituição de todas as esquadrias, com investimento total de R$ 99.953,28. Qualidade de vida Para Marta, a entrega representa a realização de um sonho que, durante muitos anos, parecia distante. Ela conheceu o trabalho da Codhab por volta de 2018, por meio do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), que já acompanhava a família. Assim, identificou que o núcleo familiar atendia aos critérios necessários para buscar o auxílio do programa Melhorias Habitacionais. Reforma foi feita em cada canto da casa, desde o piso até todas as instalações “Na época, minha casa era de madeirite e estava muito deteriorada, caindo aos poucos”, lembra. “Eu não sabia que existia um programa que ajudava famílias em situação de vulnerabilidade a melhorar ou reconstruir suas casas. Foi a equipe do Cras que me incentivou a fazer a inscrição e disse que eu poderia receber uma visita e ter a oportunidade de melhorar a minha moradia.” “Era uma moradia que não oferecia as condições adequadas de segurança e salubridade” Arthur Côrtes, arquiteto responsável pelo projeto da reforma Ao recordar as condições em que vivia, Marta conta que um dos maiores problemas estava justamente no banheiro: “A casa praticamente não tinha banheiro. O vaso sanitário quebrou, e o espaço acabou virando uma espécie de fossa, muito perigoso. Agora tenho este banheiro lindo”.  Com a nova casa pronta, o sentimento é de felicidade e gratidão. “Eu jamais teria condições de construir uma casa como essa”, comemora. “Para mim, era algo que parecia impossível. Nem nos meus sonhos eu imaginava conseguir. Hoje estou realizando um grande sonho: ter a minha casa reconstruída por meio da Codhab”. Olhar especializado  Responsável pelo projeto da residência, o arquiteto e urbanista Arthur Côrtes explica que as condições encontradas inicialmente exigiram uma reorganização completa do espaço. “A casa apresentava uma situação bastante precária”, detalhou. “O lote havia sido dividido, e a construção era praticamente toda feita de aglomerado, sem uma divisão adequada dos cômodos e, como a própria moradora relatou, praticamente sem banheiro. Além disso, havia riscos relacionados à parte elétrica, com possibilidade de curtos-circuitos, principalmente durante o período de chuvas. Era uma moradia que não oferecia as condições adequadas de segurança e salubridade.” “Apesar das limitações, conseguimos chegar a uma boa solução para a casa. Praticamente toda a casa foi reconstruída para oferecer melhores condições de moradia à família” Alcimar Borges, engenheiro civil De acordo com Arthur, as dimensões do terreno exigiram um projeto pensado para aproveitar cada espaço disponível. “O lote mede aproximadamente 3,5 metros por 12 metros”, enumera. “É um terreno muito estreito, praticamente como um corredor comprido. Por isso, foi necessário pensar muito bem na distribuição dos ambientes para aproveitar o espaço e garantir uma moradia digna, confortável e segura”. O engenheiro civil Alcimar Borges, responsável pela execução e pelo acompanhamento da obra, ressaltou que a intervenção alcançou praticamente toda a residência: “Apesar das limitações, conseguimos chegar a uma boa solução para a casa. A intervenção foi completa. O trabalho começou desde a fundação e envolveu toda a estrutura da residência, além da instalação elétrica e hidráulica. Também foram feitos os pisos, a área de serviço e a substituição de todas as esquadrias. Praticamente toda a casa foi reconstruída para oferecer melhores condições de moradia à família”. A história de Marta representa o propósito do programa Melhorias Habitacionais: transformar não apenas espaços físicos, mas também a vida de quem vive neles. Ao levar segurança e conforto para dentro de casa, a iniciativa da Codhab contribui para que famílias possam olhar para o futuro com mais esperança. Para quem esperou anos por essa mudança, a nova casa representa mais do que uma obra concluída: é a oportunidade de recomeçar em um lar mais seguro e adequado às necessidades de seus moradores.   *Com informações da Codhab

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Centro de Referência da Mulher Brasileira oferece apoio psicossocial gratuito no DF

Ansiedade, baixa autoestima, dificuldades familiares, dependência financeira e situações de violência estão entre os motivos que levam mulheres a procurar as unidades do Centro de Referência da Mulher Brasileira (CRMB). Os equipamentos da Secretaria da Mulher (SMDF) são gratuitos e voltados para o acolhimento, a qualificação e o fortalecimento feminino. Para atendimento, não é necessário fazer um agendamento prévio junto à Secretaria da Mulher | Foto: Divulgação/SMDF “Mulheres que enfrentam dificuldades emocionais, problemas familiares, dependência financeira, baixa autoestima ou que simplesmente precisam de orientação podem buscar esse auxílio” Jackeline Aguiar, secretária interina da Mulher O apoio psicossocial oferecido busca orientar, acolher e fortalecer mulheres em diferentes momentos da vida, ampliando o acesso aos direitos e à rede de proteção. O atendimento está disponível nas unidades do Recanto das Emas, Sol Nascente, São Sebastião e Sobradinho II. Para acessar o serviço, basta apresentar um documento oficial com foto. O primeiro acolhimento ocorre por demanda espontânea ou mediante agendamento, conforme a disponibilidade da equipe técnica. Não há necessidade de agendamento prévio.  Para a secretária interina da Mulher, Jackeline Aguiar, essa é uma porta de entrada para mulheres buscarem ajuda. “Mulheres que enfrentam dificuldades emocionais, problemas familiares, dependência financeira, baixa autoestima ou que simplesmente precisam de orientação podem buscar esse auxílio”, reforça. “As mães também encontram suporte para participar das atividades com tranquilidade. As unidades contam com espaço destinado às crianças, reforçado por monitoras, para que elas possam participar das ações enquanto os filhos permanecem em um ambiente seguro”. O trabalho é realizado por profissionais multidisciplinares compostas por psicólogas, assistentes sociais, assistentes jurídicas e enfermeiras. Em cada unidade, a equipe tem capacidade para atender até 21 mulheres por dia, totalizando cerca de 714 atendimentos mensais entre atividades individuais e em grupo. Como funciona? “A partir da escuta qualificada, entendemos a demanda apresentada e construímos um plano de acompanhamento individual voltado à proteção e ao fortalecimento da autonomia dessa mulher” Amanda Araújo dos Santos, psicóloga Tudo começa com uma escuta qualificada, que permite identificar as necessidades de cada pessoa e definir os encaminhamentos mais adequados. Foi em busca de auxílio para lidar com a ansiedade que a dona de casa Nicolly Ketlin Oliveira, de 20 anos, procurou uma das unidades. Mãe de Benjamin Silva, de 1 ano e 1 mês, ela encontrou no local um espaço de escuta e cuidado. “Eu tenho muita ansiedade, e a professora do curso que fiz me falou que tinha psicóloga para nos atender”, relata. “Hoje eu amo as terapias com ela. É um momento só para mim.” Além do acompanhamento, Nicolly participou das oficinas de capacitação nas áreas de crochê, amigurumi e empreendedorismo oferecidas pelo centro. Para ela, as atividades contribuíram para fortalecer a autoestima e enxergar novas possibilidades para o futuro. “A partir da escuta qualificada, entendemos a demanda apresentada e construímos um plano de acompanhamento individual voltado à proteção e ao fortalecimento da autonomia dessa mulher”, explica a psicóloga Amanda Araújo dos Santos. Keila Domingues, coordenadora  de Enfrentamento à Violência Doméstica contra a Mulher, reforça: “O serviço psicossocial é fundamental porque muitas mulheres chegam até nós sem conseguir enxergar a própria dor. Nosso trabalho vai além da orientação; buscamos oferecer suporte emocional, fortalecer a autonomia e ajudá-las a recuperar a própria voz e dignidade”. [LEIA_TAMBEM]Todo o acompanhamento ocorre de forma sigilosa, respeitando a realidade de cada mulher e oferecendo um ambiente seguro para que elas compartilhem experiências e recebam o suporte necessário. Embora conte com psicólogas em sua equipe, o trabalho desenvolvido nas unidades do Centro de Referência da Mulher Brasileira não substitui a psicoterapia clínica tradicional. O foco do acompanhamento psicossocial é oferecer suporte, orientação e fortalecimento, considerando aspectos emocionais, sociais, familiares e econômicos que influenciam a vida de cada mulher. Veja abaixo o endereço de cada unidade do Centro de Referência da Mulher Brasileira no DF.  Recanto das Emas • Endereço: Av. Buritis Quadra 203 Lote 14 • Atendimento: de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h • Telefones: (61) 3181-2665/3181-2666 Sol Nascente • Endereço: Trecho 2, Quadra 100 Conjunto A Lote SC1 – Pôr do Sol • Atendimento: de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h • Telefones: (61) 3181-2255/3181-2660 São Sebastião • Endereço: Área Especial AE 11, Centro de Múltiplas Atividades • Atendimento: de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h • Telefones: (61) 3181-2661 / 3181-2662 Sobradinho II • Endereço: AE 6 Comer Quadra 1 Setor Oeste • Atendimento: 9h às 18h – de segunda a sexta-feira • Telefones: (61) 3181-2663 / 3181-2664.   *Com informações da Secretaria da Mulher

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GDF atende famílias atingidas pelas chuvas em Planaltina

O Governo do Distrito Federal (GDF) tem atuado com prontidão para minimizar os prejuízos e impactos causados pela chuva em uma área de ocupação irregular em Planaltina. Nesta quarta-feira (15), a Agência Brasília visitou o Condomínio Sarandi, na região da Estância Mestre d’Armas, e acompanhou o trabalho da Defesa Civil, da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), da administração regional local e do Corpo de Bombeiros (CBMDF) junto aos moradores. A vice-governadora Celina Leão também esteve no condomínio pela manhã e conversou com a população. “Nós estamos dando todo o apoio necessário para as famílias nesse momento delicado. Todos estão sendo amparados e estamos tomando todas as providências necessárias para não apenas amenizar os problemas causados pelas fortes chuvas dos últimos dias, mas para prevenir e evitar que os moradores passem por isso novamente”, afirmou a vice-governadora. A vice-governadora Celina Leão acompanhou de perto a situação dos moradores de Planaltina | Foto: : Cicero Emidio/Divulgação O administrador de Planaltina, Wesley Fonseca, explicou que “as famílias que moram no Condomínio Sarandi estão instaladas às margens do rio São Bartolomeu e estão em processo de regularização”. “Fizemos o cadastro de todos os afetados, que já estão sendo assistidos pelo GDF. Além disso, criamos um gabinete de crise para centralizar todas as ações do governo, traçar um planejamento para futuras ocorrências relacionadas às condições climáticas e para definir o que podemos fazer daqui em diante para minimizar o impacto a essas famílias.” As equipes atuaram em diversas frentes. Os bombeiros trabalharam para escoar a água das ruas e das casas, enquanto a Defesa Civil fez a avaliação das residências. Já a Sedes-DF e a administração regional concentraram o apoio às famílias afetadas. Nesta quinta-feira (16), as equipes retornam ao local para mais atendimentos e para a entrega de cestas básicas aos moradores. Sob controle Capitão Pedro Paulo Carvalho, da Defesa Civil: “Agora, o trabalho é permanente aqui neste ponto, em constante observação, acompanhando as ações e monitorando em ocorrências chuvosas” | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília “A situação já está totalmente controlada”, garantiu o coordenador ambiental do CBMDF, capitão André Gonçalves. “Uma das principais atuações do CBMDF no local foi com o uso de bombas de sucção, que pegavam a água da rua e devolviam para uma região próxima. Utilizamos as mangueiras tentando tirar o máximo de água das casas. Enquanto isso, outra equipe trabalhava na retirada de pessoas das residências, porque corria risco de desabamento. Também trabalhamos na limpeza e desobstrução de bocas de lobo.” Das 45 famílias atingidas pelas chuvas, 30 aceitaram o atendimento da Sedes-DF, que também distribuiu colchões Pela Defesa Civil, o capitão Pedro Paulo Carvalho esclareceu: “A região é considerada uma área de preservação permanente, onde há muitas nascentes por perto, com dois cursos d’água importantes na área. Então, durante a chuva intensa, o leito do córrego não consegue dar vazão e acaba transbordando. Agora, o trabalho é permanente aqui neste ponto, em constante observação, acompanhando as ações e monitorando em ocorrências chuvosas”.  O levantamento feito pelo GDF aponta que 45 famílias foram atingidas. Dessas, 30  aceitaram o atendimento da Sedes, que ainda distribuiu 60 colchões aos moradores. O governo também ofertou um abrigo temporário, instalado no Centro de Educação Profissional de Planaltina, no Setor Hospitalar, que segue disponível.  Atuação conjunta “Seguimos com o trabalho integrado nas duas regiões para solucionar os problemas decorrentes da chuva que teve volume muito acima da média” Helton Costa, secretário de Governo em exercício “A Sedes lamenta os danos que as enchentes causaram nessa famílias”, manifestou-se a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Prontamente, atendemos ao chamado da Defesa Civil, e nossa unidade de proteção social 24h esteve no local acompanhando as famílias e prestando o auxílio necessário para reduzir os impactos nas vidas dessas pessoas.” O CBMDF atendeu uma ocorrência na terça-feira (14), às 5h26. As equipes prestaram apoio às famílias e fizeram as evacuações necessárias. Atuaram no local dez viaturas. “Estamos em alerta para acompanhar os possíveis transtornos causados pela intensidade das chuvas, e, quando fomos acionados, uma equipe da Secretaria de Governo já foi deslocada para acompanhar a situação nas duas áreas que foram mais atingidas em Planaltina”, reforçou o secretário de Governo em exercício, Helton Costa. “Na Nova Petrópolis, demos início ao trabalho de recuperação das vias não pavimentadas”, prosseguiu o gestor.“ No Núcleo Rural Sarandi, a situação demandou envolvimento de outros órgãos do GDF e já está controlada. Seguimos com o trabalho integrado nas duas regiões para solucionar os problemas decorrentes da chuva que teve volume muito acima da média.” * Colaboraram Ian Ferraz e Adriana Izel

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GDF envia bombeiros para combater incêndios no Pantanal sul-mato-grossense

O Governo do Distrito Federal (GDF) enviará uma equipe do Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) para ajudar a combater os incêndios que assolam o Pantanal sul-mato-grossense. Trinta militares especializados partem para a missão na madrugada desta quarta-feira (26), em caminhonetes munidas de equipamentos como abafadores, sopradores e bombas costais. O Mato Grosso do Sul decretou situação de emergência por causa dos incêndios, nessa segunda-feira (24), uma vez que, somente neste ano, o fogo já consumiu cerca de 600 mil hectares do bioma. Conforme o planejamento da corporação, a missão terá duração inicial de 30 dias, com possibilidade de prorrogação para 90 dias, caso necessário | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília “Os nossos coirmãos do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul já estão neste combate há meses. Então, quando a Secretaria Nacional de Segurança Pública, juntamente com a Força Nacional, conversou conosco (sobre a missão), o governador Ibaneis Rocha de pronto atendeu a demanda. A nossa maior preocupação é com a vida. E quando falamos de vida, falamos da natureza e dos animais que estão sendo acometidos pelo fogo”, afirmou o comandante-geral do CBMDF, Sandro Gomes. Conforme o planejamento da corporação, a missão terá duração inicial de 30 dias, com possibilidade de prorrogação para 90 dias, caso necessário. Com o lema de “Vidas alheias e riquezas salvar”, o CBMDF atua em diversas outras missões no Brasil, inclusive no próprio Pantanal. Atualmente, há uma equipe de 20 militares especializados em combate a incêndios participando da Operação Tamoiotatá no Amazonas. A ação ocorre em conjunto com a Força Nacional e visa o planejamento, instrução e combate aos incêndios florestais na região amazônica. O comandante do Grupamento de Proteção Ambiental (GPRAM) do CBMDF, tenente coronel Daniel Saraiva, explica que os militares enviados dominam os conhecimentos e técnicas necessárias para combater incêndios florestais. “Temos um curso de especialização que dura oito semanas e aborda os diversos biomas no território brasileiro. O Distrito Federal tem experiências em missões desse tipo, enviando militares para ajudar em queimadas há muitos anos”, observou. “Estamos indo com recursos, que são nossos equipamentos, para poder ajudar no combate e minimizar o impacto ambiental na região.” Formada no Curso de Prevenção e Combate a Incêndio Florestal, Debora Lopes, 28 anos, é a única mulher enviada para a missão pelo GDF Entre as 30 pessoas enviadas para a missão no Pantanal sul-mato-grossense, há uma única mulher – a bombeira militar Debora Lopes, 28 anos. Formada no Curso de Prevenção e Combate a Incêndio Florestal, ela está na corporação desde 2021 e terá a primeira experiência em queimadas fora do DF. “É uma oportunidade muito grande estar representando o DF e combatendo incêndios em outro bioma, diferente do que estamos acostumados”, comentou. “O curso de incêndio florestal nos torna especialistas em combate a incêndios, mostrando a melhor forma de atacar. Por estarmos em Brasília, o foco são as queimadas que ocorrem no Cerrado, que é o nosso bioma, mas temos noções sobre os outros estados também”, comentou. Em maio deste ano, a corporação mandou uma equipe de militares para missão humanitária no Rio Grande do Sul, com atuação em diversas frentes em prevenção, busca, salvamento e resgate de vítimas em decorrência das catástrofes climáticas que assolaram o estado.

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Conselhos de segurança doam 600 litros de água ao Rio Grande do Sul

Os esforços para ajudar os desabrigados no Rio Grande do Sul chegaram aos Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs), que, na última semana, deixaram água, mantimentos e roupas no Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF). O material foi encaminhado ao centro de distribuição. Os representantes dos Consegs deixaram, ainda, roupas, calçados, alimentos, cobertores e produtos de limpeza e de uso pessoal | Foto: Divulgação/SSP-DF “Trabalhamos em conjunto com a sociedade civil, por intermédio dos Consegs e, neste momento em que precisamos nos unir para ajudar a população do Sul, não seria diferente. Na última semana, houve uma mobilização muito grande de todos eles, que deixaram as doações na SSP-DF e também em diversos postos de coleta”, contou o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar. “Essa vontade de ajudar tomou conta do Distrito Federal como um todo e nós, da segurança pública, estamos unidos neste propósito, nesta corrente de solidariedade”, completa. No Ciob, foram deixados 598 litros de água. Os representantes deixaram, ainda, roupas, calçados, alimentos, cobertores e produtos de limpeza e de uso pessoal. Alguns representantes deixaram as doações diretamente em delegacias, na base aérea e batalhões. “Ou seja, esse número é bem maior. Os Consegs são muito mais que reuniões ordinárias mensais. Eles são multiplicadores de boas práticas e de políticas de integração e integralidade”, reforçou o coordenador dos Consegs na SSP-DF, Paulo André. Brasília pelo Sul Todas as ações da campanha Brasília pelo Sul, lançada pelo Governo do Distrito Federal (GDF) para ajudar as vítimas das chuvas no Rio Grande do Sul, são coordenadas pela Chefia-Executiva de Políticas Sociais, liderada pela primeira-dama do Distrito Federal, Mayara Noronha Rocha. Por meio da iniciativa, serão enviados aos municípios afetados pelas enchentes mantas, roupas, alimentos, água, utensílios, itens de higiene e outros objetos. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF)

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Área de saúde do DF treina militares da Marinha no combate à dengue

Após passarem por treinamento da Secretaria de Saúde (SES-DF) contra a dengue, cem militares da Marinha do Brasil somam às atuações de combate à doença. A primeira ação ocorre nesta quarta-feira (13), em Arniqueira, local com alta incidência de casos. Treinamento da Secretaria de Saúde envolveu identificação do mosquito transmissor da dengue e de focos de larvas, bem como formas de se comunicar com moradores | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF “O apoio do novo quantitativo às equipes de saúde que já estão nas ruas será fundamental para combatermos o Aedes aegypti de forma ainda mais ampla”, diz o biólogo Israel Martins, da Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) da SES-DF. O treinamento envolveu desde a análise das características do mosquito transmissor da dengue até a comunicação com os moradores. Os militares também conheceram os tipos de depósitos onde as larvas do Aedes aegypti se proliferam, além de se familiarizarem com os formulários de visitas nas residências. “Trata-se de um reforço à população neste momento em que o DF tanto precisa”, lembra o comandante do Grupamento de Fuzileiros Navais de Brasília, Capitão de Mar e Guerra Marcus Braga. As ações de combate à dengue já contam com apoio do Exército Brasileiro, Força Aérea Brasileira, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar do DF, além de órgãos civis, como Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), Caesb e administrações regionais, dentre outros.

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Hemocentro precisa de doações. Você pode colaborar

Doações são bem-vindas à Fundação Hemocentro de Brasília (FHB), e você pode colaborar. Os estoques estão 40% menores em relação a março de 2020, quando a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou a pandemia do novo coronavírus e houve a decretação de medidas restritivas, como o fechamento do comércio, no Distrito Federal. As reservas de todos os grupos sanguíneos – exceto AB positivo – se encontram em níveis abaixo do ideal, especialmente os tipos O negativo e B negativo. Podem doar sangue pessoas de 16 a 69 anos que pesem mais de 51 kg e estejam saudáveis | Foto: Renato Araújo/Agência Brasília [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Desde o início de 2022, os estoques do único banco de sangue público do DF estão em níveis inferiores aos considerados seguros. A média de 160 doações por dia registrada neste ano, entre 1º de janeiro e o dia 19 de deste mês, não tem sido suficiente. Com isso, o fornecimento de hemocomponentes para procedimentos de rotina pode ser restringido para priorizar atendimentos de urgência. O estoque estratégico do Hemocentro tem condições de abastecer, de dois a sete dias, toda a rede pública do DF e hospitais conveniados, dependendo do hemocomponente – hemácias, plasma ou plaquetas –, se não houver qualquer doação de sangue no período. A plaqueta é o hemocomponente com validade mais curta, de apenas cinco dias. Como colaborar [Olho texto=”Pessoas que tiveram covid-19 devem aguardar dez dias após o fim dos sintomas, caso não haja sequelas, para doar sangue” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] A doação de sangue é um processo que leva até 90 minutos, desde o cadastro até o lanche pós-coleta. O atendimento agendado continua obrigatório, para não haver aglomerações, e deve ser feito neste link. O Hemocentro de Brasília está localizado no Setor Médico Hospitalar Norte (início da W3 Norte), próximo ao Hran e à Fepecs, e funciona de segunda a sábado, das 7h15 às 18h. Para doar sangue, é preciso ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 51 kg e estar saudável. Para quem passou por cirurgia, exame endoscópico ou adoeceu recentemente, a recomendação é consultar o site do Hemocentro para saber se está apto a doar sangue. Quem teve gripe deve aguardar 15 dias após o desaparecimento dos sintomas para poder fazer doações. Quem teve covid-19 precisa aguardar dez dias após o fim dos sintomas, desde que não haja sequelas. Se assintomático, o prazo é contado da data de coleta do exame. Já quem teve contato com pessoa diagnosticada ou com suspeita de covid-19 nos últimos dez dias fica impedido de doar sangue por sete dias após o último contato com a pessoa. Com relação às vacinas, o tempo de impedimento é mais curto: os imunizantes contra gripe e a Coronavac impedem a doação de sangue por dois dias após a dose. Já as vacinas Pfizer, Astrazeneca e Janssen requerem um intervalo de sete dias após cada dose. Transporte gratuito Para facilitar o deslocamento, o Hemocentro de Brasília oferece opções de transporte gratuito para doadores. Veja abaixo. Linha Vermelha – Taguatinga Shopping Às terças e quintas-feiras, até 14/4, um micro-ônibus climatizado faz o percurso de ida e volta entre o shopping e o Hemocentro. Ponto de embarque: entrada principal do Taguatinga Shopping, de frente para o hipermercado Extra, na via interna do centro comercial. Horários de saída: – Shopping para Hemocentro: 9h e 13h – Hemocentro para o shopping: 12h e 16h Duração do percurso: uma hora. Linha Vermelha – Rodoviária De segunda a sexta-feira, um veículo do Hemocentro faz o percurso de ida e volta entre a instituição e a Rodoviária do Plano Piloto. Ponto de embarque: piso inferior da Rodoviária, voltado para a Catedral, onde normalmente estacionam os ônibus e vans de transporte de servidores públicos. Horários de saída: – Hemocentro para Rodoviária: 8h, 9h, 10h, 11h, 12h, 13h, 14h, 15h, 16h, 17h – Rodoviária para Hemocentro: 8h30, 9h30, 10h30, 11h30, 12h30, 13h30, 14h30, 15h30, 16h30 Grupos de doadores também podem optar pelo transporte gratuito do Hemocentro. Para mais informações sobre doação, clique aqui.   *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília

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GDF reforça solidariedade à população de Petrópolis (RJ)

Na manhã desta terça (22), representando o governador Ibaneis Rocha, o vice-governador Paco Britto participou, por videoconferência, da reunião extraordinária da diretoria da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) para prestar solidariedade ao município de Petrópolis (RJ). Com as fortes chuvas da última semana, a cidade foi atingida por uma catástrofe que resultou em centenas de mortos. No encontro virtual, foi assinado um Termo de Cooperação Técnica com o intuito de facilitar a colaboração dos municípios associados à FNP para ajudar a cidade fluminense com ações emergenciais. A meta é buscar recursos e investimentos para a reconstrução de Petrópolis. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Paco ressaltou a disponibilidade e o apoio do Governo do Distrito Federal (GDF) frente à situação. “Estamos à disposição”, resumiu. “Em tudo que decidirem, estaremos juntos com vocês, para diminuir um pouco a dor das pessoas de Petrópolis”. Bombeiros [Olho texto=”“As cidades brasileiras precisam se dar as mãos” ” assinatura=”            – Edvaldo Nogueira, prefeito de Aracaju (SE)” esquerda_direita_centro=”direita”] No último sábado (19), o GDF enviou a Petrópolis uma equipe da missão de busca e salvamento do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF). Do grupo fizeram parte dez militares, quatro cães farejadores e três viaturas para poder auxiliar a população. Os militares continuam na região. Presidente da FNP, o prefeito de Aracaju (SE), Edvaldo Nogueira, agradeceu o apoio do GDF e prestou solidariedade ao prefeito de Petrópolis, Rubens Bontempo, ressaltando o potencial histórico da cidade fluminense. “As cidades brasileiras precisam se dar as mãos”, disse Edvaldo. “Esse convênio é um passo importante. Com essa ação solidária, estamos construindo alternativas, pois precisamos tomar medidas para que os impactos na natureza sejam menores.” Além dos representantes do GDF, participaram da reunião extraordinária prefeitos de capitais estaduais. Esse foi o primeiro acordo de cooperação interfederativa adotado em situação de catástrofe.  

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