Start BSB reúne startups em encontro do MultipliCidades e amplia conexões no DF
A construção de um ecossistema de inovação robusto depende da qualidade das conexões estabelecidas entre seus participantes. Foi com esse foco que o programa de incubação MultipliCidades promoveu, no sábado (25), seu primeiro encontro presencial, na Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF). Além das equipes executoras, participaram startups e especialistas em um ambiente voltado para a troca qualificada e para o fortalecimento de vínculos estratégicos. Encontro promoveu compartilhamento de experiências e troca de informações sobre desafios comuns | Foto: Divulgação/FAPDF A atividade integra o Start BSB – Programa de Startups, da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), uma importante política pública de fomento ao empreendedorismo inovador no DF e na Região Integrada de Desenvolvimento (Ride), que incentiva negócios em diferentes estágios de maturidade com capacitação, mentorias e subvenção econômica. Interação qualificada Ao criar um ambiente de proximidade e abertura, a iniciativa favoreceu o compartilhamento de experiências, a construção de confiança e o aprofundamento das relações entre os participantes. A troca direta entre empreendedores permitiu, além da exposição de desafios comuns, a identificação de soluções a partir de diferentes perspectivas — fator decisivo para o amadurecimento de startups que ainda estão em fase de estruturação e validação de seus modelos de negócio. Atividades desenvolvidas pelo grupo do programa possibilita construção de soluções de forma coletiva Esse tipo de dinâmica contribui para transformar programas de incubação em espaços efetivos de aprendizagem coletiva, nos quais o conhecimento circula de forma orgânica e se traduz em ganhos concretos para os negócios apoiados. Outro aspecto destacado pelo encontro foi o fortalecimento do senso de pertencimento entre os participantes. Ao possibilitar um contato mais próximo entre os empreendedores, a atividade contribuiu para reduzir o isolamento típico da jornada empreendedora e estimulou a formação de uma rede colaborativa baseada em troca, apoio mútuo e aprendizado contínuo. Nesse contexto, a incubação deixa de ser compreendida apenas como um conjunto de entregas e passa a operar como uma comunidade de prática — um ambiente no qual experiências são compartilhadas e soluções são construídas de forma coletiva. Propriedade intelectual [LEIA_TAMBEM]Um dos destaques do encontro foi a participação do especialista Stenio Diniz, padrinho do programa, que trouxe uma reflexão aprofundada sobre o papel da propriedade intelectual na valorização de startups. Ele lembrou que ativos intangíveis — como tecnologia, processos e conhecimento estruturado — exercem influência direta sobre o valuation (ou seja, o valor de mercado atribuído ao negócio, considerando seu potencial de crescimento, inovação e competitividade) das empresas, ampliando sua competitividade e seu potencial de atração de investimentos. A discussão aponta para uma diretriz central no ecossistema de inovação: o crescimento sustentável de startups não está associado apenas à execução operacional, mas também à capacidade de transformar conhecimento em ativos estratégicos, protegidos e reconhecidos pelo mercado. *Com informações da FAPDF
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Projeto orienta crianças sobre reconhecimento dos principais sinais de AVC
Na última semana, diretores de centros de ensino do Recanto das Emas participaram de uma palestra para conhecer o projeto Fast Heroes, ou Heróis do AVC na versão em português. A iniciativa, que já foi premiada em outros países onde foi implementada, tem como objetivo instruir crianças de 5 a 10 anos de idade sobre os principais sinais do acidente vascular cerebral (AVC) e ensinar a agir rapidamente, acionando o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu-DF) pelo número 192. A neurologista Letícia Rebello, do Hospital de Base, orienta: “Sabemos que quanto mais rápido o paciente for atendido, maiores são suas chances de recuperação” | Foto: Yuri Freitas/Agência Saúde-DF “É fundamental que nossos alunos consigam detectar os primeiros sinais do AVC, de modo que o paciente possa ser prontamente atendido no local adequado” Larisse Cavalcante, diretora de Atendimento e Apoio à Saúde do Estudante da Secretaria de Educação A implementação do projeto no DF é fruto de parceria entre as secretarias de Saúde (SES-DF) e de Educação (SEEDF), junto à Iniciativa Angels (programa de saúde implementado em mais de 150 países). Além do Recanto das Emas, escolas de outras regiões administrativas devem implementar o projeto no futuro. A ideia é fazer com que as crianças sejam porta-vozes sobre o que fazer em caso de emergência para o restante da família, em especial para seus avós. Palestrante do evento, a médica neurologista Letícia Rebello, do Hospital de Base de Brasília (HBDF) e referência técnica distrital (RTD) colaboradora em neurologia da SES-DF, explicou que o AVC é uma das principais causas de morte no Brasil e no mundo, com mais de 100 mil mortes por ano no país. “Sabemos que, quanto mais rápido o paciente for atendido, maiores são suas chances de recuperação; e, na prática, há uma série de exemplos de crianças que ligam para o Samu-DF 192 para falar que alguém está tendo um AVC”, enfatizou. [LEIA_TAMBEM]Como é destinado a crianças, o projeto ensina os sintomas do AVC por meio de histórias, de forma lúdica. “A cada semana os professores ensinam um sinal do AVC”, explicou a médica. “A forma como o projeto apresenta essas lições é mostrando super-heróis que vão perdendo seu poder”, detalhou. Então, o super-herói que tinha o poder de sorrir perde essa capacidade; o super-herói superforte perde a força; o que era um supercantor não consegue mais falar. “O que queremos é dar à criança um quarto superpoder, o de ser superveloz e chamar o Samu-DF 192 o mais rápido possível, porque sabemos que isso salva vidas.” A diretora de Atendimento e Apoio à Saúde do Estudante da SEEDF, Larisse Cavalcante, elogiou a parceria entre as duas pastas. “É fundamental que nossos alunos consigam detectar os primeiros sinais do AVC, de modo que o paciente possa ser prontamente atendido no local adequado”, apontou. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Projeto Aprova DF segue com aulões gratuitos para preparação de concursos
Com o objetivo de preparar a população para os concursos públicos, a Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) segue com o projeto Aprova DF. A ação oferece aulões gratuitos com as principais disciplinas exigidas nos exames. Ao longo de 12 meses, estão em curso três ciclos de preparação, com mais de 200 aulões e simulados, garantindo uma ampla oportunidade de aprendizado para os candidatos. O Aprova DF surgiu por meio de uma parceria entre a Sejus-DF e a Associação Cresce-DF com o objetivo de ofertar aulões presenciais de revisão de matérias básicas cobradas nos principais certames | Fotos: Divulgação/Sejus-DF O cronograma do projeto possui quatro ciclos com 52 aulas cada. Ao final de cada ciclo, os alunos são submetidos a simulados e os melhores desempenhos são premiados. Desde o seu lançamento, em julho do corrente ano, já foram realizados 36 aulões com 3.951 alunos atendidos. As aulas são ministradas sempre aos sábados e domingos, das 8h às 17h, com quatro matérias por dia, entre elas direito administrativo, direito constitucional, informática e língua portuguesa “Os números obtidos durante esses dois meses de aulões destacam a importância do Aprova DF como uma abordagem inovadora para aqueles que não podem arcar com os custos de um curso preparatório. A iniciativa visa criar oportunidades para mudar a vida dos cidadãos. Com os aulões, oferecemos a chance de realizar sonhos, contando com os melhores profissionais e horários flexíveis que permitem a participação de todos”, afirma a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. “É uma ótima oportunidade para os estudantes concurseiros concretizem o desejo de se tornar servidores públicos”, conclui a titular da Sejus. O Aprova DF surgiu por meio de uma parceria entre a Sejus-DF e a Associação Cresce-DF com o objetivo de ofertar aulões presenciais de revisão de matérias básicas cobradas nos principais certames. As aulas são ministradas sempre aos sábados e domingos, das 8h às 17h, com quatro matérias por dia, entre elas: direito administrativo, direito constitucional, informática, língua portuguesa, redação, matemática/raciocínio lógico, realidade Brasileira/Atualidades, com intervalos. Thais Menezes, de 24 anos, moradora de Planaltina, está se preparando para os próximos concursos locais por meio do Aprova DF. Ela foi uma das participantes da aula de português, ministrada pelo professor Jonas Rodrigo. “É uma oportunidade de se preparar ainda mais para as provas por meio desse trabalho coletivo. Estou estudando para o concurso administrativo da Polícia Civil do DF e vou me preparar para o CBMDF”, contou. Aprova DF Os aulões do Aprova DF são realizados aos sábados e domingos, no Edifício Oscar Alvarenga, na Quadra 3 do Setor Comercial Sul. Além do conteúdo educacional, o projeto fornece aos participantes kits lanche, apostilas impressas e materiais escolares básicos, como canetas, lápis e cadernos. As inscrições são feitas de forma avulsa para cada matéria e estão disponíveis por meio do site oficial do evento. *Com informações da Sejus-DF
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Hospital Regional de Santa Maria recebe novos estagiários de odontologia
Nesta terça-feira (13), a equipe do Serviço de Odontologia e Cirurgia Bucomaxilofacial do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) fez o acolhimento dos novos estagiários que passarão o semestre na unidade hospitalar. São estudantes do último semestre do curso de odontologia das faculdades Uniceplac, Icesp e Iesb. Os novos estagiários de odontologia e cirurgia bucomaxilofacial vão passar um semestre no Hospital Regional de Santa Maria | Foto: Divulgação/ IgesDF “No serviço público, os estagiários têm a oportunidade de vivenciar uma variedade de casos, interagir com pacientes de diversas idades e origens, preparando o melhor para enfrentar os desafios da sua carreira profissional. Além disso, o estágio oferece aos estudantes uma visão do SUS e dos desafios da saúde pública”, destaca a chefe do Serviço de Odontologia e Cirurgia Bucomaxilofacial, Érika Maurienn. Para o dentista Weckeslley Ximenes, responsável por coordenar os estagiários no HRSM, o encontro é um momento importante para integrar os alunos de todas essas faculdades com a equipe de odontologia do hospital, visando um alinhamento de ideias, para que o estágio seja de muito aprendizado. “Esperamos que no decorrer de todo o tempo que eles estiverem aqui seja potencializado o ensino, o estudo. Não é só um momento onde os estudantes vão aprender e vão desenvolver as habilidades como dentistas, é um momento em que eles vão entender como o paciente do SUS é tratado, como o paciente do SUS é atendido aqui no Hospital Regional de Santa Maria”, explica Ximenes. Especialidades Atualmente, o serviço de Odontologia e Cirurgia Bucomaxilofacial conta com sete especialidades no Centro de Especialidades de Odontologia (CEO): • Endodontia (tratamento de canal) • Periodontia (tratamento de doenças gengivais) • Ortodontia (tratamento ortodôntico para correção cirúrgica de deformidade da face) • Cirurgia bucomaxilofacial (tratamento dos casos mais complexos de tumores benignos, remoção de dentes inclusos) • Estomatologia (atua no diagnóstico de lesões da cavidade bucal e prevenção do câncer de boca) • Disfunção temporomandibular (trata os problemas das articulações da mandíbula) • Atendimento PCD (atendimento à pessoa com deficiência que não consegue ser tratada no ambulatório, sendo o HRSM a maior referência no Distrito Federal para esse perfil) O serviço de Odontologia e Cirurgia Bucomaxilofacial do HRSM tem também os serviços de cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial, radiologia (exames e laudos), e odontologia hospitalar e intensiva (atendimento a pacientes em cuidados de UTI). *Com informações do IgesDF
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RenovaDF vai recuperar 15 quadras poliesportivas do Paranoá
Importante aliado do Governo do Distrito Federal (GDF) na restauração de equipamentos públicos, o RenovaDF tem ajudado a transformar a paisagem do Paranoá. Desde que chegou à região administrativa, o programa, que associa qualificação profissional à preservação de espaços comunitários, já foi responsável pela recuperação de 20 quadras poliesportivas e prevê reformar outras 15 no início do próximo ano. Alessandra Leite elogia o trabalho feito na quadra em frente à sua casa: “As crianças estão aproveitando em segurança, o que é mais importante. Agora, é a comunidade cuidar e manter esse espaço” | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília O administrador regional do Paranoá, Wellington Santana, comemora a chegada do RenovaDF à cidade: “Queremos entregar os novos espaços públicos até fevereiro. Essa é uma iniciativa maravilhosa, que atende duas demandas da nossa comunidade ao alinhar qualificação profissional com entrega de espaços reformados”. Santana lembra que, antes do programa, alguns espaços públicos estavam havia dez anos sem receber qualquer tipo de intervenção. “Apesar dos esforços constantes da administração, nem sempre é possível atender todas as quadras, por isso a gente agradece demais ao nosso governador Ibaneis Rocha por ter viabilizado a vinda do programa para a nossa cidade”, afirma. Aprendizagem Mais do que equipamentos públicos reformados, o RenovaDF oferece aos inscritos a oportunidade da qualificação profissional. Durante os ciclos do programa, os selecionados têm acesso a uma gama de conhecimentos teóricos e práticos sobre diversas atividades, como os de carpinteiro, jardineiro, eletricista, encanador, serralheiro e pedreiro. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Pioneiro no Paranoá, Manoel Batista da Silva, 85, mora na região desde que chegou a Brasília. Hoje aposentado, ele tem como passatempo assistir às partidas de futebol que ocorrem aos fins de semana na quadra recém-reformada pelo RenovaDF. “Essa quadra ficou um bom tempo sem nenhuma reforma, e o pessoal está de parabéns, ficou um serviço bonito”, resume. Moradora da Quadra 28 do Paranoá, Alessandra Carvalho Leite, 44, também viu de perto o resultado do programa. Há três anos, a vendedora reside em frente a um parquinho público que, recentemente, foi restaurado por alunos do RenovaDF. “Era bastante precário, estava acabado, com buracos, e os balanços quebrados”, conta. “Essa benfeitoria melhorou bastante, as crianças estão aproveitando em segurança, o que é mais importante. Agora, é a comunidade cuidar e manter esse espaço”.
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Águas Emendadas é palco para observação de aves
O Instituto Brasília Ambiental, em parceria com a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), realizou um encontro de observação de aves na Estação Ecológica de Águas Emendadas (Esecae), na manhã desta terça-feira (6), dando continuidade à programação do Mês do Meio Ambiente. Durante visita à Estação Ecológica de Águas Emendadas, representantes de Brasília Ambiental e Codevasf comemoraram o sucesso da parceria como a primeira de várias que serão compartilhadas | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Para Barbara Mafra, gerente de Meio Ambiente da Codevasf, a visita foi um aprendizado e uma convivência em comemoração ao meio ambiente que é muito importante, mas que permitiu ampliar a parceria entre os órgãos. José Vivaldo, diretor da área de revitalização e sustentabilidade socioambiental da empresa, comemorou o sucesso da parceria como a primeira de várias que serão compartilhadas. Marcus Paredes, chefe da Unidade de Educação Ambiental do Brasília Ambiental, comemorou a diversidade que foi possível observar. Ao todo, foram observadas 25 espécies, com destaque para a Gallinago paraguaiae – espécie considerada rara e que foi vista na beira da lagoa da unidade de conservação. A Esecae é uma das mais importantes reservas naturais do Distrito Federal, onde ocorre o fenômeno único da união de duas grandes bacias da América Latina, a Tocantins/Araguaia e a Platina, em uma vereda de 6 km de extensão. Essa característica faz dela um dos acidentes geográficos de maior expressão existentes no território nacional: as águas que ali brotam correm em duas direções opostas. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A estação ecológica engloba também a Lagoa Bonita, nascente do Ribeirão Mestre D’Armas e local de relevante beleza e importância ambiental. Sua área de cerrado praticamente intacta abriga fauna ameaçada de extinção, como a anta, a suçuarana, o tamanduá, o lobo-guará, entre outros, e é de grande importância para a realização de pesquisas científicas. Por se tratar de uma Unidade de Conservação de Proteção Integral, as visitas são restritas e apenas ocorrem de forma guiada. *Com informações do Brasília Ambiental
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Obra do Túnel de Taguatinga é referência para alunos de engenharia
Duas escolas de engenharia da cidade já levaram alunos para acompanhar a construção do Túnel de Taguatinga. O projeto inédito de visitação é da Secretaria de Obras do Distrito Federal. A secretária adjunta do órgão, Janaína Oliveira, responsável pela ida dos estudantes, disse que o projeto tem sido muito proveitoso. Segundo ela, os alunos podem ver na prática a teoria que aprendem na sala de aula. Futuros engenheiros percorrem as obras do túnel, em visita acompanhada: aprendizado in loco | Fotos: Paulo H Carvalho/Agência Brasília Até agora, dois grupos, de 15 alunos cada um, já conheceram a obra. Para dar início ao projeto, a secretaria solicitou ao Conselho Regional de Engenharia (Crea) a relação das faculdades locais que oferecem o curso. A partir daí foi feito o convite às escolas de engenharia para levarem os alunos a uma visita à obra. De acordo com Janaína, não é comum a realização de uma obra dessa magnitude – o que faz dessa visita uma grande oportunidade de aprendizado para esses estudantes. UniCeub e Unieuro já fizeram a visitação. A próxima faculdade a levar alunos será a Uniceplac, seguida de Unip, Católica e Iesb. As visitas ocorrem sempre às sextas-feiras. [Olho texto=”São 8 milhões de toneladas de aço aplicadas na estrutura do túnel” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] “Quando os alunos chegam ao local, primeiro é feita uma apresentação e depois começa a visitação”, explicou a secretária adjunta. “Os estudantes que forem conhecer a obra do túnel poderão aprender na prática instrumentação, controle tecnológico de ruídos, concretagem, entre outras coisas. Acompanhei a primeira visita; os alunos ficaram maravilhados.” [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A coordenadora das engenharias do UniCeub, professora Maruska Bueno, classificou a visita como muito proveitosa. “A obra tem diversas frentes de engenharia. O projeto executivo é excelente. Os alunos puderam acompanhar de perto, ter conhecimentos inesquecíveis, aprender sobre processo de escavação e concretagem, por exemplo”, disse a professora. Os alunos do UniCeub fizeram a visita acompanhados de dois professores. O Túnel de Taguatinga tem 1.060 metros de extensão, dos quais 830 metros são de área coberta. Para estruturá-lo, estão sendo aplicadas 8 milhões de toneladas de aço e, em concreto, uma quantidade equivalente a dois campos de futebol, com 10 metros de altura de concretagem.
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Campus Party reúne 135 mil pessoas no Mané Garrincha
[Olho texto=”“A Campus Party mostra que o brasiliense ama tecnologia. Cento e trinta e cinco mil pessoas puderam usufruir de momentos mágicos neste evento. A nossa gestão acelerou startups preparando a juventude para as profissões do futuro com os Includes (programa social para implantar ou viabilizar Laboratório de Tecnologia em comunidades de todo Brasil)” – Gilvan Máximo, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Drones, robôs, óculos de realidade virtual e tudo de mais tecnológico e inovador pôde ser conferido na quarta edição da Campus Party Brasília, no Estádio Mané Garrincha. Marcando a volta do evento ao formato presencial no mundo, a feira brasiliense reuniu 135 mil pessoas de 23 a 27 de março participando de diferentes atividades, desde palestras a competições de games. As amigas Bruna de Sousa de Oliveira, 22 anos, e Carla Lima, 23, ambas da área de matemática, estiveram entre os sete mil campuseiros – participantes da feira que acampam na estrutura do evento. Para elas, dormir na Campus Party foi uma oportunidade de aproveitar a Campus Party ao máximo. “Estou quebrada, mas foi uma experiência muito legal, porque aqui funciona 24 horas. Sempre tem algo acontecendo. De madrugada, costuma ter as competições de just dance, poker e outros jogos, além da brincadeira da cadeira”, afirma Bruna. A professora se refere a uma tradição do evento, quando os campuseiros andam pela estrutura com uma cadeira na cabeça. O público pôde interagir com as tecnologias de realidade virtual apresentadas da 4ª edição da Campus Party Brasília que proporcionaram diversão para os visitantes | Fotos: Renato Araújo / Agência Brasília Apesar disso, a dupla garante que não vai em busca só da “farra” mas, principalmente, do conhecimento proporcionado. “Os projetos tecnológicos que conhecemos aqui se aplicam muito na vida. Vemos várias coisas que, se soubéssemos antes, poderíamos ter explorado num TCC, por exemplo. São aprendizados que facilitariam nossa vida acadêmica”, avalia Carla. Troca de conhecimento O trio de estudantes da Universidade de Brasília, Victória Cristina, Rodrigo Medeiros e Welder Cavalcante, que o diga. Componentes de uma equipe de robótica, a Droid, eles aproveitaram a feira para compartilhar e disseminar o conhecimento sobre o tema com o público, ao mesmo tempo em que também aprimoraram o aprendizado. [Olho texto=”Em 2022, houve um crescimento no número de startups presentes, pulando de 300 da primeira edição para quase mil” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Durante a Campus Party, os alunos apresentaram um robô instável que se equilibra sozinho quando ligado. “A gente aprende muito com a interação com o público, além de ser uma oportunidade de network”, define Medeiros. Pela primeira vez na feira, Cavalcante, que também foi um dos campuseiros, diz que gostou muito da oportunidade. “Foi muito bom, porque conheci muitas pessoas e também aprendi mais sobre robôs por estar explicando aqui para o público”, conta. A troca de conhecimento é uma tônica do evento, ocorrendo tanto pelo intercâmbio entre os participantes quanto por meio das palestras, workshops, hackathons e ações de aceleração de negócios. Em 2022, houve um crescimento no número de startups presentes, pulando de 300 da primeira edição para quase mil. “A Campus Party mostra que o brasiliense ama tecnologia. Cento e trinta e cinco mil pessoas puderam usufruir de momentos mágicos neste evento. A nossa gestão acelerou startups preparando a juventude para as profissões do futuro com os Includes (programa social para implantar ou viabilizar Laboratório de Tecnologia em comunidades de todo Brasil)”, ressalta o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, Gilvan Máximo. A pasta representou o GDF ao lado da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF) no evento. Todos os públicos Mesmo que a Campus Party tenha uma essência que envolva tratar de negócios e empreendedorismo, também é um ambiente para diversão para as famílias brasilienses. A área Open, gratuita e aberta ao público, recebeu pais e filhos que se encantaram com os estandes de robôs, impressoras 3D, drones, games e interações com realidade virtual. Victória Cristina, Rodrigo Medeiros e Welder Cavalcante, da equipe Droid de robótica, apresentaram na feira um robô instável que se equilibra sozinho quando ligado e compartilharam o conhecimento sobre o tema com o público A psicóloga Fabricia Barros levou os filhos Pedro e Alice exatamente para que os pequenos pudessem interagir pela primeira vez com esse tipo de tecnologia. “Meu marido é da área de TI, soube da feira e quis colocar as crianças em contato com esse mundo”, conta. As crianças adoraram. Ao ser questionado sobre o que mais gostou, Pedro foi categórico: “Tudo!”. Já Alice estava animada para entrar na Arena dos Drones, onde a menina iria comandar um carrinho robô e o irmão um drone. Outras atividades Além de tecnologia, a Campus Party teve espaço para temas como saúde, com o curso de atualização de terapias comunitárias “O Problema É Nosso!: Terapia Comunitária Integrativa”, promovido pela Secretaria de Saúde. A capacitação é usada para renovar os conhecimentos de terapeutas que atuam na área dentro da pasta. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A Referência Técnica Distrital em terapia comunitária, a psicóloga Doralice Oliveira, comentou que a oportunidade possibilitou mostrar para a juventude o princípio da terapia comunitária. “Aqui é um espaço cheio de vida, de diversidade e de jovens. É riquíssimo para a terapia comunitária.” A estudante de ciência da computação Cristiane de Andrade, 19 anos, disse que estava passeando pelo campus quando se interessou pela roda da terapia comunitária. “Pude me sentir à vontade e trocar experiências aqui”, afirma a jovem.
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