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arte e cultura

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Blocos de Carnaval e dicas culturais para a programação do fim de semana no DF

O Carnaval está chegando e a programação do fim de semana está cheia de opções para quem deseja curtir o feriado com muita animação em diferentes regiões do DF. As alternativas também contemplam dicas culturais para aprender e relaxar. Confira. Primeiro dia de folia Marcado para este sábado (1º/3), o bloco Vassourinhas de Brasília tem parceria com o Serviço de Limpeza Urbana e homenageia os garis A programação do feriado se inicia, em 1º de março, com o mais antigo bloco de frevo Vassourinhas de Brasília. A concentração do grupo será no Sesi Lab, a partir das 15h e o cortejo segue até o Setor Carnavalesco Sul, pela via S2. A folia vai contar com a energia do maestro Fabiano Medeiros à frente da Orquestra Popular Marafreboi, com cortejo repleto de frevo, maracatu, coco e ciranda e a oficina do grupo de percussão Vivendo & Batucando. Em parceria com o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), o bloco Vassourinhas de Brasília traz na linha de frente do cortejo a Ala dos Garis  como guardiã da festa. O bloco terá os papa-lixos durante o percurso e fará campanhas educativas sobre descarte correto de resíduos. Segundo dia O Bloco das Montadas terá espaço exclusivo para pessoas com deficiência | Foto: Divulgação No domingo (2/3), o Bloco das Montadas ocupa a área externa do Museu Nacional da República, a partir das 13h, com atrações como Tati Quebra Barraco, Aretuza Lovi, Romero Ferro e Ane Êoketu, além da bateria da escola de samba Capela Imperial, as DJs Ella Nasser e Patty Peronti e a Banda do Bloco das Montadas, que faz sua estreia. Um show de Carnaval composto por um elenco de drag queens é um dos destaques do bloco neste ano. O Bloco das Montadas tem um espaço exclusivo para pessoas com deficiência (PcDs), com mobilidade reduzida e cadeirantes, de modo que essa parcela do público tenha visibilidade do palco, mais conforto e autonomia. A área ocupada pela atração disponibiliza banheiros acessíveis, além de intérpretes de Libras que vão estar no palco. Serviço Bloco das Montadas 2025 → Domingo, às 13h, na área externa do Museu Nacional da República (Setor Cultural Sul). → Entrada gratuita → Informações neste link Terceiro dia O bloco Galinho de Brasília se concentra na segunda-feira, às 14h, em frente ao Museu Nacional da República O bloco Galinho de Brasília vai homenagear o ex-presidente do Brasil, Juscelino Kubitschek (JK), na segunda-feira (3/3), com bloco marcado para às 14h, na Esplanada dos Ministérios, em frente ao Museu da República. O desfile conta com trios elétricos, intérpretes de Libras, orquestras de frevo, bonecos gigantes e passistas. A estrutura da festa terá tendas de serviços, posto médico, ambulâncias, equipe de segurança e dois trios elétricos. Quarto dia Com início às 16h20, em frente à Fonte da Torre de TV, o bloco Ventoinha de Canudo anima os foliões na terça-feira (4/3) | Foto: Davi Mello Na terça-feira (4/3), a Ventoinha de Canudo realiza o 22º carnaval de rua em Brasília. Com concentração na Fonte da Torre de TV, a saída da tradicional festa carnavalesca está marcada para as 17h, com cortejo rumo à tesourinha que integra a W3 ao Eixo Monumental. A programação musical também conta com a participação do grupo de maracatu Baque Folha. O evento começa às 16h20, com uma oficina de perna de pau do Circo do Zé e segue em cortejo com pifeiros, pernaltas e brincantes convidados, entre eles, Circo Artetude e bonecos gigantes da Bagagem Cia de Bonecos. A programação é livre para todos os públicos A estrutura conta com seguranças, brigadistas, posto médico, UTI móvel e banheiros. Como medidas de acessibilidade, serão oferecidos banheiros e espaços com mediadores especializados para PcDs, dois intérpretes de Libras e uma tenda de acolhimento para mães com bebês e pessoas da melhor idade. Serviço Bloco Ventoinha de Canudo – Carnaval de 2025 → Dia: terça-feira → Hora: 16h20 às 22h → Local: concentração na Fonte da Torre de TV e cortejo nas tesourinhas da que unem a W3 ao Eixo Monumental → Entrada franca → Classificação indicativa livre → Mais informações neste link Em Samambaia Sul, o bloco Calango Alternativo invade as ruas a partir das 13h, no estacionamento do Homer Center Castelo. Com entrada gratuita, o evento terá diferentes atrações musicais, de ritmos como rock, música afro-brasileira e reggae, entre outros. A estrutura do evento conta com palco, segurança, banheiros químicos e áreas de descanso. Confira aqui toda a programação dos blocos. Dicas culturais Espaço Cultural Renato Russo terá aulas de teatro, circo e balé fitness, entre outras opções | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília De março a junho, o Instituto Janelas da Arte, Cidadania e Sustentabilidade oferece programação de cursos de formação em arte e cultura. As aulas serão ministradas no Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul, e no Instituto No Setor, localizado no Setor Comercial Sul (SCS). Entre os cursos oferecidos, destacam-se o de violão básico e balé fitness, que já estão com inscrições abertas pelo perfil no Instagram do instituto. As vagas são gratuitas e limitadas. Serviço Cronograma das aulas – Espaço Cultural Renato Russo – 508 Sul Balé Fitness (40h) – 12/3 a 5/6 Violão (40h) – 11/3 a 5/06 Teatro (40h) – 1/4 a 5/6 Circo (40h) – 2/4 a 4/6 Aquarela (20h) – 3/4 a 5/6 Libras para Teatro (20h) – 22/4 a 3/6 Audiodescrição (20h) – 20/5 a 8/6 – Instituto No Setor Roadie (20h) – 6/5 a 5/6 Áudio básico para técnicos (20h) – 6/5 a 5/6 Memorial dos Povos Indígenas oferece exposições que celebram a diversidade cultural e a riqueza da arte dos povos originários | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Com duas exposições em destaque, o Memorial dos Povos Indígenas celebra a diversidade cultural e a riqueza artística dos povos originários do Brasil. Idealizada pela artista indígena Bárbara Rehkayie Kaxuyana, a exposição Imenu: Arte Visual Kaxuyana e Tiriyó apresenta 30 pinturas que retratam grafismos e desenhos tradicionais dos povos Kaxuyana e Tiriyó, habitantes das terras indígenas no Parque do Tumucumaque, no norte  do Pará, próximo à fronteira com Suriname, da bacia do rio Trombetas. Já a exposição Sarã, ãbakoháy ~ug hãhãw: Raízes, Memórias e Território, assinada por Uakyrê Pankararu Braz, apresenta 20 obras que refletem a espiritualidade, as memórias e a relação com o território dos povos Pankararu e Pataxó localizados na Aldeia Cinta Vermelha Jundiba, Vale do Jequitinhonha – Minas Gerais. O título, em língua patxohã, remete a raízes, memórias e territórios. As mostras fazem parte do edital de incentivo promovido pela gestão do projeto educativo da ONG Amigos da Vida, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), e ficarão abertas ao público até  23 de março. Serviço Memorial dos Povos Indígenas (Zona Cívico-Administrativa, em frente ao Memorial JK) → Funcionamento: De terça-feira a domingo, de 09h às 17h → Informações neste link → Acesso: gratuito.  

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Festival Bonecos de Todo Mundo tem inscrições abertas até amanhã (27)

Estão abertas até esta sexta-feira (27) as inscrições para a 5ª edição do Bonecos de Todo Mundo, festival que será realizado de 13 a 26 de março no Centro Cultural do Sesi, em Taguatinga, e também no Taguaparque. O formulário de inscrição está disponível nas redes sociais do evento, @bonecosdetodomundo. A programação inclui espetáculos, oficinas, shows musicais e grupos de discussão, tendo como tema os mitos do cerrado e da construção de Brasília. O projeto é financiado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) com o valor de R$ 797,2 mil. As apresentações do Bonecos de Todo Mundo serão de quinta a sábado, no Sesi e domingo no Taguaparque. A divulgação dos projetos selecionados será feita em 3 de fevereiro, nas redes sociais do festival. A quinta edição do festival Bonecos de Todo Mundo será realizada em Taguatinga, entre 13 e 26 de março | Foto: Davi Mello [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] De acordo com a produtora do evento, Clara Nugale, o festival sempre acontece em Taguatinga e o público é eclético, com muitas crianças e adultos. “Nosso público é o que consome arte”, explicou. A maioria das apresentações são de classificação livre. “Geralmente são histórias do cotidiano, cujos personagens são uma família”, descreveu Clara. O teatro popular de bonecos é uma brincadeira milenar, presente nos cinco continentes. Cada forma de brincar possui suas peculiaridades e elas convergem em diversas semelhanças. Em muitos países, essa forma de expressão é oficialmente reconhecida como patrimônio cultural. No Brasil, o reconhecimento veio em 2015, quando o Teatro Popular de Bonecos do Nordeste, também chamado mamulengo, foi registrado como patrimônio imaterial pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Serviço 5º Bonecos de Todo Mundo – Chamamento para grupos teatrais do DF Inscrições: até sexta-feira (27), por meio de formulário ou no Instagram do projeto.

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Organização do Cruzeiro é selecionada para realizar o projeto DF Cultural

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) publicou, nesta quinta-feira (20), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), o resultado definitivo do chamamento público para realização do projeto DF Cultural. O Grêmio Recreativo Carnavalesco Cacique do Cruzeiro foi a organização da sociedade civil (OSC) que apresentou a maior pontuação e ficou em primeiro lugar. Confira o resultado completo e a classificação de cada uma das inscritas. Com recursos orçamentários de até R$ 2 milhões, previstos na Lei Orçamentária Anual de 2022, o DF Cultural tem como objetivo destacar as múltiplas identidades que formam a cultura do Distrito Federal e vivem uma relação intrinsecamente ligada à formação da própria cidade, por meio dos nativos de outros estados que aqui se estabeleceram, trazendo sua contribuição e as mais diversas influências. Projeto tem o objetivo de valorizar as diversas identidades culturais no Distrito Federal | Foto: Hugo Lira/Secec Ao todo, foram 11 OSCs inscritas, tendo sido três delas desclassificadas, conforme os critérios de avaliação previstos no edital nº 19/2022. Agora, com a publicação do resultado definitivo, a organização selecionada será convocada para apresentar plano de trabalho e dar seguimento aos trâmites legais até a assinatura do termo de colaboração. O novo projeto da Secec prevê a realização de atividades distintas, como apresentações, oficinas e seminários, de forma descentralizada entre as regiões administrativas, de modo a democratizar a arte e a cultura, promover os artistas locais, incentivar o intercâmbio cultural e a formação de plateia e, sobretudo, movimentar a cadeia produtiva da cultura. *Com informações da Secec  

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Ações culturais celebram os 62 anos da capital federal

A partir desta terça(19), o projeto Sorria, Brasília, em comemoração aos 62 anos da capital federal, oferece uma ampla programação cultural, com shows, mostras de cinema, feiras e exposições, espetáculos populares e apresentações de orquestras. Após dois anos sem comemoração devido à pandemia de coronavírus, a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) planejou diversas opções para todos os gostos. A Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro faz parte da programação| Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília. [Olho texto=”As atividades receberam o investimento de cerca de R$ 700 mil e propõem uma festividade ampla, abrangendo todas as cidades” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Com 17 equipamentos culturais interligados por um leque simultâneo de atividades artísticas, as atrações serão apresentadas no Plano Piloto, Ceilândia, Samambaia, Núcleo Bandeirante, Gama e Planaltina, regiões administrativas onde ficam os equipamentos culturais do Governo do Distrito Federal (GDF). As orquestras vão circular entre abril e maio com o projeto Clássicos nas Cidades, que estará nos complexos culturais de Samambaia, Planaltina e Casa do Cantador, em Ceilândia. Cine Brasília contará com mostra de filmes e show da Cia de Comédia Melhores do Mundo no dia do aniversário da capital federal As atividades receberam o investimento de cerca de R$ 700 mil e propõem uma festividade ampla, abrangendo todas as cidades, com ênfase no entretenimento, exaltando a preocupação do GDF com a memória cultural. Exemplos disso são a reabertura da mostra Poeira, Lona e Concreto, totalmente restaurada, que retrata os primeiros tempos da construção da cidade, no Museu Vivo da Memória Candanga, e desenhos inéditos de Oscar Niemeyer, no espaço homônimo, além da valorização da história da Via-Sacra de Planaltina no complexo cultural da região administrativa. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O Eixo Cultural Ibero-americano, antigo espaço Funarte de Brasília, terá atividades de quinta-feira (21) a domingo (24), voltadas ao encontro das famílias e amigos, sentados  no gramado e em galerias com piquenique, desfrutando do Festival de Orquestras Populares, Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, shows e desenhaço. Essa programação reforça o ano Brasília Capital Ibero-americana das Culturas, título mundial outorgado este ano à cidade. A Concha Acústica terá shows e mostra de cinema. O Cine Brasília segue a programação especial e aberta ao público, com seleção de filmes e espetáculo comemorativo da Cia de Comédia Os Melhores do Mundo. Confira a programação do projeto Sorria, Brasília Plano Piloto – Memorial dos Povos Indígenas: início, nesta terça (19), de festividades em comemoração ao Dia do Índio, com a cantora Nívia Tupinambá, seguido por workshop de pintura corporal indígena; exposição Artes e Cultura Indígenas e feira étnica na área externa com shows. A programação segue até domingo (24) – Biblioteca Nacional de Brasília: mostra Poema em Cartaz, nesta terça; contação de histórias do espaço infantil e inauguração da obra em grafite Livro da Rua  no sábado (23), às 10h – Cine Brasília: na quinta (21), espetáculo comemorativo da Cia de Comédia Os Melhores do Mundo. Na sexta (22), haverá maratona de seis filmes em sessões gratuitas, em comemoração aos 62 anos do equipamento, com sessões às 10h, 12h, 14h, 16h, 18h e 20h – Concha Acústica: atividades diversas com exibição de filmes, shows, exposição digital de fotografias, entre quinta-feira e domingo – Eixo Cultural Ibero-Americano: atividades entre quinta e domingo com apresentação da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro (OSTNCS), quinta, às 20h; Festival de Orquestras Populares (sexta a domingo, das 18h às 22h), com ações lúdicas no gramado, como desenhaço, piquenique cultural e atrações infantis – Espaço Cultural Renato Russo: reabertura da gibiteca, que será batizada de TT Catalão, quinta, às 14h – Espaço Lucio Costa: exposição permanente Plano Piloto de Brasília – Espaço Oscar Niemeyer: mostra O Mestre e o Aprendiz, com objetos e documentos pertencentes a Gervásio de Oliveira, que trabalhou como estagiário para Oscar Niemeyer no planejamento e construção de Brasília. Abertura na sexta, às 17h – Museu de Arte de Brasília (MAB): lançamento da versão virtual do livro do MAB Arte  Design em Brasília: 1950 a 2022 no site da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec), na quinta, quando o MAB comemora um ano de reabertura – Museu Nacional da República: exposições Xingu 57, com fotografias de Domiciano Pereira de Souza Dias; e, no mezanino, Envenenada: profanações e polimorfismo tonais, de Raquel Nava – Museu da Cidade: exposição permanente, com frases talhadas no mármore branco que contam a história de interiorização da capital federal, desde o século 18 até a inauguração – Panteão da Pátria: mostra digital Brasília Museu Aberto, realizada por meio de projeção mapeada de obras de ícones artísticos da história de Brasília, na fachada externa do prédio, quinta, , das 19h às 22h. Há ainda exposição sobre a vida e trajetória política de Tancredo Neves, além do Livro de Aço dos Heróis da Pátria e o Mural da Liberdade de Athos Bulcão. O público ainda poderá ver o painel Inconfidência Mineira, de João Câmara, e o vitral de Marianne Peretti. Ceilândia – Casa do Cantador: Festival Circularte de Música Brasileira, sábado, às 19h. Gama – Museu do Catetinho: reabertura, na quinta, às 9h, da primeira residência oficial do presidente do Brasil, Juscelino Kubitschek, durante a construção do novo Distrito Federal. O espaço ficou fechado desde o início da pandemia, em março de 2020, e agora reabre com manutenção de pintura externa e interna, limpeza do forro e troca de peças de madeira da estrutura, eliminação de orifícios no telhado, forro e paredes, revitalização do piso de pilotis, limpeza dos pisos do banheiro, num aporte de R$ 400 mil. A abertura de exposição memorial terá quarteto da OSTNCS. Em seguida, segue a cerimônia de entrega da Medalha de Mérito Cultural Seu Teodoro, com apresentação do grupo homônimo. Núcleo Bandeirante – Museu Vivo da Memória Candanga: reabertura da exposição Poeira Lona e Concreto (quarta, às 15h), após restauro e higienização. Com acervo composto pelas edificações históricas, peças, objetos e fotos da época da construção de Brasília, a exposição permanente narra a história da cidade, desde os projetos até a inauguração em 1960. Planaltina – Complexo Cultural de Planaltina: exposição Via Sacra ao Vivo de Planaltina – Rumo aos 50 anos. Mostra fotográfica, figurinos, cartazes e outras peças do acervo. Abertura: quarta-feira, às 20h. Samambaia – Complexo Cultural Samambaia: ação de grafite na fachada (com lançamento do edital de chamamento público na quarta-feira) e apresentação da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, dentro do projeto Clássicos nas Cidades, terça (19), às 20h. Acesse aqui a íntegra da programação cultural. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa

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Espaço Renato Russo retoma atividades nesta semana

Anfitrião em formação de identidades artísticas, manifestações e liberdade de expressão desde os anos 1970, o Espaço Cultural Renato Russo (ECRR) inicia fevereiro de portas abertas ao público. O equipamento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec) tem programação cultural intensa até março de 2022. O espaço conta com atividades gratuitas para todos os públicos, que vão desde exposições de artes visuais, oficinas de dança, até programação para crianças. Com todos os espaços do polo cultural ocupados por arte e cultura (Galerias Galpão, Parangolé e Rubem Valentin; Galpão das Artes, Sala Marco Antônio Guimarães, Multiuso e Praça Central), os agentes culturais também celebram a retomada gradual do setor no DF, a partir da produção de cursos, mentorias, teatros, oficinas e ensaios abertos para a comunidade, em um espaço público da cidade. A gerente do Espaço Cultural Renato Russo, Marmenha Rosário, faz o convite para que a comunidade inclua o ECRR no roteiro de passeios culturais e consumo de arte e cultura | Fotos: Divulgação/Secec Marmenha Rosário, gerente do Renato Russo, garante que o espaço está apto para que a população do Distrito Federal possa usufruir com segurança. Acessível e localizado em uma das principais avenidas de Brasília, a W3 Sul, ela faz o convite para que a comunidade inclua o ECRR no roteiro de passeios culturais e consumo de arte e cultura. “Muitas pessoas não sabem como acessar o nosso espaço. O objetivo principal desta programação é garantir acessibilidade e esperamos que a população frequente este lugar que é nosso”, destaca a gerente. Outro anúncio importante é a reinauguração da Gibiteca, que ocorrerá ainda este semestre. “Fechada desde 2013, a Gibiteca é uma grande reivindicação da comunidade e colocaremos à disposição um ambiente literário com todos os gibis, mangás, revistas, quadrinhos e livros, para o uso dos amantes da leitura e cultura geek e pop”, assegura a gestora. A partir de uma agenda intensa e diversificada, a casa oferece gratuitamente mostras de arte, música e oficinas de teatro infantil. Todos os cursos contam com vagas limitadas e as inscrições podem ser feitas a partir da rede social do equipamento. A produtora musical e proponente do Festival Convida, Carol Villalobos, comemora a garantia de ocupação em um dos espaços mais emblemáticos para a cena cultural da capital para a realização do seu projeto. O evento, nomeado de Módulo Convida Lab, que consiste em um programa de aceleração de artistas, foi a grande estreia da Sala Marco Antônio Guimarães. Carol Villalobos é produtora musical e proponente do Festival Convida “Ao todo, foram selecionadas seis bandas que, por meio de um chamamento público, estão recebendo, no projeto Music Business, orientações de como lançar seus próprios shows. Ao final, todos receberão ajuda profissional para alavancar suas carreiras”, explica a agente cultural. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Alonso Bento, servidor responsável pela curadoria das atrações do Espaço Cultural Renato Russo, conta que já foi aluno de teatro do ECRR e destaca com entusiasmo a retomada das atividades do espaço. “Dentro desta gestão, há diversidade e temos o lugar! Aqui nós fazemos eventos de grandes artistas, eventos socioculturais”, comemora. O servidor ainda ressalta que as iniciativas de valorização da cultura dos novos talentos de Brasília reforçam a identidade de grandes artistas que já passaram pelo espaço. “Muitos proponentes dos projetos desta nova temporada do ECRR já foram alunos ou participaram de ocupações, oficinas e cursos já ofertados neste grande espaço democrático cultural”, arremata. PROGRAMAÇÃO Exposição Projeto Re(vi)vendo Êxodos – Terça a sexta, das 10h às 20h; sábados e domingos, das 12h às 20h – Até o dia 13 de fevereiro – Praça Central Exposição Ainda Estamos Aqui – Usha Velasco – Terça a sexta, das 10h às 20h; sábados e domingos, das 12h às 20h – Até o dia 20 de fevereiro – Galeria Rubem Valentin *Com informações da Secec

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Celebrando a força criativa de agentes culturais negras

[Olho texto=”“Esse Prêmio da Mulher Negra destaca a força criativa dessas artistas, que enchem a cultura do DF de novos caminhos e de afetos”” assinatura=”Bartolomeu Rodrigues, secretário de Cultura e Economia Criativa” esquerda_direita_centro=”direita”] A filósofa norte-americana Angela Davis afirmou sabiamente que “quando a mulher negra se movimenta, toda a estrutura da sociedade se movimenta com ela”. É indescritível e plural a liderança dessas mulheres em seu entorno. No Distrito Federal, há trajetórias de vida e superação que emocionam e encantam pela resiliência e força de transformar e de ser cultura. Pela atuação e contribuição sociocultural às comunidades em que atuam, 30 agentes culturais negras foram agraciadas com o Prêmio Mulher Negra 2021, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec), que será entregue no dia 24 de novembro, em cerimônia reservada às convidadas no Cine Brasília. “Esse Prêmio da Mulher Negra destaca a força criativa dessas artistas, que enchem a cultura do DF de novos caminhos e de afetos”, destacou o secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues. Sol Montes: “O resultado contemplou mulheres de diversas linguagens vindas, em sua maioria, de regiões administrativas fora do Plano Piloto” | Fotos: Divulgação/Secec Gestado pela Subsecretaria de Difusão e Diversidade Cultural (SDDC), o Prêmio aportou R$ 150 mil, com cachê individual de R$ 5 mil. “O resultado contemplou mulheres de diversas linguagens vindas, em sua maioria, de regiões administrativas fora do Plano Piloto. Muitas delas nunca receberam uma premiação das políticas públicas da Secec. Essa inclusão é emocionante”, aponta a subsecretária, Sol Montes. Martinha do Coco Mestra Martinha do Coco é uma das 30 premiadas. Moradora do Paranoá há 40 anos, nasceu em Olinda, Pernambuco, de onde migrou com sua família aos 17 anos de idade. Nessa época, começou a trabalhar como empregada doméstica, quando teve contato com uma musicista que percebeu o talento artístico e lhe ajudou a retomar o amor pela música. O samba de coco, dança de roda cujo ritmo contém traços indígenas e influências africanas, tinha ficado na memória. Em 2013, Martinha recebeu do extinto Ministério da Cultura o título de Mestra da Cultura Popular e, em 2019, foi homenageada pela Câmara Legislativa do Distrito Federal. “É uma honra ser reconhecida pela minha história e luta como mulher negra. Esse prêmio veio consagrar toda essa trajetória, especialmente em meio ao período pandêmico onde tivemos que nos reinventar”, afirma a artista. Filha de nordestinos, Suene Karim também foi apresentada às artes ainda na infância, por intermédio da mãe e de ídolos como Elis Regina, Nelson Gonçalves, Clara Nunes e Cora Coralina. A cultura permeia sua vida desde então, principalmente a popular, a arte ligada à ancestralidade, ao universo do matuto nordestino, o linguajar, o vestir e a sapiência. Suene Karim Suene tem como mote de trabalho a promoção e a defesa das linguagens de cultura popular de raiz preta, proposta concretizada, em abril de 2019, com o I “Festival Magia Negra”, idealizado e realizado por ela. O evento impulsionou a educação, o debate e a defesa das manifestações da cultura popular negra por meio de música, dança e saraus. “Venho trabalhando na produção cultural em várias frentes dessa atividade há 18 anos. Quis buscar uma proposta mais diversificada e identitária, em diálogo com a comunidade”, avalia a produtora, que viu o projeto “Festival Magia Negra” ser inserido na plataforma Google Arts & Culture, uma das mais importantes do mundo. Francys de Óya Mãe de santo, líder comunitária, conselheira cultural. Essas são algumas das ocupações e atribuições de Francys de Óya. Ela aprendeu com a religião de matriz africana a fazer obras sociais e a atender a comunidade carente, além de levar até essas pessoas conhecimentos culturais herdados dos antepassados. Moradora de Samambaia Sul há mais de 30 anos, ela realiza diversas promoções sociais na comunidade. Umas delas é a Festa das Crianças, que já teve 14 edições. Participa ainda de atividades em busca de reparação e justiça social dos que estão à margem da sociedade. “Agradeço a Deus, a meu santo e à minha religião por poder cuidar de todos. Crianças, jovens, adultos, idosos, brancos, pretos, pardos, negros, indígenas. Sou uma ‘mãe’ reconhecida por todos por meio dos meus atos e ações dentro da minha comunidade”, afirma a líder religiosa. Edineide Barros Freitas A agente literária Edineide Barros Freitas, nascida em comunidade quilombola no interior do Maranhão, veio para Brasília trabalhar como faxineira e estudar. Ela conseguiu. Fez o EJA (Educação de Jovens e Adultos) e, depois, a graduação. Em uma feira de agricultura familiar, conheceu o programa de Bibliotecas Rurais – Arca das Letras, que era desenvolvido pelo Ministério de Desenvolvimento Agrário. Voluntariou-se para ajudar a organizar os livros e, quando surgiu uma vaga, passou a integrar o programa como representante dos negros. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Como eu tive dificuldade de ter acesso aos livros, hoje levo livros para as pessoas”, explica Edineide. Ela também é multiplicadora dos saberes quilombolas e divulgadora da literatura de escritores negros e implantou bibliotecas em comunidades quilombolas no entorno do Distrito Federal.  VENCEDORAS DO PRÊMIO MULHER NEGRA 2021 Conheça mais sobre as histórias das 30 vencedoras do Prêmio Mulher Negra 2021. Adriana Barros Ana Luiza Bellacosta Anna Cristo Bete Virgens Bety Morais Cida Assunção Cris de Souza Dandara Bárbara Daniele Neumany Edineide Barros Freitas Elvira de Oxum Francys de Oyá Ialê Garcia Jusianne Castilho Kalibre Key Amorim Larissa Umaytá Lídia Dallet Lis Martins Lua Nzinga Mãe Beth Marlene Souza Lima Martinha do Coco Maria Joana Marisol Kadiegi Onildes Conrado Santos Ray Psiu Suene Karim Tássia Aguiar Thamiris Flora   *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa

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Aruc comemora 60 anos com bolo e boas perspectivas

Durante evento de comemoração de seus 60 anos, a Associação Recreativa Cultural Unidos do Cruzeiro (Aruc) foi presenteada, na noite desta quinta-feira (21), com boas notícias do Governo do Distrito Federal. Representando o  governador Ibaneis Rocha na solenidade, o vice-governador Paco Britto anunciou a expectativa de regularização do terreno ocupado pela Aruc até o início do ano que vem. Um dos destaques da festa de aniversário da Aruc  foi o anúncio da perspectiva de regularização do terreno ocupado pela associação | Foto: Vinicius de Melo/Agência Brasília A associação, que promove atividades culturais, esportivas e sociais há décadas no mesmo local, está próxima da segurança jurídica. Os contatos com a Terracap já estão avançados para obter o registro em definitivo. Paco agradeceu o empenho dos deputados distritais ao aprovarem, por unanimidade, a lei n° 6.888, que cria a política pública de regularização fundiária de terrenos ocupados por clubes esportivos, templos religiosos e entidades sem fins lucrativos. Sancionada pelo governador Ibaneis Rocha em 7 de julho, a medida beneficia instituições culturais, permitindo que o espaço seja regularizado. [Olho texto=”“Esta data é superespecial, mês de comemoração do Jubileu de Diamante, pedra preciosa que suporta altas pressões, que significa a resistência em manter esse espaço vivo”” assinatura=”Rafael Fernandes, presidente da Aruc” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Além disso, a norma permite que essas instituições prestem serviços gratuitos à comunidade e em troca possam seguir ocupando regularmente os espaços. Cinquenta e oito clubes e centenas de igrejas são beneficiados com a nova legislação. De acordo com a lei, clubes e entidades sem fins lucrativos poderão assinar com a Terracap contrato de Concessão de Direito Real de Uso Sem Opção de Compra (CDRU-S) – uma espécie de escritura pública do terreno – registrada no cartório imobiliário. Dessa forma, eles garantem a ocupação regular do local pelo prazo de 30 anos, prorrogável por igual período. “Esta data é superespecial, mês de comemoração do Jubileu de Diamante, pedra preciosa que suporta altas pressões, que significa a resistência em manter esse espaço vivo. Defender a cultura popular nunca foi fácil”, disse o atual presidente da Aruc, Rafael Fernandes, que é o primeiro presidente da instituição nascido no Cruzeiro. Entre as privações impostas pela pandemia do coronavírus, uma das mais sentidas pela comunidade foi o cancelamento do carnaval deste ano. E falar de carnaval, em Brasília, é falar da Aruc, pois as histórias se confundem. Em 48 desfiles oficiais, foram 31 títulos de campeã, sendo  oito desses seguidos – um feito que nenhuma escola de samba do Brasil conseguiu até hoje. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Destaques Em 2009, a Aruc recebeu o título de Patrimônio Cultural Imaterial do Distrito Federal. No esporte, acumula destaques. É campeã mundial feminina de handebol na Europa; e, neste mês, conquistou em São Paulo o Torneio Nacional Master de Handebol. No momento, representa o DF no Campeonato Brasileiro 2021 Beach Soccer, que está sendo realizado em Anchieta (ES) até domingo (24). Como parte das ações voltadas à atuação comunitária, a pesquisa elaborada nos anos 1980 pela Aruc propiciou a fundamentação do decreto que instituiu a criação da Administração Regional do Cruzeiro.  

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Cultura: eleitos 260 nomes para conselhos regionais

Colegiados se debruçam sobre políticas públicas para a cultura, que tem como um dos seus diversos palcos pelo DF a Casa do Cantador, em Ceilândia | Foto: Renato Araujo / Agência Brasília O Conselho de Cultura do Distrito Federal (CCDF) divulgou os nomes dos conselheiros regionais eleitos para o triênio 2021-2024. O processo de eleição, que contou com o amparo da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec), contemplou 20 regiões administrativas do DF com 260 conselheiros, entre titulares e suplentes. A lista dos escolhidos foi formalizada nesta segunda-feira (12). Confira quais são os eleitos Com o total de 4.616 votos válidos, o processo seletivo foi motivado pela obrigatoriedade da realização das eleições neste ano, atendendo às premissas de participação social, e em cumprimento aos princípios jurídicos e administrativos exigidos pela Lei Orgânica da Cultura (LOC). Nesse sentido, o CCDF atuou em esforço para que os agentes culturais de todas as regiões administrativas do DF pudessem participar da seleção do novo colegiado – e, assim, com participação garantida na formulação de novas políticas públicas para o setor. [Olho texto=”“A comunidade cultural participou ativamente por meio da internet, com vídeos, flyers e muita informação compartilhada pelos mecanismos on-line, e a resposta se deu na participação popular com o número de votos”” assinatura=”Wellington Abreu, presidente do CCDF” esquerda_direita_centro=”centro”] Ao total, 276 interessados se candidataram para ocupar 180 vagas de titulares e 80 de suplentes nos conselhos regionais de cultura (CRCs) de 20 regiões administrativas. Enquanto Candangolândia e Taguatinga ainda estão com seus mandatos vigentes, 11 RAs não conseguiram eleger os nove representantes previstos no artigo 20 da LOC, de modo que será necessário elaborar novo cronograma de processo seletivo para essas regiões. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Cada conselho regional é formado por nove titulares da sociedade civil (oito com atuação na área cultural e um como líder comunitário de cultura), além dos respectivos suplentes nos casos das RAs que atingiram a cota máxima de candidaturas válidas. Com representantes escolhidos da comunidade local, os CRCs possuem a função de propor políticas públicas de cultura, bem como avaliar ações, metas consolidadas e processos designados. Após o encerramento da votação, às 23h59 do dia 2 de outubro, e com os votos contabilizados neste último fim de semana, o presidente do CCDF, Wellington Abreu, fez menção ao aumento expressivo de votantes. “A comunidade cultural participou ativamente por meio da internet, com vídeos, flyers e muita informação compartilhada pelos mecanismos on-line, e a resposta se deu na participação popular com o número de votos. A nossa expectativa é de que todas as RAs conquistem políticas efetivas para a cultura do DF”, celebrou. Devido à pandemia de Covid-19, todo o processo de eleição foi realizado em plataforma on-line, incluindo inscrições, habilitações, recursos, cadastro de eleitores, votação e resultados. O próximo passo será a posse dos eleitos, prevista para o período entre 16 de novembro e 8 de janeiro de 2021, presencial e virtualmente.   * Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa

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