Centro de Referência da Mulher Brasileira oferece apoio psicossocial gratuito no DF
Ansiedade, baixa autoestima, dificuldades familiares, dependência financeira e situações de violência estão entre os motivos que levam mulheres a procurar as unidades do Centro de Referência da Mulher Brasileira (CRMB). Os equipamentos da Secretaria da Mulher (SMDF) são gratuitos e voltados para o acolhimento, a qualificação e o fortalecimento feminino. Para atendimento, não é necessário fazer um agendamento prévio junto à Secretaria da Mulher | Foto: Divulgação/SMDF “Mulheres que enfrentam dificuldades emocionais, problemas familiares, dependência financeira, baixa autoestima ou que simplesmente precisam de orientação podem buscar esse auxílio” Jackeline Aguiar, secretária interina da Mulher O apoio psicossocial oferecido busca orientar, acolher e fortalecer mulheres em diferentes momentos da vida, ampliando o acesso aos direitos e à rede de proteção. O atendimento está disponível nas unidades do Recanto das Emas, Sol Nascente, São Sebastião e Sobradinho II. Para acessar o serviço, basta apresentar um documento oficial com foto. O primeiro acolhimento ocorre por demanda espontânea ou mediante agendamento, conforme a disponibilidade da equipe técnica. Não há necessidade de agendamento prévio. Para a secretária interina da Mulher, Jackeline Aguiar, essa é uma porta de entrada para mulheres buscarem ajuda. “Mulheres que enfrentam dificuldades emocionais, problemas familiares, dependência financeira, baixa autoestima ou que simplesmente precisam de orientação podem buscar esse auxílio”, reforça. “As mães também encontram suporte para participar das atividades com tranquilidade. As unidades contam com espaço destinado às crianças, reforçado por monitoras, para que elas possam participar das ações enquanto os filhos permanecem em um ambiente seguro”. O trabalho é realizado por profissionais multidisciplinares compostas por psicólogas, assistentes sociais, assistentes jurídicas e enfermeiras. Em cada unidade, a equipe tem capacidade para atender até 21 mulheres por dia, totalizando cerca de 714 atendimentos mensais entre atividades individuais e em grupo. Como funciona? “A partir da escuta qualificada, entendemos a demanda apresentada e construímos um plano de acompanhamento individual voltado à proteção e ao fortalecimento da autonomia dessa mulher” Amanda Araújo dos Santos, psicóloga Tudo começa com uma escuta qualificada, que permite identificar as necessidades de cada pessoa e definir os encaminhamentos mais adequados. Foi em busca de auxílio para lidar com a ansiedade que a dona de casa Nicolly Ketlin Oliveira, de 20 anos, procurou uma das unidades. Mãe de Benjamin Silva, de 1 ano e 1 mês, ela encontrou no local um espaço de escuta e cuidado. “Eu tenho muita ansiedade, e a professora do curso que fiz me falou que tinha psicóloga para nos atender”, relata. “Hoje eu amo as terapias com ela. É um momento só para mim.” Além do acompanhamento, Nicolly participou das oficinas de capacitação nas áreas de crochê, amigurumi e empreendedorismo oferecidas pelo centro. Para ela, as atividades contribuíram para fortalecer a autoestima e enxergar novas possibilidades para o futuro. “A partir da escuta qualificada, entendemos a demanda apresentada e construímos um plano de acompanhamento individual voltado à proteção e ao fortalecimento da autonomia dessa mulher”, explica a psicóloga Amanda Araújo dos Santos. Keila Domingues, coordenadora de Enfrentamento à Violência Doméstica contra a Mulher, reforça: “O serviço psicossocial é fundamental porque muitas mulheres chegam até nós sem conseguir enxergar a própria dor. Nosso trabalho vai além da orientação; buscamos oferecer suporte emocional, fortalecer a autonomia e ajudá-las a recuperar a própria voz e dignidade”. [LEIA_TAMBEM]Todo o acompanhamento ocorre de forma sigilosa, respeitando a realidade de cada mulher e oferecendo um ambiente seguro para que elas compartilhem experiências e recebam o suporte necessário. Embora conte com psicólogas em sua equipe, o trabalho desenvolvido nas unidades do Centro de Referência da Mulher Brasileira não substitui a psicoterapia clínica tradicional. O foco do acompanhamento psicossocial é oferecer suporte, orientação e fortalecimento, considerando aspectos emocionais, sociais, familiares e econômicos que influenciam a vida de cada mulher. Veja abaixo o endereço de cada unidade do Centro de Referência da Mulher Brasileira no DF. Recanto das Emas • Endereço: Av. Buritis Quadra 203 Lote 14 • Atendimento: de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h • Telefones: (61) 3181-2665/3181-2666 Sol Nascente • Endereço: Trecho 2, Quadra 100 Conjunto A Lote SC1 – Pôr do Sol • Atendimento: de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h • Telefones: (61) 3181-2255/3181-2660 São Sebastião • Endereço: Área Especial AE 11, Centro de Múltiplas Atividades • Atendimento: de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h • Telefones: (61) 3181-2661 / 3181-2662 Sobradinho II • Endereço: AE 6 Comer Quadra 1 Setor Oeste • Atendimento: 9h às 18h – de segunda a sexta-feira • Telefones: (61) 3181-2663 / 3181-2664. *Com informações da Secretaria da Mulher
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CrisDown é referência no atendimento a pessoas com a síndrome
Neste sábado (21) é celebrado o Dia Internacional da Síndrome de Down — também denominada trissomia 21 (T21). A data busca conscientizar sobre o tema e valorizar as pessoas com a condição. A alteração genética é causada pela presença de uma terceira cópia do cromossomo 21, o que acarreta características físicas específicas e atraso no desenvolvimento intelectual do indivíduo. No Distrito Federal, o Centro de Referência Interdisciplinar em Síndrome de Down (CrisDown), localizado no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), acompanha cerca de 2,7 mil famílias. Mensalmente, uma equipe composta por 25 profissionais realiza 1,5 mil atendimentos a pessoas com T21. São fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, pediatras, hebiatras, clínicos gerais, nutricionistas e psicólogos. O CrisDown acompanha aproximadamente 2,7 mil famílias e realiza até 1,5 mil atendimentos mensais | Foto: Yuri Freitas/Agência Saúde DF A coordenadora do CrisDown, Carolina Valle, lembra que a unidade completa 13 anos de funcionamento em 2026 e que muitas vidas foram transformadas ao longo desse período. “O centro começou com apenas dez servidores. O intuito era que as pessoas que precisavam de auxílio não precisassem fazer uma peregrinação em busca de atendimento, que encontrassem profissionais com um olhar diferenciado às questões que impactam seu desenvolvimento", conta. Pessoas de todas as idades podem ser atendidas no CrisDown, desde gestantes que receberam o diagnóstico de T21 no feto até recém-nascidos, crianças, adolescentes, adultos e idosos com a síndrome. “Passamos por todas as idades, o que nos dá uma noção do desenvolvimento ao longo de todos os ciclos de vida. Conseguimos identificar as particularidades e as necessidades de cada fase. É um processo bonito de ver. Aquele indivíduo tornando-se uma pessoa mais autônoma, capaz de produzir, trabalhar, ganhar a sua renda”, comemora Valle. Com uma equipe composta por 25 profissionais, o Centro de Referência atende pessoas de todas as faixas etárias Atendimento integral O brasiliense Antônio Claudio da Silva é pai da alegre Bárbara da Silva, 23 anos, que frequenta o grupo de jovens do CrisDown desde o ano passado. Ele conta que o centro oferece ações voltadas tanto à socialização dos indivíduos quanto ao acesso a outros serviços do Sistema Único de Saúde (SUS). [LEIA_TAMBEM]“Toda quinta-feira, a Bárbara faz acompanhamento aqui. Ela já passou por uma bateria de exames, um check-up completo pelo CrisDown. Eles nos dão toda a assistência, não só psicológica, mas também em todas as outras áreas da saúde", elogia Antônio. O progresso da filha na unidade é acompanhado de perto pelo pai. "Sempre recomendo o serviço do centro. É visível como a Bárbara melhorou. Hoje, está menos agitada e consegue dormir a noite inteira; antes, isso era impossível de acontecer", celebra. "A Bárbara melhorou muito no CrisDown. É visível”, comemora o pai, Antônio Claudio da Silva Como acessar o serviço O CrisDown integra a rede da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). As famílias podem procurar assistência diretamente na unidade, sem necessidade de encaminhamento. O agendamento deve ser feito pelo WhatsApp (61) 99448-0691, com atendimentos realizados às sextas-feiras.
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Dia Mundial da Doença de Alzheimer: rede pública do DF foca em diagnóstico precoce
Mais do que lapsos de memória comuns do envelhecimento, o Alzheimer é uma condição que compromete progressivamente a autonomia da pessoa, transformando a rotina de pacientes e famílias. A doença é a principal causa de demência no mundo. Lembrado em 21 de setembro, o Dia Mundial da Doença de Alzheimer tem como objetivo ampliar a conscientização e reforçar a campanha global Setembro Roxo — em 2025, o tema “Pergunte sobre Demência e Alzheimer” busca estimular o diálogo, combater o estigma e incentivar a população a buscar informações confiáveis e o diagnóstico precoce. De acordo com estudo do Ministério da Saúde, cerca de 8,5% da população com 60 anos ou mais convive com a doença, o que representa aproximadamente 1,8 milhão de casos. Até 2050, a projeção é que 5,7 milhões de pessoas sejam diagnosticadas no país com Alzheimer. Diagnosticado com Alzheimer, Antônio Batista faz tratamento no Hospital de Base: "O atendimento é excelente, sempre fomos muito bem recebidos e acolhidos", relata a filha, Fabiana Silva | Foto: Alberto Ruy/IgesDF Atendimento especializado Antônio Batista, 86 anos, tem Alzheimer e faz tratamento no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Segundo a filha, Fabiana Silva, o acompanhamento é tranquilo. “A gente vem aqui com frequência para ficar de olho na evolução da doença. O atendimento é excelente, sempre fomos muito bem recebidos e acolhidos”, relata. No Hospital de Base (HBDF), o atendimento é realizado no ambulatório de Neurologia Cognitiva, que funciona às segundas e terças-feiras à tarde e às quartas-feiras pela manhã. [LEIA_TAMBEM]O neurologista Carlos Uribe destaca que reconhecer os primeiros sinais do Alzheimer é essencial. “Muitas vezes os familiares acham que alguns sintomas fazem parte da idade, mas pode ser o início de uma doença que precisa de acompanhamento médico”, alerta. “No início, a pessoa começa a apresentar esquecimentos que atrapalham a rotina diária, como perder objetos com frequência, repetir perguntas, esquecer compromissos e até se perder em lugares conhecidos”. O Alzheimer não afeta apenas a memória. Com a evolução da doença, surgem mudanças de comportamento, dificuldades para realizar atividades simples e alterações emocionais. Entre os sintomas mais comuns estão: esquecimentos que interferem na vida diária; dificuldade em planejar ou resolver problemas; troca de palavras e perda de vocabulário; alterações de humor e personalidade; desorientação em tempo e espaço; e dificuldade para reconhecer familiares em fases mais avançadas. “É uma doença que, ao longo do tempo, tira a autonomia do paciente. Ele vai perdendo a capacidade de se vestir sozinho, se alimentar, cuidar da higiene e até reconhecer pessoas próximas. Isso exige dedicação integral da família ou de cuidadores”, observa o neurologista. Carlos Uribe, neurologista do HBDF: “Muitas vezes os familiares acham que alguns sintomas fazem parte da idade, mas pode ser o início de uma doença que precisa de acompanhamento médico” Diagnóstico, tratamento e prevenção O diagnóstico do Alzheimer envolve entrevistas clínicas, testes cognitivos e exames de imagem, que ajudam a diferenciar a doença de outras condições. Embora ainda não exista cura, o tratamento pode retardar a progressão e melhorar a qualidade de vida. Ele combina medicamentos, terapias de reabilitação e acompanhamento multiprofissional com neurologistas, psiquiatras, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e nutricionistas. Segundo o neurologista, manter hábitos saudáveis ao longo da vida, praticar exercícios físicos regularmente e adotar uma dieta equilibrada e rica em nutrientes são formas de prevenir ou retardar o aparecimento da doença. Além disso, exercitar a memória com leitura e atividades que estimulem o cérebro também é um aliado contra o Alzheimer. Para Uribe, a conscientização é fundamental para reduzir o estigma e fortalecer o cuidado coletivo. “À medida que a população envelhece, aumentam os casos de Alzheimer. É fundamental preparar a rede de saúde, mas também acolher o paciente e a família com empatia”, destaca. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)
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Ambulatórios de geriatria do DF somam 56 mil atendimentos e fortalecem cuidados a idosos
“A idade chega e a gente precisa de acompanhamento, precisa estar ativa. Assim a gente fica mais forte.” O relato de Elizabeth Santos, 80 anos, diagnosticada com Alzheimer, resume a importância do cuidado contínuo com a população idosa. No Distrito Federal, esse apoio é garantido pelos ambulatórios de geriatria, que desempenham um papel fundamental na promoção da saúde e do bem-estar na terceira idade. Desde 2019, já foram realizados aproximadamente 56 mil atendimentos especializados em diversas regiões do DF. Na Policlínica 1 de Ceilândia, que atende entre 130 e 200 idosos por mês das regiões de Ceilândia, Sol Nascente e Brazlândia, os profissionais realizam testes cognitivos e avaliações de risco de depressão, de marcha, visão e audição. O trabalho conta com o apoio de mestrandos da Universidade de Brasília (UnB), que contribuem com materiais e suporte técnico para qualificar ainda mais o processo de acolhimento. Desde 2019, os ambulatórios de geriatria do Distrito Federal já realizaram aproximadamente 56 mil atendimentos especializados em diversas regiões | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília De acordo com a técnica de enfermagem Fabiene Manso, responsável por essa etapa, após a avaliação é elaborado um relatório que, encaminhado ao geriatra, permite dar continuidade ao acompanhamento clínico. “Além disso, temos implementado um olhar voltado para os cuidados paliativos. É importante reforçar que cuidados paliativos não significam fim de vida, mas sim garantir mais qualidade de vida ao idoso com enfermidades crônicas”, destaca. Ela também reforça a importância do primeiro contato com os pacientes: “O acolhimento é fundamental. A forma como abordamos o idoso faz toda a diferença. A consulta dura bastante tempo, justamente porque escutamos com atenção, oferecemos um olhar humano, carinhoso. Muitos dizem: ‘Já acabou?’, e perguntam quando será a próxima. Aqui, eles se sentem cuidados de verdade. Os nossos geriatras também atuam com muita empatia e escuta ativa. Às vezes, o idoso só precisa ser ouvido”. Sobre as principais queixas dos idosos atendidos, os relatos mais frequentes são dor crônica, sintomas de depressão e quadros relacionados ao Alzheimer. O atendimento é personalizado e envolve diferentes especialidades, de acordo com as necessidades de cada paciente. Os idosos podem ser encaminhados para acompanhamento com fonoaudiólogo, nutricionista e terapeuta ocupacional, entre outros profissionais da equipe multidisciplinar. Diagnosticada com Alzheimer, Elizabeth Santos resume a importância do cuidado com a população idosa: "A idade chega e a gente precisa de acompanhamento, precisa estar ativa. Assim a gente fica mais forte" Segundo a terapeuta ocupacional Lorrayne Rodrigues, o trabalho desenvolvido na Policlínica vai muito além da coordenação motora. “Aqui a gente atua tanto com a musculatura das mãos e dos membros superiores quanto com a reabilitação cognitiva. Trabalhamos memória, atenção, concentração, tudo isso em conjunto. É um trabalho multidisciplinar, especialmente em parceria com a fonoaudiologia”. Ela explica que o objetivo é proporcionar o máximo de autonomia aos idosos, pelo maior tempo possível: “Queremos garantir que eles mantenham suas capacidades, tanto físicas quanto cognitivas, de forma integrada”. [LEIA_TAMBEM]Além do atendimento clínico, a unidade também oferece oficinas com atividades terapêuticas e lúdicas. “As oficinas surgiram como uma forma de preencher uma lacuna: entre uma consulta e outra, ficávamos muito tempo sem reencontrar o paciente. Essas atividades permitem retomar o contato, estimular o convívio social, oferecer exercícios que podem ser reproduzidos em casa e, principalmente, tirá-los do isolamento”, diz Fabiene. São realizadas oficinas com quebra-cabeça, argila, massinhas e automassagem, além de momentos com música e atividades conduzidas por fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais. Em parceria com a UnB, encontros com foco na prevenção de quedas e intervenções de fisioterapia também estão sendo desenvolvidos. “Nosso olhar é holístico. Queremos que o idoso se sinta útil, valorizado, capaz. Aqui, estimulamos que eles não têm limites. É muito gratificante”, ressalta Fabiene. A Policlínica 1 de Ceilândia realiza oficinas com quebra-cabeça, argila, massinhas e automassagem, além de atividades conduzidas por fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais Cuidado Mesmo com uma doença progressiva e irreversível, marcada pela perda de memória, Elizabeth sabe da importância do acompanhamento clínico. Logo no primeiro contato com a equipe, sentiu-se acolhida. “Gostei muito. Eles dão atenção, a gente sente que precisa disso, né? Eu gostei mesmo”, conta. Sobre as oficinas, ela destaca os benefícios para a saúde física e mental: “Eu gosto de participar. É muito bom porque trabalha a mente. A gente fica mais ativa, em vez de passar o dia todo parada. Gosto de ler, de ouvir cantos… Então, quando venho aqui, é muito bom”. O professor José Batista de Melo, 48, filho de uma das pacientes acompanhadas no ambulatório, conta que a mãe, Luzia Helena de Melo, tem 85 anos e começou a apresentar os primeiros sinais de sofrimento mental ainda nos anos 1980, mas o acesso a cuidados era muito limitado: “Foi só na década de 1990 que ela começou a ter um diagnóstico mais claro, como bipolaridade e depressão. Começamos a entender o que estava acontecendo e buscar ajuda”. O professor José Batista de Melo elogia a assistência oferecida à sua mãe pela Policlínica 1: "Aqui eles oferecem oficinas, atividades que estimulam, ensinam, fazem com que ela se solte mais" Inicialmente, a mãe foi atendida no Hospital São Vicente de Paulo, em Taguatinga, mas com o tempo passou a receber acompanhamento mais próximo da família, em Ceilândia. “A Policlínica foi uma grata surpresa. Aqui eles oferecem oficinas, atividades que estimulam, ensinam, fazem com que ela se solte mais. Ela gosta de vir, cobra quando não tem ninguém para trazer. Hoje mesmo perguntou: ‘Quem vai comigo?’, e viemos”, relata José. Desde que começou a frequentar as oficinas, a mãe voltou a se envolver mais com a rotina doméstica e a demonstrar mais autonomia. “Cada vez mais os estudos mostram que manter o corpo e a mente ativos garante uma melhor qualidade de vida. Vejo idosos de 85 anos totalmente lúcidos e atuantes. Isso precisa ser valorizado. Porque todos nós vamos envelhecer, de um jeito ou de outro”, completa o professor.
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Curada de leucemia pela rede pública do DF, enfermeira retribui com dedicação a quem mais precisa
Aos 24 anos, a enfermeira Thalyta de Paula, hoje com 30, descobriu que as frequentes infecções de garganta escondiam algo muito mais grave: leucemia. O diagnóstico veio após uma ida ao pronto-socorro do Hospital Regional de Brazlândia (HRBz), onde exames revelaram uma anemia severa. O quadro era tão crítico que exigiu uma transfusão de sangue imediata. Depois de ser curada de leucemia na rede pública, a enfermeira Thalyta de Paula é hoje uma das colaboradoras do IgesDF e trabalha na UPA do Recanto das Emas | Foto: Arquivo pessoal À época, recém-formada em enfermagem, ela recebeu do hematologista no Hospital Regional de Taguatinga (HRT) a notícia de que estava com leucemia linfoide aguda. Antes de completar uma semana do primeiro atendimento, Thalyta foi encaminhada para o Hospital de Base (HBDF). Lá, começou o tratamento quimioterápico que durou quatro anos. No caso de Thalyta, não houve necessidade de transplante de medula óssea. Hoje, curada da doença, ela continua sendo acompanhada pela equipe da unidade. O diagnóstico precoce, a rapidez no início do tratamento e o cuidado especializado foram fundamentais para a recuperação da enfermeira Thalyta. A história dela reforça a importância da campanha Junho Laranja, que busca conscientizar a população sobre a doença. A leucemia é um tipo de câncer que atinge os glóbulos brancos e a medula óssea, responsável pela produção do sangue. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), a estimativa é de que mais de 11 mil novos casos da doença sejam diagnosticados no Brasil somente este ano. Campanha Junho Laranja visa conscientizar a população sobre a leucemia e incentivar a doação de medula óssea e de sangue | Foto: Alberto Ruy/IgesDF A campanha também destaca a importância da doação de medula óssea e sangue, gestos que podem salvar vidas. A iniciativa tem como objetivo ampliar o debate e disseminar informações sobre a doença e as possibilidades de tratamento. “Eu nunca imaginei que a leucemia era uma doença tão comum e frequente. Os sintomas apareceram em mim muito diferentes. Não sabia que uma dor de garganta recorrente e, depois, dores no corpo poderiam ser um alerta para leucemia”, conta. Durante os seis meses em que esteve internada no Hospital de Base, Thalyta se impressionou com o acolhimento e a dedicação dos profissionais que a acompanharam ao longo do tratamento. “Nesse período, morando no hospital, fui muito bem-assistida em todo o processo da doença. Nunca me faltou nada. Hoje estou curada da leucemia e fazendo acompanhamento com a equipe no HBDF". A enfermeira Thalyta de Paula é hoje uma das colaboradoras do IgesDF. Ela trabalha na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Recanto das Emas. Diagnóstico e tratamento O diagnóstico precoce é essencial para garantir melhores resultados no tratamento. Isso porque, a leucemia, por ser uma doença de progressão rápida, pode causar complicações graves, como infecções, falência de órgãos e sangramentos em áreas sensíveis, como o cérebro e os pulmões. Hospital de Base hospital atende, em média, 100 novos casos de leucemia aguda por ano e oferece acompanhamento especializado | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Na rede pública de saúde do Distrito Federal, há serviços especializados para o diagnóstico e o tratamento de leucemia. O Hospital de Base é referência de doenças oncohematológicas – tipos de câncer que comprometem a formação e o funcionamento das células sanguíneas. Além de atender pacientes de todo o Distrito Federal, a unidade também recebe os das cidades que compõem a Região Integrada de Desenvolvimento do DF e Entorno (Ride). Administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF), o serviço especializado oferece todos os exames necessários para diagnóstico, acompanhamento e transfusão de sangue. Os pacientes são acompanhados desde o início da doença e recebem todo o suporte necessário para o encaminhamento ao transplante de medula óssea, quando indicado. [LEIA_TAMBEM]Segundo o chefe de Hematologia e Hemoterapia do Hospital de Base, Luiz Henrique Athaides Ramos, a leucemia é um tipo de câncer que não faz distinção de idade, afeta crianças e adultos em todo o mundo. O médico destaca que anualmente, o hospital atende em média 100 novos casos de leucemia aguda, sendo que ao longo dos últimos anos foram quase mil registros. “Todos os dias enfrentamos o desafio de tratar pacientes com diagnósticos de leucemia, uma batalha contra o tempo em busca do tratamento adequado. A jornada do paciente envolve quimioterapia e, muitas vezes, o transplante de medula óssea que se apresenta como a melhor esperança de cura. Mas nem sempre há doadores disponíveis”, alerta o especialista. Fatores de risco No Brasil, a leucemia ocupa a décima posição entre os tipos de câncer mais frequentes. Entre 2023 e 2025, estima-se que ocorram mais de 11,5 mil novos casos da doença por ano, o que representa 5,33 casos a cada 100 mil habitantes. Os fatores de risco para a leucemia são semelhantes aos de outros tipos de câncer e doenças graves, estando relacionados tanto a hábitos de vida quanto a fatores genéticos e mutações aleatórias. Entre os principais sintomas estão os causados pela anemia, como fadiga intensa, além de sinais associados à baixa imunidade e à queda na contagem de plaquetas, como infecções recorrentes, sangramentos e dores no corpo. *Com informações do IgesDF
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Primeira edição do Defensoria Longevidade oferece serviços à população idosa do DF
A primeira edição do projeto Defensoria Longevidade, promovido pela Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF), contará com atendimento especializado à população idosa em situação de vulnerabilidade. A ação ocorrerá nesta sexta-feira (13), das 9h às 15h, no Nuclão - Setor Comercial Norte, Quadra 1, Bloco G, Loja 1, Edifício Rossi Esplanada Business, próximo ao Hospital Regional da Asa Norte (Hran). O objetivo é oferecer atendimento a pessoas idosas, especialmente aquelas em situação de risco e vulnerabilidade social, nas áreas jurídica, social, habitacional e de saúde, entre outras. Também haverá distribuição de vouchers para sessões de cinema, atividades de inclusão digital e ações voltadas à autoestima. Arte: DPDF Para a subdefensora pública-geral e coordenadora do evento, Emmanuela Saboya, a iniciativa representa um passo importante na promoção dos direitos da pessoa idosa: “Estamos comprometidos com um atendimento sensível e eficaz, que enxergue as diversas necessidades sociais daqueles que envelhecem em contextos de vulnerabilidade. A proposta vai além da prestação de serviços jurídicos, contribuindo para o bem-estar com ações voltadas à autoestima, inclusão social e valorização da cidadania. É um olhar ampliado sobre os direitos da longevidade”. Serviços oferecidos DPDF · Mediação e conciliação · Orientação jurídica e iniciais de família, saúde e consumidor · Exames de DNA gratuitos · Atendimento psicossocial BRB · Cadastro no BRB Mobilidade · Solicitação e cobrança de segunda via do Cartão Mobilidade Caixa Econômica Federal · Consulta · Desbloqueio dos aplicativos Caixa Tem e FGTS · Emissão de boletos e de cartões (social, poupança e conta corrente) · Consulta ao PIS e ao FGTS · Renegociação de dívidas Caesb · Distribuição de água potável · Negociação e renegociação · Alteração de titularidade · Suspensão e religação do fornecimento · Revisão de conta · Agendamento de atendimento [LEIA_TAMBEM]Escola de Barbeiros Roberto Ramos · Corte de cabelo feminino e masculino · Barba UDF · Apoio a atividades de inclusão digital Instituto Sabin · Vouchers para exames laboratoriais Secretaria da Pessoa com Deficiência (SEPD-DF) · Cadastro e carteiras de identificação para pessoa com deficiência e TEA · Solicitação do Cartão de Identificação da Pessoa com Deficiência · Orientações sobre Passe Livre PcD e concessão de BPC (Benefício de Prestação Continuada) Secretaria de Educação (SEEDF) · Programa Ginástica nas Quadras · Oferta de educação Secretaria de Saúde (SES-DF) · Multivacinação Secretaria da Mulher (SMDF) · Orientações sobre violência doméstica · Distribuição de cartilhas e impressos · Divulgação de canais de denúncia · Informações sobre programas e projetos (empreendedorismo, empoderamento, diversidade) Defensoria Pública da União (DPU) · Orientações jurídicas previdenciárias e trabalhistas · Passe Livre interestadual Secretaria de Economia (Seec-DF) · Orientações sobre serviços da Receita, com foco em isenção de IR para aposentados e pensionistas com doenças graves Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) / CDI · Programa Viver 60+ · Atividades de mobilidade: alongamento, relaxamento e dança Kinoplex / Cine Brasília · Vouchers para sessões de cinema Central do Idoso (TJDFT) · Orientação, atendimento e encaminhamento de proteção à pessoa idosa Instituto Corpo e Mente · Reflexoterapia para distúrbios físicos e emocionais Creas Migrantes · Atendimento e orientação multilíngue Escola Nacional de Acupuntura (Enac) · Auriculoterapia · Ventosaterapia Fundação Regional de Assistência Oftalmológica · Vouchers para consulta ambulatorial (dez vagas) · Verificação de grau e pressão ocular · Distribuição de colírios para olhos secos Fios da Diversidade · Design de sobrancelhas Polícia Civil (PCDF) · Apoio psicossocial às vítimas de violência e seus familiares Centro Presbiteriano Idade e Experiência (CPIE) · Serviços voltados ao bem-estar da pessoa idosa Codhab · Regularização e inscrição em programas habitacionais. *Com informações da Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF)
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Dia Nacional da Redução da Mortalidade Materna reforça a importância do pré-natal e do cuidado especializado
Tawini Pontes, 31 anos, está grávida de 35 semanas e internada pela quinta vez no Hospital Regional de Santa Maria por conta de infecção urinária, diabetes e pressão alta. Essa é a oitava gestação dela, que já teve três abortos. No ano passado, a paciente estava no interior do Nordeste e, devido a um pré-natal sem o acompanhamento devido, acabou perdendo o bebê com 37 semanas de gestação. Condições prévias, caso a gestante tenha diabetes ou hipertensão, por exemplo, pedem consultas mais frequentes ao obstetra e, a depender da doença, o acompanhamento também do especialista | Fotos: Divulgação/IgesDF A gravidez de Tawini é de alto risco e ela recebe atendimento especializado no hospital administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Hoje, a paciente faz parte de estatísticas mundialmente positivas no acompanhamento médico das gestantes. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre 2000 e 2023, o acesso a cuidados pré-natais aumentou 21%. A presença de profissionais qualificados no momento do parto cresceu 25%, e os cuidados no pós-natal subiram 15%. Esses indicadores mostram que ações para redução da mortalidade materna são cada vez mais frequentes em muitos países, incluindo o Brasil. Nesta quarta-feira (28) é celebrado o Dia Nacional da Redução da Mortalidade Materna. A data foi criada para alertar a sociedade sobre a importância de debater o tema e promover políticas públicas de assistência e acolhimento que garantam o bem-estar da mãe e do bebê. A mortalidade materna é considerada aquela que ocorre durante a gravidez, o parto ou até 42 dias após a mulher dar à luz. Segundo dados da OMS, cerca de 260 mil mulheres perdem a vida todos os anos em razão da gravidez ou do parto. Muitas dessas mortes são preveníveis ou tratáveis com uma boa assistência médica durante a gestação. Atendimento de alto risco no HRSM Com um ambulatório voltado para a gestação de alto risco, o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) é referência na região de Saúde Sul e Entorno do DF para o cuidado na linha materno-infantil. A ginecologista e obstetra Rafaella Torres atende as pacientes de alto risco e esclarece que um pré-natal bem feito garante a saúde e a segurança da mãe, o bom desenvolvimento do bebê e um encontro tranquilo dos dois durante o parto. "Estou sendo acompanhada por uma equipe muito bem-preparada e criteriosa nos detalhes. Apesar do medo, tenho mais confiança de que vai dar tudo certo", diz Tawini Pontes, que realizou 18 consultas no ambulatório de gestação de alto risco do HRSM Segundo a médica, um pré-natal de alto risco se refere ao acompanhamento que será feito de uma gestante que tem uma doença pré-existente ou que surge durante a gravidez. Isso sugere que essa seja uma gravidez de risco. Assim, há três condições para um pré-natal de risco: as mulheres com doenças crônicas prévias à gestação, aquelas que tiveram uma gestação anterior de alto risco e aquelas que identificam, no curso da gravidez, uma condição ou doença que vai oferecer risco para ela e a para o bebê. “No primeiro caso, se enquadram mulheres que sofrem de hipertensão arterial, diabetes, lúpus, doenças psiquiátricas, obesidade grave, doenças neurológicas ou cardíacas, ou infecções crônicas, como Hepatite e HIV”, informa. As pacientes com essas condições devem compartilhar com seu especialista o desejo de engravidar, antes de interromper o método anticoncepcional. Dessa forma, o médico que a acompanha, como cardiologista, neurologista, infectologista, reumatologista ou outro especialista, já deve alinhar com o obstetra, as medicações e condutas que devem ser tomadas antes da concepção e durante a gestação. Para o segundo grupo, Rafaella explica que é recomendado o acompanhamento de alto risco quando houver uma gravidez anterior com histórico de hipertensão, diabete gestacional, abortos de repetição e descolamento prévio da placenta, por exemplo. “Tudo isso deve ser observado pelo obstetra para colocar essa futura mamãe sob um olhar mais criterioso. E ainda, se no decorrer da gestação acontecer um quadro de diabetes que não existia antes, ou a descoberta da pré-eclâmpsia, bem como ter uma infecção viral ou bacteriana, o obstetra mudará o olhar para essa grávida e ela se tornará uma gestante de alto risco”, afirma. A depender dessas três classificações – e outras que possam ser diagnosticadas pelo médico no início ou no decorrer da gravidez – a avaliação pré-natal será diferente de uma avaliação normal. [LEIA_TAMBEM]A obstetra exemplifica com o caso de uma gestante diabética, que pode ter que fazer mais consultas do que uma mulher sem essa condição. De acordo com a especialista, um pré-natal normal tem uma consulta por mês, começando o mais cedo possível, até a 32ª semana. A partir daí e até a 36ª semana, uma consulta a cada 15 dias e depois, até o parto, uma consulta semanal. São mais do que as seis consultas mínimas preconizadas pelo SUS. “Condições prévias pedem consultas mais frequentes ao obstetra e, a depender da doença, o acompanhamento também do especialista. Avaliações laboratoriais e de imagem podem ser solicitadas em maior número para saber se o bebê está sofrendo com a condição da mãe”, explica. Pré-natal rigoroso Tawini Pontes faz o pré-natal desde o começo da gravidez no HRSM. Ao todo, a gestante realizou 18 consultas no ambulatório de gestação de alto risco do hospital e se sente menos apreensiva para a chegada da filha Maria Tereza. “Segura a gente nunca fica totalmente, porque tenho tido picos de pressão alta, e as taxas da diabetes estão altas, mas estou sendo acompanhada por uma equipe muito bem-preparada e criteriosa nos detalhes. Apesar do medo, tenho mais confiança de que vai dar tudo certo e minha filha nascerá bem”, relata. O parto de Tawini está marcado para ser realizado até o dia 10 de junho, com no máximo 37 semanas de gestação. A paciente fará a cirurgia de laqueadura, pois já tem três filhos com 14, 9 e 5 anos, respectivamente. A ginecologista e obstetra Rafaella Torres destaca que um pré-natal bem planejado e criterioso proporciona mais segurança para a saúde da mãe e do bebê, além de garantir maior tranquilidade para a equipe que atuará no momento do parto. “Assim que a gravidez for confirmada, a gestante deve procurar imediatamente atendimento na Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência. Caso seja identificada uma gestação de alto risco, a paciente será encaminhada para acompanhamento em uma unidade hospitalar de referência, como HRSM”, reforça a médica. *Com informações do IgesDF
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Patrocinador máster da AgroBrasília 2025, BRB lança pacote de valor especial para produtores rurais
O BRB reafirma sua forte atuação no setor agropecuário como patrocinador master da AgroBrasília 2025, o maior evento de agronegócio do Planalto Central. A feira começou nesta terça-feira (20) e vai até o próximo sábado (24), no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci (PAD-DF). O banco conta com três estandes exclusivos, equipe especializada e um pacote de valor com condições diferenciadas para atender produtores rurais de todos os portes. O BRB disponibiliza um portfólio completo de seguridade voltado ao setor agro, com seguros agrícola, pecuário, paramétrico, empresarial e para máquinas e equipamentos, além de consórcio para veículos pesados | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Presente historicamente no evento, o BRB mais uma vez amplia sua atuação estratégica no setor agrícola, reconhecendo o agronegócio como um dos pilares da economia nacional. “A AgroBrasília é um espaço essencial de negócios, troca de conhecimento e valorização do produtor rural. Participar como patrocinador máster é reafirmar nosso compromisso com o desenvolvimento do setor no DF e em todo o país”, destaca o presidente do banco, Paulo Henrique Costa. Durante a feira, os clientes terão acesso a um pacote especial que inclui financiamento de até 100% da proposta, possibilidade de utilizar os Contratos de Concessão de Uso dos Imóveis Rurais do DF (CDU e CDRU) como garantia, dispensa de projeto técnico para aquisição de máquinas e equipamentos para clientes da carteira e financiamento do prêmio do seguro rural. O BRB também disponibiliza um portfólio completo de seguridade voltado ao setor agro, com seguros agrícola, pecuário, paramétrico, empresarial e para máquinas e equipamentos, além de consórcio para veículos pesados. [LEIA_TAMBEM]Clientes que adquirirem o cartão de crédito BRB Dux durante a feira terão isenção de anuidade por três meses. Também será possível contratar seguros com até 30% de desconto e aderir aos consórcios com taxa de administração promocional de 12,9% e parcelas reduzidas em até 50%. Além disso, será possível contratar instrumentos de hedge, para proteção contra variações de preço de commodities, e aproveitar as taxas especiais para aplicações em CDB, LCI e LCA do BRB, por meio da plataforma de investimentos do banco. Os estandes do BRB estarão organizados para oferecer um atendimento especializado e segmentado. Um deles será voltado ao atendimento de produtores familiares, outro a médios e grandes produtores, com foco na carteira de crédito rural, especialmente nos produtos de investimento agrícola para aquisição de máquinas e equipamentos. O terceiro espaço estará no novo Ambiente de Inovação e Tecnologia (Aitec), uma das grandes novidades da edição 2025 da AgroBrasília. Com 1.200 m², o Aitec abrigará a Vila Startups, arenas para drones e uma programação voltada a inovações tecnológicas, sustentabilidade e temas globais como mudanças climáticas e aumento da demanda por alimentos. Durante o evento, o BRB também promove uma série de palestras exclusivas para os visitantes e clientes da feira, proporcionando uma experiência única de troca de conhecimento. A programação inclui um momento dedicado à apresentação dos diferenciais do cartão BRB Dux, voltado ao público que busca soluções financeiras premium. Outro destaque será a exposição das oportunidades oferecidas pela plataforma de investimentos do banco, com foco em estratégias de proteção e rentabilidade voltadas ao produtor rural. A AgroBrasília 2025, com o tema “Agro, oportunidade para todos”, chega à 16ª edição consolidada como um dos principais eventos do agronegócio nacional. Em 2024, a feira recebeu 175 mil visitantes, movimentou R$ 5 bilhões em negócios, contou com 592 expositores e registrou um investimento de R$ 20 milhões em infraestrutura. A expectativa deste ano é de superar esses números, ampliando ainda mais o impacto positivo sobre o setor rural do Distrito Federal e de todo o país. A entrada é gratuita. *Com informações do BRB
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