Resultados da pesquisa

comércio

Thumbnail

Comércio se mantém como segundo maior empregador do Distrito Federal

O setor de comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas consolidou-se como o segundo maior empregador do Distrito Federal ao longo do período analisado pelo boletim Trabalho no Comércio do Distrito Federal 2024, elaborado pelo Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A publicação analisa a evolução da ocupação no setor entre 2011 e 2024, abordando indicadores como participação na estrutura ocupacional, remuneração, jornada de trabalho, formas de inserção e cobertura previdenciária. Os dados mostram que, em 2024, o comércio reunia 218 mil trabalhadores, o equivalente a 16,2% da população ocupada do Distrito Federal. Ao longo dos 14 anos analisados, a participação do setor na estrutura ocupacional passou de 18,5% para 16,2%, enquanto o número total de pessoas ocupadas no Distrito Federal cresceu 11,6%. No mesmo período, o comércio registrou redução de 2,7% no contingente de ocupados, em um contexto marcado pela Reforma Trabalhista, pela pandemia de Covid-19 e por mudanças nos hábitos de consumo e no comportamento social. O estudo também identifica mudanças na composição interna do setor. O comércio de produtos alimentícios, bebidas e fumo, supermercados, hipermercados, comércio ambulante e feiras ampliou sua participação na ocupação do segmento, passando de 33,5% para 37,6% entre 2011 e 2024. O comércio e reparação de veículos automotores e combustíveis também aumentou sua participação, de 16,5% para 19,3%. Em contrapartida, houve redução na participação dos segmentos de tecidos, vestuário, calçados e artigos de viagem, além do comércio de produtos farmacêuticos, médicos, cosméticos e perfumaria e do conjunto de outras atividades comerciais. A publicação analisa a evolução da ocupação no setor entre 2011 e 2024, abordando indicadores como participação na estrutura ocupacional, remuneração, jornada de trabalho, formas de inserção e cobertura previdenciária | Foto: Arquivo/Agência Brasília Na análise das condições de trabalho, o boletim aponta que os trabalhadores do comércio cumpriam, em média, jornada semanal de 45 horas em 2024, acima da média de 40 horas observada no conjunto dos ocupados do Distrito Federal. No mesmo ano, o rendimento médio mensal do setor foi de R$ 2.865, enquanto, entre 2011 e 2024, o rendimento médio real dos trabalhadores do comércio apresentou crescimento de 5,3%. A publicação também mostra que a principal forma de inserção dos trabalhadores no setor continua sendo o emprego assalariado no setor privado. Em 2024, 68,6% dos ocupados no setor do comércio estavam nesta condição, dos quais 58,3% possuíam carteira de trabalho assinada. A cobertura previdenciária alcançou 78,6% dos trabalhadores do comércio, percentual próximo ao observado para o conjunto dos ocupados do Distrito Federal. *Com informações do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF)

Ler mais...

Thumbnail

Operação Dia dos Namorados orienta comércio sobre direitos do consumidor

Entre segunda-feira (8) e esta sexta (12), a equipe de fiscalização do Procon-DF atuou na Operação Dia dos Namorados, ação voltada para a orientação do comércio e a prevenção de irregularidades em um dos períodos de maior movimentação econômica do primeiro semestre do ano. Ação contemplou centros comerciais, shoppings e ruas com estabelecimentos diversos do DF | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A operação teve como foco a verificação do cumprimento das normas de proteção e defesa do consumidor, especialmente no que se refere à publicidade de produtos e serviços, à clareza das ofertas, à correta exposição dos preços, às condições de pagamento e às informações obrigatórias que devem ser disponibilizadas aos consumidores de forma clara, adequada e ostensiva. “A transparência é um direito básico do consumidor e uma obrigação legal dos fornecedores” Samuel König, secretário do Consumidor do DF  As ações ocorreram em centros comerciais, shoppings e ruas tradicionais de comércio em diversas regiões administrativas do Distrito Federal. Durante as visitas, os fiscais também orientaram comerciantes sobre a necessidade de observância das disposições previstas no Código de Defesa do Consumidor, reforçando a importância da transparência nas relações de consumo e da prestação adequada de informações ao público. Vendas em alta O período que antecede o Dia dos Namorados costuma registrar aumento significativo nas vendas, especialmente nos segmentos de vestuário, calçados, joias, perfumaria, flores, chocolates e produtos eróticos, o que exige atenção redobrada tanto dos fornecedores quanto dos órgãos de fiscalização para garantir que os consumidores tenham acesso a informações corretas e possam realizar suas compras com segurança. [LEIA_TAMBEM]Aproximadamente 30 estabelecimentos comerciais foram vistoriados durante a operação. Desses, 25 receberam notificações para promover adequações relacionadas à exposição de preços em vitrines e produtos, correção de etiquetas, afixação de informações sobre formas de pagamento aceitas, além da divulgação clara das políticas de troca e demais informações essenciais exigidas pela legislação. Os estabelecimentos notificados terão o prazo de 30 dias para promover as adequações apontadas pela fiscalização. Após esse período, novas diligências poderão ser feitas para verificar o cumprimento das orientações expedidas. “Nosso objetivo é assegurar que o consumidor tenha acesso a informações claras e corretas no momento da compra”, afirma o secretário do Consumidor do DF, Samuel König. “A transparência é um direito básico do consumidor e uma obrigação legal dos fornecedores. Por isso, intensificamos as ações de orientação e fiscalização em períodos de grande movimentação comercial, promovendo um mercado mais justo e seguro para todos.”   *Com informações do Procon-DF

Ler mais...

Thumbnail

Shopping Popular vai se transformar em um mercadão

Um dia histórico para o Shopping Popular de Brasília: a governadora Celina Leão assinou nesta terça-feira (2) dois importantes documentos para a retomada do espaço como motor de comércio e cultura para o Distrito Federal. A chefe do Executivo local sancionou a lei que autoriza o Governo do Distrito Federal (GDF) a receber o imóvel da União, antiga proprietária do terreno, e firmou o contrato de cessão para os feirantes permissionários do shopping. Depois de passar anos praticamente abandonado, o imóvel passa agora à responsabilidade do GDF | Fotos; Tony Oliveira/Agência Brasília O imóvel, localizado no SAAN, próximo à antiga Rodoferroviária, agora está sob responsabilidade do GDF, após anos de abandono. O projeto que permitiu a transferência para o governo local prevê amplas reformas no espaço e implantação do novo Mercado Municipal, com comércio popular, economia solidária, agricultura familiar e espaços voltados à cultura e ao lazer. Durante a assinatura dos documentos, a governadora enfatizou: “Nós temos agora uma missão muito grande, que é tirar o sonho das pessoas do papel. É fazer disso aqui um mercadão de verdade, com gente comprando, produtos fresquinhos e restaurantes funcionando” Ao assinar os documentos, Celina afirmou que a doação permite ao GDF avançar na recuperação do espaço e na conclusão do projeto para o novo mercado. “Nós não podíamos fazer nenhuma intervenção física, nenhuma construção, porque essa área não era nossa”, lembrou. “Hoje recebemos a doação oficial, que nos dá a condição de fazer agora o Mercado Municipal. Nós temos agora uma missão muito grande, que é tirar o sonho das pessoas do papel. É fazer disso aqui um mercadão de verdade, com gente comprando, produtos fresquinhos, frutas fresquinhas e restaurantes funcionando”. Regularização “Há uma lista de reivindicações dos feirantes que precisam ser atendidas, para a gente poder realmente dar dignidade para os feirantes” Roberto Policarpo, superintendente do Patrimônio da União no DF A medida regulariza a destinação do espaço, fechado desde 2017, quando terminou o antigo termo de cessão. O imóvel integra o programa federal Imóvel da Gente, coordenado pela Secretaria de Patrimônio da União (SPU), que busca dar uso social a áreas e prédios federais ociosos ou subutilizados. O superintendente do Patrimônio da União no DF, Roberto Policarpo, destacou a importância do acordo entre GDF e governo federal: “Essa parceria vai, acima de tudo, resgatar a dignidade dos feirantes aqui do Shopping Popular. A gente sabe o quanto é importante ter as entregas que são necessárias, e o shopping vai ser resgatado, para que a gente possa dar vida ao shopping. Há uma lista de reivindicações dos feirantes que precisam ser atendidas, para a gente poder realmente dar dignidade para os feirantes”. O deputado distrital Ricardo Vale, vice-presidente da Câmara Legislativa, do DF, reforçou o papel dos parlamentares na fiscalização do projeto: “Eu fico à disposição para, enquanto Câmara Legislativa acompanhar todo esse processo. Eu falo em nome da Câmara Legislativa do Distrito Federal, de todos os deputados. Logo, logo a gente vai ter aqui um mercado central muito bonito, numa área extremamente importante. Todos os estados para os quais a gente viaja têm um mercado central. E aqui tem condições de virar um mercado central, uma referência, para o Distrito Federal. Então, vamos acompanhar, junto com o governo, junto com o governo federal. Vamos juntos”.   Doação com encargo O novo Mercado Municipal terá prazo estimado de execução de 36 meses. Pelo projeto, os atuais feirantes ocuparão 35% da área total do edifício. O restante da estrutura será destinado a gastronomia, atividades culturais, esportivas e de lazer. Parte do pavimento térreo será cedida ao Ministério do Trabalho e Emprego, que instalará no local um centro de formação voltado à economia popular e solidária. Carolina Gabas, secretária do Patrimônio da União: “O papel do governo federal foi formatar o contrato de doação com os encargos. Agora, o GDF vai fazer a licitação e garantir os feirantes que já investiram aqui” Segundo a secretária do Patrimônio da União, Carolina Gabas, a doação foi resultado de um processo de negociação para garantir a destinação social do imóvel e a permanência dos trabalhadores que atuam no local.  “A gente tem a certeza de que agora a nossa vida vai mudar. Eu imagino isso aqui cheio, um centro de referência e um ponto turístico de Brasília”   Edilene Fernandes, presidente da Associação do Shopping Popular  “Foi um processo longo, porque esse espaço estava parado desde 2017 e havia a reivindicação dos feirantes”, relatou. “A gente queria garantias do GDF de que as reformas seriam feitas, com a permanência de quem historicamente atua aqui e com valorização da economia popular e solidária. O papel do governo federal foi formatar o contrato de doação com os encargos. Agora, o GDF vai fazer a licitação e garantir os feirantes que já investiram aqui. Cabe à União monitorar e fiscalizar o cumprimento dessas obrigações.” Esperança dos permissionários Inaugurado em 2008, o Shopping Popular chegou a ter cerca de 1.500 boxes e foi criado para receber ambulantes e camelôs que trabalhavam principalmente na Rodoviária do Plano Piloto. Ao longo dos anos, no entanto, o espaço perdeu movimento, acumulou boxes fechados e deixou de receber intervenções estruturais após o fim da cessão. Cleonice de Jesus tem um estande no local: “Eu gostaria que todos viessem abrir seus boxes, limpassem seus espaços e atendessem os clientes com carinho. É disso que precisamo.”  Para quem tira o sustento do local, o momento é de resgate. Edilene Fernandes, a “Galega”, presidente da Associação do Shopping Popular, afirmou que as assinaturas representam a retomada da esperança para quem permaneceu no local. “Nós estávamos à espera de um milagre”, disse. “A gente tem a certeza de que agora a nossa vida vai mudar. Eu imagino isso aqui cheio, um centro de referência e um ponto turístico de Brasília. As assinaturas de hoje representam uma nova vida para o Shopping Popular. Os feirantes estão aqui há 18 anos, com muita dificuldade. A gente tem a certeza de que agora a nossa vida vai mudar. A gente espera que o governo entre com seriedade, identifique quem realmente quer trabalhar e dê destino aos blocos de quem não quer abrir. Também esperamos a presença de órgãos públicos aqui dentro, para trazer movimento.” [LEIA_TAMBEM]O sentimento de esperança é compartilhado pela feirante Cleonice Maria de Jesus, que atua no Shopping Popular há quase 19 anos. Para ela, a nova gestão precisa resolver problemas básicos da estrutura, como a falta de energia. “Nós não temos luz, precisamos pegar um gerador, que pagamos por dia de consumo, senão fica no escuro; e, no escuro, você não consegue vender nada, não consegue usar máquina de cartão, não consegue ver a mercadoria”, apontou.  “Os clientes estão sempre cobrando, porque está tudo abandonado”, detalhou a comerciante — que, com o baixo movimento, passou a abrir o box apenas três vezes por semana. “Eu gostaria que todos viessem abrir seus boxes, limpassem seus espaços e atendessem os clientes com carinho. É disso que precisamos.”  No corredor de Cleonice, apenas outra permissionária também resiste: Socorro Rocha, que também está no shopping desde 2008. “Acredito que agora pelo menos uma luzinha apareceu”, afirmou. “Só pode ser para melhorar. Para pior não pode ser, porque a gente sofre aqui. Vai ser maravilhoso e ajudar muita gente, tanto os que estão aqui dentro quanto os clientes. Vai chamar mais clientes para a gente”. 

Ler mais...

Thumbnail

Procon-DF orienta consumidores na hora das compras de Natal

A época mais movimentada do ano já se faz presente; e, com a proximidade do Natal e o aumento significativo das compras, há orientações para ajudar os consumidores do Distrito Federal a conhecer e exercer seus direitos. Confira a seguir as dicas que o Instituto de Defesa do Consumidor (Procon-DF) separou para ajudar a população na organização das compras de fim de ano. Compras presenciais e online Nas lojas físicas, o estabelecimento não é obrigado a trocar produtos sem defeito. No entanto, quando a troca é informada ou prometida no momento da compra, a oferta deve ser cumprida. Já nos casos de produtos com defeito, as lojas ou fornecedores têm até 30 dias para solucionar o problema. Caso isso não ocorra dentro do prazo, o consumidor pode optar pela troca do produto, restituição do valor pago ou abatimento proporcional do preço. As lojas físicas não são obrigadas a trocar presentes sem defeito, mas acordos firmados na hora da compra devem ser cumpridos | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Nas compras feitas pela internet, o consumidor tem o direito de desistir da compra em até sete dias, sem necessidade de justificativa. Outro ponto de atenção é o prazo de entrega, que deve ser rigorosamente cumprido, especialmente em datas comemorativas. Em caso de atraso, o consumidor pode escolher entre cancelar a compra com reembolso, manter o pedido ou receber um produto equivalente. É importante, ainda, lembrar sempre de checar a procedência do site, se é o oficial da loja, e verificar se há o pequeno cadeado no endereço da página, para se resguardar de golpes e fraudes digitais. Atenção aos prazos O Procon orienta que o consumidor salve prints do prazo de entrega informado no momento da compra, já que esses registros servem como prova. Para presentes com data fixa, como o dia 24 de dezembro, é importante deixar claro que a entrega está condicionada à data. A justificativa de alto volume de pedidos não afasta a responsabilidade da empresa. Luiz Pessatto: “Eu nunca extrapolo, sei quanto eu tenho de orçamento para também não botar o carro na frente dos bois" Na aquisição de cartões-presente, o consumidor deve verificar as condições de uso. A validade precisa ser razoável, geralmente entre seis e 12 meses, visto que prazos muito curtos podem ser considerados abusivos. Também é necessário observar se há cobrança de taxa de ativação, se o cartão pode ser utilizado tanto em lojas físicas quanto no ambiente online e quais são as regras para o saldo remanescente. Em casos de perda ou extravio, é recomendável confirmar se a loja permite nova emissão mediante apresentação do comprovante de compra. O diretor de fiscalização do Procon-DF, Rafael Oliveira, reforça que, em caso de problemas, o consumidor deve procurar primeiro o lojista. Se não houver solução, é possível buscar a mediação do Procon ou registrar denúncia para que a fiscalização seja acionada. Os atendimentos podem ser feitos pelo site do órgão, pelo telefone 151 ou em um dos dez postos físicos disponíveis no DF. Planejamento antecipado [LEIA_TAMBEM]Uma das principais orientações para esta época é que, diante do aumento das compras iniciado ainda na Black Friday e que se estende até o Natal, o consumidor planeje o orçamento, fique atento às condições de parcelamento, aos prazos de troca e entrega e adote cuidados redobrados, principalmente nas compras online. O diretor do Procon alerta sobre a importância dessa observação: “Quem compra uma coisa no começo de novembro, por exemplo, precisa se atentar ao prazo, porque às vezes vai dar o presente só no Natal e já venceu o período de troca do produto.” O empresário Luiz Pessatto, de 29 anos, conta que costuma se antecipar nas compras. “Geralmente eu tento comprar antes, e só em último caso compro uma coisinha aqui e ali perto do Natal, porque às vezes as empresas fazem promoções que até compensam”, conta. Luiz ressalta que o planejamento financeiro é fundamental para evitar surpresas na fatura de janeiro: “Eu nunca extrapolo, sei quanto eu tenho de orçamento para também não botar o carro na frente dos bois.” Para evitar estresse, Nilda Vitor de Holanda aposta na antecedência das compras de presentes de Natal Já a secretária Nilda Vitor de Holanda, 40, admite que nem sempre se organiza com antecedência e às vezes passa por situações de estresse, como a vez que perdeu o prazo de troca: “Já aconteceu, mas foi um deslize meu. A data também exige mais atenção ao consumo e eu deixo tudo para última hora.” A aposentada Graça Carvalho, de 74 anos, diz que prefere comprar com antecedência e evitar compras online. “Eu vou a algumas feiras temáticas que ocorrem vez ou outra e já vou comprando com antecedência. Não realizo compras pela internet por receio de golpes, tenho muito medo. Mas sei que nessas horas o Procon é imprescindível, um aliado do cidadão.” Para ela, presentear também é uma linguagem do amor e os presentes devem ter significado. “Eu não dou por dar o presente, sabe? Acho que tem que ser pensado, tanto na utilidade quanto no carinho.”

Ler mais...

Thumbnail

Procon-DF orienta consumidores para compras seguras na Black Friday

Após se estabelecer no Brasil como uma data referência em compras e promoções, a dinâmica da Black Friday mudou. Agora, setores fora do comércio tradicional também divulgam as promoções, principalmente on-line. É possível encontrar promoções de cursos, mentorias, produtos digitais, entre milhares de possibilidades. As promoções se estendem por todo mês de novembro e, por vezes, em datas específicas nos diferentes setores, não somente na tradicional última sexta-feira de novembro. Pessoas físicas e o comércio informal também anunciam promoções e, diante deste cenário, o Procon-DF orienta os consumidores a redobrar a atenção durante as compras. Procon-DF orienta os consumidores a redobrar a atenção durante as compras | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Dicas para compras físicas: - Monitore os preços. Observe o preço médio do produto antes das promoções para se certificar de que o desconto é verdadeiro. O anúncio deve indicar o preço anterior, o desconto real e o prazo de validade da promoção; - A publicidade deve ser clara e verdadeira. Guarde o folheto ou a imagem da tela do computador com a demonstração do produto, valor, e também com informação do link, nome da loja, data e hora em que foi feita a pesquisa. Dessa forma, é possível verificar se a oferta realmente foi cumprida; - Avalie o seu orçamento e não se iluda com a “oportunidade única”. O comércio eventualmente realiza liquidações, principalmente, após as festas de fim de ano. Assim, se não puder gastar na Black Friday, tudo bem. Haverá outra oportunidade em breve; - Promoção não elimina garantia. Mesmo em liquidação, o produto tem garantia legal de 90 dias (duráveis) ou 30 dias (não duráveis); - Guarde a nota fiscal e os comprovantes da compra. Desta forma, você se protege em eventuais problemas com o produto; - Evite o comércio informal e fuja da pirataria. Lojas informais são mais difíceis de rastrear caso tenha problemas com a compra e produtos ilegais não passam por controle de segurança, podendo causar prejuízos ao consumidor. Dicas para compras on-line: - Confira se o site é verdadeiro. Verifique o CNPJ da empresa, endereço físico e selos de segurança do site (“https://” e cadeado). Sites falsos costumam ter erros de digitação ou domínios genéricos; - Verifique se a loja on-line tem um SAC (serviço de Atendimento ao Consumidor). Caso precise tirar dúvidas ou reclamar, é importante saber este contato; - Leia as avaliações de outros consumidores. Pesquise sobre a loja no google, no Procon, e em sites como o “Reclame Aqui”; - Desconfie de pagamento só via Pix ou boleto. Dê preferência a meios com rastreabilidade e possibilidade de cancelamento; - Desconfie de preços muito baixos, eles são um forte indício de fraude; - O consumidor tem direito de arrependimento em compras on-line. Em até sete dias após o recebimento do produto, o consumidor pode desistir da compra, sem a necessidade de justificativa; - O fornecedor é responsável por cumprir o prazo de entrega prometido. Se atrasar, você pode exigir cumprimento, outro produto equivalente ou cancelar o pedido sem custo. O Procon orienta que o consumidor que se sentir lesado ou tiver problemas nas compras durante a Black Friday, como descumprimento à oferta, publicidade enganosa, atrasos na entrega, entre outros, registre queixa nos dos postos de atendimento do Procon ou on-line ou pelo site do Procon.  *Com informações do Procon-DF

Ler mais...

Thumbnail

Equipes iniciam concretagem e instalação de bloquetes nas novas calçadas da W3 Norte

A região das quadras 700, na Asa Norte, passa por uma ampla reforma das calçadas que dão acesso aos comércios locais, com foco em acessibilidade, reorganização dos estacionamentos e paisagismo. Atualmente, os trabalhos estão na fase final de concretagem das calçadas e na preparação do leito para o assentamento dos bloquetes de estacionamento. O serviço, de acordo com a Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF), integra a reforma da W3 Norte, no trecho das quadras 713 a 716, com investimento de R$ 4,25 milhões. A construção de 42 mil m² de calçadas acessíveis faz parte do pacote de obras | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília Entre as principais intervenções estão a construção de 42 mil m² de novas calçadas acessíveis e 17 mil m² de áreas verdes e paisagismo, além da criação de 1.368 vagas para veículos, 229 para motos e 135 para bicicletas. O projeto inclui ainda o plantio de 226 novas árvores, a instalação de travessias elevadas e rampas de acessibilidade, o uso de pavimento intertravado para melhorar a drenagem superficial e a reorganização dos estacionamentos, com o rebaixamento das calçadas comerciais. Segundo o engenheiro da SODF responsável pela obra, Adoney de Jesus, parte da intervenção abrange ajustes de acessibilidade e melhorias no acesso às lojas. “Readequamos todas as calçadas onde não havia passagem para cadeirantes, rebaixamos os anéis e adaptamos as rampas”, relata. “Também reorganizamos os acessos para facilitar o carregamento de mercadorias e o trânsito de veículos de manutenção, já que algumas lojas trabalham com serviços automotivos”. [LEIA_TAMBEM]Adoney explica que o trabalho de drenagem também foi reforçado, especialmente com a adoção de pavimento intertravado: “Antes, o asfalto comum fazia a água acumular e dificultava o escoamento. Agora, com o piso intertravado, a permeabilidade melhora, e a água infiltra com mais facilidade, reduzindo o risco de alagamentos”. Impacto A comerciante Rita da Silva acompanha os trabalhos: “Vai ficar bem melhor, esteticamente falando.  As expectativas são boas, e a gente torce para que tudo fique pronto logo” Uma das reclamações mais frequentes de comerciantes e pedestres é a falta de iluminação pública. Segundo Adoney, o problema da escuridão na região já está sendo monitorado e acompanhado de perto. “À medida que a obra avançava e as valas foram abertas, houve muito furto de fiação, inclusive de semáforos, o que deixou alguns trechos sem luz”, lembra. “Entramos em contato com a CEB [Companhia Energética de Brasília], que fez os reparos, mas os furtos se repetiam. A 716 Norte foi a que mais sofreu com isso. Felizmente, nas últimas semanas, conseguimos resolver boa parte dessas ocorrências”. A comunicação com os lojistas tem sido constante. Dona de um brechó na 715 Norte, Rita Regina da Silva, 54 anos, conta que o movimento caiu desde o início das obras, mas acredita que o resultado final vai compensar o transtorno. “Vai ficar bem melhor, esteticamente falando”, afirma. “Não vai ser só a calçada, vai ter paisagismo e drenagem. Aqui, quando chove, vira uma piscina. Então, essas melhorias são necessárias. As expectativas são boas, e a gente torce para que tudo fique pronto logo”. Outro comerciante da quadra, Fernando Freitas, 48, encara com naturalidade a movimentação das equipes. “É barulhento, mas faz parte”, aponta. “Não existe construção sem isso. Com o paisagismo e as calçadas novas, vai atrair mais clientes, com certeza. Aqui alagava muito, ficava tudo cheio de água, as cadeiras boiando. Acho que agora isso vai mudar”.  

Ler mais...

Thumbnail

Distrito Junino 2025 movimenta R$ 10 milhões e consagra maior circuito de quadrilhas do Centro-Oeste

O Distrito Junino 2025 consolidou-se como o maior circuito de quadrilhas juninas do Centro-Oeste e um dos mais relevantes do Brasil, movimentando a cultura popular e a economia criativa do Distrito Federal. A iniciativa é da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), em parceria com o Instituto Ser Nordestino, com a parceria de mídia do Portal Metrópoles e da TV Globo, como emissora oficial. Com mais de 40 dias de programação, Distrito Junino reuniu públicos de todas as idades; encerramento será neste fim de semana | Foto: Divulgação/Secec-DF Com investimento recorde de R$ 10 milhões do Governo do Distrito Federal (GDF) – o maior já destinado ao movimento junino na história do DF –, o evento percorreu nove regiões administrativas e uma cidade do Entorno durante 41 dias de programação, reunindo famílias inteiras em 14 etapas festivas. “Este é o maior projeto junino do Centro-Oeste, feito com planejamento e parceria, e que comprova o compromisso do GDF com a valorização da nossa cultura” Claudio Abrantes, secretário de Cultura e Economia Criativa Ao todo, 63 quadrilhas juninas do DF e Entorno se apresentaram, registrando 261 exibições ao longo do circuito. Cada grupo subiu ao palco, no mínimo, quatro vezes, garantindo protagonismo e visibilidade inédita ao movimento junino. O evento contou com 52 artistas locais, reforçando a valorização da produção cultural da capital. Bons resultados Além do impacto artístico, o Distrito Junino 2025 gerou resultados econômicos expressivos: quatro mil empregos diretos e dois mil indiretos, envolvendo quadrilheiros, produtores culturais, artesãos, comerciantes, costureiras, cenógrafos e prestadores de serviços. Outro marco será o lançamento de edital de premiação, com aporte de R$ 2,25 milhões às quadrilhas juninas contempladas, consolidando a relevância do projeto. “O Distrito Junino 2025 é um divisor de águas para a cultura popular do DF”, reforça o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes. “Estamos falando de mais de 110 mil pessoas no circuito, de milhares de trabalhadores envolvidos e de um investimento histórico que movimentou a economia criativa. Este é o maior projeto junino do Centro-Oeste, feito com planejamento e parceria, e que comprova o compromisso do GDF com a valorização da nossa cultura.” Encerramento na Esplanada  [LEIA_TAMBEM]O Distrito Junino 2025 encerra a temporada na sexta (29) e no sábado (30), na Esplanada dos Ministérios, com entrada gratuita mediante retirada de ingressos pela plataforma Sympla. As apresentações das quadrilhas vencedoras serão acompanhadas por shows nacionais. Na sexta-feira, sobem ao palco Natanzinho Lima e Flávio José. Já no sábado, o público poderá dançar ao som de Wesley Safadão, Chambinho do Acordeon e George Henrique & Rodrigo. Para o titular da Secec-DF, o encerramento do circuito será mais do que uma grande festa para todos os brasilienses. “É um momento importante para celebrarmos toda a potência e força do movimento junino e da cultura nordestina, que é tão nossa também”, comemora.  Ingressos podem ser adquiridos nesta plataforma. Serviço / Distrito Junino 2025  ♦ Sexta-feira (29) 18h – Abertura dos portões 19h – Toin do Forró 19h30 – Junina Filhos do Sol 20h – Junina Santo Afonso 20h30 – Junina Formiga da Roça 21h – Show Natanzinho Lima 22h45 – Junina Sanfona Lascada 23h30 – Show Flávio José ♦ Sábado (30) 17h – Abertura dos portões 17h15 – Trio Asa Branca 18h – Chambinho do Acordeon 19h15 – Junina Rasga o Fole 19h45 – Junina Si Bobiá a Gente Pimba 20h – Show George Henrique & Rodrigo 21h45 – Junina Sabugo de Milho 22h15 – Junina Arroxa o Nó 22h45 – Junina Pau Melado 23h30 – Wesley Safadão.   *Com informações da Secec-DF

Ler mais...

Thumbnail

Avanço na infraestrutura do Jardim Botânico impulsiona comércio e desenvolve a economia local

Com obras e equipamentos públicos que melhoram a mobilidade e garantem mais qualidade de vida, o Jardim Botânico vive um momento de crescimento, com avanços na infraestrutura que têm impulsionado o comércio, atraído investimentos e fortalecido a economia local. Como resultado, desde 2024 mais de 2 mil novas empresas foram abertas na cidade. Entre as obras mais recentes do Governo do Distrito Federal (GDF) que levaram oportunidades de desenvolvimento ao Jardim Botânico, estão a duplicação da DF-001 e da DF-140, a construção do novo viaduto, a eficientização da iluminação pública em diversos bairros, a construção de mais de 7 km de calçadas e pavimentação da Rua Nacional (ligando a Vila do Boa à Avenida do Sol) e da Rua da Mata. O aumento da população urbana do Jardim Botânico aparece nos dados da Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (PDAD). Em 2024, eram mais de 75 mil pessoas, enquanto a PDAD 2021 registrou cerca de 53 mil pessoas morando na região administrativa. Com isso, cada vez mais obras para melhorar a infraestrutura chegaram para a comunidade. Entre as obras mais recentes do Governo do Distrito Federal (GDF) que levaram oportunidades de desenvolvimento ao Jardim Botânico, está a duplicação da DF-001 | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Na região também foram instalados 106 abrigos de passageiros e houve a regularização de condomínios, além da implantação da adutora da CAESB, Água Legal 100%, Esgoto Legal 100% e Iluminação Pública 100% no Bairro João Cândido. A região administrativa contou, ainda, com o lançamento de quatro escolas - uma já entregue, duas em fase final de obras e uma em construção –, além da implantação da UBS no Jardins Mangueiral, o reforço de segurança com mais 60 policiais para o Jardim Botânico e a construção de novos estacionamentos públicos. Todas essas entregas feitas na gestão Ibaneis Rocha levam o governador a lembrar e reforçar que as cidades devem ser pensadas não apenas para o presente, mas com um olhar para os próximos 20 anos, 30 anos. “Um dos grandes problemas que tivemos quando assumimos o governo foi que Brasília não era pensada para o futuro, e sim para trás, criando problemas para as pessoas. Nós estamos pensando em Brasília para 20, 30, 40, 50 anos. O desenvolvimento da nossa cidade tem que ser pensado assim, com projetos necessários para manter a infraestrutura da nossa cidade em funcionamento”, declarou Ibaneis Rocha.   Potencial econômico Com a cidade recebendo mais infraestrutura a cada dia é natural que os investimentos privados cresçam. E assim tem sido com o Jardim Botânico, com a abertura de mais de 2 mil empresas em 2024. Segundo o  secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet), Thales Mendes, o resultado é reflexo direto dos investimentos que o GDF têm feito em infraestrutura e melhoria do ambiente de negócios. “Nosso compromisso é continuar apoiando o empreendedor local, gerando emprego e fortalecendo a economia em todas as regiões administrativas”, acentuou. Opinião semelhante tem a administradora interina da região administrativa, Sandra Bastos. “Reflete diretamente o momento de expansão que nossa cidade vive, resultado dos avanços na regulamentação da legislação de regularização fundiária, promovidos pelo Governo Ibaneis. Estamos consolidando uma cidade economicamente forte, organizada, rica em oportunidades e em pleno desenvolvimento”, afirmou. Entre os que escolheram o Jardim Botânico como um potencial econômico está a empresária Cristiane Lopes Ribeiro. Em março deste ano ela decidiu investir na segunda unidade no Shopping Botanic Mall, que atualmente recebe uma média de 1,5 mil pessoas por dia. A empreendedora conta que viu a cidade crescer muito e melhorar as condições dos clientes e também dos empresários, destacando que a população consegue resolver a vida sem precisar depender do Plano Piloto. O gerente de marketing Anderson Borges de Almeida justifica a escolha do Jardim Botânico por ser uma região que vive um crescimento acelerado e demanda por mais opções de serviços e produtos de quem deseja construir ou reformar a residência “A criação desse mall trouxe muitas oportunidades para o setor, em especial com a questão do estacionamento. Temos percebido um grande investimento no bairro. Com a estrutura do viaduto, o trânsito ficou mais rápido e menos congestionado. É um bairro altamente adensado, com alto poder aquisitivo, então os moradores precisam do comércio daqui para resolver os problemas e a gente percebe que tem ficado cada vez melhor”, observou. [LEIA_TAMBEM]A aposentada Rosa Maria de Abreu Carvalho, 63, treina na nova unidade da academia Ultra e mora na região há três anos. Ela diz ter acompanhado muitas benfeitorias nesse período: “começou com duplicação de pistas, iluminação de LED, o viaduto, os pontos de ônibus também tiveram um upgrade e o comércio está oferecendo tudo que a gente precisa. Temos grandes atacados, supermercados, academias, muita coisa perto da gente e isso facilitou bastante com esse ganho de não precisar se deslocar toda vez para o Plano Piloto. É inquestionável o tempo que a gente ganha hoje”. Outra empresa que se encaixou no Jardim Botânico para expandir o comércio foi a Castelo Forte, rede do segmento de materiais de construção. A nova unidade, inaugurada no começo de 2025, já recebe cerca de 1,5 mil pessoas por dia. O gerente de Marketing da Castelo Forte, Anderson Borges de Almeida, justifica a escolha do local por ser uma região que vive um crescimento acelerado e demanda por mais opções de serviços e produtos de quem deseja construir ou reformar a residência. “Para uma empresa, vir para essa região é estrategicamente importante. A cidade vem criando uma grande estrutura, não é só a Castelo Forte que vem para cá, vários comércios vem se fortalecendo. Tudo que o governo vem fazendo nessa região dá a possibilidade de crescer e apostar no Jardim Botânico, a infraestrutura oferece a possibilidade de crescer junto com a cidade. O próprio empresário entende que é um local que pode investir porque vai ter uma segurança, qualidade de vida e vias que facilitam no comércio. Levando em consideração todos os investimentos que foram feitos nos últimos anos, a gente percebe uma cidade que está crescendo comercialmente exatamente porque existe essa infraestrutura”, ressaltou. O mestre de obras Admilson Bernardo da Rocha, 53, mora na região há 25 anos e acompanhou as mudanças. Frequentador das novas lojas de construção inauguradas neste ano, ele afirma que a proximidade torna as compras mais viáveis e facilita o trabalho. “Foram várias mudanças importantes, tanto no Jardim Botânico quanto no entorno. O viaduto, as lojas que vieram para cá, são muito boas. Quando tem melhorias é bom para todos”.

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador