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combate à violência de gênero

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Inauguração da Sala Lilás e expansão do Programa Viva Flor ampliam rede de proteção às mulheres no DF

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) inaugura, nesta sexta-feira (26), às 9h, a Sala Lilás, novo espaço destinado ao atendimento humanizado de mulheres em situação de violência doméstica e familiar. Durante a solenidade, a SSP-DF também anunciará a expansão do Programa Viva Flor, que passará a atender mulheres em mais cinco delegacias do Distrito Federal, o que amplia o acesso à tecnologia de proteção e fortalece a rede de enfrentamento à violência de gênero. A definição das novas unidades levou em consideração os indicadores de violência doméstica e a necessidade de ampliar a capacidade de resposta do Estado nas regiões com maior demanda. Com a descentralização do programa, iniciado em 2023, as mulheres poderão registrar a ocorrência e, após avaliação da equipe policial quanto à situação de risco, sair da própria delegacia já protegidas pelo sistema de monitoramento Viva Flor, da SSP-DF. O Viva Flor é destinado a mulheres em situação de violência doméstica e familiar que possuem medidas protetivas ou avaliação de risco realizada pela Polícia Civil do DF, que é avaliado pela autoridade policial durante o registro da ocorrência. O programa funciona por meio de um aplicativo instalado no telefone celular da vítima, que atua como um botão de emergência. Ao ser acionado, o chamado recebe prioridade máxima no Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), permitindo o envio imediato de equipes da Polícia Militar do DF para o atendimento da ocorrência. O Viva Flor é destinado a mulheres em situação de violência doméstica e familiar que possuem medidas protetivas ou avaliação de risco realizada pela Polícia Civil do DF | Foto: Divulgação/SSP-DF Sala Lilás Instalada no Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), a Sala Lilás foi concebida para oferecer acolhimento reservado, qualificado e ininterrupto às mulheres que buscam acesso às políticas públicas desenvolvidas pela SSP-DF, como o Programa Viva Flor e o Dispositivo de Proteção à Pessoa (DPP). O espaço funcionará 24 horas por dia, todos os dias da semana, incluindo finais de semana e feriados. A estrutura conta com recepção, sala de atendimento individualizado para escuta qualificada, ambiente reservado para acolhimento e brinquedoteca, garantindo maior conforto às mulheres que comparecem acompanhadas de seus filhos. Além do atendimento realizado pelas equipes da SSP-DF, está prevista a oferta de orientações nas áreas jurídica, psicológica e de assistência social, que estão sendo viabilizadas por meio de parcerias institucionais e Acordos de Cooperação Técnica com instituições de ensino superior, fortalecendo o atendimento integral às mulheres. Durante a solenidade, uma beneficiária do programa irá relatar como o acionamento do dispositivo de proteção permitiu a rápida atuação das forças de segurança, evitando que a situação de violência evoluísse para consequências mais graves. O depoimento evidencia a importância da resposta integrada do sistema de segurança pública e da efetividade das tecnologias de proteção adotadas pelo Governo do Distrito Federal. Entrega de viaturas Também serão entregues viaturas adquiridas por meio de recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública. Serviço Inauguração da Sala Lilás e anúncio da expansão do Programa Viva Flor Data: sexta-feira (26) Horário: 9h Local: Centro Integrado de Operações de Brasília (CIOB), na SSP-DF

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Estudantes da rede pública de ensino vão escolher novo mascote da campanha Maria da Penha Vai à Escola 

Estudantes dos anos iniciais e finais do ensino fundamental e do ensino médio da rede pública de ensino do Distrito Federal já podem participar da campanha que escolherá a mascote oficial do Programa Maria da Penha Vai à Escola (MPVE). A iniciativa, promovida pela Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), está com as inscrições abertas até 19 de junho. Os desenhos vencedores serão anunciados em 27 de agosto, durante o Encontro Formativo Agosto Lilás. “A campanha fortalece o trabalho de prevenção à violência contra meninas e mulheres dentro das escolas, ao mesmo tempo em que valoriza a participação dos estudantes e dos profissionais da educação. Queremos que a escola seja cada vez mais um espaço de respeito, igualdade e diálogo, ajudando crianças e adolescentes a identificar e combater situações de violência e machismo no dia a dia”, destaca a diretora de Educação em Direitos Humanos e Diversidade da SEEDF, Patrícia Melo. As artes selecionadas passarão a representar o Maria da Penha Vai à Escola em materiais gráficos, mídias e ações institucionais | Foto: Mary Leal/SEEDF Regras para participar As inscrições devem ser realizadas pelo professor orientador, por meio do e-mail institucional @se.df.gov.br. Para participar, o desenho precisa ser original e não poderá conter uso de inteligência artificial. Serão escolhidos dois desenhos vencedores em cada categoria: anos iniciais do ensino fundamental; e anos finais do ensino fundamental e médio. As artes selecionadas passarão a representar o MPVE em materiais gráficos, mídias e ações institucionais.  “A mascote precisa ser criativa, fácil de reconhecer e representar os valores do programa, como respeito, igualdade de gênero e a cultura de não violência. A ideia é que ela dialogue de forma simples e acolhedora com estudantes e profissionais da educação”, explica Patrícia Melo. Os desenhos serão avaliados com base nos seguintes critérios: Criatividade: deve ser conceitualmente inovador e demonstrar habilidade técnica; Fidelidade ao tema: deve apresentar relação explícita com a temática do Programa Maria da Penha Vai à Escola; Aplicabilidade: deve permitir aplicação em diferentes mídias, tanto impressas quanto digitais; Originalidade: não deve se assemelhar a marcas já existentes; Comunicabilidade: deve ser claro, conciso e transmitir a ideia proposta de forma universal; Qualidade artística: deve demonstrar qualidade na execução do desenho e expressividade. Premiação Os alunos vencedores também receberão premiações. O primeiro lugar ganhará um headphone bluetooth on-ear com microfone, enquanto o segundo lugar receberá um smartwatch com tela full touch. [LEIA_TAMBEM]Escola segura O Maria da Penha Vai à Escola é uma iniciativa pioneira que busca transformar as escolas em espaços de conscientização e diálogo sobre a violência de gênero. Nomeado em homenagem à ativista Maria da Penha Maia Fernandes, o programa tem como principal objetivo educar, informar e engajar a comunidade escolar sobre a importância da prevenção e do enfrentamento à violência contra mulheres e meninas. Por meio de palestras, oficinas, atividades educativas e debates, a iniciativa capacita educadores e estudantes para reconhecer sinais de violência de gênero, compreender suas causas e consequências e promover uma cultura de respeito e igualdade. Além disso, o programa incentiva a denúncia de casos de violência, oferece apoio às vítimas e contribui para a construção de um ambiente escolar mais seguro e acolhedor. *Com informações da Secretaria de Educação  

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Após 64 prisões em 2025, programas de proteção do GDF seguem sem registrar feminicídios entre mulheres atendidas

Com a detenção realizada no último final de semana, chega a 64 o número de prisões efetuadas em 2025 por meio dos programas de proteção coordenados pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) — o Viva Flor e o Dispositivo de Proteção à Pessoa (DPP). As ações são resultado do trabalho integrado entre a pasta e a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), por meio do Centro de Operações da Polícia Militar (Copom). O resultado consolida a efetividade da política pública adotada pelo GDF, que alia tecnologia, monitoramento contínuo e resposta imediata das forças de segurança. Desde o início do acompanhamento, nenhuma mulher inserida nos programas teve sua integridade física violada ou foi vítima de feminicídio, reforçando o papel estratégico do monitoramento preventivo no enfrentamento à violência de gênero. “O enfrentamento à violência contra a mulher exige tecnologia, integração e decisão política. As prisões realizadas em 2025 mostram que o DF está avançando, utilizando os instrumentos certos para garantir proteção, acolhimento e justiça às mulheres”, ressalta Celina Leão, vice-governadora do Distrito Federal. Os programas de proteção coordenados pela SSP-DF — o Viva Flor e o Dispositivo de Proteção à Pessoa (DPP) — acompanharam 1.887 pessoas ao longo de 2025 | Fotos: Divulgação/SSP-DF Ao longo de 2025, 1.887 pessoas foram acompanhadas pelos programas da SSP-DF. Do total, 506 agressores e 619 vítimas foram monitorados 24 horas por dia pela Diretoria de Monitoramento de Pessoas Protegidas (DMPP). As prisões ocorreram, em sua maioria, após o descumprimento de medidas protetivas de urgência determinadas pelo Judiciário, especialmente em casos de violação das áreas de exclusão. Os agressores foram localizados e detidos imediatamente após o descumprimento das medidas protetivas. “Os resultados alcançados pelos programas de proteção da SSP-DF, em conjunto com as nossas forças de segurança, são a prova do nosso compromisso com a proteção e a dignidade das mulheres do Distrito Federal. Cada uma das prisões efetuadas representa uma vida protegida. Seguimos investindo na integração e no aprimoramento dessas ações, pois a proteção das nossas mulheres é prioridade para o Governo do Distrito Federal”, ressalta o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar. “Importante ressaltar que nenhuma mulher atendida pelos nossos programas foi novamente vítima de violência enquanto assistida. Esses dados refletem a eficiência dos mecanismos de acolhimento e segurança, que têm como foco preservar a integridade e a vida dessas mulheres. Esta é uma pauta prioritária para a segurança pública e para o GDF”, completou o secretário. Monitoramento simultâneo “O monitoramento contínuo, sete dias por semana e 24 horas por dia, nos permite antecipar riscos e agir de forma preventiva” Carlos Eduardo Melo, subsecretário de Operações Integradas da SSP-DF O programa de monitoramento de vítimas e agressores da SSP-DF completará, em 2026, cinco anos de funcionamento. A iniciativa utiliza tecnologia de georreferenciamento para o acompanhamento simultâneo de vítimas e agressores com Medida Protetiva de Urgência (MPU). Desde a criação da Diretoria de Monitoramento de Pessoas Protegidas (DMPP), em 2021, nenhuma das mulheres protegidas teve a integridade física violada. “O monitoramento contínuo, sete dias por semana e 24 horas por dia, nos permite antecipar riscos e agir de forma preventiva — impedindo a aproximação do agressor e, quando necessário, efetuando a prisão”, explicou o subsecretário de Operações Integradas, Carlos Eduardo Melo. A iniciativa integra o Programa Segurança Integral, eixo estruturante da política pública de segurança do DF, e o Eixo Mulher Mais Segura, voltado ao enfrentamento da violência de gênero. Tecnologia O sistema de proteção conta com monitoramento em tempo real, realizado por meio de tornozeleiras eletrônicas instaladas nos agressores e dispositivos de alerta entregues às vítimas, que podem ser acionados a qualquer momento em situação de risco. No programa Viva Flor, a vítima recebe um aplicativo ou dispositivo eletrônico disponibilizado em delegacias. “O programa salva vidas, seja quando o agressor é preso ou mesmo quando não é preso. Até porque só o fato de ter o socorro policial prioritário na palma da mão já devolve dignidade à mulher vítima de violência, que tem a possibilidade de retomar a vida normal, em segurança, já que a violência, na grande parte das vezes, tira isso dela”, explica a subsecretária de Prevenção à Criminalidade, Regilene Siqueira. Desde 2024, a estrutura operacional foi reforçada com a inauguração da nova sala de operações da DMPP, ampliando o número de estações de monitoramento e garantindo aumento dos servidores por plantão. Outro avanço relevante foi a implementação de um chat direto entre vítimas e a central de monitoramento, permitindo o envio de mensagens, áudios e fotos em tempo real, o que agiliza o atendimento e fortalece a resposta das equipes. “A ampliação da infraestrutura e dos canais de comunicação tem sido fundamental para aumentar a eficiência das nossas ações”, ressaltou a diretora da DMPP, Andrea Boanova. “Mesmo com a medida protetiva em vigor, alguns agressores ainda tentam violá-la. Nosso trabalho é garantir que, quando isso ocorra, a resposta do Estado seja imediata.” A nova sala de operações da DMPP foi inaugurada em 2024, ampliando o número de estações de monitoramento e garantindo aumento dos servidores por plantão Como funciona a proteção A proteção é destinada a mulheres com Medida Protetiva de Urgência em vigor, mediante decisão judicial e aceite da vítima. O monitoramento abrange todo o território do Distrito Federal. No caso do Dispositivo de Proteção à Pessoa, indicado pelo Judiciário, a vítima recebe um dispositivo de alerta, e o agressor passa a usar tornozeleira eletrônica. O sistema identifica automaticamente qualquer aproximação indevida e aciona as forças de segurança. Já o Viva Flor permite que a mulher acione a central sempre que perceber situação de ameaça. O alerta é encaminhado diretamente ao Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob) ou ao Copom, garantindo atendimento imediato, inclusive com atuação do Copom Mulher. Se o celular não for compatível para a instalação do aplicativo, a secretaria fornece um dispositivo móvel, que garante prioridade máxima de atendimento pela Polícia Militar. [LEIA_TAMBEM]Neste ano, um dos avanços foi a expansão do Programa Viva Flor, que passou a ser implementado também em delegacias circunscricionais. Antes restrito às delegacias especiais de Atendimento à Mulher (Deams) I e II, na Asa Sul e em Ceilândia, o projeto foi ampliado para Paranoá, Planaltina, Gama, Santa Maria e Brazlândia. O serviço permite que as vítimas saiam das delegacias já com o dispositivo de proteção e monitoramento, garantindo resposta rápida e mais segurança. “A facilitação do acesso ao Programa Viva Flor, por meio de seu oferecimento direto nas delegacias, potencializa a proteção de mulheres vítimas de violência, porque reduz o tempo de resposta do Estado. Outro reflexo da facilitação do acesso é o número de mulheres alcançadas pelo programa, que já chega a quase 3.000, sendo, atualmente, mais de 1.500 ativas”, completa Regilene. Delegacias que oferecem o serviço • Deam I e II — Asa Sul e Ceilândia • 6ª DP — Paranoá • 16ª DP — Planaltina • 18ª DP — Brazlândia • 20ª DP — Gama • 27ª DP — Recanto das Emas *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Restaurante Comunitário de Arniqueira terá ação contra violência de gênero

Nesta sexta-feira (29), a partir das 11h30, o Restaurante Comunitário de Arniqueira será palco da ação Agosto Lilás dos Homens de Honra, iniciativa que busca reavaliar o papel masculino na sociedade e valorizar a paternidade responsável como forma de prevenir e combater a violência contra mulheres e meninas. O evento faz parte da programação do Agosto Lilás, mês dedicado à conscientização e ao enfrentamento da violência doméstica e familiar. A ação é organizada pelo Instituto Laço Branco Brasil, com apoio da Administração Regional de Arniqueira e das secretarias de Segurança Pública (SSP-DF) e de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). “Essa ação representa um avanço significativo para o envolvimento masculino como importante agente de conscientização”, afirma a administradora de Arniqueira, Telma Rufino. “Precisamos dos homens de bem engajados no enfrentamento à violência e no combate à ideia equivocada de que agredir mulheres é algo normal.” A fundadora do Instituto Laço Branco Brasil, Patrícia Zapponi, lembra que a mobilização é um passo fundamental para envolver os homens na luta contra a violência de gênero. “Queremos mostrar que o combate à violência contra mulheres e meninas não é uma responsabilidade exclusiva delas”, enfatiza. “É preciso que os homens assumam seu papel na construção de uma sociedade mais justa, respeitosa e protetiva. Ser um homem de honra é dizer não à violência e sim ao respeito e à paternidade responsável”. Uma luta de toda a sociedade Com o lema “Seja um Homem de Honra – Diga NÃO à violência contra mulheres e meninas”, a ação terá debates sobre masculinidade positiva, paternidade ativa e a importância do engajamento masculino no enfrentamento à violência doméstica. A campanha também reforça o apelo da hashtag #NaoSeCale, lembrando que o silêncio não pode ser cúmplice da violência. Serviço / Agosto Lilás dos Homens de Honra ⇒ Data: sexta (29) ⇒ Horário: a partir das 11h30 ⇒ Local: Restaurante Comunitário de Arniqueira. *Com informações da Administração Regional de Arniqueira

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GDF inaugura novo Espaço Acolher para fortalecer rede de proteção à mulher

Agência Brasília · GDF INAUGURA NOVO ESPAÇO ACOLHER PARA FORTALECER REDE DE PROTEÇÃO À MULHER Com o objetivo de ampliar e descentralizar o atendimento especializado às famílias em situação de violência doméstica, o Governo do Distrito Federal (GDF) inaugurou, nesta terça-feira (8), o novo Espaço Acolher – Núcleo de Atendimento à Família e aos Autores da Violência Doméstica. Localizado na entrequadra 112/312 da Asa Sul, o equipamento público funcionará de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, com capacidade para atender até 20 pessoas ao mesmo tempo. "O nosso trabalho é democratizar esse tipo de acesso", ressaltou a governadora em exercício Celina Leão, na inauguração do Espaço Acolher da Asa Sul | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A unidade vai substituir a que atualmente funciona no Edifício Fórum Desembargador José Leal Fagundes, no SMAS Trecho 3, e é mais uma política pública traçada por este GDF no enfrentamento e combate à violência de gênero. O espaço, cedido pela Polícia Civil do DF, foi todo reformado e mobiliado pela equipe especializada da Secretaria da Mulher, o que demandou um investimento de R$ 250 mil.    “Esse local estava inutilizado e nós fizemos um convênio com a Polícia Civil, que nos cedeu a área. Aqui vamos conseguir atender toda a família. Nós recebemos muitos casos de violência doméstica, lesão corporal, muitas situações que precisam de atendimento psicológico e, neste local, tenho certeza de que haverá esse acolhimento em rede. O nosso trabalho é democratizar esse tipo de acesso. Temos equipamentos como esse na região Norte, Sul e mais um agora aqui no Plano Piloto, para que consigamos dar a efetividade e a resposta imediata para proteger as nossas mulheres”, afirmou a governadora em exercício Celina Leão.  O Espaço Acolher oferece atendimento gratuito a pessoas em situação de violência doméstica A nova unidade do Plano Piloto possui 130 m² de área útil, salas de atendimento individualizadas e equipe técnica formada por 12 profissionais, entre psicólogos, assistentes sociais, pedagogos e gestores. Os Espaços Acolher são unidades vinculadas à Secretaria da Mulher para oferecer atendimento gratuito e multidisciplinar a pessoas envolvidas em contextos de violência doméstica, conforme estabelecido pela Lei Maria da Penha. Essas unidades e outros equipamentos públicos administrados pela Secretaria da Mulher somaram mais de 16,6 mil atendimentos somente em 2024.  "Não tem como a gente debater sobre a proteção à mulher sem envolver também o homem", destacou a secretária da Mulher, Giselle Ferreira “Essa é uma política pública ímpar na nossa cidade, que vários outros locais têm procurado implementar, porque não tem como a gente debater sobre a proteção à mulher sem envolver também o homem. Com isso, estamos democratizando o acesso com mais uma unidade na Asa Sul, principalmente por ser um local central, onde a gente une várias cidades”, esclareceu a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. A porta de entrada nos espaços pode ser por dois caminhos: encaminhamento judicial ou demanda espontânea, para maiores de 18 anos. O atendimento inclui escuta psicossocial, orientação sobre direitos e ações voltadas à responsabilização de agressores. Acolhimento "Essa entrega contribui muito com a nossa atividade e com o nosso empenho", destacou a comandante-geral da PMDF, Ana Paula Habka O novo núcleo é voltado não só ao acolhimento e fortalecimento de mulheres vítimas, mas também à escuta e responsabilização dos autores de violência doméstica. A partir de uma abordagem com base no gênero e direitos humanos, o atendimento busca reduzir a reincidência, promover a reconstrução de vínculos familiares seguros e prevenir novos episódios de violência. Para a comandante-geral da Polícia Militar, Ana Paula Habka, a inauguração vem para somar a gestão especializada no atendimento à mulher feita pela corporação: “Essa entrega contribui muito com a nossa atividade e com o nosso empenho. As forças de segurança estão todas integradas com o governo. E dentro da Polícia Militar estamos investindo nos nossos policiais e dentro das nossas unidades para que qualquer pessoa que tenha problema com violência doméstica possa ir aos nossos quartéis, que teremos lá uma equipe preparada para acolher. E esse espaço traz essa integração, que faz com que a gente feche e acabe com o ciclo de violência doméstica.” [LEIA_TAMBEM]Atualmente, o Distrito Federal conta com outras unidades em funcionamento, além da nova inaugurada no Plano Piloto: Espaço Acolher – Brazlândia → Telefone: (61) 99103-0058 → E-mail: agenda.nafavdbrz@gmail.com → Endereço: TJDFT Área Especial 04 lote 04 ST. Tradicional – CEP: 72.720-640 → Funcionamento: Segunda a sexta, 12h às 19h Espaço Acolher – Gama → Telefone: (61) 99120-5114  → E-mail: geafavd.gama@mulher.df.gov.br → Endereço: Edifício da Promotoria de Justiça do Gama – Setor Industrial → Funcionamento: Segunda a sexta, 12h às 19h Espaço Acolher – Paranoá → Telefone: (61) 3369-4784 / (61) 99206-6281 → E-mail: geafavd.paranoa@mulher.df.gov.br → Endereço: Edifício da Promotoria de Justiça – Grandes Áreas → Funcionamento: Segunda a sexta, 12h às 19h Espaço Acolher – Planaltina → Telefone: (61) 99128-9921 → E-mail: geafavd.planaltina@mulher.df.gov.br → Endereço: Ed. Promotoria de Justiça, Setor Tradicional → Funcionamento: Segunda a sexta, 12h às 19h Espaço Acolher – Santa Maria → Telefone: (61) 3394-6863 / (61) 99969-3363 → E-mail: geafavd.santamaria@mulher.df.gov.br → Endereço: QR 211, Conj. A, Lote 14 → Funcionamento: Segunda a sexta, 9h30 às 17h Espaço Acolher – Sobradinho → Telefone: (61) 99501-6007 → E-mail: geafavd.sobradinho@mulher.df.gov.br → Endereço: Ed. Gran Via – 1º andar – Sala 115 → Funcionamento: Segunda a sexta, 9h às 18h Espaço Acolher – Samambaia → Telefone: (61) 99226-2858 → E-mail: geafavd.samambaia@mulher.df.gov.br → Endereço: QS 406 Conj. E Lote 3 Loja 4 – Ed. Arena Mall → Funcionamento: Segunda a sexta, 9h às 18h Espaço Acolher – Ceilândia → Telefone: (61) 98314-0882 → E-mail: geafavd.ceilandia@mulher.df.gov.br → Endereço: ONM 02, Conj. F, Lote 1/3 – Ceilândia Centro → Funcionamento: Segunda a sexta, 9h às 18h.

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GDF abre edital para ação de combate à violência contra a mulher

Governo do Distrito Federal · GDF ABRE EDITAL PARA AÇÃO DE COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER O combate à violência contra a mulher no Distrito Federal ganha mais um reforço. A Secretaria da Mulher (SMDF) lançou, nesta terça-feira (27), o Edital de Chamamento Público nº 01/2025, que visa a selecionar uma Organização da Sociedade Civil (OSC) para executar o projeto Informar para Proteger. A iniciativa tem duração prevista de nove meses e busca promover ações de enfrentamento à violência de gênero por meio de atividades informativas, educativas e de incentivo à cidadania. Entre as ações previstas pelo projeto estão distribuição de materiais informativos, instalação de painéis promocionais, oficinas, palestras, workshops e apresentações culturais | Foto: Divulgação/SMDF De acordo com o edital, publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), o projeto deve percorrer todas as regiões administrativas, levando informação e serviços a espaços de grande circulação, como escolas, centros comunitários, praças, eventos culturais, terminais rodoviários, bibliotecas e parques. A vice-governadora Celina Leão destaca a importância da iniciativa no enfrentamento à violência de gênero: “O edital faz parte da estratégia da Secretaria da Mulher de fortalecer uma rede de proteção e garantir que mais pessoas conheçam os mecanismos de denúncia, acolhimento e apoio às mulheres vítimas de violência. Nosso objetivo é combater a desinformação, que muitas vezes impede a busca por ajuda ou a denúncia”. [LEIA_TAMBEM]O projeto propõe uma abordagem ampla, que combina informação, conscientização e mobilização social. Entre as ações previstas estão distribuição de materiais informativos, instalação de painéis promocionais, oficinas, palestras, workshops, apresentações culturais e oferta de serviços como corte de cabelo, maquiagem e massoterapia. Haverá ainda mobilizadores capacitados, que vão dialogar diretamente com a população sobre os direitos das mulheres, os tipos de violência e os canais de denúncia. Para a secretária da Mulher do DF, Giselle Ferreira, a iniciativa enfatiza o papel da informação como ferramenta essencial no combate à violência. “O projeto Informar para Proteger reforça nosso compromisso de levar informação e acolhimento para onde as mulheres estão. Precisamos romper o ciclo da violência com conhecimento, empatia e ação. Educar é proteger. E proteger é salvar vidas. Este edital convoca a sociedade civil a se somar a esse esforço coletivo”, afirma. Como participar Organizações interessadas têm até a data especificada no edital para apresentar suas propostas. O termo de colaboração permitirá que a OSC escolhida receba recursos públicos no valor de R$ 9 milhões para executar todas as ações previstas no plano de trabalho do projeto. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)    

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GDF participa de evento inédito sobre sistema de justiça e de segurança com foco na proteção das mulheres

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Superior Tribunal Militar (STM) realizaram, nesta quinta-feira (13) o Encontro Nacional da Alta Gestão do Sistema de Justiça e da Segurança Pública para a Proteção das Mulheres e Igualdade de Gênero, com a participação de gestores do Governo do Distrito Federal (GDF). O objetivo foi reunir a alta administração do sistema de Justiça, juntamente com representantes das políticas públicas voltadas às mulheres, e promover o diálogo. O evento, que ocorreu no auditório do STM, teve também como foco firmar compromissos institucionais e propor ações concretas voltadas à proteção das mulheres, à igualdade de gênero, ao enfrentamento da violência contra a mulher e ao fortalecimento da participação feminina nas instituições. Gestores do GDF participaram do primeiro evento presidido pela nova presidente do Superior Tribunal Militar, Maria Elizabeth Rocha, para reforçar a integração e a colaboração entre diversos órgãos para maior proteção das mulheres | Foto: Divulgação/SSP-DF O evento foi o primeiro presidido pela nova presidente do STM, Maria Elizabeth Rocha. “É uma honra presidir um evento histórico como este, com este caráter simbólico, que marca um sistema de justiça mais acessível, eficiente comprometido com a proteção de todas as mulheres”. Para a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, que representou a vice-governadora, Celina Leão, a integração e a colaboração entre os diversos órgãos são fundamentais para o enfrentamento eficaz da violência contra a mulher e para a promoção da igualdade de gênero. “Este encontro nos proporciona uma oportunidade ímpar de compartilhar experiências, alinhar estratégias e fortalecer nossas redes de apoio. Reafirmo o compromisso do Governo do Distrito Federal em continuar trabalhando de forma integrada e dedicada para assegurar que as políticas públicas sejam efetivas e alcancem todas as mulheres, garantindo-lhes segurança, respeito e oportunidades iguais. Juntos, podemos construir uma sociedade mais justa e igualitária, onde cada mulher possa viver plenamente seus direitos e potencialidades”, destaca. O público que participou do evento foi convidado a visitar a exposição “Não é sobre o que vestimos”, promovida pela Polícia Civil do DF Criar espaços e políticas públicas respeitadas é fundamental para o reconhecimento das mulheres, como afirma a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. “Quando reunimos mulheres com clareza na fala, abrimos caminhos para aquelas que amamentam, criam filhos e esperam oportunidades. Quando mulheres se juntam, seja na sociedade civil, no Executivo ou no Judiciário, as políticas públicas ganham o equilíbrio que desejamos. Meu papel não é apenas tratar a pauta com um olhar feminino, mas lembrar que somos mais da metade da população e do eleitorado. Hoje chutamos portas para entrar, mas queremos que elas se abram — porque merecemos”, destacou. Com foco na atuação conjunta, o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar, falou da importância da integralidade entre os órgãos. “Este encontro, promovido pelo CNJ e pelo STM, reforça a necessidade de uma atuação conjunta entre o Judiciário e as forças de segurança para enfrentarmos a violência de gênero de forma eficaz e coordenada. A integração entre essas instituições é fundamental para garantir a aplicação da lei, a proteção das vítimas e a responsabilização dos agressores. No entanto, é importante lembrar que a proteção das mulheres não é apenas um dever do Estado, mas uma responsabilidade de toda a sociedade. Somente com a união de esforços, políticas públicas bem estruturadas e um compromisso coletivo poderemos construir um país mais seguro e igualitário para todas.” Para comandante-geral da Polícia Militar do DF, coronel Ana Paula Barros, o evento é fundamental para o enfrentamento conjunto da violência doméstica e familiar. “Esta é a demonstração de um comprometimento muito grande do sistema de justiça e da segurança pública”, finalizou. Exposição Ao final do evento, Avelar fez o convite ao público para visitar a exposição da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) “Não é sobre o que vestimos”, uma iniciativa de reflexão e conscientização no mês do Dia Internacional da Mulher. A mostra apresenta roupas inspiradas nas utilizadas por mulheres reais, vítimas de crimes contra a dignidade sexual, em casos investigados pela PCDF. O objetivo da mostra é desmistificar a ideia equivocada de que a vestimenta da vítima justifica esse tipo de crime, reforçando que a violência sexual decorre de abuso de poder, controle e desrespeito. A mostra ficará disponível até o dia 31 de março, nos corredores do Departamento de Polícia Especializada (DPE), das 9h às 18h, de segunda a sexta-feira. *Com informações da SSP-DF  

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Proteção às mulheres é reforçada na primeira noite de Carnaval

Com o objetivo de garantir mais segurança às mulheres durante o Carnaval, mais uma ação do acordo de cooperação técnica entre as secretarias de Segurança Pública (SSP-DF), da Mulher (SMDF) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), em parceria com a empresa R2 Produções e Eventos, foi realizada nesta sexta-feira (28). Desta vez, foi disponibilizado um ponto de embarque de transporte por aplicativo prioritário para mulheres. Fruto de ação integrada, operação segue no domingo e na segunda-feira, assegurando toda a proteção às mulheres | Foto: Divulgação/SSP-DF “Estamos constantemente em busca de novas ações para proteção das mulheres no Distrito Federal, e não seria diferente no Carnaval” Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública A iniciativa, que faz parte do projeto Empresa Responsável, Comunidade mais Segura, será retomada no domingo (2) e na segunda-feira (3), na Arena BRB Mané Garrincha. Nesses dias, o transporte será feito apenas por motoristas mulheres, previamente cadastradas pela SSP-DF. Elas receberam adesivos de identificação para garantir que os veículos autorizados estejam devidamente reconhecidos. Para reforçar a proteção das participantes, a R2 Produções disponibilizará uma equipe treinada que acompanhará as mulheres até os veículos. Planejamento “Esta ação é um exemplo claro de como parcerias fortes podem gerar mudanças significativas na segurança das mulheres no Distrito Federal”, avalia o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. “Estamos constantemente em busca de novas ações para proteção das mulheres no Distrito Federal, e não seria diferente no Carnaval. Fizemos um planejamento operacional completo, e a prevenção é um dos principais pontos para esta festa, que foi preparada e pensada com tanto cuidado e atenção pelo Governo do Distrito Federal.” Ação tem como foco garantir que as mulheres possam se divertir sem serem importunadas Paralelamente, haverá uma campanha de enfrentamento à violência de gênero, por meio de vídeo educativo voltado ao público do evento. O material foi produzido em parceria com as secretarias. “Nosso papel, enquanto Estado, é oferecer serviços e oportunidades de romper com a violência”, lembra a subsecretária de Prevenção à Criminalidade, Regilene Siqueira. “Esta parceria teve início ano passado, e estamos sempre em busca de oportunidades para promover a proteção das mulheres, para que possam se divertir sem se preocupar em ser importunadas.” Folia segura A primeira noite de Carnaval, na sexta-feira (28/2), transcorreu tranquila, sem registro de ocorrências graves. Foram registradas sete ocorrências de furtos pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), sendo quatro delas de celulares. O cuidado com o celular foi tema das campanhas de prevenção da SSP-DF, forças de segurança e GDF.  Não houve atendimentos emergenciais por parte do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) nem da Polícia Militar do DF (PMDF).  Operações de trânsito Da tarde de sexta-feira até a madrugada deste sábado (1°), o Detran-DF trabalhou na operação Carnaval Seguro, no Eixo Monumental, Sudoeste, Recanto das Emas, Ceilândia e Taguatinga.  Os agentes fizeram 880 abordagens e 845 testes de etilômetro. Ao todo, 66 condutores foram autuados por dirigir veículo sob a influência de álcool, 13 estavam inabilitados, quatro estavam com a CNH vencida e 17 motocicletas tinham escapamento alterado. Foram feitas, ainda, 65 autuações por motivos diversos e 29 remoções de veículos. O efetivo empregado na operação foi de 34 viaturas, 75 agentes de trânsito, cinco guinchos e uma aeronave. As equipes contaram com o apoio da PMDF. Doação de sangue Policiais militares doaram sangue nesta sexta ao Hemocentro. Durante esse período, geralmente, os estoques ficam baixos. Cem policiais participaram dessa ação. *Com informações da SSP-DF

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