Aprovados projetos de reparcelamento do solo para escolas da Asa Sul
O Governo do Distrito Federal (GDF) aprovou os projetos de urbanismo de reparcelamento do solo para a criação dos lotes de escolas públicas localizadas na Asa Sul, no Plano Piloto. A medida foi oficializada por meio do Decreto nº 48.542, publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta terça-feira (5). Ao todo, foram regularizadas áreas que somam 9.587,45 m², destinadas às escolas classe da 103 Sul, 108 Sul, 405 Sul e 315 Sul, além do Jardim de Infância 108 Sul. Os projetos urbanísticos, solicitados pela antiga Fundação Educacional do Distrito Federal (FEDF), atual Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEE-DF), criam os lotes dos equipamentos públicos destinados às instituições de ensino em áreas já ocupadas pelas escolas e pelo jardim de infância. A regularização permitirá avanços na gestão patrimonial dos imóveis e viabilizará intervenções necessárias nas escolas, como obras de manutenção, adequações às normas de acessibilidade e medidas de prevenção contra incêndios. A regularização permitirá avanços na gestão patrimonial dos imóveis e viabilizará intervenções necessárias nas escolas | Foto: Seduh/Divulgação A demanda teve origem em determinação do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF), que apontou a necessidade de regularização das áreas utilizadas pela Secretaria de Educação após a extinção da Fundação Educacional do Distrito Federal e a consequente necessidade de regularização patrimonial dos imóveis vinculados à antiga fundação. Os projetos foram desenvolvidos pela equipe técnica da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Distrito Federal (Seduh) e estão previstos no Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (Ppcub), legislação que regulamenta o uso e a ocupação do solo no Conjunto Urbanístico de Brasília, preservando as características do patrimônio tombado e estabelecendo parâmetros para construções e intervenções urbanas. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento de Urbano e Habitação do Distrito Federal (Seduh)
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Escolas públicas do Distrito Federal refletem arquitetura moderna de Brasília
Curvas, traços e espaços abertos encantam moradores e visitantes de Brasília, que celebra 66 anos nesta terça-feira (21). Projetada por Lucio Costa e Oscar Niemeyer, a capital tornou-se referência mundial em urbanismo e arquitetura. Monumentos como a Catedral Metropolitana e o Congresso Nacional ajudam a narrar a trajetória de uma cidade planejada para o futuro. Escola Classe Juscelino Kubitschek: estrutura remete à vocação arquitetônica de Brasília, destacando aqui todo o prédio em piso térreo, que prioriza a acessibilidade | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Os traços conhecidos e vistos nos monumentos e nas ruas da cidade também orientam e inspiram a construção das novas escolas públicas do Distrito Federal. A Secretaria de Educação (SEEDF) tem adotado um novo olhar no planejamento das unidades escolares. A proposta é criar ambientes mais modernos, acessíveis e que estimulem a convivência, a prática esportiva e o desenvolvimento integral dos estudantes. Iêdes Braga, secretária de Educação interina: “A arquitetura passa a fazer parte da aprendizagem, com ambientes integrados, acessíveis e que incentivam a colaboração” | Foto: André Amendoeira/SEEDF “Hoje, pensamos a escola como um espaço que vai além das salas de aula”, afirma a secretária de Educação interina, Iêdes Braga. “A arquitetura passa a fazer parte da aprendizagem, com ambientes integrados, acessíveis e que incentivam a colaboração. Também investimos em espaços esportivos para promover saúde, bem-estar e o desenvolvimento dos nossos alunos.” A influência dos criadores de Brasília segue presente nas escolas públicas do Distrito Federal. Segundo Tiago Reges da Silva, diretor de Arquitetura da SEEDF, os princípios de Lucio Costa e Oscar Niemeyer continuam orientando os projetos. “O pensamento de Lucio Costa aparece na organização dos espaços e na forma como tudo se integra”, aponta. “Já Niemeyer inspira a criatividade e o uso da arquitetura como experiência. Hoje, adaptamos essas ideias às necessidades atuais, sem abrir mão da base moderna que marca Brasília”. Integração de ambientes Servidora da Subsecretaria de Infraestrutura Escolar (Siae) a SEEDF, a arquiteta Aline Lima explica que os projetos das novas escolas seguem princípios da arquitetura moderna ao valorizarem a integração entre os ambientes internos e externos. Segundo ela, essa conexão aparece especialmente nos pátios cobertos e descobertos, que ampliam o uso dos espaços e favorecem a convivência. “O uso dos cobogós, que dialogam com a linguagem de prédios de Brasília, além de garantir iluminação e ventilação natural, também cria um elemento de interesse e identidade nas edificações” Aline Lima, da Subsecretaria de Infraestrutura Escolar As escolas são planejadas como espaços integrados, substituindo o modelo antigo de blocos separados. Isso facilita o controle dos ambientes e aumenta a sensação de segurança, sem perder a conexão com a comunidade. Os cobogós, elementos tradicionais em Brasília, também fazem parte dessa estrutura. “Nos projetos das unidades escolares, buscamos integrar os espaços internos e externos, principalmente por meio dos pátios cobertos e descobertos, seguindo princípios da arquitetura moderna”, detalha a arquiteta. “O uso dos cobogós, que dialogam com a linguagem de prédios de Brasília, além de garantir iluminação e ventilação natural, também cria um elemento de interesse e identidade nas edificações.” Exemplos dessa proposta podem ser vistos em projetos como o Centro Educacional (CED) Jardins Mangueiral, que possui pátios integrados e áreas que favorecem a convivência. A circulação vertical na unidade é feita por uma rampa circular com inclinação suave, pensada para garantir acessibilidade. Ela organiza o espaço e forma um átrio interno que amplia a entrada de luz natural, melhora a ventilação e integra visualmente os pavimentos. Ampliação da rede pública de ensino Entre 2019 e este ano, a rede pública de ensino do DF foi ampliada com 17 novas unidades escolares, entre construções, reconstruções e reformas. As entregas contemplaram Itapoã, Ceilândia, Samambaia, Recanto das Emas, Gama e Riacho Fundo, com destaque para as escolas técnicas de Santa Maria e Leste Sérgio Damasceno, no Paranoá, e a Escola Bilíngue do Plano Piloto. [LEIA_TAMBEM]Na educação infantil, 28 unidades do Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) foram entregues, ampliando o atendimento em regiões como Sol Nascente, Recanto das Emas, Gama e Planaltina. Entre eles, destacam-se o Cepi Jandaia, no Pôr do Sol, o Cepi Sarah Kubitschek, no Sol Nascente, e o Cepi Manacá, em Taguatinga. Mostra educativa No Espaço Neusa França, que fica na sede da Secretaria de Educação, segue em cartaz a exposição Projetando Saberes, dedicada à arquitetura escolar pública do DF. Com visitação de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, a mostra prestigia o papel da arquitetura na educação e evidencia como os ambientes escolares vão além da função estrutural, tornando-se capazes de influenciar o aprendizado e contribuir para o bem-estar e a convivência. *Com informações da Secretaria de Educação Tags: Aniversário de Brasília, 66 anos, arquitetura escolar, rede pública, exposição, Lúcio Costa, Oscar Niemeyer, Projetando Saberes.
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Praças da Candangolândia foram completamente reformadas; ciclovias construídas e escolas ganharam cara nova
É impossível não perceber a modernização pela qual a Candangolândia passou desde 2019. As praças da cidade são a prova disso. A Praça dos Estados, ao lado da Epia, recebeu espaços de esporte e lazer, como uma quadra de vôlei de areia. Já a Praça do Bosque ganhou novas churrasqueiras, campo de grama sintética e pista de skate. A Praça da Bíblia, após a reconstrução, tornou-se um ponto de encontro para eventos culturais. Outro ponto indispensável em um passeio pela cidade é a Feira Permanente da Candangolândia, que recebeu manutenção no telhado, além de pintura, nova rede elétrica, novo sistema de esgoto e melhorias no piso e nos banheiros. Já a Escola Classe 01 ganhou uma quadra novinha, e o Centro de Ensino Infantil inaugurou nova cozinha e depósitos. Um pacote de obras aguardado há décadas que finalmente chegou para beneficiar os moradores da região.
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Matrículas das vagas remanescentes da rede pública de ensino começam nesta quarta-feira (28)
A Secretaria de Educação (SEEDF) inicia, nesta quarta-feira (28), o período de matrículas para estudantes contemplados nas vagas remanescentes da rede pública de ensino para o ano letivo de 2026. O resultado da etapa já pode ser consultado no site da pasta. Oportunidade contempla estudantes que perderam o prazo das chamadas anteriores, desde que não tenham vínculo com outra unidade escolar da rede pública | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF A oportunidade é destinada a pais ou responsáveis que perderam os prazos das chamadas anteriores ou que buscam vaga para estudantes que ainda não possuem vínculo com uma unidade escolar da rede pública. [LEIA_TAMBEM]Para efetivar a matrícula, o estudante, pai ou responsável deverá comparecer à escola indicada no resultado, com os documentos necessários, até sexta-feira (30). Confira abaixo a lista de documentos necessários. ⇒ RG, Certidão de Nascimento ou outro documento oficial com foto do estudante ⇒ CPF do estudante ⇒ RG ou CNH do responsável legal pela matrícula do estudante ⇒ CPF do responsável legal pela matrícula do estudante ⇒ Comprovante de residência atualizado e/ou do local de trabalho, conforme indicado no ato de inscrição ⇒ Declaração Provisória de Matrícula (Deprov) ou Histórico Escolar ⇒ Duas fotos 3x4 ⇒ Comprovante de tipagem sanguínea e fator RH (Lei Distrital nº 4.379/2009) ⇒ Carteira de Vacinação, conforme Lei nº 6.345/2019 ⇒ NIS (Número de Inscrição Social) do estudante ⇒ Laudo médico (para estudantes da Educação Especial). *Com informações da Secretaria de Educação
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Escola Classe 59, em Ceilândia, abre as portas para o ano letivo
A educação de Ceilândia ganha um reforço neste ano letivo com a inauguração do novo prédio da Escola Classe (EC) 59, que já entra em funcionamento na volta às aulas, em fevereiro. Com capacidade para atender até 800 alunos, a unidade ofertará turmas das séries iniciais do ensino fundamental, nos turnos matutino e vespertino. O terreno da escola tem 6.180 m², dos quais 2.550,26 m² correspondem à área construída. A estrutura contempla 16 salas de aula, biblioteca, auditório, laboratório de informática, laboratório de artes, refeitório, quadra poliesportiva, sala de recursos, sala de apoio à aprendizagem, Atendimento Educacional Especializado (AEE) e Serviço de Orientação Educacional (SOE). A nova escola terá 16 salas de aula, biblioteca, auditório, laboratório de informática, laboratório de artes, entre outros espaços | Foto: Jotta Casttro/SEEDF A escola foi projetada para ser inclusiva desde a concepção arquitetônica, com rampas que garantem o acesso de pessoas com deficiência ou com dificuldades de locomoção, banheiros adaptados, piso tátil e placas de identificação das salas em Braille. A segurança também é um ponto de destaque: o prédio conta com saídas de emergência e alarmes de incêndio nos corredores, além de extintores e mangueiras. “Estou muito feliz com o padrão que atingimos, com as escolas arrojadas e modernas que a secretaria está entregando, inclusive nas regiões periféricas. Então, hoje todas as regiões estão recebendo escolas melhores que as antigas. Isso mostra que a secretaria vem acompanhando o avanço na arquitetura, em modelos de escolas acessíveis”, comemora a secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá. Segundo a titular da pasta, os novos modelos arquitetônicos de escolas estão sendo replicados com o intuito de promover o aumento da cobertura e o fortalecimento da rede pública de ensino do DF. “Essas obras vão refletir também na ampliação do número de vagas, no atendimento da população, principalmente nas regiões administrativas onde está a nossa maior demanda”, declarou. Mãos à obra A acessibilidade é uma das marcas da nova EC 59 de Ceilândia A entrega oficial da Escola Classe 59 está prevista para ocorrer antes do início do ano letivo. As obras já foram concluídas, com energia elétrica e abastecimento de água regularizados. Restam apenas os serviços de limpeza final e a entrega do mobiliário. O coordenador regional de ensino de Ceilândia, Vinicius Bürgel, informou que novas unidades escolares estão previstas para ampliar ainda mais o acesso à educação na região. A secretária Hélvia Paranaguá solicitou o levantamento de terrenos onde as obras possam ser executadas. A região do Sol Nascente/Pôr do Sol, também atendida pela Coordenação Regional de Ensino de Ceilândia, está entre as contempladas. [LEIA_TAMBEM]De acordo com o coordenador, a Secretaria de Educação tem investido de forma consistente para atender à demanda local. “Pôr do Sol/Sol Nascente é um dos lugares mais carentes de escola que nós temos, mas já foi iniciada a construção do Centro de Ensino Fundamental (CEF) Sol Nascente, que vem como uma escola de três andares, que permitirá atender um número maior de crianças. É um benefício para as famílias, porque o estudante não precisará deslocar-se para muito longe de casa para ter uma escola”, explicou. Durante o período de demolição da antiga EC 59 e da construção do novo prédio, os estudantes não foram prejudicados. As aulas foram mantidas provisoriamente em salas cedidas pelo Centro de Ensino Médio (CEM) 4 de Ceilândia. *Com informações da Secretaria de Educação
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Mais de 448 mil estudantes da rede pública estreiam ano letivo em fevereiro
Desde dezembro de 2025, a Secretaria de Educação (SEEDF) vem intensificando os preparativos para o início deste ano letivo, quando 448.103 estudantes matriculados na rede pública de ensino voltam às aulas. A mobilização envolve equipes de diferentes áreas da pasta, que atuam de forma integrada para garantir infraestrutura adequada, organização pedagógica, alocação de profissionais e a continuidade do ensino com qualidade, eficiência e segurança nas unidades escolares. Com novas nomeações, quadro de professores da rede pública de ensino do DF reforça o ano letivo | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF Para 2026, 3 mil professores nomeados para a carreira de magistério público já entrarão em exercício. Os novos servidores são candidatos aprovados no concurso público regido pelo Edital Normativo nº 31/2022. Nesse certame, a SEEDF já chamou, além dos 3 mil, 5.239 novos servidores. “As nomeações são fundamentais para garantir o pleno funcionamento da rede pública e para enfrentar a crescente demanda das escolas, sobretudo diante do número expressivo de aposentadorias previstas para os próximos anos”, lembra a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. Distribuição de professores A SEEDF tem atuado de forma articulada para garantir a adequada distribuição dos novos professores nas coordenações regionais de ensino (CREs). O trabalho envolve estudos técnicos, análise da demanda de cada unidade escolar, considerando número de matrículas e especificidades pedagógicas, além da reorganização do quadro docente, com o objetivo de assegurar que todas as escolas iniciem o ano letivo com profissionais suficientes para atender os estudantes. As convocações dos novos docentes efetivos contemplam as disciplinas de Atividades (918 professores), Educação Física (535), Língua Portuguesa (404) e Artes (240). Também foram nomeados docentes para Língua Inglesa (140), Biologia (78), Geografia (82), História (71), Filosofia (76), Física (65), Química (79) e Ciências Naturais (79). “Nosso foco é garantir que cada aluno da rede pública tenha um professor na sala de aula desde o primeiro dia” Hélvia Paranaguá, secretária de Educação Outras áreas atendidas incluem Língua Espanhola (79), Sociologia (46), Informática (30), Enfermagem (27), Letras/Libras (12), Língua Francesa (10), Arquitetura (6), Administração (7) e Língua Japonesa (4), além de campos específicos como Construção Civil, Contabilidade, Direito, Matemática, Música/Clarineta, Nutrição, Odontologia, Psicologia e Radiologia. Programa Carência Zero A rede pública do DF apresenta uma demanda constante por novos professores devido às aposentadorias e ampliação da oferta. A recomposição é feita de duas formas: por meio das nomeações de servidores efetivos e pelas contratações de professores substitutos, para caso de licenças e afastamento legal dos efetivos. Para garantir que o ano letivo comece sem intercorrências de pessoal, a SEEDF implementou o programa Carência Zero, para padronizar e tornar mais eficiente o suprimento de carências de regência de classe. A meta é uniformizar critérios, prazos e práticas nas 14 CREs, permitindo que as escolas estejam organizadas para o início do ano letivo com 100% de suas turmas estabelecidas e professores em sala de aula. Para este ano, o período de entrega da documentação dos professores substitutos já está aberto. Até o dia 28 deste mês, os docentes poderão enviar toda a documentação por meio do Sistema de Peticionamento Eletrônico (Sispe), que confere mais comodidade ao profissional. Essa etapa é conduzida pela Subsecretaria de Gestão de Pessoas (Sugep), em parceria com as CREs e as unidades escolares. [LEIA_TAMBEM]Também é possível conferir a lista de documentos necessários e as convocações por área de formação para cada CRE no site da SEEDF. O atendimento dos professores substitutos que se encontrarem em estabilidade provisória será prestado no dia 29 deste mês, e a convocação para a escolha de carência ocorrerá a partir de 3 de fevereiro, conforme cronograma previamente publicado no site oficial da SEEDF. A secretaria lembra que o candidato que recusar ou bloquear a carência dentre as ofertadas será reposicionado para o final da lista de convocação do banco de reserva da CRE. De 2019 a 2024, mais de 12,3 mil nomeados Em 2024, 4.433 profissionais da educação foram nomeados, incluindo 4.022 da carreira de magistério público (professores e orientadores) e 411 da carreira de políticas públicas e gestão educacional (PPGE). A marca histórica zerou todo o cadastro reserva previsto em edital. Em 2023, esse número alcançou um total de 4.538 nomeações. Já em 2022, foram 515; em 2021, 1.158; em 2020, 1.105; e em 2019, 589 nomeações. “Nosso foco é garantir que cada aluno da rede pública tenha um professor na sala de aula desde o primeiro dia”, enfatiza a secretária de Educação. “Essa iniciativa demonstra nosso zelo com a organização e a qualidade do ensino oferecido às famílias do Distrito Federal”. Se você é docente, siga o passo a passo para o peticionamento da documentação. *Com informações da Secretaria de Educação
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Solenidade marca adesão de escolas ao modelo de gestão compartilhada no Distrito Federal
A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), em parceria com a Secretaria de Educação (SEEDF), realizou a solenidade oficial de apresentação de oito novas escolas que aprovaram o modelo de gestão compartilhada de ensino. Elas aprovaram o modelo ainda em 2024 e neste ano finalizaram o processo de implementação do modelo. A cerimônia, realizada no auditório da Academia de Bombeiro Militar, contou com a participação da comunidade escolar, gestores, educadores e autoridades civis e militares. Foram realizadas apresentações culturais e esportivas durante o evento. As oito unidades educacionais são o Centro de Ensino Fundamental (CEF) 4, no Guará; os CEFs 12, 16 e 17, em Taguatinga; o CEF 103, de Santa Maria; o CEF 427, em Samambaia; o Centro Educacional Myriam Ervilha, em Água Quente; e o Centro de Ensino Médio do Riacho Fundo I. A aprovação do modelo foi realizada com a participação da comunidade escolar. Com elas, o total de escolas que adotam o modelo chega a 25. Neste ano, outras 17 já aprovaram o modelo, que totalizará pelo menos 42 no próximo ano. Desde 2019, quando foi instituído, o programa tem se consolidado como política pública voltada ao fortalecimento da disciplina, do pertencimento social e da convivência pacífica dentro dos espaços escolares. Para o secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Sandro Avelar, a gestão compartilhada vai além da organização administrativa e chega como estratégia de prevenção social, sustentada por resultados, acompanhamento profissional e participação direta das famílias. Desde 2019, quando foi instituído, o programa tem se consolidado como política pública voltada ao fortalecimento da disciplina, do pertencimento social e da convivência pacífica dentro dos espaços escolares | Foto: Divulgação/SSP-DF “A gestão compartilhada não é apenas um modelo organizacional — ela é uma estratégia de prevenção, construída com diálogo, participação e compromisso. Quando uma comunidade escolar decide pela adesão, ela reafirma que acredita no ambiente seguro, estruturado e disciplinado como base para o desenvolvimento dos estudantes. Compartilho com o governador Ibaneis, entusiasta e defensor deste programa, a convicção de que cada escola que adere ao modelo é um passo concreto para um Distrito Federal mais protegido”, declara. “Este evento de hoje mostra o quanto o modelo tem crescido com responsabilidade e resultados visíveis: estudantes mais engajados, ambientes mais organizados e escolas cada vez mais fortalecidas em sua função pedagógica”, completa. Para o chefe da Assessoria Especial para as Políticas para as Escolas Cívico-Militares da Secretaria de Educação, Wagner de Faria Santana, o evento de hoje representa mais um salto na gestão compartilhada do DF. “Reunimos, pela primeira vez, escolas que aderiram ao programa em momentos diferentes e que agora se consolidam com a chegada dos militares. Antes, as posses eram feitas individualmente, e hoje celebramos juntas — com apresentações, projetos, artes marciais, banda musical e a presença de autoridades, o que reforça que estamos no caminho certo. O comportamento das crianças mostrou disciplina, respeito e os valores que defendemos no modelo. Muitas unidades têm solicitado adesão voluntariamente, o que demonstra confiança no programa. Nosso foco é expandir, mas também fortalecer as escolas que já integram a gestão compartilhada, garantindo funcionamento pleno e resultados cada vez mais transformadores para a educação do Distrito Federal”. O subsecretário das Escolas de Gestão Compartilhada, coronel Alexandre Ferro, reforça que todas as novas adesões só ocorrem mediante decisão da própria comunidade escolar. Segundo ele, o DF tem avançado com responsabilidade e com base na transparência do processo. “O modelo é apresentado em audiência pública, e quem decide pela implementação são aqueles que vivem na escola diariamente. Os resultados positivos e os indicadores já registrados, como no último IDEB, são reflexo dessa confiança social”, disse. Atualmente, cerca de 28 mil alunos estudam nas escolas de gestão compartilhada. Na maior parte delas, a aprovação foi acima de 80% pela escolha do modelo, que é feita pela comunidade escolar, composta por alunos, pais, professores e servidores. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF)
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Projeto 'Eu Já Tive a Sua Idade' conecta gerações e inspira estudantes
Mais de 400 estudantes das escolas públicas do Distrito Federal participaram das três primeiras edições do projeto Eu Já Tive a Sua Idade, promovido pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF). Encontro recente, no Cemso Asa Sul: atividades aproximam diferentes gerações e promovem troca de conhecimentos | Fotos: Jhonatan Vieira/Sejus-DF. A ação itinerante foi realizada nos dias 22, 28 e 29 deste mês, contemplando respectivamente o Centro de Ensino Médio Integrado (Cemi) do Gama, o Centro de Ensino Médio Setor Oeste (Cemso) da Asa Sul e o Centro de Ensino Médio 01 de Planaltina. “Nós estamos saindo da escola para o mundo, mas é com a vida que vamos realmente aprender a conviver em sociedade. Quanto mais conhecimento a gente adquirir por meio desses bate-papos, maior será o nosso preparo para lidar com os desafios e chegar longe”, disse Júlia Lopes, 18 anos, uma das participantes do encontro no Cemso. Meninas e meninos [LEIA_TAMBEM]O projeto é voltado especialmente a alunas da rede pública, mas em algumas edições os meninos também participaram, movidos pela curiosidade e pelo interesse em ouvir as histórias compartilhadas. A proposta é simples e eficaz: levar para a sala de aula pessoas idosas que marcaram o cenário cultural e social do DF para transmitir trajetórias, conselhos e aprendizados a quem está prestes a entrar na vida adulta. Entre as convidadas, já estiveram a professora Silvia Seabra, a jornalista Jane Godoy e a comunicadora Mônica Nóbrega. Para Mônica, o maior valor da iniciativa está em provocar reflexões: “Participar do projeto aproxima gerações e faz com que os adolescentes reflitam sobre temas que serão relevantes para o futuro deles”, afirma. Leonora Cunha fez palestra no CEM 01 de Planaltina: “Essas experiências nos permitem aprender com os jovens, que têm liberdades e oportunidades que eu não tive” Além das personalidades de destaque, cada edição contou com a participação de uma pessoa idosa da própria comunidade escolar — geralmente integrante do programa Viver 60+, coordenado pela Sejus. Em Planaltina, a convidada foi Leonora Cunha, que emocionou os estudantes ao compartilhar sua trajetória de vida. Aprendizado “Essas experiências nos permitem aprender com os jovens, que têm liberdades e oportunidades que eu não tive”, declarou Leonora durante bate-papo com a turma do CEM 01. “Meu conselho é que nunca desistam dos sonhos — vocês têm muito a ensinar e a aprender.” “Levar ações como esta para o ambiente escolar fortalece a conexão entre gerações e ajuda a preparar os jovens para os desafios que virão” Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, reforça a relevância do projeto para a formação cidadã: “Levar ações como esta para o ambiente escolar fortalece a conexão entre gerações e ajuda a preparar os jovens para os desafios que virão”. Inspirado pelo programa Meninas em Ação, do GDF, o Eu Já Tive a Sua Idade se consolida como um espaço de escuta e troca: para as alunas, novas referências e orientação; para as pessoas idosas, a oportunidade de transmitir saberes e, ao mesmo tempo, renovar esperanças ao encontrar as próximas gerações.
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