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Oficina de desenho e contação de histórias movimentam a Biblioteca Nacional

Quem busca uma programação cultural gratuita para as férias terá boas opções na Biblioteca Nacional de Brasília (BNB). A agenda desta semana tem contação de histórias para crianças e oficina de desenho para jovens e adultos. As atividades são preenchidas por ordem de chegada. Na quinta-feira (16), das 10h às 12h, e na sexta (17), das 15h às 17h, a escritora e arte-educadora Carla Nery apresenta a contação de histórias Dinossauro de Baunilha no Espaço Infantil da biblioteca. A atividade leva o público a um universo de imaginação e incentiva a leitura, a empatia e o respeito à diversidade. A programação é voltada para crianças de até 13 anos. São 25 vagas por sessão, preenchidas por ordem de chegada.  Criatividade no papel Na sexta-feira (17), o Espaço Geek recebe a Oficina de Desenho em estilo Cartum com o ilustrador Daniel Nakassato. A atividade será das 15h às 17h. Durante o encontro, os participantes aprenderão técnicas para criar personagens em estilo cartum e desenvolver desenhos com mais expressão e personalidade. A programação é voltada para crianças de até 13 anos | Foto: Divulgação Serão oferecidas 12 vagas para participantes a partir de 10 anos. Não é preciso ter experiência.  Serviço Contação de Histórias – Dinossauro de Baunilha Quinta-feira (16), das 10h às 12h; sexta (17), das 15h às 17h Local: Espaço Infantil – térreo da Biblioteca Nacional de Brasília Público: crianças de até 13 anos Entrada gratuita Oficina de desenho com Daniel Nakassato Sexta (17), das 15h às 17h Local: Espaço Geek – 2º andar da Biblioteca Nacional de Brasília Público: pessoas a partir de 10 anos Entrada gratuita

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GDF oferece programação de férias com atividades educativas e culturais

Durante as férias escolares, o Governo do Distrito Federal (GDF) oferece à população diversas opções de colônias de férias e atividades culturais e educativas antes do retorno às aulas. Entre as principais iniciativas estão as ações do Planetário de Brasília, que promove atividades gratuitas para crianças de 6 a 14 anos, com programação iniciada nesta semana e inscrições ainda abertas, além da Rota da Diversão, um miniguia pensado para ajudar as famílias a montar roteiros e conhecer melhor a capital federal. O Planetário Jovem funciona como uma colônia de férias voltada a crianças e adolescentes, com a participação, inclusive, de muitos pais. Além das exposições interativas no anel externo do Planetário, o programa oferece uma série de oficinas ao longo de duas semanas. “A colônia de férias do Planetário já se consolidou ao longo do tempo; e, sempre que abrimos as inscrições, as vagas se esgotam muito rapidamente”, destaca o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino. O Planetário de Brasília recebeu 50 mil visitantes a mais em 2025, com relação ao ano anterior | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Segundo Rafael, o programa tem um papel ainda mais relevante durante o período de férias escolares, ao unir educação, lazer e inclusão. Ele destacou a importância do Planetário de Brasília como equipamento público, um dos mais visitados da capital. “No ano passado, ultrapassamos a marca de 150 mil visitas, um recorde histórico. Foram mais de 50 mil visitantes a mais em relação ao recorde anterior, o que demonstra a relevância e o alcance do Planetário”, afirmou. A iniciativa trabalha a ciência com trilhas de aprendizagem específicas para cada faixa etária de forma leve, atrativa e lúdica. As oficinas são realizadas de terça a quinta-feira, em dois turnos, das 8h ao meio-dia e das 14h às 18h. Apaixonado por ciências, Pedro Henrique Rodrigues elogia a colônia de férias do Planetário: "É muito bom sair um pouco de casa nas férias para aprender mais, de uma forma divertida e diferente" Quem já está aproveitando a programação do Planetário é o estudante Pedro Henrique Rodrigues, de 12 anos, que participa pela segunda vez das atividades. Entusiasmado, ele contou que, durante a colônia de férias, tem aprendido sobre microrganismos, um tema pelo qual sempre teve interesse. “Eu aprendi um pouco na escola, mas acho que foi pouco. Quero aprender muito mais. Eu gosto muito de ciências, é a minha matéria preferida. Eu adoro planetários”, afirmou.   Para Pedro Henrique, estudar ciência durante as férias é uma experiência positiva e diferente: “É muito bom sair um pouco de casa nas férias para aprender mais, de uma forma divertida e diferente". Daiana Helena Lemos ressalta que a experiência ensina às crianças de maneira divertida e mais eficaz do que em uma sala de aula O rapaz foi acompanhado pela tia, Daiana Helena Lemos, 36, que também elogiou a colônia de férias do Planetário. Segundo ela, a experiência tem sido divertida, bem-organizada e positiva para a rotina da família durante o período de recesso escolar. “Gostei bastante dos professores, que estão sempre orientando as atividades, e achei tudo muito interessante para as crianças. Ajudou muito a ter opções do que fazer nessas férias”, relatou. Para Daiana, o acesso das crianças a conteúdos de ciência e tecnologia é fundamental: “Nessas experiências, elas conseguem aprender junto com a prática, e isso faz com que memorizem muito mais do que em uma sala de aula, por exemplo”. Outras atividades Para quem quer conhecer e se divertir pelos quatro cantos do DF, a Rota da Diversão, voltada exclusivamente para o público infantil, mostra vários pontos turísticos como Parque da Cidade, Centro Cultural Banco do Brasil, Planetário, Pontão do Lago Sul, Jardim Botânico, Zoológico de Brasília, Torre de TV, Ermida Dom Bosco, Estádio Nacional Mané Garrincha, Complexo Cultural de Samambaia e Transitolândia. “Muito além dos monumentos e atrações cívicas, a Rota da Diversão reúne opções de entretenimento, cultura e contato com a natureza” Cristiano Araújo, secretário de Turismo O miniguia da Secretaria de Turismo conta com um layout exclusivo, jogos como o caça-palavras e desenhos para colorir do artista Ralfe Braga. A ferramenta ainda fomenta o turismo e diverte a criançada. De acordo com secretário de Turismo, Cristiano Araújo, a Rota da Diversão foi criada para levar crianças de todas as idades a conhecer melhor o DF, principalmente no período das férias, em que os pais buscam atividades para as crianças. “Muito além dos monumentos e atrações cívicas, ela reúne opções de entretenimento, cultura e contato com a natureza, proporcionando às famílias experiências lúdicas e inesquecíveis durante as férias”, ressalta. Ainda neste mês, outra atividade aberta e gratuita para a comunidade durante as férias escolares tomará conta da Biblioteca Escolar Comunitária Valéria Jardim, em Taguatinga. Nos dias 26 e 27 deste mês, entre as 9h30 e as 11h30, em parceria com a Secretaria de Educação (SEEDF), o local recebe o evento Manhãs de Imaginar e Criar, com oficinas de bordado, contação de histórias e declamação de poesias.  

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Dia mundial alerta para a prevenção de afogamentos

Durante as férias escolares, o lazer aquático se torna uma das principais diversões das crianças. Piscinas, lagos, rios e até baldes com água se transformam em brincadeira. Mas é justamente nesse período que os acidentes por afogamento aumentam, e muitos deles podem ser evitados com cuidados simples. Em caso de afogamento, ligue para o Samu, pelo 192, ou para o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), pelo 193 | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu-DF) registrou, de janeiro a julho deste ano, 42 ocorrências de afogamento no Distrito Federal. Dessas, 15 envolveram crianças entre 1 e 12 anos. Em 13 casos, os pequenos precisaram ser levados a uma unidade de saúde. O Dia Mundial de Prevenção do Afogamento, lembrado nesta sexta-feira (25), busca chamar atenção para a gravidade do problema e fortalecer ações preventivas. A data é dedicada à disseminação de medidas que salvam vidas, principalmente entre os públicos mais vulneráveis, como as crianças. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o afogamento é uma das principais causas de mortes acidentais no mundo. Em 2021, foram 300 mil óbitos, sendo 43% de crianças e adolescentes. No Brasil, entre 2010 e 2023, foram registradas 71,6 mil mortes por afogamento, conforme dados do Ministério da Saúde. Crianças de 1 a 4 anos e adolescentes de 10 a 19 anos são os mais afetados. Alerta constante Arte: Agência Saúde-DF A instrutora do Núcleo de Ensino do Samu-DF, Lorhana Morais, reforça que a prevenção começa com a supervisão. “É importante sempre haver um adulto responsável observando as crianças. E não basta estar por perto: é necessário estar a um braço de distância para agir rapidamente se algo acontecer”, orienta. E o perigo não está apenas em grandes volumes de água. “Basta 50 ml para afogar um adulto, causando um quadro grave. Agora, imagine o efeito em uma criança pequena. Por isso, nunca se deve deixar baldes e bacias com água ao alcance delas, banheiras devem ser sempre esvaziadas logo após o uso, vasos sanitários mantidos com a tampa fechada e piscinas protegidas com cercas e sistemas de sucção seguros”, alerta Morais. Primeiros-socorros Em caso de afogamento, ligue para o Samu, pelo 192, ou para o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), pelo 193. Se a criança estiver consciente, acalme-a, aqueça com cobertores ou roupas secas e coloque-a virada para o lado direito para evitar broncoaspiração (entrada de saliva, líquidos, alimentos, vômito ou objetos estranhos nos pulmões ou na traqueia). Se estiver inconsciente, inicie as manobras de reanimação. A criança deve ser posicionada em superfície rígida, com leve elevação do queixo (caso não haja trauma). Faça cinco ventilações de resgate (boca a boca), observando se o tórax se expande. Se não houver resposta, inicie as compressões torácicas: 15 compressões entre os mamilos, no centro do tórax, seguidas de duas respirações boca a boca. Repita esse ciclo até o socorro chegar ou até a criança apresentar sinais de recuperação. Atenção em cachoeiras O lazer em lagos e cachoeiras também exige cautela tanto para crianças quanto para adultos. A profundidade desconhecida, a presença de pedras escorregadias e buracos ocultos representam riscos reais. “Nunca entre em locais sem conhecer bem. O fundo escuro das cachoeiras pode esconder armadilhas perigosas. Vá sempre com guia ou alguém experiente”, recomenda a instrutora. Além disso, mesmo quem sabe nadar não está imune. Cãibras, hipoglicemia ou mal súbito podem causar perda de controle dentro da água. Nessas situações, nadar sozinho ou longe da margem é extremamente arriscado. Caso veja alguém se afogando, evite contato direto se não tiver treinamento: ao invés disso, jogue objetos flutuantes ou galhos que a vítima possa segurar. *Com informações da SES-DF

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Mês de férias escolares exige mais cuidado no trânsito

Julho é mês de férias escolares, caracterizado por viagens e mais crianças e adolescentes brincando nas ruas das cidades. Com isso, os riscos de sinistros de trânsito aumentam, principalmente envolvendo pedestres e motociclistas. Em 2023, julho foi o mês com mais mortes no trânsito do Distrito Federal (30). Uso do celular ao volante, uma infração, é um dos alvos das ações de fiscalização do Detran-DF | Foto: Divulgação/Detran-DF Atento a esses números, o Detran-DF elaborou uma série de ações integradas de educação, engenharia e fiscalização, que foram muito eficazes na promoção de maior segurança viária durante as férias de 2024, quando a redução de óbitos foi muito boa e julho obteve o segundo menor registro de mortes (14), maior apenas que janeiro (11). “Em 2025, nossa meta é zerar essas ocorrências”, ressaltou o diretor-geral do Detran-DF, Marcu Bellini. “Nas férias escolares, o tráfego de veículos nas vias internas fica mais reduzido e com menos congestionamentos, permitindo que os condutores apressadinhos trafeguem com mais velocidade. E isso é muito perigoso, pois aumenta os riscos de atropelamentos e perda da direção veicular, causas de grande parte das mortes no trânsito do DF.” Exatamente por isso, o Detran-DF está com diversas ações educativas direcionadas, especialmente, a pedestres e motociclistas, sem esquecer do uso da cadeirinha e cinto de segurança, da revisão de freios, pneus e outros equipamentos de segurança obrigatórios pela legislação de trânsito. Arraiá da Moderação Como julho é um mês em que ainda há bastante festejos juninos, com o costumeiro consumo de quentão e outras bebidas alcoólicas, a autarquia vai intensificar as operações de policiamento e fiscalização com foco na Lei Seca, nos equipamentos obrigatórios e uso do celular, do cinto e da cadeirinha. Entre as infrações de trânsito registradas no mês de julho de 2024 em comparação com as de 2023, houve redução em todas as que mais impactam em sinistros de trânsito: excesso de velocidade – redução de 2%, de 172.369 autuações em 2023 para 168.383 em 2024; deixar de usar o cinto de segurança – redução de 46%, de 6.912 autuações em 2023 para 3.708 em 2024; deixar de dar preferência ao pedestre na faixa – redução de 54%, de 639 autuações para 293 em 2024; usar o celular enquanto dirige – redução de 35%, de 8.181 autuações para 5.279 em 2024; e conduzir veículo sob influência de álcool – redução de 49%, de 2.632 autuações para 1.351 em 2024. As redes sociais da autarquia estão com publicações diárias sobre o tema “Arraiá da Moderação”, sensibilizando os internautas sobre os cuidados necessários para se divertir sem perder a moderação e o cuidado com a vida. Estatística Dados levantados pela Gerência de Estatística do Detran-DF apontam que, nos últimos três anos, o mês de julho registrou 24 mortes em 2022, subindo para 30 em 2023 e caindo para 14 em 2024. Observa-se que houve um aumento de 25% de 2022 para 2023 e uma redução de 53% em 2024. Nas vias urbanas, que são de jurisdição do Detran-DF, houve redução nos dois anos observados: índice caiu de oito para quatro mortes, em 2023, e para duas, em 2024, somando-se 75% de redução de vítimas fatais. *Com informações do Detran-DF

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Acidentes com pipas na rede elétrica crescem 60%; saiba como evitar riscos

As férias escolares são um período de alegria para os pequenos, mas devem ser também de cuidados para que a diversão não vire perigo. Uma das principais preocupações são as brincadeiras com pipas: em dois anos, as ocorrências de acidentes com a rede elétrica no Distrito Federal cresceram 60%. De janeiro a junho deste ano, foram registrados 170 casos do tipo, uma alta de 11% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram contabilizados 153 acidentes. O aumento é de 60% na comparação com 2023, que teve 106 ocorrências. Em dois anos, as ocorrências de acidentes de pipas com a rede elétrica no Distrito Federal cresceram 60% | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) orienta sempre buscar um lugar aberto e descampado para soltar pipa. "Longe de fiação, de árvores, de casas e de avenidas e ruas muito movimentadas, porque às vezes o pipeiro vai correr sem olhar para a via e pode vir um carro e o atropelar", aponta o subtenente Elson Silva. As pipas também podem ser um risco para ciclistas e motociclistas. O subtenente reforça que o uso de cerol e de linha chilena — mais potente e mais resistente — é proibido por lei. Para os condutores, a dica é evitar áreas com grande aglomeração de pipeiros, usar capacete com viseira baixa e jaqueta fechada no pescoço. "Se acontecer de enroscar a linha, não tentar quebrar, porque pode cortar a mão. E se sofrer algum corte, não tentar tirar a linha. O certo é pressionar com pano limpo para estancar e ligar imediatamente para o 193", aconselha Silva. Rede elétrica As pipas também são um risco ao fornecimento de energia: só neste ano, mais de 39 mil pessoas ficaram sem luz no DF em razão dos incidentes com o objeto na rede elétrica Para os pipeiros, os perigos do contato da pipa com a rede elétrica vão desde choques, que podem chegar a ser fatais, até a possibilidade de início de um incêndio, causado por um curto-circuito. "As pipas, principalmente quando têm algum tipo de preparo nas linhas ou são usadas em dias chuvosos, passam a conduzir eletricidade do mesmo jeito de um fio. O grande risco é que elas façam contato com a rede elétrica e que isso gere uma descarga e coloque em risco a vida do pipeiro. Isso acontece porque a rede elétrica não é feita para ter interações com o meio — como pipas e árvores — e isso sempre gera riscos", explica o gerente da Neoenergia Brasília, Antônio Ribeiro. [LEIA_TAMBEM]Também há o risco de, ao tentar buscar pipas, as pessoas acabarem se colocando em situações de perigo. "Jamais tentar retirar a pipa presa em fios, subir em postes ou entrar em subestações", pontua o gerente. Em caso de acidentes, o recomendado é manter distância — não se deve, por exemplo, tentar retirar uma pessoa presa a um fio, sob risco de também levar um choque — e acionar a Neoenergia, pelo telefone 116, ou os Bombeiros, pelo 193. Para além da segurança, as pipas também podem representar um risco ao fornecimento de energia. Segundo Ribeiro, só neste ano, mais de 39 mil brasilienses ficaram sem luz em razão dos incidentes com o objeto na rede elétrica: "Algumas regiões da cidade são conhecidas como espaço de pipeiros. No Taguaparque, por exemplo, se você olhar a rede elétrica, vai encontrar 30, 40 pipas presas à rede. Ainda que isso não gere um problema naquele momento, depois com a chuva, com o sol, com o vento, pode vir a causar uma interferência". Em casa Com as crianças em casa, o período de férias também acende o alerta para o risco de acidentes domésticos. Bombeiros e Neoenergia recomendam evitar deixar os pequenos sozinhos. Caso seja necessário, é importante tomar cuidado com isqueiros, fósforos e velas, bem como com produtos de limpeza e, em casos de apartamentos, com móveis altos próximos a janelas. Em relação à eletricidade, o ideal é não permitir o uso de celulares e tablets conectados à energia elétrica, manter as crianças longe de fios e quadros de energia, e usar plugs protetores de tomadas. Em caso de acidente, Neoenergia e Bombeiros estão à disposição pelos telefones 116 e 193, respectivamente.

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Férias escolares: veja como manter alimentação saudável das crianças

Durante o período de férias, as crianças tendem a passar mais tempo em casa, o que pode levar a mudanças na rotina alimentar e ao aumento na ingestão de alimentos ultraprocessados, como doces, salgadinhos e frituras. Adotar estratégias como horários regulares para as refeições e incentivar o consumo de alimentos frescos in natura e minimamente processados ajudam a prevenir o aumento de peso e a obesidade infantil. A recomendação da Gerência de Serviços de Nutrição (Gesnut) da Secretaria de Saúde (SES-DF) é de que frutas, vegetais, castanhas, iogurtes naturais e proteínas magras ganhem protagonismo no cardápio infantil. Para a gerente substituta da Gesnut, Carolina Cunha, aliar alimentação saudável e atividade física nesse período é fundamental, além de evitar a compra de alimentos prejudiciais à saúde. “É importante não armazenar guloseimas e alimentos ultraprocessados em casa, além de estimular atividades físicas e brincadeiras ao ar livre. Caminhadas, jogos, passeios no parque ou até mesmo danças podem ser divertidos e ajudam a equilibrar o gasto energético dos pequenos”, explica. Adotar estratégias como horários regulares para as refeições e incentivar o consumo de alimentos frescos in natura e minimamente processados ajudam a prevenir o aumento de peso e a obesidade infantil | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Embora seja um período de relaxamento e descanso, as férias podem ser uma oportunidade para introduzir mudanças positivas e ensinar as crianças sobre a importância de cuidar do corpo e da saúde, segundo Cunha. Outra alternativa é envolvê-las na cozinha, no preparo de receitas práticas e saudáveis, por exemplo. “Além de se divertirem, elas aprendem a fazer pratos que contribuem para uma dieta rica em nutrientes, como espetinhos e picolés de frutas, palitinhos de vegetais, pastas de leguminosas, como homus, pipoca caseira, cuscuz com queijo e sanduíches naturais”, acrescenta. Obesidade infantil No Distrito Federal, os índices de excesso de peso e obesidade infantil são preocupantes. De acordo com o último Boletim Informativo de Vigilância Alimentar e Nutricional (VAN), uma a cada dez crianças estão com sobrepeso. Em 2023, o percentual foi mais elevado na faixa entre os 5 a 10 anos (12,22%) em comparação com a crianças de dois a quatro anos (9,39%) – desse total, mais de 4% já foram diagnosticadas com obesidade, uma condição que não apenas afeta o crescimento e desenvolvimento infantil, mas também aumenta significativamente os riscos de problemas de saúde na vida adulta –, já que está associada a doenças graves, como hipertensão e diabetes, por exemplo. Aliar alimentação saudável e atividade física nesse período é fundamental, além de evitar a compra de alimentos prejudiciais à saúde | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília A médica endocrinologista pediátrica da SES-DF Alessandra Alves reforça que após as férias escolares, observa-se nos consultórios um aumento da prevalência de sobrepeso e obesidade. De acordo com a profissional de saúde, o crescimento é, geralmente, associado ao consumo de alimentos hipercalóricos, excesso de tempo de tela e piora da rotina do sono das crianças. “Uma certa flexibilização de rotina pode até ser saudável, mas é preciso ter bastante cuidado com as ‘exceções’ permitidas nesse período, para que não se tornem novos e maus hábitos – difíceis de serem desfeitos ao longo do ano. É importante que o adulto mantenha a tradição de sentar-se à mesa com os pequenos durante as principais refeições, pois é um momento de interação e observação”, afirma a médica. O período de recesso das aulas também é o momento para aumentar o contato com a natureza, a interação social e estimular a criança a fazer novos amigos. Alves reforça que opções como colônia de férias e atrações culturais e musicais distraem as crianças e ajudam a gastar energia. Rotina de sono Manter a higiene do sono também é importante para o controle de peso, segundo a médica endocrinologista, pois é nesse período que há produção de hormônios importantes para um descanso de qualidade. “ É preciso estabelecer um limite diário no uso das telas e evitar o acesso antes do horário de dormir, pois a utilização atrapalha a produção da melatonina, hormônio fundamental para o sono de qualidade. Para que as férias não resultem em ganho de peso, a palavra chave é ‘limite’. Crianças dependem do cuidado de adultos. Prevenir a obesidade é certamente melhor que tratá-la depois”, conclui. Dados no Brasil Segundo o Atlas Mundial da Obesidade, no Brasil, em 2035, estima-se que 50% da população entre 5 e 19 anos de idade (mais de 20 milhões de indivíduos) estarão acima do Índice de Massa Corporal (IMC) adequado. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Zoológico de Brasília abrirá todos os dias do mês de janeiro

Durante o mês de janeiro, o Zoológico de Brasília estará aberto todos os dias da semana, oferecendo aos visitantes a chance de explorar a diversidade da vida animal e participar de atividades especiais durante as férias. O parque ficará aberto das 8h30 às 17h e a bilheteria funciona até as 16h. Normalmente fechado às segundas-feiras para manutenção e cuidado com os animais, o zoo decidiu ampliar os dias de funcionamento para proporcionar uma experiência ainda mais acessível aos visitantes. Além de conhecer os animais, o público poderá participar de atividades educativas no Zoológico | Foto: Jardim Zoológico/Divulgação “Já é um costume que o Zoológico de Brasília fique aberto todos os dias durante o período de férias escolares, quando famílias buscam atividades educativas e divertidas para desfrutar juntas”, explica o diretor-presidente do Zoológico de Brasília, Wallison Couto. É uma boa oportunidade, acentua o gestor, para apreciar a beleza da vida selvagem, promovendo a conscientização ambiental e incentivando a conservação das espécies ameaçadas. Os ingressos para o Zoológico de Brasília podem ser adquiridos na bilheteria local. De segunda a quinta-feira, custam R$ 5 para todos. Às sextas, sábados, domingos e feriados, o preço é R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia entrada, para crianças de até 12 anos, idosos acima de 60 anos, estudantes, beneficiários de programas sociais do governo e professores). *Com informações do Zoológico de Brasília

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Férias escolares no Zoológico: Borboletário, Colônia de Feras e outras atrações garantem a diversão da criançada

Com o fim do ano letivo e o início das férias dos pequenos, muitas famílias procuram opções para ocupar o tempo e gastar a energia das crianças no período de descanso. Entre as opções que o Distrito Federal oferece, há o Zoológico de Brasília – um espaço não apenas cheio de atrações para encher os olhos em todas as idades, mas enriquecer também a área educativa. Espaços como o Borboletário, novos recintos de animais da fauna silvestre e também a Colônia de Feras ofertada pelo Zoo do DF fazem parte da programação de dezembro e janeiro da instituição. De acordo com o diretor-presidente do Zoológico, Wallison Couto de Oliveira, são diversas opções para o público aproveitar nas férias. “Esse ano nós estamos finalizando com um saldo bem positivo, fizemos a reforma de quatro recintos, vamos entregar o museu reformado em breve e teremos o primeiro aviário de imersão aqui do DF. São novos espaços para a população, um Zoo mais moderno e completo com muita coisa boa”, observou. Espaços como o Borboletário, novos recintos de animais da fauna silvestre e também a Colônia de Feras ofertada pelo Zoo do DF fazem parte da programação de dezembro e janeiro da instituição | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Borboletário No coração do Zoológico de Brasília, há um espaço que combina beleza, ciência e educação ambiental: o Borboletário. O refúgio encanta visitantes de todas as idades e proporciona uma experiência única e imersiva no universo de 12 espécies de borboletas, além de aracnídeos e anfíbios exóticos. A visita é dividida por três áreas, uma fechada, uma de brejo e outra de mata aberta. O Borboletário funciona de quarta-feira a domingo, das 9h às 12h e das 13h30 às 15h. Cada visita é guiada por monitores capacitados, que acompanham grupos de até 10 pessoas, incluindo crianças As estudantes Ariela Lima, de 13 anos, e Rebeca Borges, de 15, vieram de Barra do Garça (MT) em família para conhecer Brasília e um dos pontos que mais gostaram foi o Borboletário, que visitaram pela primeira vez. Cada uma teve suas preferências nas cores e espécies, mas todas chegaram ao mesmo resultado: a admiração pelas pequenas voadoras. “Gostei da borboleta-coruja e entendi um pouco mais sobre a transformação dela. É importante entender mais para preservar”, comentou Ariela. Já Rebeca gostou das borboletas mais coloridas: “Eu vi uma borboleta azul com pintinhas brancas que parecia um céu, outra vermelha com preto e branco. É cada borboleta linda, achei bem interessante”. Junto às primas, a estudante Flor Maria Matos, 12, veio de Goiânia e destacou a parte educativa do passeio. “Aprendi muitas coisas que eu não sabia. Gostei bastante”. Acompanhando a filha Rebeca e as duas sobrinhas, a autônoma Ivonete Borges Almeida, 48, frisou que, mesmo tendo medo de lagartas, o passeio com as borboletas foi enriquecedor. “Um biólogo nesse espaço é muito importante para a gente ter mais informações. Achei muito legal visitar o Borboletário, o Zoológico é uma das melhores opções para as férias das crianças. É um passeio gostoso, elas têm acesso ao que a gente vê só na TV, no Animal Planet, por exemplo”. A estudante Ariela Lima, de 13 anos, é de Barra do Garça (MT). Um dos pontos que mais gostou de conhecer em Brasília foi o Borboletário, no Zoológico Em 2024 mais de 50 mil visitantes passaram pelo Borboletário, que funciona de quarta-feira a domingo, das 9h às 12h e das 13h30 às 15h. Cada visita é guiada por monitores capacitados, que acompanham grupos de até 10 pessoas, incluindo crianças. Entre os visitantes de fora do DF, estava também a administradora Ethiane Bittencourt, 45, que veio de Manaus com a filha para explorar Brasília. Ela aprendeu, por exemplo, que a maior diversidade de borboletas no mundo é no Brasil – e também que a reprodução das espécies que vivem no Zoológico aumentou no último ano. A média de nascimento de borboletas em outubro de 2023 no Zoo do DF era de 50 por mês. Atualmente, o número cresceu para 1,7 mil borboletas nascidas por mês no espaço. “Às vezes, a gente não tem conhecimento do quanto as borboletas são importantes. Hoje eu pude aprender com os biólogos que esses animais estão em extinção. É importante nossos filhos se aprofundarem nos assuntos para preservar a natureza. É muito legal todos conhecerem esse borboletário, principalmente aproveitando as férias escolares. Recomendo bastante, é um roteiro para se incluir”. A administradora Ethiane Bittencourt, 45, veio de Manaus, e aproveitou para curtir as novidades do Zoológico Novos recintos Outros espaços também ganham destaque, como o recinto recém-reformado do jacaré Jessé, um dos animais mais antigos da instituição. Morando no Zoo há 25 anos, o réptil agora conta com um tanque maior e áreas externas inspiradas no Pantanal brasileiro, habitat de origem do animal. O local já está aberto para visitação e está sendo compartilhado com as tartarugas mordedoras. O biólogo responsável pelo setor de répteis, anfíbios e artrópodes do zoológico de Brasília, Renan Cassimiro, acentuou que as equipes trabalham para que o recinto seja o mais próximo possível da natureza, para que o animal possa repetir os hábitos que tem naturalmente, importantes para uma vida saudável. “O tanque é projetado com uma profundidade que ele consegue tanto boiar, como ficar nas áreas mais submersas, além da área de areia. Essa heterogeneidade do ambiente permite que, nos períodos frios ou de calor, ele possa escolher vários locais para se regular, descansar e até se esconder dos visitantes caso ele se sinta ameaçado”, afirmou. O profissional reforçou, ainda, que a parte educativa do Zoológico foca em tirar mitos e coisas que as pessoas aprendem nos filmes e levam para o mundo real. “É sobre tirar essa película e mostrar que os animais são mais próximos da gente do que imaginamos. Conseguimos acessar uma parte muito importante das pessoas, que é a sensibilidade que a educação ambiental traz. As pessoas entram de jeito e saem diferentes. Isso ajuda a propagar o respeito por esses animais e a importância da preservação no ciclo da vida”. Colônia de Feras Já estão abertas as inscrições para uma das maiores atrações para a criançada nas férias escolares: a Colônia de Feras 2025. O Zoológico de Brasília anunciou a abertura das inscrições para a primeira edição do programa e os interessados podem se inscrever por meio de um formulário disponibilizado no site oficial do Zoológico. Serão disponibilizadas 180 vagas divididas em quatro turmas de 45 crianças cada. A inscrição será no valor de R$ 150. Para ampliar a inclusão, 20% das vagas serão destinadas a estudantes da rede pública, que terão isenção total da taxa. O projeto de educação ambiental é voltado para crianças de 6 a 10 anos e tem como objetivo ensinar, de forma lúdica e interativa, a importância da conservação ambiental e o papel do zoológico na proteção das espécies ameaçadas de extinção. Vale lembrar que o preenchimento do formulário não garante a vaga. Os contemplados serão contatados por e-mail do dia 23/12 a 31/12. O cronograma de turmas está dividido da seguinte forma: Turma 1 nos dias 14 e 15 de janeiro; Turma 2 nos dias 16 e 17 de janeiro; Turma 3 nos dias 21 e 22 de janeiro; e Turma 4 nos dias 23 e 24 de janeiro. Funcionamento no fim de ano O Zoológico de Brasília estará fechado nos dias 23 e 30 deste mês, mas funcionará normalmente nos dias 24 e 25 e também nos dias 31 e 1º de janeiro de 2025, das 8h30 às 17h.

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