Evento gratuito transforma universo dos games em uma experiência de ciência, tecnologia e inovação
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Distrito Federal recebe, de 28 de agosto a 6 de setembro, o Capital Game Show 2026, evento gratuito que reúne games, tecnologia e experiências interativas no JK Shopping, em Taguatinga. A programação inclui oficinas de desenvolvimento de jogos, palestras, arenas gamer, exposição de videogames históricos e atividades voltadas à educação tecnológica e à inclusão. Com funcionamento das 10h às 22h, a expectativa é receber cerca de 2 mil pessoas, entre crianças, adolescentes, jovens, adultos e famílias. A proposta é utilizar a cultura gamer para aproximar o público de temas relacionados à ciência, à tecnologia e à inovação, além de apresentar possibilidades de formação e atuação profissional no setor. Um dos destaques é o Museu do Videogame Retrô, que apresenta a evolução dos consoles e das tecnologias digitais ao longo das décadas. A exposição permite conhecer diferentes gerações de equipamentos e acompanhar transformações no design, no hardware e na forma de interação com os jogos. Além da diversão, durante o Capital Game Show 2026, jovens poderão participar de oficinas de desenvolvimento de jogos, nas quais terão contato com conceitos de lógica, design e programação | Foto: Divulgação/Secti-DF A programação também terá oficinas de desenvolvimento de jogos, nas quais os participantes terão contato com conceitos de lógica, design e programação. Serão 10 turmas, com capacidade total para 100 participantes, com certificação das atividades formativas. O público poderá ainda experimentar diferentes ambientes, como Arena PC Gamer, Arena Corrida, Arena Console, Arena Fliperama e Arena Just Dance. As palestras diárias abordarão assuntos como inteligência artificial, desenvolvimento de jogos, streaming, segurança digital, computação em nuvem, realidade virtual e aumentada, tecnologias conectadas e novas profissões. Games como porta de entrada para a tecnologia Além do entretenimento, a programação apresenta o universo profissional que existe por trás dos jogos. Desenvolvimento de software, programação, design, arte digital, animação, audiovisual, inteligência artificial e produção de conteúdo são algumas das áreas relacionadas à indústria de games. A iniciativa busca mostrar, especialmente ao público jovem, que os jogos também podem despertar o interesse por conhecimentos e carreiras ligadas à tecnologia e à economia criativa. Acessibilidade A programação contará ainda com recursos de acessibilidade, como rampas de acesso, intérpretes de Libras, comunicação acessível e tecnologias adaptadas para pessoas com deficiência. Entre as atrações está um PlayStation 5 equipado com o controle adaptado PlayStation Access, recurso desenvolvido para ampliar a participação de pessoas com mobilidade reduzida nas experiências de jogos. Ao reunir diferentes gerações em torno da tecnologia, o Capital Game Show cria um espaço de experimentação, aprendizado e contato com diferentes aspectos da cultura digital. A programação contribui para ampliar o acesso da população a experiências relacionadas à ciência, tecnologia e inovação, áreas estratégicas para a formação e o desenvolvimento de novas habilidades. SERVIÇO: → Capital Game Show 2026 → Data: 28 de agosto a 6 de setembro de 2026 → Local: JK Shopping → Horário: 10h às 22h → Entrada: gratuita *Com informações da Secti-DF
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Reciclotech coloca Brasília entre as cidades mais inovadoras em premiação Ibero-americana
O programa Reciclotech, desenvolvido pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF), conquistou reconhecimento internacional ao colocar Brasília entre as cidades mais inovadoras da Ibero-América. A iniciativa ficou em 5º lugar no Prêmio UCCI 2026 à Inovação Ibero-americana, promovido pela União das Cidades Capitais Ibero-americanas (UCCI). A premiação reúne projetos inovadores desenvolvidos por cidades ibero-americanas que contribuem para a melhoria da qualidade de vida da população, o desenvolvimento sustentável e a criação de soluções voltadas para os principais desafios urbanos da atualidade. Nesta edição, 34 iniciativas de 15 cidades integrantes da UCCI participaram da disputa, evidenciando o alto nível de competitividade entre os projetos inscritos. O Reciclotech une economia circular, sustentabilidade, inclusão digital e capacitação profissional | Foto: Divulgação/Secti-DF O Reciclotech foi destaque por aliar economia circular, sustentabilidade, inclusão digital e capacitação profissional, transformando resíduos eletrônicos em oportunidades de aprendizado, geração de renda e acesso à tecnologia para a população. O reconhecimento ganha ainda mais relevância pelo perfil técnico do júri, composto por representantes do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), do Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe (CAF), da IE University, da Madrid Innovation (Câmara Municipal de Madrid) e da UCCI. [LEIA_TAMBEM]“Esse reconhecimento mostra que Brasília tem se consolidado como referência em inovação com impacto social. O Reciclotech é um exemplo de como tecnologia, sustentabilidade e inclusão podem caminhar juntas para transformar vidas e gerar oportunidades para a população do Distrito Federal. Estar entre os projetos reconhecidos internacionalmente fortalece ainda mais o compromisso da Secti em desenvolver iniciativas que tragam resultados concretos para a sociedade”, destacou o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino. Como parte da premiação, o Governo do Distrito Federal foi convidado a apresentar o programa durante o Fórum das Cidades da IFEMA Madrid 2026, um dos principais encontros internacionais voltados à inovação urbana e desenvolvimento sustentável, que será realizado entre os dias 9 e 11 de junho, em Madri, na Espanha. *Com informações da Secti-DF
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Play Curso II oferece formação online gratuita e aposta na inclusão digital
As tendências do mercado tecnológico estão em constante crescimento e, para capacitar jovens a partir de 12 anos, o projeto Play Curso II abre as inscrições para os cursos voltados para o mundo audiovisual. A iniciativa da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF), em parceria com o Instituto Cultural Estrela Ela (ICEE), tem a proposta de ampliar oportunidades com metodologia prática e acessível. “O objetivo é alcançar pessoas de diferentes regiões administrativas que queiram adquirir conhecimento para atuar no mercado audiovisual, criativo e tecnológico. É uma formação 100% online, mas que oferece a oportunidade de atividades práticas. E o mais importante é que não tem custo. É totalmente gratuito!”, afirma o secretário Rafael Vitorino. São oito oficinas disponibilizadas pelo Play Curso II: Fotografia Digital, Crie com IA: Edição de Fotos, Design e Inteligência Artificial, Roteiros Audiovisuais com Inteligência Artificial, Operação de Câmera, Edição de Vídeo, Inteligência Artificial no Dia a Dia e Desenvolvimento de Jogos Digitais com Roblox Studio. Cada oficina tem foco em desenvolver competências específicas para atuar no mercado audiovisual, criativo e tecnológico. Intérprete de Libras As aulas acontecem de segunda a sexta-feira, e os participantes contam com suporte de materiais complementares digitais, como tutoriais, vídeos explicativos e fóruns de discussão, garantindo um aprendizado acessível e interativo. [LEIA_TAMBEM] Além da experiência prática, na qual os alunos têm a oportunidade de participar da produção de um curta-metragem, vivenciando na prática o universo audiovisual e fortalecendo suas habilidades criativas e profissionais, o projeto conta ainda com intérprete de Libras, reforçando o compromisso com a inclusão digital, a acessibilidade e a democratização do conhecimento, além de proporcionar um ambiente mais diverso, acolhedor e participativo para todos os envolvidos. Para a Secti-DF, investir em formação tecnológica e criativa é fortalecer o futuro dos jovens do Distrito Federal, ampliando o acesso à inovação, estimulando novos talentos e criando oportunidades reais de transformação social e profissional por meio da educação digital. SERVIÇO - Play Curso II - Inscreva-se gratuitamente: playcurso.com.br/inscricoes *Com informações da Secti-DF
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Sedes oferta wi-fi gratuito em todas as unidades de assistência social do DF
Os cidadãos que estiverem em qualquer uma das unidades de assistência social da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) poderão se conectar gratuitamente à internet por meio do Wi-Fi Sedes. A cobertura, que anteriormente era parcial, agora abrange todas as instalações públicas que compõem a rede de proteção social do DF. O alcance do serviço é de cerca de 200 metros. Para utilizar a internet gratuita da Sedes é bem simples: basta ligar o Wi-Fi do dispositivo, encontrar a rede Wi-Fi Sedes e se conectar. Será solicitado o acesso por meio do Facebook, LinkedIn ou preenchendo um cadastro com nome, CPF e e-mail. O subsecretário de Governança, Inovação e Educação Permanente (Sugip) da Sedes, Rodrigo Freitas, explica como a implementação do Wi-Fi nas unidades tem melhorado a vida de cidadãos e servidores. “A conexão do Wi-Fi Sedes permite não só soluções de mobilidade para os funcionários dentro das nossas unidades, mas também para que o cidadão sem acesso à internet em casa possa se conectar em uma unidade da Sedes”, pontua. A medida faz parte da política de transformação digital da pasta que, entre outros, modernizou todo o parque tecnológico da secretaria, com a troca dos computadores, além de reestruturar as redes de internet. “Todos sabemos que internet virou necessidade básica, que ela democratizou o conhecimento e trouxe mais cidadania a todos. Então, quando entregamos o Wi-Fi Sedes em nossas unidades, além de desburocratizar o acesso aos serviços públicos, também estamos incluindo digitalmente muitas famílias vulneráveis que não contam com internet em suas casas ou aparelhos”, destaca a secretária interina de Desenvolvimento Social, Jackeline Canhedo. *Com informações da Sedes-DF
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Com apoio do GDF, tecnologia em Libras amplia acesso de eleitores surdos a serviços do TRE-DF
A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) avança na promoção da inclusão digital ao apoiar a implementação de soluções tecnológicas em Língua Brasileira de Sinais (Libras) no atendimento ao público do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF). A iniciativa, em parceria com a ICOM (socialtech brasileira de serviços de inclusão e comunicação acessível para a comunidade surda), amplia o acesso de eleitores surdos aos serviços da Justiça Eleitoral, garantindo mais autonomia, acessibilidade e cidadania. Com a adoção da tecnologia, o tribunal passa a contar com intérpretes de Libras conectados em tempo real, que atuam na mediação da comunicação entre pessoas surdas e ouvintes, tanto em atendimentos presenciais quanto remotos. A solução permite que cidadãos tenham acesso facilitado a serviços como regularização do título eleitoral, orientações sobre procedimentos e participação em ações institucionais. [LEIA_TAMBEM]Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino, a transformação digital precisa estar diretamente conectada às necessidades da população. “A tecnologia só faz sentido quando aproxima, inclui e garante direitos. Ao apoiar iniciativas como essa, reforçamos o compromisso de construir um serviço público mais acessível, moderno e preparado para atender a todos”, destaca. A iniciativa está alinhada às diretrizes do Governo do Distrito Federal de modernização dos serviços públicos por meio da tecnologia, com foco na inclusão e no atendimento humanizado. A Secti-DF tem papel estratégico nesse processo ao fomentar soluções inovadoras que ampliam o alcance e a eficiência das políticas públicas. Além de beneficiar diretamente a comunidade surda, a implementação da ferramenta também contribui para a qualificação dos serviços oferecidos pelos órgãos públicos, promovendo mais eficiência, agilidade e equidade no atendimento. A ação integra um conjunto de iniciativas apoiadas pela Secti-DF que utilizam a inovação como instrumento de inclusão social, consolidando o Distrito Federal como referência em políticas públicas digitais com impacto real na vida das pessoas. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF)
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Wi-Fi Social atinge marca de 200 pontos no Distrito Federal
A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) inaugurou o 200º ponto do programa Wi-Fi Social DF, marco da política de inclusão digital da capital. A iniciativa oferece internet gratuita em espaços públicos e se consolidou como uma das ações de maior impacto social do governo. A cerimônia ocorreu no Restaurante Comunitário do Sol Nascente, nesta terça-feira (17). “Um telefone com disponibilidade de internet é muito bom, porque aqui é um lugar onde as pessoas vão poder ler mensagens e fazer seus contatos, já que o restaurante comunitário é um espaço democrático”, ressaltou a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão. A vice-governadora Celina Leão, juntamente com os titulares da Sedes-DF e da Secti-DF, participou da inauguração do 200º ponto de acesso à internet do programa Wi-Fi Social DF, no Restaurante Comunitário do Sol Nascente | Foto: Divulgação/Secti-DF Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino, a marca representa um passo importante na redução das desigualdades digitais. “O Wi-Fi Social é uma política pública que transforma vidas, porque garante acesso a serviços digitais, informação e oportunidades. Esse ponto de número 200 coloca Brasília entre as três maiores regiões inclusivas do Brasil em termos de conectividade. É uma das cidades mais conectadas com internet gratuita”, afirmou. No evento, também foi celebrada a ampliação do número de refeições oferecidas pelo Restaurante Comunitário do Sol Nascente. A titular da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), Ana Paula Marra, destacou a importância da ação integrada para atender a população. “Além de assegurar refeições balanceadas a um preço popular, estamos promovendo a inclusão digital por meio do Wi-Fi Social, que garante internet gratuita à população. Isso possibilita, inclusive, a realização de pagamentos via Pix e outras transações, facilitando o dia a dia das famílias e ampliando seu acesso à cidadania", observou. [LEIA_TAMBEM]Frequentador do restaurante, o aposentado Antônio Honorário Pereira, de 74 anos, aprovou a iniciativa. “Internet de graça é bom demais. Ajuda muito a falar com as outras pessoas”, disse. Além de facilitar a comunicação, a conectividade gratuita fortalece a cidadania e apoia a economia local, ao permitir que estudantes, trabalhadores e pequenos empreendedores utilizem ferramentas digitais no dia a dia. Baseado em parceria público-privada e sem custos para o usuário, o programa seguirá em expansão, reforçando o compromisso da Secti-DF com uma cidade mais conectada, acessível e cheia de oportunidades. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF)
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Educa.Conecta: projeto leva internet e inclusão digital a escolas rurais do DF
Promover a inclusão digital e fortalecer a educação pública em áreas mais afastadas do Distrito Federal são desafios que exigem soluções estruturantes, baseadas em ciência, inovação e políticas públicas eficazes. Nesse contexto, o projeto Educa.Conecta se destaca como uma iniciativa que alia pesquisa aplicada, tecnologia e impacto social, com apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF). A iniciativa foi desenvolvida por meio do edital Demanda Induzida (2021) da FAPDF, voltado ao fomento de pesquisas científicas, tecnológicas e de inovação em áreas estratégicas, como ciência, tecnologia da informação, gestão pública e governo digital. O edital tem como foco apoiar projetos com potencial de gerar impacto social e subsidiar a formulação de políticas públicas baseadas em evidências. Executado pela Universidade Católica de Brasília (UCB) sob a coordenação do professor doutor Carlos Enrique Carrasco Gutierrez, o Educa.Conecta tem como objetivo levar conectividade digital, energia sustentável e infraestrutura tecnológica a escolas públicas rurais do DF, criando condições para a ampliação do acesso às tecnologias da informação, a inovação pedagógica e a melhoria do desempenho educacional dos estudantes. Inclusão digital como estratégia de fortalecimento da educação A proposta do Educa.Conecta surgiu a partir da identificação de desafios relacionados ao acesso à internet e às tecnologias digitais no ambiente escolar, especialmente em unidades localizadas em áreas rurais. De acordo com Carlos Enrique, a experiência do ensino remoto implementado em 2020, durante a pandemia da covid-19, reforçou a importância da conectividade como elemento essencial para o processo educacional. Equipe técnica e pesquisadores em reunião de planejamento e acompanhamento das ações do projeto Educa.Conecta | Foto: Divulgação/Educa.Conecta “A conectividade e o acesso a recursos digitais são hoje componentes fundamentais para ampliar as possibilidades de aprendizagem e apoiar o trabalho pedagógico nas escolas”, destaca. Ao direcionar suas ações para escolas rurais, o projeto adota uma abordagem orientada à equidade, levando soluções tecnológicas a regiões que apresentam maiores desafios de infraestrutura e acesso, contribuindo para a ampliação de oportunidades educacionais. Tecnologia integrada à rotina escolar A implementação do Educa.Conecta teve início com a instalação de um laboratório tecnológico autossustentável nas escolas participantes. O espaço é equipado com computadores de alto desempenho, acesso à internet, garantindo autonomia energética e funcionamento contínuo dos equipamentos. Com a implantação da infraestrutura, a tecnologia passou a integrar a rotina escolar. Os alunos passaram a ter acesso regular ao laboratório, enquanto os professores incorporaram gradualmente o uso do espaço aos planos de aula. Diferentes disciplinas passaram a utilizar recursos digitais como apoio às atividades pedagógicas, ampliando as possibilidades de ensino e aprendizagem. Internet via satélite, energia sustentável e aprimoramento educacional Para assegurar conectividade em regiões onde a banda larga convencional não está disponível, o projeto adotou a internet via satélite, garantindo alcance, estabilidade e qualidade de sinal, independentemente da localização geográfica das escolas. Além disso, foram implantados sistemas de energia solar fotovoltaica, com baterias de alta capacidade, que asseguram o funcionamento dos equipamentos mesmo em locais com fornecimento elétrico instável. A solução contribui para a sustentabilidade ambiental e pode gerar redução de custos operacionais para as escolas. O Educa.Conecta também contempla ações de capacitação em iniciação digital para alunos e professores. As atividades são estruturadas a partir de diagnósticos prévios e organizadas de forma progressiva. Para os estudantes, as oficinas envolvem desde a familiarização com o computador até o uso da internet para pesquisas e acesso a conteúdos educacionais. Para os docentes, a formação combina capacitação técnica e pedagógica, apoiando a integração das tecnologias digitais ao processo de ensino-aprendizagem. Essas ações têm contribuído para maior engajamento dos alunos, diversificação das metodologias de ensino e fortalecimento das competências digitais da comunidade escolar. Impactos educacionais e sociais Com a chegada da conectividade e dos recursos digitais, o cotidiano escolar passou a incorporar novas práticas pedagógicas, como pesquisas online, uso de conteúdos multimídia e atividades interativas. Professores ampliaram suas estratégias de ensino, e os alunos demonstraram maior interesse e participação nas atividades escolares. Embora a conectividade esteja concentrada no ambiente escolar, os efeitos do projeto também se refletem nas famílias, a partir do fortalecimento do vínculo entre escola, estudantes e comunidade. A médio e longo prazos, a iniciativa tem potencial para contribuir com a melhoria do desempenho educacional, a permanência dos estudantes na escola e o fortalecimento da escola como espaço de inovação e inclusão digital. Além da implantação da infraestrutura, o projeto conta com uma estratégia consistente de monitoramento e avaliação de impacto, com produção de relatórios técnicos e artigos científicos que analisam os efeitos da conectividade digital sobre o desempenho educacional e indicadores socioeconômicos das comunidades atendidas. [LEIA_TAMBEM]Essa produção científica fortalece o caráter replicável do projeto e contribui para o aprimoramento de políticas públicas voltadas à inclusão digital na educação, alinhando pesquisa, inovação e tomada de decisão baseada em evidências. Segundo o coordenador do Educa.Conecta, Carlos Enrique Carrasco Gutierrez, o fomento da Fundação foi decisivo para transformar a proposta em uma solução concreta para a educação pública rural. “O apoio da FAPDF foi essencial para que o projeto saísse do campo conceitual e se materializasse nas escolas. Sem esse investimento público, seria inviável implantar uma infraestrutura tecnológica desse porte, garantir conectividade estável e realizar o acompanhamento técnico e científico necessário para avaliar os impactos da iniciativa”, destaca. Com base nos resultados já observados, há expectativa de ampliação do Educa.Conecta para outras escolas e regiões do Distrito Federal e da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride), fortalecendo a inclusão digital como eixo estruturante da educação pública e ampliando o alcance das políticas públicas baseadas em evidências. *Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF)
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GDF amplia alcance do Wi-Fi Social em Taguatinga e região
O Governo do Distrito Federal (GDF) ampliou a cobertura do Wi-Fi Social para novos pontos estratégicos de Taguatinga e arredores, fortalecendo uma das iniciativas mais relevantes de inclusão digital da capital. Coordenado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), o programa garante acesso gratuito à internet em espaços públicos, sem qualquer custo para o usuário. Com a ampliação do serviço, cada vez mais cidadãos podem ter acesso gratuito à internet no DF | Foto: Divulgação/Secti-DF “A ampliação atende a uma crescente demanda por acesso à informação e serviços digitais, especialmente em regiões onde a conectividade gratuita funciona como ponte para oportunidades de estudo, trabalho e lazer” Rafael Vitorino, secretário de Ciêntia, Tecnologia e Inovação A política de acesso digital, já consolidada em áreas de grande circulação como rodoviárias, feiras, estações do metrô, praças e unidades de saúde, chega agora a nove novos endereços: Praça do Relógio, Feira dos Goianos, Feira dos Importados, Taguacenter, Praça do DI, Praça do Bicalho, Praça da Vila Dimas, Praça da Vila Mathias e Taguapark, abrangendo também a Colônia Agrícola Samambaia, em Taguatinga. “A ampliação atende a uma crescente demanda por acesso à informação e serviços digitais, especialmente em regiões onde a conectividade gratuita funciona como ponte para oportunidades de estudo, trabalho e lazer”, afirma o titular da Secti-DF, Rafael Vitorino. “Com o Wi-Fi Social, cidadãos conseguem realizar atividades essenciais, como acessar serviços do GDF, estudar, trabalhar e até mesmo ações do dia a dia, como utilizar mapas, aplicativos de transporte e comunicação.” [LEIA_TAMBEM]Ao levar internet gratuita a espaços comunitários, o programa fortalece a cidadania, estimula a permanência das pessoas em áreas de convivência e apoia o desenvolvimento econômico local, especialmente em feiras e centros comerciais, que dependem de fluxo constante de consumidores. Com essa expansão, o Wi-Fi Social segue se consolidando como uma política pública estratégica e essencial na construção de uma cidade mais inteligente, acessível e integrada às necessidades da população. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação
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