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Sábado (30) é dia de reforçar proteção, com vacinas disponíveis em 20 regiões administrativas

Quem precisar atualizar a caderneta de vacinação contra sarampo, febre amarela, tétano, coqueluche ou outras doenças, tem uma oportunidade neste sábado (30). A Secretaria de Saúde (SES-DF) terá 49 pontos de atendimento em 20 regiões administrativas. Os endereços e horários podem ser consultados no site da pasta. Vacinas estão disponíveis para pessoas de diferentes faixas etárias, incluindo os grupos prioritários | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF A ação contempla pessoas de todas as idades, seguindo as recomendações específicas para cada faixa etária e os grupos prioritários. Entre outros exemplos, jovens de 10 a 14 anos podem receber a vacina contra a dengue; já idosos, crianças de até 5 anos e profissionais como professores e caminhoneiros estão aptos a tomar a dose de combate à gripe (influenza). Outros imunizantes também estarão disponíveis, incluindo proteção contra febre amarela, sarampo, tétano e difteria. [LEIA_TAMBEM]Para o atendimento, é necessário apresentar um documento de identidade válido e com foto e, preferencialmente, a caderneta de vacinação. As equipes verificam o histórico e avaliam a necessidade de novas doses. A imunização pode ser feita em qualquer ponto, independentemente do local de residência. No domingo (31), não haverá funcionamento. As mais de cem salas de vacinação retomam o atendimento normal na segunda-feira (1º). *Com informações da Secretaria de Saúde            

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Saúde do DF aplica mais de 340 mil vacinas contra gripe

Desde o início da campanha de vacinação deste ano, em 25 de março, o Distrito Federal já aplicou mais de 340 mil doses do imunizante contra o vírus Influenza, causador da gripe. Até o momento, a Secretaria de Saúde (SES-DF) mantém a estratégia definida pelo Ministério da Saúde e disponibiliza o imunizante a grupos prioritários.  Arte: Agência Saúde-DF “Todas as vacinas recebidas são distribuídas às unidades da SES-DF e utilizadas na sua totalidade nos grupos prioritários”, explica a gerente da Rede de Frio Central, Tereza Luiza Pereira. Nessa população, estima-se que mais de 1,1 milhão de pessoas precisam da vacina contra a influenza. A meta é chegar a 90% de indivíduos protegidos.  Imunizantes deste ano oferecem proteção contra três variantes do vírus Influenza Entre os principais públicos estão crianças de 6 meses a 5 anos, 11 meses e 29 dias, além de idosos a partir dos 60 anos, gestantes, puérperas até 45 dias após o parto, pessoas com comorbidades e deficiências, indígenas e quilombolas, população privada de liberdade e uma série de profissionais, como professores, caminhoneiros, policiais e militares das Forças Armadas. A vacina deste ano protege esses grupos contra três variantes do vírus: Influenza A/Missouri/11/2025 (H1N1) pdm09, Influenza A/Singapore/GP20238/2024 (H3N2) e Influenza B/Austria/1359417/2021 (B/linhagem Victoria). A lista dos locais de imunização está disponível no site da SES-DF.  Outros vírus e medicação [LEIA_TAMBEM]A influenza não é a única causadora da chamada Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Mulheres a partir das 28 semanas, por exemplo, devem vacinar-se contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), principal agente da bronquiolite em recém-nascidos. O VSR é foco, ainda, do nirsevimabe, um anticorpo oferecido a bebês de até seis meses e que tenham nascido prematuros, com menos de 37 semanas de idade gestacional. Também é aplicado em crianças menores de 24 meses com comorbidades. Já os bebês que receberam o palivizumabe em 2025 e que tenham menos de 1 ano devem tomar novas doses, com foco na proteção contra o VSR.  A vacinação em combate à covid-19, por sua vez, é destinada a uma série de grupos, incluindo todos os idosos a partir dos 60 anos e crianças de 6 meses a menores de 5 anos.   *Com informações da Secretaria de Saúde    

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Sazonalidade exige atenção redobrada com crianças asmáticas e com alguma deficiência

Com a chegada dos meses mais secos no Distrito Federal, não é apenas o desconforto do clima que preocupa. Entre março e julho, a circulação de vírus respiratórios se intensifica e impacta diretamente a saúde infantil, especialmente de crianças asmáticas e com deficiência, que apresentam maior risco de agravamento e hospitalização. Como as crianças têm resposta imunológica imatura, o quadro de saúde logo evolui para gravidade | Fotos: Matheus Oliveira/ Agência Saúde DF Dados da Secretaria de Saúde do DF (SES-DF) mostram que, em 2025, foram registrados mais de 8,4 mil diagnósticos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), dos quais 3.871 (46%) casos e 15 mortes correspondem a crianças menores de 1 ano de idade. Parte significativa dos casos graves corresponde a crianças menores de 5 anos. A resposta imunológica, ainda imatura nessa fase da vida, contribui para a rápida evolução dos quadros, especialmente diante de vírus mais agressivos. "Os principais sinais de gravidade em crianças asmáticas e com deficiência são cansaço visível para respirar, fala entrecortada, febre persistente e a criança pouco responsiva" Andréa Martha Rodrigues, médica especialista em asma “Os principais sinais de gravidade em crianças asmáticas e com deficiência são cansaço visível para respirar, fala entrecortada, febre persistente e a criança pouco responsiva”, alerta a referência técnica distrital de asma da SES-DF, Andréa Martha Rodrigues. Quando procurar atendimento Casos leves de crianças com asma costumam apresentar melhora nas primeiras 24 horas com uso de medicação prescrita pelo médico. No entanto, a ausência de resposta ao tratamento exige atenção imediata. “Se após o uso das medicações habituais não houver melhora ou surgirem sinais de alerta, é fundamental buscar atendimento. Casos leves devem ir às unidades básicas de saúde, enquanto os graves precisam de pronto-socorro”, orienta a especialista. Entre os casos que exigem maior vigilância estão os de crianças menores de 2 anos, principalmente bebês prematuros. Nessa faixa etária, o sistema imunológico ainda não está completamente desenvolvido, o que reduz a capacidade de defesa do organismo e favorece a progressão rápida da doença para quadros mais graves. Imunização De acordo com a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), infecções virais respiratórias estão entre os principais fatores de desencadeamento de crises de asma. O rinovírus é o mais frequente, mas o vírus influenza também tem papel relevante ao agravar sintomas e aumentar o risco de complicações. A vacina é considerada a principal medida de prevenção da influenza [LEIA_TAMBEM]Outro ponto de atenção é a possibilidade de infecções bacterianas secundárias. Após um quadro viral, as vias aéreas ficam mais vulneráveis, o que pode levar a complicações como sinusite, otite e pneumonia, especialmente em crianças com doenças respiratórias prévias. A vacinação contra a influenza é considerada a principal medida de prevenção. Ao estimular a produção de anticorpos, a vacina fortalece a resposta do organismo e diminui o risco de internações. Crianças de 6 meses a 5 anos, 11 meses e 29 dias fazem parte do público prioritário para a vacinação contra influenza. Além da imunização, medidas como manter ambientes ventilados, evitar aglomerações e reforçar a higiene das mãos seguem como estratégias importantes para reduzir a transmissão. Confira os locais onde a vacina está disponível. *Com informações da Secretaria de Saúde  

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Vacinação contra gripe, sarampo e febre amarela ocorre em 52 pontos do DF neste sábado (25)

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) terá 52 locais de vacinação neste sábado (25). A lista inclui o Venâncio Shopping, no Plano Piloto; a Feira do Produtor, em Ceilândia; escolas no Sol Nascente e em São Sebastião; e 47 unidades básicas de saúde (UBSs) em 21 regiões administrativas. É possível se imunizar em qualquer um desses postos, independentemente do local de residência. A lista completa com endereços e horários está disponível no site da pasta. Para se vacinar, orienta-se levar documento de identificação válido com foto, caderneta de vacinação e comprovação de pertencimento a um dos grupos prioritários | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde DF O foco estará na proteção, principalmente, contra o vírus influenza. A vacina é aplicada em grupos considerados mais vulneráveis, de acordo com diretrizes do Ministério da Saúde. Estão incluídos crianças de 6 meses a 5 anos, 11 meses e 29 dias; gestantes; puérperas até 45 dias após o parto; idosos a partir de 60 anos; pessoas com comorbidades ou deficiências; indígenas e quilombolas; e profissionais de diversas áreas. Mais informações aqui. Em todos os locais, orienta-se levar documento de identificação válido com foto, caderneta de vacinação e comprovação de pertencimento a um dos grupos prioritários. Nos casos de profissões, pode ser apresentado crachá, contracheque ou outro documento que comprove a atividade. Já para pessoas com doenças crônicas ou deficiência permanente, é necessário apresentar exames ou relatório médico. [LEIA_TAMBEM]Outras vacinas A ação deste sábado também incluirá outros imunizantes, aplicados conforme as faixas etárias. Crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, por exemplo, podem receber doses contra a dengue. Adultos podem ser vacinados contra sarampo e febre amarela. Já as crianças contam com uma série de vacinas, sempre aplicadas conforme o calendário de rotina. Não haverá atendimento no domingo (26). Já na segunda-feira (27), as mais de cem salas de vacinação reabrem em horário normal de funcionamento.

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Chegada da influenza K reforça importância da vacinação

A confirmação da presença do vírus Influenza A (H3N2) subclado K no Distrito Federal não representou, até o momento, uma mudança no padrão dos casos de gripe no Distrito Federal. A morte de uma adolescente de 17 anos com a variante, porém, reforça a importância das vacinas para prevenir casos graves da doença e hospitalização.  Rede de unidades básicas de saúde — algumas funcionam no período noturno e também aos sábados — é a principal porta de entrada para atendimento a pacientes com sintomas gripais | Foto: Sandro Araújo | Agência Saúde-DF Na rede pública, a vacinação contra a influenza, iniciada em 25 de março, já alcançou mais de 100 mil pessoas — a meta é chegar a 1,1 milhão. A imunização é gratuita e está disponível em diversas unidades da Secretaria de Saúde (SES-DF). Este ano, a vacina protege contra três variantes do vírus. A vacina é voltada a grupos prioritários e considerados mais vulneráveis pelo Ministério da Saúde. Entre os principais públicos estão crianças de 6 meses a 5 anos, 11 meses e 29 dias; idosos a partir dos 60 anos; gestantes; puérperas até 45 dias após o parto; pessoas com comorbidades e deficiências; indígenas e quilombolas; população privada de liberdade; e uma série de profissões, como professores, caminhoneiros, policiais e militares das Forças Armadas.  Outros vírus e medicação A influenza não é a única causadora da chamada Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Mulheres a partir das 28 semanas de gestação, por exemplo, devem vacinar-se contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), principal agente da bronquiolite em recém-nascidos. Idosos a partir dos 60 anos fazem parte do grupo ao qual se destina a vacina contra covid-19 O VSR é foco, ainda, do nirsevimabe, um anticorpo oferecido a bebês de até seis meses e que tenham nascido prematuros, com menos de 37 semanas de idade gestacional. Também é aplicado em crianças menores de 24 meses com comorbidades. Já os bebês que receberam o palivizumabe em 2025 e que tenham menos de um ano devem tomar novas doses, com foco na proteção contra o VSR.  A vacinação em combate à covid-19, por sua vez, é destinada a uma série de grupos, incluindo todos os idosos a partir dos 60 anos e crianças de 6 meses a menores de 5 anos.  Mudança no clima Casos de síndrome respiratória no DF, de janeiro até agora, passam de 1.600 | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF Entre janeiro e 14 de abril deste ano, o DF registrou 1.627 casos de SRAG, dos quais 67 foram causados pelo vírus influenza, 199 pelo VSR, 303 pelo metapneumovírus, 537 pelo rinovírus, 71 por outros vírus respiratórios e 33 por covid-19. Em 434 casos, não foi especificado o tipo de vírus, e, em dois, houve a presença de outro agente. Há ao menos 175 codetecções com vírus distintos identificados de maneira simultânea.  O crescimento dos casos de março a julho ocorre, principalmente, devido ao clima mais frio e seco, que facilita a circulação de vírus e resseca as vias respiratórias, deixando o organismo mais vulnerável. Também é uma época em que as pessoas costumam ficar mais tempo em locais fechados, com pouca ventilação, facilitando a transmissão. [LEIA_TAMBEM]Por meio do Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF), a Diretoria de Vigilância Epidemiológica da SES-DF acompanha o cenário na capital, incluindo o sequenciamento genético dos vírus em circulação. Até 15 de abril, a equipe laboratorial identificou o subtipo H3N2 (clado 3C.2a1b.2a.2a.3a.1 e subclado K) em 13 amostras de vírus influenza A.  Onde buscar atendimento Os sintomas da influenza K podem ser confundidos com aqueles causados por outros vírus respiratórios e até outras variantes. Em caso de sinais leves, a orientação da SES-DF é buscar uma das 183 unidades básicas de saúde (UBSs). Desse total, 66 UBSs abrem nas manhãs de sábado, das 7h às 12h, enquanto nove funcionam de segunda a sexta-feira até as 22h. Se houver sintomas mais graves, recomenda-se procurar uma das 13 unidades de pronto atendimento (UPAs) ou os hospitais da rede SES-DF. O atendimento é feito por um protocolo de cores que define a gravidade do caso e o tempo de espera previsto.   *Com informações da Secretaria de Saúde    

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DF aplica quase 60 mil doses de vacinas contra a gripe em três dias

De quarta-feira a sábado da semana passada, a Secretaria de Saúde (SES-DF) aplicou 58.984 vacinas contra o vírus Influenza, causador de quadros graves de gripe. Porém, quem for dos públicos prioritários, porém, ainda pode se imunizar, procurando uma das mais de cem salas de vacinação disponíveis no DF.  Fazem parte dos grupos prioritários para vacinação contra a gripe as categorias de professores, trabalhadores de saúde e profissionais de forças armadas e de segurança | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF  “As unidades estão abastecidas e prontas para receber os pacientes”, assegura a gerente da Rede de Frio Central da SES-DF, Tereza Luiza Pereira. A orientação é comparecer com documento de identificação e comprovante de que faz parte de um dos grupos prioritários. No caso dos profissionais, pode ser um contracheque ou crachá. Já pessoas com deficiências ou comorbidades podem levar exames ou relatórios médicos.  A vacina contra o vírus Influenza tem duas características importantes. A primeira é sua atualização anual, conforme as cepas circulantes do vírus: em 2026, a vacina é trivalente, protegendo contra as variantes Influenza A/Missouri/11/2025 (H1N1) pdm09, Influenza A/Singapore/GP20238/2024 (H3N2) e Influenza B/Austria/1359417/2021 (B/linhagem Victoria). Por esse motivo, a orientação é tomar a vacina anualmente.  [LEIA_TAMBEM]A segunda característica é que a vacina pode ser aplicada em conjunto com outras. Por exemplo: uma criança de 4 anos, no grupo prioritário para receber a vacina contra a influenza, pode tomar o reforço contra a febre amarela, a tríplice bacteriana e a vacina contra a varicela na mesma ocasião, todas recomendadas para essa faixa etária. O mesmo vale para adultos, idosos e gestantes. "Convidamos a população para comparecer com sua caderneta de vacinação”, reforça Tereza Pereira. “As equipes estão preparadas para avaliar a situação vacinal e indicar o que pode ser aplicado.” *Com informações da Secretaria de Saúde  

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Prevenir, monitorar e atender são as estratégias do DF contra as viroses infantis

Vírus sincicial respiratório (VSR), influenza e Sars-CoV-2, responsável pela covid-19: estes são alguns dos causadores do histórico aumento do número de casos de infecções respiratórias em crianças, todos os anos no Distrito Federal, entre março e julho. O período de sazonalidade é causado por fatores como condições climáticas no período de transição de verão para outono e inverno. Para enfrentar esse desafio, a Secretaria de Saúde (SES-DF) vai colocar em ação um plano elaborado para prevenir casos, monitorar a circulação de cada vírus e oferecer tratamento rápido.  Crianças com quadros graves de doenças respiratórias contam com leitos de Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF  “Os últimos anos reforçaram a importância do planejamento antecipado e da atuação integrada da rede de saúde”, aponta a médica Juliana Macêdo, coordenadora de Atenção Especializada à Saúde da secretaria. “O objetivo é reduzir casos graves, evitar desassistência e garantir maior segurança às crianças e suas famílias.” O plano contempla as fases de preparação, mobilização, alerta, emergência e crise, conforme o número de casos registrados e  de pacientes atendidos. “O foco está na antecipação das medidas, no reforço da capacidade de resposta e na integração do atendimento, além da intensificação das ações de prevenção e comunicação com a população”, explica a gestora.  Prevenção A vacinação é uma das principais medidas preventivas no combate às síndromes respiratórias agudas graves | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF  Na primeira fase, destacam-se as medidas preventivas. Além de orientações gerais à população, como evitar a circulação em caso de doenças respiratórias, é indicada a vacinação contra os vírus influenza e covid-19, atividades que já fazem parte do dia a dia da SES-DF.  “A imunização é a principal estratégia para reduzir casos graves, internações e óbitos, além de otimizar o uso das doses já disponíveis” Tereza Pereira, gerente da Rede de Frio Central da Secretaria de Saúde Ao longo de 2025, e nas primeiras semanas de 2026, já foram aplicadas mais de 880 mil doses da vacina contra a influenza. De acordo com os levantamentos populacionais, porém, apenas 53% das crianças de 6 meses e menores de 6 anos foram vacinadas, percentual abaixo da meta de 90%.   A gerente da Rede de Frio Central da SES-DF, Tereza Luiza Pereira, ressalta que a vacina aplicada protege contra os vírus Influenza A (H1N1 e H3N2) e Influenza B (linhagem Áustria). “A imunização é a principal estratégia para reduzir casos graves, internações e óbitos, além de otimizar o uso das doses já disponíveis”, orienta. “Todos os anos, o imunizante é atualizado conforme as cepas do vírus com maior registro de circulação daquele período. Além disso, a imunidade obtida pela vacina dura de seis a 12 meses”. Neste mês também foi iniciada a aplicação do nirsevimabe e do palivizumabe, medicamentos que protegem contra o vírus sincicial respiratório, indicados para bebês que nasceram prematuros. “O nirsevimabe e o palivizumabe representam avanços relevantes na prevenção das formas graves de infecção pelo VSR [Vírus Sincicial Respiratório], principal causa de bronquiolite e importante motivo de hospitalização em lactentes”, detalha Julliana Macêdo.  Monitoramento Para o monitoramento do número de casos, o DF conta, hoje, com dez unidades-sentinela. Nesses locais, distribuídos conforme as concentrações demográficas, há a coleta de amostras de pacientes com sintomas gripais a fim de detectar quais vírus estão em circulação. Os exames são enviados para análise no Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF). Isso ajuda tanto a definir condutas de atendimento quanto a detectar eventuais cepas novas. “A unidade-sentinela é um termômetro: se um vírus for introduzido, conseguimos detectar precocemente” Renata Brandão, gerente de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar da Secretaria de Saúde A Diretoria de Vigilância Epidemiológica da SES-DF mantém o monitoramento constante dos casos, incluindo o acompanhamento da situação em outras partes do Brasil e até em outros países. O registro de casos no próprio Distrito Federal também permite compreender o cenário local. “A unidade-sentinela é um termômetro: se um vírus for introduzido, conseguimos detectar precocemente”, explica Renata Brandão, gerente de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar da secretaria. Entre 2023 e 2025, o número de casos confirmados de síndrome respiratória aguda grave provocada pelo vírus Sars-CoV-2, da covid-19, caiu de 965 para 472. Já os casos provocados pelo vírus Influenza subiram de 373 para 1.421. O trabalho no laboratório também tem sido mais preciso: em 2023, 61% dos casos foram classificados como de vírus “não especificado” — índice que, em 2025, ficou em 27%. Atendimento Conforme o plano de enfrentamento ao período de sazonalidade das infecções respiratórias virais na pediatria, a rede pública do Distrito Federal conta atualmente com 182 unidades básicas de saúde (UBSs). De 2019 até agora, 13 unidades foram entregues novas ou reformadas. Outras duas estão próximas da conclusão. As UBSs são a principal porta de acesso aos serviços de saúde e atendem pacientes com sintomas leves, sem necessidade de ir até hospitais e unidades de pronto atendimento (UPAs).  [LEIA_TAMBEM]Além disso, as UPAs de Ceilândia I, São Sebastião, Recanto das Emas e Sobradinho ofertam atendimento especializado em pediatria. Há pronto-socorro infantil, ainda, no Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) e em oito hospitais regionais, localizados em Brazlândia, Ceilândia, Guará, Paranoá, Planaltina, Sobradinho, Taguatinga e Santa Maria.  Para casos mais complexos, há 128 leitos de Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (Utip), sendo 16 no Hmib, cinco no Hospital Regional de Taguatinga (HRT), 20 no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), 58 no Hospital da Criança de Brasília José de Alencar (HCB) e dez no Hospital Universitário de Brasília (HUB-UnB) — este último de administração federal —, além de 19 já disponíveis nos hospitais Santa Marta e Anchieta Ceilândia, a partir do credenciamento para prestação de serviços. Há ainda 39 leitos de isolamento respiratório.  Juliana Macêdo lembra que, além da ampliação do número de leitos, há capacitação constante de servidores, reforço de equipes e novos métodos de trabalho: “Seguem em curso estratégias de reorganização de fluxos, qualificação da rede e otimização da capacidade instalada”.   *Com informações da Secretaria de Saúde      

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Zoológico e parques do DF terão vacinas no Dia D contra a febre amarela

Neste sábado (31), Dia D de vacinação contra a febre amarela, pontos de grande circulação de pessoas foram escolhidos para a população se imunizar: Jardim Zoológico de Brasília, Parque Olhos d'Água (Asa Norte), Parque Ezechias Heringer (Guará) e Parque Ecológico de Águas Claras. Ao todo, serão 37 locais de aplicação, tanto em áreas urbanas quanto rurais, com destaque para o Clube Termas Solar, em Ceilândia, e o pátio da Polícia Rodoviária Federal na BR-040, em Santa Maria. A lista completa com endereços e horários está disponível no site da Secretaria de Saúde (SES-DF).  Equipes de saúde estão preparadas para verificar a situação vacinal de cada pessoa e recomendar a aplicação de imunizantes, conforme a necessidade | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF O objetivo do Dia D é atender cerca de 40 mil pessoas que não têm registros de imunização contra a febre amarela. Para isso, o recomendado é levar documento de identificação com foto e a caderneta de vacinação. Porém, caso esta última tenha sido extraviada, as equipes da SES-DF estão preparadas para buscar registros nos sistemas online ou aplicar os imunizantes previstos.  Nos locais de vacinação também haverá disponibilidade de doses contra outras doenças, como covid-19, tétano, gripe/influenza (para pessoas a partir dos 6 meses de idade), papilomavírus humano (HPV) e, em algumas salas, dengue. Todas serão aplicadas conforme o previsto no calendário de rotina.  Quem precisa da dose contra a febre amarela? Para crianças de 9 meses a 4 anos, 11 meses e 29 dias, a administração é de uma dose inicial aos 9 meses, seguida de outra de reforço aos 4 anos. Aquelas a partir dos 5 anos, que possuam histórico de uma dose aplicada antes dessa idade, devem completar o esquema vacinal com a de reforço. Entre crianças de 5 anos ou mais e adultos até 59 anos, 11 meses e 29 dias, a recomendação é uma dose única do imunizante.  No caso de gestantes e de mulheres que amamentam crianças menores de 6 meses, a vacinação é indicada apenas àquelas que residem ou precisam deslocar-se para áreas onde esteja confirmada a circulação do vírus da febre amarela. Mesmo nessas situações, será necessária uma avaliação de profissionais de saúde. O DF não possui casos confirmados da doença. Quem estiver imunizado pode emitir o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP), exigido por alguns países para a entrada em seus territórios. O documento é gratuito e não tem prazo de validade. Pessoas com histórico de alergias a ovo de galinha ou a gelatina devem passar por uma avaliação médica antes de receber a vacina. Nesses casos específicos, a recomendação é procurar o Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie), no Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib). O atendimento é de segunda a sexta-feira, exceto feriados, das 8h às 11h30 e das 13h às 17h.  Por fim, as pessoas com 60 anos ou mais podem ser imunizadas mediante solicitação médica, após avaliação individualizada do risco/benefício. Além do Dia D, a dose contra a febre amarela está disponível nos dias úteis em mais de cem salas de vacinação da SES-DF. Por que o Dia D? Embora o DF não apresente casos de febre amarela desde 2022, o sinal de alerta foi ligado após a morte de 23 micos e macacos em Goiás, entre setembro e janeiro deste ano, vítimas da doença. Os óbitos dos animais indicam a circulação do vírus nesta parte do país. Contudo, até o momento, não há áreas do DF com a confirmação da doença.  A SES-DF ressalta que o contágio de febre amarela não ocorre por meio de macacos e micos, mas pela picada de mosquitos contaminados pelo vírus.  *Com informações da Secretaria de Saúde  

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