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Carreta da Inclusão vai passar por regiões administrativas para atender mais de 5 mil pessoas com deficiência

A Carreta da Inclusão está de volta, com atendimentos que começam no próximo dia 23 de junho e seguem por diversas regiões administrativas até o dia 14 de agosto. A iniciativa da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) em parceria com a Secretaria da Pessoa com Deficiência (SEPD-DF) e o Instituto Bem Estar tem como objetivo aproximar a tecnologia das pessoas com deficiência (PcD), promovendo mais autonomia, acessibilidade e inclusão social. Por meio de uma estrutura itinerante, o projeto vai percorrer as regiões do Paranoá, Itapoã, Ceilândia, Riacho Fundo, Riacho Fundo II e Sobradinho, oferecendo atendimento ao público, palestras, demonstrações de recursos tecnológicos adaptados e experiências digitais inclusivas, como Arena Gamer e Console, atividades que utilizam a tecnologia como ferramenta de interação, aprendizado e desenvolvimento. Além dos atendimentos, o projeto também contribui para identificar demandas das comunidades e ampliar o conhecimento sobre tecnologias assistivas, fortalecendo uma rede de apoio e inclusão em todo o DF | Foto: Divulgação Secti/DF [LEIA_TAMBEM] A expectativa é atender aproximadamente 5 mil pessoas nesta edição, com orientações personalizadas, apresentação de soluções assistivas e ações voltadas também a familiares, cuidadores e profissionais que atuam nas áreas de educação e assistência social. “A Carreta da Inclusão representa a união entre tecnologia e transformação social. Quando levamos inovação para perto das pessoas, especialmente para quem enfrenta barreiras de acesso, criamos oportunidades reais de autonomia, participação e melhoria na qualidade de vida. A Secti trabalha para que a ciência e a tecnologia estejam cada vez mais presentes no cotidiano da população do Distrito Federal”, destaca o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino. Já o secretário da SEPD, Willian Cunha, reforça que a Carreta da Inclusão é um projeto que leva cidadania, dignidade e acesso a direitos diretamente à população. “Ao oferecer atendimentos essenciais às pessoas com deficiência, conseguimos promover inclusão social de forma concreta e ampliar o alcance das políticas públicas em todo o Distrito Federal. Nosso objetivo é reduzir barreiras e garantir que as pessoas com deficiência tenham acesso a serviços, informações e tecnologias que promovam mais autonomia no dia a dia. Essa iniciativa assegura que os serviços cheguem a quem mais precisa, fortalecendo o acesso a direitos e contribuindo para uma sociedade mais justa, acessível e inclusiva.” “Ao oferecer atendimentos essenciais às pessoas com deficiência, conseguimos promover inclusão social de forma concreta e ampliar o alcance das políticas públicas em todo o Distrito Federal" Willian Cunha, secretário da Pessoa com Deficiência Além dos atendimentos, o projeto também contribui para identificar demandas das comunidades e ampliar o conhecimento sobre tecnologias assistivas, fortalecendo uma rede de apoio e inclusão em todo o DF. A iniciativa já está em sua terceira edição e reforça o compromisso de levar políticas públicas inovadoras para diferentes territórios. Para a Secti-DF, a ação evidencia o papel estratégico da tecnologia como instrumento de inclusão, democratizando o acesso ao conhecimento e às ferramentas que podem transformar vidas. Para a população, significa encontrar, perto de casa, caminhos mais acessíveis para conquistar independência, desenvolver novas habilidades e participar de uma sociedade mais inclusiva.   *Com informações da Secti-DF

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Projeto escolar estimula vivência e respeito à diversidade nas aulas de educação física

A Escola Parque 303/304 Norte promoveu, na última semana, o projeto “Diversidade na Educação Física: vivenciando as dificuldades das pessoas com deficiência e sua inclusão nas práticas esportivas”. A ação celebrou o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, comemorado no domingo (21), e busca transformar o olhar dos estudantes sobre acessibilidade e inclusão. Iniciativa apresenta aos estudantes vivências reais sobre os desafios da acessibilidade e a importância da inclusão por meio do esporte | Fotos: Mary Leal/SEEDF O projeto é conduzido pela professora e especialista em Psicomotricidade Relacional, Luciane Vaneli. A docente explica que as ações envolvem alunos com e sem deficiência em atividades que vão além do esporte tradicional. Eles participam de situações que simulam a rotina de pessoas com deficiência física, auditiva e visual, promovendo empatia e respeito dentro e fora da sala de aula. O projeto Diversidade na Educação Física também aborda o combate ao capacitismo nas falas e atitudes dos estudantes, promovendo o respeito às pessoas com deficiência “Se eu encontrar uma pessoa com deficiência visual, vou primeiro perguntar se ela precisa de ajuda. E, se ela disser que precisa, eu ajudo.” A fala é de Bento Conti, 11 anos, que participou de uma atividade vendado, com os colegas da sala. Já Davi Lopes, 10, participou do futebol de cinco e falou sobre a experiência de guiar-se pelo som da bola, ressaltando a importância da cooperação e da gentileza na partida. “No futebol com venda, a gente se guia pelo barulho da bola e precisa se ajudar o tempo todo. É uma experiência que mostra como uma pessoa com deficiência visual se sente no dia a dia.” Luciane Vaneli explica que a iniciativa tem como objetivo mostrar que a atividade física pode e deve ser acessível a todos. “É fundamental que todos participem de forma colaborativa, aprendendo uns com os outros, o que promove o desenvolvimento social e emocional”, destacou a docente. Os estudantes Bento Conti (esquerda) e Davi Lopes (direita) participaram das atividades. "É uma experiência que mostra como uma pessoa com deficiência visual sente no dia a dia", comentou Davi Combate à invisibilização Este ano, as atividades ganharam caráter interdisciplinar, envolvendo as áreas de educação física, artes, teatro e musicalização. Antes das práticas, os estudantes tiveram aulas teóricas sobre inclusão, artistas com deficiência e combate ao capacitismo, aprendendo que respeitar a autonomia e oferecer ajuda apenas quando solicitada são atitudes fundamentais. Nas aulas de musicalização, os alunos foram convidados a explorar os sentidos além da visão, audição e tato ao tocar instrumentos. “Quando apresentamos artistas com deficiência visual, como Hermeto Pascoal, muitos ficaram impressionados porque não o conheciam. Isso combate a invisibilização e desperta empatia, que só se desenvolve com a experiência real”, explicou o professor Felipe Sobral. O futebol de cinco pessoas — no qual os participantes são vendados e precisam se guiar pelo som da bola — foi uma das atrações mais disputadas pelas crianças Gentileza gera gentileza Na parte prática, cerca de 50 alunos por turma, do 1º ao 5º ano do ensino fundamental, participaram de modalidades como futebol de cinco, vôlei sentado e uma pista de obstáculos acessível. As atividades mostraram as dificuldades enfrentadas por pessoas com deficiência e a importância da cooperação. Felipe Sobral ressalta a relevância do desenvolvimento da empatia em relação ao próximo durante a segunda infância. “No início, muitas crianças do projeto sentem medo por estarem temporariamente sem um dos sentidos ou numa situação de mobilidade reduzida, mas com o apoio dos demais colegas adquirem mais confiança em participar”, contou o professor. [LEIA_TAMBEM]A estudante Isabella Vasconcelos, 11 anos, participou do circuito usando cadeira de rodas e guiando colegas vendados. “Foi difícil passar pelas cordas e bambolês. As pessoas que usam cadeira de rodas enfrentam buracos e rampas ruins todos os dias. Coloquei-me no lugar delas e percebi como o apoio faz diferença”, contou. O projeto Diversidade na Educação Física também aborda o combate ao capacitismo nas falas e atitudes dos estudantes, promovendo o respeito às pessoas com deficiência. Os alunos aprendem ainda sobre a importância de não ocupar espaços destinados a pessoas com mobilidade reduzida, como vagas e assentos preferenciais. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Festival que dá visibilidade a artistas com deficiência do DF tem inscrições abertas

Estão abertas as inscrições para artistas com deficiência que desejem expor seus trabalhos na segunda edição do Festival Trilha da Inclusão, evento da Guia Acessibilidade Inclusive, com aporte do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). Os interessados podem se inscrever até 9 de junho, pela internet. Podem participar pessoas com deficiência com mais de 18 anos; grupos e coletivos com protagonismo PCD; e empresas ou associações com projetos liderados por PCD. As categorias são teatro, dança, cinema e artes visuais. Podem participar pessoas com deficiência com mais de 18 anos; grupos e coletivos com protagonismo PCD; e empresas ou associações com projetos liderados por PCD | Foto: Divulgação "O festival vem para poder mostrar toda a potencialidade das pessoas com deficiência dentro da cultura. Existe muita produção no DF, mas, muitas vezes, esses artistas acabam não tendo o espaço para divulgar suas obras", aponta Cássia Lemes, diretora da Guia Acessibilidade Inclusiva. As exposições do Trilha da Inclusão estão marcadas para começar em 10 de julho, no Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul. O festival, com mostras de cinema, teatro e apresentações de dança, será em 1º, 2 e 3 de agosto. "É uma forma de compartilhar e conhecer um pouquinho da qualidade do que a gente tem no DF. Vai ser um prazer para a gente conseguir divulgar e contar com os artistas na programação", arremata a diretora.

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Hospital de Base recebe workshop sobre inclusão de pessoas com deficiência no serviço público

Na segunda-feira (24), o Núcleo de Educação Corporativa (Nudec) vinculado à Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep) do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) realizou, no auditório do Hospital de Base, o workshop Pessoa com Deficiência e seu Acesso ao Serviço Público. Voltado para os colaboradores da instituição, o evento teve como palestrante Alexandre Ferreira de Castro, diretor de Comunicação Acessível da Secretaria da Pessoa com Deficiência do DF. Voltado para os colaboradores do HBDF, o evento teve como palestrante Alexandre Ferreira de Castro, diretor de Comunicação Acessível da Secretaria da Pessoa com Deficiência do DF | Foto: Alberto Ruy/IgesDF O evento destacou a importância da conscientização sobre os direitos das pessoas com deficiência e a necessidade de um ambiente mais acessível e acolhedor no serviço público. “Esse encontro não é apenas uma oportunidade de reflexão, mas um convite à ação em prol da promoção dos direitos das pessoas com deficiência. Precisamos lembrar que cada indivíduo, independentemente de suas limitações, possui direitos indispensáveis que devem ser respeitados e garantidos”, afirmou Erick Cardoso, chefe do Nudec. Durante o workshop, Alexandre falou sobre a abordagem aos diferentes segmentos de pessoas com deficiência, suas especificidades, a forma adequada de tratá-las, as terminologias corretas, a legislação vigente que é desconhecida por muitas pessoas e o papel da Secretaria da Pessoa com Deficiência como apoiadora dos serviços voltados a esse público. Segundo Alexandre, a iniciativa do IgesDF em realizar um workshop com esse tema é muito louvável e pertinente para os dias de hoje. “É uma ação proativa que amplia a conscientização sobre a importância do atendimento adequado às pessoas com deficiência. Isso ajuda a proporcionar um serviço com mais qualidade e excelência, respeitando as características de cada um. Afinal, é fundamental tratar o diferente de forma diferente, na medida em que ele se diferencia”, concluiu. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Carreta da Inclusão vai percorrer cinco RAs com serviços públicos para pessoas com deficiência

Pessoas com deficiência (PcDs) têm, a partir de agora, mais acesso a serviços essenciais, graças à Carreta da Inclusão, projeto itinerante do Governo do Distrito Federal (GDF). Lançada recentemente no Guará, a iniciativa é promovida pelas secretarias de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e da Pessoa com Deficiência (SEPD).  Presente ao evento com o secretário da Pessoa com Deficiência, Flávio Santos (E), a governadora em exercício Celina Leão ressaltou:  “É o governo levando a inclusão para o DF por meio da Secti e da SEPD, que é uma secretaria criada pelo nosso governo e que está ampliando os atendimentos” | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Presente à despedida do programa na cidade, a governadora em exercício Celina Leão lembrou o compromisso do governo em levar a inclusão para todas as regiões administrativas do DF. 1,4 mil Número de atendimentos registrados nos primeiros dias da carreta no Guará “É o governo levando a inclusão para o DF por meio da Secti e da SEPD, que é uma secretaria criada pelo nosso governo e que está ampliando os atendimentos”, declarou. “Agora, a pasta sai da estrutura de sua sede e vai às cidades para atender as pessoas com deficiência, com diversos tipos de serviços, desde entretenimento e emissão de carteirinha a encaminhamento ao mercado de trabalho e apoio jurídico da defensoria pública.” Nos primeiros dias do programa, foram registrados 1,4 mil atendimentos e distribuídas 514 carteiras de identificação da pessoa com deficiência e do autista – documentos que podem ser solicitados no local.  Igor Carvalho foi atendido pelas equipes da Carreta da Inclusão: “O governo, indo até a pessoa, demonstra o compromisso, demonstra probidade, execução correta do dinheiro público e a finalidade adequada” Entre os atendidos está Igor Carvalho, 28. Deficiente visual, o estudante elogiou o investimento do GDF na ampliação das políticas públicas voltadas para PcDs: “Isso é uma iniciativa para as pessoas com deficiência serem vistas, serem encontradas, serem resgatadas da escuridão e colocadas numa condição de protagonismo. Às vezes, a pessoa com deficiência física não tem condição de sair de casa, de fazer uma carteirinha, está sem uma cadeira de roda, sem um passe livre. O governo, indo até a pessoa, demonstra o compromisso, demonstra probidade, execução correta do dinheiro público e a finalidade adequada”.  Novos endereços A ação estreou no Guará e vai circular por outras cinco regiões administrativas até setembro. “Posteriormente, estaremos em outras regiões administrativas também com uma previsão de 25 mil pessoas cadastradas já aprovadas e em torno de 5 mil carteiras entregues de forma direta”, anuncia o secretário da Pessoa com Deficiência, Flávio Santos.  A estrutura foi montada no estacionamento do Cave, na QE 25, onde permanece até as 16h desta sexta-feira (12). De lá, a carreta seguirá para outras cidades da capital federal, entregando um total de 3.777 carteiras de identificação. As próximas regiões a receber o projeto são Recanto das Emas (do dia 30 deste mês a 1º de agosto), Samambaia (13 a 15 de agosto), Gama (26 a 28 de agosto), Santa Maria (3 a 5 de setembro) e Planaltina (17 a 19 de setembro). Inovação e acessibilidade “Os jogos eletrônicos são ferramentas de inclusão; quando você joga um jogo, você tem o seu personagem, a sua história, você quebra as barreiras físicas e pode de fato ter um sentimento de inclusão” Leonardo Reisman, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação Um dos principais destaques do evento é a arena gamer, onde os visitantes podem experimentar jogos eletrônicos adaptados com tecnologia assistiva. O espaço também permite a inscrição no projeto Gamifica-DF,  da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF (Secti), com cursos gratuitos nas áreas de desenvolvimento de jogos, design e marketing.  “Os jogos eletrônicos são ferramentas de inclusão; quando você joga um jogo, você tem o seu personagem, a sua história, você quebra as barreiras físicas e pode de fato ter um sentimento de inclusão, seja no computador, seja no console, seja com as ferramentas de realidade virtual que permitem essa inclusão do público PCD”, ressalta o titular da Secti, Leonardo Reisman.  A Carreta da Inclusão e o Gamifica se somam aos vários projetos desenvolvidos pelo governo desde 2019, quando foi criada a SEPD com a proposta de tornar o Distrito Federal mais acessível, implementando ações como o Cadastro Único para a emissão de carteiras de identificação e o Centro de Atendimento à Pessoa com Deficiência. *Colaborou Adriana Izel

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Carreta da Inclusão vai ofertar carteiras de identificação e serviços públicos para pessoas com deficiência

A assistência às pessoas com deficiência (PcDs) que vivem na capital federal será ampliada com o projeto Carreta da Inclusão, lançado nesta quarta-feira (10). A iniciativa do Governo do Distrito Federal (GDF), por meio das secretarias de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e da Pessoa com Deficiência (SEPD), tem o objetivo de facilitar o acesso dessa população a serviços públicos, com a entrega das carteiras de identificação, oferta de atendimentos jurídicos e sociais, suporte na busca de oportunidades de emprego e possibilidade de experiências tecnológicas inclusivas. Os secretários da Pessoa com Deficiência, Flávio Santos (C), e de Ciência, Tecnologia e Inovação, Leonardo Reisman (acima) durante a chegada da Carreta da Inclusão | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “O programa visa atender as pessoas nas regiões administrativas para que a gente possa levar serviços da secretaria e de outras pastas que garantam às pessoas com deficiência os seus direitos, principalmente indo à cidade para facilitar o acesso”, defendeu o secretário da Pessoa com Deficiência, Flávio Santos. “Estamos trazendo a carteira física para facilitar para as pessoas que têm alguma deficiência oculta possam se identificar dentro dos programas do GDF” Flávio Santos, secretário da Pessoa com Deficiência O Guará foi escolhido para a estreia do projeto, que ainda circulará por outras cinco regiões. A carreta itinerante ficará na cidade até sexta-feira (12), no estacionamento do Cave, na QE 25. Por lá, serão distribuídas 514 carteiras de identificação da pessoa com deficiência e do autista em formato de crachá e com cordão e também poderão ser solicitadas novas emissões. Também serão oferecidas atividades acessíveis. Os atendimentos serão das 14h às 16h, nesta quarta, e das 10h às 16h, na quinta e na sexta-feira. Serviços oferecidos “Estamos trazendo a carteira física para facilitar para as pessoas que têm alguma deficiência oculta possam se identificar dentro dos programas do GDF”, resumiu o titular da SEPD. “Além de entregar as carteiras, nós também estaremos fazendo novas carteiras e oferecendo outros serviços, como de defensoria pública, de transporte, de empregabilidade e da área social.” Sílvia Amélia Amaral (E), com o filho Filipe: “O autismo não está no rosto, então a carteira vai facilitar na hora de ir numa fila, a um banco ou qualquer tipo de atendimento” A servidora pública Sílvia Amélia Amaral, 51, foi ao evento com o filho Filipe Lucas Amaral, 16, para fazer a retirada da Carteira Física da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea), e lembrou que ter o serviço próximo de casa ajuda muito, tanto para ela quanto para as demais famílias. “Um projeto desses que traz uma carreta até você é um alento, porque nem todo mundo consegue sair com os filhos”, disse. “O autismo não está no rosto, então [a carteira] vai facilitar na hora de ir numa fila, a um banco ou qualquer tipo de atendimento. É muito importante ter um cordão que identifique para que as pessoas não achem que estamos fraudando. Já que tem, é uma forma de irmos atrás dos nossos direitos.” Games e atendimentos públicos Um dos destaques é a arena gamer, com duas áreas onde os visitantes poderão experimentar jogos eletrônicos adaptados com tecnologia assistiva e free play. Além disso, o espaço permite a inscrição no projeto Gamifica-DF da Secti, que oferece cursos de capacitação gratuitos nas áreas de desenvolvimento de jogos, design e marketing. Ainda durante o evento, os secretários da Pessoa com Deficiência e de Ciência, Tecnologia e Inovação assinaram uma portaria que estabelece diretrizes e competências para cooperação mútua entre as pastas visando desenvolvimento de soluções tecnológicas e inovadoras para pessoas com deficiência do DF. “Temos essa visão da tecnologia como vetor de inclusão” Leonardo Reisman, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação “Temos essa visão da tecnologia como vetor de inclusão”, disse o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Leonardo Reisman. “No mundo dos games não há limitações físicas, basta pegar um personagem e desenvolver sua trajetória. Nesse contexto, estamos apresentando o uso de realidade virtual e imersões em experiências de equipe. Também estamos aqui com todo um olhar especial ao nosso projeto de capacitação gamificada.” O pequeno Marcelo Teixeira, 6, foi com o pai, o jornalista Leandro Aislan, 37, para retirar a Ciptea, e aproveitou para curtir a área game. O pequeno estava imerso no jogo de super-heróis da Marvel. “Temos videogame em casa e ele já está acostumado a jogar”, contou o pai. “Percebemos o desenvolvimento através dos jogos, como a coordenação e a percepção melhoram bastante. É bem interessante que as crianças tenham esse estímulo”. Leandro Aislan (D) com o filho Marcelo: “Percebemos o desenvolvimento através dos jogos, como a coordenação e a percepção melhoram bastante” Na avaliação de Aislan, eventos como esse são importantes para a comunidade: “Já tinha pedido a carteirinha há algum tempo, e, como ficamos sabendo que teria a entrega e algumas atividades, nós viemos. É um serviço bem bacana para as pessoas com deficiência serem incluídas também”.  DF integrado A Carreta da Inclusão ainda inclui o auxílio à procura de emprego e os atendimentos sociais fornecidos pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), e jurídicos – aqui, com apoio da Defensoria Pública do DF (DPDF) ,que terá uma van no local. “Em eventos como esse, vemos a integração do GDF para levar serviços públicos até a população; no caso da Sedes temos um trabalho muito atento a essa população”, pontuou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. O administrador do Guará, Artur Nogueira, comemorou a presença da carreta na cidade: “Quero agradecer aos secretários por terem escolhido o Guará para ser o piloto do projeto. A população do Guará ganha muito com isso”. Ao todo, o projeto entregará 3.777 carteiras de identificação. Após a passagem pelo Guará, a Carreta da Inclusão fará itinerância pelas regiões administrativas do DF até setembro. Confira, abaixo, as datas de passagem da Carreta da Inclusão nas cidades.   ⇒ Recanto das Emas – dia 30 deste mês e 1º de agosto ⇒ Samambaia – 13 a 15 de agosto ⇒ Gama – 26 a 28 de agosto ⇒ Santa Maria – 3 a 5 de setembro ⇒ Planaltina – 17 a 19 de setembro. Olhar diferenciado O GDF tem trabalhado para tornar o Distrito Federal cada vez mais acessível. Um dos grandes feitos foi a criação da SEPD, em 2019. O DF é a segunda unidade da Federação a contar com uma pasta exclusiva que busca ampliar e garantir o cumprimento dos direitos das pessoas com deficiência. Também foi na atual gestão o lançamento do Cadastro Único que reúne informações e garante a concessão de duas carteiras de identificação – uma para pessoas com deficiência e outra com TEA – que comprovam a condição, inclusive para a inclusão em ações sociais e econômicas do governo. No ano passado, as carteiras, antes emitidas apenas em formato digital, ganharam versões físicas. Desde então, foram mais de 4 mil emitidas. Quem quiser adquirir o documento pode fazer a solicitação pelo Cadastro Único da SEPD. Houve ainda a inauguração do Centro de Atendimento à Pessoa com Deficiência, na Estação de Metrô 112 Sul. O local atua para priorização das políticas habitacionais desenvolvidas pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF (Codhab) voltadas para a comunidade PcD.  

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Websérie traz inclusão e conhecimento de direitos da pessoa com deficiência

Informação e inclusão se misturam em um projeto audiovisual que, enquanto mostra trajetórias de vida, também apresenta direitos garantidos às pessoas com deficiência. A websérie Caminhos da Inclusão é composta por 12 episódios, lançados semanalmente, com menos de 20 minutos cada um. Apresentadores de ‘Caminhos da Inclusão’, Aloísio Lima e Guilherme Costa se conheceram em 2009 durante um torneio de tênis de mesa | Fotos: Divulgação Com sensibilidade e bom humor, o especial é transmitido pelo canal da web Vai Curupira e tem apresentação dos paratletas Aloísio Lima e Guilherme Costa, ambos tetraplégicos e medalhistas paralímpicos na modalidade tênis de mesa, e do advogado e produtor audiovisual Rafael Vargas. Com fomento de R$ 85 mil do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC), a produção traz, em cada episódio, a história de vida de um convidado com deficiência. O combate ao preconceito e ao capacitismo não fica de fora do roteiro. As temáticas dos episódios foram respaldadas por especialistas que convivem com a questão da inclusão por meio de experiência própria ou de parentes próximos, tratando desde o direito à moradia até os benefícios do INSS, baseando-se no Estatuto da Pessoa com Deficiência. O material conta com recursos de acessibilidade como legendas, interpretação em libras e participação de pessoas com deficiências em todas as etapas do projeto. Os vídeos produzidos pelo canal são usados como material informativo aos pacientes do Hospital Sarah Brasília, instituição onde os produtores costumam realizar palestras. Entre o público do canal estão pessoas com deficiências e seus familiares, além de profissionais que trabalham com a comunidade PCD. Informação transformadora [Olho texto=”“Queríamos compartilhar o conhecimento que adquirimos em anos de seleção, com a pitada de humor que eu e ele (Aloisio) temos”” assinatura=”Guilherme Costa, apresentador e paratleta” esquerda_direita_centro=”direita”] Aloísio Lima e Guilherme Costa se conheceram em 2009 durante um torneio de tênis de mesa. O projeto surgiu após os idealizadores perceberem a carência de material informativo para tratar das limitações no dia a dia de pessoas com deficiência. “Queríamos compartilhar o conhecimento que adquirimos em anos de seleção, com a pitada de humor que eu e ele (Aloisio) temos. O objetivo é apresentar as possibilidades para que uma pessoa no interior, quando jogue no YouTube, tenha acesso a esse material”, explica Guilherme. “Existem direitos, por exemplo, que eu descobri só quando fui gravar a série”, acrescenta. Com nanismo, a pianista Shirley Nunes é uma das personagens da websérie Guilherme tem 32 anos e se tornou paraplégico em 2006, quando tinha 14 anos, após sofrer um atropelamento. Antes do acidente praticava esportes como natação, capoeira, basquete, futebol e jiu-jitsu. Inicialmente como um passatempo e uma atividade fisioterápica, o tênis de mesa não apenas acelerou a recuperação dele, como abriu caminho para que ele se tornasse um atleta paralímpico. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Para ele, o esporte é uma ferramenta transformadora, assim como o poder da informação. “Eu tenho muito orgulho desse projeto, que é bem gravado e editado para levar ao brasileiro comum toda essa bagagem, com as possibilidades extraordinárias de viver e levar a vida, porque ela continua. O esporte é tudo na minha vida, tenho experiências internacionais por causa dele, consigo pagar minhas contas e ganhei uma medalha paralímpica pelo Amazonas”, pontua. Os episódios da websérie estão disponíveis gratuitamente no YouTube e contam histórias como a da primeira jornalista cadeirante do Brasil e de outros personagens, como uma influencer com síndrome de Down, uma cantora do espectro autista, uma pianista com nanismo, um gamer que joga com os pés, entre outras trajetórias.

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Agências do trabalhador oferecem salário de quase R$ 9 mil nesta quarta

As agências do trabalhador abrem com 256 oportunidades de emprego nesta quarta-feira (13), com pagamentos de até R$ 8.873,74. Das vagas, dez profissões oferecem salários acima de R$ 2 mil. [Numeralha titulo_grande=”R$ 8.873,74″ texto=”o maior salário está sendo ofertado para desenvolvedor de sistemas de tecnologia da informação, uma das três especialidades da informática com os maiores ordenados do dia” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O ofício de garçom, na Asa Norte, recebe o pagamento mensal de R$ 2.800. Já no Guará, estão contratando analista de negócios (R$ 2.500) e técnico mecânico em ar-condicionado (R$ 2.300). O candidato com ensino superior completo em administração pode concorrer aos cargos de gerente de restaurante (R$ 3 mil) ou de supervisor de vendas comercial (R$ 3.400). Os cargos exigem experiência do candidato. Exclusivas para pessoa com deficiência (PcD), para o profissional com graduação em tecnologia da informação, há vagas para analista de desenvolvimento de sistemas (R$ 8.598,60), analista de sistemas (R$ 7 mil), analista de testes de tecnologia da informação (R$ 7 mil), desenvolvedor de sistemas de tecnologia da informação (R$ 8.873,74) e gerente de projetos de tecnologia da informação (R$ 8.673,11). As oportunidades são para local não fixo e não é necessário ter experiência nos setores. O dia traz, também, chances de emprego para assistente de vendas (7), atendente de padaria (10), fiscal de loja (10), fiscal de prevenção de perdas (12), motorista de caminhão (3), operador de caixa (14) e vendedor pracista (25). Para quem busca uma oportunidade de estágio, há vagas para atendente de telemarketing (10), auxiliar administrativo (1) e nutricionista (1). Os pagamentos são quinzenais. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Os interessados podem cadastrar o currículo no aplicativo Sine Fácil ou ir a uma das 14 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das chances do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores que desejam ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo aplicativo Sine Fácil. Também é possível solicitar atendimento pelo e-mail gcv@setrab.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).

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