Nota Legal tem R$ 179,9 milhões à espera dos donos
Até esta quarta-feira (23), 133,9 mil cadastrados no Nota Legal já haviam indicado seus dados; desses, 43,5 mil o fizeram pela primeira vez. Em dinheiro, o total passava dos R$ 37 milhões. A maioria indicou conta corrente (93,02%) e é pessoa física (92,86%). O processo é bem simples: basta entrar no portal do programa, inserir seus dados previamente cadastrados, ir até a aba Depósito Bancário e seguir as orientações. Só pode reivindicar a devolução quem tem pelo menos R$ 25 de saldo. E mais: o contribuinte só poderá indicar conta bancária em seu nome. Não serão transferidos valores para contas de terceiros. Tabela de valores já indicados | Fonte: Seec-DF O Plano Piloto é a região administrativa que registra mais designações de informações bancárias, com 21,2 mil. Em seguida, vêm Ceilândia, com 11,8 mil; Taguatinga (10,3 mil) e Águas Claras (9,5 mil). A Secretaria de Economia (Seec-DF) lembra que ainda há 972,3 mil contribuintes que não se manifestaram — eles têm direito a pedir a devolução de R$ 179,9 milhões. No Plano Piloto, são 125,7 mil contribuintes com direito a R$ 36,8 milhões. Em Ceilândia, são 86,4 mil com direito a R$ 10 milhões. [LEIA_TAMBEM]Exigir a inclusão do CPF nas notas de compras tem dado retorno: a média por beneficiário é de R$ 276,81. O programa também tem um caráter educativo e cidadão, por incentivar a emissão de cupons fiscais por parte das empresas que vendem produtos ou prestam algum tipo de serviço. Ele também garante até R$ 7 milhões em prêmios (em dois sorteios anuais) e permite abater os créditos acumulados no pagamento do IPTU ou IPVA. Os contribuintes também podem doar seus créditos para as entidades cadastradas no Nota Solidária (atualmente, são 22 entidades cadastradas neste programa específico). Para requerer a devolução em dinheiro, os contribuintes também não podem ter débitos em aberto junto ao Governo do Distrito Federal (GDF). Os pagamentos estão previstos para a partir setembro. *Com informações da Secretaria de Economia (Seec-DF)
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Consulta pública a entendimentos jurídicos sobre acesso à informação é liberada no DF
A Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) deu mais um passo na ampliação da transparência e do acesso a informações estratégicas. Em 2026, o portal da Lei de Acesso à Informação (LAI) passou a contar com uma nova ferramenta de busca que centraliza todas as notas jurídicas emitidas pela pasta. O repositório já reúne o acervo completo de 2025 e, em breve, será ampliado com documentos de anos anteriores e com as atualizações de 2026. As notas jurídicas são elaboradas a partir de recursos de 3ª instância em pedidos de acesso à informação. Quando o cidadão recorre à Controladoria após negativas nas instâncias anteriores, o caso é submetido à análise técnica e jurídica da pasta. O acervo consolidado serve como fonte de consulta, funcionando como referência para apoiar os órgãos públicos na fundamentação de futuras respostas e na correta aplicação da Lei de Acesso à Informação. Nova ferramenta de busca permite consultar todas as notas jurídicas emitidas pela Controladoria-Geral do Distrito Federal | Foto: Divulgação/CGDF “A publicação dessas notas jurídicas transforma o conhecimento produzido pela Controladoria em orientação prática para toda a administração pública. Em vez de cada órgão enfrentar sozinho dúvidas sobre a aplicação da LAI, agora existe um acervo consultável que acelera decisões, evita retrabalho e ajuda a padronizar entendimentos no governo”, afirma o controlador-geral do DF, Daniel Lima. A transparência desses documentos contribui para uma melhor compreensão de como o poder público decide sobre o acesso a informações governamentais A iniciativa busca facilitar a consulta, por servidores públicos, advogados e pela sociedade em geral, aos entendimentos jurídicos da Controladoria. Antes, o acesso a esses documentos exigia solicitações específicas. Agora, a consulta pode ser feita diretamente pelo portal. “Na prática, esses documentos ajudam a garantir decisões mais seguras, uniformes e alinhadas à legislação, oferecendo suporte técnico aos servidores responsáveis pela análise das solicitações”, avalia o chefe da Assessoria Jurídico-Legislativa da CGDF, Delano Lopes. Para a sociedade, a transparência desses documentos contribui para uma melhor compreensão de como o poder público decide sobre o acesso a informações governamentais. A medida fortalece a confiança nas instituições, amplia o controle social e contribui para uma relação mais transparente entre Estado e cidadão. Usuário no centro da experiência Além da nova ferramenta de busca, o Portal da LAI passou a contar com um formulário de avaliação para os usuários. A proposta é ouvir quem utiliza o site e promover melhorias contínuas na interface e na navegabilidade. [LEIA_TAMBEM]A subcontroladora de Transparência e Controle Social da CGDF, Rejane Vaz, reforça que a participação do usuário é essencial para o sucesso do portal: “Não basta disponibilizar o dado, ele precisa ser encontrável e compreensível. O novo formulário de avaliação será nosso termômetro. Queremos ouvir o cidadão para entender se o site cumpre seu papel ou se precisamos ajustar a rota para tornar a experiência ainda mais intuitiva”. O questionário é curto e pode ser respondido em poucos minutos. Nele, o usuário avalia itens sobre sua experiência com a plataforma, como a facilidade para encontrar o que procura, a clareza das informações e o visual das páginas. Cada opinião registrada ajuda a mapear os desafios reais de quem acessa o portal, garantindo que as implementações futuras atendam diretamente às necessidades do cidadão. *Com informações da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF)
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IPVA: prazo para contestação de valor é de 30 dias
O Governo do Distrito Federal (GDF) publicou edital no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta terça-feira (6) lançando oficialmente os valores e datas do pagamento do Imposto sobre Propriedade de Veículos (IPVA). Com isso, os donos de carros, motos, ônibus ou caminhões têm 30 dias úteis a contar desta data para impugnar o lançamento por meio do portal da Receita ou nas agências de atendimento. Veja a tabela de prazos de parcelamento do IPVA deste ano | Arte: Seec-DF Para tanto, basta apresentar recurso diretamente no Atendimento Virtual (assunto/IPVA e tipo de atendimento/Impugnação Contra o Lançamento – IPVA). Se for contestação da base de cálculo, o recurso deverá obrigatoriamente estar acompanhado de documento que comprove a inexatidão do valor utilizado para o lançamento. Caso esteja de acordo com os valores, o dono do veículo já pode emitir o boleto de pagamento do IPVA de 2026. Basta entrar no portal Receita do DF e ir até a aba Emitir IPVA. Em seguida, deve-se inserir o número do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) e consultar os valores. Se preferir pagar à vista, terá um desconto de 10%. Mas, para usufruir do benefício, o veículo não pode ter débito em aberto de exercícios anteriores. Parcelamento No Distrito Federal, o pagamento do IPVA pode, também, ser parcelado em até seis vezes. Este ano, não houve aumento de alíquota — segue sendo de 3% para carros de passeio, 2% para motocicletas e 1% para veículos de carga (caminhões e ônibus). [LEIA_TAMBEM]A variação média para 2026 é de 1,72%, conforme dados de mercado apurados pela Fipe. De acordo com a Secretaria de Economia (Seec-DF), a iniciativa não representa qualquer aumento de imposto. A data de pagamento varia conforme o número final da placa do veículo, começando em 23 de fevereiro (parcela única ou primeira parcela) e assim sucessivamente. Cerca de 1,3 milhão de veículos contribuem com o IPVA, e a previsão do GDF para 2026 é de arrecadar cerca de R$ 2,14 bilhões. Renavam É um número de 11 dígitos que está no documento do carro e funciona como o “CPF” dele, guardando todo o histórico do veículo desde a fabricação — como dados de chassi, cor, ano, proprietários, multas, débitos e licenciamento. É essencial para identificar e controlar os veículos no Brasil, facilitando transações e consultas de regularidade. *Com informações da Secretaria de Economia
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Saúde unifica instrumentos de planejamento em ambiente virtual
A Secretaria de Saúde (SES-DF) disponibiliza, agora, um ambiente virtual que reúne todos os instrumentos de planejamento utilizados pela pasta. O lançamento do Portal de Planejamento em Saúde no Distrito Federal ocorreu nesta semana (9), durante a cerimônia Contratualiza SES, evento que reconhece ações empreendidas pelos equipamentos da rede pública no alcance de metas pactuadas nos acordos de gestão. A iniciativa faz parte de um projeto de transformação cultural que busca fortalecer a gestão estratégica por resultados na SES-DF. Na seção dedicada à transparência do portal InfoSaúde, estão agrupados o Mapa Estratégico 2024-2027 e diversos instrumentos de planejamento, bem como ferramentas de avaliação e monitoramento, como relatórios e indicadores. O Portal de Planejamento em Saúde no DF busca fortalecer a gestão estratégica por resultados na rede pública | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DFnda "Dessa forma, reafirmamos o compromisso com uma gestão pública mais transparente, participativa e orientada por resultados; na qual o planejamento não é apenas documento técnico, isolado, mas um processo vivo, monitorado e efetivamente utilizado no aperfeiçoamento das ações e dos serviços de saúde”, explica o coordenador de Planejamento, Orçamento e Desenvolvimento Institucional da SES-DF, Lucas Bahia. Nova fase O lançamento do portal durante a quinta edição do evento que premia as melhorias acerca do planejamento das equipes das regiões de Saúde do DF propõe o início de uma nova etapa. "Temos um desafio daqui para frente: avançar em indicadores de impacto. Com essa visão voltada para resultados, com o aculturamento que tivemos ao longo dos últimos anos em relação aos processos de trabalho, tendemos a aprimorar nossa percepção sobre o nível do serviço que é ofertado", destaca o subsecretário de Planejamento em Saúde, Rodrigo Vidal. "Temos um desafio daqui para frente: avançar em indicadores de impacto", afirma o subsecretário de Planejamento em Saúde, Rodrigo Vidal A Subsecretaria de Planejamento em Saúde (Suplans) é dividida entre a Coordenação de Planejamento, Orçamento e Desenvolvimento Institucional (Cplan) e a Coordenação de Controle de Serviços de Saúde e de Gestão da Informação (Ccons). Alguns dos trabalhos desenvolvidos pelos setores são a atualização organizacional e normativa da SES-DF, além do monitoramento e da avaliação de informações estratégicas para a gestão. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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DF terá portal para facilitar ainda mais o acesso a serviços públicos
O Governo do Distrito Federal (GDF ) implantará o Portal da Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac-DF), com o objetivo de facilitar e mediar o acesso do cidadão a serviços públicos. A decisão foi publicada na edição desta sexta-feira (11) do Diário Oficial do DF (DODF). As demandas serão recebidas, identificadas, triadas, encaminhadas e, sobretudo, acompanhadas pela equipe da Secretaria de Atendimento à Comunidade | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Seguindo rigorosamente a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), o portal oferecerá o cadastro no projeto Fala Comunidade, desenvolvido para que o cidadão solicite serviços junto ao GDF via internet. Há, ainda, opções voltadas para o atendimento individual, especializado e qualificado para órgãos públicos, líderes comunitários, organizações da sociedade civil e terceiro setor. As demandas serão recebidas, identificadas, triadas, encaminhadas e, sobretudo, acompanhadas pela equipe da Secretaria de Atendimento à Comunidade. Em todo o percurso de tramitação, o processo será monitorado, ou seja, o cidadão terá informação sobre o andamento da solicitação aberta. O portal não substitui os demais sites e plataformas de serviços digitais do Governo do Distrito Federal (GDF) voltado ao cidadão. *Com informações da Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac-DF)
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Portal do GDF aproxima voluntários de quem precisa de ajuda
O Dia Internacional da Solidariedade Humana é celebrado nesta terça-feira (20). A data foi estabelecida em 2005 por resolução da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). O Governo do Distrito Federal (GDF) possui o portal Voluntariado em Ação, considerado referência nacional para aproximar pessoas interessadas em ajudar e entidades que precisam de apoio. Voluntários contribuem com diversas ações, como os programas Sejus Mais Perto do Cidadão e as edições do Casamento Comunitário | Foto: Divulgação/Sejus A iniciativa, da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), busca oferecer ações de voluntariado em todas as esferas da sociedade. A plataforma reúne cerca de 500 ações ativas e conta com mais de 39 mil pessoas cadastradas, que contribuem com ações sociais de saúde, educação, esporte e lazer. [Olho texto=”“O portal do Voluntariado em Ação é uma plataforma moderna e otimizada, que faz a ponte entre quem quer fazer o bem e quem precisa de ajuda, facilitando a interação dos usuários”” assinatura=”Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O programa Voluntariado em Ação já beneficiou mais de 30 milhões de pessoas, desde 2019, em diversas frentes de ação, como as edições do Casamento Comunitário e os programas Sua Vida Vale Muito e Sejus Mais Perto do Cidadão. A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, explica que o intuito do projeto é facilitar a comunicação entre as pessoas que querem auxiliar com as entidades que precisam de suporte. “O portal do Voluntariado em Ação é uma plataforma moderna e otimizada, que faz a ponte entre quem quer fazer o bem e quem precisa de ajuda, facilitando a interação dos usuários”, ressalta. Como participar O interessado em participar do programa precisa se cadastrar no portal e informar a disponibilidade de trabalho, escolher os eixos de atuação de preferência (como educação, esporte ou meio ambiente) e o público de interesse das ações que quer participar (mulheres, idosos, crianças e adolescentes, por exemplo). Com essas informações, a Sejus traça um perfil do voluntário e cruza as competências com as necessidades a serem atendidas por programas e campanhas do Voluntariado em Ação. Se houver compatibilidade, o candidato recebe a oportunidade por e-mail. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O site do Programa Voluntariado em Ação foi lançado em 2020, na pandemia, quando a população mais vulnerável do Distrito Federal teve que manter o isolamento social e enfrentar dificuldades para aquisição de alimentos, produtos básicos de higiene e alimentação. A iniciativa surgiu como solução para facilitar a comunicação e interação entre as pessoas. A plataforma funciona como uma rede social, conectando perfis de interesse com oportunidades de serviços voluntários. Também proporciona o encontro entre voluntários, organizações da sociedade civil (OSC) e governo, para trocarem experiências, divulgarem suas ações e participarem de projetos ofertados neste ambiente virtual. O site conta com conteúdos digitais para a Língua Brasileira de Sinais, tornando o dispositivo mais acessível para pessoas surdas. Estrangeiros que buscam projetos no DF também têm a possibilidade de traduzir o idioma para a sua língua materna. “O portal do voluntariado é um grande orgulho para nós, pois fortalece a cultura da responsabilidade social, além de promover cidadania, paz social e de pertencimento à identidade, à memória e ao patrimônio público”, complementa a secretária da pasta, Marcela Passamani. *Com informações da Sejus
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‘Mais transparência para normas e procedimentos’
Após um ano e meio de trabalho, o Governo do Distrito Federal (GDF) lançou o novo buscador para consulta de normas distritais. O DF Legis, que pode ser acessado neste site, está no ar desde abril para que cada cidadão possa pesquisar decretos, leis ordinárias, leis complementares e a Lei Orgânica do Distrito Federal a partir de termos de busca. Ferramenta acessível, a plataforma é uma maneira simples de ter acesso a dados confiáveis sobre atos editados pelo governador do DF, sem a necessidade de saber a numeração ou a data da publicação. O conteúdo foi inteiramente criado pela equipe da Casa Civil, dirigida pelo secretário Gustavo Rocha. “A orientação foi criar uma plataforma de fácil acesso e de pesquisa rápida, com dados confiáveis, tendo em vista as nossas competências institucionais, dando mais publicidade e trazendo mais segurança jurídica e informação ao cidadão”, explica o chefe de gabinete da Casa Civil, Leonardo Emerick. Em entrevista à Agência Brasília, o gestor fala sobre o motivo pelo qual o DF Legis foi criado, como funciona a nova plataforma – que tem mais de 30 mil atos normativos desde 1994 disponíveis para consulta – e comenta o grande diferencial: a ficha da norma, espécie de certidão de nascimento dessa nova ferramenta. Confira, abaixo, os principais trechos da entrevista. Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília O que motivou a criação do portal DF Legis? A criação do portal DF Legis veio da necessidade de dar publicidade aos atos promovidos e editados pelo governador, diante de uma demanda do governador e do secretário [da Casa Civil, Gustavo Rocha]. Estamos trazendo para o DF Legis todas as leis e as normativas, de uma forma geral, do Diário Oficial do DF. Pegamos alguns exemplos do que já tem hoje dentro do governo federal e de alguns outros portais. A orientação foi criar uma plataforma de fácil acesso e de pesquisa rápida, com dados confiáveis, tendo em vista as nossas competências institucionais, dando mais publicidade e trazendo mais segurança jurídica e informação ao cidadão, ao operador de direito, ao advogado e ao servidor público, que é um grande usuário da legislação do DF no dia a dia. [Olho texto=”“A primeira coisa que você faz na internet é fazer uma busca, então foi essa mesma virtude que tentamos trazer para o DF Legis”” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Essa é também uma forma de dar mais transparência? Toda forma de a gente conseguir colocar tecnologias e utilizar a internet para dar mais amplitude dessa comunicação é uma forma de dar transparência. Nessa pandemia, observamos a importância de conseguir dar informação precisa sobre os atos. É uma publicidade ativa do governo, com possibilidade de pesquisa por motor de busca que envolva assunto específico. Como funciona o portal? A plataforma do DF Legis foi apresentada como uma solução de motor de busca. A equipe da TI [tecnologia da informação] apresentou como sendo uma ótima solução para encontrar as informações. A primeira coisa que você faz na internet é fazer uma busca, então foi essa mesma virtude que tentamos trazer para o DF Legis. A partir do motor de busca, de uma simples pesquisa textual do conteúdo de uma lei ou um decreto, conseguimos apresentar um resultado preciso por intermédio do DF Legis. Houve uma preocupação em fazer um site que fosse de fácil acesso? Com certeza. Um dos grandes usuários são os servidores públicos. Eles já sabem muito bem quais são as normas que estão buscando, mas, quando a gente volta para o cidadão, temos ainda dificuldade de ter esse acesso. Buscamos uma capacidade de pesquisa textual, com um assunto específico, conseguindo fazer um gerenciamento de informações parecidas e indexações a respeito de um projeto, lei ou decreto. Qual é a extensão hoje do acervo? Na verdade, a gente já vem com esse trabalho de levantamento há algum tempo, e nosso maior desafio era criar uma nova base de dados. Partimos da premissa de criar uma base de dados estruturada com base no Diário Oficial [do DF], que se transformou em eletrônico. Começamos com o que tínhamos do DODF e para trás. Hoje a gente conseguiu incluir todas as leis ordinárias, as leis complementares e a Lei Orgânica atualizada, com todas as suas emendas. Agora, o trabalho é para conseguirmos alimentar todos os decretos. Hoje temos decretos a partir de 1994. A cada dia e a cada hora estamos adicionando mais. Já tem alguns de 1989 e 1990. A tendência é que a gente chegue e apresente todos os decretos e todas as normas do Distrito Federal em pouco tempo. É uma construção de um banco de dados novo. Estamos tendo a cautela de ter segurança na informação que estamos apresentando. Há um processo de revisão, e isso demanda certo tempo. Em um ano e quatro meses, a gente conseguiu alimentar mais de 30 mil atos. Já foi um grande trabalho. Em pouco tempo, a gente consegue trazer mais e mais até incluir todos os decretos e passar para os outros atos normativos, como portarias. [Olho texto=”“Em um ano e sete meses, a gente conseguiu alimentar mais de 30 mil atos”” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Qual é o diferencial do DF Legis? Um dos grandes diferenciais do DF Legis é que desenvolvimento, manutenção e alimentação são realizados pelos próprios servidores da Casa Civil, o que acarreta a economia de recursos públicos, uma vez que não haverá nenhum custo e possibilita a todo momento a realização de melhorias e novas funcionalidades. Outro diferencial que podemos citar é a ficha da norma. É um documento simples que apresenta todas as informações básicas. Se fosse fazer um paralelo, eu poderia dizer que é a certidão de nascimento da norma, com algumas informações completas, como quem assinou, qual autoridade apresentou o projeto de lei, quais são os órgãos envolvidos naquela temática, se teve veto… São informações para facilitar o canal de busca. É um grande resumo da apresentação da norma. E como foi o processo de criar a plataforma? A gente conseguiu fazer sem um custo adicional, só com informações, banco de dados e servidores da Casa Civil. Não precisamos fazer nenhuma contratação, seja para operacionalização do sistema, seja para alimentação do banco de dados. Toda essa construção da plataforma DF Legis veio em uma evolução de digitalização que já estava ocorrendo na Casa Civil, desde o momento em que a gente transformou a plataforma do Diário Oficial em eletrônica. Com pequenas mudanças de organização interna, conseguimos com a nossa área de TI apontar uma solução de plataforma e, a partir daí, já utilizamos o próprio pessoal e a expertise do Diário Oficial. Não tivemos custo nenhum, a não ser a força de trabalho dos servidores da Casa Civil.
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Mais de 40 mil pessoas unidas para ajudar o próximo
[Olho texto=”“É o maior programa nacional vinculado ao governo que integra, valoriza e estimula uma rede solidária para a construção da cidadania”” assinatura=”Marcela Passamani, secretária de Justiça” esquerda_direita_centro=”direita”] Salma Lídia, 24 anos, sempre teve vontade de retribuir toda ajuda que recebeu durante sua vida. Há dois anos, ela se cadastrou no site do Voluntariado em Ação – programa coordenado pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), que reúne mais de 40 mil pessoas que doam tempo, amor e dedicação para ajudar o próximo. A plataforma é referência nacional por oferecer mais de 134 mil oportunidades em 437 ações e 97 campanhas de arrecadação ou doação para diversas entidades. Para ser voluntário, basta entrar no site e informar os horários e dias disponíveis, além da área de interesse | Foto: Divulgação/Sejus “Eu e meus pais fomos muito ajudados, pois éramos muito humildes. Se não fosse por outras pessoas, eu não teria conseguido estudar em uma boa escola e me formar em um curso superior. Agora já estou na segunda graduação”, conta a advogada. “Desde cedo vi a importância de ajudar o outro e quando tive a oportunidade, não pensei duas vezes”, comenta. Moradora de São Sebastião, Salma Lídia já participou de quatro ações em regiões administrativas da capital. “Eu faço de tudo um pouco, seja para dar informação, auxiliar na organização, apresentações de dança, música”, explica. “Me sinto muito bem quando participo dessas iniciativas. Além de ajudar o próximo, estou ajudando a mim mesma”, garante. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O Voluntariado em Ação é um programa do governo local instituído em março de 2019. No portal, é possível se inscrever como voluntário, órgão ou entidade. “É o maior programa nacional vinculado ao governo que integra, valoriza e estimula uma rede solidária para a construção da cidadania. Essas pessoas oferecem tempo, amor e dedicação para ajudar quem precisa – que recebe serviços de qualidade”, destaca a titular da Sejus, Marcela Passamani. Assim como Salma, Andreza Ferreira, 21 anos, também é voluntária do programa. O desejo de participar de campanhas voluntárias começou quando era estudante de um curso de inglês. “Eles eram muito engajados nessas questões e nos levavam para várias ações. Eu me apaixonei por esse mundo”, relembra a estudante de pedagogia. A titular da Sejus, Marcela Passamani, fala da importância da experiência para todos os envolvidos no Voluntariado em Ação | Foto: Acácio Pinheiro/Agência Brasília Ao se inscrever no portal de voluntariado do governo local, a moradora da Asa Sul logo encontrou iniciativas na sua área profissional. “Trabalhamos em grupo, então aprendi sobre liderança, a tomar a frente das coisas, ter mais empatia, resiliência. Também aumentei meu círculo social e fiz amizades”, conta ela, que também participa de um grupo de voluntariado global. Mercado de trabalho Além de conectar quem está precisando de ajuda àqueles que querem ajudar, o programa Voluntariado em Ação também serve como experiência profissional – principalmente para estudantes universitários. “Sabemos da importância dessa vivência para o ingresso no mercado de trabalho. Temos funcionários extremamente capacitados que dividem suas experiências. É a certeza de muito aprendizado para todas as partes envolvidas”, reforça a secretária da Sejus, Marcela Passamani. Andreza Ferreira, por exemplo, acrescenta suas participações no currículo. “Quando você está procurando emprego e o contratante vê esse tipo de iniciativa, ele sabe que você tem grandes chances de ser uma pessoa prestativa, que é acostumada a trabalhar com vários tipos de pessoa e que corre atrás do que quer”, comenta. [Olho texto=”O voluntário também recebe uma certificação da Sejus como uma bonificação por ter participado” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Como funciona Para ser um voluntário, basta se cadastrar no site e informar a sua disponibilidade de horários e dias da semana, em qual área deseja atuar e em qual ação. “Com esses dados, traçamos um perfil do voluntário cruzando as competências com as necessidades das ações e campanhas. Se houver compatibilidade, ele recebe por e-mail a oportunidade para ver se está apto a contribuir”, explica a chefe da Assessoria do programa Voluntariado em Ação, Sueli Vieira. Após o trabalho, o Voluntariado em Ação faz um feedback com seus participantes para retorno sobre o atendimento prestado, além de colocar a ferramenta à disposição caso a pessoa queira realizar um outro tipo de trabalho ou participar de outra ação. O voluntário também recebe uma certificação da Sejus como uma bonificação por ter participado.
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