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Implementação do SEI 4.0 é o tema do GDF de Ponto a Ponto desta quinta (17)

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Governo altera projeto do VLT e prevê construção de seis rodoviárias

A implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) no Plano Piloto e a construção de seis novas rodoviárias estão no radar do Governo do Distrito Federal (GDF). A afirmação foi feita pelo secretário de Transporte e Mobilidade, Valter Casimiro, durante reunião da comissão de transição do governo realizada no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB). Com a alteração, que atende as normas de tombamento do Plano Piloto, VLT vai utilizar sistema de Alimentação Pelo Solo (APS) | Foto: Foto: Divulgação/Alstom [Olho texto=”“Os ônibus que viriam para poder atender os passageiros na W3 vão desembarcar nos terminais e alimentar o VLT, para que ele possa fazer a distribuição dos passageiros ao longo da W3”” assinatura=”Valter Casimiro, secretário de Transporte e Mobilidade” esquerda_direita_centro=”direita”] No caso do VLT, o projeto precisou ser reestruturado para atender às normas de tombamento do Plano Piloto. Antes, a opção seria por fiação aérea (catenárias), característica que agora foi ajustada para Alimentação Pelo Solo (APS), sistema similar ao utilizado no Rio de Janeiro. “Até o fim do mês, a empresa responsável pelo projeto o entrega, para então levarmos ao Tribunal de Contas; assim, se tudo correr bem, poderemos licitá-lo no ano que vem e iniciar as obras no final de 2023 ou início de 2024”, detalha o secretário. Custos O custo para implantação do VLT é estimado em R$ 2,5 bilhões. Desse total, R$ 1,5 bilhão ficam a cargo do GDF e R$ 1 bilhão da empresa vencedora da concessão, conforme o modelo escolhido para o projeto. A previsão inicial do VLT na W3 é ligar o Terminal Asa Norte (TAN), no fim da Asa Norte e próximo ao Noroeste, ao Terminal Asa Sul (TAS), próximo à Enap e à Academia do Corpo de Bombeiros, fazendo a ligação de toda a W3.  A segunda fase do projeto consiste em ligar o TAS ao aeroporto, reduzindo ao máximo o fluxo de ônibus ao longo da avenida W3. “Os ônibus que viriam para poder atender os passageiros na W3 vão desembarcar nos terminais e alimentar o VLT, para que ele possa fazer a distribuição dos passageiros ao longo da W3”, explica Valter Casimiro. “Assim, você tira as linhas circulares que passam pela W3 e passa a usar o VLT”. Rodoviárias O GDF também trabalha na construção de novas rodoviárias. Há terminais em andamento no Sol Nascente/Pôr do Sol, Itapoã e Varjão, e outros serão erguidos no Arapoanga, Estrutural e em Furnas (Samambaia). Além desses, foram entregues um em Sobradinho e em Santa Maria, além da reforma já concluída em Brazlândia e a em andamento no Gama. Ainda no âmbito dos terminais, o GDF vai construir outras estruturas de integração do BRT em Planaltina, Sobradinho, Riacho Fundo, Recanto das Emas e Samambaia. “Estamos com projeto pronto e queremos colocar a rodoviária do Terminal de Furnas, que é uma integração com metrô e ônibus para possibilitar uma integração”, adianta o titular da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Gama A reforma da Rodoviária do Gama está em andamento, com 20% da obra executada. Por lá foram concluídas as instalações hidrossanitárias, de incêndio, elétrica e de Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA), enquanto a cobertura e o pavimento rígido já começaram a ser feitos. Sol Nascente No Sol Nascente, a construção está 76% executada, atualmente nas etapas de pavimento rígido, piso de alta resistência da plataforma e urbanização. A Rodoviária do Varjão atingiu 48% de execução e está passando por finalização da drenagem profunda e serviços de instalações hidrossanitárias, incêndio, de SPDA. Também será iniciada a construção da estrutura metálica. Itapoã No Itapoã, a obra está com 10% de execução, o que abrange atualmente as obras do reservatório de águas pluviais, instalações hidrossanitárias e a rede de drenagem. Na sequência, será iniciada a execução da fundação da estrutura metálica. Arapoanga e Estrutural As rodoviárias de Arapoanga e da Estrutural aguardam a liberação do terreno para que os projetos sejam elaborados. Com relação à Rodoviária de Furnas, por sua vez, o processo licitatório para contratação da empresa para executar a obra está nos trâmites finais, com vistas à publicação do edital. BRT Sobre o BRT (sigla, em inglês, de ônibus de trânsito rápido), no de Santa Maria, o governo trabalha na elaboração de projeto de arquitetura, para ampliação do terminal, e na regularização do terreno. Depois, serão elaborados os projetos de engenharia que possibilitam instruir o processo de licitação de contratação de empresa especializada para execução da obra. O BRT Norte tem os projetos em elaboração junto ao DER, enquanto os projetos referentes ao BRT Sul, abrangendo os trechos 3 e 4, se encontram em readequação.  

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Marcela Passamani volta para a Secretaria de Justiça e Cidadania

[Olho texto=”“Promovemos um bom trabalho e é reconhecido o trabalho dela dentro da secretaria, diante dos projetos que ela tocou, em especial, o Sejus Perto do Cidadão. Queremos cada vez estar mais próximo da população carente das cidades”” assinatura=”governador Ibaneis Rocha” esquerda_direita_centro=”direita”] A Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus) voltará a ser comandada por Marcela Passamani. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (18) pelo governador Ibaneis Rocha. A ex-secretária retorna ao cargo a partir de segunda-feira (21). “Promovemos um bom trabalho e é reconhecido o trabalho dela dentro da secretaria, diante dos projetos que ela tocou, em especial, o Sejus Perto do Cidadão. Queremos cada vez estar mais próximo da população carente das cidades”, afirma o governador. Até o ano passado, o programa havia feito 100 mil atendimentos pelo DF levando serviços gratuitos de cidadania e saúde à população. Marcela Passamani conta que volta com “o pé no acelerador” para fortalecer os antigos projetos e criar novos | Foto: Renato Alves/Agência Brasília A advogada e arquiteta esteve à frente da pasta de março de 2020 até abril deste ano, quando se afastou devido ao período eleitoral. Marcela Passamani foi a primeira mulher a assumir a Sejus. “Estou muito feliz pela confiança do governador mais uma vez depositada em mim. É uma pasta que eu conheço e consegui estruturar com o apoio dele. Uma secretaria que fez muita entrega durante o período mais crítico da pandemia”, destaca Marcela Passamani. [Olho texto=”“A vida do gestor é essa. Estar sempre um passo à frente e pensar em projetos que possam trazer mais eficiência para a máquina pública. Quero repetir alguns projetos, melhorar outros e trazer novos que surgiram da necessidade do período pós-pandemia. Estarei numa constante evolução e entrega”” assinatura=”Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania” esquerda_direita_centro=”direita”] Durante a gestão de Passamani, foram feitas reformas e modernizações em todas as unidades do Na Hora, construídas novas sedes do Conselho Tutelar e nomeados novos servidores, além da realização de programas importantes para o brasiliense como Sua Vida Vale Muito, Sejus Mais Perto do Cidadão e Acolhe-DF. A futura secretária conta que volta com “o pé no acelerador” para fortalecer os antigos projetos e criar novos. “A vida do gestor é essa. Estar sempre um passo à frente e pensar em projetos que possam trazer mais eficiência para a máquina pública. Quero repetir alguns projetos, melhorar outros e trazer novos que surgiram da necessidade do período pós-pandemia. Estarei numa constante evolução e entrega”, completa.

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DF Legal terá mais agentes e tecnologia para combater invasões

A Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística do DF (DF Legal) vai ganhar 300 agentes de campo e mais tecnologia para monitorar e combater invasões em todo o Distrito Federal. O assunto foi discutido durante os trabalhos da comissão de transição no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), onde o governo tem feito o planejamento para os próximos anos. O processo de contratação dos 300 agentes está em andamento. A pasta planeja dividi-los por região administrativa para que as diligências ganhem força. Sobre o investimento em tecnologia, a proposta é que o monitoramento seja feito em tempo real a partir do investimento em mais satélites. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Vai diminuir o tempo de resposta no combate à invasão, que hoje é de 72 horas para mitigar uma ocupação irregular sabendo da denúncia. Nós temos satélites, mas eles têm um delay de aproximadamente 20 a 30 dias, o que não é o ideal. Com essa redução do delay para 24 horas a três, cinco dias, a gente vai coibir as invasões em tempo real. Assim teremos menor impacto social e menos custo para o estado”, detalha o secretário Cristiano Mangueira. O satélite capaz de monitorar as mudanças de ocupações geográficas em menor tempo será útil para que a secretaria comprove a temporalidade das invasões. “Para que não ocorra de a Justiça emitir um mandado de segurança induzindo que uma invasão é antiga. O satélite vai mostrar a data da ocupação e isso vai nos ajudar demais”, complementa. Confira o vídeo: O investimento estimado para aplicação no eixo de desenvolvimento urbano, sobretudo de combate às invasões irregulares e desordenamento do solo, é de R$ 30 milhões a R$ 50 milhões, com recursos da própria secretaria. “A DF Legal vai se alinhar à proposta do plano de governo para o próximo ciclo, gravitando aí no principal eixo de ampliação da fiscalização, a sua otimização e melhoria do monitoramento em tempo real, seja por satélite, drones ou diligências em campo”, finaliza o secretário.

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Justiça e sociedade civil discutem melhorias de gestão e programas

A Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus) reuniu representantes dos conselhos que compõem a pasta para discutir políticas públicas e aplicá-las nos próximos anos. O encontro ocorreu no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), onde o Governo do Distrito Federal (GDF) tem definido o planejamento para os próximos anos. Segundo o secretário de Justiça e Cidadania, Jaime Santana de Souza, o diálogo com a sociedade civil é essencial para nortear as ações da pasta. “Convidamos a sociedade civil e todos os conselhos que fazem parte da Secretaria de Justiça para um bate-papo e tentarmos entender onde houve falhas na nossa gestão e onde podemos melhorar para os próximos quatro anos”, afirma. O secretário Jaime Santana diz: “Convidamos a sociedade civil e todos os conselhos que fazem parte da Secretaria de Justiça para um bate-papo e tentarmos entender onde houve falhas na nossa gestão e onde podemos melhorar para os próximos quatro anos” | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Atualmente, a Sejus dispõe dos conselhos do Programa às Vítimas, Testemunhas e Familiares (Provita); dos Direitos do Idoso (CDI); Distrital de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos (CDPDDH); de Política sobre Drogas (Conen); dos Direitos da Criança e do Adolescente (CDCA); e Distrital de Promoção da Igualdade Racial (Codipir). “Todos eles estiveram aqui presentes e foi muito enriquecedor as informações que trouxeram. Estamos agora nesse momento conversando com todos para entender as necessidades de cada pauta específica para melhoria do sistema de gestão como todo”, acrescenta. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Ainda segundo Jaime Santana, a Sejus está definindo quais programas serão mantidos no próximo governo. A tendência é que o Sejus Mais Perto do Cidadão tenha continuidade. “Ainda estamos em fase de planejamento, mas um programa que deu supercerto no governo foi o Sejus Mais Perto do Cidadão, com atendimento à população, levando todos os serviços da secretaria, o Na Hora, o Procon, Assistência Social e psicólogos, entre outros. Queremos ampliá-lo, fazendo uma integração maior entre as secretarias, trazendo mais parceiros e fazendo um evento mais robusto”, complementa.

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GDF prepara novo RG para pessoas com deficiência

O Governo do Distrito Federal (GDF) prepara a criação de um novo documento de identidade para pessoas com deficiência (PcD). O novo modelo de RG deve trazer a descrição pessoa com deficiência e vai facilitar também o cadastro único já feito pela Secretaria da Pessoa com Deficiência. [Olho texto=”“Esse processo é uma inovação para entendermos quem são as pessoas com deficiência no DF, onde elas estão, a faixa etária, de renda e, assim, estabelecermos políticas públicas mais efetivas para atender esse público”” assinatura=”Flávio Pereira dos Santos, secretário da Pessoa com Deficiência” esquerda_direita_centro=”direita”] A medida foi divulgada nesta sexta-feira (11) pelo secretário da pasta, Flávio Pereira dos Santos, durante os trabalhos da comissão de transição, no Centro Internacional de Convenções do Brasil. O tema está sendo tratado em parceria com a Polícia Civil (PCDF), que é a responsável pela emissão das carteiras no DF. “A implantação da identidade com a descrição PcD vai ser usada como referência para o Cadastro da Pessoa Com Deficiência (CadPCD). Estamos em tratativas com o Instituto de Identificação da PCDF e finalmente vamos suprir a necessidade desse projeto tão importante, inclusive com o apoio do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT)”, explica o secretário da Pessoa com Deficiência, Flávio Pereira dos Santos. A criação da nova identidade foi divulgada nesta sexta-feira (11) pelo secretário da pasta, Flávio Pereira dos Santos, durante os trabalhos da comissão de transição | Foto: Joel Rodrigues / Agência Brasília Dessa forma, a identidade será complementar à carteira, que hoje é utilizada para as pessoas com deficiência terem acesso a benefícios econômicos e sociais oriundos de políticas públicas. “Esse processo é uma inovação para entendermos quem são as pessoas com deficiência no DF, onde elas estão, a faixa etária, de renda e, assim, estabelecermos políticas públicas mais efetivas para atender esse público”, acrescenta o titular da pasta. Outra novidade que vem sendo trabalhada no CICB é a implantação da Central de Interpretação de Libras (CIL) online. Trata-se de um sistema de intermediação de libras para que os surdos possam ser atendidos em qualquer lugar, 24 horas por dia, sete dias da semana, de forma virtual, com auxílio de um intérprete de libras. “Esse é um programa que existe em poucos estados e o DF agora também vai sair na frente ao aderi-lo”, pontua o secretário. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Criada em 2019 pelo governador Ibaneis Rocha, a Secretaria da Pessoa com Deficiência conta com iniciativas como o programa DF Acessível, que, em parceria com a Sociedade de Transporte Coletivos de Brasília (TCB), oferta transporte gratuito para pessoas com mobilidade reduzida severa; o serviço 156 para surdos; e também um programa de inclusão profissional para o encaminhamento ao mercado de trabalho. “Acessibilidade não se resume apenas à construção de rampas e ao rebaixamento de meio-fio. A gente precisa de muita acessibilidade comunicacional e, principalmente, a acessibilidade atitudinal. As pessoas precisam abrir a mente e o coração para entender a importância de se ter mais acessibilidade”, observa Flávio Pereira dos Santos.

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Bartolomeu Rodrigues é reconduzido à Secretaria de Cultura

Bartolomeu Rodrigues assumiu a Secretaria de Cultura e Economia Criativa em dezembro de 2019 | Foto: Hugo Lira O nome do jornalista Bartolomeu Rodrigues foi confirmado nesta sexta-feira (11) para permanecer à frente da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) na próxima gestão do Governo do Distrito Federal (GDF). O governador reeleito Ibaneis Rocha fez o anúncio durante reunião no Palácio do Buriti. Bartolomeu assumiu a Secec em dezembro de 2019. Nascido em Serra Talhada, no sertão de Pernambuco, ele radicou-se em Brasília ainda em 1978. Na capital federal, consolidou carreira como jornalista formado pela Universidade de Brasília (UnB). Trabalhou em importantes veículos de comunicação. como Jornal de Brasília, O Globo e O Estado de S. Paulo. Em 1986, foi presidente do Comitê de Imprensa do Palácio do Planalto. Em 1989, foi eleito presidente do Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal. É casado com Maria Rita de Medeiros e tem três filhos: Joaquim Pedro, Anita e Rafael. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa

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Área rural do DF será monitorada por câmeras e centrais remotas

[Olho texto=”Durante a primeira gestão do governador Ibaneis Rocha, o número de câmeras de videomonitoramento saltou de 584 para mais de mil, espalhadas por todo o DF” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] A área rural do Distrito Federal será monitorada por meio de centrais remotas e câmeras. A medida, que é um dos compromissos do plano de governo de Ibaneis Rocha, está sendo tocada pela comissão de transição no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB). Durante a primeira gestão do emedebista, o número de câmeras de videomonitoramento saltou de 584 para mais de mil, espalhadas por todo o DF. O foco agora é chegar nas cidades ainda não atendidas, ampliar nas regiões administrativas onde o serviço já existe e também levá-lo a áreas rurais consideradas importantes polos econômicos para o DF. O secretário de Segurança Pública, Júlio Danilo, diz: “Nós temos a continuidade de diversas ações de prestação de serviço à comunidade, entre elas a Cidade da Segurança Pública e a Área de Segurança Prioritária” | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília “O plano de videomonitoramento vai estar integrado com o trabalho do Batalhão Rural da Polícia Militar, que já tem um programa fantástico chamado Guardião Rural. Aliado a isso, nós vamos inserir o programa de videomonitoramento rural, que prevê não só a instalação de câmeras, mas também a de centrais remotas de monitoramento”, explica o secretário de Segurança Pública, Júlio Danilo. A secretaria dispõe dos recursos para instalação das câmeras, que também já foram adquiridas. No momento, a pasta trabalha no contrato de instalação dos equipamentos. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Continuidade O trabalho de planejamento no CICB também serve para as pastas definirem o que será mantido em um segundo mandato. No caso da segurança, diversos programas que atendem a comunidade vão ser perpetuados. “Nós temos a continuidade de diversas ações de prestação de serviço à comunidade, entre elas a Cidade da Segurança Pública e a Área de Segurança Prioritária. O programa Mulher Mais Segura também deve ser ampliado”, acrescenta Júlio Danilo.

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