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unidades de pronto atendimento (UPAs)

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Teleconsulta supera 38 mil atendimentos e amplia acesso nas 13 UPAs do IgesDF

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O enjoo e a fraqueza no corpo fizeram Nicolas Francisco, de 18 anos, procurar acompanhamento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Vicente Pires na manhã desta sexta-feira (28/8). Após a triagem, foi pela teleconsulta que ele recebeu a primeira avaliação e orientação para realização de exames e medicamentos, tanto para uso no local quanto em casa. "Eu rapidamente fui atendido e senti que, por isso, fiquei menos tempo esperando. Além disso, logo comecei a tomar a medicação para melhorar do meu mal-estar", conta o paciente. Nicolas Francisco, de 18 anos, na UPA de Vicente Pires, sendo atendido pela teleconsulta, na qual recebeu a primeira avaliação e orientação para realização de exames e medicamentos | Foto: Divulgação/IgesDF   O serviço, pioneiro em UPAs no país, começou na unidade de Vicente Pires, em maio de 2025, e hoje está presente nas 13 do DF, administradas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). A modalidade foi criada para atender pacientes classificados com menor gravidade, que são elegíveis para avaliação médica por videochamada. Desde a implantação, 38.771 atendimentos já foram realizados até 27 de agosto de 2026. Desse total, 12% precisaram ser convertidos para avaliação médica presencial. Os outros 88% permaneceram no fluxo remoto. A conversão pode ocorrer, por exemplo, quando o quadro exige exame físico ou avaliação complementar. Para o gerente da UPA de Vicente Pires, Jackson Alves, a incorporação da tecnologia também trouxe mudanças para a organização do atendimento. “Percebemos uma mudança importante na rotina da UPA, da implementação da teleconsulta até os dias de hoje, principalmente na organização do fluxo de atendimento. A ferramenta trouxe mais agilidade para situações em que a avaliação pode ser realizada de forma remota, permitindo uma condução mais rápida dos casos mais leves e contribuindo para reduzir o tempo de espera do paciente”, afirma. Tecnologia reorganiza o fluxo de atendimento A teleconsulta tem um papel importante na organização do atendimento nas UPAs. Os pacientes classificados com menor gravidade e elegíveis para a modalidade podem receber avaliação médica a distância, de forma segura e com acompanhamento de profissionais da unidade. Com isso, os casos menos graves têm acesso mais rápido à avaliação médica, enquanto as equipes e a estrutura presencial podem concentrar sua capacidade nos pacientes que apresentam quadros de maior complexidade e necessitam de atendimento presencial. A estratégia contribui para tornar o fluxo mais ágil e organizado, especialmente nos períodos de maior demanda, sem comprometer a segurança da assistência. Quando necessário, o paciente atendido por teleconsulta pode ser encaminhado para avaliação presencial, realização de exames ou administração de medicamentos na própria UPA. “Percebemos que a teleconsulta ampliou o suporte à equipe assistencial e trouxe mais possibilidades para a tomada de decisão, ainda mais em momentos de maior demanda. Isso ajuda a organizar melhor o fluxo e direcionar os recursos presenciais para os casos que realmente necessitam de avaliação médica no local”, pontua Jackson. A técnica de enfermagem Lea da Silva Cruz acompanha o serviço desde a implantação em Vicente Pires. Ela realiza o contato inicial com o paciente e o conecta ao médico responsável pelo atendimento remoto. “Houve uma melhoria significativa na velocidade do atendimento e na dinâmica dos pacientes classificados como verdes, que apresentam menor gravidade. Pudemos perceber que houve uma redução considerável no volume de espera, especialmente em casos de classificação verde”, relata. O encerramento da videochamada não significa o fim da assistência. Conforme a avaliação médica, o paciente pode seguir para outras etapas do atendimento, como realização de exames   Atendimento continua depois da tela O encerramento da videochamada não significa o fim da assistência dentro da UPA. Conforme a avaliação médica, o paciente pode seguir para outras etapas do atendimento, como realização de exames ou administração de medicamentos. Nas 13 unidades, as teleconsultas já resultaram em 23.273 encaminhamentos para medicação, 10.854 solicitações de exames laboratoriais e 5.081 exames de imagem. Para a médica e chefe do Núcleo de Telessaúde do IgesDF, Amandha Roberta Fernandes, os números refletem uma expansão realizada de forma gradual. “O aumento nos números é resultado de múltiplos fatores. A expansão para novas unidades, o crescimento da equipe e a maior divulgação do serviço aconteceram de forma faseada, planejada e cautelosa, sempre acompanhando a capacidade operacional e a segurança da assistência”, explica. Segundo Amandha, a consolidação da modalidade mostra como a tecnologia pode ampliar a capacidade da rede sem afastar o paciente do cuidado. “Hoje, vemos o resultado desse processo: uma ferramenta que contribui para reduzir a pressão nas portas das unidades, organizar melhor os fluxos assistenciais e, principalmente, oferecer ao paciente um acolhimento mais ágil, digno e resolutivo. A tecnologia, nesse contexto, não substitui o cuidado; ela amplia o nosso acesso e a nossa capacidade de cuidar”, enfatiza. Dos adultos às crianças Entre os diagnósticos registrados nas teleconsultas, as gastroenterites aparecem em primeiro lugar, com 5.126 registros, seguidas pelas infecções respiratórias agudas, com 2.440. Juntas, as duas condições somam 7.566 atendimentos, aproximadamente 19,5% das teleconsultas realizadas no período. O serviço também chegou ao público infantil. Desde o início da operação pediátrica, foram realizados 422 atendimentos nas quatro UPAs que contam com essa modalidade: Sobradinho, São Sebastião, Recanto das Emas e Ceilândia I. Na UPA do Recanto das Emas, onde adultos e crianças podem ser atendidos pela modalidade, a gerente Idê Ingrid destaca os reflexos na rotina da unidade. “A implementação da teleconsulta trouxe uma mudança muito positiva para a rotina da UPA. Percebemos uma redução importante no tempo de espera, principalmente dos pacientes classificados como verdes, que passaram a ter um atendimento mais ágil”, destaca. Na UPA do Paranoá, a gerente Juliete Andrade lembra que a adaptação também envolveu a aceitação dos próprios usuários. “No início, alguns pacientes demonstravam resistência à ideia de conversar com um médico por videochamada, sem a presença física do profissional. Mas hoje podemos dizer que a teleconsulta trouxe resultados bastante positivos para a rotina da UPA, ainda no atendimento dos pacientes que apresentam condições clínicas de menor gravidade”, completa. Ampliação do cuidado Com a consolidação do serviço, o IgesDF avalia novas possibilidades para ampliar a capacidade da avaliação médica a distância. Entre as iniciativas em estudo está a aquisição de estetoscópios e otoscópios digitais, que poderão oferecer mais recursos aos profissionais durante as teleconsultas. Também está em andamento a ampliação da jornada de funcionamento para os finais de semana. Atualmente, o serviço funciona nas 13 UPAs de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h. Para a presidente do IgesDF, Eliane Abreu, a inovação deve caminhar ao lado dos princípios que orientam a assistência. “A teleconsulta representa uma transformação importante na forma de cuidar da população. O IgesDF vem investindo em inovação sem perder aquilo que é essencial na saúde: o olhar humano, o acolhimento e o compromisso com cada paciente que procura nossas unidades”, ressalta.   *Com informações do IgesDF

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Entenda a diferença entre as unidades de atendimento

A escolha da unidade de saúde conforme os sintomas busca agilizar o atendimento de casos graves no Distrito Federal. A rede pública é dividida em níveis de atendimento: as unidades básicas de saúde (UBSs) atuam na prevenção e acompanhamento; as unidades de pronto atendimento (UPAs) recebem urgências de média complexidade; e os hospitais públicos atendem alta complexidade, emergências e especialidades. Unidades básicas de saúde As UBSs são a porta de entrada para o Sistema Único de Saúde (SUS) e oferecem consultas em clínica médica, saúde da família, pediatria, ginecologia, enfermagem e odontologia. Também oferecem vacinação, planejamento familiar, pré-natal, acompanhamento no puerpério, curativos, troca de sondas, acompanhamento de hipertensão e diabetes, exames preventivos (Papanicolau), consultas de puericultura e inserção de métodos contraceptivos (DIU e Implanon). O atendimento nas UBSs ocorre por consultas agendadas e acolhimento de demandas do dia | Fotos: Divulgação Sintomas leves ou moderados, como febre baixa, tosse leve, dor de garganta, dor de cabeça e diarreia moderada, passam por avaliação em UBSs. As unidades também fazem renovação de receitas de uso contínuo e solicitação de exames de rotina. O atendimento ocorre por consultas agendadas e acolhimento de demandas do dia. É necessário apresentar documento oficial com foto, CPF, Cartão SUS (se houver) e comprovante de residência atualizado. Este último documento é necessário para a vinculação do paciente à equipe responsável pelo território onde mora. Unidades de pronto atendimento As UPAs integram a rede de urgência e emergência de média complexidade 24 horas por dia. As unidades oferecem atendimento para quadros agudos, estabilização, leitos de observação por até 24 horas, exames laboratoriais de urgência, radiografias e administração de medicamentos injetáveis. Não é exigido encaminhamento prévio. A UPA é indicada para febre alta persistente, dores intensas no abdômen, vômitos persistentes, desidratação moderada ou grave, falta de ar ou crise asmática moderada, cortes para sutura simples, ferimentos com sangramento moderado e alterações de pressão arterial com tontura ou dor de cabeça intensa. Hospitais públicos Já os hospitais regionais e unidades de referência atendem a alta complexidade, emergências cirúrgicas e especialidades. Dispõem de centros cirúrgicos, unidades de terapia intensiva (UTIs), exames de imagem (tomografia e ressonância magnética) e prontos-socorros em cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia, ortopedia, traumatologia, neurocirurgia, oftalmologia, cardiologia e queimados. Os hospitais funcionam durante toda a semana, 24 horas por dia, não exigem encaminhamento e atendem casos de emergência mesmo sem documentos O atendimento hospitalar é indicado para suspeita de infarto ou acidente vascular cerebral (AVC), fraturas expostas ou com deformidades, acidentes de trânsito graves, quedas de altura, queimaduras extensas ou profundas, sangramentos incontroláveis, trabalho de parto avançado, sangramento gestacional, perda de consciência, dor intensa no peito, perda de força em um lado do corpo, paralisia súbita, falta de ar grave e convulsões. Os hospitais funcionam a semana inteira, 24 horas por dia, não exigem encaminhamento e atendem casos de emergência mesmo sem documentos. Protocolos Nas UPAs e hospitais, a ordem de atendimento segue o Protocolo de Classificação de Risco, pela Triagem de Manchester — um sistema criado em novembro de 1994 na cidade de Manchester, na Inglaterra, por um grupo colaborativo de médicos e enfermeiros conhecido como Manchester Triage Group. O método nasceu da necessidade de substituir triagens puramente intuitivas por um sistema científico, auditável e baseado no risco clínico real do paciente. A cor vermelha indica atendimento imediato; laranja, em até dez minutos; amarela, até 60 minutos; verde, até 360 minutos; e azul, até 720 minutos. Casos verdes e azuis possuem perfil de atendimento para UBS. Pacientes com demandas de baixa gravidade atendidos em hospitais ou UPAs passam pela triagem e podem ser orientados a procurar a UBS. E, quando uma UBS ou UPA identifica a necessidade de internação em UTI ou cirurgia de alta complexidade, a unidade presta o atendimento inicial e aciona o Complexo Regulador em Saúde do DF ou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) para a transferência. Endereços, horários de funcionamento e serviços estão disponíveis neste portal e na Carta de Serviços ao Cidadão, disponível neste link.

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Sol Nascente terá UPA com mais de 60 leitos

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Uma nova unidade de pronto atendimento (UPA), com 65 leitos, e três residenciais que somam 556 apartamentos estão em construção no Sol Nascente. A unidade de saúde terá atendimento para adultos e crianças, enquanto as moradias integram a Faixa 1 do programa Minha Casa, Minha Vida. A governadora Celina Leão visitou as obras nesta segunda-feira (17). Celina afirmou que a nova UPA deve reduzir a procura pelas duas unidades de Ceilândia. “Essa população do Sol Nascente e do Pôr do Sol, que hoje recorre a outra unidade de saúde, vai poder ter atendimento mais próximo de casa”, disse. Celina Leão: “Essa população do Sol Nascente e do Pôr do Sol, que hoje recorre a outra unidade de saúde, vai poder ter atendimento mais próximo de casa” | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Atendimento de adultos e crianças Com investimento estimado em R$ 16,9 milhões, a UPA do Sol Nascente é construída com recursos do Distrito Federal. O valor foi viabilizado por meio de um termo aditivo ao contrato de gestão firmado entre a Secretaria de Saúde (SES-DF) e o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). O projeto prevê 2.632 metros quadrados de área construída e 65 leitos — 33 para adultos e 32 para crianças. A unidade segue o padrão de porte III, a classificação mais alta estabelecida pelo Ministério da Saúde para esse tipo de serviço. A estrutura terá consultórios médicos, salas de estabilização, laboratório, farmácia, setor de diagnóstico por imagem, brinquedoteca e refeitório. A obra está na fase de concretagem das lajes e execução das instalações internas e externas. O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, relacionou a expansão das UPAs à organização do atendimento na rede pública. “Com a chegada dessas novas UPAs, a gente vai conseguir reduzir a concentração de pacientes nas emergências dos hospitais e deixá-los mais voltados às cirurgias, que hoje representam uma demanda gigantesca”, afirmou. A presidente do IgesDF, Eliane Abreu, apontou o efeito esperado sobre outras unidades da região. “É uma unidade estratégica, sobretudo para fortalecer a rede de urgência e emergência. Isso desafoga um pouco a porta dos hospitais de Taguatinga e Ceilândia e as próprias UPAs de Ceilândia”, explicou. Desde 2019, sete unidades de pronto atendimento foram abertas no Distrito Federal. Atualmente, seis estão em construção: Águas Claras, Guará, Água Quente, Sol Nascente, Estrutural e Taguatinga. A UPA do Arapoanga, que completa o conjunto de sete unidades previstas na expansão, está em fase preparatória, com o terreno em processo de transferência para a Secretaria de Saúde e a contratação da obra em atualização. O investimento estimado nesses sete projetos é de R$ 118,78 milhões. “Com a chegada dessas novas UPAs, a gente vai conseguir reduzir a concentração de pacientes nas emergências dos hospitais e deixá-los mais voltados às cirurgias, que hoje representam uma demanda gigantesca”, destacou Juracy Lacerda, secretário de Saúde Apartamentos Os residenciais Sol Nascente 1, 2 e 3 ficam na Quadra 105 do Trecho II. O investimento nos três empreendimentos é de R$ 94,52 milhões, com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), no âmbito do Minha Casa, Minha Vida. O Residencial Sol Nascente 1, com 176 apartamentos, atingiu 97,35% de execução. O Sol Nascente 2 tem 192 unidades e chegou a 91,54%. Já o Sol Nascente 3 reúne 188 moradias e alcançou 79,18%. As obras começaram em outubro de 2024. Durante a visita a um dos residenciais, a chefe do Executivo destacou o perfil social dos empreendimentos. “A gente tem essa preocupação de cuidar das pessoas que estão em alta vulnerabilidade”, afirmou. Os apartamentos têm 51,04 metros quadrados, dois quartos, banheiro, sala, cozinha integrada à área de serviço e varanda. Os edifícios são formados pelo pavimento térreo e três andares. Segundo Julio Peres, responsável pela obra e representante da JC Peres Engenharia, cada unidade terá gás encanado, medidores individuais de gás e água e infraestrutura preparada para a instalação de ar-condicionado. “Também temos a parte comum, com biblioteca, que será entregue equipada com livros, mesas e estantes, além de bicicletário e sala do síndico”, detalhou. Os demais espaços comuns incluem guarita, praça de leitura, área coberta de convivência, espaço para exercícios e local coberto para a coleta de resíduos.

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UPAs do DF reforçam assistência no atendimento de complicações da diabetes

Às vésperas do Dia Nacional do Diabetes, celebrado nesta sexta-feira (26), especialistas alertam que reconhecer os sinais de descompensação da doença e procurar atendimento rapidamente pode evitar complicações graves. Entre janeiro e maio deste ano, as 13 unidades de pronto atendimento (UPAs) administradas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) atenderam 604 pacientes com diabetes e complicações relacionadas à doença. As UPAs têm papel fundamental no atendimento de urgência a pacientes que apresentam alterações agudas da glicemia, como hipoglicemia, hiperglicemia e cetoacidose diabética. Nesses casos, a assistência rápida permite estabilizar o quadro clínico e, quando necessário, encaminhar o paciente para unidades de maior complexidade. Foi exatamente essa assistência que fez a diferença para Jorge Chaves, de 46 anos. Nesta semana, ele procurou a UPA de Vicente Pires após apresentar um quadro de cetoacidose diabética, uma complicação grave da doença que exige atendimento imediato. "Sou uma pessoa com diabetes e precisei buscar ajuda na UPA de Vicente Pires por causa de uma emergência causada pela doença. Fui atendido rapidamente por profissionais preparados, que logo iniciaram o tratamento. Em momentos como esse, procurar uma UPA faz diferença", relata. As UPAs têm papel fundamental no atendimento de urgência a pacientes que apresentam alterações agudas da glicemia, como hipoglicemia, hiperglicemia e cetoacidose diabética | Foto: Divulgação/IgesDF Segundo o gerente da unidade, Jackson Teixeira, os quadros mais frequentes estão relacionados às alterações agudas da glicemia. Pacientes costumam procurar atendimento após apresentarem sintomas como fraqueza intensa, tonturas, náuseas, vômitos, sonolência ou mal-estar. "Quanto mais cedo ocorre a assistência, maiores são as chances de estabilização clínica e recuperação do paciente", destaca. As UPAs integram uma rede de cuidado que funciona de forma articulada. Após a avaliação e o tratamento inicial, os pacientes podem receber alta com orientações ou, quando necessário, ser encaminhados para hospitais de maior complexidade. "As unidades têm papel estratégico porque garantem a estabilização dos quadros agudos e contribuem para a continuidade do cuidado dentro da rede pública de saúde", acrescenta o gestor. Atendimento integrado A nutricionista da UPA de Vicente Pires, Bruna Pires, conhece essa realidade de dois lados. Além de ser profissional de saúde, ela convive com o diabetes. "O acompanhamento adequado, a alimentação equilibrada, o uso correto das medicações e o monitoramento da glicemia são fundamentais para manter a qualidade de vida e prevenir complicações", afirma. Bruna observa que muitos pacientes chegam às unidades assustados e inseguros diante de uma descompensação da doença. Por isso, o acolhimento é tão importante quanto o tratamento clínico. "Muitas vezes, a pessoa precisa de orientação e tranquilidade para entender o que está acontecendo e quais serão os próximos passos do cuidado", ressalta. Em Brazlândia, a coordenadora de enfermagem da UPA, Rayane Pergentino, explica que as ocorrências mais frequentes atendidas pelas equipes são episódios de hipoglicemia, hiperglicemia e complicações relacionadas ao pé diabético, condição que pode provocar perda de sensibilidade nos pés, dificultar a cicatrização e aumentar o risco de infecções. Segundo ela, reconhecer os sinais de alerta e buscar ajuda rapidamente pode evitar agravamentos. "Quanto mais cedo a descompensação é identificada e tratada, maiores são as chances de evitar complicações e restabelecer o equilíbrio do organismo com segurança", pontua. Embora as UPAs sejam responsáveis pelo atendimento dos quadros agudos e emergenciais, o acompanhamento contínuo do diabetes é realizado principalmente nas unidades básicas de saúde (UBSs), geridas pela Secretaria de Saúde (SES-DF), onde os pacientes recebem acompanhamento multiprofissional, orientações e monitoramento regular da doença. "Manter o tratamento conforme orientação da equipe de saúde, monitorar a glicemia regularmente e adotar hábitos saudáveis continuam sendo as principais formas de prevenir complicações. Ainda assim, quando surgem sinais de descompensação, as UPAs permanecem preparadas para oferecer assistência rápida e qualificada", conclui Rayane. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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UPAs do DF registram mais de 8,6 mil atendimentos por sintomas respiratórios em maio

Mais de 8,6 mil atendimentos por sintomas respiratórios foram realizados nas unidades de pronto atendimento (UPAs) do Distrito Federal em maio. O aumento da procura, de 11,7% em relação a abril, acompanha o avanço dos quadros respiratórios registrados nesta época do ano. Os grupos que mais buscaram atendimento foram adultos entre 20 e 29 anos e crianças de 1 a 4 anos, faixa etária mais vulnerável às doenças típicas desta época do ano. Foi a preocupação com a persistência dos sintomas que levou a auxiliar administrativa Ana Paula Figueiredo, 32 anos, a procurar atendimento para a filha de 2 anos. “Eu achei que era só uma gripe, mas quando ela começou a ficar mais molinha e não queria comer, fiquei preocupada. Na unidade explicaram o que precisava observar e saí mais tranquila”, conta. As doenças típicas deste período continuam entre os principais motivos de procura pediátrica. Atualmente, a assistência infantil está disponível nas unidades de Sobradinho, São Sebastião, Recanto das Emas e Ceilândia. Em maio, as unidades do Recanto das Emas e de Sobradinho registraram os maiores volumes de atendimentos relacionados a sintomas respiratórios, com 1.261 e 1.260 registros, respectivamente. De acordo com o pediatra Wilson Luiz Maldonado de Aguiar, da UPA do Recanto das Emas, a maioria dos casos envolve infecções leves das vias aéreas superiores. “As manifestações mais frequentes são tosse, coriza, febre baixa e obstrução nasal. Nos bebês menores de seis meses também observamos dificuldade para mamar e redução da alimentação”, observa. Os grupos que mais buscaram atendimento foram adultos entre 20 e 29 anos e crianças de 1 a 4 anos, faixa etária mais vulnerável às doenças típicas desta época do ano | Fotos: Divulgação/IgesDF Apesar de muitos quadros evoluírem de forma favorável, alguns sinais exigem atenção imediata dos responsáveis. “Febre persistente, prostração, dificuldade para respirar, recusa alimentar, sinais de desidratação e alterações importantes no comportamento da criança merecem avaliação médica. Em bebês menores de três meses, qualquer episódio de febre deve ser investigado”, alerta. O médico ressalta ainda que a baixa umidade contribui para agravar os sintomas. “O clima seco irrita as vias respiratórias, favorece crises alérgicas e pode prolongar a recuperação de quem já está doente”, afirma. Segundo a coordenadora médica da UPA do Gama, Juliana de Almeida Barros, as alergias também aumentam nesta época do ano. “Neste período, há um agravamento das crises asmáticas, rinite, sinusite e infecções respiratórias. Muitas pessoas chegam às unidades quando os sintomas já estão mais intensos”, adverte. Apesar do aumento da demanda, a maior parte dos pacientes apresentou quadros considerados leves. Dados do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), responsável pelas 13 UPAs do DF, mostram que 53% dos atendimentos receberam classificação verde, destinada a casos de menor urgência. Outros 34% foram classificados como amarelos, enquanto os casos mais graves, identificados pelas pulseiras laranja e vermelha, representaram pouco mais de 9% dos registros. Como funciona o atendimento Uma das principais dúvidas dos usuários das UPAs está relacionada ao tempo de espera. O atendimento segue critérios clínicos definidos durante a classificação de risco, realizada logo após o cadastro. A gerente-geral de Assistência das UPAs, Adriana Gonçalves, explica que o processo vai muito além da simples identificação dos sintomas. “Os enfermeiros avaliam sinais vitais, intensidade das queixas, tempo de evolução do problema, condições de saúde preexistentes e possíveis sinais de agravamento. É essa análise que determina a prioridade do atendimento, garantindo mais segurança aos pacientes”, explica. Entre os sinais que recebem atenção imediata estão falta de ar intensa, dor no peito, alterações neurológicas e suspeitas de infecção grave. Nem sempre quem chega primeiro é atendido primeiro. A especialista reforça que a ordem de chegada não é o principal critério para definir quem tem preferência no atendimento. “Nosso objetivo é identificar rapidamente quem corre maior risco de agravamento. Isso permite direcionar recursos e assistência para quem realmente precisa de atendimento imediato”, destaca. Apesar do aumento da demanda, a maior parte dos pacientes apresentou quadros considerados leves Pacientes classificados como Pouco Urgente (verde) e Não Urgente (azul) podem seguir fluxos assistenciais diferenciados, incluindo a possibilidade de atendimento por teleconsulta, serviço disponível nas 13 unidades do DF. “O teleatendimento atua como uma ferramenta complementar ao atendimento presencial. Após o acolhimento e a classificação de risco, os pacientes pouco urgentes ou não urgentes têm a opção da teleconsulta. Se durante a avaliação, o médico identificar a necessidade de exame físico ou de uma abordagem presencial, o atendimento pode ser convertido, garantindo a continuidade da assistência e o adequado direcionamento do paciente”, complementa Adriana. Segundo o superintendente das UPAs, Francivaldo Soares, as unidades têm organizado seus fluxos internos para priorizar pacientes conforme a gravidade clínica e garantir atendimento oportuno aos casos mais urgentes. “Mesmo diante desse cenário, as equipes seguem atuando de forma coordenada para garantir acolhimento, classificação de risco e continuidade do cuidado aos usuários”, destaca. Quando procurar ajuda Especialistas recomendam procurar avaliação médica principalmente em situações como: - dificuldade para respirar; - febre persistente ou muito alta; - sinais de desidratação; - sonolência excessiva; - piora rápida do quadro; - recusa alimentar, especialmente em crianças; - lábios arroxeados; - redução importante da ingestão de líquidos. Manter vacinação atualizada, beber bastante água, realizar lavagem nasal com soro fisiológico e evitar ambientes fechados ajudam a reduzir complicações. Especialistas reforçam que procurar ajuda logo nos primeiros sinais de piora pode evitar agravamentos e acelerar a recuperação. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Materiais reaproveitados viram espaços de bem-estar em UPAs no DF

Estruturas retiradas durante obras do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) ganharam uma nova função: se transformaram em locais de convivência e descanso nas unidades de pronto atendimento (UPAs), administradas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). A proposta une sustentabilidade, reaproveitamento de recursos e atenção ao bem-estar de profissionais e pacientes. As primeiras instalações já foram entregues nas UPAs de Recanto das Emas e Ceilândia II. Os locais contam com bancos para descanso, tomadas para carregamento de dispositivos eletrônicos e paisagismo pensado para tornar o ambiente mais acolhedor. Além de servirem como ponto de pausa para colaboradores, também podem ser utilizados em atividades terapêuticas, fisioterapia e ações ao ar livre com pacientes. A proposta surgiu a partir de uma demanda identificada pelo Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho (Nuvid), por meio do Projeto Acolher. Para a chefe do núcleo, Paula Paiva, a criação desses locais representa mais um avanço no compromisso institucional com as pessoas. Segundo ela, os espaços foram planejados para oferecer momentos de descanso e recuperação emocional em unidades marcadas por alta demanda assistencial. A proposta surgiu a partir de uma demanda identificada pelo Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho (Nuvid), por meio do Projeto Acolher | Foto: Divulgação/IgesDF “Investir em áreas voltadas ao descanso é investir diretamente na saúde física e mental dos profissionais que diariamente se dedicam ao cuidado da população”, destaca. Um dos diferenciais está no reaproveitamento de componentes retirados de uma área do HBDF, que atualmente passa por reformas para receber o novo centro cirúrgico da unidade. De acordo com a gerente de manutenção e infraestrutura, Tatiana Tostes, a proposta surgiu da necessidade de dar uma destinação útil aos elementos removidos durante a obra. A partir da atuação integrada entre equipes de projetos, manutenção, infraestrutura, obras e fiscalização, foi possível transformar um desafio operacional em solução inovadora. “Conseguimos unir sustentabilidade, economia de recursos e humanização em um único projeto. Todo o planejamento foi realizado para que o benefício pudesse chegar a todas as UPAs da rede e também ao Hospital Cidade do Sol”, explica. Responsável pela execução das intervenções, o gerente de Obras e Fiscalização, Matheus Martins, afirma que as entregas ocorreram entre abril e junho nas UPAs de Ceilândia II e Recanto das Emas e que novas unidades já recebem melhorias. “As obras já foram iniciadas nas UPAs de Ceilândia I, Vicente Pires e Riacho Fundo, que serão as próximas a receber os espaços”, informa. Na UPA de Recanto das Emas, a novidade rapidamente passou a fazer parte da rotina dos colaboradores. Para a gerente da unidade, Idê Ingrid Rodrigues, a iniciativa representa um cuidado que vai além da assistência. “Acredito que investir em espaços voltados ao bem-estar dos colaboradores é também pensar na qualidade da assistência prestada aos pacientes. Quando nossos profissionais se sentem acolhidos, valorizados e têm um ambiente adequado para momentos de descanso e integração, conseguimos fortalecer o atendimento humanizado e oferecer uma assistência ainda melhor à população”, afirma. Mais do que uma obra física, o projeto simboliza uma nova forma de pensar a infraestrutura institucional, transformando estruturas que antes seriam descartadas em locais capazes de promover acolhimento, saúde e qualidade de vida para quem cuida e para quem é cuidado. Para o superintendente de Engenharia e Arquitetura do IgesDF, Adisson Gabriel, a iniciativa demonstra como olhar para as pessoas e para o meio ambiente pode contribuir diretamente para a promoção da saúde. “Mais do que construir ambientes, buscamos criar locais que gerem acolhimento, conforto e qualidade de vida. Esse projeto mostra que é possível aliar eficiência, sustentabilidade e humanização em benefício das pessoas”, completa. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Espaços Humanizar Kids melhoram experiência de pais e crianças em UPAs do Distrito Federal

Uma unidade de saúde não é necessariamente um lugar onde as pessoas desejam estar. Mas há maneiras de fazer com que esse serviço prestado em um momento de desconforto seja o mais confortável possível, especialmente para as crianças. Foi buscando isso que o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) criou os Espaços Humanizar Kids nas unidades de pronto atendimento (UPAs) que contam com atendimento pediátrico. "Atualmente, a iniciativa dos Espaços Humanizar Kids está consolidada em todas as UPAs com atendimento pediátrico do IgesDF, sendo elas Ceilândia, Sobradinho, Recanto das Emas e São Sebastião. Esses espaços foram implantados com o objetivo de tornar o ambiente de espera mais acolhedor, lúdico e adequado às necessidades do público infantil", destacou a gerente-geral de Humanização e Experiência do Paciente no IgesDF, Anucha Soares. Os espaços têm uma decoração especial e contam com brinquedos e atividades lúdicas para entreter as crianças | Foto: Divulgação/IgesDF As salas têm uma decoração especial e contam com brinquedos e atividades lúdicas para entreter os pequenos. "O público atendido é composto por crianças que aguardam atendimento nessas unidades, além de seus acompanhantes, que também são impactados positivamente pelo ambiente mais confortável e acolhedor", observou a gerente, acrescentando que a criação dos espaços foi feita "por meio de parcerias com a iniciativa privada sem a utilização de recursos próprios do instituto, o que reforça o engajamento coletivo em torno da humanização do cuidado". "O público atendido é composto por crianças que aguardam atendimento nessas unidades, além de seus acompanhantes, que também são impactados positivamente pelo ambiente mais confortável e acolhedor" Anucha Soares, gerente-geral de Humanização e Experiência do Paciente no IgesDF Os primeiros espaços ficaram prontos em outubro do ano passado. À época, a então primeira-dama, Mayara Noronha Rocha — que é madrinha do programa Humanizar, do IgesDF — acompanhou a inauguração da sala na UPA de Sobradinho. "Desde a implantação, já é possível observar resultados importantes, como a redução da ansiedade durante o tempo de espera, maior engajamento das crianças no ambiente e uma percepção mais positiva por parte das famílias em relação ao atendimento. Os espaços contribuem diretamente para tornar a experiência mais leve, humanizada e alinhada às necessidades do cuidado infantil", arrematou Anucha Soares.

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Unidades de pronto atendimento abrem Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho 

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) abriu a programação da Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho (Sipat) nas unidades de pronto atendimento (UPAs). Promovidas pelas unidades da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa), as ações mobilizam colaboradores e reforçam a importância da segurança, do bem-estar e da prevenção no ambiente de trabalho. Célia Krawczyk (de calça verde), gerente da UPA de Brazlândia: “A Sipat agrega muito ao colaborador. É uma iniciativa educativa em que debatemos o uso correto dos equipamentos e a importância da prevenção” | Fotos: Ualisson Noronha/IgesDF Na UPA de Brazlândia, a programação começou nesta segunda-feira (13) e segue até o dia 17, com uma agenda voltada à conscientização e ao cuidado com os profissionais. A proposta é ampliar o acesso à informação, estimular práticas seguras no dia a dia e fortalecer a qualidade de vida das equipes. “A Sipat agrega muito ao colaborador”, aponta a gerente da unidade, Célia Krawczyk. “É uma iniciativa educativa em que debatemos o uso correto dos equipamentos e a importância da prevenção. Quando prevenimos, garantimos mais segurança para todos. Isso contribui para um fluxo de trabalho mais eficiente e reforça a necessidade de manter esses cuidados no dia a dia.” Programação Entre as atividades previstas, estão palestras sobre as atribuições da Cipa, bate-papo sobre saúde mental e ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, além de atividades de autocuidado, como ginástica laboral e práticas de bem-estar. A programação também contempla os profissionais do período noturno, com ações específicas para ampliar a participação. “A semana vem para reforçar e aprofundar as orientações sobre acidentes de trabalho, além de abordar temas como assédio moral e sexual”, explica a presidente da Cipa da UPA de Brazlândia, Alexandra Barbosa. “É um período dedicado à conscientização e ao cuidado com os colaboradores, com palestras, ações de saúde e atividades que também contribuem para a autoestima.” UPA Ceilândia I dá início à programação da Cipa nesta terça-feira (14)  Outro destaque da programação é o concurso de frases, no qual os colaboradores concorrem a um prêmio a ser revelado na sexta-feira (17), quando será escolhida a melhor frase sobre a importância da prevenção de acidentes de trabalho na unidade. Para o assistente administrativo Gabriel Viana, a proposta deste ano ampliou o acesso à informação. “Aprendemos muito em momentos como esse, pois conseguimos nos atualizar e buscar formas de evitar acidentes no ambiente de trabalho no dia a dia”, pontua. Atividade integrada [LEIA_TAMBEM]A mobilização das Sipats ocorre simultaneamente em outras unidades do IgesDF. Na UPA de Planaltina, a ação foi na sexta-feira (10), reunindo colaboradores em atividades voltadas à conscientização e à segurança no trabalho. Para o gerente da unidade, Rogério Tavares, a iniciativa fortalece o compromisso coletivo: “A Sipat é um momento essencial para reforçar a responsabilidade compartilhada com a segurança no ambiente de trabalho. Quando os colaboradores se conscientizam, toda a unidade ganha em qualidade e eficiência”. Já na UPA de Ceilândia I, a programação terá início nesta terça-feira (14), dando continuidade ao calendário institucional. A proposta é garantir que todos os colaboradores tenham acesso a orientações e práticas que contribuam para um ambiente mais seguro e saudável. “Dessa forma, reafirmamos nosso compromisso com o bem-estar dos profissionais”, pontua a gerente da unidade, Graziele Faria. “Afinal, cuidar de quem cuida é essencial para construir um ambiente de trabalho mais seguro, acolhedor e eficiente”.   *Com informações do IgesDF  

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