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Carcaças e veículos abandonados: saiba como solicitar a retirada no DF

Como solicitar a vistoria de um veículo com sinais de abandono? No Distrito Federal, quando a população informa a presença de um veículo com sinais de abandono, uma equipe técnica vai ao local para verificar o estado de conservação, o local onde o veículo está e possíveis riscos à saúde, à segurança ou ao meio ambiente.  O pedido pode ser registrado pelo telefone 162, por e-mail ou diretamente à administração regional responsável pela área. Na solicitação, o cidadão deve informar o endereço completo, um ponto de referência e a placa, caso esteja legível. Sempre que possível, também deve anexar fotos e um link de localização. A população pode solicitar o recolhimento de carros abandonados | Fotos: Divulgação Onde solicitar: ⇒ Entre neste site, clique na área de ouvidoria e selecione “Novo registro”. O sistema permite anexar fotos e, quando o mapa estiver disponível, indicar o ponto onde o veículo se encontra. Ao concluir o pedido, guarde o número do protocolo para acompanhar o andamento; ⇒ Telefone 162: a ligação é gratuita para telefones fixos e celulares. O atendimento funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 21h, e aos sábados, domingos e feriados, das 8h às 18h, segundo a página da ouvidoria; ⇒ E-mail: envie as informações para este e-mail; ⇒ Administração regional: o pedido também pode ser apresentado presencialmente ou por telefone à administração da região onde o veículo está; ⇒ Conselho Comunitário de Segurança: a demanda pode ser encaminhada ao conselho da respectiva região administrativa, conforme a Carta de Serviços do programa; ⇒ Dúvidas sobre o serviço podem ser esclarecidas pelo telefone (61) 3441-8875. O que informar ⇒ Antes de escolher um dos canais, reúna os dados que ajudarão as equipes a localizar e identificar o veículo: ⇒ Endereço completo, com logradouro, quadra ou número, setor e região administrativa; ⇒ Ponto de referência próximo, como comércio, escola, unidade pública ou cruzamento; ⇒ Link de localização pelo Google Maps ou Waze, se disponível; ⇒ Fotografias que mostrem o estado geral do veículo e o local onde ele está; ⇒ Placa, caso esteja legível. Informações incompletas podem ser devolvidas para complementação antes que o pedido seja incluído no planejamento das operações. Como o pedido é analisado As solicitações de remanejamento podem ser feitas por telefone, e-mail ou presencialmente Os registros são organizados por localização e entram no planejamento das operações. Se o veículo permanecer no endereço informado, as equipes também verificam se é possível identificar o proprietário para que ele faça a retirada voluntária. Quando a vistoria confirma o abandono ou outra irregularidade, os órgãos de trânsito adotam as medidas administrativas necessárias ao recolhimento. Nem todos os registros terminam em retirada. O veículo pode não ser encontrado, já ter sido removido pelo responsável ou não atender aos critérios do programa. Por isso, o pedido não gera recolhimento automático ou imediato. Quando acionar o 190 O telefone 190 deve ser reservado a situações suspeitas ou que representem risco imediato à segurança. A ocorrência será avaliada, e, se necessário, as informações serão repassadas ao órgão responsável.  

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Operação DF Livre de Carcaças retirou 1.259 veículos abandonados das ruas do DF em 2025

O Governo do Distrito Federal (GDF) intensificou, em 2025, as ações da operação DF Livre de Carcaças e retirou 1.259 veículos abandonados de vias e espaços públicos do Distrito Federal. O número supera o registrado em 2024, quando 1.150 carcaças foram removidas das ruas, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF). Ao longo do ano, foram realizadas 2.055 ações, entre vistorias programadas e atendimentos a denúncias da população. Desse total, 61% resultaram na retirada efetiva de veículos inutilizados — seja por remoção voluntária do proprietário após notificação, seja por recolhimento direto ao pátio do Departamento de Trânsito (Detran-DF). Os outros 39% são e pedidos duplicados ou de veículos retirados antes de as equipes chegarem ao local. Além de melhorar a parte estética das cidades, a operação DF Livre de Carcaças atua nas áreas de saúde e da segurança pública | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A operação tem como foco a prevenção de riscos à segurança e à saúde pública. Veículos abandonados podem servir de abrigo para a prática de crimes, além de também poderem se tornar focos do mosquito transmissor da dengue e de outras pragas urbanas, como roedores. De acordo com o tenente-coronel da Polícia Militar do DF e responsável pela operação, Gleison Bezerra de Lima, o aumento no número de retiradas em 2025 está relacionado à intensificação das fiscalizações, ao aprimoramento da metodologia de trabalho e à maior participação da população. “Temos intensificado as ações e melhorado nossos processos. A divulgação dos canais e a colaboração da sociedade têm sido fundamentais para ampliar o alcance da operação”, explica. Remoções Em 2025, o Plano Piloto concentrou o maior número de veículos abandonados removidos, com 234 registros. Em seguida, aparecem Taguatinga (138), Samambaia (109), Ceilândia (83) e Guará (53). Na outra ponta do levantamento, Água Quente não registrou nenhuma remoção no período, enquanto Brazlândia e Fercal tiveram um recolhimento cada. Lago Norte contabilizou quatro casos, e o Itapoã, cinco. A equipe da operação localizou o proprietário do carro em 60% das ocorrências Segundo a SSP-DF, as equipes conseguiram localizar os proprietários em 60% das ocorrências, o que corresponde a 755 localizações bem-sucedidas. A abordagem ocorre preferencialmente no local, de forma presencial, e, em situações excepcionais, por telefone. Caso não haja providências após até duas notificações, a terceira visita já ocorre com finalidade de remoção. “Quando o proprietário não é localizado ou não toma nenhuma medida para retirar o veículo da via pública, a remoção passa a ser compulsória”, detalha o tenente-coronel Gleison Bezerra de Lima. Como denunciar A população pode colaborar com a operação DF Livre de Carcaças denunciando veículos abandonados em vias públicas. Para registrar a denúncia, é importante informar o endereço completo, ponto de referência e, se possível, características do veículo. As solicitações podem ser feitas pelos seguintes canais oficiais do GDF: Ouvidoria do DF, por meio do Participa DF; Administrações regionais; E-mail oficial da operação (dflivredecarcacas@ssp.df.gov.br); Abordagem direta às equipes de fiscalização em atuação nas ruas. Orientações aos proprietários Além da fiscalização, a operação orienta os proprietários de veículos. A principal recomendação é que carros sem uso não sejam mantidos em vias e áreas públicas. “Um carro nessa situação pode ser utilizado para a prática de crimes e também representa risco à saúde pública, dependendo do estado de conservação" Tenente-coronel Gleison Bezerra de Lima, responsável pela operação  A orientação da SSP-DF é que, ao identificar que um veículo não está mais em condições de circulação, o proprietário providencie a retirada voluntária, levando-o para local privado, como garagem ou terreno adequado. Outra alternativa é a venda do automóvel como sucata ou para desmanche, caso não haja interesse em manter o bem. Durante as abordagens, as equipes explicam os riscos associados ao abandono de veículos. “Um carro nessa situação pode ser utilizado para a prática de crimes e também representa risco à saúde pública, dependendo do estado de conservação. Por isso, a orientação é não deixar o veículo em situação de abandono”, reforça Gleison Bezerra de Lima. Ainda segundo o tenente-coronel, quando o veículo apresenta elevado grau de deterioração ou oferece risco imediato à segurança ou à saúde, a avaliação técnica pode antecipar o processo de remoção, reduzindo o prazo entre a identificação e a retirada. Ações permanentes As atividades da operação DF Livre de Carcaças ocorrem de forma contínua ao longo do ano, com atuação integrada da SSP-DF, Polícia Militar, Detran-DF, Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) e administrações regionais. “As ações são permanentes. As equipes estão nas ruas todos os dias, e todo veículo identificado passa por avaliação técnica, sempre com base na legislação de trânsito e nos critérios de risco à coletividade”, afirma o responsável pela operação.  

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DF Livre de Carcaças supera 2023 e alcança marca de 1.153 veículos recolhidos

O Gama recebeu a equipe integrada da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) para a operação DF Livre de Carcaças. Os agentes se reuniram nesta terça-feira (28) para retirar das ruas carcaças ou veículos em situação de abandono. Em pouco mais de quatro meses de atuação neste ano, a operação já recolheu o acumulado do ano passado inteiro, quando o número chegou a 1.132. Agentes do programa DF Livre de Carcaças estiveram no Gama nesta terça (28) para retirar das ruas carcaças e veículos em situação de abandono | Foto: Lúcio Bernardo Jr./ Agência Brasília “Em maio, nós batemos a marca de 1.153 veículos em situação de abandono ou carcaças recolhidos só em 2024, e o trabalho continua. Hoje, vamos visitar 45 pontos no Gama. São locais repassados para nós pela administração regional ou ouvidoria. O intuito é fazer com que o proprietário venha e retire o veículo, mas quando isso não é feito nós o levamos para o depósito”, afirmou o coordenador do DF Livre de Carcaças, sargento Reinaldo Almeida. Além de impactar diretamente no aumento da sensação de segurança da população, a retirada dos veículos contribui para a redução dos criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor de dengue, zika e chikungunya. Além das administrações regionais, a operação reuniu agentes da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e do Departamento de Trânsito (Detran). A iniciativa não só impacta no aumento da sensação de segurança da população, como também contribui para a redução dos criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor de dengue, zika e chikungunya | Foto: Lúcio Bernardo Jr./ Agência Brasília Sensação de segurança Um dos objetivos da atuação é impactar diretamente no aumento da sensação de segurança da população, tendo em vista a desmobilização de possíveis pontos para prática de ilícitos. Quem passava pelo Gama, logo parava para acompanhar a operação de perto. O aposentado Erasmo Freitas, 65, costuma levar o neto ao Centro de Ensino Especial 1, na Quadra 55/56. Ele revela que os carros em situação de abandono ocupam as vagas destinadas para a escola. “Tem que tirar todos os veículos abandonados daqui mesmo. Eu venho deixar meu neto e não consigo estacionar porque tem vários carros nas vagas. Na hora de uma emergência, não tem o que fazer. Essa operação é necessária. Agora vai ficar melhor”, elogiou. O aposentado Erasmo Freitas apoia o programa DF Livre de Carcaças: “Tem que tirar todos os veículos abandonados daqui mesmo. Eu venho deixar meu neto e não consigo estacionar porque tem vários carros nas vagas” Vizinho de Erasmo, Napoleão Passos de Medeiros, 77, é aposentado e faz caminhada todos os dias pela região que foi alvo do DF Livre de Carcaças. De acordo com ele, a iniciativa vai deixar a cidade esteticamente melhor. “Tem que fazer operação assim para não virar bagunça. Sem contar que traz muitos riscos à saúde, principalmente com uma escola por perto. Tudo que vem de positivo para nós é muito bom”, concluiu. DF Livre de Carcaças O programa é uma força-tarefa coordenada pela SSP-DF de forma integrada com diversos órgãos. Em 2023, foram realizadas 104 ações integradas que resultaram na retirada de 1.132 veículos abandonados ou carcaças nas ruas do DF – 337,06% a mais do que em 2022. Em 2021, foram 306 e em 2020, 448. Ao todo, desde o início das operações, foram recolhidas 2.145 carcaças ou veículos em situação de abandono em Brasília. Denúncias A população pode contribuir denunciando pontos de acúmulo pelo telefone da ouvidoria (162) ou pelos Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs) e administrações regionais. Além disso, as denúncias podem ser enviadas para o e-mail dflivredecarcacas@ssp.df.gov.br.

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Mais de 1.150 veículos abandonados foram recolhidos das ruas do DF em 2024

As equipes da operação DF Livre de Carcaças retiraram, nesta quinta-feira (23), 22 veículos abandonados em vias públicas de Santa Maria, totalizando 1.153 carcaças recolhidas em 2024. Com isso, o total de recolhimentos neste ano supera o acumulado de 2023, quando o número chegou a 1.132. Além de impactar diretamente no aumento da sensação de segurança da população, a retirada dos veículos contribui para a redução dos criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor de dengue, zika e chikungunya. Nesta quinta-feira (23), a Operação DF Livre de Carcaças retirou 22 veículos abandonados das ruas de Santa Maria | Foto: Divulgação/ SSP-DF “O número alcançado até agora é muito expressivo e maior que nos anos anteriores. Fizemos ajustes na estratégia de atuação e contamos com apoio e comprometimento dos órgãos participantes, das administrações regionais e, sobretudo, dos conselhos comunitários de segurança (Consegs) de cada localidade”, pontua o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar. Em 2024, o DF Livre de Carcaças passou a ficar cinco dias em cada local – de segunda a sexta-feira – aumentando a atuação em cada região. Às segundas e sextas-feiras, as equipes da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP) fazem o monitoramento e levantamento dos veículos na região em que irão atuar. Ação reúne representantes da PMDF, do Detran e do DER, além de contar com o apoio da Secretaria DF Legal e do SLU O total de veículos retirados das ruas em 2022 chegou a 259. Já em 2021, o número ficou em 306, enquanto, em 2020, a quantidade foi de 448. “Já tínhamos superado, no ano passado, o número de veículos retirados em anos anteriores. Em 2023, o total foi 337% maior do que havia sido recolhido em 2022; e neste ano, em cinco meses, já superamos todo o ano passado. Isso se deve ao comprometimento e atuação integrada dos órgãos participantes. Os resultados são cada vez mais exitosos”, completa Avelar. Além das administrações regionais, a operação reúne representantes da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), do Departamento de Trânsito (Detran) e do Departamento de Estradas de Rodagem (DER). O apoio da Secretaria DF Legal e do Serviço de Limpeza Urbana do Distrito Federal (SLU) também são fundamentais para a continuidade da operação. A coordenação da DF Livre de Carcaças fica a cargo da SSP-DF. Como ajudar Para facilitar o contato da população, foi criado um novo canal para encaminhamento de informações pela população: o email dflivredecarcacas@ssp.df.gov.br. É importante incluir detalhes que facilitem a localização dos veículos, como endereço, ponto de referência e, se possível, fotos. “Além das informações encaminhadas pelas administrações regionais, Consegs e Ouvidoria do GDF, disponibilizamos mais esse canal, que pode ser usado por qualquer cidadão”, diz o subsecretário de Políticas Públicas, Jasiel Fernandes. As informações também podem ser encaminhadas pelo site Participa DF, pelo número 162 e nas próprias administrações regionais. *Com informações da SSP-DF

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DF Livre de Carcaças terá ações em Taguatinga até o fim do ano

Até o mês de novembro, a operação DF Livre de Carcaças, realizada pelo Governo do Distrito Federal (GDF), recolheu 1.082 veículos abandonados das ruas do DF. Nas próximas duas semanas, a iniciativa encerrará as atividades de 2023 atendendo as demandas de Taguatinga. Nos últimos dias, 30 veículos foram removidos da cidade. “Finalizaremos as operações do ano em Taguatinga devido à grande concentração de veículos abandonados, especialmente na área do Setor H Norte. Estamos orientando, advertindo e recolhendo em uma ação conjunta”, explica o coordenador de operações da DF Livre de Carcaças, major Marcelo Mororó. Após 60 dias no depósito do Detran-DF, caso o proprietário não solicite a devolução do veículo, o bem vai a leilão | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Neste período de chuva, o coordenador destaca a importância da ação e da participação da vigilância ambiental. “Essas carcaças são consideradas uma desordem social que pode multiplicar focos de mosquitos transmissores da dengue e de outras doenças, além de servirem de abrigo para criminosos ou mesmo locais para a prática de crimes diversos e atos de vandalismo”, afirma Mororó. Depois de recolhidos, os carros são encaminhados ao depósito do Departamento de Trânsito (Detran-DF), onde permanecem por aproximadamente 60 dias. Após esse prazo, caso o proprietário não solicite a devolução do bem, o veículo vai a leilão. Confira como ajudar [Olho texto=”“Essas carcaças são consideradas uma desordem social que pode multiplicar focos de mosquitos transmissores da dengue e de outras doenças, além de servirem de abrigo para criminosos ou mesmo locais para a prática de crimes diversos e atos de vandalismo”” assinatura=”major Marcelo Mororó, coordenador de operações da DF Livre de Carcaças” esquerda_direita_centro=”direita”] O DF Livre de Carcaças funciona essencialmente por meio de demandas da população e das administrações regionais. Por isso, é importante que a comunidade esteja envolvida, denunciando e também não abandonando veículos em espaços públicos. O cronograma das ações ocorre de acordo com as demandas recebidas. A população pode participar ativamente da operação ao entrar em contato com a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) e denunciar o abandono de veículos em espaços públicos. Para isso, foi criado um novo canal para o encaminhamento de informações, por meio do e-mail dflivredecarcacas@ssp.df.gov.br. É importante incluir detalhes que facilitem a localização dos veículos, como endereço, ponto de referência e, se possível, fotos. As informações também podem ser encaminhadas ao site Participa-DF, ao número 162 e às próprias administrações regionais. Participam das ações, coordenadas pela SSP-DF, as administrações regionais, representantes da Polícia Militar (PMDF), Detran-DF, Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), Serviço de Limpeza Urbana (SLU), DF Legal e Secretaria de Saúde (SES-DF), por meio da Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival).

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DF Livre de Carcaças estará em Sobradinho nesta semana

A 15ª região administrativa a receber a DF Livre de Carcaças será Sobradinho. As equipes, coordenadas pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), estarão na cidade nesta terça-feira (6) e quarta-feira (7). O mapeamento do material a ser recolhido é feito por meio das administrações regionais, Conselhos de Segurança (Consegs), pelo e-mail dflivredecarcacas@ssp.df.gov.br e, ainda, pelo encaminhadas à Ouvidoria-Geral do GDF, pelo site Participa DF ou pelo número 162. Com a última ação, ocorrida em Taguatinga nos dias 30 e 31 de maio e 1º de junho, chega a 580 o total de veículos abandonados retirados das ruas do Distrito Federal. “Disponibilizamos diferentes canais para que a população possa contribuir, pois o grande objetivo da ação é aumentar a percepção de segurança e de integração com os moradores e, ainda, melhorar a estética das cidades. Isso tem impacto direto na qualidade de vida, na saúde e, principalmente, na sensação e na segurança efetiva da população. Remodelamos a ação neste ano, deixando as equipes por mais tempo em cada região, o que contribui para maior assertividade da operação”, afirma o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. Operação já retirou 580 veículos abandonados das ruas do DF desde janeiro | Foto: Divulgação/SSP-DF [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Além das administrações regionais, participam da DF Livre de Carcaças representantes da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), Departamento de Trânsito (Detran-DF), Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), Serviço de Limpeza Urbana (SLU), secretarias DF Legal e de Saúde (SES), por meio da Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival). “Esta iniciativa mostra a integração e comprometimento dos órgãos que fazem a operação. O total de veículos recolhidos neste ano ultrapassa todos os demais. Já são 580 carcaças recolhidas neste ano, enquanto que em 2020, 2021 e 2022 foram recolhidas das ruas 448, 306 e 259, respectivamente”, explica o subsecretário de Políticas Públicas, Jasiel Fernandes. “A integração e apoio dos diferentes órgãos é fundamental para continuidade das atividades e fortalecimento da ação”, reforça. *Com informações da SSP-DF

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Governo vai liberar duas mil novas vagas de estacionamento público

A ação de fiscalização de trânsito Operação Vaga Livre, executada pelo Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), prevê que, aproximadamente, duas mil novas vagas em estacionamentos públicos do DF sejam liberadas para a população com a remoção de veículos abandonados nos espaços públicos. Inicialmente, as ações estão concentradas nas asas Sul e Norte e no Sudoeste, mas existe projeto de expansão para outras regiões do DF. Na primeira operação, realizada na última segunda-feira (8) na área residencial da Superquadra 309 da Asa Sul, a equipe de fiscalização removeu quatro veículos ao depósito. A próxima operação ocorre nesta sexta-feira (12), na Superquadra 303 da Asa Sul. [Olho texto=”“As pessoas que tenham veículos nessas condições devem retirá-los antes das operações pois, depois de removidos, somente serão liberados com a quitação de todos os débitos e encargos provenientes de guincho e diárias do depósito”” assinatura=”Clever de Farias Silva, diretor de Policiamento de Fiscalização de Trânsito” esquerda_direita_centro=”direita”] O diretor de Policiamento de Fiscalização de Trânsito, Clever de Farias Silva, enfatiza que o foco da operação é verificar os carros que estão abandonados há mais de 10 anos no mesmo local. “As pessoas que tenham veículos nessas condições devem retirá-los antes das operações pois, depois de removidos, somente serão liberados com a quitação de todos os débitos e encargos provenientes de guincho e diárias do depósito”, alerta. Apesar de ser uma demanda antiga da população brasiliense, o Detran-DF ressalta que não havia dispositivo legal que permitisse a remoção dos veículos ao depósito do órgão. Com o advento da Lei nº 14.440/2022, que incluiu o Artigo 279-A no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), foi autorizada a ação por parte do órgão de trânsito que, após mapeamento, identificou as áreas mais críticas. Depois de verificar o abandono de veículos por mais de 10 anos, o Detran aplica os dispositivos da Lei nº 14.440/2022 e faz a remoção para o depósito | Foto: Divulgação/Detran-DF Segundo o Departamento de Trânsito, os estacionamentos públicos em todo o DF estão sendo monitorados e os carros abandonados, mapeados. Assim que comprovado o abandono, o veículo será removido ao depósito do órgão. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A população também pode ajudar o Detran-DF no mapeamento e monitoramento dos locais com veículos nesta situação. Basta informar os casos observados diretamente no site do órgão  ou acionar a Ouvidoria do GDF, que atende pelo telefone 162. “Além de ocupar vagas de estacionamento, os veículos geram grande risco à comunidade, como ponto focal de doenças como dengue e chikungunya, e ainda servir como local de depósito de ilícito e abrigo para pessoas em conflito com a lei”, completa Clever de Farias.

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DF Livre de Carcaças recolhe 58 veículos abandonados de Ceilândia

Em mais uma etapa da Operação DF Livre de Carcaças, retomada na última semana, foram recolhidos 58 veículos abandonados das ruas de Ceilândia entre segunda (20) e esta sexta-feira (24). Coordenada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), a ação integrada reúne administrações regionais, Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), Departamento de Trânsito (Detran-DF), Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), SLU, DF Legal e Secretaria de Saúde, por meio da Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival). Mapeadas pelas administrações regionais a partir de monitoramento e denúncias na Ouvidoria do GDF, as carcaças recolhidas pela operação conjunta são levadas para o depósito do 3º Distrito Rodoviário, do DER-DF, onde os agentes de Vigilância Ambiental aplicam soluções na água parada e fazem o controle vetorial | Fotos: Divulgação/SSP-DF [Olho texto=”“Iniciamos uma nova fase da Operação DF Livre de Carcaças, que tem como objetivo contribuir com a segurança da população, com a limpeza e estética das cidades e, ainda, para atuar em consonância com as medidas do Governo do Distrito Federal (GDF) no enfrentamento das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti”” assinatura=”Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O objetivo é, além de contribuir com a sensação de segurança da população, eliminar focos do Aedes aegypti – transmissor da dengue, zika e chikungunya. A orientação junto à população quanto aos cuidados necessários para acabar com os criadouros do mosquito é uma das prioridades dos servidores dos órgãos participantes. A atuação está alinhada junto à Sala Distrital Permanente de Coordenação e Controle das Ações de Enfrentamento às Doenças Transmitidas pelo Aedes (SDCC), que aponta as regiões administrativas com maior necessidade da operação. “Iniciamos uma nova fase da Operação DF Livre de Carcaças, que tem como objetivo contribuir com a segurança da população, com a limpeza e estética das cidades e, ainda, para atuar em consonância com as medidas do Governo do Distrito Federal (GDF) no enfrentamento das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti”, ressalta o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. A operação reúne administrações regionais, Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), Departamento de Trânsito (Detran-DF), Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), SLU, DF Legal e Secretaria de Saúde, por meio da Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) Para a secretária executiva de Políticas Públicas, Meire Mota, a retomada da operação conjunta é essencial para ações do GDF. “Com o comprometimento dos envolvidos e, principalmente, das administrações regionais e apoio da população no trabalho de localização dessas carcaças, estamos conseguindo promover uma grande limpeza nas cidades. Esse retorno da DF Livre de Carcaças é a soma saúde, proteção ambiental e segurança, que são políticas públicas fundamentais para o bem-estar da nossa população”. As carcaças são mapeadas pelas administrações regionais a partir do monitoramento e denúncias na Ouvidoria do GDF. Os Conselhos de Segurança (Consegs) também contribuem com a lista. “A partir das informações que chegam à Secretaria de Segurança Pública (SSP), temos a possibilidade de identificar e geomapear o material. A partir daí, contactamos os órgãos envolvidos e preparamos a ação integrada para recolhimento dos veículos”, explica o subsecretário de Integração de Políticas em Segurança Pública, tenente-coronel Jasiel Fernandes. “Importante ressaltar que recolhemos automóveis que não sejam produtos de algum ato ilícito, como furto, roubo ou assalto. Nos casos de identificação de situações criminosas, a Polícia Civil é chamada”, completa. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Os carros recolhidos são levados para o depósito do 3º Distrito Rodoviário, do DER-DF, onde os agentes de Vigilância Ambiental aplicam soluções na água parada e fazem o controle vetorial. Como denunciar O governo conta com dois canais para denúncias: a Ouvidoria do GDF, pelo site https://www.participa.df.gov.br/ ou pelo número 162, e nas próprias administrações regionais. Ao enviar a informação, é importante incluir detalhes que facilitem a localização dos veículos, como endereço, ponto de referência e, se possível, fotos. *Com informações da SSP-DF

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