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18 anos

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Lei Seca completa 18 anos preservando vidas no trânsito

Nesta sexta-feira (19), a Lei nº 11.705, de 19 de junho de 2008, conhecida como Lei Seca, completa 18 anos. A legislação alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), passando a classificar como infração gravíssima a condução de veículo após o consumo de bebida alcoólica. Ao longo desse período, a norma tem contribuído para a redução de mortes no trânsito do Distrito Federal. No último ano, dados preliminares indicam que foram registrados 206 sinistros fatais nas vias do DF, número 55,4% inferior ao observado no período anterior à entrada em vigor da norma, quando ocorreram 462 sinistros com mortes. De acordo com dados da Gerência de Estatística de Acidentes de Trânsito do Detran-DF, no período de 20 de junho de 2007 a 19 de junho de 2008, ano anterior à entrada em vigor da Lei Seca, o DF registrou 500 mortes no trânsito. No primeiro ano de vigência da legislação ocorreu uma redução de 15,6%, tendo sido registrados 422 óbitos no trânsito. Considerando o 18° ano o período de 20 de junho de 2025 a 15 de junho de 2026, os dados preliminares indicam a ocorrência de 219 mortes, uma redução de 56,2% em relação ao ano anterior à Lei Seca. Nesse período, 325 condutores se envolveram em sinistros com mortes. Desse total, 22 (6,7%) apresentavam sintomas de alcoolemia. O diretor-geral do Detran-DF, Marcu Bellini, destaca o impacto das ações voltadas para o combate à combinação de bebida alcoólica e direção: “A Lei Seca trouxe instrumentos importantes para a redução de sinistros no trânsito. E, ao longo desses 18 anos, o Detran-DF tem trabalhado para implementar, de forma contínua, medidas que promovam a conscientização e o respeito às normas de trânsito. Seja por meio de campanhas educativas ou ações de fiscalização, o foco é a preservação de vidas no trânsito”. A legislação alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), passando a classificar como infração gravíssima a condução de veículo após o consumo de bebida alcoólica | Foto: Divulgação/Detran-DF Fiscalização O trabalho integrado de fiscalização se intensificou ao longo dos anos, ampliando a capacidade de identificar e retirar das vias condutores que dirigem sob efeito de álcool. Em 2008, início da fiscalização da Lei Seca, o DF registrou 2.633 infrações por dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa. Em 2025, o Detran-DF, o DER-DF e a Polícia Militar (PMDF) flagraram 29.751 condutores sob o efeito de álcool. Neste ano, de janeiro a maio, os dados preliminares indicam 12.080 autuações, uma média de 80 motoristas multados por dia nas vias do DF. De acordo com a legislação, dirigir após o consumo de álcool é infração gravíssima, sujeita a multa no valor de R$ 2.934,70 e suspensão do direito de dirigir por um ano. No caso de reincidência da infração no período de até 12 meses, o valor da multa é dobrado. A recusa em realizar o teste do etilômetro também é considerada infração com as mesmas penalidades.  Além das sanções administrativas, a conduta pode configurar crime de trânsito se o resultado do teste indicar uma concentração igual ou superior a 0,3 miligrama de álcool por litro de ar alveolar. Nesse caso, a pena prevista é de detenção de seis meses a três anos, multa e suspensão ou proibição de se obter a habilitação para dirigir. *Com informações do Detran-DF

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Hospital de Santa Maria celebra 18 anos com homenagem a profissionais reconhecidos pela população

Mais do que uma celebração de aniversário, a manhã desta terça-feira (28) foi marcada por um gesto de reconhecimento a quem sustenta o cuidado no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). Em homenagem aos 18 anos da unidade, gerida pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), profissionais de diferentes setores foram reconhecidos a partir da avaliação da própria população. Na ocasião, diversos departamentos foram certificados pelos serviços prestados e pelo compromisso demonstrado na rotina hospitalar. O reconhecimento tem como base dados do ParticipaDF, plataforma digital do Governo do Distrito Federal que reúne serviços de ouvidoria e acesso à informação. Hospital de Santa Maria celebrou seus 18 anos homenageando as equipes da unidade mais elogiadas pela população | Fotos: Ualisson Noronha/IgesDF Em 2025, o HRSM registrou 917 elogios e manteve, pelo segundo ano consecutivo, a terceira colocação no ranking de manifestações positivas da rede pública de saúde do DF, resultado já alcançado em 2024. Segundo o chefe substituto do Núcleo de Ouvidoria do hospital, João Paulo Barbosa de Farias, compartilhar esse desempenho com os profissionais é uma forma de evidenciar que o esforço diário tem sido percebido pelos usuários. “Mesmo diante das dificuldades, a população reconhece o esforço de quem atua aqui. Era importante que cada colaborador soubesse que esse retorno positivo existe e que ele chega por meio das manifestações registradas na Ouvidoria”, destaca. Foi a partir dessas manifestações que o hospital conseguiu traduzir, em números, o reconhecimento pelo trabalho realizado diariamente. Durante a cerimônia, o superintendente da unidade, Diêgo Figueiredo, reforçou que o aniversário reflete, sobretudo, o empenho das equipes. “Esta unidade só existe graças às pessoas que enfrentam desafios diariamente e se dedicam para que o atendimento chegue à população. Esta comemoração é uma forma de lembrar que cada profissional tem papel essencial nessa trajetória”, afirma. Diêgo Figueiredo, superintendente do HRSM: "Esta comemoração é uma forma de lembrar que cada profissional tem papel essencial nessa trajetória" Trabalho coletivo reconhecido O Núcleo de Segurança do HRSM está entre os setores homenageados. Para o chefe da área, Antônio Araújo, a honraria evidencia a relevância de funções que, embora muitas vezes discretas, são fundamentais para o funcionamento da unidade. “Trabalhamos para garantir que pacientes, acompanhantes e profissionais tenham um ambiente organizado e protegido. Ser lembrado neste momento mostra que todo esforço nos bastidores também faz parte do cuidado prestado”, afirma. [LEIA_TAMBEM]Retorno de uma comunidade bem atendida Por meio do ParticipaDF, qualquer cidadão pode registrar elogios, reclamações, sugestões, denúncias ou solicitar informações públicas, acessando os serviços de ouvidoria (Ouv-DF) e de acesso à informação (e-SIC). A relevância desses dados está diretamente ligada à escuta da população. As manifestações registradas no sistema refletem a experiência real dos usuários dos serviços públicos de saúde. Por isso, os números alcançados pelo HRSM ganham ainda mais significado, ao demonstrar o reconhecimento espontâneo de pacientes e acompanhantes e reforçar a qualidade do atendimento prestado. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Hospital Regional de Santa Maria completa 18 anos com histórias de cuidado e dedicação

Prestes a completar 18 anos, na próxima quinta-feira (30), o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) chega à maioridade com uma marca que vai além da estrutura. A história da unidade é construída por quem vive o hospital todos os dias. Entre desafios, mudanças e conquistas, profissionais de diferentes gerações mostram como o serviço evoluiu ao longo do tempo e segue em transformação. A enfermeira Kelcilene Gomes da Silva acompanhou de perto momentos decisivos dessa trajetória. Integrante da primeira chamada de colaboradores após a entrada do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), em 2019, ela vivenciou um período de intensa adaptação. “Cheguei para atuar no pronto-socorro, no box de emergência, mas encontrei um cenário desafiador. Foi necessário adaptar o atendimento para a enfermaria, onde recebíamos pacientes graves, entubados, em um ambiente que não era o ideal. Foi um momento crítico”, relembra. Apesar das dificuldades, ela também acompanhou avanços importantes na estrutura e na assistência. “Logo depois, houve a inauguração do novo box de emergência, totalmente reestruturado e com equipamentos mais modernos. Foi uma transformação muito relevante”, destaca. A enfermeira Kelcilene Gomes da Silva acompanhou mudanças importantes no Hospital Regional de Santa Maria ao longo de seis anos | Fotos: Divulgação/IgesDF Entre as experiências vividas, a pandemia de covid-19 permanece como o período mais marcante. “No início, não sabíamos exatamente como lidar com aquela realidade. Mesmo assim, a equipe se manteve unida e foi fundamental para atravessarmos aquele cenário. Tivemos perdas, mas também muitas recuperações, e cada paciente que melhorava deixava uma marca profunda em todos nós”, observa a atual chefe do Serviço de Enfermagem da Maternidade. Se, de um lado, há quem tenha acompanhado a evolução da unidade ao longo dos anos, de outro estão profissionais que chegam trazendo novas perspectivas e reforçando o compromisso com o cuidado. É o caso da fisioterapeuta Jéssica Orlando de Oliveira, que atua na clínica médica há cerca de um ano, somando sua experiência prévia na área da saúde ao cotidiano do hospital. “Atuar no serviço público nos mostra o quanto os pacientes precisam e são gratos. Perceber que você impacta positivamente a vida das pessoas transforma também a sua própria trajetória, tanto no aspecto profissional quanto no pessoal”, destaca a profissional. Ao falar sobre o que pretende deixar como contribuição, ela resume: “Trabalhar com amor e fazer sempre o melhor pelo paciente”. O ambiente também é um diferencial. “A equipe é acolhedora, e isso faz diferença no dia a dia. É um lugar onde as pessoas realmente se ajudam”, pontua Jéssica. Jéssica Orlando de Oliveira, fisioterapeuta: "Perceber que você impacta positivamente a vida das pessoas transforma também a sua própria trajetória, tanto no aspecto profissional quanto pessoal" Novas histórias em construção A renovação também faz parte da rotina do HRSM. Profissionais que chegam à unidade encontram um espaço de aprendizado e integração, como a fisioterapeuta Karoline Beatriz Souza Tavares, do Centro Obstétrico, admitida no início deste mês. [LEIA_TAMBEM]“Fiquei surpresa de forma muito positiva. É um ambiente organizado e limpo, o que transmite segurança. Além disso, fui muito bem-recebida pela equipe, que tem sido essencial nesse processo de adaptação, mostrando a rotina e auxiliando no dia a dia”, relata. Entre os mais jovens, a trajetória de Letícia Bonfim Nepunuceno representa o início de um caminho profissional. Aos 19 anos, ela ingressou como menor aprendiz, em março, e já projeta o futuro na área da saúde. “Sempre quis trabalhar no IgesDF, e estar aqui, ainda mais perto de casa, foi melhor ainda”, diz. No começo, a adaptação veio acompanhada de insegurança, mas, com o tempo, deu lugar à confiança na rotina e no aprendizado. Letícia Bonfim Nepunuceno, estudante de enfermagem: "Aqui eu aprendo todos os dias. E isso faz toda a diferença para quem está começando" Hoje, cursando enfermagem, ela ressalta o quanto a vivência prática tem feito diferença na formação e no dia a dia dentro da unidade. “Estou no posto de enfermagem e tenho aprendido bastante. A equipe me acolheu muito bem, o que fez toda a diferença. Hoje me sinto tranquila e feliz por estar aqui”, afirma. A experiência de quem está começando ajuda a traduzir o que sustenta o hospital ao longo dos anos. “Aqui eu aprendo todos os dias. E isso faz toda a diferença para quem está começando”, conclui Letícia. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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