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Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI)

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No GDF, eletromobilidade é pauta estratégica e projeta novo ciclo para 2026

Com o Distrito Federal posicionado na vanguarda da tecnologia e do desenvolvimento sustentável, a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) reafirma a eletromobilidade como uma das pautas prioritárias da agenda para este ano. A pasta conduz, atualmente, estudos de viabilidade técnica para o estabelecimento de novos modelos de parcerias, visando a fortalecer o ecossistema de transporte sustentável na capital. DF ficou na segunda posição nacional no ranking de vendas de veículos eletrificados em 2025 | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília “A eletromobilidade é um pilar fundamental para o desenvolvimento urbano e para a consolidação de Brasília como uma cidade inteligente”, afirma o titular da Secti-DF, Rafael Vitorino. “Nosso foco para 2026 é construir modelos de parcerias tecnicamente robustos que acompanhem o crescimento da frota e garantam soluções de alto impacto para a população. Estamos preparando o terreno para que o DF continue liderando a inovação sustentável no país.” A relevância estratégica do tema é corroborada por dados do setor. Segundo a Associação Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE), o Distrito Federal alcançou a segunda posição nacional no ranking de vendas de veículos eletrificados em 2025. Esse cenário reflete uma mudança estrutural no comportamento da população, impulsionada pela busca por eficiência energética e pelos incentivos fiscais vigentes no DF, como a isenção de IPVA. Transição e planejamento [LEIA_TAMBEM]Para o novo ciclo que se inicia, a Secti-DF lembra que o projeto Vem DF, responsável pela instalação de eletropostos entre 2019 e 2022, teve sua vigência encerrada de forma planejada. Desde julho de 2023, conforme o Acordo de Cooperação Técnica nº 01/2023, a gestão técnica, manutenção e operação dos equipamentos instalados naquela fase passaram a ser de responsabilidade integral da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). Focada em acompanhar o crescimento acelerado da frota e os desafios de uma cidade inteligente, a Secti-DF atua no planejamento de novas ações para o setor. Como parte desse processo, a construção de novos instrumentos de credenciamento está sendo avaliada tecnicamente, de forma a alinhar o Distrito Federal aos modelos mais modernos de infraestrutura tecnológica. O objetivo é promover soluções econômicas e ambientalmente responsáveis. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Informação

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Área central de Brasília recebe mais 18 câmeras de monitoramento

A Secretaria de Segurança Pública (SSP/DF) firmou nesta terça-feira (23) um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), objetivando a doação de 18 câmeras de alta resolução, além de oito monitores para o Centro de Comando e Operações (CCO), que passam a compor o Programa de Videomonitoramento Urbano (PVU) da secretaria, responsável pelo monitoramento de atos, eventos e manifestações no Distrito Federal. A cerimônia contou com a participação do secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar, do presidente da ABDI, Ricardo Capelli, da comandante-geral da Polícia Militar, coronel Ana Paula Habka, do comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Sandro Gomes, entre outras autoridades. O Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre a Secretaria de Segurança Pública e a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) reforça o Programa de Videomonitoramento Urbano (PVU) com a adoção de 18 câmeras de alta resolução, além de oito monitores para o Centro de Comando e Operações (CCO) | Fotos: Divulgação/SSP-DF Os novos equipamentos fornecidos e adquiridos pela ABDI possuem como diferenciais a possibilidade de zoom em maior resolução, infravermelho para melhor visibilidade noturna e preparação para tecnologia de recolhimento facial. Das 18 câmeras cedidas pelo acordo, 16 já estão em funcionamento e foram instaladas na zona central de Brasília. Conforme acordo firmado, a manutenção e gestão das câmeras ficará a cargo da SSP/DF, que desde o início do programa, em 2013, já investiu aproximadamente R$ 70 milhões. “A parceria propicia a redução dos crimes e o aumento da sensação de segurança da comunidade do Distrito Federal. Otimiza os recursos humanos e tecnológicos para a preservação do patrimônio e proteção dos cidadãos. Auxilia na redução no tempo de atendimento ao cidadão, no auxílio para elucidação dos crimes e no monitoramento de áreas de interesse nacional, onde ocorrem grandes eventos, racionalizando os meios empregados” Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública A parceria está inserida dentro do contexto do Eixo “Cidade Mais Segura” do programa “DF Mais Seguro – Segurança Integral”, lançado no final do ano passado pela Secretaria de Segurança Pública, que que envolve a participação da sociedade civil e de diversos órgãos, com o objetivo de reduzir a criminalidade e a violência, aumentando a sensação de segurança da população. Para o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, o acordo de cooperação técnica está alinhado com o conceito de cidades inteligentes, que utilizam as tecnologias para otimizar os recursos empregados. “A parceria propicia a redução dos crimes e o aumento da sensação de segurança da comunidade do Distrito Federal. Otimiza os recursos humanos e tecnológicos para a preservação do patrimônio e proteção dos cidadãos. Auxilia na redução no tempo de atendimento ao cidadão, no auxílio para elucidação dos crimes e no monitoramento de áreas de interesse nacional, onde ocorrem grandes eventos, racionalizando os meios empregados”, explicou. A cerimônia contou com a participação do secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar, do presidente da ABDI, Ricardo Capelli, da comandante-geral da Polícia Militar, coronel Ana Paula Habka, do comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Sandro Gomes, entre outras autoridades Segundo o presidente da ABDI, Ricardo Capeli, a Secretaria de Segurança Pública é o melhor destino para os equipamentos. “Tenho absoluta convicção de que a Secretaria fará um excelente uso desses equipamentos, que são extremamente importantes e auxiliarão significativamente o trabalho já realizado pela segurança pública do Distrito Federal”, afirmou. O monitoramento é integrado entre as forças de segurança e outros 31 órgãos, bem como instituições e agências do governo local e federal, atendendo a 29 das 35 regiões administrativas do Distrito Federal, com 1.191 câmeras instaladas, já incluídas as novas. As imagens são captadas e transmitidas em tempo real para o Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), auxiliando nas ações de policiamento preventivo e contribuindo para maior segurança e melhoria da mobilidade urbana. Os equipamentos são de alta resolução e podem ser utilizados em ações de segurança, trânsito, saúde, prestação de serviço público e fiscalização. O videomonitoramento urbano ajuda a prevenir crimes e a monitorar áreas vulneráveis, aumentando a segurança pública de maneira significativa, já que as imagens são compartilhadas com os batalhões de área da Polícia Militar (PMDF) e do Corpo de Bombeiros (CBMDF), delegacias da Polícia Civil (PCDF), além de outros órgãos locais e federais. As imagens são de uso privativo no interesse do serviço de segurança pública, vedado o acesso por terceiro ou o fornecimento não autorizado, e ficam armazenadas por no mínimo 30 dias. Entre 2023 e 2024, a SSP/DF iniciou o programa nas regiões de administrativas do Varjão, Jardim Botânico, Paranoá, Lago Sul, Lago Norte, com 195 novos equipamentos. As próximas regiões a serem atendidas pelo PVU, ainda neste ano, são Vicente Pires, Sol Nascente/Pôr do Sol, Arniqueira e Fercal. O acordo de cooperação firmado prevê, ainda, o desenvolvimento de ações conjuntas com vistas à promoção, fortalecimento e execução de atividades relacionadas com o desenvolvimento tecnológico e industrial, realização de estudos, intercâmbio de informações, a promoção de seminários e cursos, o desenvolvimento de projetos, pesquisas e atividades que sejam consideradas relevantes para o desenvolvimento de ações de interesse comum. *Com informações da SSP-DF

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