DF mostra força com transferência de tecnologias durante a AgroBrasília 2026
A participação da Emater-DF na AgroBrasília 2026 consolidou, mais uma vez, o espaço da empresa como ponto de transferência de tecnologias, troca de conhecimento e fortalecimento da agricultura do Distrito Federal e Entorno. Durante os cinco dias de feira, o estande registrou a participação de mais de 3 mil produtores rurais e técnicos das Emateres de Minas Gerais, São Paulo e Goiás, que conferiram de perto as tecnologias apresentadas. Teve ainda a participação do público espontâneo, como estudantes, autoridades, técnicos de órgãos públicos e privados ligados ao setor, comitivas estrangeiras, produtores rurais e público urbano que vieram conhecer as tecnologias apresentadas em toda a feira e passaram pelo espaço Emater-DF. Realizada pela Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF), a AgroBrasília contou com mais de 550 expositores e registrou público de 150 mil visitantes. Em uma área de aproximadamente três hectares, os visitantes puderam conhecer os nove circuitos tecnológicos organizados pela Emater-DF, com demonstrações práticas, orientações técnicas e soluções voltadas para sustentabilidade, produtividade, bem-estar e geração de renda no meio rural. Neste ano, foram apresentados trabalhos nas áreas de agroindústria, fruticultura, aquicultura, bovinocultura, avicultura, floricultura e hortaliças, além de tecnologias sociais, gestão ambiental e a tradicional Feira Rural, com produtos da agricultura familiar do Distrito Federal no estande institucional da empresa. Realizada pela Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa- DF), a AgroBrasília contou com mais de 550 expositores e registrou público de 150 mil visitantes | Foto: Divulgação/Emater-DF Lançamento de chamamentos públicos Durante a passagem da governadora do Distrito Federal, Celina Leão, pela AgroBrasília 2026, no dia 22, a Emater-DF lançou dois editais voltados à valorização da agricultura familiar, dos produtores rurais e do turismo rural no DF. As iniciativas incluem a 2ª edição do catálogo Conexões e Experiências: Turismo, Histórias e Produtos do Campo que Encantam e o projeto Do Agro a Você, este último com a missão de criar um selo regional de origem e marketing para produtos e serviços agropecuários acompanhados pela Emater-DF. Cooperação internacional e troca de experiências A AgroBrasília 2026 também fortaleceu o intercâmbio internacional promovido pela Emater-DF. Durante a feira, cinco comitivas estrangeiras visitaram o espaço da empresa interessadas em conhecer experiências de sucesso das políticas agrícolas e da extensão rural desenvolvidas no Distrito Federal. As delegações da Zâmbia, República do Congo e Colômbia demonstraram interesse em iniciar procedimentos de cooperação técnica com a Emater-DF. Já a representação da Coreia do Sul buscou informações relacionadas a tecnologias agrícolas e processos de registro de insumos. A delegação de Angola participou da feira a convite do governo federal, por meio de ação coordenada pela Agência Brasileira de Cooperação (ABC). Outro destaque da programação foi o Dia Internacional da AgroBrasília, comemorado no dia 20 e voltado exclusivamente para o recebimento de delegações estrangeiras. O evento reuniu aproximadamente 100 representantes de cerca de 30 países, entre embaixadores, diplomatas, adidos agrícolas e representantes de órgãos ligados à agricultura de nações asiáticas, latino-americanas e africanas. A iniciativa promoveu troca de experiências sobre inovação, assistência técnica, políticas públicas e desenvolvimento rural sustentável, fortalecendo o diálogo e a cooperação internacional no setor agropecuário. Caravanas ampliaram acesso de produtores rurais à feira A Emater-DF também coordenou a participação de caravanas de produtores rurais vindos do Distrito Federal, Entorno e municípios vizinhos. Dezenas de ônibus foram disponibilizados, além dos que chegaram em parceria com prefeituras municipais, ampliando o acesso às tecnologias, capacitações e oportunidades apresentadas durante a feira. Na área de convivência e apoio operacional, a empresa forneceu refeições aos participantes das caravanas e também kits de café da manhã patrocinados por parceiros institucionais como Sebrae, Sicoob e Caixa Econômica Federal. Além dos circuitos tecnológicos, o espaço institucional contou com atendimento técnico especializado, orientações sobre políticas públicas, programas de crédito rural, comercialização, agregação de valor e diversificação da produção. A Feira Rural da Emater-DF também foi um dos destaques da programação, reunindo 60 produtores rurais na comercialização de alimentos artesanais, produtos agroindustrializados e itens do artesanato rural. Segundo o presidente da Emater-DF, Cleison Duval, a participação da empresa na AgroBrasília 2026 reforça o protagonismo da extensão rural pública no desenvolvimento do campo e na geração de oportunidades para os produtores rurais do Distrito Federal. “A AgroBrasília mostra, na prática, a força da assistência técnica pública e o impacto que ela gera na vida dos produtores rurais. Mais do que apresentar tecnologias, a Emater-DF leva conhecimento, inovação, sustentabilidade e oportunidades reais de geração de renda. Cada circuito tecnológico, cada produtor atendido e cada delegação internacional que busca conhecer nossas experiências reforçam que o Distrito Federal vem se consolidando como referência em agricultura moderna, sustentável e conectada com o futuro”, destacou. Para o presidente da Coopa-DF, José Guilherme Brenner, a feira reafirma a força e a capacidade de inovação do setor agropecuário brasileiro. “Encerramos mais uma AgroBrasília com a certeza de que o agro brasileiro segue forte, inovador e preparado para os desafios do futuro. Mais do que números, vimos aqui troca de conhecimento, construção de confiança e produtores buscando decisões cada vez mais estratégicas para suas propriedades. A AgroBrasília é feita por pessoas que acreditam no agro e trabalham diariamente para fortalecer o setor”, ressaltou o presidente da Coopa-DF, José Guilherme Brenner. No próximo ano, a AgroBrasília 2027 ocorre de 18 a 21 de maio. *Com informações da Emater-DF
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AgroBrasília 2026 divulga trabalhos de inovação e tecnologia feitos no DF
O Parque Tecnológico de Brasília (Biotic) consolidou sua posição estratégica como o principal vetor de inovação e transformação digital da capital federal durante a AgroBrasília 2026. Entre os dias 19 e 22 de maio, o Biotic marcou presença com um estande institucional no Espaço AiTec, servindo de vitrine para soluções tecnológicas de ponta e atraindo a atenção de investidores, produtores rurais, estudantes e entusiastas da tecnologia. Considerada a maior feira de agronegócio do Planalto Central e uma das principais do país, a AgroBrasília é um ambiente de negócios voltado ao empreendedorismo, sustentabilidade e competitividade no campo. Nesta edição, um dos grandes destaques foi o Espaço AiTec — ambiente exclusivo da feira dedicado à inovação aplicada ao agronegócio, que conecta startups, pesquisadores e o setor produtivo. Ao longo dos cinco dias de evento, o pavilhão do AiTec recebeu um público rotativo de 15 mil pessoas. A participação da Biotic S.A. reforçou o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) em diversificar a matriz econômica da região por meio da tecnologia de base científica. No local, a equipe diretiva do Biotic apresentou ao público o trabalho de consolidação do ecossistema que está construindo o futuro de Brasília. O Biotic marcou presença com um estande institucional no Espaço AiTec, servindo de vitrine para soluções tecnológicas de ponta | Foto: Divulgação/Biotic Debates de vanguarda A agenda de painéis promovida pelo Biotic foi um dos pontos altos da programação técnica do Espaço AiTec. No primeiro debate, intitulado “Brasília: O Novo Hub das Deep Techs”, o chefe de gabinete da Biotic S.A., Ricardo Bitencourt, debateu com a Embrapa, com a Cotidiano Aceleradora e com a Universidade Católica de Brasília (UCB) o protagonismo da capital no desenvolvimento de tecnologias disruptivas baseadas em severa pesquisa científica. Em seguida, o Biotic comandou um painel exclusivo para detalhar as soluções práticas que já operam dentro do Parque. O encontro reuniu um ecossistema diversificado de empresas residentes e parceiras: a Spin Engenharia (focada em eficiência e transição energética), a Cotidiano Aceleradora (fomento à cultura de startups e inovação aberta), o Serpro (segurança de dados e infraestrutura tecnológica) e a Peptidus (biotecnologia e saúde de vanguarda). A presença digital do Parque também foi destaque com a participação no AiTecCast, o podcast oficial da feira transmitido ao vivo pelo YouTube, onde foram discutidos os novos caminhos para a atração de investimentos de base tecnológica para o DF. Segurança no campo e fomento a startups Fortalecendo o viés técnico e de pesquisa, o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), renomada instituição residente do Biotic, ministrou uma palestra de forte impacto para o setor produtivo. O foco do encontro foi o debate sobre a inovação aplicada e as normas de segurança em máquinas agrícolas, aproximando o rigor técnico dos laboratórios da realidade prática vivenciada pelos operadores no campo. Para fechar a participação, o Biotic integrou uma sessão especial de pitches de negócios. Na ocasião, diversas startups selecionadas previamente por meio de edital público subiram ao palco para apresentar suas soluções inovadoras de inteligência artificial aplicadas diretamente ao mercado do agronegócio. A iniciativa abriu portas para rodadas de investimentos e parcerias comerciais, reforçando o papel do Parque como catalisador de novos negócios e projetando Brasília como referência em tecnologia sustentável e inovação de alto impacto. *Com informações do Biotic
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GDF regulamenta Programa Reflorestar e amplia ações de recuperação ambiental no DF
A governadora Celina Leão assinou, nesta sexta-feira (22), o decreto que regulamenta o Programa Reflorestar, iniciativa que passa a contar com normatização oficial após mais de 20 anos de atuação e deve beneficiar cerca de 300 produtores rurais por ano. A medida garante segurança jurídica, amplia a capacidade de execução e fortalece as políticas públicas voltadas para a preservação ambiental e para o desenvolvimento sustentável no campo. A assinatura ocorreu durante a feira AgroBrasília, ocasião em que a governadora também assinou outras decisões voltadas ao agronegócio. “Nós temos um programa que chama GDF na Sua Porta, no qual a gente assina mais ou menos 60 ordens de serviço. Hoje é o GDF na porta do campo, na porta do agro, porque é um trabalho conjunto de várias secretarias”, apontou a chefe do Executivo. "Então, é muito bem alinhado esse projeto e, nisso, a gente está produzindo água, a gente está produzindo proteção ambiental, a gente está mostrando que o Distrito Federal, além de ser um recordista de produtividade, trabalha junto com o meio ambiente”, destacou Rafael Bueno, secretário da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural | Foto: Renato Alves/Agência Brasília O Programa Reflorestar integra ações de recuperação de áreas degradadas, proteção de nascentes e implantação de sistemas produtivos sustentáveis, ao aliar conservação ambiental à geração de renda para produtores rurais. Atualmente, a iniciativa trabalha com cerca de 30 espécies nativas e de interesse ambiental e econômico, entre elas, braúna, aroeira, peroba, ipês e buriti, o que contribui para a preservação da biodiversidade e o equilíbrio dos ecossistemas locais. Entre 2022 e 2025, o Reflorestar produziu mais de 184 mil mudas, destinadas à recomposição vegetal e ao incentivo de práticas sustentáveis. Somente em 2025, foram 27.196 mudas produzidas. Em 2026, o programa já contabiliza 5,2 mil unidades até o momento. “O Governo do Distrito Federal produz e entrega as mudas ao produtor mediante um projeto executado pela Emater-DF [Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal]. Então, é muito bem alinhado esse projeto e, nisso, a gente está produzindo água, a gente está produzindo proteção ambiental, a gente está mostrando que o Distrito Federal, além de ser um recordista de produtividade, trabalha junto com o meio ambiente”, ressaltou o secretário da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, Rafael Bueno. No novo formato, a iniciativa também incentiva o cultivo de espécies com valor econômico, como plantas voltadas à produção de essências, óleos, chás e especiarias, além da implantação de sistemas agroflorestais. A proposta é ampliar a sustentabilidade das propriedades rurais com foco em educação financeira e aumento da renda no campo. “Esse decreto vai permitir que a gente cuide das nossas nascentes”, reforçou o presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes. "Nós temos um programa que chama GDF na Sua Porta, no qual a gente assina mais ou menos 60 ordens de serviço. Hoje é o GDF na porta do campo, na porta do agro, porque é um trabalho conjunto de várias secretarias” Governadora Celina Leão Feira agrícola Com apoio do GDF, a AgroBrasília ocorre até este sábado (23), no PAD-DF, no Paranoá. O evento de negócios e tecnologia é voltado a empreendedores rurais de diferentes portes e segmentos e feito pela Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (COOPA-DF). A feira funciona como uma grande vitrine de inovações, com destaque para negócios focados em maquinários, insumos, sustentabilidade, genética animal e vegetal, além de debates e palestras sobre o setor produtivo. Durante a visita à AgroBrasília, Celina Leão também anunciou mudanças no Fundo de Desenvolvimento Rural, entregou cinco licenças ambientais, lançou edital para regularização fundiária de 182 imóveis rurais e assinou o decreto que regulamenta a Política de Boas Práticas Agropecuárias. Além disso, a feira também foi palco da assinatura simbólica de um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre a Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Pecuária (Seagri-DF) e a Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa), iniciativa que fortalece a defesa agropecuária e amplia a integração sanitária entre o Distrito Federal e Goiás. “Essa é uma feira que movimenta mais de R$ 5 bilhões em negócios, tem uma presença maciça do nosso Estado aqui, com os nossos órgãos, nossas secretarias dando apoio, fomento e investimento para que as pessoas tenham a oportunidade de expor seus produtos, seus projetos”, enfatizou a governadora.
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GDF lança edital para regularização fundiária de 182 imóveis rurais em Sobradinho
Boa notícia para os produtores do assentamento José Wilker, em Sobradinho: a governadora Celina Leão lançou, nesta sexta-feira (22), o edital de regularização fundiária da Fazenda Sobradinho Mogi, onde está localizado o assentamento. A iniciativa, que será executada em três etapas, beneficiará 182 imóveis rurais. A ação integra a política de ordenamento fundiário do Distrito Federal, com foco na segurança jurídica dos produtores rurais e no desenvolvimento sustentável da região. A chefe do Executivo destacou que a medida é mais uma demonstração do compromisso do GDF com o campo brasiliense. “Sabemos que esses assentamentos são prioritariamente compostos por mulheres que não desistiram de estar naquelas terras; e para nós, muitas vezes, tudo é negado, tudo é mais difícil, então estou muito feliz que falei que iria lançar até o final do mês e hoje estamos aqui”, enfatizou Celina Leão, adiantando também que será criada uma linha de crédito para mulheres do campo. “Hoje, assinei esse projeto de lei que foi encaminhado para a Câmara [Legislativa], então teremos também uma linha de crédito para as nossas mulheres”. A primeira fase do edital contemplará 65 propriedades, com previsão para vigorar entre os meses de maio e junho. As etapas seguintes estão programadas para ocorrer até outubro deste ano, com o objetivo de garantir a organização e a capacidade operacional do processo de regularização. A área total analisada abrange 641,22 hectares, incluindo regiões de ocupação já consolidadas. A primeira fase do edital contemplará 65 propriedades, com previsão para vigorar entre os meses de maio e junho | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília O lançamento ocorre após a redefinição da área do Polo de Cinema e Vídeo do Distrito Federal, no dia 9 deste mês. A medida alterou a área do polo de 400 hectares para 16 hectares, espaço considerado adequado para o funcionamento do equipamento público. A redefinição foi elaborada pela Empresa de Regularização de Terras Rurais (ETR) em parceria com a presidência da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). O texto unifica o Projeto de Lei Complementar 77/2025, de autoria do deputado distrital Wellington Luiz, e o PLC 98/2026, encaminhado pelo Executivo. Segundo o presidente da ETR, Thulio Moraes, a redefinição do polo encerrou um impasse histórico que prejudicava a vida de centenas de cidadãos. “Quando a gente chegou ao assentamento José Wilker, três anos atrás, o que reinava era o desespero, era o medo da reintegração. Hoje, com o lançamento do edital de chamamento para a primeira etapa da regularização, as pessoas vão voltar a sonhar e serão tratadas com dignidade”, declarou. “Sabemos que esses assentamentos são prioritariamente compostos por mulheres que não desistiram de estar naquelas terras; e para nós, muitas vezes, tudo é negado, tudo é mais difícil, então estou muito feliz que falei que iria lançar até o final do mês e hoje estamos aqui” Governadora Celina Leão Para impulsionar a produção rural das propriedades, o Governo do Distrito Federal (GDF) firmou parceria com a Emater-DF, que prestará assistência técnica gratuita aos pequenos produtores, especialmente para adequação ao Grau de Utilização da Terra (GUT), conforme exigências legais. Feira agrícola Com apoio do GDF, a AgroBrasília ocorre até este sábado (23), no PAD-DF, no Paranoá. O evento de negócios e tecnologia é voltado a empreendedores rurais de diferentes portes e segmentos e feito pela Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF). A feira funciona como uma grande vitrine de inovações, com destaque para negócios focados em maquinários, insumos, sustentabilidade, genética animal e vegetal, além de debates e palestras sobre o setor produtivo. Durante a visita à AgroBrasília, Celina Leão também anunciou mudanças no Fundo de Desenvolvimento Rural, entregou cinco licenças ambientais e assinou o decreto que regulamenta o programa Reflorestar e o texto que normatiza a Política de Boas Práticas Agropecuárias. Além disso, a feira também foi palco da assinatura simbólica de um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre a Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF) e a Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa), iniciativa que fortalece a defesa agropecuária e amplia a integração sanitária entre o Distrito Federal e Goiás.
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Feira Rural reúne sabores, artesanato e negócios na AgroBrasília 2026
Alimentos artesanais, produtos da agroindústria e artesanato são alguns dos itens que serão vendidos por produtores rurais atendidos pela Emater-DF durante a AgroBrasília 2026. A Feira Rural da Emater-DF, que acontece no estande institucional da empresa entre os dias 19 e 23 de maio, tem crescido a cada edição e chega este ano com cerca de 60 expositores dos mais diversos produtos. O objetivo é promover e fortalecer a produção rural por meio da oportunidade direta de comercialização. Evento é uma oportunidade para os produtores rurais apresentarem e venderem seus produtos | Fotos: Divulgação/Emater-DF "Muitas vezes, a comercialização não termina ali. O cliente compra, gosta e guarda o contato. Então essa comercialização continua fora da Agrobrasília, gerando novos negócios para o nosso produtor" Amanda Venturim, extensionista rural e responsável pela organização da feira Quem visitar o espaço vai encontrar uma vitrine diversificada com o que se produz no campo do Distrito Federal. Na área de agroindústria, haverá mel, doces, biscoitos, baunilha, geleias, chocolate e panificados artesanais. No artesanato, peças feitas com palha, fibra de bananeira, crochê, patchwork, bolsas e trabalhos em madeira mostram a riqueza do trabalho manual dos produtores rurais do DF. Cada item vendido é de produção própria — critério obrigatório para participar da feira. Já alimentação é o item mais procurado durante o evento. Crepes, pequenas refeições e quitutes regionais enchem os olhos dos visitantes. Esta é a 5ª edição da Feira Rural da Emater-DF na AgroBrasília, e para Amanda Venturim, extensionista rural e integrante da equipe da Gerência de Comercialização e Organização Rural (Gecor), responsável pela organização da feira, o crescimento ao longo dos anos é visível. "Tem aumentado o número de produtores rurais participantes e de escritórios locais da Emater-DF representados, o que mostra quão positivo têm sido as feiras rurais", afirma Amanda. "Com as feiras rurais, a Emater-DF está oportunizando mais um espaço de comercialização, que é uma vitrine para o produtor. Muitas vezes, a comercialização não termina ali. O cliente compra, gosta e guarda o contato. Então essa comercialização continua fora da Agrobrasília, gerando novos negócios para o nosso produtor", explica a extensionista rural. Produtos artesanais são um dos atrativos da Feira Rural [LEIA_TAMBEM]Todos os produtores participantes da feira são beneficiários ativos da Emater-DF e comercializam produtos de origem própria. Esse critério assegura a qualidade e a diversidade dos produtos levados para a Feira Rural, garantindo que sejam, de fato, produzidos pela área rural do DF. Outro ponto importante na composição dos expositores é a priorização da mulher rural. "As mulheres têm um protagonismo muito forte no campo e a Emater-DF está trazendo isso para além da propriedade, seguindo o exemplo do que elas já conquistaram nas compras públicas, com PAA, Papa e Pnae. Então, aqui também na Feira Rural, nós estamos incentivando esse protagonismo, como forma de valorizar, cada vez mais, o trabalho que elas já fazem", destaca Amanda. Serviço: A Feira Rural funciona diariamente, das 8h30 às 18h, durante os cinco dias da AgroBrasília, no Parque Ivaldo Cenci, no estande institucional da Emater-DF. *Com informações da Emater-DF
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Cultivo de pimentas e outras tecnologias são destaques do Circuito de Hortaliças na AgroBrasília 2026
Na AgroBrasília 2026, que começa nesta terça-feira (19) e vai até sábado (23), a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF) apresenta tecnologias voltadas para redução de custos, aumento de produtividade e melhoria da renda da agricultura familiar no Circuito Tecnológico das Hortaliças. O grande destaque desta edição é o cultivo protegido de pimentas em túnel, sistema que reduz perdas por doenças, diminui o uso de insumos e permite produção até mesmo no período de entressafra. No espaço, produtores e visitantes poderão conhecer cultivares desenvolvidas pela Embrapa Hortaliças especialmente adaptadas às condições do Distrito Federal e da Região Integrada de Desenvolvimento do DF e Entorno (Ride). Entre elas estão variedades dos tipos dedo-de-moça, biquinho e jalapeño, além da pimenta-de-cheiro, todas com potencial de mercado tanto para consumo fresco quanto para processamento industrial. "Pimenta é cultura típica do pequeno produtor, com alto potencial de agregação de valor" Antonio Dantas, agrônomo Segundo o agrônomo e responsável pelo circuito, Antonio Dantas, a cultura da pimenta é estratégica para pequenos produtores pela possibilidade de ser uma alternativa de diversificar a produção em pequenas áreas e pela forte demanda de mercado. “Pimenta é cultura típica do pequeno produtor, com alto potencial de agregação de valor e já bastante cultivada na Ride. Essas novas cultivares trazem mais produtividade e resistência, o que aumenta a segurança produtiva e a renda familiar”, afirma. Os materiais apresentados no circuito têm elevada produtividade. A cultivar BRS Sarakura, do tipo jalapeño, pode alcançar até 60 toneladas por hectare e atende à crescente demanda das agroindústrias para produção de molhos e geleias. Já a BRS Mari, tipo dedo-de-moça, pode produzir cerca de 35 toneladas por hectare, com potencial para fabricação de pimenta calabresa utilizada pela indústria de embutidos. O Circuito das Hortaliças foi planejado para apresentar tecnologias acessíveis aos pequenos produtores, especialmente voltadas para redução de gastos com insumos e mão de obra | Foto: Divulgação/Emater-DF Outro destaque é a pimenta-de-cheiro, que apresentou, segundo estudos da Emater-DF, custo de produção de R$ 3,75 por quilo, enquanto o preço médio de comercialização alcançou R$ 8 por quilo no segundo semestre de 2025, demonstrando o potencial de lucro da cultura. Tecnologia para reduzir custos e perdas O Circuito das Hortaliças foi planejado para apresentar tecnologias acessíveis aos pequenos produtores, especialmente voltadas para redução de gastos com insumos e mão de obra, dois dos principais desafios enfrentados no campo. “A importância da agricultura de precisão precisa ser reforçada cada vez mais, com irrigação na hora e na dosagem certa, além do cultivo protegido, que ajuda a controlar doenças e permite produzir no período de entressafra”, explica Antonio Dantas. Além do cultivo de pimentas em túnel, o circuito apresenta tomate e pimentão sob estufa; jiló consorciado com maxixe sob mulching; e técnicas de fertirrigação, manejo da irrigação e automatização de sistemas. Também estão em demonstração tecnologias como irrigação localizada, Sistema de Plantio Direto de Hortaliças (SPDH) e manejo da irrigação com sensor de umidade do solo Irrigas. O túnel agrícola funciona como uma alternativa de menor custo em comparação às estufas convencionais, protegendo culturas sensíveis do excesso de chuva e reduzindo drasticamente a incidência de doenças Segundo Dantas, o túnel agrícola funciona como uma alternativa de menor custo em comparação às estufas convencionais, protegendo culturas sensíveis do excesso de chuva e reduzindo drasticamente a incidência de doenças. “Usando um termo simples: as solanáceas não gostam de água na folha. Quando recebem chuva constante, adoecem e o agricultor pode ter até 100% de perdas. Com o túnel, o produtor evita doenças e ainda consegue colher na entressafra”, destaca. Abóbora com maior tempo de armazenamento O circuito também traz o cultivo da abóbora tipo butternut tropical sob mulching. Conhecida popularmente como “goianinha”, a cultivar se destaca pela elevada capacidade de armazenamento, permitindo que o produtor espere melhores preços para comercialização. A variedade apresentada pode produzir até mil caixas por hectare em ciclos entre 90 e 110 dias, com custo estimado de produção em torno de R$ 17,20 por unidade, enquanto o preço de venda varia entre R$ 35 e R$ 40 no mercado. Segundo a Emater-DF, a cultivar também possui potencial para atender programas de compras governamentais, como Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), Programa de Aquisição da Produção da Agricultura do Distrito Federal (Papa-DF) e Cestas Verdes. As demonstrações apresentadas no circuito foram definidas a partir das demandas de produtores recebidas pelos extensionistas no campo e têm como objetivo oferecer soluções práticas e economicamente viáveis aos agricultores familiares. AgroBrasília 2026 Data: 19 a 23 de maio (terça a sábado) Horário: 9h às 17h Local: Parque Tecnológico Ivaldo Cenci – BR-251, km 5 *Com informações da Emater-DF
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Sistema de produção de ovos aposta em eficiência e rentabilidade
A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF) apresenta, na AgroBrasília 2026, que começa nesta terça-feira (19), um modelo de produção de ovos voltado para a agricultura familiar que alia baixo investimento inicial, reduzida demanda de mão de obra e possibilidade de boa rentabilidade em pequenas áreas. No Circuito da Avicultura, os visitantes poderão conferir, na prática, como funciona a criação de galinhas poedeiras em sistema semi-intensivo (caipira), atividade considerada uma alternativa viável de geração de renda para pequenos produtores do Distrito Federal e do Entorno. O espaço conta com galpões demonstrativos e orientações técnicas sobre instalações, manejo, biosseguridade, qualidade da água, controle de roedores e produção sustentável. Segundo o responsável pelo programa de avicultura da Emater-DF, o médico-veterinário João Gabriel Palermo, a proposta do circuito é demonstrar que a atividade pode ser implantada mesmo em propriedades pequenas, com custo relativamente acessível e manejo simplificado. “Vamos mostrar que, num espaço relativamente pequeno, é possível otimizar a receita com possibilidade de um bom retorno financeiro”, destaca. A ideia do circuito é mostrar aos produtores que não é preciso de um espaço muito grande para uma boa produção de ovos | Fotos: Divulgação/Emater-DF De acordo com dados da Emater-DF, um galpão para 100 aves poedeiras com cerca de 18 metros quadrados pode ser implantado com investimento médio de aproximadamente R$ 22 mil. Já o custeio da criação ao longo de um ciclo produtivo de cerca de 90 semanas gira em torno de R$ 14,5 mil. Nesse período de 90 semanas, a receita bruta estimada para 100 poedeiras — com produção média de 360 ovos por ave — é de aproximadamente R$ 36 mil. Além do potencial de renda, a atividade se destaca pela baixa demanda hídrica, possibilidade de uso da mão de obra familiar e adaptação a pequenas propriedades rurais. O sistema também permite expansão gradual da produção conforme a estrutura da propriedade e o mercado consumidor. O circuito apresenta detalhes sobre construção de aviários, escolha de materiais, ventilação, instalação hidráulica e elétrica, além da importância da biosseguridade para prevenção de doenças como a influenza aviária. Entre as recomendações técnicas está o uso de telas de proteção para impedir a entrada de aves silvestres e outros vetores sanitários nos galpões. [LEIA_TAMBEM]Outro destaque é o manejo voltado para o bem-estar animal. O sistema semi-intensivo prevê acesso das aves a piquetes externos, proporcionando melhores condições de desenvolvimento e favorecendo a produção de ovos caipiras, produto cada vez mais valorizado pelos consumidores. “Estamos falando de um projeto facilmente adaptado à agricultura familiar e que pode ser replicado em escalas maiores, proporcionando maior renda”, afirma João Gabriel Palermo. Além das orientações técnicas, os visitantes poderão conhecer equipamentos utilizados na criação, estratégias de manejo e alternativas para redução de custos de produção. AgroBrasília 2026 Data: de terça (19) a sábado (23) Horário: das 9h às 17h Local: Parque Tecnológico Ivaldo Cenci – BR-251, km 5. *Com informações da Emater-DF
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Espaço da Fruticultura da Emater-DF na AgroBrasília apresenta técnicas para ampliar renda
A Emater-DF apresentará na AgroBrasília 2026, entre os dias 19 e 23 deste mês, um circuito de fruticultura com foco na diversificação produtiva e no uso eficiente dos recursos nas propriedades rurais. O espaço contará com pomares já implantados, demonstrando o cultivo de espécies com elevado potencial produtivo e de mercado, como o maracujá azedo, a pitaia consorciada com amendoim forrageiro e o açaí, além de tecnologias inovadoras, a exemplo do cultivo de mirtilo em sistema semi-hidropônico. Como destaque, o circuito trará o cultivo da goiaba Cortibel, cultivar que vem sendo adotada pelos produtores rurais nos últimos anos em função de sua rusticidade e alta produtividade. O circuito também contempla práticas de manejo essenciais, como sistemas de irrigação por microaspersão e o uso de adubação verde nas entrelinhas, reforçando a proposta de uma fruticultura mais sustentável e eficiente. Segundo a extensionista rural da Emater-DF Maíra Andrade, a diversificação deve ser tratada como estratégia produtiva. “Pomares diversificados são estratégicos para aumentar a resiliência das propriedades rurais. A combinação de culturas permite ao produtor reduzir riscos, ampliar o portfólio de produtos e acessar diferentes mercados ao longo do ano, especialmente em um cenário de alta demanda por frutas frescas e processadas”, explica Maíra. O circuito também contempla práticas de manejo essenciais, como sistemas de irrigação por microaspersão e o uso de adubação verde nas entrelinhas, reforçando a proposta de uma fruticultura mais sustentável e eficiente | Foto: Divulgação/Emater-DF A integração entre culturas também otimiza o uso do solo, melhora a fertilidade e aumenta a produtividade por área. “Práticas como a adubação verde nas entrelinhas também contribuem para a conservação do solo e a sustentabilidade dos sistemas produtivos”, conta Maíra. Tecnologia e manejo para aumento da produtividade O circuito evidencia a importância do manejo técnico das culturas. No caso da goiaba, uma das principais frutas produzidas no Distrito Federal, práticas como escolha de variedades, podas, adubação e irrigação são determinantes para garantir produtividade e qualidade dos frutos. Com potencial produtivo significativo, a cultura pode alcançar médias de até 37,5 toneladas por hectare, consolidando-se como uma alternativa importante de diversificação e geração de renda para os produtores da região. Em 2026, a produção de goiaba chegou a 7,4 mil toneladas, cultivadas em uma área de 432 hectares. O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) ficou em R$ 38,4 milhões. O manejo e os tratos culturais da goiaba também são destaque no Caderno Tecnológico que a Emater-DF disponibiliza para download durante o evento. AgroBrasília 2026 Durante a AgroBrasília, os visitantes poderão participar de palestras e visitas guiadas aos plantios, conhecendo de perto as tecnologias e práticas recomendadas pela Emater-DF. A entrada é gratuita. *Com informações da Emater-DF
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Circuito da Agroindústria mostra como transformar a produção de frutas em renda o ano inteiro
A Emater-DF vai apresentar na AgroBrasília 2026, que começa na terça-feira (19), um modelo em tamanho real de agroindústria de pequeno porte voltado para o processamento de frutas, capaz de transformar excedentes e produtos com menor valor comercial em novas oportunidades de renda para agricultores familiares. Mãos à obra: visitantes da AgroBrasília poderão ver de perto como funciona uma pequena fábrica de produtos à base de frutas | Foto: Divulgação/Emater-DF O Circuito Tecnológico da Agroindústria mostrará, na prática, como estruturar uma pequena fábrica para produção de polpas, geleias, doces, frutas desidratadas e outros derivados, aumentando o valor agregado da produção e ampliando o tempo de comercialização das frutas. O modelo apresentado possui capacidade para processar aproximadamente 100 quilos de frutas por dia e foi planejado para atender pequenos e médios produtores, com estrutura adequada para até quatro manipuladores. A proposta contempla desde a organização dos espaços até o fluxo produtivo e as exigências sanitárias necessárias para comercialização segura dos alimentos. Produtividade “De uns anos para cá, a produção de frutas no DF tem aumentado cada vez mais, e [são] frutas de qualidade”, afirma o extensionista rural Paulo Álvares, responsável pelo circuito deste ano. “Além disso, temos a rota das frutas incentivando a implantação de novos pomares. Nos próximos anos, teremos uma alta produção de frutas in natura, e essas frutas precisam ser colocadas no mercado.” Ele explica que muitas frutas produzidas no Distrito Federal possuem alta perecibilidade, o que reduz o tempo de venda e impacta diretamente a renda do produtor: “É possível comercializar essas frutas in natura? Sim, mas, por serem sensíveis, elas perdem qualidade rapidamente. Com isso, a produção precisa ser vendida muito rápido, muitas vezes a preços baixos, reduzindo a possibilidade de ganho do produtor”. “O ideal é ter essa estrutura mínima de beneficiamento para aproveitar o alto valor agregado dessas frutas, aumentar o tempo de prateleira e utilizar aquilo que não tem valor comercial para produzir polpas, geleias, sucos e outros derivados” Paulo Álvares, extensionista rural da Emater-DF Espécies como açaí e mirtilo estão entre os exemplos de frutas que exigem maior cuidado no pós-colheita e que podem ter melhor aproveitamento quando destinadas ao beneficiamento. O modelo O modelo apresentado no circuito é baseado nos princípios de organização espacial e fluxo produtivo limpo descritos no manual Agroindústrias Rurais, da Emater-DF. A estrutura prevê áreas específicas para recepção, lavagem, processamento, armazenamento e expedição dos produtos, reduzindo riscos de contaminação e garantindo segurança alimentar. A proposta também contempla boas práticas de fabricação, controle higiênico-sanitário e separação entre áreas frias e quentes de processamento, além de orientações sobre armazenamento, rotulagem e conservação dos alimentos. O modelo inclui soluções sustentáveis para destinação de resíduos orgânicos e tratamento de efluentes. “O ideal é ter essa estrutura mínima de beneficiamento para aproveitar o alto valor agregado dessas frutas, aumentar o tempo de prateleira e utilizar aquilo que não tem valor comercial para produzir polpas, geleias, sucos e outros derivados”, explica Paulo Álvares. [LEIA_TAMBEM]A intenção da Emater-DF é mostrar que a agroindustrialização não é uma realidade distante da agricultura familiar, mas uma estratégia viável para aumentar a renda, reduzir desperdícios e ampliar mercados quando há planejamento e assistência técnica. A Emater-DF disponibiliza gratuitamente o manual Modelos de agroindústrias rurais: produtos de origem vegetal. A publicação reúne orientações técnicas sobre estrutura física, fluxo produtivo, organização dos ambientes, equipamentos e boas práticas de fabricação para agroindústrias de pequeno porte voltadas à agricultura familiar. Acesse gratuitamente o Manual Modelos de Agroindústrias Rurais – Produtos de Origem Vegetal. AgroBrasília 2026 → Data: terça-feira (19) a sábado (23), das 9h às 17h → Local: Parque Tecnológico Ivaldo Cenci — BR-251, Km 5, Brasília-DF. *Com informações da Emater-DF
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AgroBrasília 2026 terá nove circuitos tecnológicos com soluções para aumentar a produção sustentável
A AgroBrasília 2026 contará com nove circuitos tecnológicos voltados para a apresentação de soluções para aumentar a produção de forma sustentável no campo. As atividades serão conduzidas pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do DF (Emater-DF), responsável por levar ao público tecnologias aplicáveis à realidade dos produtores. Entre os dias 19 e 23 de maio, no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci, no PAD-DF, a programação inclui circuitos de transferência de tecnologia e um pavilhão institucional com comercialização de produtos da agroindústria familiar, reunindo conhecimento técnico e experiências práticas para produtores, estudantes e visitantes. Presente na AgroBrasília 2026, a Emater-DF apresenta ao público um conjunto de soluções voltadas à inovação, produtividade e sustentabilidade no meio rural | Foto: Divulgação/Emater-DF A participação da Emater-DF ocorre em parceria com a Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF), organizadora da feira desde a primeira edição. A proposta é apresentar soluções voltadas à inovação, à produtividade e à sustentabilidade no meio rural. Segundo o presidente da Emater-DF, Cleison Duval, a iniciativa busca aproximar tecnologias do público visitante. “A AgroBrasília é resultado de uma parceria sólida e que, ao longo dos anos, se consolidou como um dos principais espaços de demonstração de tecnologias e inovação para o campo. É uma feira que dialoga com todos os perfis de produtores, do agricultor familiar ao grande empreendedor rural, e que cumpre um papel fundamental ao aproximar tecnologia, pesquisa e prática produtiva. Nosso objetivo é contribuir para que cada visitante encontre soluções aplicáveis à sua realidade, com mais eficiência, sustentabilidade e geração de renda”, ressalta. Cada circuito foi estruturado para aproximar produtores rurais e suas famílias de tecnologias acessíveis e adaptáveis. Um dos circuitos da Emater-DF será dedicado à aquicultura, com apresentação de estruturas de produção, como viveiros escavados e tanques revestidos Circuitos tecnológicos da Emater-DF na AgroBrasília • Floricultura — O circuito apresentará a produção de lavanda em campo aberto e de baunilha em sistema protegido, com foco na agregação de valor e na geração de renda. O espaço contará ainda com paisagismo, lago ornamental e área de convivência, além de demonstrar o reuso da água captada do circuito de aquicultura na irrigação, integrando sustentabilidade. • Hortaliças — Com área de 3.000 m², o circuito reunirá cultivos em túneis altos, estufas e sistema de plantio direto de hortaliças (SPDH). Serão apresentados cultivares de pimentas melhoradas, tomate, pimentão, brócolis e couve-flor, além de sistemas consorciados, como jiló com maxixe e abóbora tipo goianinha, sendo apresentada análise econômica das culturas. • Avicultura — O circuito abordará a produção de ovos em sistema de semiconfinamento, com galpões demonstrativos focados na qualidade e no tratamento da água, automatização de comedouros, biosseguridade frente à influenza aviária e uso de iluminação artificial. O espaço também integrará forragens para alimentação das aves em criação. [LEIA_TAMBEM]• Aquicultura — O circuito apresentará diferentes estruturas de produção, como viveiros escavados, tanques revestidos, geomembranas e ferrocimento, além de estufas com sistemas intensivos. • Fruticultura — O circuito reunirá pomares diversificados com espécies de alto potencial produtivo e de mercado, como maracujá azedo, pitaia consorciada com amendoim forrageiro e açaí, além de tecnologias como o cultivo de mirtilo em sistema semihidropônico. • Bovinocultura — O destaque será o sistema de pastejo em faixa, apresentando modelo intensivo de produção de carne a pasto. Também serão apresentadas boas práticas de ordenha e um biodigestor para tratamento de efluentes em pequenas propriedades, além do uso de cercas elétricas. • Tecnologias sociais — O circuito focará a saúde do produtor e da família, apresentando o manejo integrado de pragas no entorno das propriedades rurais, com ênfase em controle ambiental, biológico, físico e químico. O objetivo é promover a segurança sanitária e a saúde humana, animal e vegetal por meio de estações de visitação guiada. • Agroindústria — Com o tema “Frutas que viram negócios: o poder do processamento”, o circuito apresentará uma unidade de processamento em escala real, demonstrando como a agroindustrialização pode reduzir perdas, agregar valor e ampliar o acesso do produtor a mercados institucionais e varejistas. • Gestão ambiental — O espaço destacará o programa Emater-DF no Clima, que orienta produtores na adaptação às mudanças climáticas e reconhece o papel do agricultor como agente de proteção ambiental e prestador de serviços ecossistêmicos, com foco em ações de mitigação de carbono. O circuito sobre avicultura abordará a produção de ovos em sistema de semiconfinamento Além dos circuitos, o pavilhão institucional reunirá produtos da agroindústria familiar e artesanato rural produzidos por comunidades atendidas pela Emater-DF, além de diversas opções de alimentação. O espaço funcionará como vitrine da produção local e da atuação da extensão rural pública na promoção da segurança alimentar e da geração de renda no campo. Com o tema Agro de Resultado, a AgroBrasília neste ano promete superar os números expressivos da edição anterior. Em 2025, a feira registrou 188 mil visitantes e movimentou R$ 5,1 bilhões em negócios, consolidando-se como um dos principais eventos do agronegócio nacional. AgroBrasília 2026 | Espaço da Emater-DF · 19 a 23 de maio · 8h30 às 18h · Parque Tecnológico Ivaldo Cenci — BR-251, Km 5, PAD-DF · Entrada gratuita *Com informações da Emater-DF
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