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Aluguel Social

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Governadora recebe vítima de cárcere privado e reforça acolhimento a vítimas de violência

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A governadora Celina Leão recebeu, nesta quarta-feira (26/8), no Palácio do Buriti, uma mulher vítima de violência que foi mantida em cárcere privado por cinco dias em Águas Lindas de Goiás. No encontro, a vítima afirmou que pretende se mudar para o Distrito Federal com os dois filhos em busca de segurança e de uma nova etapa de vida. O caso ganhou repercussão nacional após a vítima ser localizada e resgatada pela polícia. Segundo informações divulgadas sobre a investigação, ela foi encontrada presa, amarrada e amordaçada em um imóvel. O ex-companheiro foi preso em flagrante e é investigado por sequestro, estupro e cárcere privado. Durante a conversa no Palácio do Buriti, Celina destacou a importância de acolher mulheres vítimas de violência e de fortalecer a coragem para denunciar situações de agressão: “A gente ouviu o relato dela. Não tem como não se impactar. Essa situação horrorizou o Brasil inteiro. E aqui hoje o nosso gesto é de acolhimento, para que as mulheres tenham coragem de denunciar. Ela denunciou e, mesmo assim, ainda sofreu; e, pelos relatos que ela trouxe hoje, ainda sofre uma revitimização com o julgamento da própria sociedade”. Celina Leão:  "Nosso gesto é de acolhimento, para que as mulheres tenham coragem de denunciar" | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília A governadora afirmou que as políticas públicas oferecidas pelo governo para mulheres em situação de vulnerabilidade podem ser acionadas pela vítima. Entre as possibilidades mencionadas por Celina estão o Aluguel Social, o programa Viva Flor e o acompanhamento psicológico disponibilizado pela rede. “Ela deve se deslocar ao Distrito Federal para vir residir com as crianças aqui, ficar sob os nossos programas: o Aluguel Social, pelo qual ela vai ter uma residência onde terá endereço indefinido; o Viva Flor; e também o do acompanhamento psicológico que a gente tem na secretaria [da Mulher]. Queremos que ela se sinta acolhida por nós. A gente tem uma política muito firme aqui de combate à violência às mulheres, e a gente não aceita, em hipótese alguma, julgar quem já sofreu ou sofre violência”, enfatizou a governadora.  As políticas citadas fazem parte de uma rede de proteção que reúne ações de assistência, segurança e atendimento psicossocial. O objetivo é oferecer caminhos para que mulheres em situação de violência possam romper o ciclo de agressões e reconstruir a própria autonomia. No caso do Viva Flor, a política está relacionada à proteção de mulheres em situação de violência que apresentam risco e necessitam de acompanhamento especializado. Já o atendimento psicológico pode integrar a rede de assistência destinada às mulheres que chegam aos serviços públicos em situação de vulnerabilidade. O governo do Distrito Federal tem programas, como o Aluguel Social e o Viva Flor, para acolher mulheres vítimas de violência doméstica “Hoje eu tenho para onde ir” Durante o encontro, a vítima agradeceu o apoio recebido após o caso ganhar repercussão nacional. Emocionada, ela relatou que as mensagens e manifestações de solidariedade a ajudaram a enfrentar o período de violência e a tomar a decisão de buscar uma nova vida para ela e os filhos. “Eu quero agradecer a todo mundo que orou, que divulgou, que não desistiu. A divulgação foi imensa; a todos que mandaram mensagem, que eu não consegui responder nem um terço, mas que continuam me apoiando, me dando palavras de conforto, me dando aquele carinho, aquele abraço amigo e realmente pegando na minha mão e dando comigo.” Ela também falou sobre a dificuldade de deixar uma situação de violência sem ter condições materiais para recomeçar. Segundo a vítima, esse foi um dos principais obstáculos enfrentados antes de encontrar uma possibilidade de mudança. “Eu não me sinto sozinha. Se não fossem vocês, vocês da rede social, você, governadora, que está pegando na minha mão, me acolhendo, me tirando do perigo, eu não sei o que seria de mim. As pessoas comentavam: ‘você tem que sair daí, você tem que sair daí’, mas eu ficava me perguntando: ‘e eu vou para onde?’, porque eu não tenho condições. Para onde eu vou com os meus dois filhos sozinha?’.” A perspectiva de reconstrução da vida no Distrito Federal representa, para ela, uma oportunidade de oferecer segurança e melhores condições aos filhos. “Hoje eu tenho para onde ir. Hoje eu tive uma segunda possibilidade de vida. Agora eu e meus filhos estamos seguros. A partir de agora eu sou mãe solo, e eles terão um estudo de qualidade no Distrito Federal”, compartilhou.  

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Mulheres vítimas de violência doméstica no DF podem solicitar o Aluguel Social

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Mulheres em situação de violência doméstica e familiar que precisem deixar o lar para preservar a integridade física podem solicitar o Aluguel Social. O benefício é de R$ 600 mensais para despesas com moradia por até seis meses, com possibilidade de prorrogação por igual período. Unidades do Espaço Acolher estão entre as instituições que fazem acompanhamento psicossocial de mulheres em situação de vulnerabilidade | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Atualmente, 765 mulheres recebem o auxílio; e, entre janeiro e junho deste ano, foram registrados 4.327 atendimentos. O acesso ocorre por demanda espontânea, e não há limite de vagas. Critérios para solicitar o benefício ⇒ Possuir medida protetiva de urgência vigente, expedida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), com base na Lei Maria da Penha ⇒ Estar em situação de vulnerabilidade econômica e social ⇒ Precisar deixar a residência em caráter emergencial devido ao risco de morte ou agravamento da violência ⇒ Não possuir outro imóvel ou local seguro para morar ⇒ Não ter condições financeiras de custear despesas com moradia ⇒ Residir no Distrito Federal ⇒ Possuir renda per capita de até meio salário mínimo ou renda familiar de até dois salários mínimos ⇒ Estar em acompanhamento psicossocial na Casa da Mulher Brasileira, em alguma unidade do Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam), na Casa Abrigo ou nos Espaços Acolher. Como solicitar O primeiro passo é procurar presencialmente uma das unidades de atendimento psicossocial. Durante o atendimento, uma equipe multidisciplinar avalia a situação da vítima e elabora um relatório técnico para verificar se ela atende aos critérios estabelecidos pela Portaria nº 49/2026. Se o benefício for concedido, o valor deverá ser utilizado para despesas com moradia. O que é necessário durante o recebimento Enquanto recebe o auxílio, a beneficiária deve manter o acompanhamento psicossocial em uma das unidades ou na rede de proteção às mulheres vítimas de violência. Também é necessário apresentar, nos primeiros 45 dias de recebimento do benefício, o contrato de locação do imóvel ou uma declaração assinada pelo proprietário. Mulheres que não possuírem documentos para comprovar renda ou residência poderão utilizar autodeclaração. Além disso, é obrigatória a inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), caso ainda não estejam cadastradas, e a apresentação do comprovante de cadastro no programa habitacional da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab). Quando indicado, também poderá ser necessária a participação em programas sociais complementares. Como funciona a prorrogação O benefício pode ser disponibilizado por mais seis meses. Para isso, a beneficiária deverá comprovar inscrição em pelo menos dois cursos de capacitação, qualificação profissional ou empreendedorismo. Também é preciso, nesse caso, apresentar o comprovante de cadastro na Codhab e um documento que comprove a continuidade da locação do imóvel, como contrato de aluguel ou declaração do locador A permanência depende do cumprimento dos critérios previstos e da regularidade do acompanhamento feito pelas unidades ou pela rede de proteção às mulheres vítimas de violência. 

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Aluguel Social oferece suporte financeiro para mais de 1,3 mil mulheres em situação de violência doméstica

Mais de 1,3 mil mulheres em situação de vulnerabilidade social vítimas de violência doméstica receberam auxílio do programa Aluguel Social, criado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em 2024. A iniciativa oferece suporte mensal no valor de R$ 600 para custeio de moradia digna. Cerca de R$ 4 milhões já foram investidos no programa, que assegura proteção, autonomia e, principalmente, uma chance de recomeço. Segundo dados da Secretaria da Mulher (SMDF), o programa já pagou 6.659 parcelas desde a criação, beneficiando 1.362 mulheres. Atualmente, 749 cidadãs recebem o benefício, que tem duração de seis meses, com possibilidade de prorrogação pelo mesmo período, totalizando um ano de auxílio. Atualmente, 749 mulheres recebem o Aluguel Social, que tem duração de seis meses, com possibilidade de prorrogação pelo mesmo período | Foto: Arquivo/Agência Brasília O Aluguel Social é destinado a mulheres em situação de violência doméstica ou familiar que tenham medida protetiva expedida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) ou pelo Ministério Público da União (MPU), renda per capita de até meio salário mínimo ou renda familiar de até dois salários mínimos, residência no DF e acompanhamento psicossocial pela rede de atendimento da Secretaria da Mulher. Para a secretária da Mulher interina, Jackeline Aguiar, o principal objetivo do programa é possibilitar que mulheres deixem ambientes onde correm risco e iniciem um processo de reconstrução pessoal. “O aluguel social foi criado especificamente para mulheres vítimas de violência doméstica. O objetivo é retirá-las da convivência do agressor e permitir que possam fixar residência em outro local, longe daquele ambiente de violência”, explica. Segundo ela, o benefício também combate um dos principais fatores que mantêm mulheres em relacionamentos abusivos: a dependência financeira. “A maioria das mulheres vítimas de violência doméstica tem uma dependência financeira muito grande do agressor. Quando possibilitamos que ela saia daquela residência e tenha suporte para encontrar um novo local de moradia, estamos oferecendo autonomia e dignidade para que possa recomeçar”, detalha. Noites tranquilas Jackeline Aguiar: “O Aluguel Social foi criado especificamente para mulheres vítimas de violência doméstica. O objetivo é retirá-las da convivência do agressor e permitir que possam fixar residência em outro local, longe daquele ambiente de violência” | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Mais do que o suporte financeiro, o Aluguel Social trouxe tranquilidade para a vida de Clarice (nome fictício). Por mais de duas décadas, ela conviveu com a violência e o medo dentro da própria casa, onde residia com o agressor, ex-marido dela, seus três filhos e a sogra. Mesmo tendo saído da casa, o homem continuava voltando, sempre com a intenção de agredir Clarice. Foi quando ela soube do programa e, finalmente, teve a chance de recomeçar e viver em paz. “Eu fui quase morta. Liguei para o batalhão, e eles me socorreram. Eu já estava com medida protetiva, e o agressor pulou o muro para me matar, matar a mãe dele e meus filhos”, relembra a mulher, que tem quatro medidas protetivas com o ex-marido. O cenário mudou quando uma agente policial a encaminhou para a política pública. “Eles me perguntaram se, caso o Governo do Distrito Federal me ajudasse com um auxílio aluguel, eu toparia sair de casa. Pedi um dia para pensar e, no dia seguinte, falei que queria mudar.” “Depois de 22 anos de agressão, tive coragem de sair por causa desse benefício” Clarice (nome fictício), vítima de agressão doméstica Em menos de 15 dias, o benefício foi aprovado, e Clarice, com os filhos, iniciou um novo capítulo na história da família. “Hoje eu consigo dormir. Eu não dormia, eu flutuava. É muito difícil dormir com um agressor ao seu lado. Se eu não tivesse saído, talvez não estivesse aqui contando minha história”, afirma. “Sou muito grata. O governo está de parabéns por oferecer isso para a gente. Depois de 22 anos de agressão, tive coragem de sair por causa desse benefício”. Recomeço Além da assistência habitacional, as beneficiárias são encaminhadas a programas de qualificação profissional e empregabilidade. “Todas as mulheres que ingressam no programa são encaminhadas para ações de empregabilidade, dentro das suas possibilidades. Buscamos oferecer capacitação, estabilização emocional e inserção no mercado de trabalho para que elas possam adquirir autonomia econômica de forma definitiva”, enfatiza a secretária. [LEIA_TAMBEM]A subsecretária de Enfrentamento à Violência contra a Mulher, Maíra Castro, ressalta que o benefício surgiu para preencher uma lacuna histórica na rede de atendimento. “Muitas mulheres estavam em situação de risco iminente de morte e simplesmente não tinham para onde ir. O Aluguel Social veio justamente para trazer transformação e oferecer uma alternativa concreta para essas mulheres”, pontua. Ela explica que as beneficiárias precisam estar acompanhadas por um dos equipamentos da Secretaria da Mulher e cumprir requisitos voltados para a construção da autonomia. “O objetivo é que elas saiam do ciclo da violência e alcancem independência financeira. Por isso, incentivamos o acesso à qualificação profissional, aos cursos oferecidos pela secretaria e também a programas habitacionais”, completa. Saiba mais sobre o programa no site da Secretaria da Mulher.  

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Aluguel Social atende 676 mulheres vítimas de violência doméstica no DF

O Governo do Distrito Federal criou, em 2024, por meio da Secretaria da Mulher (SMDF), o programa Aluguel Social para enfrentar uma das maiores angústias vividas por mulheres em situação de violência doméstica: o medo de não ter para onde ir. Em 2025, a iniciativa se consolidou como uma política pública essencial ao oferecer moradia segura, proteção e a oportunidade real de recomeçar longe do agressor. O programa Aluguel Social oferece ajuda de custo para que mulheres vítimas de violência doméstica garantam uma moradia segura | Fotos: Divulgação/SMDF Atualmente, 676 mulheres são atendidas pelo programa, que assegura o repasse mensal de R$ 600 para auxiliar no pagamento do aluguel. Apenas em 2025, o Governo do Distrito Federal destinou cerca de R$ 3 milhões à iniciativa, convertendo recursos públicos em cuidado, segurança e dignidade. Entre essas histórias, a de Joane (nome fictício), 33 anos, revela com clareza o impacto transformador do Aluguel Social. Para ela, o benefício representou mais do que um apoio financeiro: significou, sobretudo, a retomada da própria vida. Após anos de medo, Joane encontrou na política pública a primeira noite de tranquilidade. Mãe, trabalhadora e sobrevivente da violência doméstica, ela enxergou no programa a porta de saída do ciclo que a aprisionava. “Quando percebi que teria um lugar seguro para mim e para meus filhos, senti que finalmente podia respirar. Foi ali que comecei a acreditar que minha vida podia ser diferente”, relata Joane. Sua vivência traduz o que o Aluguel Social se propõe a oferecer: a chance concreta de reconstruir uma história com autonomia e segurança. Joane (nome fictício), vítima de violência doméstica: “Quando percebi que teria um lugar seguro para mim e para meus filhos, senti que finalmente podia respirar. Foi ali que comecei a acreditar que minha vida podia ser diferente” A vice-governadora Celina Leão reforça que o programa é um compromisso permanente com a proteção das mulheres. “Nenhuma mulher deve permanecer em situação de violência por falta de alternativas. O Aluguel Social é uma resposta concreta do GDF para garantir proteção, autonomia e esperança a quem mais precisa”, afirma. O impacto da iniciativa, no entanto, vai além da moradia. O programa oferece acompanhamento integrado, ampliando o acesso das beneficiárias a outros programas sociais, ao cadastro em políticas habitacionais e ao suporte especializado. As ações incluem análise da composição familiar, construção do mapa da vida, agendamento de atendimentos contínuos e suporte jurídico e assistencial, conforme cada realidade. [LEIA_TAMBEM]Segundo a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, cada benefício concedido carrega uma trajetória marcada por desafios, mas também por coragem e superação. “O Aluguel Social salva vidas e hoje já é uma política pública institucionalizada no Distrito Federal. Ele deixou de ser uma ação pontual e se tornou um compromisso permanente do Estado com a proteção das mulheres. Nosso foco agora é fortalecer e ampliar o programa, garantindo que mais mulheres tenham condições reais de romper o ciclo da violência com dignidade, segurança e apoio contínuo”, destaca. Para acessar o benefício, é necessário que a mulher resida no Distrito Federal e esteja em atendimento por algum equipamento da Rede de Proteção à Mulher Vítima de Violência da Secretaria da Mulher. Para mais informações, acesse o site da pasta. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)

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Aluguel Social completa um ano garantindo dignidade e um novo começo para mulheres e seus filhos 

Agência Brasília · ALUGUEL SOCIAL COMPLETA UM ANO GARANTINDO DIGNIDADE E UM NOVO COMEÇO PARA MULHERES E SEUS FILHOS Criado em 2024 pela Secretaria da Mulher (SMDF), o Programa Aluguel Social — que atualmente garante o benefício mensal de R$ 600 a 536 mulheres atendidas — sela o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) com o acolhimento e apoio a vítimas de violência doméstica. Além do auxílio de R$ 600, programa encaminha beneficiárias a serviços de saúde e psicossociais | Foto: Divulgação/SMDF   “Este programa é uma oportunidade concreta para que essas mulheres possam dar um novo passo em suas vidas, recuperando a autoestima e a esperança, elementos essenciais para que elas e seus filhos possam construir um futuro mais digno” Giselle Ferreira, secretária da Mulher A assistência oferecida vai além do apoio financeiro: as beneficiárias também são acompanhadas nas unidades da secretaria, onde recebem avaliação detalhada das demandas emocionais e sociais, permitindo o direcionamento para serviços que contribuem para a reconstrução da autonomia e do bem-estar. Libertação Moradora de Planaltina e mãe de cinco filhos, Ana Karina é a voz de uma entre várias mulheres que enfrentaram a difícil decisão de romper com um ciclo de violência. “Para mim, o Aluguel Social foi um ato extraordinário, porque garante que mulheres assim como eu não precisem mais se submeter à violência doméstica”, relata. “Foi uma libertação muito grande”, enfatiza. “Sou acompanhada em todas as áreas, e todos os profissionais me tratam bem — desde o recepcionista até a psicóloga. Me sinto segura. Se não fosse a Secretaria da Mulher, eu ainda estaria em um grande quadro de depressão e sozinha. Foi a equipe que me ajudou.”  “Cada chave entregue representa uma vitória, um passo rumo a um futuro mais justo, a uma sociedade que valoriza e protege as mulheres” Celina Leão, vice-governadora A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, lembra que o benefício traduz a sensibilidade e o compromisso da gestão pública com a garantia dos direitos humanos: “Este programa é uma oportunidade concreta para que essas mulheres possam dar um novo passo em suas vidas, recuperando a autoestima e a esperança, elementos essenciais para que elas e seus filhos possam construir um futuro mais digno”. A vice-governadora Celina Leão reforça a importância da iniciativa: “O Aluguel Social representa o compromisso do GDF com a dignidade das mulheres que enfrentam situações difíceis. Ao completar um ano, o programa se consolida como uma iniciativa humanizada que transforma vidas. Cada chave entregue representa uma vitória, um passo rumo a um futuro mais justo, a uma sociedade que valoriza e protege as mulheres”. Encaminhamentos [LEIA_TAMBEM]O Aluguel Social também estimula o acesso a programas sociais complementares e ao cadastro em programas habitacionais, fortalecendo a rede de proteção e apoio. Entre as ações disponibilizadas estão a análise da composição familiar, o agendamento de consultas de acompanhamento, a elaboração do chamado mapa da vida e o suporte jurídico e assistencial. Conforme a necessidade de cada caso, o acompanhamento pode ser feito de forma mensal ou quinzenal, garantindo um suporte contínuo e personalizado. Para ter acesso ao benefício, é fundamental que a mulher resida no Distrito Federal e esteja em atendimento por algum dos equipamentos da Rede de Proteção à Mulher Vítima de Violência da SMDF. Têm prioridade os casos de mulheres acolhidas na Casa Abrigo e na Casa da Mulher Brasileira, assim como aquelas com filhos de até cinco anos, desde que atendam aos critérios exigidos para o recebimento do benefício.   *Com informações da Secretaria da Mulher  

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