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Auditoria

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Auditoria avalia armadilhas que capturam mosquitos e ajudam o DF a combater a dengue 

A Controladoria-Geral do DF avaliou, em auditoria, o uso de ovitrampas para o monitoramento de mosquitos da espécie Aedes aegypti, transmissor dos vírus causadores da dengue, zika e chikungunya. O Distrito Federal já utiliza essas armadilhas para coletar e contar ovos do mosquito em diferentes regiões administrativas.  Agente de saúde prepara armadilha para capturar mosquitos da dengue no DF | Foto: Lúcio Bernardo Jr. / Agência Brasília “O fortalecimento do monitoramento melhora a qualidade das informações e torna as ações de vigilância mais eficazes. Com dados mais consistentes, o Estado consegue agir com mais precisão e antecipação” Graziela Brunale, subcontroladora de controle interno da CGDF São armadilhas simples e de baixo custo que funcionam para detecção precoce de infestações e monitoramento da densidade das populações dos vetores, permitindo identificar a presença do vetor antes do aumento de casos e direcionar ações preventivas de governo, como visitas domiciliares, mutirões e campanhas educativas.  Durante a auditoria realizada no Programa Saúde em Movimento, foram avaliados não apenas os resultados alcançados, mas também a metodologia utilizada na produção dos dados e a confiabilidade com relação aos processos de trabalho realizados nas ações de campo dos agentes de vigilância ambiental. O trabalho contribui para ajustes nos atributos da meta utilizada pela Secretaria de Saúde (SES-DF) e na padronização dos indicadores, fortalecendo a qualidade das informações geradas e o uso de dados na tomada de decisão.  Também foram recomendadas medidas para ampliar a capacidade de instalação de ovitrampas pela Vigilância à Saúde, além da priorização de regiões com maior histórico de risco epidemiológico, o que pode melhorar a identificação de áreas vulneráveis e a resposta do poder público.  [LEIA_TAMBEM]“O fortalecimento do monitoramento melhora a qualidade das informações e torna as ações de vigilância mais eficazes. Com dados mais consistentes, o Estado consegue agir com mais precisão e antecipação”, explica Graziela Brunale, subcontroladora de controle interno da CGDF. Maio é o Mês Internacional de Conscientização Profissional da Auditoria Interna. No Distrito Federal, o trabalho de auditoria vai além da fiscalização: ele contribui diretamente para a melhoria dos serviços públicos oferecidos à população. É um trabalho muitas vezes não visto pela sociedade, mas que gera resultados para o DF.  *Com informações da Controladoria-Geral do DF

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