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Banco Central

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Após reunião com Banco Central, governadora Celina Leão destaca que BRB tem solução técnica para momento atual

A governadora Celina Leão afirmou, nesta quinta-feira (30), que o Banco de Brasília (BRB) tem soluções técnicas em andamento para o momento atual e que os clientes podem permanecer tranquilos. A declaração foi dada após reunião com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo; o secretário de Economia, Valdino Oliveira; e o presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza. Segundo a governadora, o encontro tratou de questões técnicas relacionadas ao banco, com foco na estabilidade da instituição e na continuidade dos serviços prestados à população. “O BRB não vai ter nenhum problema de liquidação. Nós já estamos em encaminhamento com a solução técnica e, com certeza, o problema do BRB está sendo resolvido. A solução é técnica”, afirmou Celina Leão. Segundo a governadora, o encontro tratou de questões técnicas relacionadas ao banco, com foco na estabilidade da instituição e na continuidade dos serviços prestados à população | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Ela ressaltou que, por se tratar de um tema sensível ao mercado financeiro, alguns detalhes não podem ser divulgados neste momento. Ainda assim, reforçou que o cenário é positivo e que o banco seguirá operando normalmente: “O que nos deixa mais tranquilos é que temos soluções. Nenhum correntista, ninguém que tem conta no BRB precisa ficar preocupado”. A reunião foi solicitada pelo Governo do Distrito Federal e abordou diferentes aspectos da atuação do banco, incluindo temas estratégicos e financeiros. Ao final, a governadora reforçou a confiança na capacidade de recuperação e fortalecimento da instituição: “O BRB é um banco sólido e vai sair desse momento da melhor forma possível”.

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Programa leva a educação financeira às salas de aula

[Olho texto=”A proposta é que a educação financeira seja realizada dentro das aulas de matemática, língua portuguesa e ciências humanas” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Gestores de escolas públicas que atendem o ensino fundamental têm até o dia 31 deste mês para inscrever as instituições no programa Aprender Valor. Por meio dele, o Banco Central, em parceria com a Secretaria de Educação (SEE), oferecerá dinâmicas de educação financeira, promovendo uma formação consciente, autônoma e sustentável. A proposta é que a educação financeira seja realizada dentro das aulas de matemática, língua portuguesa e ciências humanas. Atividades lúdicas prometem atuar como um apoio aos conteúdos curriculares obrigatórios, focando em três pilares: planejamento, poupança e crédito responsável. Educação como base O programa trabalha com letramento financeiro, a partir das necessidades do dia a dia escolar. Assim, para implementação e aplicação dos projetos, profissionais da educação inseridos nas escolas cadastradas terão acesso a uma formação específica com certificado da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Os educadores também terão módulo de estudo sobre educação financeira pessoal. Além da formação dos profissionais, as escolas receberão suporte com a disponibilização de materiais de auxílio no formato de projetos escolares e avaliações de aprendizagem. O investimento para essa iniciativa é fruto do Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD), do Ministério da Justiça e Segurança Pública. *Com informações da Secretaria de Educação

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Agenda de inovação do Banco Central é tema de webinar

Na próxima quarta-feira (23), o Instituto Propague e o programa Lift Learning realizam o webinar “Incentivo à inovação pelo Banco Central e Agenda BC#”.  O evento, disponível a partir das 18h no canal do YouTube do Propague, vai abordar a atuação do Banco Central do Brasil, os reflexos no mercado financeiro e o caso específico do Lift Learning enquanto política pública. No Distrito Federal, o Lift Learning é apoiado pela Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP-DF). Arte: Divulgação/FAP-DF A programação será composta por dois painéis. O primeiro terá a participação do chefe do Escritório de Inovação Tecnológica do Banco Central, Aristides Cavalcante Neto, e do presidente da Stone Pagamentos, Augusto Lins. No segundo, estão confirmadas as presenças do coordenador do Lift Learning, Ricardo Fernandes Paixão, e do diretor-presidente da FAP-DF, Marco Antônio Costa Júnior. O e-book Durante o webinário, será lançado o livro O regulador inovador: Banco Central e a agenda de incentivo à inovação. Financiada pela FAP-DF e coordenada por Ricardo Fernandes Paixão, a publicação é fruto de pesquisa desenvolvida pelo projeto-piloto do Lift Learning e apresenta uma sistematização pioneira sobre a atuação do Banco Central para garantir a existência de inovações no sistema financeiro. O e-book é gratuito, sendo leitura importante para quem quer estar por dentro de todas as inovações nessa área. Apoio [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A participação da FAP-DF se deu por meio do projeto Lift Learning: Programa Distrital de Fomento a Startups Financeiras (Fintechs) no contexto da luta contra o Sars- covid-19, que recebeu recursos de R$ 563 mil, no âmbito do Convênio 03/2020, iniciativa voltada a apoiar projetos e ações de pesquisa, inovação e extensão destinadas ao combate à covid-19. O projeto atende ao terceiro eixo do convênio, prevendo o fomento ao setor produtivo (startups, micro e pequenas empresas) que tenham por objetivo o desenvolvimento de inovações tecnológicas e produtos que se enquadrem no combate à covid-19 e às consequências da pandemia. Webinar “Incentivo à inovação pelo Banco Central e Agenda BC” Quarta-feira (23), das 18h às 19h30, pela plataforma do Propague no YouTube. Inscrições neste link. Faça aqui o download do e-book.   *Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa do DF

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Aumenta procura do empresariado por financiamentos

Contratações gerais a partir de operações formalizadas somaram R$ 297 milhões no período | Foto: Secretaria de Desenvolvimento Econômico Relatório da Secretaria de Desenvolvimento Econômico sobre o primeiro semestre de 2020 da Superintendência de Desenvolvimento do Centro Oeste (Sudeco) detectou elevado interesse do empresariado, de todos os portes, em novos financiamentos com recursos do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO). De janeiro a junho foram analisadas e aprovadas 131 cartas-consulta – foram 39 no mesmo período do ano passado – e liberados R$ 246 milhões em financiamento para empreendimentos no DF e Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Considerando-se as contratações gerais, já foram formalizadas operações no montante de R$ 297 milhões a partir de recursos do FCO. Isto representa, em apenas seis meses, a contratação de mais de 70% de todo o financiamento do FCO verificado em 2019. “Temos a convicção na retomada da economia no DF e Entorno. E esses números provam que estamos no caminho certo. Apesar dos impactos da pandemia, temos apoiado os empresários e estamos priorizando não só a manutenção, mas também a geração de emprego e renda, além de um cuidado especial com a nossa arrecadação”, observa o secretário de Desenvolvimento Econômico, José Eduardo Pereira Filho. “Em consulta ao Caderno de Informações Gerenciais disponibilizado pela Sudeco, verificamos que, considerando as contratações gerais, o montante contratado foi de R$ 359,5 milhões, em operações com recursos do FCO”, acrescenta José Eduardo. Ainda no âmbito da FCO, o governo também disponibiliza linha de crédito de R$ 1 bilhão para ajudar na retomada da economia. Isso foi possível porque houve o reconhecimento, por parte do Ministério do Desenvolvimento Regional, da situação de calamidade pública provocada pela pandemia no DF. Trata-se de mais uma oportunidade para que as micro e pequenas empresas busquem o Banco do Brasil, o Banco de Brasília (BRB) e o Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob). Por meio dessas instituições financeiras elas podem acessar a linha de crédito criada pela Resolução 4.798, formalizada em 6 de abril de 2020 pelo Banco Central.   * Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Econômico

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