IPEDF celebra quatro anos fortalecendo a produção de pesquisas no Distrito Federal
O Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) completa quatro anos de existência, consolidando-se como órgão oficial de produção de dados e informações para o Governo do Distrito Federal (GDF) e a sociedade. Criado pela Lei nº 7.154, de junho de 2022, o IPEDF sucedeu a Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), fundada em 1964. Pesquisas e estudos sobre o desenvolvimento urbano de Brasília estão entre os trabalhos desenvolvidos pelo instituto | Foto: Divulgação/IPEDF Todo o trabalho desenvolvido pelo instituto gera um diversificado leque de informações que retratam a realidade do DF e sua interação com os municípios do Entorno. Informações sobre quantos somos, como vivemos e quais as características sociais e demográficas dos territórios são fornecidas e norteiam o governo no desenvolvimento de políticas públicas eficazes e assertivas. [LEIA_TAMBEM]O IPEDF oferece dados, estatísticas, pesquisas, evidências e estudos que descrevem o território nos seus mais diferentes aspectos, formando uma base de dados indispensável no suporte à gestão pública. O foco da instituição é desvendar a realidade da capital federal e suas características em todas as 35 regiões administrativas (RAs) e nos 12 municípios da Área Metropolitana de Brasília (AMB). Pesquisas consolidadas Reconhecido pelos estudos domiciliares, como a Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios Ampliada (Pdad-A), o IPEDF lançou recentemente o Perfil dos Apostadores no DF, o Panorama da Violência contra a Mulher e o estudo Felicidade no Distrito Federal: fatores associados e implicações para políticas públicas, além dos recortes da Pdad sobre a área rural do DF e a AMB. Outras inovações também fazem parte do trabalho do instituto, como os estudos sobre agricultura urbana e periurbana, a Calculadora Verde no DF, o Informe Distrital e Metropolitano de Rendimentos, o Boletim do Comércio Exterior e as ferramentas de acesso e divulgação de dados, com a nova versão do InfoDF. *Com informações do IPEDF
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DF se destaca como o segundo maior exportador nacional de sorgo de grão para semeadura
O Boletim do Comércio Exterior, em sua quinta edição, apresentando os resultados do primeiro trimestre de 2025, mostra que as exportações do Distrito Federal totalizaram US$ 72,3 milhões, registrando um crescimento nominal de 46,5% em relação ao mesmo período de 2024 e de 4% na comparação com o quarto trimestre do ano anterior. Distrito Federal foi o segundo maior exportador nacional de sorgo de grão para semeadura, totalizando US$ 1,3 milhão | Foto: Divulgação/IPEDF Inédito, o estudo foi elaborado pelo Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) a pedido da Secretaria de Relações Internacionais (Serinter-DF), tendo sido divulgado nesta quinta-feira (26). O boletim também mostrou que o destaque deste período foi o querosene de aviação, cujas exportações somaram mais de US$ 19 milhões, representando 27% do total exportado pelo DF. O desempenho reflete o abastecimento de aeronaves no Aeroporto Internacional de Brasília, operação contabilizada como exportação na balança comercial. Além do querosene de aviação, os principais produtos exportados foram carne de galos e galinhas, soja e enchidos de carne. Juntos, esses itens representaram 74,9% do valor total exportado no trimestre. Sorgo No período, o Distrito Federal se destacou como o segundo maior exportador nacional de sorgo de grão para semeadura, com US$ 1,3 milhão, o que equivale a 29,8% das exportações brasileiras desse produto. Minas Gerais ficou em primeiro lugar. A Bolívia foi o principal destino. Isso mostra a importância da produção de sementes no DF, conhecida pela alta qualidade, produtividade e uso de tecnologia. [LEIA_TAMBEM]“Os dados de exportação reafirmam a importância da produção agropecuária no DF”, ressaltou a diretora de Estatística e Pesquisa Socioeconômica do IPEDF, Francisca Lucena. “O setor agrega tecnologia e inovação, compensando as limitações territoriais, e como resultado temos cultivos com alta produtividade e sementes de qualidade sendo exportadas para o resto do mundo. O agronegócio é um dos principais impulsionadores do comércio internacional no DF.” As importações da capital federal somaram US$ 557,4 milhões no mesmo período, um aumento de 66,3% em relação ao primeiro trimestre de 2024. Esse crescimento ampliou o déficit da balança comercial da capital, que já costuma ser negativa por incluir compras públicas nas importações. Desse total, 84,3% foram produtos farmacêuticos, químicos, medicinais e botânicos. A quinta edição do Boletim do Comércio Exterior do DF também destacou as exportações de outras frutas de casca rija (frescas ou secas, com ou sem casca) para a Bélgica. Apesar do valor baixo, de US$ 1,6 mil, essas vendas representaram 59,7% do total nacional desse item no período. Acesse aqui o Boletim do Comércio Exterior do primeiro trimestre deste ano. *Com informações do IPEDF
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Boletim do Comércio Exterior do DF do 3° trimestre de 2024 será divulgado na quarta-feira (5)
Nesta quarta-feira (5), às 15h, o Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) apresentará, em seu canal no YouTube, o Boletim do Comércio Exterior do DF referente ao terceiro trimestre de 2024. A publicação oferece uma análise detalhada das dinâmicas de exportação e importação do DF, destacando tendências, fatores influenciadores e o desempenho do comércio internacional. A iniciativa é essencial para compreender a posição da capital federal no cenário global, identificar desafios e oportunidades e subsidiar a formulação de estratégias econômicas mais eficazes. *Com informações do IPEDF
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DF exportou quase 200 produtos somente no segundo trimestre de 2024
O Distrito Federal apresentou recuperação nos seus indicadores do comércio exterior no segundo trimestre de 2024, com crescimento nas exportações e importações, em comparação com o primeiro trimestre do ano. No lado das exportações, a coordenadora Adrielli Dias destaca a retomada da demanda por soja no mercado internacional, com um crescimento de mais de 300% em valor e em volume, na comparação com primeiro trimestre. Vestuário e preparações do segmento de panificação são destaques nas exportações feitas pelo Distrito Federal, segundo o Boletim do Comércio Exterior | Foto: Divulgação/IPEDF A segunda edição do Boletim do Comércio Exterior do Distrito Federal aponta algumas particularidades e potencialidades para o comércio local. O DF tem se destacado em nichos específicos de produção, como no caso de vestuário e preparações do segmento de panificação. O destaque para a panificação no DF, com massas para preparação de pães, representando 30,6% do que foi exportado pelo Brasil, ficando na segunda colocação nacional, atrás de Minas Gerais. “Os resultados do comércio exterior do DF apontam para uma diversificação dos itens exportados, com uma variedade de quase 200 produtos comercializados somente no segundo trimestre de 2024”, ressalta Francisca Lucena, diretora de Estatística e Pesquisa Socioeconômicas do IPEDF. Além disso, as exportações de milho para semeadura revelaram um mercado potencial, ampliando as possibilidades para além das já consolidadas exportações de soja e carnes de aves, que, até então, representaram mais de 80% do valor total exportado no trimestre. A desvalorização do real em relação ao dólar e o comportamento dos preços internacionais de commodities também influenciaram o desempenho do comércio exterior do DF, no segundo trimestre de 2024. Além disso, outro fator relevante a ser destacado é a sazonalidade na comercialização de alguns produtos, que afetam tanto a oferta de exportações quanto a demanda no mercado internacional. Já nas importações, as compras públicas, principalmente de medicamentos e vacinas, contribuíram para as variações positivas observadas no período. “Os resultados apresentados a cada nova edição do Boletim ampliam o conhecimento sobre o comércio exterior do DF, permitindo entender a dinâmica da economia local e fornecendo informações para o governo e a sociedade”, afirma o diretor-presidente do IPEDF Codeplan, Manoel Clementino. *Com informações do IPEDF
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