Governadora destina mais de 1,2 mil hectares a unidades de conservação
A região Norte do Distrito Federal passa a contar com um importante reforço na proteção das riquezas naturais e na garantia do abastecimento de água. A governadora Celina Leão assinou, nesta sexta-feira (3), os decretos que criam a Área de Relevante Interesse Ecológico (Arie) do Ribeirão Sobradinho e o Refúgio de Vida Silvestre Canela de Ema. Juntas à unidade de conservação Monumento Natural Serrinha, instituída em maio de 2026, as novas unidades de conservação somam mais de 1.239 hectares voltados à preservação do Cerrado e à segurança hídrica da população. A chefe do Executivo destacou que a medida atende a uma demanda da população por mais áreas protegidas. “Eu sou uma governadora que adora ser cobrada. Me cobraram pelo parque, fomos ao Palácio e resolvemos. Hoje está assinado o Parque Canela das Emas. Foi uma reivindicação da população, uma demanda para que a gente tivesse um lugar protegido.” A criação da Arie do Ribeirão Sobradinho vai abranger 643,65 hectares entre as regiões administrativas de Sobradinho e Itapoã | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília O presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, salientou que os decretos são importantes para a preservação do meio ambiente capital e, consequentemente, para o bem-estar coletivo. “Estamos criando um lugar de conservação para preservar aquela área com importância diversa e, logicamente, em momentos de emergências climáticas, toda a área protegida representa a qualidade de vida da população. Todo metro quadrado protegido é extremamente importante para a sociedade, para a qualidade de vida”, explicou. A criação da Arie do Ribeirão Sobradinho vai abranger 643,65 hectares entre as regiões administrativas de Sobradinho e Itapoã. O projeto foi elaborado pelo Instituto Brasília Ambiental e pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema), com a colaboração de diversos órgãos do Executivo local. O objetivo principal é resguardar o curso médio, as nascentes e os afluentes do ribeirão, garantindo a qualidade e a manutenção do fluxo de água que abastece o Distrito Federal. “Eu sou uma governadora que adora ser cobrada. Me cobraram pelo parque, fomos ao Palácio e resolvemos. Hoje está assinado o Parque Canela das Emas" Governadora Celina Leão Além de proteger os recursos hídricos, a iniciativa assegura a sobrevivência de remanescentes de mata de galeria e a conectividade ecológica da fauna local. A região serve de habitat para espécies endêmicas e animais ameaçados de extinção, como a raposinha-do-campo (Lycalopex vetulus). Por ser uma unidade de uso sustentável, as propriedades rurais existentes na área poderão continuar funcionando, desde que integradas às diretrizes de conservação que serão estabelecidas no futuro Plano de Manejo. O Brasília Ambiental fará a gestão do espaço com o apoio do Parque Ecológico dos Jequitibás. Refúgio Canela de Ema e consolidação ecológica Outro avanço para a região é a instituição do Refúgio de Vida Silvestre Canela de Ema, que terá 181,02 hectares localizados entre Sobradinho e Sobradinho II. Essa medida de proteção integral unifica e amplia áreas que antes eram resguardadas por legislações declaradas inconstitucionais, consolidando em uma única estrutura os antigos parques Canela de Ema, Sobradinho II e Viva Sobradinho. O local abriga mais de 400 espécies nativas da flora e da fauna. Essas duas novas estruturas se somam aos 414,71 hectares do Monumento Natural Serrinha do Ribeirão Sobradinho, criando um amplo corredor ecológico na Unidade Hidrográfica do Ribeirão Sobradinho. A integração dessas áreas fortalece o ecossistema local, protege o ecoturismo e incentiva a pesquisa científica na capital federal. *Colaborou Jak Spies
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Comunidade de Brazlândia debate a criação de novo parque distrital
Na noite desta terça-feira (15), o Instituto Brasília Ambiental promoveu uma consulta pública com moradores de Brazlândia para discutir a criação de uma nova unidade de conservação na região. O nome, que ainda está em fase de deliberação junto à comunidade local, poderá se chamar Parque Distrital das Araras ou Parque Distrital das Águas. O encontro ocorreu na sede da Administração Regional de Brazlândia. A proposta prevê a implantação de um parque distrital, categoria que garante proteção integral da biodiversidade. Nesse modelo, são estabelecidas também zonas de amortecimento, onde será permitido o uso público controlado, conciliando conservação ambiental e atividades sustentáveis. Com área aproximada de 1,6 mil hectares, a futura unidade de conservação será vinculada ao Parque Ecológico Veredinha, considerado a unidade base já consolidada na região. O projeto teve origem durante a revisão do plano de manejo da Floresta Nacional de Brasília, conduzida pelo ICMBio no ano de 2024. A área, inclusive, já está prevista no Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot) como destinada à criação de uma unidade de conservação de proteção integral. Antes da consulta pública com a comunidade, o Brasília Ambiental realizou tratativas com diversos órgãos, como a Empresa de Regularização de Terras (ETR), a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF) e a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal (Seagri-DF), além de outras instituições. O objetivo foi identificar possíveis conflitos relacionados à delimitação da poligonal da área e a processos de regularização fundiária já em andamento, especialmente envolvendo moradores antigos da região. A proposta prevê a implantação de um parque distrital, categoria que garante proteção integral da biodiversidade | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O presidente do instituto Gutemberg Gomes reforçou o compromisso com a proteção do Cerrado. “Apresentamos hoje a poligonal proposta do Parque das Araras ou Parque das Águas, uma unidade de conservação para o DF e para Brazlândia, um iniciativa que protege o Cerrado e nossas águas.” Levantamentos técnicos realizados no local identificaram a presença de pelo menos três espécies de flora endêmicas ameaçadas de extinção, entre elas a Lobelia brasiliensis, reforçando a relevância ambiental da área. No levantamento de fauna, também foi registrada a presença de araras, aves que inspiraram uma das propostas de nome para o parque. Para o superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água, é um avanço muito significativo: “Estamos muito felizes com toda a participação popular vamos compilar todas as contribuições, colocar no processo. É uma área muito importante, para a questão hídrica do Distrito Federal”. Durante o encontro, a comunidade reconheceu a importância da iniciativa e destacou o interesse em participar ativamente de todas as etapas do processo de criação da unidade de conservação, reforçando o caráter participativo da proposta. A definição do nome e os próximos passos para a formalização do parque seguirão em debate, considerando as contribuições apresentadas pela população local e pelos órgãos envolvidos. O prazo para contribuições vai até 17 de maio de 2026 e podem ser apresentadas pelo protocolo eletrônico da autarquia.
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Dia de Plantar uma Muda Nativa do Cerrado: ação planeja chegar a 150 mil mudas até 2030
O Distrito Federal conta com uma data dedicada ao plantio de espécies nativas: o Dia de Plantar Muda Nativa do Cerrado, celebrado no primeiro domingo de dezembro. O marco foi instituído pelo Decreto Distrital nº 44.606/2023. Desde a criação da iniciativa, em 2023, cerca de 35 mil mudas do bioma já foram plantadas em diferentes regiões administrativas. A meta é ampliar esse número nos próximos anos, com previsão de 20 mil mudas em 2026 e de alcançar 150 mil até 2030. "Estamos investindo em políticas que unem preservação ambiental e participação da população. O plantio de espécies nativas do Cerrado é uma ação concreta que contribui para o enfrentamento das mudanças climáticas e para a qualidade de vida no Distrito Federal", destacou a governadora Celina Leão. O Dia de Plantar Muda Nativa do Cerrado, criado em 2023, já resultou no plantio de mais de 35 mil mudas em diferentes regiões do DF | Foto: Arquivo/Agência Brasília Em 2023, na primeira edição, foram plantadas 10 mil mudas, em ação coordenada entre a Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF), o Brasília Ambiental, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e as administrações regionais. No ano seguinte, outras 10 mil foram plantadas, com ampliação para 24 regiões administrativas. Já em 2025, a iniciativa registrou o melhor resultado, com 15 mil mudas plantadas em diversos pontos do DF. [LEIA_TAMBEM]Para os próximos anos, além do aumento no número de mudas, a Sema-DF prevê ampliar a participação popular, incluindo escolas públicas e privadas na ação. Também está prevista a identificação de áreas prioritárias para recuperação de áreas degradadas. “O Dia de Plantar uma Muda Nativa do Cerrado deixou de ser apenas uma ação simbólica e passou a ser uma política pública consistente, que promove recuperação ambiental, educação e engajamento da sociedade. Os resultados mostram que estamos no caminho certo para ampliar a cobertura vegetal e preservar o nosso bioma”, arrematou o secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes.
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Licença de operação do condomínio rural Quintas Interlagos é entregue
O Instituto Brasília Ambiental assinou e entregou, na noite de terça-feira (31), a licença ambiental de operação corretiva de parcelamento de solo urbano do condomínio rural Quintas Interlagos, localizado no Jardim Botânico. A ação beneficia 192 famílias, o equivalente a cerca de 700 pessoas residentes no local. A licença tem validade de seis anos. O então presidente do Brasília Ambiental Rôney Nemer destacou o trabalho dos servidores da autarquia para que os licenciamentos se efetivem, como também a importância dos condomínios obterem esse documento. “Essa entrega aqui é uma entrega de um conjunto de servidores que se uniram para o bem de Brasília, para o desenvolvimento sustentável do Distrito Federal. São um conjunto de pessoas super capacitadas e cheias de vontade de fazer o bem, de cuidar da qualidade de vida das nossas famílias e das futuras gerações. Até porque deixar os condomínios na ilegalidade não é bom para ninguém, nem para vocês, moradores, nem para o DF como um todo. Quando o órgão ambiental se aproxima de vocês e vocês de nós, fazemos um acordo no qual todos ganham. A licença ambiental torna esse condomínio consolidado e ambientalmente correto”, ressaltou. O secretário de Meio Ambiente do Distrito Federal, Gutemberg Gomes, endossou a necessidade das questões ambientais serem rigorosamente atendidas nos condomínios residenciais. “Se nós preservarmos hoje, poderemos ter um futuro pela frente. Se não, não conseguiremos avançar porque as questões ambientais envolvem tudo e todos. Um exemplo é a nuvem de fumaça que tomou conta de Brasília há dois anos. Nós não tínhamos nenhum registro de queimadas fora do controle aqui no Distrito Federal. Herdamos a fumaça da região Sudeste e depois do Nordeste goiano. Isso quer dizer que o que se mantém ambientalmente correto aqui, num condomínio como esse, interfere na qualidade de vida do DF como um todo. Por isso, os moradores locais e todos que participaram do processo para a licença de operação acontecer estão de parabéns”, disse. A superintendente de licenciamento ambiental do Instituto, Nathália Almeida, explicou que a licença tem como objetivo regularizar ambientalmente o parcelamento do solo urbano já implantado, inserido na Área de Proteção Ambiental (APA) São Bartolomeu. “É importante destacar que a licença de operação vem, realmente, fechar a regularização ambiental do condomínio. A gente fica à disposição e espera que vocês, muito em breve, consigam cumprir todas as condicionantes. Existem condicionantes de recuperação, como a já acordada e iniciada no parque Ecológico do Tororó, algumas documentais e outras vocês vão levar para a eternidade, como a manutenção das redes de infraestrutura, por exemplo, que é parte da vivência, do dia a dia da administração do condomínio”, lembrou. O síndico do condomínio, Alexandre Mauro de Oliveira Couto, afirmou que o licenciamento representa, essencialmente, a realização de um desejo de todos os moradores. “O cumprimento de todas as etapas para a regularização foi de suma importância para cada um de nós. Todos aguardávamos ansiosamente a conclusão deste processo, e esta etapa é crucial. "É como se estivéssemos próximos ao objetivo final. Todos estão muito entusiasmados, pois muitos desafios foram superados durante o processo. A participação dos condôminos foi fundamental, com obras, adaptações e compensações ambientais. Todas as etapas foram cumpridas. É como subir um degrau de cada vez de uma longa escada. Cada vez que observávamos uma nova etapa concluída no portal, sentíamos orgulho e gratidão. Agradecemos a todos os envolvidos neste processo, os agentes públicos, a equipe técnica do Brasília Ambiental, que nos apoiou e orientou, e também a fiscalização, que foi essencial para garantir a adequação e o respeito às normas estabelecidas”, enfatizou. Condicionantes Entre as condicionantes técnicas para que o licenciamento permaneça válido pelo período estabelecido estão: a garantia da manutenção adequada do sistema de drenagem pluvial, de modo a evitar processos erosivos, alagamentos e degradação das APPs; e a manutenção de dispositivos adequados nas áreas de lançamento de águas pluviais, como dissipadores de energia, com acesso fácil para manutenção. A licença estabelece também a proibição da realização de novas edificações ou impermeabilizações que interfiram em APPs ou em faixas de proteção de cursos naturais de escoamento. Outro destaque é a recuperação ambiental de áreas degradadas, especialmente aquelas localizadas em APPs. Lotes que incidam sobre essas áreas deverão respeitar faixa mínima não edificável de 15 metros a partir dos cursos d’água e manter ou recuperar suas características naturais. Para isso, deverá ser apresentado, no prazo de até 180 dias, relatório técnico com registros fotográficos, georreferenciamento e detalhamento das medidas de recuperação adotadas ou planejadas. A licença também estabelece, entre outras coisas, a obrigatoriedade de elaboração de um Relatório de Melhorias Ambientais, que deve ser apresentado no mesmo prazo de 180 dias. Este documento, que precisa ter um responsável técnico habilitado, deve contemplar ações como gestão de resíduos sólidos, tratamento de efluentes, uso racional da água, controle de processos erosivos, arborização, ampliação de áreas verdes e iniciativas de educação ambiental. *Com informações do Brasília Ambiental
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Concedida licença para regularização de parcelamento agrourbano no Riacho Fundo II
O Instituto Brasília Ambiental concedeu a Licença por Adesão e Compromisso (LAC) para o parcelamento agrourbano localizado no Núcleo Rural Caub I e II, na região administrativa do Riacho Fundo II. A medida representa um avanço no processo de regularização ambiental de ocupações já consolidadas na área. A cerimônia de entrega ocorreu no sábado (28), às 16h, no Haras Paraíso Rural do Caubói, reunindo produtores locais e autoridades. A licença contempla uma área de aproximadamente 473 hectares, inserida na Área de Proteção Ambiental (APA) do Planalto Central. Foi concedida Licença por Adesão e Compromisso (LAC) para parcelamento agrourbano localizado no Núcleo Rural Caub I e II, no Riacho Fundo II | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental A então vice-governadora Celina Leão destacou a importância da concessão da Licença por Adesão e Compromisso (LAC), que possibilita a continuidade do processo de regularização. “Hoje, retornamos com a licença ambiental, que é o documento que vai permitir a liberação do primeiro edital de venda direta aos produtores do Distrito Federal, mais um importante passo para a regularização fundiária em nossa cidade”, destacou. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, ressaltou a relevância da iniciativa para fortalecer a relação entre o poder público e os produtores rurais. Segundo ele, o trabalho foi conduzido em conjunto com a equipe técnica e com apoio do Governo do Distrito Federal. “Quando assumimos esse compromisso, ouvimos dos produtores que havia receio em relação ao órgão ambiental. Nossos servidores se dedicaram para estar presentes no núcleo rural e entregar as licenças porque acreditamos que vocês são nossos parceiros”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]Para o presidente da Empresa de Regularização de Terras Rurais (ETR), Cândido Teles, acreditar no potencial dos produtores é essencial. “A terra sendo de vocês é um investimento no futuro, com segurança. Acreditamos que o produtor precisa dessa posse”, declarou. O processo, de responsabilidade da ETR, foi considerado tecnicamente viável e juridicamente adequado. A medida é etapa essencial para a regularização fundiária da região, ao viabilizar a inclusão dos imóveis no controle ambiental formal, reduzir a informalidade e garantir segurança jurídica aos ocupantes, sem flexibilizar a proteção ambiental. A Licença por Adesão e Compromisso estabelece condicionantes ambientais que deverão ser cumpridas pelos beneficiários, incluindo a realização do Cadastro Ambiental Rural (CAR), ações de recuperação de áreas degradadas e o monitoramento contínuo das atividades. O descumprimento das exigências poderá resultar na suspensão da licença. De acordo com o presidente da Associação dos Produtores Pioneiros do Caub I e II, Orlando Azevedo, a conquista representa um marco histórico: “A alegria com este governo é imensurável. Os produtores lutam pela regularização de suas áreas, alguns há mais de 30 anos, então é motivo de muito orgulho”. A iniciativa busca conciliar a regularização fundiária com a preservação ambiental, promovendo o uso sustentável do território dentro de uma das principais unidades de conservação do Distrito Federal. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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Segunda etapa de capacitação reforça preparo de brigadistas para atendimentos de emergência
O Instituto Brasília Ambiental realizou, de segunda (23) a quarta-feira (25), a segunda etapa do ciclo de capacitações previsto para 2026, voltado à qualificação dos brigadistas florestais da autarquia que atuam nas unidades de conservação do Distrito Federal. Nesta quarta-feira, o Parque Ecológico dos Pequizeiros sediou o curso de Atendimento Pré-Hospitalar (APH). A ação, que contou com a parceria da Organização Brasileira dos Brigadistas Florestais (OBBF) e da empresa Gilberto Castro Simulação de APH de Combate, integra o Plano Estratégico de Treinamentos dos Brigadistas Florestais (Petbrif), com foco na segurança operacional e no manejo integrado do fogo para o ciclo 2026/2027. Brigadistas florestais participaram do curso de Atendimento Pré-Hospitalar (APH) entre os dias 23 e 25 deste mês, no Parque Ecológico dos Pequizeiros Ao longo da semana, os brigadistas participaram de atividades teóricas e de exercícios de campo voltados à atuação em situações de urgência e emergência, como simulado de resgate, contenção de hemorragias e traumas, técnicas de transporte de vítimas, manobra de obstrução de vias aéreas por corpo estranho (Ovace) e Suporte Básico de Vida (SBV). “Investir na qualificação dos nossos brigadistas é fortalecer a prevenção e salvar vidas. Quanto mais preparados estiverem, maior será nossa capacidade de proteger o Cerrado, as unidades de conservação e a população do Distrito Federal diante das ocorrências de incêndio”, declara a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão. [LEIA_TAMBEM]O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, destaca que a formação continuada fortalece a capacidade de resposta das equipes: “O trabalho exige preparo técnico, domínio de protocolos e atenção rigorosa à segurança. Ao investir em capacitações como essa, reforçamos nosso compromisso com a prevenção, o manejo integrado do fogo e a proteção das unidades de conservação do DF”. A capacitação permanente proporciona atualização técnica contínua, redução de riscos e acidentes, reforço da segurança nas atividades de campo, padronização de procedimentos entre as equipes e maior eficiência nas ações de prevenção, manejo e combate aos incêndios florestais, além de alinhamento às exigências legais, especialmente à Norma Regulamentadora nº 31.12. “Esse ciclo de capacitações está sendo um sucesso, e a nossa intenção é que todos os brigadistas sejam bem treinados e estejam bem-preparados para enfrentar uma fase difícil que virá no período da seca”, conclui o diretor de Manejo Integrado do Fogo, Érisom Vieira Cassimiro. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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Articulações institucionais marcam gestão das unidades de conservação do DF em 2025
O ano de 2025 foi marcado por muitas articulações institucionais na Superintendência de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon) do Instituto Brasília Ambiental. Elas resultaram em parcerias, acordos de cooperação técnica, visitas técnicas, cursos, estudos, eventos, entre outras iniciativas. Entre os frutos das articulações institucionais estão o estudo técnico com diretrizes para a revisão do Plano de Manejo do Parque Distrital Boca da Mata, os subsídios para atualização do Zoneamento Ambiental do Parque Distrital do Gama, visita técnica de servidoras da Sucon a nove áreas de conservação na República da Costa Rica, participações de servidores em disciplinas oferecidas pelo CDS/UnB e de membros do Projeto Instrutores nas oficinas da 2ª Conferência Distrital de Unidades de Conservação. Essas entregas resultam do Acordo de Cooperação Técnica (ACT) Ibram/UnB. Resultaram das articulações também as atividades correlatas à celebração do ACT com o Ibama, Zoológico e Secretaria de Meio Ambiente (Sema-DF) para o fluxo de animais silvestres resgatados. E ainda os ACTs com o Batalhão da Polícia Militar Ambiental (BPMA), cujo foco é a troca de informações, cursos e treinamentos na área de manejo e reabilitação de fauna silvestre; com a Organização da Sociedade Civil Jaguaracambé, visando a intercâmbio científico; e com a Universidade Católica de Brasília (UCB) para o Monitoramento de capivaras no DF; e a realização da 2ª Conferência Distrital de UCs. No ano que se encerra a Sucon trouxe para a autarquia o prêmio Solo Seguro, do Conselho Nacional de Justiça, e a menção honrosa do prêmio Ipê de Inovação em Transparência, da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Prêmios No ano que se encerrou, a Sucon trouxe para a autarquia o prêmio Solo Seguro, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e a menção honrosa do prêmio Ipê de Inovação em Transparência, da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF). O prêmio resultou do projeto "Conservação com segurança jurídica: a experiência da Área de Proteção Ambiental São Bartolomeu — APA São Bartolomeu na integração entre licenciamento, regularização fundiária e áreas protegidas”. A menção foi resultado da iniciativa Transparência Ativa na Gestão de Fauna do Distrito Federal. O titular da Sucon, Marcos Cunha, lembra que 2025 foi um ano de muitas entregas. Cita como exemplos a Lei da Brigada, o contrato de manutenção das UCs e a Instrução Normativa que criou o Fundo de Compensação Ambiental. “Essas ações são estruturantes, vão mudar o modo como faremos a gestão de unidades a partir deste ano. Vamos focar um trabalho muito mais preventivo do que reativo em todos os setores da nossa gestão, o que fornece melhor qualidade de vida para nossos usuários”, garante. A governadora em exercício, Celina Leão, ressalta o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) com a gestão das UCs: “A boa gestão das unidades de conservação é nossa política de governo. A entendemos como crucial por razões que abrangem desde a sustentabilidade ambiental e a proteção da biodiversidade até o desenvolvimento socioeconômico e a qualidade de vida da população”. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, enfatiza que as grandes entregas, feitas pela Sucon no ano, resultam do compromisso e o empenho dos servidores do órgão ambiental: “É uma equipe muito comprometida com a causa ambiental. Aprendo todo dia com eles. Muitos fazem do seu trabalho, que é proteger o nosso Cerrado, uma missão. Cuidam das nossas Unidades de Conservação como se fossem suas casas, de tanto que se empenham no zelo e na proteção”. Outras Realizações Em 2025, a Sucon também adquiriu 300 kits de equipamentos de proteção individual (EPIs) e materiais para resgate de fauna. Realizou monitoramento de visitação nos parques ecológicos, fez monitoramento da qualidade da água em vários pontos do DF, emitiu vários atos autorizativos para ações e eventos nas UCs e promoveu todas as reuniões ordinárias mensais planejadas para o ano da Comissão de Permanente de Planejamento. *Com informações do Brasília Ambiental
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Semana da Saúde é encerrada com caminhada no Parque Saburo Onoyama
Uma caminhada no Parque Ecológico Saburo Onoyama, em Taguatinga, marcou o encerramento da 18ª Semana da Saúde e Segurança do Trabalho do Instituto Brasília Ambiental. A atividade reuniu servidores da autarquia em um momento de integração e incentivo à adoção de hábitos voltados ao bem-estar e à qualidade de vida. Para a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, ações como essa reforçam o compromisso do Governo do Distrito Federal com a saúde e o bem-estar. “Promover a integração e incentivar hábitos saudáveis é fundamental para garantir uma vida mais equilibrada, plena e de qualidade para todos”, destacou. A 18ª Semana da Saúde e Segurança do Trabalho do Instituto Brasília Ambiental foi encerrada nessa quinta (9) com atividades físicas e caminhada ao ar livre | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Durante toda a semana, palestras abordaram temas relacionados à saúde física e mental dos colaboradores. A iniciativa ainda incluiu ações práticas, como oficina de dança, vivência de técnicas de redução de estresse e a atividade “Cuidar de si para cuidar do todo”, reforçando a importância do autocuidado no ambiente de trabalho. O presidente da autarquia, Rôney Nemer, ressaltou a relevância da integração entre os servidores. “Hoje o Brasília Ambiental é um órgão do qual todos falam com orgulho, e eu agradeço muito ao apoio de todos vocês. Isso não é mérito de uma pessoa só. Não existe vitória individual, existe vitória de um time, de uma equipe que trabalha unida e constrói esse legado”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]As atividades foram encerradas nessa quinta-feira (9) com caminhada, exercícios laborais, café da manhã e sorteio de brindes no Parque Ecológico Saburo Onoyama. Segundo o superintendente de Administração Geral, Ricardo Roriz, cuidar da saúde dos servidores é fundamental para o bom funcionamento do serviço público. “Uma administração pública em que os servidores estão doentes ou estressados não é produtiva. Temos a obrigação de cuidar das nossas grandes joias, que são nossos servidores”, frisou. O agente de unidades de conservação Juliano Souza, responsável pela unidade, também destacou a importância do espaço para a comunidade. “O Parque Saburo Onoyama é um espaço democrático. Ele acolhe pessoas que, muitas vezes, não têm condições de buscar lazer em outros locais, e hoje vocês terão essa oportunidade”, afirmou. A iniciativa teve como objetivo promover a conscientização sobre a saúde integral do servidor e fortalecer a integração entre as equipes do Brasília Ambiental, em um ambiente de troca, aprendizado e incentivo à qualidade de vida. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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Audiência pública debate impacto de novo residencial no Jardim Botânico
Agência Brasília · AUDIÊNCIA PÚBLICA DEBATE IMPACTO DE NOVO RESIDENCIAL NO JARDIM BOTÂNICO O Instituto Brasília Ambiental publicou no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta segunda-feira (29) o aviso de audiência pública para apresentação e discussão do Relatório de Impacto de Vizinhança (Rivi) do empreendimento Villa Del Parco. O projeto está localizado no Quinhão 6 da Fazenda Taboquinha, no Setor de Habitações Individuais Sul, Chácara Palmeiras, acesso pela Avenida do Sol, na Região Administrativa Jardim Botânico. A audiência terá formato virtual, com ponto de acesso presencial e transmissão ao vivo pelo canal do YouTube do Brasília Ambiental. O evento está marcado para 30 de outubro, com início às 19h e encerramento previsto para as 22h. Imagem: Brasília Ambiental “Nas audiências públicas são debatidos assuntos importantes, que impactarão na vida das pessoas, no meio ambiente e no futuro da nossa cidade, e que devem ser tomadas com o respaldo da sociedade”, ressaltou a vice-governadora Celina Leão. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, destacou a importância da participação da comunidade nessas iniciativas. “As audiências visam a proporcionar uma maior participação popular nas tomadas de decisões, pois é quando a comunidade se informa, opina, contribui. Assim, os gestores públicos podem conduzir os processos decisórios com mais legitimidade”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]Estudos, documentação e regulamento do evento, bem como o aviso de audiência pública, já estão disponíveis no site do Brasília Ambiental. As instruções relativas aos canais de transmissão e aos procedimentos para acesso e participação serão divulgadas previamente, no prazo mínimo de cinco dias antes da data de realização do evento, também no site da autarquia. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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Workshop debate licenciamento ambiental
Agência Brasília · WORKSHOP DEBATE LICENCIAMENTO AMBIENTAL O Instituto Brasília Ambiental, em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-DF), realizou nesta quinta-feira (18) a terceira edição do Workshop de Licenciamento Ambiental 2025, que tem a ideia de reunir a autarquia governamental com empreendedores e consultores para um momento de diálogo, assistência e esclarecimentos sobre o licenciamento ambiental. Na abertura do evento, a superintendente de Licenciamento (Sulam), Nathália Almeida, falou sobre a relevância do tema. “O licenciamento ambiental é uma ferramenta importante para a sustentabilidade ambiental e, também, dos negócios no Distrito Federal. E nosso papel é apoiar tanto o Governo, no atendimento da legislação quanto ao setor produtivo e a sociedade civil organizada, na prestação de serviço de forma mais célere”. Também estiveram presentes o vice-presidente da Junta Comercial, Industrial e Serviços do Distrito Federal (Jucis-DF), José Fernando Ferreira; a analista do Sebrae/DF Cristiane Galvão; e o presidente do Conselho Regional de Contabilidade do Distrito Federal (CRC/DF), Darlan Barbosa, que discursaram sobre a oportunidade desse espaço de cooperação para os empreendedores conhecerem mais sobre o regramento do licenciamento ambiental e para a melhoria do cenário de negócios. O objetivo da iniciativa foi reunir a autarquia governamental com empreendedores e consultores para um momento de diálogo, assistência e esclarecimentos sobre o licenciamento ambiental | Foto: Divulgação O 3º Workshop teve entre os principais objetivos abordar, de um modo geral o que é o licenciamento ambiental, os tipos de autorizações que podem ser concedidas pelo Brasília Ambiental e apresentar as principais novidades da recente Instrução Normativa 11/2025, que estabelece o fluxo do processo de licenciamento e autorização ambiental, no âmbito da autarquia. Ainda nos tópicos do encontro foi apresentado um passo a passo de como os interessados devem proceder na plataforma de peticionamento eletrônico Harpia, para realizar e acompanhar os processos administrativos de forma remota; as atividades que recebem autorização ambiental por meio da plataforma de integração de órgãos e informações que facilita o registro e a legalização de empresas (RedeSIM DF) gerida pela Jucis/DF e as atividades econômicas passíveis de dispensa de licenciamento. A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, comentou sobre o evento do Brasília Ambiental realizado no auditório do Sebrae-DF. “O Workshop é uma forma de o órgão ambiental evoluir e otimizar o processo de licenciamento ambiental trazendo padronização e agilidade no atendimento a esse setor da sociedade que faz o DF prosperar e se desenvolver”. E o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, acrescenta: “É um momento para os participantes tirarem suas dúvidas e trabalharmos lado a lado, em equilíbrio com o crescimento econômico e a preservação ambiental”. *Com informações do Brasília Ambiental
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