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Cadastro da Pessoa com Deficiência

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Carreta da Inclusão chegará a Ceilândia em 14 de julho

A Carreta da Inclusão, que leva cidadania, acolhimento e serviços gratuitos para pessoas com deficiência (PcD), familiares e cuidadores no Distrito Federal já tem datas definidas para as próximas ações. Após passar por diferentes regiões administrativas, a próxima parada será em Ceilândia, onde os atendimentos serão realizados entre os dias 14 e 19 de julho, no estacionamento ao lado do Sesc Ceilândia. Depois, a carreta segue para o Riacho Fundo e Riacho Fundo II, de 28 de julho a 2 de agosto; e para Sobradinho, entre 11 e 14 de agosto. O projeto é realizado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) em parceria com a Secretaria da Pessoa com Deficiência (SEPD-DF) e com o Instituto Bem Estar, com o objetivo de promover inclusão social, autonomia e acesso a serviços essenciais. Com uma estrutura itinerante, a Carreta da Inclusão oferece atendimento especializado, orientações, serviços de identificação e experiências voltadas à tecnologia assistiva, demonstrando como a inovação pode contribuir para uma sociedade mais acessível. Com uma estrutura itinerante, a Carreta da Inclusão oferece atendimento especializado, orientações e serviços de identificação | Foto: Divulgação Secti-DF “A Carreta da Inclusão mostra, na prática, como a ciência e a tecnologia podem transformar vidas. Nosso objetivo é levar inovação para perto das pessoas, reduzindo barreiras e garantindo que cada cidadão tenha acesso a ferramentas que promovam mais autonomia, inclusão e qualidade de vida. Quando a tecnologia chega às comunidades, ela se torna uma oportunidade real de mudança social”, afirma o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, Rafael Vitorino. “A Carreta da Inclusão leva os serviços e orientações da Secretaria da Pessoa com Deficiência e de nossos parceiros para mais perto da população, ampliando o acesso à informação, aos direitos e à tecnologia assistiva. Em Ceilândia, reafirmamos o compromisso do Governo do Distrito Federal com a inclusão, a acessibilidade e o acolhimento, garantindo que mais pessoas com deficiência, seus familiares e cuidadores tenham acesso a serviços que promovem autonomia, qualidade de vida e cidadania”, destaca o secretário da Pessoa com Deficiência do DF, William Cunha.  LEIA_TAMBEM]A iniciativa busca facilitar o atendimento aos moradores, evitando grandes deslocamentos e ampliando o conhecimento sobre direitos, serviços e ferramentas que contribuem para a independência das pessoas com deficiência. Para a Secti-DF, a Carreta da Inclusão representa o compromisso do Governo do Distrito Federal em levar ciência, tecnologia e inovação para mais perto das comunidades, fortalecendo ações que unem transformação social, acessibilidade e melhoria da qualidade de vida. *Com informações da Secti-DF

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GDF aproxima pessoas com deficiência de vagas de emprego e qualificação profissional

Conseguir uma oportunidade de trabalho ainda pode ser um desafio para muitas pessoas com deficiência (PcD) em diversos pontos do país. No Distrito Federal, a Secretaria da Pessoa com Deficiência (SEPD-DF) atua junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT) com o objetivo de ampliar o acesso ao mercado por meio do cumprimento da Lei de Cotas, nº 8.213 de 1991, do encaminhamento de candidatos para vagas e da promoção de qualificação profissional. Andressa Magalhães, diretora de Inclusão Profissional da SEPD: “Muitas vezes a pessoa com deficiência chega perdida. Aqui na secretaria ela tem o direcionamento, um norte para se cadastrar e concorrer às vagas” | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A iniciativa conecta empresas parceiras a pessoas cadastradas no banco de empregabilidade da secretaria. Atualmente, cerca de 5 mil candidatos integram o cadastro, que já resultou em mais de 2 mil currículos encaminhados e aproximadamente 270 contratações nos últimos dois anos e sete meses. Segundo a diretora de Inclusão Profissional da SEPD, Andressa Matias Magalhães, o trabalho começa quando as empresas firmam termos de cooperação com a secretaria e disponibilizam suas vagas. A partir daí, é feito um cruzamento entre os perfis cadastrados e as oportunidades oferecidas. “Muitas vezes a pessoa com deficiência chega perdida”, aponta a gestora. “Aqui na secretaria ela tem o direcionamento, um norte para se cadastrar e concorrer às vagas. O final feliz é ela ser aprovada e entrar no mercado de trabalho, isso muda a realidade das pessoas e das famílias”.   Histórias reais O trabalho desenvolvido pela secretaria já transformou a rotina de pessoas que conseguiram uma colocação profissional. É o caso da operadora de teleatendimento Marilúcia Rodrigues de Queiroz, de 54 anos, que possui uma deformidade na coluna e foi encaminhada para uma vaga na BRB Serviços após se cadastrar na SEPD. A operadora de teleatendimento Marilúcia de Queiroz encontrou trabalho após fazer cadastro na SEPD: “A mudança foi 100%. Muda a vida financeira, muda o psicológico, porque sem trabalhar você fica em casa com a cabeça vazia” Antes da contratação, Marilúcia buscava constantemente cursos de capacitação para ampliar as chances de ingresso no mercado. Hoje, há um mês no novo emprego, relata mudanças significativas na vida pessoal e profissional: “A mudança foi 100%. Muda a vida financeira, muda o psicológico, porque sem trabalhar você fica em casa com a cabeça vazia. Trabalhando, você vê oportunidades, conversa com as pessoas e vivencia um mundo novo de inclusão”. A vigilante Ivana de Bellis aguarda encaminhamento para uma vaga: “Nós estamos no mercado de trabalho sim, mas as pessoas não conseguem visualizar a gente, e a secretaria veio com essa facilidade” Entre quem busca uma oportunidade está a vigilante Ivana de Bellis, 58, que possui órteses nas pernas. Atualmente desempregada, ela aguarda o encaminhamento para uma vaga profissional. “Nós estamos no mercado de trabalho sim, mas as pessoas não conseguem visualizar a gente, e a secretaria veio com essa facilidade para nós, que me deixa muito feliz, porque é uma qualidade de vida melhor para a gente por meio do emprego”, relata. “Foi muito fácil chegar aqui na estação 112. A gente é muito bem-atendida, além de o processo ser rápido, o que é muito importante para quem busca uma oportunidade”. Capacitação para empresas Além do encaminhamento para vagas, a SEPD atua no incentivo à qualificação profissional, preparando candidatos para atender às demandas das empresas e fortalecendo a inclusão produtiva no Distrito Federal. Como parte desse trabalho, a pasta vai promover, em 10 de julho, o projeto Capacitação Empresarial para Inclusão de Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho. Fruto de parceria com o Coletivo de Advogados com Deficiência do Distrito Federal, a ação contará com palestras de representantes do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). [LEIA_TAMBEM]O evento ocorrerá a partir das 9h, no Instituto BRB, na Asa Norte, e será voltado a empresas e profissionais de recursos humanos. A proposta é orientar empregadores sobre acolhimento, acessibilidade e adaptações necessárias para garantir ambientes de trabalho mais inclusivos. De acordo com Andressa Magalhães, a capacitação ajudará a esclarecer dúvidas frequentes sobre o atendimento às pessoas com deficiência e sobre as adaptações necessárias para diferentes perfis de trabalhadores. “Esse evento trará orientações para empresas de como se trata uma pessoa com deficiência, quais as adaptações que precisam ser feitas para recebê-las e mantê-las confortáveis no ambiente de trabalho”, detalha. Cadastro Para concorrer às vagas destinadas a profissionais com deficiência mediadas pela SEPD, é preciso se inscrever no Cadastro da Pessoa com Deficiência (CadPCD). A Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea) e o Cartão de Identificação da Pessoa com Deficiência gerados por meio do CadPCD são documentos comprobatórios da condição especial para fins de participação nos processos seletivos. Após cadastrado e aprovado, é necessário preencher o formulário disponível na página da SEPD. Todas as informações fornecidas são tratadas com a mais rigorosa confidencialidade e serão utilizadas exclusivamente para fins de seleção e encaminhamento para vagas compatíveis.  

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Carteira de Identidade Nacional reconhecerá pessoas com deficiência por meio de cadastro do GDF

Publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta segunda-feira (9), de acordo com o Decreto Federal nº 10.977, de 23 de fevereiro de 2022, a Portaria Conjunta nº 10 institui o trabalho em parceria entre a Secretaria Extraordinária da Pessoa com Deficiência e a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) para emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN) – antigo Registo Geral (RG). O trabalho incluirá a permissão da PCDF ao sistema do Cadastro da Pessoa com Deficiência (CadPcD). Foto: Divulgação EBC O Cadastro da Pessoa com Deficiência (CadPcd) é responsável por registrar dados e documentos de pessoas com deficiência, conforme a Lei Brasileira de Inclusão. Além disso, esse cadastro é requisito para a concessão da Carteira de Identificação da PcD, ou com Transtorno do Espectro Autista e, agora, para a emissão da Carteira de Identidade Nacional, em conformidade com Decreto nº 44.843, de 11 de agosto de 2023. O caminho para esse cadastramento está no site da Secretaria da Pessoa com Deficiência. Entre os documentos necessários para a realização do cadastro estão: RG, CPF, laudo médico, foto 3×4, comprovante de residência e cadastro no site GOV.BR. É importante que os documentos estejam atualizados. Após a anexação das informações no sistema, servidores da Secretaria da Pessoa com Deficiência farão a validação. Em seguida, o médico analisará o laudo e fará a aprovação, caso a deficiência esteja enquadrada na legislação. Para o secretário da Pessoa com Deficiência, Flávio Pereira dos Santos, o Cadastro da Pessoa com Deficiência é uma porta para que várias políticas públicas para pessoas com deficiência sejam efetivadas de forma tempestiva. A base de dados é aproveitada e cidadãos com deficiência não precisam comprovar várias vezes a sua condição, como está sendo utilizado agora na Carteira de Identidade Nacional. Nesse sentido, o diretor do Instituto de Identificação da Polícia Civil, Ruben Sérgio Gumprich, enfatiza que a portaria conjunta tem como objetivo viabilizar o acesso da PCDF ao cadastro da Secretaria Extraordinária da Pessoa com Deficiência. Assim, ao emitir a Carteira de Identidade Nacional (CIN) de um cidadão já registrado no Cadastro da Pessoa com Deficiência, a CIN contará com o ícone identificador da condição. Isso facilita a obtenção de direitos, garantindo maior inclusão e cidadania para essas pessoas. Essa forma de organização dos dados é segura, evita fraudes e reduz os custos para a sociedade. Além disso, tudo está em acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados. A CIN possui padrão nacional e número único, o CPF. *Com informações da SEPD

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Pessoa com deficiência terá cadastro unificado para políticas públicas

Na data em que se celebra o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria da Pessoa com Deficiência (SEPD-DF), lança oficialmente o CadPcD. Uma cerimônia está marcada para esta quinta-feira (21), na sede da Apae-DF (SEPN 711/911, Conjunto E, Asa Norte, Brasília-DF) para registrar a ocasião. [Olho texto=”“Uma vez que o cidadão é aprovado no CadPcD, significa que o GDF reconhece aquele indivíduo como Pessoa com Deficiência. Dessa forma, ele não precisará comprovar a sua condição – muitas vezes atestada de forma constrangedora – sempre que tentar o seu acesso a uma política pública”” assinatura=”Flávio Santos, secretário da Pessoa com Deficiência” esquerda_direita_centro=”direita”] O Cadastro da Pessoa com Deficiência centralizará informações sobre cidadãos com essa situação no Distrito Federal. O sistema já está disponível para a população. E é o próprio PcD quem entra no site da SEPD, preenche suas informações e envia a documentação exigida. Até a última atualização desta matéria, foram mais de 13 mil cadastros aprovados. “O CadPcD será a porta de entrada para as políticas públicas do GDF”, explica Flávio Santos, secretário da Pessoa com Deficiência. Segundo o gestor, a existência do cadastro desburocratizará o acesso do cidadão aos seus direitos. “Uma vez que o cidadão é aprovado no CadPcD, significa que o GDF reconhece aquele indivíduo como Pessoa com Deficiência. Dessa forma, ele não precisará comprovar a sua condição – muitas vezes atestada de forma constrangedora – sempre que tentar o seu acesso a uma política pública”, destaca Flávio. O Passe Livre Especial, gerido pelo BRB Mobilidade; o programa de Órteses e Próteses, da Secretaria de Saúde; o DF Acessível, da TCB; e a Companhia Habitação do DF (Codhab) já utilizam o CadPcD como base de dados. O CadPcD centralizará informações sobre cidadãos com essa situação no Distrito Federal. O sistema já está disponível para a população | Foto: Divulgação/SEPD Ciptea e Carteira da Pessoa com Deficiência Assim que o CadPcD é considerado “aprovado”, o cidadão passa a ter direito à Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, a Ciptea (exclusiva para quem tem essa condição), bem como ao Cartão de Identificação da Pessoa com Deficiência. Foi o que aconteceu com Hakkinen Henrique Carvalho, que é pessoa autista. O morador de Santa Maria procurou o estande da SEPD quando a ação ‘GDF Mais Perto do Cidadão’ esteve na cidade. Lá mesmo ele fez o cadastro, enviando seus documentos para o sistema. Com a Ciptea em mãos, o autônomo destaca a importância do documento conquistado por meio do CadPcD. “Nós, que somos TEA e temos outras doenças que não se vê fisicamente, a Ciptea mostra que temos o direito que todos as pessoas com deficiência física e idosos têm”, explica Hakkinen. Como fazer o CadPcD? [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Para fazer o CadPcD, o cidadão precisa entrar no site da SEPD e procurar o ícone ‘Cadastro da Pessoa com Deficiência’. É necessário entrar com login e senha do sistema “gov.br”. Já logado, o cidadão preenche seus dados e anexa a documentação. É obrigatório ter documentos de identificação oficial com foto; comprovante de residência (máximo de 90 dias); laudo médico especificando a deficiência e foto 3×4 Uma equipe da SEPD analisa a documentação. Já o laudo passa por homologação de um perito médico. Vencidas essas etapas, o cadastro é considerado aprovado e as carteiras ficam disponíveis para impressão. *Com informações da SEPD

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