Feira do Trabalho e do Campo leva agricultura familiar e economia solidária ao Plano Piloto
Depois de passar por diferentes regiões administrativas do Distrito Federal, a Feira do Trabalho e do Campo chega à última edição entre os dias 30 de junho e 5 de julho, no Eixo Ibero-Americano, no Plano Piloto. Com funcionamento das 12h às 21h, o evento reúne ações voltadas para o fortalecimento da economia solidária, da agricultura familiar e do empreendedorismo, além de oferecer serviços gratuitos e atrações para todas as idades. Ao longo das edições realizadas neste ano, a feira reuniu milhares de visitantes e se consolidou como um importante espaço para incentivar a produção local, promover a geração de renda e valorizar pequenos produtores, agricultores familiares, artesãos e empreendedores do Distrito Federal. A Feira do Trabalho e do Campo contará com exposições de produtos da agricultura familiar, ações de capacitação e uma agência do trabalhador itinerante | Foto: Divulgação/Sedet-DF Na edição de encerramento, o público encontrará uma feira livre com produtos da agricultura familiar, estandes da economia solidária, artesanato, gastronomia, além de oficinas e workshops de capacitação de produtores, artesãos e empreendedores. A programação também inclui encontro de brechós, shows e brinquedos para as crianças, oferecendo opções para toda a família. [LEIA_TAMBEM]Outro destaque é a presença da Agência do Trabalhador Itinerante, que disponibilizará gratuitamente serviços como encaminhamento para vagas de emprego, solicitação da Cesta do Trabalhador e inscrições em programas de qualificação profissional, ampliando o acesso da população às oportunidades de inserção no mercado de trabalho. Feira do Trabalho e do Campo Local: Eixo Ibero-Americano, próximo à Torre de TV no Plano Piloto Data: de 30 de junho a 5 de julho Horário: das 12h às 21h Entrada gratuita *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do DF
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Oficina de poda em frutíferas destaca técnica que garante maior produtividade
No cultivo de frutíferas, a poda é parte essencial do manejo. Com a técnica, o agricultor consegue uma produtividade maior nos pomares. Esse foi o tema da oficina oferecida pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF) para cerca de 30 produtores rurais na Fazenda Larga, em Planaltina, nesta quarta-feira (25). De acordo com o engenheiro agrônomo Fernando Landim, que atua no escritório da empresa no Núcleo Rural Pipiripau, a poda em goiabeiras diminui a “competição” entre as plantas. “Além disso, estimula o surgimento de novos brotos, que é de onde surgem os frutos”, explica o extensionista. A poda aumenta a circulação de ar e luz entre as plantas, evitando doenças e fungos | Foto: Divulgação/Emater-DF Landim acrescenta outras vantagens da poda em frutíferas: “Essa técnica melhora a circulação de ar e luz entre as plantas, evita doenças fúngicas e bacterianas e direciona o crescimento das plantas”. A oficina foi promovida na chácara do produtor Juscelino de Jesus Santos, que também é presidente da Cooperativa da Fazenda Larga (Cooperfal). “Nosso carro-chefe são goiabas e bananas, mas estamos querendo entrar com o mirtilo e, para isso, contamos com o apoio da Emater”, relata. A chácara tem dois hectares, que são trabalhados em parceria com outros dois da propriedade vizinha. Atualmente, Juscelino conta com mais de 500 pés de goiaba. “Graças às técnicas de poda, irrigação planejada, adubação adequada, conseguimos produzir durante todo o ano”, comemora. [LEIA_TAMBEM]Juscelino fornece alimentos para os programas de compras institucionais do Governo do Distrito Federal (GDF), como o Cesta Verde, e do governo federal, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). “A Emater é fundamental para o nosso trabalho, pois nos ajuda não só na capacitação sobre técnicas de produção, como também na elaboração de projetos de crédito e na articulação para participarmos das compras públicas”, ressalta. Planejamento anual Segundo o gerente do escritório da Emater-DF no Pipiripau, Geraldo Magela Gontijo, o planejamento para este ano na região está direcionado às produções de frutas e à avicultura. “Estamos focando cinco culturas: goiaba, banana, abacate, pitaia e maracujá. Só neste ano, já fizemos mais de dez capacitações, todas com boa participação dos produtores atendidos pelo escritório e também de outras regiões administrativas”, informa o extensionista. *Com informações da Emater-DF
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Programa Pró-Jovem Digital tem 640 vagas abertas
A Secretaria da Juventude do Distrito Federal (Sejuve-DF) está com inscrições abertas para novas turmas do programa Pró-Jovem Digital. Ao todo, são 640 vagas gratuitas distribuídas nos turnos matutino e vespertino, com formação voltada a jovens de 15 a 29 anos residentes no DF. Esta nova etapa marca a ampliação do programa, que passa a oferecer 160 vagas por polo, aumento em relação às edições anteriores, que contavam com 120 vagas por unidade. Também foram implantados novos polos nas regiões administrativas de Riacho Fundo II, Taguatinga, Paranoá e Ceilândia, ampliando o alcance da iniciativa. O novo ciclo do Programa Pró-Jovem Digital alcançará quatro novos polos | Foto: Divulgação/Sejuve-DF [LEIA_TAMBEM]Gerido pela Sejuve em parceria com a Secretaria da Família do Distrito Federal (Sefami-DF), o programa oferece capacitação em áreas da economia digital, como marketing digital, inteligência artificial, redes sociais, comércio eletrônico, criação de conteúdo, edição de vídeo e empreendedorismo digital. “A expansão do Pró-Jovem Digital reforça o compromisso da Secretaria da Juventude em levar qualificação tecnológica para diferentes regiões do Distrito Federal”, afirma o secretário da Juventude, André Kubitschek. As novas turmas já estão em andamento, e as inscrições seguem abertas enquanto houver disponibilidade de vagas. As inscrições podem ser feitas pelo link. *Com informações da Secretaria da Juventude do DF
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Polícia Judiciária Militar: pós-graduação destaca equilíbrio entre técnica, ética e justiça
Nesta sexta-feira (24), a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) deu início ao programa de pós-graduação lato sensu em Polícia Judiciária Militar (PJM) – 2025, em cerimônia realizada no Instituto Superior de Ciências Policiais (ISCP). A iniciativa, que contempla 31 alunos, tem como objetivo capacitar profissionais de segurança pública para a condução de investigações de crimes militares com base em rigor técnico, legal e ético. O curso é promovido pelo Instituto Superior de Ciências Policiais (ISCP, mantido pela PMDF) e integra as ações de ensino, pesquisa e extensão voltadas ao fortalecimento da segurança pública e ao aperfeiçoamento do trabalho policial militar. A formação busca preparar os alunos para os desafios contemporâneos da investigação criminal, ampliando a integração entre o conhecimento jurídico e as práticas investigativas. Durante a abertura, o subcomandante-geral da PMDF, coronel Fabrício Boechat de Camargos, destacou que a vida militar é marcada por coragem e renúncia, exigindo compromisso com a ética, a disciplina e a defesa da vida. Ele ressaltou que o investimento contínuo em qualificação e inovação reflete a dedicação dos profissionais da corporação e é essencial para enfrentar desafios como os crimes cibernéticos e o uso crescente da inteligência artificial, sem perder a essência de servir e proteger a sociedade. Evento contou ainda com a presença de diversas autoridades civis e militares | Foto: Divulgação/PMDF Em seguida, o promotor de Justiça Antônio Henrique Graciano Suxberger ministrou a palestra inaugural e defendeu a valorização dos saberes técnicos da investigação criminal. Segundo ele, é necessário resgatar a autonomia e a especialização da atividade investigatória, muitas vezes reduzida ao campo jurídico desde a Constituição de 1988. O palestrante destacou que o equilíbrio entre o respeito às garantias legais e a eficiência técnica é fundamental para assegurar investigações eficazes, justas e comprometidas com os direitos humanos. O evento contou ainda com a presença de diversas autoridades civis e militares, entre elas representantes do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), do Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) e da Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF). *Com informações da PMDF
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Escolas públicas de Ceilândia e Samambaia recebem curso de letramento racial
A Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) realizou, na quarta-feira (28), mais uma ação do Programa de Letramento Racial em escolas públicas do Distrito Federal. Desta vez, as capacitações chegaram a duas instituições: o Centro Educacional (CED) 07 de Ceilândia; e a Escola Classe (EC) 511 de Samambaia. Ao todo, mais de 100 professores participaram das atividades, realizadas em dois ciclos, nos turnos matutino e vespertino. No CED 07 de Ceilândia, mais de 50 educadores receberam a formação. A escola, que já havia sido contemplada com o projeto Cidadania nas Escolas, voltado aos estudantes, agora teve a oportunidade de qualificar o corpo docente para atuar com práticas pedagógicas antirracistas. Mais de 100 professores foram capacitados em educação antirracista em duas escolas do DF | Fotos: Divulgação/Sejus Na EC 511 de Samambaia, o mesmo formato foi adotado, garantindo que professores de ambos os turnos fossem capacitados. A vice-diretora da unidade, Rosiene Serpa da Cunha, acompanhou o curso e destacou a importância da formação: “A palestra foi simplesmente transformadora, muito mais do que uma apresentação teórica. Foi um convite à reflexão sobre nossas práticas como educadores diante do racismo. Saímos mais conscientes do nosso papel na construção de uma educação antirracista e mais motivados a promover uma escola justa, acolhedora e antirracista.” Ao final da capacitação, todos os participantes receberam certificação oficial emitida pela Sejus, reconhecendo a importância do compromisso com a educação antirracista. “A educação é a chave para transformar vidas e abrir caminhos para uma sociedade mais justa e igualitária. Por meio do Programa de Letramento Racial, estamos qualificando nossos educadores para que sejam agentes de mudança e inspiração para os estudantes”, destacou a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. O programa transforma os professores em agentes de mudança e inspiração para os estudantes O subsecretário de Direitos Humanos e Igualdade Racial, Juvenal Araújo, reforçou: “Nossa meta é fazer da educação antirracista uma base sólida na formação de cidadãos mais conscientes, capazes de construir uma sociedade que respeite e valorize a diversidade”. Nova etapa Esta ação marca uma nova etapa do processo de capacitação promovido pela Sejus-DF. O pontapé inicial ocorreu no mês passado, durante as comemorações do aniversário de Brasília, com a formação de todo o quadro pedagógico do Centro Educacional 04 do Guará (CED 04). O cronograma prevê que todas as escolas públicas do DF sejam contempladas na primeira fase do programa. Posteriormente, a iniciativa será levada às instituições privadas. Além dos professores, o Programa de Letramento Racial também envolverá estudantes, ampliando o alcance e aprofundando o debate sobre racismo, identidade, equidade e inclusão, dentro e fora das salas de aula. Educação que transforma [LEIA_TAMBEM]O Programa de Letramento Racial da Sejus visa desenvolver a capacidade crítica de identificar, compreender e enfrentar o racismo estrutural presente na sociedade. A formação propõe reflexões sobre identidade, ancestralidade, diversidade e inclusão, além de oferecer ferramentas pedagógicas que auxiliem os educadores na implementação de práticas antirracistas. Antes de ser implementado nas escolas, o programa já capacitou servidores da própria Sejus, de outros órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), do sistema socioeducativo, do Senado Federal, bem como representantes de entidades da sociedade civil que organizaram eventos públicos promovidos pelo GDF. Agora, com a expansão para as instituições de ensino, a iniciativa alcançará um público ainda mais amplo, impactando diretamente a formação das novas gerações e contribuindo para a construção de uma sociedade mais equânime e respeitosa. *Com informações da Sejus
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