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Cartão Creche

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GDF na Sua Porta chega ao Gama e a Ponte Alta com mais de R$ 17 milhões em investimentos

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Entre os dias 21 e 25 de setembro, Gama e Ponte Alta recebem o programa GDF na Sua Porta. Esta é a 18ª edição da iniciativa do Governo do Distrito Federal (GDF) que leva à população serviços públicos por meio de gabinetes móveis, além de benfeitorias, zeladoria e assinatura de ordens de serviço —  desta vez, mais de R$ 17 milhões foram aplicados nas regiões administrativas (RAs). Na segunda-feira (21/9), a governadora Celina Leão assinou 27 ordens de serviço a fim de viabilizar intervenções nas RAs e participou do lançamento do programa, cuja estrutura foi montada no Setor Central do Gama, próximo à rodoviária. Durante o lançamento da 18ª edição do GDF na Sua Porta, a governadora enfatizou: “O mais importante desse programa é que ele traz todas as secretarias e fica durante uma semana aqui na cidade com todos os serviços públicos” | Foto: Matheus Borges/Agência Brasília “O mais importante desse programa é que ele traz todas as secretarias [do GDF] e fica durante uma semana aqui na cidade com todos os serviços públicos; aproxima muito o governo do cidadão para que a gente possa ouvir onde e o que nós precisamos melhorar”, comentou a chefe do Executivo, ressaltando a disponibilidade de serviços como vacinação, implante de métodos contraceptivos (Implanon) e castração de animais. Ela citou a oferta de serviços como vacinação, implante de métodos contraceptivos (Implanon) e castração de animais. Também é destaque, nesta edição do programa, a construção de um Centro de Educação de Primeira Infância (Cepi) na EQ 5/11, que atenderá a 188 crianças de 4 meses a 3 anos de idade em tempo integral, com investimento de aproximadamente R$ 5 milhões. “Acho que essa política pública tem que estar na porta da casa do cidadão, e nós não temos falta de vagas [em creches]”, afirmou Celina. “Temos o Cartão Creche, mas não paramos de construir as nossas próprias creches para a gente ter uma rede própria que possa atender nossas crianças.” A cerimônia de assinatura das ordens de serviço — 18 para o Gama e nove para a Ponte Alta — foi realizada na Administração Regional do Gama. Para a Ponta Alta, foram as primeiras ordens de serviço assinadas desde que o local se tornou a 37ª região administrativa (RA) do Distrito Federal, em 3 de julho deste ano. Serviços para a população A comerciante Isabel da Silva elogiou os serviços: “Quando você tem um movimento desse, que você pode encontrar várias coisas num só lugar, ajuda muito” Quem aproveitou os serviços disponíveis foi a comerciante Isabel Cristina da Silva, de 47 anos. Mãe de um filho autista, ela foi ao evento em busca de informações que pudessem contribuir para o tratamento do menino e aproveitou também outros serviços oferecidos no local. “Peguei absorventes aqui”, relatou. “O pessoal me abordou, perguntaram se eu tinha interesse e eu falei que sim”.   Para a comerciante, iniciativas que reúnem diferentes serviços em um só lugar são importantes para a população. “O Gama estava muito abandonado nessa área de acolhimento da população; então, quando você tem um movimento desse, que você pode encontrar várias coisas num só lugar, ajuda muito”, avaliou. Rosana Reis, recepcionista: “É mais perto de casa, a gente não precisa fazer vários deslocamentos para poder ter acesso a esses serviços” Desempregada há mais de um ano, a recepcionista Rosana Reis, 59, conseguiu uma entrevista de emprego um dia antes do lançamento do programa na cidade. Ela soube do evento por meio da agência do trabalhador e aproveitou a oportunidade para acessar outros serviços oferecidos no local. “Hoje eu consegui uma cesta básica e já vou ali fazer um exame de vista”, comentou. “É muito bom esse tipo de evento aqui. É mais perto de casa, a gente não precisa fazer vários deslocamentos para poder ter acesso a esses serviços”. O programa Criado em março deste ano como primeiro ato oficial da governadora Celina Leão, o GDF na Sua Porta leva gabinetes móveis e serviços públicos às regiões administrativas. A iniciativa ouve os moradores, identifica prioridades locais e articula a atuação de órgãos e entidades para atender às demandas apresentadas. Com o Gama e a Ponte Alta, o programa chega à 18ª edição. Ao todo, a governadora assinou 397 ordens de serviço para obras e manutenção da infraestrutura urbana, definidas a partir das demandas da população e do levantamento feito pelas administrações regionais. Veja abaixo as ordens de serviço assinadas até o momento. Itapoã: 17 Paranoá: 30 Riacho Fundo II: 31 Samambaia: 27 Colônia Agrícola 26 de Setembro: 9 Ceilândia: 35 Planaltina: 24 Plano Piloto: 21 São Sebastião: 17 Recanto das Emas: 15 Estrutural: 19 Sobradinho I e II: 35 Sol Nascente/Pôr do Sol: 19 Taguatinga: 17 Guará: 20 Santa Maria: 18 Brazlândia: 16 Gama e Ponte Alta: 27 Confira a lista completa de ordens de serviço assinadas para o Gama e para a Ponte Alta. Gama: 18 Implantação e manutenção de 7 pontos de encontro comunitário (PECs): R$ 338 mil Implantação e reforma de 3,9 km de calçadas: R$ 1,5 milhão Implantação de 2 parquinhos em novo modelo: R$ 590 mil Reforma de quadra poliesportiva: R$ 250 mil Implantação de 9 novos pontos do programa De Cara Nova: R$ 180 mil Implantação de 31 novos redutores de velocidade: R$ 121,5 mil Reforma de 8 praças: R$ 80 mil Reforma de 1.700 m² de área gramada: R$ 50 mil Reparo asfáltico com fresagem em cerca de 3,5 km de vias: R$ 5,6 milhões Implantação de pista de cooper na Praça do Castelinho: R$ 600 mil Recuperação e implantação de meios-fios: R$ 199 mil Realização de podas de árvores Consertos de buracos em vias: R$ 1 milhão Construção de muro de arrimo no Setor Norte: R$ 250 mil Implantação de rede de água tratada no Lote 3 do Engenho das Lages Interligação de Estação de Tratamento de Água (ETA): R$ 149 mil Implantação de iluminação em LED na nova Feira dos Goianos ao lado da UPA, na Quadra 2 do Setor Norte e na Praça 4 do Setor Sul Construção de Centro de Educação da Primeira Infância - R$ 5 milhões. Ponte Alta: 9   Implantação de 2 PECs: R$ 300 mil Implantação de 1 parquinho em novo modelo: R$ 390 mil Implantação de 3 novos redutores de velocidade: R$ 31 mil Implantação de calçadas Implantação de rede de água tratada no Residencial Paraíso Realização de podas de árvores Implantação de iluminação em LED nos conjuntos S, R e N do Residencial Paraíso e na Avenida Buritis, nas proximidades do balão do São Francisco, na Ponte Alta Norte Criação e adequação de bolsões de retenção de águas pluviais na Ponte Alta Norte: R$ 1 milhão; Recuperação e manutenção de estradas rurais da Ponte Alta: R$ 300 mil.  

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Celina Leão anuncia ampliação do Cartão Creche para crianças de 4 e 5 anos

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A governadora Celina Leão anunciou nesta quarta-feira (2/9) que o Cartão Creche será ampliado para crianças de 4 e 5 anos a partir do próximo ano. A medida foi definida durante reunião com proprietárias de creches credenciadas ao programa e a deputada distrital Jaqueline Silva, no Salão Nobre do Palácio do Buriti. “Foi feito o pedido de dimensionamento para ver qual é o impacto financeiro e quantas vagas conseguimos gerar imediatamente. Acredito que, fazendo uma estrutura entre os Cepis [centros de educação da primeira infância], as creches conveniadas e as instituições que participam do Cartão Creche, nós vamos conseguir atender”, afirmou. Celina Leão explica que o estudo de impacto financeiro da ampliação do Cartão Creche está sendo feito para saber "quantas vagas conseguimos gerar imediatamente" | Fotos: Tony Oliveira/ Agência Brasília A ampliação da faixa etária também foi discutida na semana passada, quando o governo recebeu representantes de creches conveniadas à Secretaria de Educação (SEEDF). Na ocasião, foi determinado um estudo para dimensionar a demanda e verificar quantas novas vagas poderiam ser disponibilizadas nas diferentes modalidades de atendimento da rede.  “Hoje são 11.131 atendimentos e 14.835 vagas ofertadas. Temos 3.679 vagas disponíveis. Esse programa ganhou uma escala marcante e agora tem potencial de se ampliar. Temos que começar a discutir como deixar de olhar só para a creche e olhar também para a pré-escola”, afirmou o secretário de Educação, Thiago Peixoto.  Próximos passos  Thiago Peixoto, secretário de Educação: "Temos que começar a discutir como deixar de olhar só para a creche e olhar também para a pré-escola" Outra demanda apresentada pelas instituições credenciadas ao programa foi a mudança da data de pagamento dos recursos do Cartão Creche. Atualmente, o recebimento pode ocorrer após o quinto dia útil em razão do sistema utilizado para processar os pagamentos. “O que nós vamos fazer é desenvolver um novo método para efetuar o pagamento até o dia 5, como todo servidor público e prestadores de serviços recebem. A determinação está feita: nós vamos arrumar um sistema que consiga atender essa forma de recebimento que vocês têm”, garantiu a chefe do Executivo. As instituições também solicitaram a revisão do valor repassado por criança atendida pelo programa. Segundo Celina, o governo abriu diálogo com os representantes das creches para avaliar a possibilidade de repactuação. “Vou pedir também a abertura de um estudo e um grupo de trabalho para a gente ver o impacto disso nos cofres públicos”, disse a governadora. Sobre o benefício O Cartão Creche é uma das modalidades utilizadas pelo GDF para ampliar a oferta de vagas na educação infantil. Por meio do programa, famílias podem utilizar o benefício em instituições particulares credenciadas.  

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Governadora visita obras do novo Cepi do Taquari, que conta com investimento de R$ 8 milhões

O Governo do Distrito Federal (GDF) prepara a estreia de uma unidade do Centro de Educação para Primeira Infância (Cepi) no Setor Habitacional Taquari. A governadora Celina Leão visitou as obras da nova estrutura nesta segunda-feira (20/7) para verificar o progresso do trabalho. Com investimento de R$ 8 milhões, o espaço de 1.637 metros quadrados tem capacidade para atender 188 crianças de 4 meses a 3 anos em tempo integral. O projeto padrão inclui edificação térrea com dez salas de atividades, fraldários, lactário, refeitório, pátio coberto e playground. Celina Leão inspeciona as obras: pela primeira vez, Taquari terá uma creche pública | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Durante a visita, a governadora Celina Leão falou sobre a importância da entrega para a comunidade: “Começamos a agenda de hoje por esta creche aqui no Taquari, que nunca havia recebido esse equipamento público, e está quase pronta. Em setembro, nós vamos entregar esse equipamento”. O novo Cepi reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) com a educação infantil. Com a ampliação da rede e o esforço concentrado, foi possível atender toda a demanda por vagas em creches, com oferta para todas as crianças que aguardavam na fila. Em parte dos casos, porém, as vagas disponibilizadas não foram aceitas pelas famílias, principalmente por questões de localização. Construção Alinhado ao padrão do FNDE , novo Cepi vai contar com todos os recursos de acessibilidade  A nova estrutura também terá parquinho, pátio descoberto, arena com arquibancada, duchas infantis, guarita com sanitário, paraciclo, torneiras de jardim, grelhas para captação de água pluvial, castelo-d’água, central de gás, horta escolar, canteiros e área verde com tratamento paisagístico, além de estacionamento com vagas reservadas para pessoas com deficiência (PcD), idosos, motos e embarque/desembarque.  Seguindo o padrão do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), o projeto prevê, ainda, salas multiúso e de direção, secretaria, sala de professores, solários, sala de amamentação, cozinha, despensa, rouparia, lavanderia, vestiários e copa para os funcionários. “São apenas alguns detalhes faltando, seguindo nosso compromisso de levar o atendimento e a oferta educacional para essa etapa da educação básica, cada vez mais próximo das residências das famílias” Iêdes Braga, secretária de Educação Durante a visita, a secretária de Educação, Iêdes Braga, ressaltou que a nova creche deve ter a oferta de vagas iniciada de imediato a partir da inauguração. “Nossa expectativa é retornar aqui em setembro já para a inauguração”, reforçou.  “São apenas alguns detalhes faltando, seguindo nosso compromisso de levar o atendimento e a oferta educacional para essa etapa da educação básica, cada vez mais próximo das residências das famílias”, prosseguiu a secretária. “A obra sendo entregue, inaugurada, a gente tem o processo de convocação para a OSC [Organização da Sociedade Civil], que vai gerenciar, e as inscrições serão feitas nos mesmos moldes das demais creches: pela região de ensino [o Cepi do Taquari ficará sob responsabilidade da Coordenação Regional de Ensino do Plano Piloto], pelo 156 ou, ainda, pelo site da Secretaria de Educação.” Esforço educacional A ampliação da rede de educação infantil tem sido uma das frentes do GDF para atender crianças desde os primeiros anos de vida e apoiar a rotina das famílias. De 2019 até agora, o governo construiu e inaugurou 28 Cepis em diferentes regiões administrativas, além de ampliar o atendimento por instituições parceiras e pelo Cartão Creche. A demanda por vagas em creches é dinâmica e se renova ao longo de todo o ano. O movimento ocorre tanto pela progressão natural das crianças entre as etapas de ensino — o que libera novos espaços na rede — quanto pela entrada constante de novas inscrições. A ampliação da oferta, com a abertura de unidades e a expansão de convênios, também contribui para aumentar a capacidade de atendimento. Nesse cenário, com a entrega de 28 Cepis e a ampliação do Cartão Creche, que garante vagas em instituições credenciadas, a permanência de crianças na chamada lista de espera não está relacionada, atualmente, à falta de oferta na rede pública. Em parte dos casos, a vaga é oferecida em uma unidade com disponibilidade, mas acaba sendo recusada pela família por não atender à localização desejada, como a proximidade da residência ou do trabalho. Pelo critério atual de acesso, definido em acordo com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), a recusa pode levar à retirada da criança da lista, com possibilidade de nova inscrição no ano seguinte. A medida busca tornar o preenchimento das vagas mais eficiente e priorizar o atendimento às famílias que aceitam as vagas ofertadas. 

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Atualize o cadastro da criança para ter direito ao Cartão Creche

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Pais e responsáveis por crianças de até 3 anos e 11 meses que precisam de uma vaga em creche no Distrito Federal podem ter acesso ao Cartão Creche quando não há disponibilidade na rede pública de ensino. Para receber o benefício, a criança deve estar inscrita e com cadastro validado na fila da educação infantil, atender aos critérios estabelecidos e aguardar a classificação. O primeiro passo é solicitar o atendimento pelo telefone 156 ou pelo Portal do Cidadão. Caso não haja disponibilidade na rede pública, a criança poderá ser encaminhada a uma instituição privada credenciada. Benefício é garantido na rede pública de ensino, mediante o preenchimento de alguns requisitos básicos | Foto: Divulgação Após essa etapa, o responsável deve comparecer à unidade de planejamento da Coordenação Regional de Ensino (CRE) indicada para validar o cadastro. É necessário apresentar os documentos originais e cópias, entre eles, Certidão de Nascimento ou documento de identidade da criança, CPF da criança, documento de identificação do responsável, comprovante de residência ou de trabalho, caderneta de saúde com tipagem sanguínea e demais documentos exigidos conforme a situação familiar. Participação em programas sociais e situação de vulnerabilidade são algumas situações que compõem os critérios de prioridade para obter o cartão Para ter direito ao Cartão Creche, a criança também não pode estar matriculada em unidade pública ou instituição parceira, nem receber outro auxílio-creche por meio dos pais ou responsáveis. Em alguns casos, são solicitados documentos que comprovem critérios de prioridade previstos no Manual de Procedimentos para Atendimento à Educação Infantil – Creche, como participação em programas sociais, medida protetiva, situação de vulnerabilidade, risco nutricional ou vínculo empregatício da mãe. Como funciona Depois do encaminhamento, o responsável deve efetivar a matrícula na instituição indicada. Em seguida, os dados são enviados ao banco para emissão do Cartão Creche. Após retirar o cartão, o beneficiário precisa habilitá-lo pelo aplicativo. O cartão serve exclusivamente para o pagamento da mensalidade da instituição credenciada onde a criança está matriculada. Os valores do benefício seguem as regras estabelecidas pela Portaria nº 114/2026, que prevê reajuste anual pelo IPCA, e pelo Decreto nº 47.394, de 30 de junho de 2025. Acompanhamento da fila As famílias podem consultar a posição da criança na fila de espera, com o nome completo e a data de nascimento. Quando o benefício pode ser cancelado O Cartão Creche pode ser suspenso ou cancelado caso a frequência escolar da criança fique abaixo de 75%, haja uso irregular do benefício, descumprimento das regras do programa pelo responsável ou perda dos requisitos para participação, como o alcance da idade limite. Nessas situações, a regularização deve ocorrer junto à CRE responsável pelo acompanhamento do beneficiário. 

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Painel discute relação entre assistência social e educação

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) participou, nesta quarta-feira (4), da 2ª edição do Fórum Movimente, evento promovido pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal (Sebrae-DF) que incentiva o empreendedorismo feminino e reúne lideranças comprometidas com o fortalecimento da autonomia das mulheres. A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, integrou o painel “Assistência social e educação como garantias de direitos”, ao lado da primeira-dama Mayara Noronha Rocha e da secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. O debate evidenciou o papel estratégico das políticas públicas na ampliação da autonomia financeira feminina e na consolidação de oportunidades concretas para a transformação social.  Hélvia Paranaguá: "Firmamos essa parceria para ampliar a formação de mulheres que desejam atuar na área de vestuário. Elas terão acesso à capacitação, apoio para compra de máquinas, linha de crédito e acompanhamento do Sebrae" | Foto: André Amendoeira/SEEDF Durante o evento, realizado no Royal Tulip Brasília Alvorada, foi assinado um protocolo de intenções com o Sebrae, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e a Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra) para ampliar ações de qualificação profissional e geração de renda. A iniciativa fortalece o Cartão Uniforme Escolar, previsto na Lei nº 7.745/2025, que garante a compra de uniformes para estudantes da rede pública de ensino. “Firmamos essa parceria para ampliar a formação de mulheres que desejam atuar na área de vestuário. Elas terão acesso à capacitação, apoio para compra de máquinas, linha de crédito e acompanhamento do Sebrae. É uma união de esforços para garantir oportunidade e autonomia”, afirmou Hélvia. Celina Leão: "É uma alegria saber que há costureiras faturando quase R$ 2 mil por semana. Isso significa mais emprego e renda no Distrito Federal" A vice-governadora Celina Leão também participou da assinatura e destacou a evolução do setor produtivo no atendimento à rede pública. “No início, havia receio de que o setor não conseguisse atender a rede pública. Hoje vemos o setor de vestuário preparado. É uma alegria saber que há costureiras faturando quase R$ 2 mil por semana. Isso significa mais emprego e renda no Distrito Federal”, ressaltou. Assistência social e educação Durante o painel, Mayara Noronha Rocha reforçou que o empreendedorismo precisa caminhar junto com políticas de proteção social, especialmente para mulheres em situação de vulnerabilidade. Segundo ela, medidas como transporte gratuito para registrar ocorrência, buscar apoio jurídico ou participar de cursos de capacitação têm ampliado a dignidade e a independência feminina. "É importante ver tantas mulheres empreendedoras aqui, mas também precisamos apoiar aquelas que vivem em situação de vulnerabilidade. Temos ações como passagem gratuita e cursos com bolsa para garantir autonomia financeira" Mayara Noronha Rocha, primeira-dama do DF “É importante ver tantas mulheres empreendedoras aqui, mas também precisamos apoiar aquelas que vivem em situação de vulnerabilidade. Temos ações como passagem gratuita e cursos com bolsa para garantir autonomia financeira”, afirmou. Na mesma linha, Ana Paula Marra destacou que falar em empreendedorismo exige, antes, assegurar condições mínimas de sobrevivência. “É impossível falar de empreendedorismo para quem não tem o que comer em casa. O Estado precisa garantir o mínimo para que essa mulher tenha a oportunidade de sonhar”, disse. Educação e oportunidades O evento contou com a participação da primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha, e da secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra Ao abordar a conexão entre educação e oportunidades, Hélvia Paranaguá defendeu maior presença feminina nos espaços de decisão e lembrou que políticas educacionais também são instrumentos de emancipação. “Precisamos abrir mais espaço para as mulheres nos lugares de poder. E é importante lembrar: creche é educação. É um direito da criança e da mãe, seja para trabalhar ou estudar”, apontou. A secretária apresentou ainda dados sobre o Cartão Creche no Distrito Federal, que disponibiliza atualmente 6.300 vagas, com cerca de 4 mil crianças já em processo de encaminhamento. [LEIA_TAMBEM]Alunas na ciência O evento também foi marcado pelo reconhecimento internacional de estudantes do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 111, no Recanto das Emas. A escola está entre as três finalistas de uma premiação global realizada nos Emirados Árabes Unidos com um projeto voltado para o reaproveitamento de água e o uso de energia solar. “Mais de 8 mil escolas no mundo participaram, e uma escola pública do Distrito Federal está entre as finalistas. Isso mostra que, quando a política pública chega e há gestores comprometidos, o resultado aparece”, afirmou a secretária Hélvia Paranaguá. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)  

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Saiba como ter acesso aos cartões Creche, Material Escolar e Uniforme da rede pública do DF

Com o início do ano letivo da rede pública do Distrito Federal marcado para fevereiro, famílias podem contar com três benefícios importantes para garantir o acesso e a permanência dos estudantes na escola: os cartões Creche, Material Escolar e Uniforme Escolar. Os auxílios são coordenados pela Secretaria de Educação (SEEDF) e atendem a públicos distintos, desde a primeira infância até o ensino médio, com concessão automática ou mediante solicitação. Os programas atuam em frentes diferentes, mas complementares. Enquanto o Cartão Creche amplia o acesso à educação infantil, o Cartão Material Escolar e o Cartão Uniforme Escolar asseguram que estudantes já matriculados tenham condições adequadas para adquirir itens essenciais para o início das atividades escolares. Na prática, as medidas ajudam a reduzir desigualdades, promovem autonomia dos alunos e fortalecem o vínculo com a escola desde o começo do ano letivo. Confira, nesta matéria elaborada pela Agência Brasília, as principais dúvidas sobre cada um dos benefícios. Os cartões Creche, Material Escolar e Uniforme Escolar garantem o acesso e a permanência dos estudantes do Distrito Federal na escola | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Cartão Creche: mais acesso à educação infantil Criado para atender à demanda por vagas na educação infantil, o Cartão Creche é um auxílio financeiro mensal destinado ao pagamento de mensalidades em creches privadas credenciadas, enquanto a criança aguarda vaga na rede pública. O benefício atende a alunos de 4 meses a 3 anos e 11 meses e tem valores que variam conforme a etapa: R$ 1.472,46 para berçário I; R$ 1.051,76 para berçário II; e R$ 920,29 para maternal I e II. Para solicitar, o responsável legal deve fazer a pré-inscrição pelo telefone 156 ou pelo Portal Cidadão. Em seguida, é necessário comparecer à Unidade Regional de Planejamento Educacional e Tecnologia na Educação da Coordenação Regional de Ensino escolhida, com documentos da criança e do responsável, como certidão de nascimento, CPF, comprovante de residência e caderneta de saúde. As solicitações entram em um cadastro único e são classificadas conforme critérios sociais e tempo de espera. [LEIA_TAMBEM]Entre janeiro e novembro de 2025, o Cartão Creche impactou a vida de mais de 87 mil beneficiários. Para isso, o GDF investiu R$ 85.357.864,70. Segundo a subsecretária de Apoio às Políticas Educacionais, Fernanda Matheus, o benefício cumpre um papel estratégico. “Quando a gente fala do Cartão Creche, ele vem para realmente diminuir as filas de espera nas creches. Mesmo sendo uma instituição privada, a gente consegue inserir nossos alunos por meio do programa”, explicou. De 2019 para cá, a lista de espera caiu de 24 mil para cerca de 1,5 mil crianças — todas com previsão de atendimento para 2026. Isso só foi possível graças ao trabalho deste Governo do Distrito Federal na construção de novas creches, na ampliação da rede pública e no fortalecimento do Cartão Creche. O Cartão Creche atende alunos de 4 meses a 3 anos e 11 meses e tem valores que variam conforme a etapa: R$ 1.472,46 para berçário I; R$ 1.051,76 para berçário II; e R$ 920,29 para maternal I e II | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Cartão Material Escolar: mais autonomia e igualdade O Cartão Material Escolar concede um crédito anual para compra exclusiva de materiais em papelarias credenciadas. O benefício é automático para estudantes de 4 a 17 anos matriculados na rede pública e pertencentes a famílias beneficiárias do Bolsa Família. Os valores são de R$ 320 para educação infantil e ensino especial e de R$ 240 para o ensino médio. Não é necessário fazer solicitação; basta que o estudante esteja matriculado e com os dados atualizados. O cartão físico deve ser retirado no Banco de Brasília, após consulta no aplicativo GDF Social, mediante apresentação de documento com foto e CPF. Para Fernanda Matheus, o impacto vai além do apoio financeiro. “O material escolar é um benefício que traz um reconhecimento para o aluno na questão de conseguir escolher o próprio material. Ele vai até a papelaria e compra o caderno que quer, do personagem que quer. O aluno passa a ter o mesmo material que aquele que compra no particular”, acrescentou a subsecretária. Em 2025, o Cartão Material Escolar beneficiou mais de 167 mil alunos, demandando um investimento de R$ 51.524.160 por parte deste GDF. O Cartão Material Escolar concede um crédito anual para compra de materiais em papelarias credenciadas | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Cartão Uniforme Escolar: mais pertencimento Recentemente anunciado pelo governador Ibaneis Rocha, o Cartão Uniforme Escolar começa a ter vigência no ano letivo de 2026. Ele é concedido automaticamente a todos os estudantes matriculados na educação básica da rede pública do DF, desde que os dados estejam atualizados na escola. Para 2026, o valor é de R$ 282,99 por estudante, destinado exclusivamente à compra das peças em malharias credenciadas. A retirada do cartão é feita no BRB, mediante apresentação de documento com foto e CPF do responsável. De acordo com a subsecretária, a entrega dos cartões começou em 22 de dezembro e segue até 21 de janeiro. Já o crédito estará disponível a partir do dia 26, garantindo tempo hábil antes do início das aulas, marcado para 12 de fevereiro. “O uniforme traz essa garantia de pertencimento ao aluno, porque ele vai experimentar a própria roupa, não vai ficar folgada ou pequena, e vai fazer os ajustes necessários”, explicou Fernanda Matheus. A previsão é que o Cartão Uniforme Escolar atenda todos os 442,3 mil alunos da rede pública de ensino. Para implementar o programa, este GDF prevê investir R$ 125.187.984,24 em 2026. Em 2026, o Cartão Uniforme Escolar vai conceder R$ 282,99 por estudante, destinado à compra das peças em malharias credenciadas | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília É possível acumular? O Cartão Creche não é acumulável com os demais, pois é destinado exclusivamente à primeira infância. Já os cartões Material Escolar e Uniforme podem ser utilizados conjuntamente, desde que o estudante atenda aos critérios de cada programa. A Secretaria de Educação orienta que as famílias mantenham sempre os dados atualizados nas escolas e nos sistemas oficiais para garantir o acesso aos benefícios, que têm papel fundamental na inclusão, no bem-estar e na permanência dos estudantes na rede pública de ensino do Distrito Federal.

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Educação no DF ganha novo fôlego com ampliação de vagas, valorização de professores e investimentos em infraestrutura

Desde 2019, o Governo do Distrito Federal (GDF) tem transformado a educação pública em uma das áreas que mais avançaram na capital. A expansão de vagas, o fortalecimento da rede e a valorização dos profissionais estão entre as principais marcas de uma política que começa nas creches e segue até o ensino superior, ou seja, atende todo o ciclo educacional. Hoje, mães e pais podem trabalhar tranquilos sabendo que seus filhos têm vagas garantidas em creches e escolas próximas de casa. A fila da educação infantil, que antes ultrapassava 24 mil crianças, caiu para cerca de 3,5 mil — e deve ser zerada até 2026. O Cartão Creche e a construção de novos centros de educação da primeira infância (Cepis) têm papel fundamental nesse avanço. A melhoria também chega às salas de aula. Nos últimos anos, o GDF contratou mais de 12 mil profissionais da educação, entre eles 6 mil professores, garantindo reforço à rede e qualidade no atendimento. A categoria também foi valorizada, com reajuste salarial de 18% e incorporação da gratificação ao vencimento. Nos últimos anos, o GDF contratou mais de 12 mil profissionais da educação, entre eles 6 mil professores | Foto: Divulgação Para as famílias, o apoio vai além do ensino. O Cartão Material Escolar já beneficia 200 mil alunos, garantindo o acesso a itens essenciais e estimulando a economia local. E para os jovens, as novas Escolas Técnicas de Brazlândia, Santa Maria e Paranoá, além da criação da primeira universidade pública distrital, a Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF), abriram novas perspectivas de futuro sem que precisem sair do DF. A capital também conquistou um marco histórico: a menor taxa de analfabetismo do Brasil. O resultado é fruto de políticas contínuas de alfabetização e qualificação, voltadas a quem busca uma nova oportunidade de aprendizado. Com escolas novas, profissionais valorizados e programas que unem cuidado e oportunidade, este GDF mostra que a educação pública está mais forte, moderna, humana e pronta para o futuro.

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Cartão Creche dobra número de atendidos em quatro anos e chega a 10 mil crianças beneficiadas

De segunda a sexta, Patrícia Lemos, moradora de Ceilândia Norte, leva o filho Joaquim, de 4 anos, a uma creche credenciada junto ao Governo do Distrito Federal (GDF) perto de casa às 7h30. Às 16h, ele volta descansado e cheio de histórias para contar. Durante o período na creche, Joaquim faz cinco refeições, toma banho, dorme e brinca com os coleguinhas. Desde novembro de 2024, essa rotina só é possível graças ao Cartão Creche. “Eu fiquei sabendo do Cartão Creche por meio do site do GDF e corri atrás para ser contemplada. No mesmo dia, consegui a vaga. Foi muito bom porque agora eu consigo trabalhar e cuidar da casa. Aqui tem nutricionistas, professores e ele aprende muito. Eu vejo que o Joaquim está mais esperto, alegre, extrovertido e interage bem com as outras crianças”, conta a mãe. Programa em expansão A história de Patrícia faz parte de uma transformação que vem crescendo em todo o Distrito Federal. O programa praticamente dobrou o número de atendidos em quatro anos: passou de 5.174, em 2021, para 9.862 em agosto deste ano. No total, 33.718 crianças já foram contempladas desde o início da iniciativa. Patrícia Lemos, moradora de Ceilândia Norte, com o filho Joaquim, de 4 anos: durante o período na creche, o garoto faz cinco refeições, toma banho, dorme e brinca com os coleguinhas. Desde novembro de 2024, essa rotina só é possível graças ao Cartão Creche Para a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, o Cartão Creche representa uma conquista importante para as famílias do Distrito Federal. “Desde sua implementação, em 2021, o programa ampliou significativamente o número de vagas, garantindo acesso à educação infantil de qualidade, próxima à residência das crianças”, afirma a secretária. Os investimentos acompanharam a expansão: saltaram de R$ 20,3 milhões, em 2021, para R$ 56,7 milhões até agosto deste ano. “No primeiro ano de atendimento, eram 41 creches cadastradas e 5.174 crianças matriculadas. Hoje, são 120 unidades credenciadas e 12.146 vagas ofertadas. Esse esforço conjunto entre a Secretaria de Educação, a Secretaria de Desenvolvimento Social e as instituições parceiras reforça o compromisso do GDF em reduzir a fila por uma vaga em creche e assegurar o direito à educação desde os primeiros anos de vida”, destacou a secretária. Vagas ampliadas Quando assumiu o governo em 2019, Ibaneis Rocha teve a ideia de criar o Cartão Creche para, junto das instituições privadas, conseguir diminuir e, futuramente, zerar a fila por vagas no ensino infantil, que era próxima de 26 mil alunos à época. Hoje, esse número caiu para 2.482 crianças. “Desde sua implementação, em 2021, o programa ampliou significativamente o número de vagas, garantindo acesso à educação infantil de qualidade, próxima à residência das crianças” Hélvia Paranaguá, secretária de Educação do Distrito Federal O benefício se tornou política pública em 2022, por meio da Lei Distrital nº 7.064. Ele é concedido mensalmente no valor de R$ 920 (para maternal I e II), R$ 1.051 (para berçário II) e R$ 1.472 (para berçário I) para o pagamento da mensalidade das instituições de ensino habilitadas. Quem pode pedir o Cartão Creche? Têm direito ao benefício as crianças de 4 meses a 3 anos e 11 meses de idade — já completados ou a completar até 31 de março do ano em que o benefício for concedido —, que estejam inscritas no Cadastro de Solicitação de Vagas em Creches da Coordenação Regional de Ensino (CRE). A pré-inscrição é feita pelo telefone da Central 156, via Sistema Telematrícula. Após o cadastro, o responsável legal deve apresentar a documentação necessária na Coordenação Regional de Ensino (CRE) da região onde deseja a vaga. A inscrição será validada e homologada após a entrega dos documentos. A criança entrará na fila de espera, de acordo com a pontuação e critérios de ranqueamento descritos no Manual de Procedimentos. Cada criança contemplada recebe um cartão magnético individual, emitido em seu nome conforme os dados cadastrados no sistema de gestão escolar. O valor creditado mensalmente será correspondente ao atendimento prestado pela instituição educacional parceira onde a criança estiver matriculada.

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Cartão Creche: Saiba quem tem direito e como pedir o benefício para educação infantil

O Governo do Distrito Federal (GDF) segue investindo para garantir educação de qualidade para a população. Um dos instrumentos é o Cartão Creche, benefício criado em 2020 e efetivado em 2021, que virou política pública em 2022 por meio da Lei Distrital nº 7.064. O programa permite o acesso a crianças de 4 meses a 3 anos e 11 meses ao ensino infantil em instituições privadas, reduzindo a fila de espera na rede pública. Só no primeiro semestre deste ano, foram disponibilizadas 10.809 vagas, com 8.963 crianças já matriculadas. O benefício é concedido mensalmente no valor de R$ 920 (para Maternal I e II), R$ 1.051 (para Berçário II) e R$ 1.472 (para Berçário I) para o pagamento da mensalidade das instituições de ensino habilitadas. Atualmente, o DF conta com 109 estabelecimentos credenciados pela Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) que gere o programa em conjunto com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes). A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, destaca a importância do Cartão Creche para o desenvolvimento educacional saudável e integral das crianças. “O Cartão Creche é uma forma de apoiar as famílias para que elas possam confiar que seus filhos estão em um lugar seguro, com cuidado e estímulo adequados. Garantir essa atenção nos primeiros anos é investir em uma base para o futuro de toda a nossa comunidade escolar”, afirma. O programa permite o acesso a crianças de 4 meses a 3 anos e 11 meses ao ensino infantil em instituições privadas, reduzindo a fila de espera na rede pública | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília A titular da pasta ainda acrescenta o papel do benefício para as famílias: “Isso não ajuda somente no desenvolvimento das crianças, mas também dá às mães e pais a chance de seguir trabalhando ou estudando, sabendo que seus pequenos estão bem amparados”. Como funciona Têm direito ao auxílio às crianças de 4 meses a 3 anos e 11 meses de idade – já completados ou a completar até 31 de março do ano em que o benefício for concedido –, que estejam inscritas no Cadastro de Solicitação de Vagas em Creches da Coordenação Regional de Ensino (CRE). A pré-inscrição ocorre por meio de contato com a Central 156, via Sistema Telematrícula. Após o cadastro, o responsável legal deve apresentar a documentação necessária na Coordenação Regional de Ensino (CRE) da região onde deseja a vaga. A inscrição será validada e homologada após a entrega dos documentos. A criança passará, então, a constar na fila de espera, de acordo com a pontuação e critérios de ranqueamento descritos no Manual de Procedimentos. Cada criança contemplada recebe um cartão magnético individual, emitido em seu nome conforme os dados cadastrados no sistema de gestão escolar. O valor creditado mensalmente será correspondente ao atendimento prestado pela instituição educacional parceira onde a criança estiver matriculada.

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Governo reajusta em até 60% valores dos repasses para custear alunos do berçário nas creches do DF

O governador Ibaneis Rocha assinou, nesta segunda-feira (30), um decreto que atualiza os valores de repasse por aluno às instituições educacionais parceiras da rede pública de ensino. O reajuste será de 59,99% para o Berçário I (R$ 1.663) e de 14,28% para o Berçário II (R$ 1.188), que acolhem alunos de até 2 anos e possuem custos mais elevados em função da necessidade de maior número de profissionais por criança. Já para Maternal I e II, os valores permanecem os mesmos (R$ 1.039). Decreto que atualiza os valores de repasse por aluno às instituições educacionais parceiras da rede pública de ensino foi assinado nesta segunda (30) | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Para o Cartão Creche, os valores creditados também passam por ajuste, de mesmo percentual, para o Berçário I (R$ 1.472) e de 14,28% para o Berçário II (R$ 1.051), que acolhem alunos de até 2 anos e possuem custos mais elevados em função da necessidade de maior número de profissionais por criança. Já para Maternal I e II, os valores foram ajustados de acordo com o IPCA anual (R$ 920). O objetivo é ampliar o acesso à educação infantil e tornar mais atrativa e justa a parceria com as instituições privadas. Assim, o Governo do Distrito Federal (GDF) também oferece melhores condições aos funcionários e alunos, avançando para zerar a fila de espera por vagas em creches públicas para bebês e crianças de até 5 anos.  Quando assumiu o governo em 2019, Ibaneis Rocha teve a ideia de criar o Cartão Creche para, junto das instituições privadas, conseguir diminuir e, futuramente, zerar a fila por vagas no ensino infantil, que era próxima de 26 mil alunos à época.  “Essa é, para mim, uma das pautas mais importantes, porque atinge diretamente as famílias do Distrito Federal. Tivemos a grata satisfação de ter criado esse cartão, trazendo a força do privado para nos auxiliar nessa missão tão importante que é cuidar das nossas crianças. Agora, com o aperfeiçoamento dessa legislação, temos certeza de que teremos mais parceiros privados para conseguir alcançar o nosso objetivo de, até dezembro, acabar com toda a fila por creches do DF”, ressaltou o governador Ibaneis Rocha.   [LEIA_TAMBEM]Os novos percentuais de repasse se aplicam aos contratos firmados nos editais de chamamento público nº 42/2022 (para Centros de Educação da Primeira Infância), nº 43/2022 (para instituições com edificações próprias), e nº 03/2022 (Cartão Creche, operado por meio do Banco Regional de Brasília). Os recursos são oriundos da Secretaria de Educação e serão destinados para o custeio das vagas ofertadas às crianças de até 5 anos. Há uma expectativa de que, com o reajuste, mais instituições habilitem-se para atender a demanda por vagas na educação infantil em todas as regiões do DF. “Essa é uma queixa antiga que tínhamos dos donos de creches parceiras, da per capita ser única. Porque o custo do bebê, do berçário, é muito mais alto do que o da criança do maternal, que já está desfraldada, que já come sozinha, que vai ao banheiro sem precisar de ajuda. Então, a gente começou a estudar para ver o aumento per capita. Com esse reajuste, a gente atende às instituições para que eles possam cada vez mais ofertar uma educação infantil de qualidade”, explicou a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá.

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