Centro Pop Taguatinga ganha horta medicinal comunitária
O Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro Pop) de Taguatinga vai realizar, na manhã desta sexta-feira (26), das 9h às 15h, a implantação de uma horta agroflorestal de plantas medicinais em parceria com a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). O objetivo é fortalecer vínculos sociais e comunitários de pessoas em situação de rua, promovendo autonomia, pertencimento e autoestima entre o público. “Já temos um projeto semelhante desenvolvido com sucesso no Centro de Referência de Assistência Social [Creas] de Ceilândia. Agora, sua expansão reflete os esforços do Governo do Distrito Federal para fortalecer direitos básicos à população em situação de rua”, destacou a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. A pasta é a responsável pela gestão dos centros Pop e outras unidades públicas de assistência social do DF. “A assistência social vai além da concessão de benefícios. Nosso intuito é promover, também, a segurança alimentar e nutricional, além de promover o sentimento de pertencimento familiar e comunitário para pessoas em situação de vulnerabilidade e risco social” Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social “A assistência social vai além da concessão de benefícios. Nosso intuito é promover, também, a segurança alimentar e nutricional, além de promover o sentimento de pertencimento familiar e comunitário para pessoas em situação de vulnerabilidade e risco social”, acrescentou. A Rede de Hortos Agroflorestais Medicinais Biodinâmicos integra as Práticas Integrativas em Saúde da Secretaria de Saúde do DF, promovendo saúde, agroecologia e agricultura comunitária. O projeto é implementado em unidades básicas de saúde e outros órgãos do GDF. [LEIA_TAMBEM] Serviço Implantação da Rede de Hortos Agroflorestais Medicinais Biodinâmicos no Centro Pop de Taguatinga Horário: 9h às 15h Endereço: QNF 24 A/E nº 02 Mód. A – Taguatinga Norte *Com informações da Sedes/DF
Ler mais...
Região Sul de Saúde ganha centro de práticas integrativas
A Secretaria de Saúde (SES) acaba de entregar à comunidade o Centro de Referência em Práticas Integrativas da Região Sul de Saúde (Cerpis Sul). Este é o segundo Cerpis do Distrito Federal e vai atender ao público de Santa Maria e do Gama. [Olho texto=”Os moradores da região que quiserem fazer parte do projeto devem procurar a UBS 10 às quartas-feiras para participar das atividades coletivas e então serem encaminhados aos atendimentos individuais” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] O centro está localizado na Unidade Básica de Saúde (UBS) 10 de Santa Maria e dispõe de equipe exclusiva para realização de práticas integrativas com enfermeiros, psicólogos, técnicos em enfermagem, farmacêutico e odontólogo. Entre as práticas disponíveis atualmente no Cerpis Sul, estão automassagem, dança circular, auriculoterapia, Reiki, reflexologia e ventosaterapia. A intenção é ampliar as atividades com a capacitação de mais profissionais de saúde. Auriculoterapia é uma das práticas integrativas oferecidas pela SES I Foto: Sandro Araújo/Arquivo Agência Saúde-DF O Cerpis da Região Sul, inaugurado na última terça (28), é um projeto idealizado há dois anos para atender à comunidade. Nesse período, passou por adaptações, como a alocação de servidores de forma definitiva para implantar e dar início às atividades. Também deve ser implementada uma Farmácia Viva, onde serão cultivadas ervas para produção de medicamentos fitoterápicos. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] De acordo com a gerente do Cerpis Sul, Gracimone Vasconcelos, desde a implantação, em 1° de fevereiro, o centro já realizou atendimentos com diferentes práticas integrativas. “Só no mês de fevereiro, foram realizados cerca de 230 atendimentos de auriculoterapia, 90 de Reiki e atividades coletivas”, explica. Os moradores da região que quiserem fazer parte do projeto devem procurar a UBS 10 às quartas-feiras para participar das atividades coletivas e então serem encaminhados aos atendimentos individuais. As equipes das UBSs podem encaminhar pacientes para os Cerpis diariamente. As práticas integrativas são opções de tratamentos complementares que visam ao bem-estar e ao equilíbrio entre corpo e mente. Atualmente, a SES conta com 17 práticas, entre elas yoga, acupuntura, Reiki e meditação. O primeiro Cerpis foi implantado em Planaltina e atende a Região de Saúde Norte. Confira aqui os locais que disponibilizam as atividades. *Com informações da Secretaria de Saúde
Ler mais...
Rede pública recorre à fitoterapia para promover bem-estar
[Olho texto=”“O objetivo dos hortos medicinais é promover bem-estar, educação em saúde, cultura de paz, mas, acima de tudo, poder ofertar plantas medicinais como recursos terapêuticos seguros e saudáveis para melhoria da qualidade de vida da população do DF, reforçando nossa defesa pelo SUS”” assinatura=”Marcos Trajano, médico de família e comunidade e referência técnica distrital (RTD) de fitoterapia” esquerda_direita_centro=”direita”] Nem todo mundo sabe, mas a Secretaria de Saúde (SES) possui quatro hortos medicinais na rede de unidades da pasta. Foram criados com o objetivo de cultivar plantas que serão utilizadas em procedimentos de saúde, visando agregar fitoterápicos para complementar o tratamento de usuários da rede pública. Os quatro hortos medicinais funcionam na Unidade Básica de Saúde 1 do Lago Norte, na Casa de Parto (São Sebastião) e nas farmácias vivas do Riacho Fundo e do Centro de Referência em Práticas Integrativas (Cerpis), em Planaltina. “O objetivo dos hortos medicinais é promover bem-estar, educação em saúde, cultura de paz, mas, acima de tudo, poder ofertar plantas medicinais como recursos terapêuticos seguros e saudáveis para melhoria da qualidade de vida da população do Distrito Federal, reforçando nossa defesa pelo Sistema Único de Saúde”, explica o médico de família e comunidade Marcos Trajano, referência técnica distrital (RTD) de fitoterapia. O Programa Distrital de Plantas Medicinais, com cultivo biodinâmico, visa expandir os hortos medicinais para as sete regiões de saúde do DF | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde O cultivo biodinâmico de introduzir plantas medicinais em agroflorestas é o embrião do Programa Distrital de Plantas Medicinais, que visa expandir os hortos medicinais para todas as sete regiões de saúde, com a meta de implantar 15 novos hortos até o fim de 2022. Atualmente, 39 unidades já entraram com o processo para a implantação dos hortos medicinais. Até 2024, a intenção é ter 40 unidades em toda a rede. De acordo com Trajano, os hortos medicinais da UBS 1 do Lago Norte, do Cerpis de Planaltina e da Casa de Parto oferecem as plantas medicinais cultivadas para os pacientes, a partir de prescrições de profissionais habilitados. Um dos quatro hortos medicinais do DF, no da UBS 1 do Lago Norte são cultivadas mais de 80 espécies de plantas “Aqui podemos indicar uma planta medicinal para o tratamento de determinadas doenças. Às vezes, será mais acessível e eficaz para o paciente fazer o chá de determinada planta, especialmente quando não há disponibilidade de outra opção de remédio. Na Casa de Parto, cultivamos plantas medicinais que auxiliam no processo de recuperação no pós-parto”, exemplifica. Na UBS 1 do Lago Norte são cultivadas mais de 80 espécies de plantas medicinais diferentes. Além de incentivar serviços ambientais, essa atividade ampliará o conjunto de cultivos no Distrito Federal, promovendo cultura de paz por meio da cooperação entre servidores, gestores e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), ampliando o escopo de ofertas da SES. O cultivo biodinâmico de plantas medicinais em agroflorestas é fruto do desenvolvimento tecnológico entre diversos setores da SES, com participação de entidades da sociedade civil, fundações públicas federais, entidades tecnológicas do DF e universidades de outras unidades federativas. Uso de plantas medicinais Apesar de agregar as plantas cultivadas nos hortos medicinais em tratamentos de usuários do sistema de saúde, a produção ainda é insuficiente para atender toda a população do DF. Mesmo assim, em três dos quatro hortos é feita a entrega da planta fresca aos próprios usuários, mediante prescrição. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Já a produção de medicamentos fitoterápicos ocorre somente nas farmácias vivas do Riacho Fundo, que distribuem para 25 UBSs, e na do Cerpis de Planaltina, que distribui dentro da Região Norte de Saúde. A Farmácia Viva do Riacho Fundo tem a capacidade de produção anual de 30 mil medicamentos. Hoje, são utilizadas oito plantas medicinais para a fabricação de 13 fitoterápicos que estão cadastrados na Relação de Medicamentos (Reme). Na do Cerpis, em Planaltina, onde são promovidas atividades educativas abertas à população, além de se cultivar, colher, manipular e distribuir os fitoterápicos, é feita também a entrega de plantas frescas. *Com informações da Secretaria de Saúde
Ler mais...
Hortos medicinais reúnem mais de 80 espécies de plantas
[Olho texto=”“O objetivo dos hortos medicinais é promover bem-estar, educação em saúde, cultura de paz, mas, acima de tudo, poder ofertar plantas medicinais como recursos terapêuticos seguros e saudáveis para melhoria da qualidade de vida da população do Distrito Federal, reforçando nossa defesa pelo Sistema Único de Saúde”” assinatura=”Marcos Trajano, médico de família e comunidade e referência técnica distrital (RTD) de fitoterapia” esquerda_direita_centro=”direita”] Nem todo mundo sabe, mas a Secretaria de Saúde (SES) possui quatro hortos medicinais na rede de unidades da pasta. Foram criados com o objetivo de cultivar plantas que serão utilizadas em procedimentos de saúde, visando agregar fitoterápicos para complementar o tratamento de usuários da rede pública. Os quatro hortos medicinais funcionam na Unidade Básica de Saúde 1 do Lago Norte, na Casa de Parto (São Sebastião) e nas farmácias vivas do Riacho Fundo e do Centro de Referência em Práticas Integrativas (Cerpis), em Planaltina. “O objetivo dos hortos medicinais é promover bem-estar, educação em saúde, cultura de paz, mas, acima de tudo, poder ofertar plantas medicinais como recursos terapêuticos seguros e saudáveis para melhoria da qualidade de vida da população do Distrito Federal, reforçando nossa defesa pelo Sistema Único de Saúde”, explica médico de família e comunidade Marcos Trajano, referência técnica distrital (RTD) de fitoterapia. O Programa Distrital de Plantas Medicinais, com cultivo biodinâmico, visa expandir os hortos medicinais para as sete regiões de saúde do DF | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde O cultivo biodinâmico de introduzir plantas medicinais em agroflorestas é o embrião do Programa Distrital de Plantas Medicinais, que visa expandir os hortos medicinais para todas as sete regiões de saúde, com a meta de implantar 15 novos hortos até o fim de 2022. Atualmente, 39 unidades já entraram com o processo para a implantação dos hortos medicinais. Até 2024, a intenção é ter 40 unidades em toda a rede. De acordo com Trajano, os hortos medicinais da UBS 1 do Lago Norte, do Cerpis de Planaltina e da Casa de Parto oferecem as plantas medicinais cultivadas para os pacientes, a partir de prescrições de profissionais habilitados. Um dos quatro hortos medicinais do DF, no da UBS 1 do Lago Norte são cultivadas mais de 80 espécies de plantas “Aqui podemos indicar uma planta medicinal para o tratamento de determinadas doenças. Às vezes, será mais acessível e eficaz para o paciente fazer o chá de determinada planta, especialmente quando não há disponibilidade de outra opção de remédio. Na Casa de Parto, cultivamos plantas medicinais que auxiliam no processo de recuperação no pós-parto”, exemplifica. Na UBS 1 do Lago Norte são cultivadas mais de 80 espécies de plantas medicinais diferentes. Além de incentivar serviços ambientais, essa atividade ampliará o conjunto de cultivos no Distrito Federal, promovendo cultura de paz por meio da cooperação entre servidores, gestores e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), ampliando o escopo de ofertas da SES. O cultivo biodinâmico de plantas medicinais em agroflorestas é fruto do desenvolvimento tecnológico entre diversos setores da SES, com participação de entidades da sociedade civil, fundações públicas federais, entidades tecnológicas do DF e universidades de outras unidades federativas. Uso de plantas medicinais Apesar de agregar as plantas cultivadas nos hortos medicinais em tratamentos de usuários do sistema de saúde, a produção ainda é insuficiente para atender toda a população do DF. Mesmo assim, em três dos quatro hortos, é feita a entrega da planta fresca aos próprios usuários, mediante prescrição. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Já a produção de medicamentos fitoterápicos ocorre somente nas farmácias vivas do Riacho Fundo, que distribuem para 25 UBSs, e na do Cerpis de Planaltina, que distribui dentro da Região Norte de Saúde. A Farmácia Viva do Riacho Fundo tem a capacidade de produção anual de 30 mil medicamentos. Hoje, são utilizadas oito plantas medicinais para a fabricação de 13 fitoterápicos que estão cadastrados na Relação de Medicamentos (Reme). Na do Cerpis, em Planaltina, onde são promovidas atividades educativas abertas à população, além de se cultivar, colher, manipular e distribuir os fitoterápicos, é feita também a entrega de plantas frescas. *Com informações da Secretaria de Saúde
Ler mais...