Resultados da pesquisa

Complexo da PCDF

Thumbnail

Licitação para construção de sede da policlínica da PCDF é aberta

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) abriu licitação para a construção da nova sede da policlínica da instituição. O aviso de licitação foi oficialmente divulgado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quarta-feira (4), marcando o início do processo para a ampliação da infraestrutura de saúde da corporação. A nova policlínica será erguida no Complexo da PCDF. O projeto prevê a construção de dois blocos que, juntos, totalizarão uma área de 6.900 m², buscando atender às necessidades e exigências estabelecidas no edital. O custo estimado para a execução da obra é de R$ 40.071.288,88, com um prazo de conclusão de 24 meses a partir da assinatura do contrato. A empresa que ofertar o maior percentual de desconto será a vencedora da licitação | Foto: Divulgação/PCDF A licitação será do tipo “maior desconto”, o que significa que o critério de julgamento será o maior percentual de desconto oferecido pelas empresas licitantes sobre um preço de referência estabelecido pela administração. O objetivo é garantir o menor custo possível para o governo. As empresas interessadas em participar da concorrência têm até o dia 24 de junho de 2025, às 14h, para apresentar as propostas. O edital completo está disponível para consulta no site da PCDF. Para informações adicionais, os interessados podem entrar em contato pelos telefones 3207-4071/4046 ou pelo e-mail cpl@pcdf.df.gov.br. *Com informações da PCDF  

Ler mais...

Thumbnail

Com investimento de R$ 47,8 milhões, novo prédio do IML do DF será um dos maiores da América Latina

O novo prédio do Instituto Médico Legal (IML) da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) será um dos maiores da América Latina. O Governo do Distrito Federal (GDF) investe R$ 47,8 milhões na construção da nova sede do órgão, que será três vezes maior que a atual. A etapa estrutural da obra, que inclui a construção das salas e a execução das instalações elétricas e hidrossanitárias, já está concluída. Atualmente, os trabalhos são voltados para o acabamento e revestimento dos espaços. A nova sede do IML terá cerca de 12 mil m², com quatro pavimentos, incluindo um subsolo. Haverá salas para laboratórios de perícia e para exames de corpo de delito, cartórios, arquivos, celas e espaços para armazenamento de cadáveres, além de uma área destinada exclusivamente ao atendimento e acolhimento de vítimas de crimes sexuais | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Construída no mesmo endereço da antiga – dentro do Complexo da PCDF, no Plano Piloto -, a nova sede do IML terá cerca de 12 mil m², com quatro pavimentos, incluindo um subsolo. Haverá salas para laboratórios de perícia e para exames de corpo de delito, cartórios, arquivos, celas e espaços para armazenamento de cadáveres, além de uma área destinada exclusivamente ao atendimento e acolhimento de vítimas de crimes sexuais. A etapa estrutural da obra, que inclui a construção das salas e a execução das instalações elétricas e hidrossanitárias, já está concluída. Atualmente, os trabalhos são voltados para o acabamento e revestimento dos espaços Está em andamento a implantação dos elevadores, do forro, além da finalização da pintura dos espaços e da fachada. Os serviços são finalizados do último pavimento para o primeiro, conforme as particularidades de cada ambiente. O quarto andar é o mais avançado e já contém esquadrias, uma parte do forro, além da pintura e do piso. Já foram gerados 200 empregos diretos e indiretos. O diretor da Divisão de Arquitetura e Engenharia da PCDF, Cleber Scoralick Júnior, afirma que o novo IML será humanizado, moderno, sustentável e tecnológico. “O projeto estima que o prédio terá, no mínimo, 50 anos de vida útil, sendo possível fazer modificações e modernizações ao longo dos anos, assim como ocorreu com o atual, que tem mais de 40 anos de uso.” Cleber Scoralick Júnior, diretor da Divisão de Arquitetura e Engenharia da PCDF, afirma que o novo IML será humanizado, moderno, sustentável e tecnológico “Teremos um sistema de coleta de água de chuva; instalamos vidro laminado nas janelas, que tem um alto fator de reflexão e absorção solar, então esquenta menos a sala e diminui o consumo do ar-condicionado; utilizamos o sistema de ar-condicionado automatizado, que opera com economia de energia; e temos também um sistema de exaustão que trata o ar do prédio, para que não haja contaminação externa, principalmente nas salas de necrose”, esclarece Scoralick Júnior. No prédio novo, o acesso das vítimas e familiares será separado do acesso de detentos, visando evitar possíveis transtornos e constrangimentos aos usuários. “Já ocorreu da vítima chegar junto com o agressor, por isso estamos construindo acessos totalmente separados, além de uma recepção separada para vítimas de violência sexual e para o atendimento psiquiátrico”, salienta ele. “Hoje, o atendimento é feito de forma limitada, tanto nas questões relacionadas a tecnologia como ao conforto, tanto dos servidores quanto dos usuários. No prédio novo, teremos espaço para ampliar os serviços, para oferecer mais segurança para a população e ainda poderemos investir em tecnologia. É um ganho enorme para o DF, porque só o IML faz esse serviço e assim vamos atender melhor a população” Márcia Reis, diretora do IML No térreo, serão instaladas a área de atendimento e triagem; área dedicada à guarda e atendimento dos custodiados; câmara fria, que terá gavetões individuais e a câmara frigorífica, com capacidade para armazenar e refrigerar, respectivamente, 40 e 58 cadáveres; capela ecumênica; áreas de entrada e saída de rabecões; área do necrotério composta por sala de tomografia e ressonância magnética ligada à sala de necropsia. O primeiro andar será composto pela área de recepção exclusiva para vítimas de crimes sexuais; brinquedoteca; consultórios de psicologia, odontologia legal, assistência social, pediatria e psiquiatria forense; e sala do banco de órgãos e transplantes. O segundo pavimento terá alojamentos individuais para servidores; auditório; salas da diretoria e da administração. Por fim, no subsolo haverá estacionamentos para rabecões e servidores, e bloco de necropsias especiais. Referência Atualmente, o IML funciona em um espaço principal, que comporta todos os tipos de atendimento, e um anexo para necrópsia especial, destinado à análise de corpos em estado avançado de decomposição. Após a conclusão da obra do novo edifício, as instalações antigas serão demolidas. A diretora do IML, Márcia Reis, afirma que a estrutura atual limita a atuação do órgão. “Hoje, o atendimento é feito de forma limitada, tanto nas questões relacionadas a tecnologia como ao conforto, tanto dos servidores quanto dos usuários. No prédio novo, teremos espaço para ampliar os serviços, para oferecer mais segurança para a população e ainda poderemos investir em tecnologia. É um ganho enorme para o DF, porque só o IML faz esse serviço e assim vamos atender melhor a população”. De acordo com a diretora Márcia Reis, o IML realiza de 50 mil a 55 mil atendimentos por ano, sendo a maior parte destinada a cidadãos vivos Segundo ela, por ano, o IML realiza de 50 mil a 55 mil atendimentos, sendo a maior parte destinada a cidadãos vivos. “Levando em conta o crescimento populacional do DF, é muito importante que o IML esteja preparado. Em 1991, o DF tinha em torno de 1,6 milhão de pessoas, enquanto a estimativa para 2030 é de mais de 3 milhões de habitantes, ou seja, um crescimento muito significativo. Sem contar que atendemos pessoas do Entorno e casos de pessoas que vêm para buscar atendimento médico e acabam morrendo e acidentes de trânsito”, observa Reis. A diretora acrescenta que a expansão do equipamento será vantajosa ainda no atendimento a desastres coletivos, em que a capacidade operacional do IML é suplantada. Exemplos disto são o acidente com o Boeing da Gol que fazia o voo 1907, em setembro de 2006, quando o instituto recebeu 154 corpos para perícia, e a mobilização ocorrida em 8 de janeiro de 2023, em que, segundo a diretora do IML, mais de 1.400 pessoas foram examinadas em três dias. “Enfrentamos uma situação atípica para outros institutos do país e até do mundo. Com um local maior, com melhor estrutura, estaremos mais preparados para eventos assim”, explica. Além disso, o novo prédio facilitará ao IML o fornecimento de dados e informações para outras áreas da sociedade, uma vez que o órgão brasiliense é referência para outras unidades da Federação. “Nós somos a capital do país e já liberamos pessoas falecidas de outros estados e até de representações diplomáticas, por isso é essencial que tenhamos um IML preparado e capacitado para o melhor atendimento possível”, destaca Márcia Reis. Responsável por fornecer bases técnicas para o julgamento de causas criminais e judiciais, o IML funciona de forma ininterrupta – 24 horas por dia, sete dias por semana. O órgão é comumente associado à realização de necropsias, que são os exames do indivíduo após a morte, mas realiza análises também com os cidadãos vivos que foram vítimas de acidentes de trânsito, agressões e acidentes de trabalho. A obra foi viabilizada junto ao Ministério da Justiça e a Caixa Econômica Federal. A PCDF firmou convênio com a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e o valor para o novo IML veio de emendas da bancada federal do DF, entre deputados e senadores.

Ler mais...

Thumbnail

Perícia criminal em feminicídios é tema de livro de perita da PCDF

Perita criminal da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) desde 2013 e atuando exclusivamente em locais de crime, a cirurgiã-dentista por formação (UnB) Beatriz Figueiredo lançará, na segunda-feira (28), o livro Perícia Criminal e o Valor Jurídico da Prova Material. O evento ocorrerá no Instituto de Criminalística (IC), localizado no Complexo da PCDF (ao lado do Parque da Cidade), e será fechado a convidados. O livro foi todo produzido por mulheres e é o primeiro no país a tratar especificamente da temática de inclusão da perspectiva de gênero durante o processamento local dos crimes praticados contra as mulheres. Ele poderá ser adquirido pelo site da editora. [Olho texto=”“É muito simbólico este livro ser lançado neste mês, devido ao Agosto Lilás, que é marcado pela luta contra a violência de gênero, e, principalmente, por se tratar de uma autora que integra nossas forças de segurança e conhece a fundo os detalhes desse crime”” assinatura=”Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Cuidadosamente estruturada, a obra foi organizada em seções que tratam sobre patriarcado, gênero e desigualdade sexista ao longo da história, tipos de agressão contra a mulher e a evolução legislativa da proteção às vítimas de violência de gênero no Brasil. Os capítulos incluem análises detalhadas sobre a prova material, contemplando tanto o papel da perícia criminal no curso do inquérito policial e do processo penal, como a análise específica de todos os vestígios comumente encontrados em locais de crime de feminicídio, além dos respectivos valores forenses no contexto da violência de gênero. “É muito simbólico este livro ser lançado neste mês, devido ao Agosto Lilás, que é marcado pela luta contra a violência de gênero, e, principalmente, por se tratar de uma autora que integra nossas forças de segurança e conhece a fundo os detalhes desse crime”, ressalta o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Especialista (Forp-USP) e mestra (Unicamp) em odontologia legal, com enfoque em gênero, Beatriz foi nomeada como diretora da Divisão de Perícias Externas, do Instituto de Criminalística em 2022, e tornou-se a primeira mulher a ocupar o cargo. Foi uma das autoras do curso Aspectos Procedimentais do Protocolo Nacional de Investigação e Perícia em Crimes de Feminicídio do MJSP e do Protocolo Operacional Padrão, da PCDF, para o atendimento de vítimas dos crimes contra a dignidade sexual, documentos que contribuíram para o aumento em mais de 150% no número de registros de casos de violência contra a mulher no DF. “Identificar as mortes violentas de mulheres, quando em razão de gênero, como feminicídio, faz parte de um conjunto de estratégias destinadas a trazer visibilidade sobre a atribuição social de supremacia masculina, a fim de sensibilizar as instituições sobre a sua ocorrência e recorrência. A partir daí, torna-se objetivo precípuo promover e garantir os direitos das mulheres, estimulando, em paralelo, a adoção de políticas de prevenção à violência pautada na desigualdade sexista”, explica a autora, Beatriz Figueiredo. *Com informações da SSP-DF

Ler mais...

Thumbnail

DF cria primeira delegacia para proteção animal do País

Na vanguarda, a Polícia Civil do DF (PCDF) cria a primeira Delegacia de Repressão aos Crimes contra os Animais do País. O objetivo é aumentar a proteção aos animais e possibilitar investigações mais detalhadas das ocorrências de maus-tratos e crueldade contra cães, gatos e outros animais no DF. A nova unidade vai funcionar no Complexo da PCDF, onde fica o Departamento de Polícia Especializada (DPE). De acordo com o delegado João Maciel Claro, “ao criar a nova delegacia, (o GDF) está promovendo a proteção ao meio ambiente que implica proteger as áreas de preservação permanente, o meio urbanístico adequado, o crescimento estruturado da cidade, com combate às grilagens. Nessa temática, também se destaca a proteção ao meio ambiente do animal onde estão inclusos os pets e os animais silvestres da fauna do Distrito Federal” | Foto: Paulo H Carvalho/Agência Brasília A previsão é que a delegacia tenha em seu quadro 11 servidores: um delegado, dois escrivães e oito agentes de polícia. Essa configuração depende da posse de novos policiais. Hoje, a equipe dedicada à nova delegacia é composta de seis servidores, sendo um delegado, um escrivão e quatro agentes. [Olho texto=”“A criação da Delegacia de Repressão aos Crimes contra os Animais é resultado de uma grande demanda da sociedade do DF que acompanha com preocupação as ocorrências de maus-tratos e crueldade contra cães, gatos e outros bichos”” assinatura=”Robson Cândido, delegado-geral da PCDF” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Outra novidade foi a criação da Coordenação Especial de Proteção ao Meio Ambiente, à Ordem Urbanística e ao Animal. Dentro dessa coordenação funcionam a Delegacia de Combate à Ocupação Irregular do Solo e aos Crimes contra a Ordem Urbanística e o Meio Ambiente (Dema) e a nova Delegacia de Repressão aos Crimes contra os Animais. O delegado João Maciel Claro, que chefia a nova coordenação da PCDF, explica que faz parte das metas da Organização das Nações Unidas (ONU) o fortalecimento do combate ao crime contra o meio ambiente. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Dessa forma, o Governo do Distrito Federal (GDF), ao criar a coordenação e a nova delegacia, está promovendo a proteção ao meio ambiente que implica proteger as áreas de preservação permanente, o meio urbanístico adequado, o crescimento estruturado da cidade, com combate às grilagens. Nessa temática, também se destaca a proteção ao meio ambiente do animal onde estão inclusos os pets e os animais silvestres da fauna do Distrito Federal”, destaca o delegado. O delegado-geral da PCDF, Robson Cândido, afirma que o meio ambiente é uma das pautas principais dos governos nos próximos anos. “A PCDF reforça esse trabalho no Distrito Federal com a criação da Coordenação Especial de Proteção ao Meio Ambiente. Além disso, a criação da Delegacia de Repressão aos Crimes contra os Animais é resultado de uma grande demanda da sociedade do DF que acompanha com preocupação as ocorrências de maus-tratos e crueldade contra cães, gatos e outros bichos”, completa. *Com informações da PCDF

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador