Resultados da pesquisa

Conselho de Recursos Hídricos do DF

Thumbnail

Boletos da Taxa de Fiscalização e da Cobrança pelo Uso de Recursos Hídricos estão disponíveis

Desde domingo (15), usuários de recursos hídricos no Distrito Federal podem emitir, no site da Agência Reguladora de Águas e Saneamento (Adasa), os boletos da Taxa de Fiscalização pelo Uso de Recursos Hídricos para não prestadores de serviços públicos (TFU-NP) e da Cobrança pelo Uso de Recursos Hídricos (CBRH). Arte: Divulgação/Adasa​​ Os valores cobrados neste exercício são calculados com base no volume autorizado no ano anterior. Isso significa que, se a outorga foi concedida em 2025, o pagamento deve ser feito agora em 2026. Cada usuário deve emitir os boletos referentes a cada interferência registrada em seu nome e verificar se ela se enquadra na TFU-NP, na CBRH ou em ambas.  Prazos e parcelamento O valor anual pode ser pago em cota única ou parcelado em até quatro vezes mensais. Para valores acima de R$ 400, o sistema permite o parcelamento, desde que cada parcela tenha valor mínimo de R$ 100. Nesse caso, o usuário precisa emitir os quatro boletos de uma só vez. A primeira parcela ou cota única vence em 15 de abril deste ano. As demais vencem em 15 de maio (segunda parcela), 15 de junho (terceira parcela) e 15 de julho (quarta parcela). TFU-NP Atividades agrícolas e industriais são as que mais utilizam a água como insumo A TFU-NP é destinada a usuários com potencial de provocar maiores impactos, quantitativos ou qualitativos, sobre a disponibilidade de recursos hídricos. Isso inclui usos relacionados à captação superficial ou subterrânea de água e ao lançamento de efluentes. Em linhas gerais, a taxa alcança cerca de 20% dos usuários que captam 80% da água utilizada no DF. Entre os públicos alcançados estão setores como agricultura e indústria, que utilizam a água como insumo em suas atividades produtivas e, por isso, demandam grandes volumes do recurso. A taxa não se aplica aos usuários que fazem captações de água para determinados usos isentos, pequenos produtores de canais coletivos de irrigação voltados à promoção da produção rural sustentável, usos que não envolvam o consumo direto da água — como lazer, pesca e navegação — e lançamentos de esgotos considerados física, química e biologicamente insignificantes CBRH [LEIA_TAMBEM]Já a CBRH é um instrumento de gestão e valorização da água, previsto na Lei Federal nº 9.433/1997 e na Lei Distrital nº 2.725/2001, que instituíram, respectivamente, as políticas nacional e distrital de recursos hídricos. A cobrança é direcionada aos grandes usuários de recursos hídricos. Os valores são calculados com base nos mecanismos propostos pelos Comitês de Bacias Hidrográficas (CBHs) do DF e aprovados pelo Conselho de Recursos Hídricos do DF (CRH/DF). A arrecadação da CBRH, realizada pela Adasa conforme previsto na Resolução CRH/DF nº 03/2024, tem como objetivo permitir um aporte financeiro para a recuperação das bacias hidrográficas. Os valores arrecadados são repassados aos comitês que aplicarão os recursos nas bacias em que foram gerados. A Adasa não envia boletos por e-mail nem pelos Correios. A emissão é de responsabilidade do próprio usuário e deve ser feita exclusivamente pelo site oficial da agência. Em caso de dúvidas, o atendimento está disponível pelo telefone (61) 3961-4943 e pelo e-mail cobranca@adasa.df.gov.br. *Com informações da Adasa

Ler mais...

Thumbnail

Governo apresenta ações coordenadas para enfrentar a crise da água no DF

Como mais uma medida para garantir o abastecimento de água do Distrito Federal no período de estiagem, o governo de Brasília apresentou o Plano Integrado de Enfrentamento à Crise Hídrica, nesta sexta-feira (10), durante reunião do Conselho de Recursos Hídricos do DF no Salão Nobre do Palácio do Buriti. O governador Rodrigo Rollemberg, secretários de Estado, diretores e presidentes de autarquias e empresas públicas e membros da sociedade civil participaram da divulgação do Plano Integrado de Enfrentamento à Crise Hídrica. Foto: Dênio Simões/Agência Brasília O plano é resultado do esforço de 19 órgãos para reduzir os impactos e combater as causas estruturais da maior crise de água da história brasiliense. Participaram da divulgação o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, secretários de Estado, diretores e presidentes de autarquias e empresas públicas e membros da sociedade civil. “Este é um momento importante e desafiador da capacidade de nos unirmos para enfrentar o momento mais difícil, do ponto de vista ambiental, desde a inauguração de Brasília”, defendeu Rollemberg. Serão 44 ações, divididas em quatro eixos de atuação: Fiscalização, Infraestrutura, Educação e Regulação. Elas complementam o que já foi adotado pelo Executivo, como o racionamento de água, a redução da retirada de água para irrigantes da Bacia do Descoberto, a recuperação de canais e o investimento em novas fontes de captação do recurso. O prazo de implementação é de 180 dias. O plano também prevê a intensificação de campanhas educativas, em veículos de comunicação, sobre o uso racional da água, no intuito de mobilizar os cidadãos. Eixos de atuação do Plano Integrado de Enfrentamento à Crise Hídrica Em relação à fiscalização, órgãos como Agência de Fiscalização do DF (Agefis), Instituto Brasília Ambiental (Ibram) e Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico (Adasa) darão continuidade a ações como identificar áreas de parcelamento irregular, avaliar lava-jatos e acompanhar autorizações de uso da água para irrigação. As 14 medidas não serão detalhadas por questões estratégicas. No eixo Educação, a ideia é colocar o tema da água em todos os currículos, como forma de desenvolver a educação ambiental e fortalecer a conscientização dos moradores do DF. “É muito importante que novos valores sejam incorporados nas escolas, porque tenho convicção da importância das crianças na transformação dessa mentalidade”, disse o governador. Uma atenção especial será voltada para as escolas das regiões abastecidas pela Barragem do Descoberto. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Estão listadas oito iniciativas, como o incremento de recursos do Plano de Descentralização Administrativa e Financeira (PDAF) caso a escola consiga economizar água e energia. “Não adianta cobrar economia de água da população se na escola temos válvula hídrica vazando o tempo todo, torneira pingando ou vazamentos”, disse o secretário de Educação, Júlio Gregório Filho. As unidades que economizarem água terão os recursos reaplicados na própria escola. “O que queremos é que o dinheiro saia do desperdício de água e vá para investimentos”, acrescentou Gregório. Quanto à infraestrutura, as ações incluem o projeto de captação de água do Lago Paranoá, que aguarda aprovação do Ministério da Integração Nacional, e a substituição subsidiada pelo governo dos sistemas de irrigação na área rural. A medida aguarda aprovação de recursos. Além disso, a interligação dos sistemas Torto/Santa Maria ao Descoberto é um dos objetivos da infraestrutura para melhorar o abastecimento de água potável no Guará e em Taguatinga. Entre as ações integradas de regulação está a regulamentação para viabilizar incentivos ao reúso de água e à implementação de novas tecnologias para captar água da chuva. Acesse a apresentação do Plano Integrado de Enfrentamento à Crise Hídrica. Edição: Marina Mercante

Ler mais...

Thumbnail

Conselhos elaboram propostas para enfrentar a crise hídrica

Reunião do Conselho de Recursos Hídricos e do Conselho de Meio Ambiente resultou na elaboração de nove propostas para ajudar o Executivo local a enfrentar a escassez hídrica. A deliberação ocorreu no auditório do Planetário de Brasília — Setor de Difusão Cultural Via N1, Eixo Monumental — nesta terça-feira (4). O objetivo é prevenir o racionamento de água e alertar a população para a necessidade de diminuir o consumo imediatamente e de adotar o uso mais consciente para os próximos anos também. Barragem do Descoberto em 16 de setembro deste ano. Foto: Tony Winston/Agência Brasília As propostas foram pensadas para lidar com a distribuição de água no atual cenário. Algumas sugestões estão relacionadas diretamente a estudos para compreender o que causou a crise hídrica, como a de aumentar o financiamento da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF) para a área. Outras são para promover maior participação popular na preservação dos recursos, como a de criar uma campanha voltada ao uso consciente da água. Devido à crise hídrica pela qual Brasília passa, os dois conselhos fizeram deliberações conjuntas em 27 e em 29 de setembro para fazer recomendações ao governo. Na reunião de hoje, os conselheiros votaram nas propostas e as nove escolhidas foram as únicas com consenso entre os dois colegiados. Segundo a Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal, elas serão encaminhadas para o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, como recomendações. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Hoje, os níveis dos reservatórios que abastecem 88,79% de Brasília estão com 32,01% (Rio Descoberto) e 46,89% (Santa Maria). O ideal para as duas bacias é estar acima dos 60%. Caso alcancem 25% do volume, a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do DF (Adasa) aplicará 40% de tarifa de contingência, com aumento real de 20% na conta de água do consumidor. O Conselho de Recursos Hídricos atua em questões referentes à utilização de recursos hídricos locais e é integrado por 14 representantes de órgãos do governo e 7 da sociedade civil. Já as ações do Conselho de Meio Ambiente estão relacionadas à promoção de mecanismos para conservar e recuperar a qualidade ambiental do DF. São 14 vagas para membros do governo e 14 para a sociedade civil. Os conselhos são vinculados à Secretaria de Meio Ambiente e têm o secretário da pasta, André Lima, como presidente. Edição: Paula Oliveira

Ler mais...

Governo vai ouvir a população para concluir texto do projeto do zoneamento ecológico-econômico do DF

O projeto de lei do zoneamento ecológico-econômico do Distrito Federal (ZEE-DF) deve seguir para a Câmara legislativa do DF em outubro, mas o texto já está pronto para discussão com a sociedade. O secretário do Meio Ambiente, André Lima, quer abrir o debate com a população para que todos possam ajudar com sugestões para melhorar o texto do projeto. Depois de concluída a consulta pública, sem data definida ainda, a proposta seguirá para aprovação do governo de Brasília e, na sequência, para votação na Câmara Legislativa do Distrito Federal. “Entramos na fase do aprimoramento do texto. É preciso que o debate esteja maduro quando o projeto de lei chegar à Câmara Legislativa”, disse Lima. Distrito Federal será dividido em duas grandes áreas Uma reunião do Conselho de Recursos Hídricos e do Conselho de Meio Ambiente, ontem, apresentou as duas grandes áreas em que será dividido o DF. A separação indicará como e onde devem ocorrer novos empreendimentos e ocupações do solo, com respeito às peculiaridades demográficas e ambientais de cada porção do território. Elas definirão onde será estimulado o desenvolvimento econômico e como será a redução de riscos ambientais no DF. Essas zonas serão repartidas em 13 subzonas, de acordo com a necessidade de preservação dos serviços ecossistêmicos ou a prioridade para o desenvolvimento econômico. Serão feitas propostas de instalação de estruturas industriais, de serviços e de transportes, para a criação de emprego e renda. Os dois conselhos decidiram criar um grupo de trabalho para acompanhar as discussões e participar da elaboração da minuta do projeto de lei do ZEE-DF. A subsecretária de Planejamento Ambiental e Monitoramento, da Secretaria do Meio Ambiente, Maria Sílvia Rossi, coordenadora da equipe técnica do zoneamento ecológico-econômico no governo, ficou satisfeita com o resultado da reunião. “O alinhamento do governo dá força política para que o ZEE-DF possa ser articulado com a legislação em vigor, como o Plano Diretor de Ocupação Territorial (Pdot), a Lei de Uso e Ocupação do Solo (Luos) ou o Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCub)”, disse. Serão feitas reuniões bilaterais com a Federação das Indústrias de Brasília (Fibra), com a Ordem dos Advogados do Brasil – seção DF (OAB-DF), com o Fórum das ONGs e com o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea). [Relacionadas] O zoneamento ecológico-econômico está previsto na Lei Orgânica do Distrito Federal e indicará como e onde devem ser feitos — com o menor impacto ambiental possível — os investimentos e novos empreendimentos e ocupações do solo no DF. O documento é uma obrigação de todas as unidades federativas, estabelecida pela Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012.

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador