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Dia das Mães

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Operação Dia das Mães fiscaliza estabelecimentos comerciais no DF

A Secretaria do Consumidor e o Procon-DF realizaram, entre os dias 4 e 8 deste mês, a Operação Dia das Mães, com foco educativo e preventivo voltado para a proteção do consumidor nas principais regiões comerciais do Distrito Federal. A ação teve como objetivo verificar o cumprimento das normas de transparência nas relações de consumo, especialmente quanto à clareza e à correta divulgação de preços, ofertas, publicidades e demais informações obrigatórias previstas na legislação consumerista. Durante a operação, equipes do Procon-DF percorreram centros comerciais, galerias e ruas tradicionais de comércio do DF, vistoriando 40 estabelecimentos. Destes, 36 foram intimados a realizar adequações relacionadas à exposição correta de preços em vitrines e etiquetas, além da disponibilização de informações essenciais nos pontos de pagamento, como política de troca, formas de pagamento aceitas e demais direitos do consumidor. Os estabelecimentos orientados terão o prazo de 30 dias para promover as adequações necessárias. Após esse período, o Procon-DF poderá realizar novas fiscalizações para verificar o cumprimento das determinações e adotar as medidas cabíveis em casos de irregularidades persistentes.“O consumidor precisa ter acesso à informação clara, visível e correta antes de realizar qualquer compra. Nossa atuação busca garantir transparência, equilíbrio nas relações de consumo e segurança para a população, especialmente em datas de grande movimentação no comércio, como o Dia das Mães. O papel do Estado também é orientar e prevenir irregularidades antes que elas causem prejuízo ao cidadão”, destacou o secretário do Consumidor, Samuel König. A Operação Dia das Mães reforça o compromisso da Secretaria do Consumidor e do Procon-DF com a promoção da transparência, da boa-fé nas relações de consumo e da conscientização tanto de consumidores quanto de fornecedores em todo o Distrito Federal. *Com informações do Procon-DF

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Centro de Ensino Especial de Planaltina recebe vacinação e ações de cuidado durante comemoração do Dia das Mães

Neste sábado (9), a Secretaria de Saúde (SES-DF) levou vacinação e distribuição de kits de saúde bucal a evento em homenagem ao Dia das Mães, no Centro de Ensino Especial de Planaltina. Além dos serviços de saúde, a programação contou com música ao vivo, lanches, atividades recreativas para as crianças e estandes de artesanato, promovendo integração e acolhimento para as famílias da comunidade escolar.  Ao todo, foram 152 doses de vacina aplicadas durante o evento. “A vacinação em escolas representa uma estratégia fundamental de cuidado e promoção da saúde pública, pois, além de contribuir para a construção de uma imunidade coletiva mais efetiva no ambiente escolar, desempenha um importante papel educativo na formação de cidadãos conscientes desde a infância sobre a importância das vacinas e dos cuidados com a saúde”, afirmou o diretor regional de Atenção Primária à Saúde da Região Norte, Alcir Galdino. Oferta de serviços de vacinação e distribuição de kits de saúde bucal durante evento em homenagem ao Dia das Mães promoveu integração e acolhimento | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde DF Para Galdino, iniciativas como essa fortalecem a prevenção e aproximam os serviços da população. “Fortalece a prevenção de doenças, promove hábitos saudáveis e contribui para a construção de uma sociedade mais protegida, responsável e forma sujeitos alinhados aos objetivos da saúde pública”. A professora Bruna Moura, 38 anos, aproveitou a oportunidade para se vacinar contra a gripe. Integrante do grupo prioritário da campanha, ela ressaltou a importância da ação no ambiente escolar. “Eu acho excelente, principalmente num centro de ensino especial, que é uma comunidade específica. Muitas mães não têm como se locomover para uma unidade de saúde”, comentou. Bruna Moura: “Eu acho excelente [esse tipo de ação], principalmente num centro de Ensino Especial, que é uma comunidade específica” Helen Maressa, 41 anos, também participou da imunização e elogiou a iniciativa de integrar saúde e comunidade em eventos comemorativos. “Eu acho importante, não só para a escola e professores, mas para toda a comunidade escolar. Tem muitas pessoas que não têm acesso ou facilidade de ir num posto para se imunizar”, comentou. “A gente se sente pertencente”, completou. *Com informações da Secretaria de Saúde  

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Amor de mãe ajudou filha a se recuperar e ter alta da UTI do HRSM

Por trás de cada mãe, há uma história de amor construída em gestos silenciosos, renúncias e presença constante, especialmente nos momentos mais difíceis. Todos os dias, Valquíria Ávila dos Santos saía do Recanto das Emas em direção ao Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) para visitar a filha, Camila Rodrigues, internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Sem familiaridade com aplicativos de transporte, muitas vezes precisou pedir ajuda a desconhecidos para conseguir voltar para casa após as visitas. Ainda assim, não faltou um dia sequer. Camila Rodrigues foi internada no hospital no dia 4 de fevereiro deste ano para realizar uma cirurgia de redução de mama. O que deveria ser um procedimento programado acabou se tornando um período delicado. Após intercorrências, ela precisou permanecer por vários dias na UTI. A história de Camila Rodrigues e Valquíria Ávila dos Santos é marcada por emoção, superação e muita fé | Foto: Divulgação/IgesDF Durante toda a internação, Valquíria esteve presente. Há 28 anos, ela adotou Camila ainda criança, aos 6 anos de idade, e desde então construiu uma relação marcada por afeto, acolhimento e parceria. “Eu abracei esta missão e pensei: 'Deus está colocando a Camila no meu caminho, ou me colocando no caminho dela, porque Ele sabe o bem que posso fazer e como posso prepará-la para o mundo'”, relembra. Hoje, aos 34 anos, Camila diz que a experiência tornou ainda mais forte o reconhecimento pela mãe. Após receber alta hospitalar no dia 28 de março, ela conta que voltou para casa carregando também um novo olhar sobre a força materna. “Ela representa tudo de bom na minha vida. Quando voltei do coma, soube de todo o esforço dela para estar ao meu lado em todos aqueles dias e fiquei muito feliz. Tenho uma mãe incrível, corajosa, que está sempre comigo”, afirma. "Hoje a Camila está em casa e foi muito bem cuidada. Esse carinho não foi só com ela, mas com todos os pacientes que vi. O HRSM representa muita coisa na minha vida" Valquíria Ávila dos Santos Grata pela recuperação da filha, ela também faz questão de destacar o acolhimento recebido durante o período em que acompanhou a rotina hospitalar da paciente. “Hoje a Camila está em casa e foi muito bem cuidada. Esse carinho não foi só com ela, mas com todos os pacientes que vi. O HRSM representa muita coisa na minha vida, e eu só tenho a agradecer”, relata. A analista administrativa Ieda Soares, do Núcleo de Regulação Cirúrgica, acompanhou de perto a rotina das duas durante a internação e afirma que a presença constante da mãe chamou a atenção de toda a equipe. “Ela é um ser de luz, serena e com um amor incondicional pela filha. Sempre acreditou que tudo daria certo e, muitas vezes, era ela quem nos transmitia força e esperança”, conta. Depois de semanas entre visitas, orações e espera, Valquíria voltou para casa com a filha recuperada. Neste Dia das Mães, a história das duas reforça que, muitas vezes, o gesto mais poderoso dentro de um hospital continua vindo de quem nunca solta a mão. *Com informações do IgesDF  

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Unidades de saúde do DF comemoram Dia das Mães com manhã de acolhimento e carinho

Em meio à rotina intensa dos atendimentos, internações e plantões, unidades geridas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) reservaram a manhã desta sexta-feira (8) para homenagear mulheres que vivenciam diariamente o cuidado dentro da saúde pública. No Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), a equipe multidisciplinar da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica preparou um café da manhã especial para mães de crianças internadas e profissionais do setor. A proposta foi oferecer acolhimento e conforto em um ambiente marcado por desafios emocionais e longos períodos de internação. Momentos de descontração como o promovido nas unidades de saúde nesta sexta-feira ajudam no enfrentamento de momentos em que se tem medo de perder alguém | Foto: Divulgação/IgesDF Segundo o chefe da UTI Pediátrica do HBDF, Abdias Aires, a iniciativa surgiu da necessidade de olhar também para quem acompanha os pacientes durante todo o tratamento. “A mãe que acompanha um filho em situação crítica vivencia dias de profunda angústia, medo e exaustão emocional, muitas vezes diante da possibilidade real de perda. Proporcionar um momento simples de acolhimento e escuta representa uma forma de amenizar, ainda que por instantes, o peso dessa rotina tão dolorosa”, destaca. A ação criou uma pausa na rotina da terapia intensiva, aproximando equipes e famílias em um ambiente de escuta, apoio e solidariedade. “O cuidado em terapia intensiva vai além da tecnologia e dos protocolos. Ele também passa pelo acolhimento humano e pela construção de vínculos de solidariedade e esperança”, completa Abdias. Na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Riacho Fundo, a celebração reuniu profissionais, pacientes e acompanhantes em uma manhã marcada por homenagens e reconhecimento. A iniciativa foi organizada pela equipe gestora da unidade, em parceria com a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) e colaboradores. "Ser mãe vai muito além da maternidade biológica. É acolher, proteger, ensinar, amar e transformar vidas diariamente” Carolina Corrêa, gerente da UPA do Riacho Fundo Além do café da manhã, foram distribuídos brindes e lembranças às mulheres presentes na unidade. A proposta foi valorizar diferentes formas de cuidado e afeto representadas pelas figuras maternas. Para a gerente da UPA do Riacho Fundo, Carolina Corrêa, a homenagem representa gratidão e valorização. “Mais do que uma simples homenagem, esse momento representa reconhecimento e afeto por todas as mulheres que carregam consigo a essência do cuidado, da força e da dedicação. Ser mãe vai muito além da maternidade biológica. É acolher, proteger, ensinar, amar e transformar vidas diariamente”, afirma. *Com informações do IgesDF  

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Acolhimento e geração de renda fortalecem mães em situação de vulnerabilidade no DF

A maternidade costuma ser marcada por descobertas, desafios e transformações. Para muitas mulheres em situação de vulnerabilidade social, no entanto, esse período também pode significar insegurança, medo e falta de apoio. É nesse cenário que as políticas públicas da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) têm feito a diferença ao acolher, orientar e abrir caminhos para que mães reconstruam a vida com mais dignidade, autonomia e esperança. Entre as iniciativas desenvolvidas pela pasta, o programa Nasce uma Estrela simboliza esse cuidado desde o início da vida. Voltada a gestantes e mães de recém-nascidos em situação de vulnerabilidade, a iniciativa oferece acolhimento humanizado, informação e suporte prático em um dos momentos mais sensíveis da vida de uma mulher. O programa Nasce uma Estrela oferece acolhimento humanizado, informação e suporte prático em um dos momentos mais sensíveis da vida de uma mulher | Fotos: Jhonatan Viera/Sejus-DF Executado pela Subsecretaria de Políticas para Crianças e Adolescentes, o curso reúne uma equipe multidisciplinar formada por bombeiros, doulas, enfermeiras, obstetras, pediatras, dentistas e assistentes jurídicos. As participantes recebem orientações sobre amamentação, primeiros socorros, saúde emocional no pós-parto, cuidados com o bebê e direitos das mães, além de uma bolsa com itens essenciais para os primeiros meses da criança. Desde a criação, em 2024, mais de 3 mil mulheres já foram beneficiadas. Apenas entre janeiro e abril deste ano, foram registrados 388 atendimentos. Moradora de Planaltina, a diarista Vitória Moura, de 24 anos, participou do projeto durante a gravidez do segundo filho. “Mesmo já sendo mãe, eu ainda tinha muitas inseguranças, porque cada gravidez é diferente. Na minha primeira gestação eu passei por muitas dificuldades e queria aprender mais para não viver os mesmos problemas novamente. No Nasce uma Estrela, encontrei acolhimento, orientação e apoio para passar por esse momento com mais tranquilidade”, relata. Vitória Moura, diarista atendida pelo Nasce uma Estrela: "Na minha primeira gestação eu passei por muitas dificuldades e queria aprender mais para não viver os mesmos problemas novamente" | Foto: Jhonatan Viera/Sejus-DF O curso é realizado semanalmente, sempre às sextas-feiras, das 10h às 12h, durante as edições do programa GDF na Sua Porta. As inscrições podem ser feitas previamente por formulário eletrônico ou diretamente no local antes do início das atividades. Mais informações estão disponíveis pelo telefone (61) 98382-0271. Neste ano, o programa ganhou uma nova etapa: o acompanhamento domiciliar de gestantes e puérperas, com visitas realizadas durante a gravidez e no pós-parto. A medida amplia o cuidado individualizado e fortalece o vínculo com as famílias atendidas. [LEIA_TAMBEM]Para a subsecretária de Políticas para Crianças e Adolescentes da Sejus, Maria do Socorro Lucena, o projeto representa um acolhimento essencial para mães que muitas vezes enfrentam a maternidade sem rede de apoio. “O Nasce uma Estrela vai além da orientação técnica. É um espaço de escuta, acolhimento e fortalecimento emocional dessas mulheres. Quando uma mãe se sente segura e amparada, toda a família é beneficiada”, destaca. Autonomia que transforma lares A possibilidade de gerar renda sem abrir mão do cuidado com os filhos é uma realidade que também vem mudando a vida de muitas mães atendidas pelas políticas da Sejus. É nesse contexto que o Banco de Talentos se consolida como uma ferramenta de transformação social e autonomia financeira. O projeto atende mulheres em situação de vulnerabilidade social, incluindo participantes acompanhadas pelo programa Direito Delas, da Subsecretaria de Apoio a Vítimas de Violência (Subav), iniciativa voltada ao acolhimento e suporte de mulheres vítimas de violência. A proposta é conectar essas mulheres a oportunidades de empreendedorismo, capacitação e geração de renda, oferecendo oficinas, mentorias, feiras e espaços para comercialização de produtos artesanais. O Banco de Talentos oferece oficinas, mentorias, feiras e espaços para comercialização de produtos artesanais a mulheres em situação de vulnerabilidade | Foto: Divulgação/Sejus-DF Desde a criação, em 2019, o Banco de Talentos já realizou 172 feiras e beneficiou 1.658 mulheres. Apenas neste ano, até abril, foram promovidas 16 feiras, com a participação de 211 expositoras. A artesã Adriana Batista, 42 anos, mãe de dois filhos autistas, encontrou no projeto a oportunidade de unir renda, acolhimento e maternidade. Participante do Banco de Talentos, ela expõe e comercializa os produtos artesanais em espaços organizados pela iniciativa, principalmente na loja Cidadania Criativa, espaço permanente da Sejus na Galeria dos Estados destinado à valorização do empreendedorismo feminino e da economia criativa. “Esse projeto mudou minha vida porque me permitiu trabalhar sem deixar meus filhos sem os cuidados que eles precisam. Muitas mães não conseguem sair de casa por causa da rotina com os filhos, então essa oportunidade acaba sendo também uma forma de garantir renda e dignidade para várias famílias”, afirma. Adriana Batista, artesã participante do Banco de Talentos: "Esse projeto mudou minha vida porque me permitiu trabalhar sem deixar meus filhos sem os cuidados que eles precisam" | Foto: Jhonatan Viera/Sejus-DF A subsecretária de Apoio a Vítimas de Violência da Sejus, Uiara Mendonça, destaca que o Banco de Talentos tem um olhar especial para mulheres que precisam reconstruir a própria trajetória enquanto cuidam dos filhos. “O programa transforma vidas porque entende a realidade dessas mães. Muitas chegam fragilizadas emocionalmente e sem perspectiva financeira. Quando oferecemos capacitação, oportunidade e acolhimento, estamos fortalecendo não apenas essas mulheres, mas toda a estrutura familiar”, ressalta. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF)

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Mães atípicas: entre desafios diários, o acolhimento transforma rotinas no DF

  O Dia das Mães lembra também a rotina de quem é mãe atípica: para muitas, o cuidado é integral, constante e atravessado por incertezas. Nessa realidade, histórias como a da aposentada Cleide Maria Magalhães Matos, de 56 anos, ganham força. E também a ajuda de programas do Governo do Distrito Federal (GDF), como o Melhorias Habitacionais, e de órgãos como a Secretaria de Educação (SEEDF), que mantém a rede pública de ensino especial. Mãe de Jessé Magalhães, de 28 anos, Cleide Maria traduz o peso e o amor da jornada, que começou quando o pequeno chegou à porta dela, com 40 dias. Determinada a criá-lo, ela conta que a descoberta do diagnóstico do filho, de autista suporte 3 severo, foi difícil: “Eu fui para a beira do lago chorar. Você cria expectativa com um filho. Então, foi um balde de água fria. Mas por ele eu faria tudo novamente — tudo, sem tirar uma vírgula”, afirma.  Depois do desespero com o diagnóstico de Jessé, a rotina de Cleide Maria Matos tornou-se de acolhimento e reconstrução | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília A rotina mudou de desespero para acolhimento quando Cleide conheceu um dos 13 centros de ensino especial do Distrito Federal, onde ela reconquistou a própria autonomia, além de ver uma mudança profunda em seu filho. Jessé, que constantemente apresentava rompantes agressivos, hoje consegue se regular e até pintar quadros na escola. Cleide, que deixou o trabalho para cuidar do filho, redescobriu a própria vida a partir do apoio da escola. Com uma equipe para atender as necessidades de Jessé, ela começou a se exercitar e perdeu 34 quilos, ganhando saúde física e mental para continuar a maternidade. “Esqueci totalmente de mim. Foi depois do centro que eu voltei a fazer atividade física e a cuidar da minha saúde. Hoje eu sei que preciso estar bem para cuidar dele. A escola foi meu refúgio.” A governadora Celina Leão se mostra solidária a essas mães. “Tem algumas mamães que são mais do que especiais, são sinônimo do amor puro, São as nossas mães atípicas, que lutam com coragem, com perseverança, com a certeza de que o amor pode vencer todos obstáculos. A todas vocês, um Feliz Dia das Mães. Que a gente possa governar a cidade com esse olhar materno de que uma mãe faz sempre o que é melhor para os seus filhos”, compartilhou. No Distrito Federal, mais de 27,4 mil estudantes são atendidos pela educação especial, distribuídos em 675 escolas, sendo 13 centros de ensino especial, além de 520 salas de recursos. Os centros da rede pública atendem mais de 3,5 mil alunos com deficiências intelectuais, sensoriais, físicas ou múltiplas. Essas unidades especializadas, incluindo o Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais (CEEDV) e a Escola Bilíngue de Taguatinga, integram a política de inclusão da Secretaria de Educação do DF. "A escola tem a função social de acolher esses alunos e isso nos leva a olhar também para essas mães" Iêdes Braga, secretária de Educação Segundo a secretária de Educação, Iêdes Braga, o olhar do governo vai ー  e precisa ir ー  além do estudante. “A escola tem a função social de acolher esses alunos e isso nos leva a olhar também para essas mães. Elas recebem um diagnóstico e caminham a vida inteira com essa responsabilidade. Por isso, a escola precisa ser também um espaço de conforto, orientação e apoio”, declara. Mãe em tempo integral Os números refletem um impacto direto nas famílias, especialmente nas mães, que muitas vezes assumem sozinhas o cuidado integral dos filhos. A dona de casa Rute Ferreira de Oliveira, de 55 anos, é mãe de Davi, de 12, e descreve a intensidade da rotina. “A gente vive para eles. Eu não trabalho fora, meu tempo é todo para o meu filho: terapia de manhã, escola à tarde e à noite continuo cuidando em casa. Não é fácil, é muito difícil, e a gente precisa de apoio”. Ana Silva: "A gente precisa aprender a se olhar também, entender o tempo do nosso filho e o nosso tempo, porque essa jornada muda completamente quem a gente é" | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Já nos primeiros anos após o diagnóstico, o impacto é imediato. A dona de casa Daniele Lourenço, 43, mãe do pequeno Moisés, 4 anos, relata o processo de adaptação: “No começo, é um turbilhão de informações e terapias. A gente não consegue fazer outra coisa. O Moisés fazia horas seguidas de atendimento e a gente entrou nisso sem entender direito. Com o tempo, aprendemos que também precisamos viver e conhecer nosso filho, mas até chegar a esse equilíbrio é um processo". Ao longo do tempo, essa dedicação exclusiva da maternidade atípica também transforma a identidade dessas mulheres. A dona de casa Ana Silva, de 45 anos, mãe de Paulo Daniel, de 9 anos, aborda esse impacto: “A mãe deixa um pouco de ser mulher e vive só a vida de mãe. É uma rotina muito corrida e pesada, até na mente, que não para. A gente precisa aprender a se olhar também, entender o tempo do nosso filho e o nosso tempo, porque essa jornada muda completamente quem a gente é". O acolhimento Os serviços da rede pública abrangem centros de ensino especial, escolas bilíngues para surdos e salas de recursos multifuncionais, que complementam o ensino regular e auxiliam na inclusão. No Centro de Ensino Especial da 912 Sul, por exemplo, o atendimento visa o acolhimento às famílias, orientação e suporte emocional, criando uma rede que ajuda a reorganizar não apenas a vida dos alunos, mas de todo o núcleo familiar. "A escola trabalha diretamente na estrutura familiar, trazendo mais equilíbrio e qualidade de vida"  Ana Paula Ventorim Rodrigues de Oliveira, diretora do Centro de Ensino Especial 1 Na prática, esse apoio se traduz em mudanças reais dentro das famílias, acompanhadas diariamente pela diretora do Centro de Ensino Especial 1, Ana Paula Ventorim Rodrigues de Oliveira. “Temos relatos de famílias que conseguiram viajar juntas pela primeira vez, que voltaram a frequentar restaurantes e conseguiram reorganizar a rotina dentro de casa. A escola trabalha diretamente na estrutura familiar, trazendo mais equilíbrio e qualidade de vida”, detalha. O espaço recebe alunos a partir de 15 anos até a idade que precisam ficar na escola. Atividades como artes, música, educação física e vivências sociais ajudam a desenvolver habilidades muitas vezes invisíveis no início. “O aluno que vem para cá já não consegue trabalhar na matriz curricular do ensino regular. Então, trabalhamos a manutenção pedagógica do que existe de ganho do estudante, além da funcionalidade, autonomia e socialização”, acrescenta a diretora. Para as mães, o impacto também é pessoal. Esse sentimento é compartilhado por mães como a artesã Rejane de Freitas Kubiszeski, de 62 anos, que encontrou no ambiente escolar novas possibilidades, como o crochê e o artesanato. “A gente se apoia muito. Aprendi coisas novas, me sinto mais independente, mais empreendedora. A troca de experiência entre as mães é muito importante, porque só quem vive entende”, ressalta. Dentro da escola, projetos voltados às mães incentivam o autocuidado e o convívio social. A dona de casa Francisca Alves Brandão, de 68 anos, é mãe de Allan Alves Faria, de 40, e reforça o papel do espaço como ponto de encontro e trocas importantes: “Aqui é vida para nós. A gente aprende, conversa, apoia uma à outra. Não é obrigação vir, é um lazer. Quando ficamos longe, sentimos falta, quase como os meninos". Enquanto as mães encontram suporte, os estudantes também desenvolvem vínculos e autoestima. João Pedro Angotti Medeiros Araújo, de 19 anos, é diagnosticado com o transtorno do espectro autista (TEA). Em uma oratória articulada que desenvolveu com a escola e a família, ele resume o sentimento de pertencimento: “Aqui eu me sinto muito em casa. Muito acolhido, muito feliz. Nas outras escolas faziam bullying comigo, aqui não fazem". João Pedro Angotti Medeiros Araújo: "Eu quero dar parabéns a todas as mães do Brasil, do mundo inteiro. Especialmente à minha mãe, ela é a minha vida" | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Dele vem um recado simples e direto, mas carregado de significado para quem vive essa realidade todos os dias: “Eu quero dar parabéns a todas as mães do Brasil, do mundo inteiro. Especialmente à minha mãe, ela é a minha vida. Mamãe, te amo”. Mãe atípica transforma a vida do filho com apoio habitacional no DF “Tia, me espera que eu vou arrumar a minha mochila.” Foi com essa frase simples que Emanuel Ferreira, de 28 anos, um jovem com deficiência intelectual, deixou o abrigo rumo a um novo começo, nos braços de quem escolheu ser sua mãe. Neste Dia das Mães, a história dele e de Maria do Socorro Ferreira, de 52 anos, mostra como o afeto transforma vidas. Beneficiado pelo programa Melhorias Habitacionais, da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab), Emanuel hoje vive com mais dignidade ao lado da mãe de coração, que também teve a rotina e a qualidade de vida transformadas. Maria do Socorro Ferreira vai comemorar o primeiro Dia das Mães na casa nova, ao lado do filho, Emanuel | Foto: Matheus Borges/Agência Brasília Antes, Maria do Socorro vivia em uma casa pequena, com apenas um quarto, banheiro e cozinha, espaço onde Emanuel também dormia desde os 9 anos, quando foi adotado. Sem infraestrutura adequada, a rotina de cuidados com o filho era limitada e desafiadora. “Quando entregaram as chaves para a gente, falei: Emanuel, seu quarto agora já está pronto, sua cama está lá. Vamos lá ver?”. A lembrança do momento da mudança ainda emociona. “A gente tinha planos de arrumar a casa, mas não sabia quando nem como.” Foi por meio de uma amiga da família que Maria soube das inscrições abertas da Codhab para um programa voltado a famílias com pessoas com deficiência. “Como mãe atípica, sei que tudo aconteceu por causa do Emanuel. Não foi fácil, e ainda não é fácil cuidar dele, mas eu passaria por tudo de novo. Ele sabe que tem uma família, que tem uma casa nova.” Há dois meses, os dois celebram essa nova fase, com mais conforto e dignidade. Prioridade social Dentro do programa Melhorias Habitacionais, hoje referência no país, as pessoas com deficiência (PcD) têm prioridade no atendimento. Desde 2018, 239 pessoas já foram beneficiadas, sendo 62 famílias com integrantes com deficiência. Atualmente, outras 42 famílias aguardam na fila. 62 Número de famílias com integrantes com deficiência atendidas pelo projeto Melhorias Habitacionais Segundo a Codhab, 95% dos atendimentos são destinados a mulheres, muitas delas responsáveis pelo cuidado diário de filhos com deficiência, realidade que reforça o papel central das mães atípicas e dá ainda mais significado às ações do programa. A assistente social da Codhab, Marilurde Lago, explica que o atendimento começa com a inscrição e uma visita social para verificar se a família atende aos critérios do programa. Para ser beneficiado, é preciso morar no Distrito Federal há pelo menos cinco anos, ter renda de até três salários mínimos, ser dono do imóvel, não possuir outra residência e viver em área de regularização de interesse social. Para famílias com PcD, é necessário apresentar o laudo médico da pessoa e a carteira da pessoa com deficiência (obrigatoriamente). Para isso, também pode ser utilizado a comprovação do Benefício de Prestação Continuada (BPC). “Acompanhar Maria e Emanuel foi muito gratificante. Na primeira visita, vimos de perto a vulnerabilidade em que a família vivia, foi muito emocionante. Poder entregar uma casa nova, com um quarto para o Emanuel, com iluminação e ventilação adequadas, é algo que marca. É a realização de um sonho, tanto para o morador quanto para quem participa desse processo”, afirma Marilurde. [LEIA_TAMBEM]Casa nova A intervenção habitacional do Governo do Distrito Federal (GDF) representou, nesse contexto, muito mais do que uma obra física, foi uma transformação concreta na qualidade de vida dessa família. A residência passou por uma reconstrução e ampliação, com área aproximada de 71,70 m², com o objetivo de regularizar as condições de salubridade e à adequação da edificação aos parâmetros mínimos de habitabilidade, segurança e desempenho. A casa, que antes era um ambiente único e sem divisões, passou a contar com sala, cozinha e quartos bem definidos. A ampliação também considerou aspectos ambientais, como a orientação solar e a integração de uma árvore já existente no lote, utilizada como elemento natural de sombreamento. A cobertura foi totalmente substituída por telha sanduíche, para garantir melhores condições térmicas no interior da residência. Com o investimento da Codhab de R$ 99,8 mil, a moradia foi transformada em um espaço estruturalmente seguro, organizado e mais eficiente. Mas, acima de tudo, tornou-se um verdadeiro lar.  

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Vigilância Sanitária intensifica fiscalização para garantir segurança no Dia das Mães

A Vigilância Sanitária do Distrito Federal realiza, até sexta-feira (8), operação de fiscalização de estabelecimentos alimentares visando à celebração do Dia das Mães, um dos períodos de maior movimento comercial do ano. Até o momento, a ação do órgão da Secretaria de Saúde (SES-DF) apreendeu aproximadamente 376 kg de produtos impróprios para o consumo. Durante as vistorias, auditores verificam a qualidade dos insumos e prazos de validade e checam o cumprimento de protocolos de biossegurança, incluindo a higiene dos manipuladores e a prevenção contra a contaminação cruzada. Foram descartados 194 kg de alimentos sem identificação de origem ou produção | Fotos: Divulgação/Vigilância Sanitária O maior volume descartado foi de alimentos preparados sem identificação de origem ou produção, totalizando 194 kg. Também foram descartados 84 kg de gelo; 28,35 kg de carnes vencidas; 13,45 kg de itens de panificação congelados fora do prazo; e 12,1 kg de polpas de frutas sem identificação de abertura. Além das apreensões, interdições foram necessárias em locais que apresentavam condições precárias de higiene. Entre as irregularidades mais graves encontradas estavam o excesso de sujeira em áreas de manipulação e equipamentos, descarte inadequado de resíduos, escoamento de esgoto em áreas de produção e a presença de vetores como moscas, facilitada pela ausência de barreiras físicas e telas de proteção. A diretora da Vigilância Sanitária do DF, Marcia Olivé, ressalta que o objetivo da operação é assegurar que o aumento no volume de vendas não comprometa o padrão de segurança alimentar oferecido aos brasilienses. Segundo a diretora, quando um restaurante opera em sua capacidade máxima, a pressão sobre a cozinha e a logística de preparo aumenta significativamente, o que exige um cuidado redobrado dos proprietários. Auditores checam o cumprimento de protocolos de biossegurança, incluindo a higiene dos manipuladores e a prevenção contra a contaminação cruzada  “Nossa missão é garantir que o aumento no volume de vendas não resulte em queda no padrão de segurança alimentar, pois essas ações trazem a tranquilidade de celebrar essa data especial sabendo que o Estado está presente, monitorando e orientando o setor para prevenir surtos de doenças e garantir a saúde da população do DF”, afirma Olivé. [LEIA_TAMBEM]Documentação em dia Durante as fiscalizações, foram verificados documentos obrigatórios, como registros de limpeza de reservatórios de água e controle de pragas. Também avaliaram se a infraestrutura dos locais é compatível com a alta demanda de atendimento. De acordo com Olivé, com essa atuação preventiva e corretiva, a Vigilância Sanitária busca educar o setor produtivo e oferecer maior proteção aos consumidores que planejam celebrar a data em estabelecimentos comerciais. *Com informações da Secretaria de Saúde  

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Dia das Mães: como os centros de referência transformam realidade de mulheres no DF

O Distrito Federal abriga quatro dos 15 centros de referência da mulher brasileira (CRMB) espalhados pelo país. As unidades, que oferecem atendimento humanizado a todas as mulheres, em especial àquelas vítimas de violência ou em situação de vulnerabilidade, estão no Recanto das Emas, São Sebastião, Sobradinho II e Sol Nascente e contam, inclusive, com brinquedoteca com monitora para que as que são mães possam deixar os filhos durante os atendimentos. Mas os dados não dão a devida dimensão da importância desses espaços. Por isso, neste Dia das Mães, é melhor contar a história de uma pessoa que teve a vida transformada por meio deles: Neris Pereira tem 42 anos, é casada e tem dois filhos, de 22 e de 17. Há 26 anos, ela atua como manicure, e há 17 virou também cabeleireira. Na pandemia, deixou o salão em que trabalhava e abriu o próprio negócio (https://www.instagram.com/neris_pereira). Mas encontrou barreiras. "É difícil, porque é a gente e a gente mesma para tudo", explica. Moradora do Recanto das Emas, Neris vive a uma rua de distância do CRMB da região. Porém, nunca tinha visitado o local, por acreditar ser exclusivo para mulheres vítimas de violência. No início deste ano, por meio de uma publicação nas redes sociais, ficou sabendo da oferta de cursos gratuitos e se interessou. "Primeiro, fiz o curso de tranças e o de marketing. Depois, vim fazer o de empreendedorismo. Foi muito bom, elas são muito acolhedoras, as professoras são maravilhosas [a equipe do centro é formada só por mulheres]. Aprendi a me posicionar melhor e a organizar melhor. Acaba sendo um apoio, porque a gente até quer pagar, mas os cursos são caros. Foi uma mudança. Passei a enxergar com outros olhos o meu negócio e a vida também", ressalta. Hoje, ela conta que já percebe o retorno financeiro em seu negócio — o que é fundamental para as contas em casa —, avalia o CRMB como "muito necessário" para as mulheres da região e convida mais gente a conhecer o espaço e a fazer os cursos gratuitos. "Quem já tem o seu negócio ou quer começar um negócio, que venha. Agora, eu vou ficar sempre aqui, sempre de olho no que está rolando." Atendimento Cada Centro de Referência da Mulher Brasileira oferece acolhimento e acompanhamento com psicóloga e assistente social; atendimento com enfermeira; assessoria jurídica; brinquedoteca com monitoria (para que as mães possam deixar seus filhos durante as aulas ou atendimentos); kit lanche para as mulheres atendidas e seus filhos; cursos de capacitação e ações de promoção da autonomia; encaminhamento à rede de serviços; e acesso aos benefícios ofertados pela Secretaria da Mulher.  Até agora, neste ano, os CRMB do Distrito Federal registraram um total de 1.020 atendimentos, acolhendo e transformando a vida de mulheres | Fotos: Tony Oliveira / Agência Brasília "O principal dessa política é o enfrentamento à violência, que está dentro do programa Mulher Viver sem Violência [uma parceria com o Ministério das Mulheres]. Porém, dentro desse enfrentamento, a gente entende também que a mulher precisa ser acolhida em outras áreas, como na questão da promoção da autonomia financeira. Por isso a gente oferece os cursos", explica a subsecretária de Enfrentamento à Violência Contras as Mulheres da Secretaria da Mulher do DF, Maíra de Castro. "Eu costumo dizer que, quando a mulher se empodera economicamente, ela se empodera para a vida", destaca Carolina Freire, professora do curso de Empreendedorismo. "Então, é uma forma de a mulher se enxergar como pertencente, ter o seu próprio dinheiro, pensar em possibilidade de ter um recurso financeiro e isso acaba fazendo com que aquelas que estão em situação de violência saiam do ciclo", observa.  [LEIA_TAMBEM] Desde o início do ano, os CRMB do Distrito Federal registraram um total de 1.020 atendimentos. Só nos cursos, no último ciclo — encerrado no fim de abril —, 183 conquistaram o certificado. Nesta semana, foi iniciado um novo período de aulas. O próximo está marcado para começar em 1º de junho, com duração até o dia 23 do mesmo mês. Os cursos ofertados serão: Artesanato - crochê; Tranças/penteados afro; Marketing digital; e Empreendedorismo. Voltando à história da Neris, Caroline, que foi sua professora, enfatiza a evolução em sala de aula e, agora, deseja que novas mulheres possam experimentar o mesmo: "A Neris foi uma aluna que, no primeiro dia de aula, não falou nem o que fazia. E eu percebi, principalmente na última aula, a diferença até para se posicionar e oferecer o produto dela. O maior presente que ela me deu foi ver o tanto que ela cresceu. Hoje ela consegue apresentar o próprio negócio, o que ela vende e se organizar para os sonhos dela". Confira os endereços dos Centros de Referência da Mulher Brasileira (CRMB) do DF: CRMB – Recanto das Emas  Telefone: (61) 3181-2665 / 3181-2666  Endereço: Av. Buritis Quadra 203 Lote 14  Horário/dia: 9h às 18h – de segunda a sexta-feira CRMB – Sol Nascente  Telefone: (61) 3181-2255 / 3181-2660  Trecho 02 – Quadra 100 Conj. A Lote SC1 – Pôr do Sol  Horário/dia: 9h às 18h – de segunda a sexta-feira CRMB – São Sebastião  Telefone: (61) 3181-2661 / 3181-2662  Área Especial – AE 11, Centro de Múltiplas Atividades  Horário/dia: 9h às 18h – de segunda a sexta-feira CRMB – Sobradinho II  Telefone: (61) 3181-2663 / 3181-2664  AE 06 COER Quadra 01 Setor Oeste  Horário/dia: 9h às 18h – de segunda a sexta-feira

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Samambaia recebe edição especial do GDF Mais Perto do Cidadão voltado para o Dia das Mães

Nesta sexta (9) e sábado (10) que antecede o Dia das Mães, Samambaia foi palco de uma grande celebração à cidadania, ao cuidado e ao afeto. A 51ª edição do GDF Mais Perto do Cidadão, promovida pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), contou com uma programação especial voltada às mulheres e à valorização da maternidade. A programação incluiu serviços gratuitos, oficinas, cursos de capacitação, brechó solidário, atendimentos de saúde e atividades especiais voltadas para toda a comunidade. A estrutura foi montada na QN 829, em Samambaia Norte (expansão). Mais de 6.200 atendimentos marcaram a edição do programa GDF Mais Perto do Cidadão em Samambaia | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, marcou presença no evento e comentou como o Governo do Distrito Federal (GDF) acompanhou a criação da expansão de Samambaia desde o início, além de destacar a importância do programa chegar aos lugares em que a população mais precisa de atendimento. “Essa região nunca tinha recebido o programa e essa foi uma das edições mais visitadas. Para mim é muito especial estar aqui perto do Dia das Mães, encontrei várias mulheres e tivemos feedback dos programas que fazemos por meio do GDF. Acredito que é um programa que atende a comunidade e chega perto do cidadão para mudar a vida das pessoas”, declarou. A vice-governadora Celina Leão cumprimenta uma participante da edição do programa em Samambaia: "Acredito que é um programa que atende a comunidade e chega perto do cidadão para mudar a vida das pessoas" Ao longo de mais de 50 edições, o GDF Mais Perto do Cidadão já impactou a vida de mais de 350 mil pessoas. Segundo a Sejus, apenas entre esta sexta e sábado foram mais de 6.200 atendimentos prestados em Samambaia por meio do programa.  A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, afirmou que a edição foi especial e ressaltou a importância da continuidade do evento em todo o território do DF. “O papel do governo é mapear os locais que precisam de infraestrutura e suporte do Estado, para que a gente faça uma sinalização de que o governo está presente em todo o Distrito Federal e, que se ainda não chegou, possa chegar”. Edição especial Um dos destaques desta edição foi a oficina de chaveiros de feltro, das 9h às 12h. A atividade introduziu uma técnica simples e criativa de confecção do acessório, que pode ser transformado em fonte de renda para os adultos e também em uma forma especial de crianças e adolescentes homenagearem suas mães com presentes feitos por suas próprias mãos. A secretária Marcela Passamani destacou a importância da iniciativa para facilitar o acesso da população a serviços públicos A professora Odília Gonçalves, responsável pela oficina, ressaltou que a atividade significa liberdade e independência financeira para as mulheres: “Elas não precisam sair de casa para trabalhar. Isso é uma renda para as donas de casa e para as mães, muitas com filhos especiais. O artesanato de feltro é uma coisa fácil e lucrativa, eu mesma sustento minha casa com isso”. Odília Gonçalves ensinou, em oficina de chaveiros de feltro, uma atividade que pode aumentar a renda familiar Entre as cerca de 30 mulheres que passaram pelo espaço de aprendizado neste sábado, estava a dona de casa Maria Leda de Oliveira, de 61 anos. Segurando um coraçãozinho feito de feltro que ela mesma confeccionou, a moradora de Samambaia se disse feliz por ter a oportunidade de descobrir uma nova habilidade. “Quando tem uma coisa diferente, eu gosto de aprender, foi uma oportunidade e também uma comemoração do Dia das Mães. Além disso, é uma renda e, para minha idade, uma terapia também”. Atendimento à população  [LEIA_TAMBEM]Durante todo o evento, a comunidade teve  acesso a uma ampla rede de serviços públicos, como atendimentos do Na Hora, da Polícia Civil e de outros órgãos do GDF, além de serviços de saúde como vacinação contra covid-19, influenza, HPV e testes rápidos.  Vacinação antirrábica para pets também estavam disponíveis no local, que contou, ainda, com espaço infantil, serviços de beleza, exposição de artesanato com participantes do Banco de Talentos e os estandes dos programas Direito Delas - voltado à prevenção da violência contra a mulher - e Acolhe DF, que oferece suporte e acolhimento a dependentes químicos e seus familiares. Parte do evento, o tradicional brechó solidário Compartilha Amor ofereceu roupas, calçados e acessórios arrecadados pela campanha da Sejus-DF ao longo do ano. No evento também foi possível realizar as inscrições para o Casamento Comunitário, para os casais que desejam oficializar a união. O programa tem três cerimônias previstas até o fim do ano: a próxima ocorrerá em 29 de junho. A expectativa é de beneficiar cerca de 400 casais em 2025. Maria Leda de Oliveira: “Eu gosto de aprender, foi uma oportunidade e também uma comemoração do Dia das Mães. Além disso, é uma renda e, para minha idade, uma terapia também” Na sexta-feira (9) foram oferecidos à comunidade dois cursos especiais: Protagonista da Casa, voltado a diaristas, empregadas domésticas e donas de casa interessadas em aperfeiçoar suas habilidades, e o Nasce uma Estrela, voltado a gestantes e mães de recém-nascidos, apresentando orientações práticas sobre amamentação, cuidados com o bebê e bem-estar no pós-parto. A população idosa da região também foi beneficiada pelo projeto Um Novo Olhar para a Melhor Idade, que ofereceu exames oftalmológicos gratuitos e doação de óculos, em parceria com a ONG Renovatio. A estimativa é de atender 3.500 idosos ao longo das próximas edições. Otavina Leite Alencar elogiou o acesso facilitado a diversos serviços proporcionado pelo programa GDF Mais Perto do Cidadão A dona de casa Otavina Leite Alencar, 63, disse ter visto muitas coisas boas para a comunidade no local, pertinho de casa. “É muito bom, tem consultas para quem precisa de óculos, dá para fazer documentos, tem a oportunidade do Casamento Comunitário, que é para quem quer casar e tem o noivo, né?” brincou. Ela também elogiou os serviços de saúde: “É importante, eu já me vacinei. E tem para os pets, só não trouxe o meu cachorrinho porque ele já vacinou também”, completou.          

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Mães internadas no HRSM recebem homenagem de equipes assistenciais

As mães internadas junto aos filhos na equipe da Unidade de Cuidados Intermediários Neonatais (UCIN) do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) receberam uma homenagem nesta sexta-feira (9). O evento, em alusão ao Dia das Mães, teve escalda-pés, maquiagem, cabelo, fotos, lanche especial e bingo. “Quando o bebê nasce, geralmente a intenção é sempre perguntar pelo bebê. O foco hoje foi a mãe, fornecer esse cuidado com ela, que muitas vezes se esquece para dar atenção redobrada ao filho que acabou de nascer. Conseguimos o apoio de voluntários que nos deram roupinhas e montamos os kits e o bingo foi para descontrair”, explica a chefe de Enfermagem da UCIN, Rosane Medeiros. O evento, em alusão ao Dia das Mães, teve escalda-pés, maquiagem, cabelo, fotos, lanche especial e bingo | Fotos: Divulgação/IgesDF Alana Bragança, 25 anos, recebeu alta médica nesta sexta-feira após 14 dias internada com o filho, o pequeno Ruann, que nasceu prematuro de 32 semanas, e foi a sortuda que ganhou a almofada de amamentação com a cartela cheia do bingo. “Achei esse dia maravilhoso. Ganhei vários presentes para o meu filho, fiz fotos, me arrumei. Fui tratada com muito carinho por toda a equipe enquanto estive aqui dentro. Graças a Deus recebi alta e estou muito feliz, pois passarei o Dia das Mães em casa, junto com a minha outra filha, de 4 anos”, comemora. Sâmia Martins, 31 anos, nunca imaginou passar tanto tempo internada. O filho Dante, de 1 mês e meio, nasceu prematuro de 33 semanas e agora aguarda sair do oxigênio e ganhar mais peso para ir pra casa. “Nunca imaginei passar por isso, mas graças a Deus, sempre fui muito bem acolhida aqui dentro e adorei esse momento para nós, porque nos dedicamos inteiramente ao bebê e esquecemos de nos olhar, nos cuidar”, avalia. O momento ajuda na recuperação dos filhos e propicia o bem-estar às mães Juane Figueiredo, 28 anos, está internada há 14 dias com o quarto filho, o pequeno Teodoro, que nasceu com cardiopatia. Ela fica dividida em ter que estar no hospital e com os filhos que deixou em casa. “Graças a Deus moro aqui perto do hospital e consigo sair para vê-los. No domingo irei almoçar com eles”. Ela adorou o momento e acha que ações como essas fazem a diferença para quem está internada. Centro obstétrico [LEIA_TAMBEM]Nesta quinta-feira (8), o centro obstétrico celebrou o Dia das Mães com uma homenagem especial às pacientes internadas. A ação contou com momento de beleza e autocuidado, pintura de barriga e ensaio fotográfico. A ação foi organizada pelas profissionais de saúde Keyssiane Vieira, Maria Simaria Dantas, Hosana Endy, Marise de Fátima, pela enfermeira obstetra Elizabethy de Moura e pelas psicólogas Elislaine Sousa e Sheileni Louzeiro. A chefe do serviço de Enfermagem do Centro Obstétrico, Ariodene Carvalho, prestou uma homenagem às mães que fazem parte da equipe do centro. “Nada se compara ao amor de uma mãe. Que cada dia seja repleto de lembranças felizes e únicas ao lado do seu bebê. Você está fazendo um trabalho maravilhoso.” *Com informações do IgesDF

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