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Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação (Eape)

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Oficinas pedagógicas da rede pública de ensino completam 40 anos

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), por meio da Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape), celebrou, nesta terça-feira (9), os 40 anos das oficinas pedagógicas da rede pública de ensino. A programação foi realizada no auditório da Eape e reuniu educadores, gestores, formadores e convidados para homenagear a trajetória do Centro de Vivências Lúdicas (CVLud), referência na promoção de práticas pedagógicas voltadas à ludicidade. A solenidade de abertura contou com a presença da secretária de Educação interina do DF, Iêdes Braga, que pontuou a importância das oficinas pedagógicas para a formação continuada dos profissionais da educação e o fortalecimento das práticas pedagógicas desenvolvidas nas escolas. Ela também ressaltou o legado deixado pelos profissionais que contribuíram para consolidar a iniciativa ao longo das últimas quatro décadas. “Celebrar os 40 anos das oficinas pedagógicas é reconhecer uma trajetória construída por muitos educadores que acreditaram no potencial da ludicidade para transformar a aprendizagem. Ao longo desse período, as oficinas acompanharam as mudanças da educação e continuam mostrando que o brincar, o criar e o experimentar são caminhos importantes para envolver os estudantes e tornar o processo de ensino mais significativo”, afirmou a secretária interina. “Celebrar os 40 anos das oficinas pedagógicas é reconhecer uma trajetória construída por muitos educadores que acreditaram no potencial da ludicidade para transformar a aprendizagem" Iêdes Braga, secretária interina de Educação Ao longo do dia, os participantes puderam conhecer um pouco do trabalho desenvolvido pelo CVLud por meio de apresentações culturais, contação de histórias, atividades musicais, exposição de materiais pedagógicos e vivências interativas. A programação também contou com estações temáticas voltadas à construção de jogos, arte com papel, histórias e bonecos, além de práticas relacionadas à musicalidade. De acordo com a formadora da oficina pedagógica de Sobradinho, Letícia de Sousa Miller, a comemoração buscou apresentar à comunidade educativa o universo da ludicidade e sua contribuição para os processos de ensino e aprendizagem. “Estamos celebrando 40 anos de história e trazendo um pouco do que é esse universo da ludicidade. Trabalhamos com música, contação de histórias, bonecos, jogos e diversas linguagens que contribuem para a aprendizagem dos estudantes”, explicou. Além da sala de aula Aposentada da rede pública de ensino, Zelma Dias Ribeiro, transformou a experiência em sala de aula em projetos que apoiam estudantes e professores | Foto: André Amendoeira, Ascom/SEEDF Após 30 anos atuando na rede pública de ensino do Distrito Federal, a docente aposentada Zelma Dias Ribeiro transformou o artesanato em uma nova missão. Moradora de Sobradinho, ela produz materiais pedagógicos e peças sustentáveis com itens reaproveitados, como jeans e madeira, levando apoio a professores e estudantes, especialmente da educação especial. "Quando me aposentei, procurei uma atividade que me fizesse bem e me mantivesse útil. Foi assim que comecei no artesanato. Como acredito na reciclagem, reaproveito materiais como jeans e madeira e transformo tudo em aventais, alfabetos e jogos pedagógicos", contou. Zelma também lembrou da importância das oficinas pedagógicas e do uso de atividades lúdicas no processo de aprendizagem. Segundo a professora aposentada, as brincadeiras, a contação de histórias e os livros continuam sendo ferramentas essenciais para despertar a criatividade, formar leitores e aproximar as crianças do conhecimento. Memória educacional As oficinas pedagógicas tiveram origem na produção e confecção de jogos educativos para a rede pública. Com o passar dos anos, as atividades foram ampliadas e passaram a contemplar diferentes práticas formativas. Em 2018, o trabalho passou a ser identificado como Centro de Vivências Lúdicas, refletindo uma atuação mais abrangente voltada ao desenvolvimento de experiências pedagógicas significativas. Atualmente, o CVLud atua de forma descentralizada nas 14 Coordenações Regionais de Ensino (CREs) do Distrito Federal, aproximando a formação continuada dos professores de suas comunidades escolares. Cerca de 40 profissionais integram as equipes das Oficinas Pedagógicas em todo o DF.   * Com informações da Secretaria de Educação do DF

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Ações educativas marcam o Dia de Combate ao Abuso Infantil

Em referência ao 18 de Maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, a Secretaria de Educação (SEEDF) vem promovendo uma série de ações voltadas à prevenção da violência sexual contra o público infantojuvenil. Uma das iniciativas foi o Seminário da Rede de Prevenção, promovido pela Unidade-Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação (Eape) no dia 9 deste mês. A subsecretária de Educação Básica, Iêdes Braga, durante o seminário: “É importante sempre nos atualizarmos sobre as novas formas de violência para que nós possamos fortalecer essa rede de proteção aos nossos estudantes” | Fotos: Jotta Casttro/SEEDF Tendo como tema “Prevenção da violência sexual contra crianças e adolescentes: avanços e desafios na rede pública do DF”,  a ação integra a programação do Maio Laranja, campanha nacional de enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. O seminário reuniu 150 orientadores educacionais das 14 coordenações regionais de ensino do DF, contou com palestras voltadas ao fortalecimento do papel das escolas na identificação e no acolhimento de estudantes em situação de vulnerabilidade.  “É importante sempre nos atualizarmos sobre as novas formas de violência para que nós possamos fortalecer essa rede de proteção aos nossos estudantes”, declarou a subsecretária de Educação Básica da SEEDF, Iêdes Braga. “Os orientadores educacionais que estão nas escolas muitas vezes são os que estão na linha de frente e recebem a primeira demanda sobre esses casos.” Encaminhamento e união  Ana Cláudia Carpaneda, orientadora da EC 209 Sul: "É preciso ensinar a criança a se proteger em relação a certos conteúdos, questão de jogos, de chat, vídeos que não são apropriados para a idade delas” [LEIA_TAMBEM]Além do acolhimento inicial ao aluno, o seminário reforçou também orientações aos profissionais sobre como encaminhar os casos aos órgãos competentes. “Estamos aqui também para orientar como conduzir ao receber uma denúncia de uma criança ou um adolescente dentro da escola”, pontuou Keylla Miriam, coordenadora do Núcleo de Formação da Orientação Educacional e uma das organizadoras do evento.  Durante o evento, a orientadora educacional da Escola Classe (EC) 209 Sul, Ana Cláudia Carpaneda, enfatizou: “É preciso ensinar a criança a se proteger em relação a certos conteúdos, questão de jogos, de chat, vídeos que não são apropriados para a idade delas. Tem de haver supervisão, um cuidado da família em relação às nossas crianças e aos nossos jovens”. *Com informações da Secretaria de Educação  

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