Resultados da pesquisa

Escolas Inovadoras

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Projeto Escolas Inovadoras investe em tecnologia no CEF 11 de Taguatinga

A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), em parceria com a Secretaria de Educação (SEEDF) e organizações da sociedade civil (OSCs), reformou e atualizou tecnologicamente o Centro de Ensino Fundamental (CEF) 11 de Taguatinga, por meio do projeto Escolas Inovadoras. Com 950 alunos, CEF 11 ganhou reforma em salas de aula, cantina, refeitório, depósito e banheiros | Foto: Divulgação/SEEDF O objetivo é iniciar a transformação do cenário na educação pública do DF com inovação e desenvolvimento tecnológico, além de garantir a continuidade dos estudos investindo em aprendizagens significativas, desenvolvendo uma cultura colaborativa e de bem-estar sustentável. “Um ambiente escolar bem-equipado e saudável é fundamental para o bom desempenho dos alunos, sobretudo quando o assunto é inovação tecnológica”, afirma o presidente da FAPDF, Marco Antônio Costa Júnior. Reforma O Centro de Ensino Fundamental (CEF) 11 de Taguatinga é uma das escolas da rede pública do Distrito Federal que integram o projeto-piloto Escolas Inovadoras, lançado em 2019. Ao todo, 950 estudantes e 80 profissionais receberam a escola reformada em diferentes espaços, como salas de aula, cantina, refeitório, depósito e banheiros. A iniciativa é dividida em três etapas: Sensibilização, Implantação e Acompanhamento. A meta é melhorar os índices de permanência e conclusão do ensino fundamental, promovendo o senso de pertencimento na comunidade escolar por meio de uma abordagem inovadora e participativa. O projeto inclui trabalhos de pesquisa-ação, com implementação de um novo modelo gerencial e adaptações na infraestrutura, a fim de oferecer condições favoráveis ao processo de ensino-aprendizagem e formação de professores especialistas em educação inovadora. “É uma conquista poder receber os estudantes e os profissionais da educação com uma infraestrutura adequada, com segurança e sem o barulho de obras e outros inconvenientes decorrentes de reformas”, valoriza o diretor da CEF 11, Felipe Gontijo. “Além disso, um trabalho constante de limpeza é realizado. Agora, com a presença dos alunos, a escola ganhou vida.” *Com informações da FAPDF

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Projeto Escolas Inovadoras transforma a vida de estudantes da rede pública

Um projeto piloto desenvolvido pelo Governo do Distrito Federal (GDF) tem transformado a vida dos estudantes da rede pública. Lançado em 2019, o Escolas Inovadoras proporciona que os centros de ensino da capital se tornem verdadeiros laboratórios de transformação educacional, onde alunos, professores, pais, responsáveis e a comunidade se unem para repensar e reinventar o processo de aprendizagem. A iniciativa tem como objetivo a melhoria direta dos índices de frequência escolar e de conclusão dos anos finais do ensino fundamental, além de oferecer apoio psicológico aos estudantes e realizar melhorias prediais nas instituições contempladas. O projeto é desenvolvido pela Secretaria de Educação do DF (SEEDF), em parceria com a Fundação de Apoio à Pesquisa (FAPDF) e com organizações da sociedade civil (OSCs). Cada instituição participante conta com uma OSC parceira e segue um projeto de aprendizagem único | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Uma das instituições selecionadas pelo programa é o Centro de Ensino Fundamental (CEF) 11 de Taguatinga. O colégio tem como parceiro a União Brasileira de Educação Católica (UBEC), que recentemente promoveu um concurso para distribuição de bolsas integrais no Colégio Católica de Brasília válidas para os três anos do ensino médio. A premiação busca valorizar os três estudantes do 9º ano da unidade educacional que obtiveram o melhor desempenho acadêmico. Nesta quarta-feira (22), foram divulgados os vencedores do concurso. Um dos contemplados foi o estudante Arthur César Oliveira de Andrade, que terminou a disputa em primeiro lugar. “Essa oportunidade que a escola nos deu vai influenciar muito no meu futuro. É um motivo de orgulho para os meus familiares, e vou aproveitar essa chance ao máximo”, disse o adolescente. Arthur César Andrade: “Essa oportunidade que a escola nos deu vai influenciar muito no meu futuro” Rian Moreira Barros, outro beneficiado com a bolsa, afirma que a conquista acadêmica não seria possível sem o apoio dos docentes da unidade educacional. “O colégio permitiu essa oportunidade aos alunos. É uma chance única de poder estudar em um colégio como a Católica”. Integração Além do CEF 11 de Taguatinga, outros três colégios públicos do DF estão inseridos no Escolas Inovadoras: CEF 1 da Vila Planalto, CEF 5 de Taguatinga e Escola Técnica de Ceilândia. Cada instituição participante conta com uma OSC parceira e segue um projeto de aprendizagem único, desenvolvido a várias mãos e com a atuação direta de todos os atores inseridos no processo de formação das crianças e adolescentes. [Olho texto=”“A educação não ocorre só dentro da escola, ela envolve toda a comunidade”” assinatura=”Ana Paula Aragão, coordenadora científica da FAP/DF” esquerda_direita_centro=”esquerda”] “A educação não ocorre só dentro da escola, ela envolve toda a comunidade”, enfatiza Ana Paula Aragão, coordenadora científica da FAP/DF. “Por meio do projeto, buscamos transformar a vida desses estudantes por meio de uma visão de educação inovadora. Queremos que eles desenvolvam outras habilidades, tenham acesso a novas disciplinas e novas modalidades de aulas”, detalha. No CEF 5 de Taguatinga, por exemplo, o projeto-base é intitulado Aprender em Comunidade. Desenvolvida em parceria com o Instituto Educação, Esporte, Cultura e Artes Populares (IECAP), a proposta tem como premissa dar espaço aos alunos no processo decisório de políticas de aprendizagem. A escola ainda oferece abordagem diferenciada na saúde mental dos estudantes. [Olho texto=”O projeto Escolas Inovadoras foi criado em 2019, por meio do Edital 04/2019, que abriu chamamento público para OSCs interessadas em participar na consolidação dos projetos educacionais” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] O CEF 1 da Vila Planalto, por sua vez, conta com o apoio da União Planetária para desenvolver nos estudantes e na comunidade educacional uma conscientização acerca da sustentabilidade, valorização da diversidade e da cidadania. A proposta da escola inclui aulas de educação ambiental e yoga para os adolescentes. Participam do Escolas Inovadoras o CEF 11 de Taguatinga, o CEF 5 de Taguatinga, o CEF 1 da Vila Planalto e a Escola Técnica de Ceilândia Já a Escola Técnica de Ceilândia baliza sua proposta pedagógica na sintonia entre os elementos curriculares e as experiências de aprendizagem, com tendências avançadas dos audiovisuais, por meio dos jogos eletrônicos, e educação empreendedora. A ação, apoiada pela Associação de Startups e Empreendedores Digitais do Brasil, tem foco na melhoria da qualidade de vida no ambiente escolar e na transformação das realidades sociais. Cooperação O projeto Escolas Inovadoras foi criado em 2019, por meio do Edital 04/2019, que abriu chamamento público para OSCs interessadas em participar na consolidação dos projetos educacionais. Em função da pandemia, o termo de cooperação entre as instituições selecionadas foi assinado no segundo semestre de 2021. Todo o processo foi coordenado pela Secretaria de Educação e contou com um orçamento de R$ 15 milhões.

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‘Escolas Inovadoras’ escolhe participantes de projetos

O projeto Escolas Inovadoras já selecionou as quatro instituições da rede pública de ensino que vão participar de suas ações: CEF 5 e CEF 11, ambas de Taguatinga; CEF 1 do Planalto, na Asa Sul, e Escola Técnica de Ceilândia. A iniciativa é uma parceria entre a Secretaria de Educação (SEE), a Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF) e organizações da sociedade civil (OSCs). O objetivo é a criação coletiva de projetos-piloto nessas escolas com ações que unem o uso de tecnologias e as práticas pedagógicas. As ações têm duração de 18 meses. A meta é que os modelos dessas unidades de ensino possam ser replicados e adaptados às realidades de outras escolas da rede pública no futuro. O trabalho envolve estudantes, professores, servidores, pais e comunidade. O nome projeto vem de um conceito “macro” de educação inovadora – aquela que inclui o uso de novas tecnologias, sem desprezar as tradicionais, tendo como foco a melhoria da qualidade de vida. [Olho texto=”A partir da ação do Escolas Inovadoras, a unidade escolhida receberá investimentos como mobiliários para a biblioteca, tablets para estimular a pesquisa científica, máquinas para o laboratório de informática, entre outros” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] “O Escolas Inovadoras é um marco muito importante para a Secretaria de Educação. Ele nos possibilita cocriar quatro caminhos viáveis de transformação para melhoria da qualidade de aprendizagem. A inovação vem para que a experiência escolar dos nossos estudantes e comunidade escolar seja mais significativa, repleta de sentido e conhecimento”, destacou Tamine Cauchioli, da comissão técnica executiva do Escolas Inovadoras da SEE. Voz e vez dos estudantes No CEF 5 de Taguatinga, está em processo o projeto Aprender em Comunidade – parceria com o Instituto de Educação, Esporte, Cultura e Artes Populares (Iecap). Os estudantes voltaram para as aulas presenciais e logo se depararam com essa possibilidade de diálogo de novos aprendizados por meio do Escolas Inovadoras. Susie Nunes, Gisele Domingues e Júlia Fabiane, do CEF 5 de Taguatinga, participam ativamente do projeto Escolas Inovadoras | Foto: Mary Leal/SEE “Senti que tenho voz e que as minhas opiniões também importam! Percebi que foi uma oportunidade de debatermos diversos assuntos ligados à tecnologia, sonhos, profissões e saúde mental”, contou Gisele Domingues, do sexto ano. O projeto Aprender em Comunidade visa à transformação do participante mostrando caminhos para autonomia, que vão de questões simples a temas complexos.  A iniciativa trabalha os tópicos do plano pedagógico da escola, mas também inclui assuntos sobre os quais os jovens querem conversar. Após o período de isolamento da covid-19, um dos pontos que mais surgiram para o debate foi a importância da saúde mental. “A gente se sente muito acolhido aqui. Temos a liberdade de conversar com qualquer adulto e fazemos atividades que nos preparam para a vida adulta no sentido profissional, social e emocional”, revelou Júlia Fabiana, estudante do sétimo ano do CEF 5. Construção conjunta A partir da ação do Escolas Inovadoras, a unidade selecionada receberá investimentos como mobiliários para a biblioteca, tablets para estimular a pesquisa científica, máquinas para o laboratório de informática, entre outros itens. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] “O DNA do nosso projeto tem essa pegada comunitária, com o princípio democrático. Não viemos com uma ideia totalmente pronta. A proposta é construirmos juntos”, destacou o coordenador-geral do projeto Aprender em Comunidade no CEF 5 de Taguatinga, Dário Aguirre. “Já temos frutos desse projeto em pouco tempo com os estudantes. Os jovens têm necessidade de se expressar e muitos têm boas ideias que podem contribuir com o processo de aprendizagem aqui da escola”, afirmou a vice-diretora do CEF 5, Iraildes Alves. Conheça as outras iniciativas do Escolas Inovadoras – Projeto Alpha: é desenvolvido no Centro de Ensino Fundamental 11 de Taguatinga, em parceria com a União Brasileira de Educação Católica. Utiliza os preceitos teóricos da Pedagogia Alpha, como presença, proximidade e partida, com o objetivo de melhorar os índices de permanência e conclusão dos anos finais do ensino fundamental. Por meio desse modelo, os estudantes podem gerar o senso de pertencimento no espaço escolar por parte dos gestores, docentes, funcionários, estudantes e suas famílias. – Projeto Escola Supren: elaborado no Centro de Ensino Fundamental 1 do Planalto, em parceria com a União Planetária. A Escola Supren promove meios para desenvolver nos estudantes e na comunidade educacional uma conscientização acerca da sustentabilidade, valorização da diversidade e da cidadania. O modelo escolar é baseado na metodologia SEE Learning (aprendizado social-emocional-ético), que envolve educação de maneira integrada para a mente e para o coração. O projeto inclui aulas de educação ambiental e ioga para os estudantes. – Projeto Retina: desenvolvido com os alunos, professores e comunidade da Escola Técnica de Ceilândia, em parceria com a Associação de Startups e Empreendedores Digitais do Brasil. A proposta pedagógica do projeto é caracterizada pela sintonia entre os elementos curriculares e as experiências de aprendizagem propostas com tendências avançadas dos audiovisuais (jogos eletrônicos) e educação empreendedora. A ação tem foco na melhoria da qualidade de vida no ambiente escolar e na transformação das realidades sociais. Cooperação O termo de cooperação entre as instituições envolvidas no projeto foi assinado no segundo semestre de 2021. A iniciativa surgiu a partir de um edital da FAP-DF que, em parceria com a SEE, apresentou um chamamento público para seleção de organizações da sociedade civil para a cocriação de projetos-piloto do Escolas Inovadoras. Cada unidade teve um projeto base para começar a ser implementado no local, mas o objetivo do Escolas Inovadoras é que a proposta siga sendo construída coletivamente, de forma que os interessados possam participar democraticamente das ações. *Com informações da Secretaria de Educação

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Começa Programa Escolas Inovadoras no DF

Na tarde da última segunda-feira (18), equipe da Fundação de Apoio à Pesquisa e Inovação do Distrito Federal (FAPDF) recebeu representantes das quatro Organizações da Sociedade Civil (OSCs) selecionadas no Programa Escolas Inovadoras (Edital 04/2019) para a primeira reunião de trabalho do projeto. O desenvolvimento do projeto Escolas Inovadoras em parceria com a SEE-DF teve início em 2019, mas a pandemia impactou o andamento do processo que foi ativamente retomado este ano| Foto: Divulgação/FAP-DF Representantes da Brasil Startups, União Planetária, Universidade Católica de Brasília (UCB) e da Agência de Transformação Social (Iecap) apresentaram seus projetos de educação inovadora, que serão desenvolvidos e implementados em conjunto com a Secretaria de Educação (SEE-DF). A abertura do evento, realizado no Sebrae Lab, contou com a participação da superintendente de Ciência, Tecnologia e Inovação da FAPDF, Renata de Castro Vianna, do coordenador de Tecnologia e Inovação da FAPDF, Gilmar Marques, e da representante da Subsecretaria de Educação Básica da SEE-DF, Janaina Vieira. [Olho texto=”“A ideia é de fato andar de mãos dadas com a Secretaria de Educação. O que estamos fazendo aqui é em prol da nossa cidade e qualificando o investimento do GDF para que seja devolvido ao DF em melhorias, especificamente para uma área tão carente como é a educação”” assinatura=”Renata Vianna, superintendente de Ciência, Tecnologia e Inovação da FAPDF ” esquerda_direita_centro=”direita”] “Hoje me parece um pontapé inicial das atividades do programa. A FAPDF está aberta para atender, tirar todas as dúvidas e fazer com que esse processo tenha o melhor desempenho possível. Os editais três e quatro de 2019 têm uma característica especial, pois marcam esse novo modelo de atuação da fundação em parceria com OSCs, uma metodologia que tem contribuído significativamente para o aumento da nossa capacidade de execução e realização”, destacou Renata Vianna. A superintendente explica que a “ideia é de fato andar de mãos dadas com a Secretaria de Educação, fazer com que novas expectativas possam surgir na educação do Distrito Federal. O que estamos fazendo aqui hoje é em prol da nossa cidade e qualificando o investimento do orçamento do GDF para que seja devolvido ao Distrito Federal em melhorias, especificamente nesse edital para uma área tão carente como é a educação”. O desenvolvimento do projeto Escolas Inovadoras em parceria com a SEE-DF teve início em 2019, mas a pandemia impactou o andamento do processo que foi ativamente retomado este ano. “Nós tivemos alguns impactos consideráveis, especialmente quando se fala em projetos baseados em tecnologia. Então discutimos algumas questões, realinhamos o projeto e proporcionamos o contato das OSCs selecionadas com as escolas indicadas para os projetos para que fosse possível o diagnóstico da realidade da escola”, assinalou Janaina Vieira. O programa e os projetos selecionados O Escolas Inovadoras nasceu em 2019 com o lançamento do Edital 04/2019, que abriu chamamento público voltado para Organizações da Sociedade Civil (OSCs). O intuito foi selecionar OSCs para a execução de projetos de educação inovadores a serem realizados em conjunto com a SEE-DF. O edital (disponível em https://www.fap.df.gov.br/editais-2019-2/), conta com orçamento global de R$ 15 milhões para o projeto de Escolas Inovadoras. O projeto da Agência de Transformação Social (Iecap) visa o engajamento escolar, na interação com os alunos e pais ou responsáveis legais, comunidade local, membros da equipe gestora, corpo docente, servidores e colaboradores atuantes em serviços administrativos e auxiliares de serviços gerais. Propõe atuação nas fases finais do ensino fundamental, pois a equipe afirma que é nessa fase que surgem as dificuldades de cumprimento das metas de aprendizagem dos planos Nacional e Distrital de Educação. A equipe sugeriu que vai trabalhar junto ao Centro de Ensino Fundamental 28 de Ceilândia (CEF 28), onde pretende superar as metas de aprendizagem elencadas pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), diminuir os índices de evasão, desenvolver todas as competências e habilidades, implementar um protótipo inovador capaz de incrementar as aprendizagens acadêmicas e socioemocionais, gerando transformações individuais e coletivas. O investimento da FAPDF no projeto será de R$ 3.496.040,00. A União Planetária apresentou projeto que visa levar educação ambiental, conscientização da sustentabilidade, valorização da diversidade e da cidadania para estudantes e professores. A proposta, denominada Projeto Educacional Supren, vai implementar, no Centro de Ensino Fundamental 1 do Planalto, um sistema permacultural baseado nos princípios da Ecologia Profunda e da Educação Gaia, tendo em vista a otimização da captação e o uso da água, promover eficiência energética, reciclar e reaproveitar os resíduos, produzir e consumir alimentos orgânicos. Assim, os estudantes, professores, gestores, pais e membros da comunidade do bairro poderão compreender os princípios de um organismo saudável, fortalecendo os vínculos familiares e comunitários. O investimento da FAPDF no projeto será de R$ 2.030.867,83. A Universidade Católica de Brasília (UCB) realizou levantamento de dados do Ideb e constatou que o Distrito Federal obteve uma nota baixa na meta de aprendizagem esperada em 2017. Partindo desse diagnóstico, a OSC trabalhará no Centro de Ensino Fundamental 11 (CEF 11) de Taguatinga Norte, onde identificou queda de desempenho dos alunos, de acordo com o índice, que mede notas de 0 a 10: em 2015 a nota da escola foi de 3,9 e em 2017 não passou de 3,6, ou seja, abaixo do índice distrital que é de 4,9. O Projeto Alpha, como é denominado pela UCB, propõe uma metodologia de cocriação de escola inovadora, com gestão participativa, para melhorar os índices de permanência e conclusão dos anos finais do ensino fundamental, gerando senso de pertencimento no espaço escolar por parte dos gestores, docentes, funcionários, estudantes e suas famílias. O investimento da FAPDF no projeto será de R$ 3.546.300,00. A Brasil Startups, antiga Associação de Startups e Empreendedores Digitais (Asteps), apresentou o chamado Projeto Retina. O propósito é utilizar tecnologias audiovisuais e metodologias inovadoras, como jogos, hackatons e demodays, para implementar a educação empreendedora em escolas de ensino médio. A iniciativa piloto vai ser realizada na Escola Técnica de Ceilândia e a ideia é cocriar uma escola que ofereça cursos e eventos conectados a demandas educacionais do século 21, como sustentabilidade, inovação e empreendedorismo. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O Retina tem o intuito de desenvolver a integração entre a comunidade escolar e o ecossistema de tecnologia e inovação para instigar encontros, inovações e soluções educacionais, além de fomentar conhecimentos, insights e questionamentos importantes para o cotidiano da educação. O investimento da FAPDF no projeto será de R$ 3.205.900,00. *Com informações da FAP-DF

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