Resultados da pesquisa

FAP-DF (Fundação de Apoio à Pesquisa do DF)

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Projeto da Universidade Católica apoiado pela FAPDF é apresentado em conferência na França

Selecionado pelo edital FAPDF Tech Learning (2023), o projeto "Lab Metaverse UCB: o futuro é ancestral" é apresentado na conferência Human Rights in Immersive Realities (XR): Freedom of Expression, Justice, Children’s Rights and Well-Being, realizada nos dias 18 e 19 de maio de 2026, em Estrasburgo, na França.  Coordenada pela professora e pesquisadora Florence Dravet, da Universidade Católica de Brasília (UCB), a iniciativa conta com investimento de R$ 1 milhão da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) e propõe o uso de realidades imersivas, metaverso e inteligência artificial (IA) para valorizar e difundir saberes ancestrais de povos indígenas brasileiros. Para a FAPDF, o apoio à iniciativa está alinhado ao fomento de pesquisas interdisciplinares, inclusivas e capazes de gerar impacto científico, tecnológico, social e cultural. “Por meio de seus editais, a Fundação apoia projetos que aproximam educação, inovação e novas linguagens tecnológicas, ampliando as possibilidades de aplicação do conhecimento científico em diferentes áreas da sociedade”, afirma Leonardo Reisman, diretor-presidente da FAPDF. Promovida pelo Conselho da Europa, a conferência reúne representantes de Estados-membros, pesquisadores, especialistas em tecnologia, integrantes da sociedade civil e instituições ligadas à defesa dos direitos humanos. O encontro discute como as tecnologias imersivas, conhecidas pela sigla XR — que inclui realidade virtual, realidade aumentada e ambientes digitais interativos —, estão transformando temas como liberdade de expressão, justiça, direitos das crianças, saúde mental, bem-estar, democracia e Estado de Direito. Tecnologias imersivas foram apresentadas durante a programação da conferência promovida pelo Conselho da Europa, que discutiu os impactos da XR nos direitos humanos, na democracia e no bem-estar | Foto: Divulgação/FAPDF Nesse cenário, a participação do projeto apoiado pela FAPDF insere a produção científica do Distrito Federal em uma discussão internacional sobre os caminhos éticos, sociais e culturais das novas tecnologias. A apresentação da professora Florence Dravet integra a programação da conferência com o tema From the Forest to the Metaverse: Immersive Experiences and Co-Creation with Indigenous Peoples, em tradução livre, “Da floresta ao metaverso: experiências imersivas e cocriação com povos indígenas”. Da floresta ao metaverso O Lab Metaverse UCB é um laboratório dedicado ao desenvolvimento de projetos de inovação tecnológica, pedagógica e cultural. A iniciativa integra recursos como realidade virtual, ambientes interativos no metaverso e inteligência artificial generativa para criar experiências voltadas à preservação da cultura, da linguagem e das formas tradicionais de narrar o mundo. Um dos eixos do projeto é inspirado no Manifesto do Futuro Ancestral, da professora Florence Dravet, e busca desenvolver vivências digitais dedicadas às etnias Pataxó, Yawanawá e Tukano. Nos ambientes virtuais, os visitantes podem entrar em contato com elementos como oralidade, mitos, grafismos, cantos, narrativas e cosmologias desses povos. Entre as ações já desenvolvidas está um filme imersivo em realidade virtual 360º, realizado em parceria com lideranças da Aldeia Mutum, do povo Yawanawá, localizada no Acre. A produção narra um mito ancestral da Floresta Amazônica e conduz o espectador por uma experiência sensorial e simbólica que conecta tecnologia, espiritualidade e memória. Inovação com responsabilidade cultural Professora Florence Dravet, coordenadora do projeto, em demonstrações práticas de realidade virtual integraram a programação da conferência internacional realizada no Conselho da Europa, em Estrasburgo Ao propor experiências imersivas construídas em diálogo com povos indígenas, o projeto mostra que ambientes virtuais também podem ser espaços de educação, preservação cultural, reconhecimento de identidades e valorização de narrativas tradicionais.  A proposta se diferencia por tratar a tecnologia não como substituta das tradições, mas como ferramenta de escuta, registro e compartilhamento de saberes. Dessa forma, o metaverso e a realidade virtual passam a ser discutidos também como meios de aproximação entre diferentes formas de conhecimento, ampliando o debate sobre diversidade cultural no ambiente digital. A presença do Lab Metaverse UCB na França fortalece a internacionalização da ciência produzida no Distrito Federal. Ao ser apresentado em uma conferência do Conselho da Europa, o projeto passa a dialogar com pesquisadores, formuladores de políticas públicas e especialistas de diferentes países sobre o uso responsável das tecnologias imersivas.   *Com informações do FAPDF

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Pesquisa desenvolvida no DF monitora microrganismos que causam doenças

Depois de uma pandemia global, o monitoramento dos microrganismos que podem causar doenças (patógenos) e a análise de suas características genéticas passou a ser prioridade de vários governos para garantir a saúde pública. Uma dessas técnicas é o sequenciamento genômico. Com foco inicial em tuberculose e covid-19, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), a Universidade de Brasília (UnB) e as fundações Oswaldo Cruz (Fiocruz) Brasília e de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF) se uniram para desenvolver uma vigilância genômica na capital. Monitoramento dos microrganismos que podem causar doenças e análise de suas características genéticas por técnicas, como o sequenciamento genômico, passou a ser prioridade de vários governos para garantir a saúde pública | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde-DF A proposta inovadora foi apresentada nesta segunda-feira (27), na 6ª edição da Feira de Soluções para a Saúde, uma iniciativa da SES-DF e da Fiocruz Brasília. A servidora licenciada da pasta Olga Maíra Machado participa da pesquisa e escreve a tese de um doutorado sobre o tema em parceria com o Laboratório Central do DF (Lacen). “A ideia é testar o transporte de material biológico com drones [aeronaves não tripuladas]. Será avaliado a segurança do deslocamento, qualidade das amostras e a eficiência desse método”, detalha. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Realizada no Lacen, a pesquisa faz testes com o drone da Atlantis Technologies junto à H4nds, ensaiando como seria o transporte de uma amostra biológica de um ponto a outro. O coordenador de Integração Estratégica da Fiocruz DF, Wagner Martins, conta que o projeto elabora uma série de análises para garantir a segurança desse tipo de deslocamento e verificar se é possível adotar o método em todas as secretarias de saúde do país. “Precisamos ter certeza da segurança e desenvolver protocolos que assegurem a qualidade das amostras. Só assim poderemos saber se é viável. Vamos realizar testes por um ano e meio. É uma solução tecnológica inovadora. Estamos levando a saúde a outro estágio”, avalia. Feira de inovação em saúde A pesquisa de vigilância genômica no DF é apenas uma das quase 60 inovações cadastradas na 6ª edição da Feira de Soluções para a Saúde. Pela primeira vez, entre os dias 27 e 29 de novembro, a capital federal sedia o evento, patrocinado pela FAP-DF. O objetivo é disseminar e incentivar possibilidades que inspirem ou auxiliem no enfrentamento de crises sanitárias do século XXI. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Especialistas debatem tecnologia e inovação em ambiente virtual

O lançamento do ambiente virtual Distrito Illuminante, patrocinado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF), ocorre nesta terça-feira (6), no evento O DF do Futuro – Logístico, Digital, Criativo e Metaverso. Realizado pelo Instituto Illuminante, o evento tem como objetivo difundir e discutir a tecnologia e inovação no DF e no Brasil, reunindo expoentes mundiais que se utilizam de mídias imersivas para alavancar e influenciar negócios de grandes empresas. O ambiente virtual Distrito Illuminante será lançado nesta terça-feira (6) no evento O DF do Futuro – Logístico, Digital, Criativo e Metaverso | Foto: Reprodução Em edição do encontro Terças de Inovação, as atividades começaram às 14h, algumas delas realizadas pelo próprio Metaverso, para garantir acesso aos conteúdos de qualquer lugar do país. A participação se dará mediante inscrição gratuita e geração de um avatar interativo. Somando as atrações das modalidades virtual e presencial, serão 15 especialistas compartilhando suas experiências através de palestras, painéis e bate-papos. Para receber presencialmente os participantes para o lançamento oficial da plataforma Distrito Illuminante, o deputado Rodrigo Delmasso; o presidente da Illuminante, Gilberto Lima; o presidente da Associação Brasileira de Instituições de Pesquisa Tecnológica e Inovação (Abipti), Paulo Foina; o presidente da FAP-DF, Marco Antônio Costa Júnior, e Thomas Strauss, da Major Tom Tecnologia, estarão no auditório da Câmara Legislativa do Distrito Federal às 18h. O engenheiro e ex-chief evangelist da IBM Brasil, Cezar Taurion, apresentará a palestra “Metaverso e Privacidade: Sonho ou pesadelo?”. Também haverá um painel sobre economia criativa e apresentação de produções cinematográficas em realidade virtual, como o filme brasiliense Água de Beber. “Acreditamos na importância de fomentar eventos como esse, pois permitem que o pensamento inovador alcance cada vez mais pessoas, afinal, o conhecimento é a ferramenta fundamental de mudanças socioeconômicas e pode ser capaz de tornar Brasília uma cidade polo de inovação, gerando maiores oportunidades tanto no serviço público quanto no setor produtivo e na vida cotidiana”, diz Marco Antônio Costa Júnior. O DF do Futuro conta com o patrocínio da FAP-DF, apoio da Câmara de Economia Criativa – Fecomércio DF, da Câmara Legislativa do Distrito Federal, além da participação de instituições como Sebrae, Biotic, Iesb, Ceub e UCB. Confira a programação: 6/12 (terça-feira), no Metaverso 14h – Modelos corporativos e Metaverso Brasília, com Erica Abe (Representante do Metaverso norte-americano Virbela) 15h – Potencialidades do Metaverso e seus impactos, com Jomar Silva (developer relations manager, Latam – Nvidia) 16h – Tecnologia e criatividade brasileira no mundo, com Juliano Calil (cofundador da Virtual Planet Tech) 17h – Desafios de empreender no Metaverso brasileiro, com Marcel Cohn (CEO e fundador da Inovação Tech) 6/12 (terça-feira), na Câmara Legislativa do Distrito Federal 18h – Lançamento presencial do Distrito Illuminante, com Rodrigo Delmasso (vice-presidente da CLDF), Gilberto Lima (presidente do Instituto Illuminante), Paulo Foina (presidente da Abipti), Marco Antônio Costa (presidente da FAP-DF) e Thomas Strauss (Major Tom Tecnologia) 18h30 – Palestra Metaverso e privacidade: sonho ou pesadelo?, com Cezar Taurion (sócio e advisor da Recrutaê) 19h30 – Painel Economia criativa no DF, com Pedro Franco (Fecomércio-DF), Ana Arruda (Sétima Cinema), Wagner Maia (Pixel Store) e professor Neantro Saavedra (UnB), mediado por Gilberto Lima (presidente do Instituto Illuminante) 20h – Apresentação de filmes em realidade virtual, como o filme brasiliense Água de Beber, e coquetel para os participantes. Inscrição para participação presencial podem ser feitas no Sympla.  Participe das atividades do Metaverso Distrito Illuminante neste link. *Com informações da FAP-DF

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Pesquisadores podem se inscrever em prêmio até 2 de outubro

[Olho texto=”Os valores dos prêmios variam de R$ 2 mil a R$ 10 mil, a depender a categoria e colocação alcançada. A premiação ocorrerá ainda este ano” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Brasília, 13 de setembro de 2022 – A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal amplia o prazo de submissões para o Prêmio FAP-DF. As inscrições podem ser realizadas até o dia 2 de outubro através do Sistema de Informação e Gestão de Projetos (Sigfap). A premiação tem como objetivo reconhecer, dar visibilidade e premiar pesquisadores fomentados pela FAP-DF, estudantes de ensino médio de escolas públicas e privadas e empreendedores de startups, com trabalhos de grande potencial e contribuição para o desenvolvimento científico, tecnológico e inovador do DF. As categorias premiadas são: Pesquisador Destaque, Pesquisador Inovador, Estudante Destaque e Startup Destaque. Os trabalhos recebidos em todas as categorias serão avaliados por uma comissão de avaliação e classificados em 1º, 2º e 3º lugar. Os valores dos prêmios variam de R$ 2 mil a R$ 10 mil, a depender a categoria e colocação alcançada. A premiação ocorrerá ainda este ano. Veja aqui a íntegra do edital. Prêmio FAP-DF reconhece as contribuições de pesquisadores, estudantes e empreendedores nas áreas de ciência, tecnologia e inovação | Foto: Arquivo Agência Brasília Poderão concorrer na categoria Pesquisador Destaque, pesquisadores com título de doutor há mais de cinco anos e que, ao longo de sua trajetória, tenham contribuído na conversão do conhecimento gerado a partir das pesquisas científicas, tecnológicas e de inovação em benefícios, diretos ou indiretos, para o desenvolvimento e o bem-estar da população brasileira. Já na categoria Pesquisador Inovador poderão concorrer pesquisadores com título de doutor há mais de cinco anos e que ao longo de sua trajetória tenham gerado inovação, do tipo radical ou incremental, para o setor empresarial ou para o setor público. [Olho texto=”Na categoria Estudante Destaque, poderão concorrer os trabalhos de alunos regularmente matriculados em escolas públicas e privadas do Distrito Federal. A inscrição do trabalho deve ser feita pelo professor coordenador escolhido pelo estudante” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Para submeter sua inscrição, o pesquisador necessita apresentar seu currículo lattes, uma breve descrição de sua trajetória profissional, formulário de inscrição preenchido e documentos solicitados, listados no edital. O formulário se encontra disponível no Sistema de Informação e Gestão de Projetos (Sigfap). Acesse aqui. Na categoria Estudante Destaque, poderão concorrer os trabalhos de alunos regularmente matriculados em escolas públicas e privadas do Distrito Federal e que contenham apenas um orientador e um estudante. A inscrição do trabalho deve ser feita pelo professor coordenador escolhido pelo estudante. Para se inscrever o professor deve encaminhar como anexo um único projeto, com até cinco páginas e em formato PDF, pelo Sigfap, após o cadastro do docente e do estudante na plataforma. Juntamente com o trabalho, deverá ser encaminhado o formulário de inscrição, um vídeo de três a cinco minutos contendo uma apresentação sumária do projeto; além de um resumo do trabalho contendo a questão problema, metodologia, descrição de procedimentos, resultados, conclusões, impactos esperados para os estudantes e escola e referências bibliográficas. Além disso, os proponentes devem enviar os documentos listados na íntegra deste edital. Por fim, na categoria Startup Destaque poderão participar as startups de impacto, sediadas no DF, que estão devidamente constituídas e em dia com as obrigações legais, fiscais e trabalhistas junto à União, ao Distrito Federal e à FAP-DF, no caso de empresas fomentadas pela instituição. Para se inscrever, os representantes legais das startups devem enviar os documentos solicitados na íntegra deste edital, o formulário de inscrição, disponível no Sigfap, contendo aspectos gerais do negócio e um vídeo de três a cinco minutos de duração com uma apresentação sumária da empresa para o e-mail premio.fap2022@fap.df.gov.br. É vedada a inscrição de mais de um trabalho com o mesmo CNPJ. *Com informações da FAP-DF  

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Escola Técnica de Taguatinga recebe sala multifuncional

Tecnologias audiovisuais e metodologias inovadoras, como jogos, hackathons e demodays, podem ser usadas para implementar a educação empreendedora em escolas de ensino médio. Pelo Projeto Retina, é assim que modelos educacionais inovadores, com apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa e Inovação do DF (FAP-DF), serão desenvolvidos para que escolas públicas do Distrito Federal preparem os jovens com base nas demandas educacionais atuais, como novas tecnologias, sustentabilidade, inovação e empreendedorismo. [Olho texto=” “Nosso intuito é promover o desenvolvimento inteligente e sustentável de Brasília para transformá-la em uma cidade inteligente” ” assinatura=”Gilmar Marques, coordenador de Tecnologia e Inovação da FAP-DF” esquerda_direita_centro=”direita”] Somente em Ceilândia, onde o projeto-piloto foi lançado, o Retina promete impactar mais de dois mil jovens. Este ano, como parte das ações do Retina, foi entregue à Escola Técnica de Taguatinga uma sala multifuncional completa, equipada com computadores para aulas, workshops, palestras e cursos. Na escola também foi ministrado um curso de formação inicial de desenvolvedor de jogos eletrônicos para professores. A meta é que a capacitação seja inserida no plano de formação continuada para que os docentes possam atuar na inserção e reinserção de jovens no mercado de trabalho. Escola Técnica de Taguatinga conta com sala multifuncional com estrutura completa de computadores, mesas, cadeiras e espaço para workshops | Foto: Divulgação/FAP-DF “Estamos repensando os modelos educacionais para preparar os jovens para viverem os novos modelos sociais e enfrentarem os novos desafios do mercado”, ressalta o presidente da Brasil Startups, Hugo Giallanza. “Implementamos a cultura inovativa em escolas e capacitamos para as novas profissões, conectando o ensino ao propósito de um mundo melhor, fortalecendo os princípios e valores que reverberam por toda a comunidade envolvida para além da escola.” O coordenador de Tecnologia e Inovação da FAP-DF, Gilmar Marques, destaca a importância do apoio do GDF ao projeto e o potencial da iniciativa para o desenvolvimento da capital.  “Apoiamos o Projeto Retina no âmbito do nosso Programa Escolas Inovadoras”, afirma. “Nosso intuito é promover o desenvolvimento inteligente e sustentável de Brasília para transformá-la em uma cidade inteligente. Para tanto, é indispensável contemplar ações que envolvam a educação e a formação de crianças e jovens das escolas públicas, para que possamos formar estudantes capazes de pleitear postos de trabalho nas profissões do futuro e também de empreender e trazer soluções para as principais demandas da sociedade.” Sustentabilidade Para que iniciativas como o Projeto Retina possam se tornar permanentes, é necessário contar com fontes perenes de financiamento, além dos recursos públicos. Por isso, a Brasil Startups criou seu próprio fundo patrimonial, instrumento responsável pelas ações de responsabilidade social e de fomento ao empreendedorismo do futuro, à tecnologia e à inovação, aliando serviços prestados e investimentos sociais para geração de impactos relevantes. “Muitas empresas podem cumprir os protocolos de ESG [sustentabilidade, responsabilidade social e governança] a partir do nosso Fundo Patrimonial e, com isso, estimular a educação do futuro e capacitar as novas gerações”, explica o presidente da Brasil Startups. “Nossa proposta é qualificar jovens em cursos técnicos alinhados ao futuro do emprego e assim suprir a carência de profissionais técnicos que o ecossistema de inovação tem. Além disso, também vamos contribuir para redução do desemprego em decorrência da automação de profissões, pois as estimativas mundiais projetam que em 2030 serão mais de 300 milhões de desempregados.” Tanto para pessoas físicas entusiastas do empreendedorismo inovador e de impacto econômico e social quanto para grandes empresários e investidores que querem melhorar sua reputação pública e qualificar seus investimentos, o fundo patrimonial da Brasil Startups é uma oportunidade de negócio e accountability (controle, fiscalização, responsabilização, ou ainda prestação de contas) para todos os bolsos e possibilidades. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] “O nosso fundo patrimonial busca ser mais atraente nas suas captações, propondo pontuar os doadores dentro dos critérios do ESG, promovendo contrapartidas que equacionem a política de investimentos para ações sociais com comprovação de resultados e impacto na comunidade”, reforça Hugo Giallanza. “Sendo assim, algumas organizações poderão pontuar nos protocolos do ESG sem a necessidade de se distanciar do seu core business [núcleo do negócio].” Confira, abaixo, as quatro categorias de investimento mensal: ? Seed (R$ 100 a R$ 49 mil) ?  Validation (R$ 50 mil a R$ 99 mil) ?  Growth (R$ 100 mil a R$ 999 mil) ?  Scale Patrono (R$ 1 milhão a R$ 5 milhões) Pessoas físicas, empresas, instituições e investidores que queiram se tornar patronos do fundo patrimonial da Brasil Startups devem entrar em contato com os telefones (61) 98275-2274 / 99183-1832 ou o e-mail contato@brasilstartups.org. Já os interessados em fazer doações podem transferir valores para Banco de Brasília (BRB), Agência 100, Conta 100.067.656-8 – ou Pix 45.702.244/0001-54.   *Com informações da FAP-DF

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Feira oferece palestras e oficinas gratuitas sobre mercado de turismo

[Olho texto=”“A realização dessa primeira Feira do Empreendedorismo Turístico e Criativo tem o total apoio do Governo do Distrito Federal, pois contribui com a diminuição do desemprego e com a geração de renda das famílias”” assinatura=”Jesuíno Pereira, secretário de Desenvolvimento Econômico” esquerda_direita_centro=”direita”] O Distrito Federal recebe a primeira Feira de Empreendedorismo Turístico e Criativo (Fetuc), até o próximo domingo (19), no Eixo Cultural Ibero-Americano (antiga Funarte). Com entrada gratuita, o evento oferece palestras, oficinas e rodas de negócios para apresentar novas tecnologias ao público e debater inovações para o mercado de turismo brasileiro. Cada dia da programação, iniciada no sábado (11), conta com oficinas sobre marketing digital e atendimento turístico e apresentações musicais e teatrais. A imersão é realizada pela Associação de Educação, Esporte, Cultura e Economia Criativa (Aecec), com o patrocínio da Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP-DF) e apoio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do DF (SDE) e do Sebrae-DF. “Iniciativas assim são ótimas para o nosso trabalho. Nós temos o que vender, mas muitas vezes não temos local”, diz a artesã Adenilce Araújo | Fotos: Renato Araújo/Agência Brasília Para conferir a programação completa, basta acessar o site do evento. A entrada em qualquer palestra ou oficina é gratuita e o evento ocorre de 10h às 21h. “Devido à pandemia de covid-19, o mercado do turismo foi prejudicado, causando, inclusive, muitas demissões no setor. Assim, a realização dessa primeira Feira do Empreendedorismo Turístico e Criativo tem o total apoio do Governo do Distrito Federal, pois contribui com a diminuição do desemprego e com a geração de renda das famílias”, ressalta o secretário de Desenvolvimento Econômico, Jesuíno Pereira. [Olho texto=”“Convidamos empresas de diversos ramos turísticos, de artesãos a agências de viagem, para mostrar ao público a variedade do mercado”” assinatura=”Kaká Senna, coordenador-geral da Fetuc” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O subsecretário de Fomento ao Empreendedorismo da SDE, Danillo Ferreira, comenta que a Fetuc representa o fortalecimento de dois pilares essenciais para a economia do DF: a capacitação de novos empreendedores e o estímulo a quem já gerencia o próprio negócio. “Quanto mais empreendedores, mais geração de emprego, renda e oportunidades, e isso é devolvido à sociedade em forma de melhorias. Estamos pensando em quem já possui uma empresa, com mais visibilidade, e dando conhecimento para quem pensa em criar o próprio negócio”, explica. O coordenador-geral da Fetuc, Kaká Senna, estima que, apenas no primeiro final de semana, mais de mil pessoas passaram pelo evento e prestigiaram os 46 estandes comerciais, ocupados gratuitamente por empreendedores locais. “Convidamos empresas de diversos ramos turísticos, de artesãos a agências de viagem, para mostrar ao público a variedade do mercado”, pontua. “Aqui, não estão apenas as pessoas acostumadas a consumir determinado produto. É um público novo, diversificado, que pode até se sentir incentivado a seguir no ramo empreendedor do turismo”, acrescenta Senna. Estudantes da rede pública, como Isadora Santos, 13 anos, aprendem sobre empreendedorismo na feira A artesã Adenilce Araújo, 73 anos, acredita que oportunidades como essa devem ser valorizadas, porque fomentam a economia de pequenos e médios negócios. “Iniciativas assim são ótimas para o nosso trabalho, porque um dos problemas maiores é a falta de escoamento dos produtos. Faltam logística, meios de transporte, meios de divulgação. Nós temos o que vender, mas muitas vezes não temos local. Então, aqui é um ponto estratégico que traz muitos benefícios”, afirma Adenilce, que trabalha com vestuário em tecido afro, em tie dye e patchwork desde 1998. Imersão empreendedora [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Para expandir a mensagem empreendedora no Distrito Federal, foram convidadas escolas públicas de Taguatinga, Ceilândia, Samambaia, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Cruzeiro, Gama, Candangolândia e Plano Piloto. Os alunos participam de atividades recreativas e podem assistir às palestras. Por dia, a estimativa é de pelo menos 200 crianças e adolescentes, entre 12 e 16 anos. As amigas Letícia Aguiar e Isadora Santos, ambas com 13 anos e estudantes do Centro de Ensino Fundamental 1, na Candangolândia, aproveitaram o primeiro passeio após o retorno presencial das aulas, na tarde desta segunda-feira (13). “Jogamos, conversamos e eu até subi no palco pra dançar. Está sendo muito divertido e é um espaço bem legal”, conta Letícia. A amiga Isadora completa: “Ainda não penso em criar um negócio. Mas, quando quiser, pelo menos já vou saber por onde começar”, diz. Entre os 18 palestrantes da Fetuc, está Pedro Affonso, sócio do Capital Moto Week Entretenimento, responsável pelo Capital Moto Week, evento que reúne cerca de 710 mil pessoas por edição em Brasília. Ele participa nesta quinta-feira (16). A programação inclui apresentações culturais. Na quarta-feira (15), por exemplo, sobe ao palco a Orquestra Filarmônica de Brasília.

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Projeto de pesquisa inova no tratamento de pacientes complexos

O que acontece quando pessoas com força de vontade se unem para melhorar a vida dos pacientes? Inovação. Nesse caso, a novidade vem da Subseção de Imuno-Hematologia da Fundação Hemocentro de Brasília. Juntos, cinco servidores desenvolvem projeto de pesquisa que vai impactar diretamente no tratamento de mais de 1.300 pacientes complexos, que são os portadores de anemia falciforme, anemia hemolítica autoimune ou talassemia, por exemplo. Parte da equipe responsável pelo desenvolvimento do projeto de pesquisa: impactar direto no tratamento de mais de 1.300 pacientes | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde DF O tratamento para essas doenças inclui realizar várias transfusões sanguíneas ao longo da vida, já que afetam o sangue. Pelo alto número de transfusões, alguns desses pacientes começam a desenvolver anticorpos, que destroem o sangue recebido, numa reação transfusional que pode levar a óbito. “Por isso, precisamos realizar a genotipagem, um exame mais complexo e sensível, para saber qual a bolsa de sangue mais compatível para cada paciente”, explica Diego Mühlbeier, biomédico à frente do projeto. [Olho texto=”“Conciliar a rotina de trabalho e ir além, inovar, é muito difícil. Mas o que nos move é o benefício para os pacientes, porque, muitas vezes, não dá para esperar esse tempo”” assinatura=”Diego Mühlbeier, biomédico à frente do projeto” esquerda_direita_centro=”direita”] O Laboratório de Genotipagem vai investigar o DNA dos pacientes para identificar o perfil sanguíneo e determinar qual a bolsa de sangue disponível é mais compatível, evitando as reações. Hoje, o exame do genótipo é feito por um laboratório em São Paulo e o resultado demora de 15 a 30 dias para chegar. “Conciliar a rotina de trabalho e ir além, inovar, é muito difícil. Mas o que nos move é o benefício para os pacientes, porque, muitas vezes, não dá para esperar esse tempo”, comenta Diego. A iniciativa começou em 2019, quando o biomédico e a equipe decidiram concorrer ao edital de financiamento da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF). “É uma equipe muito empenhada em fazer acontecer”, elogia Renata Moreira, chefe da Seção de Laboratórios do Hemocentro. Após o projeto ser selecionado, a FAP investiu nele R$ 145 mil, verba que foi utilizada para compra de equipamentos e reagentes. Laboratório de Genotipagem vai investigar o DNA dos pacientes e determinar qual a bolsa de sangue disponível é mais compatível Benefícios “Com nosso próprio laboratório, vamos ser autossuficientes e o processo vai ser bem mais rápido, com resultados saindo no mesmo dia”, enfatiza Renata. Ou seja, quem precisa da doação de um tipo sanguíneo específico vai ter mais segurança e maior agilidade no tratamento. “E vamos ter controle total dos processos, garantindo a máxima qualidade do resultado”, completa a farmacêutica. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A ideia é investigar o genótipo apenas dos pacientes, visto que, no sangue doado, já é feito o exame de fenótipo, que é uma análise das características sanguíneas. “O fenótipo deduz o genótipo, por isso não há necessidade de ir até o DNA do doador, apenas do paciente”, explica Diego. Os doadores que têm as especificidades sanguíneas compatíveis com os pacientes complexos são chamados de doadores raros e só fazem doação quando convocados, para atender uma demanda específica por aquele tipo sanguíneo. Até 2019, eram apenas seis doadores com esse perfil. Durante a pesquisa, já foram identificados mais 12 doadores raros. Por enquanto, o Laboratório de Genotipagem passa pela etapa de validação. Em junho, a equipe começa a analisar o genótipo de 200 pacientes que aceitaram participar da pesquisa, a maioria deles são crianças e adolescentes tratados no Hospital da Criança de Brasília (HCB). A previsão é que, em agosto, após a aprovação técnico-científica, o exame de genotipagem seja rotina para os pacientes complexos. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF

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Publicada chamada para pesquisadores da área tecnológica e ambiental

O Instituto Brasília Ambiental e a Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP-DF) publicaram, no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quinta-feira (17), a Chamada 01/2022 para interessados em participar da seleção pública do projeto “Pesquisa aplicada e desenvolvimento tecnológico para a gestão ambiental do Distrito Federal”. Serão selecionados 21 pesquisadores para atuarem na construção de soluções ambientais. Questões relativas a soluções para o meio ambiente são o objeto de trabalho dos pesquisadores a serem selecionados | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Do total de vagas concedidas, nove são para doutores, nove para mestres e três para graduados, com duração de 12 meses. O valor das bolsas varia de R$ 1,8 mil a R$ 5,2 mil. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Seleção O processo seletivo será composto por três etapas. A primeira e a segunda contêm análises dos requisitos obrigatórios e pontuáveis, enquanto a terceira consiste numa entrevista com até três candidatos por vaga. A habilitação e a seleção das candidaturas serão realizadas pela comissão de seleção mista, formada por integrantes da FAP-DF e do Brasília Ambiental. Os candidatos têm 30 dias para encaminhar, pelo Sistema de Informação e Gestão de Projetos, os documentos necessários atualizados e em formato PDF. Após a concessão da bolsa, o pesquisador terá 15 dias para apresentar proposta de plano de trabalho com as atividades a serem desenvolvidas, cronograma e produtos previstos no seu projeto de pesquisa. Confira aqui os requisitos do edital. *Com informações do Brasília Ambiental

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Seleção de pesquisadores sobre políticas para mulheres

Estão abertas, até o dia 10 de dezembro, inscrições para processo de seleção de pesquisadores para o projeto “Políticas para Mulheres Baseadas em Evidências no DF”. Na última sexta (26), a Fundação de Apoio à Pesquisa e Inovação do Distrito Federal (FAP-DF) relançou a seleção para o projeto que será implementado pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) em parceria com a Secretaria da Mulher. Serão concedidas quatro bolsas, com duração prevista de 24 meses, podendo ser renovadas. Os interessados devem enviar suas propostas, até as 23h59 (horário de Brasília) da data final, para o e-mail desafio062021mulher@codeplan.df.gov.br. Arte: Divulgação/FAP-DF A Chamada 001/2021 faz parte do Programa Desafio DF, ação da FAP-DF que busca soluções, por meio de projetos de pesquisa, para demandas e problemas apresentados pelos órgãos e instituições do Governo do Distrito Federal (GDF). A seleção é regida pelas normas do Edital 06/2021, que estabelece diretrizes gerais para promoção de chamadas públicas para seleção de pesquisadores bolsistas para atuarem em projetos de instituições de pesquisa do GDF. A fundação prevê orçamento de até R$ 244.800,00 para a seleção. Para Jean Lima, presidente da Codeplan, “a política baseada em evidência é uma ferramenta de gestão que visa fortalecer a política distrital para o enfrentamento das desigualdades de gênero, do combate à violência contra a mulher e do fortalecimento da rede pública para a efetivação e inserção das mulheres aos serviços públicos”. [Olho texto=”O intuito do projeto de pesquisa é a produção de evidências que possam embasar diagnósticos de várias dimensões da situação das mulheres no DF e, consequentemente, a elaboração de melhores políticas” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A secretária da Mulher, Ericka Filippelli, aposta no potencial desse trabalho de pesquisa e levantamento de evidências para orientar a atuação da pasta. “Essa é uma excelente oportunidade que a Secretaria da Mulher vai ter de contar com o trabalho de sistematização de dados e informações referentes às mulheres da nossa cidade, importantes para nortear as ações e a elaboração de políticas públicas do DF”, afirma a secretária. O diretor-presidente da FAP-DF, Marco Antônio Costa Júnior, destaca que a atuação em parceria com a Codeplan e com a Secretaria da Mulher nesta iniciativa é mais uma maneira de qualificar a atuação da fundação e os investimentos do GDF em ciência, tecnologia e inovação. “Essa é uma das missões que o governador Ibaneis Rocha nos deu: fazer com que os investimentos em projetos e ações de CT&I tenham cada vez mais potencial para gerar soluções às demandas não apenas dos órgãos do GDF, mas da população brasiliense. Contribuir para a formulação de políticas públicas baseadas em evidências voltadas às mulheres da capital federal é parte essencial dessa tarefa e um passo importante para a inclusão feminina nas mais diversas áreas da sociedade, bem como para o aprimoramento da prestação de serviços públicos no DF”, comenta. O projeto A Secretaria da Mulher do DF busca obter mais evidências científicas para embasar decisões sobre suas ações e políticas. Por isso, acionou a Codeplan para elaboração do projeto de pesquisa e, juntas, solicitaram apoio da FAP-DF para a seleção de pesquisadores para realização do estudo. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O intuito do projeto de pesquisa é a produção de evidências que possam embasar diagnósticos de várias dimensões da situação das mulheres no Distrito Federal e, consequentemente, a elaboração de melhores políticas. Os resultados também serão usados para identificar pontos na implementação de serviços já existentes que podem ser aperfeiçoados em seus procedimentos. Como resultados do estudo espera-se, ainda, a sistematização, análise e disponibilização, no Observatório da Mulher do DF, dos dados produzidos que permitam a análise das políticas de gênero no DF. Também deverá possibilitar a produção de boletins analíticos sobre as dimensões das desigualdades entre homens e mulheres, elaborados a partir das pesquisas desenvolvidas pela Codeplan. Parceria A chamada para o projeto Políticas para Mulheres Baseadas em Evidências no DF é um dos frutos da parceria entre FAP-DF e Codeplan, que se firmou há cerca de dois anos. As instituições estabeleceram, em 2019, um Acordo de Cooperação Técnica (ACT 01/2019) para trabalhar no “Pesquisas DF”. A iniciativa é voltada para a elaboração e execução de projetos de pesquisa científica e de inovação nas áreas econômicas, sociais, demográficas, cartográficas, georreferenciadas, urbanas, ambientais, e de avaliação de políticas públicas para o desenvolvimento do Distrito Federal e Região Integrada de Desenvolvimento de Distrito Federal e Entorno (Ride-DF). *Com informações da FAP-DF  

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Programa seleciona projetos de pesquisa em inclusão digital

A Fundação de Apoio à Pesquisa e Inovação do Distrito Federal (FAP-DF) lançou a quarta chamada de 2021 do Programa Desafio DF. A seleção pública é voltada a projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação para a Política de Inclusão Digital e Aumento da Conectividade do DF, da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti). As inscrições seguem até 21 de novembro pelo SigFAP e a FAP-DF previu orçamento de até R$ 2 milhões para esta chamada pública, com a qual espera aumentar a inclusão digital e a conectividade, e também os índices socioeconômicos, de capacitação e empregabilidade. Os objetivos específicos são: [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] . Oferta de pacote de dados de internet móvel sem custo para a população . Avaliação quanto ao desempenho e resultados em diferentes índices de conectividade à internet no DF após disponibilização da conexão . Avaliação quanto à inclusão digital entre cidadãos em situações de vulnerabilidade no DF após disponibilização da conexão . Avaliação quanto à promoção da inclusão digital e social de pessoas com deficiência após disponibilização da conexão . Avaliação quanto aos indicadores profissionais e educacionais do público com deficiência física do DF após disponibilização da conexão . Avaliação quanto aos indicadores de empregabilidade do público com deficiência física do DF após disponibilização da conexão Serviço: Chamada 004/2021 do Programa Desafio DF Período de submissão de propostas: 11 a 21 de novembro de 2021 Acesse a chamada na íntegra Acesse o edital do Programa Desafio DF Outras informações no site do FAP-DF  

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