Orgulho nas Quadras transforma Ceilândia em palco de celebração da diversidade
Mais de 200 pessoas ocuparam as quadras e arquibancadas da Praça dos Direitos, na QNN 13 de Ceilândia, na noite desta terça-feira (10), para participar do Orgulho nas Quadras, evento promovido pela Coordenação de Promoção e Defesa dos Direitos LGBT (COORLGBT), da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF). Com dança, boxe, alongamento e torneios de vôlei e futebol, a iniciativa transformou o espaço em uma grande celebração da diversidade, do respeito e da convivência. O estudante Daniel Felipe participou do jogo: “Um evento desse, com toda essa pluralidade, é importante porque mostra que idade, cor e sexualidade não importam” | Fotos: Jhonatan Vieira/Sejus-DF Promovida em alusão ao Mês da Visibilidade e do Orgulho LGBTQIA+, a ação reuniu um público de diferentes idades, gêneros, orientações sexuais, raças e pessoas com deficiência (PcDs), reafirmando o esporte como uma ferramenta de inclusão social e fortalecimento da cidadania. “Um evento desse, com toda essa pluralidade, é importante porque mostra que idade, cor e sexualidade não importam”, resumiu o estudante Daniel Felipe, de 18 anos, morador do Setor O. “Somos todos iguais e podemos fazer tudo juntos. É um espaço diverso e sem preconceito.” Elias Siqueira: “Isso mostra que o esporte é para todos e que a inclusão acontece de verdade” Quem também aprovou a iniciativa foi Elias Siqueira, 17, morador de Ceilândia Norte: “É muito bom ver um espaço onde todo mundo pode participar, independentemente de quem seja. Isso mostra que o esporte é para todos e que a inclusão acontece de verdade.” Diversidade O Orgulho nas Quadras integra uma série de ações desenvolvidas pela COORLGBT para promover inclusão, cidadania e respeito à diversidade por meio do esporte. Nos últimos anos, a coordenação tem ampliado iniciativas que unem prática esportiva, convivência comunitária e acesso a serviços de apoio à população LGBTQIA+. “Nosso objetivo é construir ambientes cada vez mais acolhedores e acessíveis para toda a população” Jaime Santana, secretário interino de Justiça e Cidadania Entre elas está o programa Vozes Contra a Violência, elaborado em parceria com a Academia Newhit, no Guará II. A ação reuniu atividades voltadas para o enfrentamento da violência contra mulheres e pessoas LGBTQIA+, com aulas de defesa pessoal, atendimentos jurídico e psicológico, orientações sobre empregabilidade e práticas integrativas de saúde. A iniciativa alcançou cerca de 100 participantes e reforçou a importância da informação e da preparação para enfrentar situações de violência e discriminação. Outro destaque é o Festival Desportivo Inclusivo, criado como um espaço permanente de liberdade, respeito e valorização da diversidade. A primeira edição, na Praça dos Direitos de Ceilândia, reuniu aproximadamente 500 participantes em modalidades como futebol, futsal e vôlei, além de apresentações culturais e uma ampla oferta de serviços gratuitos de assistência social, jurídica e de saúde. Transformação social [LEIA_TAMBEM]O sucesso da iniciativa motivou a segunda edição, promovida ao longo de quatro dias e encerrada em 1º de março, data em que é celebrado o Dia Mundial da Discriminação Zero. O festival reuniu mais de mil participantes entre atletas e público, com disputas de futebol society, futsal, vôlei de areia, vôlei de quadra e queimada LGBTQIA+. O coordenador da COORLGBT, Eduardo Felype Moraes Fonseca, ressalta que o esporte tem se mostrado uma ferramenta estratégica para aproximar pessoas e combater preconceitos. “O esporte cria oportunidades de convivência, promove o respeito às diferenças e fortalece vínculos comunitários”, afirma. “Quando ocupamos os espaços públicos com diversidade, inclusão e cidadania, mostramos que todos têm o direito de participar, pertencer e ser respeitados”. O secretário interino de Justiça e Cidadania, Jaime Santana, enfatiza que as ações desenvolvidas pela pasta refletem o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) com a promoção dos direitos humanos. “Nosso objetivo é construir ambientes cada vez mais acolhedores e acessíveis para toda a população”, resume. “Iniciativas como o Orgulho nas Quadras demonstram que o esporte é um instrumento poderoso de inclusão social, valorização da diversidade e fortalecimento da cidadania”. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania
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Festival Desportivo Inclusivo chega à 2ª edição com esporte, diversidade e inclusão em Ceilândia
A Praça dos Direitos da QNN 13, em Ceilândia, recebe neste sábado (7), das 8h às 13h, a 2ª edição do Festival Desportivo Inclusivo, iniciativa da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), em parceria com o Instituto Procip e com o Bravus Esporte Clube. O evento reforça o compromisso com a promoção do esporte como ferramenta de inclusão, convivência e transformação social. Pensado para acolher todas as pessoas, o festival dá atenção especial à comunidade LGBT+ e a mulheres, crianças, adolescentes, pessoas idosas e pessoas com deficiência. A programação esportiva inclui competições de vôlei misto, futebol de campo masculino e futsal feminino, todas com premiações, estimulando a participação diversa e o respeito dentro e fora das quadras. Futebol de campo é uma das modalidades que serão disputadas no Festival Desportivo Inclusivo | Foto: João Marcos Teixeira/Sejus-DF Além das disputas esportivas, o público poderá acompanhar uma atração especial: a apresentação do Team UnB Cheerleading, equipe oficial de cheerleading da Universidade de Brasília (UnB), formada por estudantes-atletas de diferentes cursos da instituição. Cheerleading em destaque O cheerleading é uma modalidade esportiva que reúne elementos de ginástica, dança, força e acrobacias, exigindo alto nível técnico, disciplina e trabalho coletivo. Referência no esporte universitário, o Team UnB Cheerleading representa a UnB em competições regionais, nacionais e internacionais. Em 2025, a equipe conquistou três medalhas de ouro nos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) e se destacou no Cheerfest Internacional, onde foi Grand Champion Universitário na categoria Coed 3 Non Tumbling, consolidando-se como uma das principais equipes universitárias do país. O Team UnB Cheerleading vai se apresentar no evento em Ceilândia | Foto: Divulgação A primeira edição do Festival Desportivo Inclusivo foi realizada em novembro de 2025 e reuniu mais de 500 pessoas, consolidando o evento como um espaço de convivência, lazer e promoção da cidadania por meio do esporte. Ao aliar esporte, diversidade e participação comunitária, o Festival Desportivo Inclusivo reafirma o papel das políticas públicas na construção de espaços de convivência mais justos, acessíveis e acolhedores para toda a população. Para o coordenador de Políticas de Proteção e Promoção de Direitos e Cidadania LGBT da Sejus-DF, Eduardo Fonseca, o festival fortalece o esporte como espaço de pertencimento e respeito. “O Festival Desportivo Inclusivo mostra que o esporte pode e deve ser um ambiente seguro, acolhedor e democrático, onde todas as pessoas são respeitadas em sua diversidade”, destaca. "O esporte é uma poderosa ferramenta de transformação social" Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, ressalta o papel da iniciativa na promoção da cidadania e da inclusão: “O esporte é uma poderosa ferramenta de transformação social. Ações como essa aproximam o poder público da comunidade e ajudam a construir uma sociedade mais justa e inclusiva.” *Com informações da Sejus-DF
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Festival Desportivo Inclusivo leva mais de 500 pessoas à Praça dos Direitos de Ceilândia Norte
Reunindo esporte, cultura e serviços de saúde e bem-estar, a primeira edição do Festival Desportivo Inclusivo ocorreu na manhã desse sábado (22), na Praça dos Direitos da QNN 13, em Ceilândia Norte, e atraiu mais de 500 pessoas da região e arredores. O evento é uma iniciativa da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), em parceria com o Instituto Procip e o Bravus Esporte Clube. Além dos torneios de futebol de campo, futsal e vôlei de areia, a programação contou com aula de defesa pessoal ministrada por instrutor do Bravus, apresentações de capoeira com o grupo Beribazu e dança paraense com as Vovós do Carimbó, que animaram o público com apresentações cheias de energia. A primeira edição do Festival Desportivo Inclusivo reuniu torneios de futebol de campo, futsal e vôlei de areia, aula de defesa pessoal, rodas de capoeira e apresentações de carimbó | Fotos: João Marcos Teixeira/Sejus-DF Antes do início das partidas, a ação do movimento Cartão Vermelho Contra o Racismo reforçou o protocolo da Sejus que combate o preconceito racial em eventos esportivos e incentiva ambientes de prática esportiva baseados no respeito. O subsecretário de Políticas de Direitos Humanos e de Igualdade Racial (Subdhir), Juvenal Araújo, destacou que o festival foi concebido para ser totalmente inclusivo, acolhendo a comunidade LGBTQIAPN+, pessoas autistas e pessoas com deficiência. "Quando pensamos em inclusão, ela precisa ser completa. Criamos esse torneio para unir esporte, acolhimento e serviços gratuitos em um único espaço", explicou. Em sintonia, o coordenador da CoorLGBT, Eduardo Fonseca, reforçou o propósito do festival, ressaltando que ele foi idealizado para ser um ambiente seguro e livre para a expressão da diversidade. "É um movimento para fortalecer a cidadania, o respeito e a convivência com a diversidade", disse. Stanlley Alves, jogador do Bravus: "É essencial garantir espaços de saúde voltados à população LGBTQIAPN+, que muitas vezes enfrenta negligência e dificuldade de acesso. Ter um ponto de acolhimento em cada cidade faria toda a diferença" A cidadania também entrou em campo durante o evento, com uma tenda que ofereceu diversos serviços gratuitos para a comunidade, incluindo assistência jurídica e psicológica, corte de cabelo, atendimento oftalmológico, avaliação física e bioimpedância, massagem, ventosaterapia e auriculoterapia. [LEIA_TAMBEM]Stanlley Alves, 32 anos, jogador do Bravus, destacou o papel do evento na promoção da inclusão e reforçou a necessidade de maior oferta de serviços de saúde e bem-estar. "Como professor, já vi crianças deixarem as ruas e as drogas ao encontrarem acolhimento na dança, capoeira e esporte. É essencial garantir espaços de saúde voltados à população LGBTQIAPN+, que muitas vezes enfrenta negligência e dificuldade de acesso. Ter um ponto de acolhimento em cada cidade faria toda a diferença", afirmou. A realização da primeira edição do Festival Desportivo Inclusivo contou com o apoio de diversos parceiros, entre eles Riex-DF, Grupo Cirandinha, Alerta Saúde, Academia NewHit, Mulheres em Ação, Associação Jurídica e Social (Ajus), Uneforense, Fashion Campus, Suyanne Lorena Nutricionista, Oftalmed, Drogasil, Beyond Comunicação, De Paula – Gestão de Atendimento, Printcor DF – Comunicação Visual, Arthur Gabriel – Medicina Chinesa, Celi – Spa dos Pés, A.M Terapia e Caesb. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF)
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