Hemocentro promove coleta de sangue nesta quinta (25) na Faculdade Mackenzie
A Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) promove, nesta quinta-feira (25), coleta de sangue na Faculdade Presbiteriana Mackenzie. A unidade móvel vai atender os doadores das 9h às 16h no estacionamento da instituição, localizada na SGAS 902. Os interessados podem agendar a doação pelo site ou pelo telefone 160, opção 2. O Hemocentro também disponibilizará atendimento sem agendamento, conforme a capacidade máxima da estrutura. Durante a ação na faculdade, as pessoas inscritas na 2ª Corrida Tá no Sangue Run poderão retirar os seus kits oficiais de participação. A retirada do material ocorrerá no mesmo local, das 10h às 20h. Últimas vagas para a corrida As inscrições para a corrida, que une esporte e conscientização sobre a importância da doação de sangue no Distrito Federal, continuam abertas e vão até esta quinta-feira (25) pelo site oficial do evento com taxa de inscrição no valor de R$ 119. As vagas são limitadas para a prova que ocorre neste sábado (27), com largada às 17h30, no Memorial dos Povos Indígenas, oferecendo percursos de 3 km para caminhada e 6 km para corrida. Os participantes cadastrados receberão um kit composto por sacochila, cantil, boné, camiseta e medalha, além de brindes dos patrocinadores, e haverá premiação para os primeiros colocados de cada categoria. Serviço · Coleta Externa (Unidade Móvel): Quinta-feira (25), das 9h às 16h. · Retirada de kits da corrida: Quinta-feira (25), das 10h às 20h. · Local: Faculdade Mackenzie — SGAS 902, Asa Sul. · Agendamento de doações: Pelo site agenda.df.gov.br ou telefone 160, opção 2. · Data da corrida: Sábado (27), às 17h30, no Memorial dos Povos Indígenas. *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB)
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Hemocentro lança jogo desenvolvido pela Secti-DF para incentivar doação de sangue
A Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) lançou, nesta terça-feira (16), o Flappy Donor, game desenvolvido pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) para integrar a programação do Junho Vermelho 2026. A iniciativa utiliza de tecnologia e gamificação para tornar o momento de espera dos doadores mais interativo, estimulando a conscientização sobre a importância da doação de sangue. A ação de lançamento contou com a participação do presidente da Fundação Hemocentro de Brasília, Osnei Okumoto; e do secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, Rafael Vitorino, que realizaram juntos a primeira experiência com a ferramenta. O jogo pode ser acessado por meio de QR Code disponibilizado nas dependências do Hemocentro, permitindo que os participantes enfrentem desafios, acumulem pontos e acompanhem o ranking de jogadores. Inspirado em jogos de habilidade, o Flappy Donor conecta entretenimento, educação e solidariedade. A proposta é incentivar uma competição saudável entre os doadores, transformando o tempo de espera em uma oportunidade de aprendizado e engajamento com a causa. Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, Rafael Vitorino, a ferramenta mostra como a inovação pode ser aplicada para aproximar o cidadão de ações importantes para a sociedade.“Quando usamos a tecnologia para incentivar uma atitude que salva vidas, estamos mostrando que a inovação pode estar presente nas mais diversas áreas. O Flappy Donor é uma forma criativa de engajar as pessoas, tornar a experiência mais acolhedora e fortalecer a cultura da doação de sangue no Distrito Federal”, destacou o secretário. Inspirado em jogos de habilidade, o Flappy Donor conecta entretenimento, educação e solidariedade | Foto: Divulgação/Secti-DF “O Flappy Donor representa uma nova forma de aproximar as pessoas da causa da doação de sangue. Queremos que cada momento vivido no Hemocentro seja também uma oportunidade de conscientização e engajamento. Ao unir tecnologia, educação e solidariedade, conseguimos tornar a experiência do doador ainda mais acolhedora, fortalecendo uma cultura de doação contínua e ajudando a garantir estoques seguros para quem precisa de transfusão”, destacou o presidente da Fundação Hemocentro de Brasília, Osnei Okumoto. Durante o lançamento, o doador Thiago Silva participou da experiência e ressaltou a importância de contribuir com o próximo. Em sua terceira doação, ele contou que aproveitou uma pausa no trabalho para realizar o gesto solidário.“É a minha terceira vez. A importância é sempre pensar no próximo. Eu venho pensando nisso sempre”, afirmou Thiago, que trabalha com transporte e possui uma empresa do setor. A parceria entre a Secti-DF e o Hemocentro de Brasília reforça o uso da tecnologia como ferramenta de impacto social, mostrando como soluções inovadoras podem contribuir para fortalecer políticas públicas e incentivar atitudes que fazem diferença na vida da população. *Com informações Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF)
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Doença falciforme: Hemocentro capacita profissionais para qualificar atendimento
Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) promove, nesta quarta-feira (17), o evento "Dia de Conscientização da Doença Falciforme: Identificação que Salva". Com apoio da Secretaria de Saúde (SES-DF), o encontro técnico, voltado para a sensibilização de gestores e profissionais de saúde da rede pública do Distrito Federal, será realizado das 9h às 12h, no auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs). A iniciativa faz alusão ao Dia Mundial de Conscientização da Doença Falciforme, lembrado em 19 de junho. O evento é gratuito, com entrada livre e sem necessidade de inscrição prévia para os profissionais e gestores da rede de saúde do DF. O objetivo principal é debater os desafios assistenciais e alinhar estratégias para aprimorar o acolhimento imediato desses pacientes nas portas de urgência e emergência da Rede SES-DF, do IgesDF e do HCB. A mesa de abertura, às 9h, contará com a participação da coordenadora-geral de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde (CGSH/MS), Luciana Maria de Barros Carlos; do representante da Associação Brasiliense de Pessoas com Doença Falciforme (Abradfal), Elvis Silva Magalhães; além de representantes da SES-DF e da própria FHB. A programação técnica começará às 9h30 com a palestra “Desafios da Doença Falciforme na Emergência”, ministrada pela consultora médica da CGSH/MS e especialista na área, Mônica Veríssimo. Em seguida, às 10h, a responsável técnica distrital de Hematologia da SES-DF, Nina de Oliveira e Oliveira, abordará a "Rede de assistência à Doença Falciforme no DF e a Importância da Urgência/Emergência na Linha de Cuidado". O evento é gratuito, com entrada livre e sem necessidade de inscrição prévia para os profissionais e gestores da rede de saúde do DF | Foto: Arquivo/Agência Brasília As discussões também marcarão a apresentação de uma nova ferramenta de segurança clínica para a rede: a carteirinha de identificação do paciente. O chefe da unidade técnica e médico hematologista da FHB, Marcelo Jorge Carneiro de Freitas, que encerrará o ciclo de palestras debatendo o papel do documento, ressalta a importância de preparar a linha de frente dos hospitais e UPAs. "Pessoas com doença falciforme podem apresentar complicações agudas, como crises intensas de dor, infecções e anemia grave, que exigem reconhecimento e intervenção precoces. O evento representa uma oportunidade para sensibilizar profissionais sobre esses desafios, favorecendo um atendimento mais ágil, seguro e adequado", explica o médico. Encontro com pacientes e familiares Dando continuidade às ações, o Hemocentro promove, na sexta-feira (19), às 14h30, um encontro presencial para pacientes e familiares no auditório da instituição. O evento terá uma dinâmica especial com as equipes de enfermagem e psicologia, além da entrega oficial das carteirinhas e orientações sobre os próximos fluxos de distribuição. Para participar deste momento, os interessados devem se inscrever neste link. *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB)
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Hemocentro de Brasília lança programação do Junho Vermelho com campanha nacional
Em ano de Copa do Mundo, a Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) entra em campo por uma causa que não para: a doação voluntária de sangue. A instituição lança sua programação do Junho Vermelho 2026 com ações distribuídas por todo o mês no DF — a campanha nacional "O Jogo Mais Importante do Ano", um game interativo inédito para doadores, coletas externas em parceria com o Governo do Distrito Federal e a segunda edição da corrida Tá no Sangue Run, em parceria com o Grupo Band. "Junho Vermelho é o momento em que toda a sociedade volta a atenção para a doação de sangue, e este ano queremos aproveitar o clima da copa para ampliar ainda mais esse alcance. Estamos chegando às pessoas em diferentes frentes — nas redes sociais, nos órgãos de governo, nas ruas — porque precisamos que mais brasilienses entendam que doar sangue é um gesto simples e que faz diferença real na vida de quem depende de uma transfusão", afirma Osnei Okumoto, presidente da FHB. O Hemocentro de Brasília, único banco de sangue público do Distrito Federal, é responsável por 100% das transfusões realizadas pelo SUS no DF, atendendo hospitais como o Hospital da Criança, o Instituto de Cardiologia e Transplantes do DF, o Hospital das Forças Armadas, o Sarah Kubitschek e o HUB, entre outros. A instituição recebe mais de 50 mil doações voluntárias por ano. O Hemocentro de Brasília, único banco de sangue público do Distrito Federal, é responsável por 100% das transfusões realizadas pelo SUS no DF | Foto: Divulgação/Hemocentro de Brasília Desenvolvida pela iniciativa Hemocentros Unidos, a campanha "O Jogo Mais Importante do Ano" conecta o espírito coletivo do futebol à causa da doação: assim como uma seleção depende de cada jogador, o sistema público de saúde depende de doadores regulares. A FHB adere à campanha com publicações ao longo de todo este mês, com destaque para o Dia Mundial do Doador de Sangue, em 14 de junho. Ainda neste mês, a instituição lança uma ferramenta de gamificação interativa desenvolvida em parceria com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF (Secti-DF), que transforma o tempo de espera nas dependências do Hemocentro em experiência educativa, com quiz, desafios e conteúdos sobre doação. Coletas externas: o Hemocentro vai até o doador Para ampliar o acesso da população à doação de sangue, no dia 9 de junho, das 9h às 16h, a FHB realiza coleta externa no Palácio do Buriti em parceria com o Governo do Distrito Federal, na ação GDF Sangue Bom. Em 25 de junho, a coleta acontece na Faculdade Mackenzie Brasília, também das 9h às 16h, em ação simultânea à entrega de kits da corrida Tá no Sangue Run. Corrida No dia 27 de junho, às 17h30, a FHB e o Grupo Band realizam a segunda edição da Tá no Sangue Run, no Memorial dos Povos Indígenas, com percursos de 3 km (caminhada) e 6 km (corrida). Os inscritos recebem kit com sacochila, cantil, boné, camiseta e medalha, além de premiação por categoria. As inscrições podem ser realizadas pelo site Brasil Corrida. Como doar Pode ser doador de sangue qualquer pessoa saudável entre 16 e 69 anos, que pese mais de 51 kg e apresente documento oficial com foto. Doadores de 16 e 17 anos precisam de autorização dos pais ou responsáveis. Alguns critérios impedem temporariamente a doação: ter ingerido bebida alcoólica nas 12 horas anteriores, estar em uso de antibióticos, ter se tatuado ou feito piercing nos últimos doze meses, ter tido gripe ou resfriado recentemente, ou estar em período de amamentação. A lista completa de critérios está disponível no site da FHB. O agendamento é recomendado e pode ser feito pelo site agenda.df.gov.br ou pelo telefone 160, opção 2. SERVIÇO GDF Sangue Bom Data: 9 de junho de 2026 Horário: 9h às 16h Local: Palácio do Buriti — Esplanada dos Ministérios, Brasília (DF) Coleta externa — Mackenzie Brasília Data: 25 de junho de 2026 Horário: 9h às 16h Local: Faculdade Mackenzie Brasília — SGAS 902, Asa Sul, Brasília (DF) 2ª Tá no Sangue Run Data: 27 de junho de 2026 Horário: largada às 17h30 Local: Memorial dos Povos Indígenas — Brasília (DF) Percursos: 3 km (caminhada) e 6 km (corrida) Inscrições: brasilcorrida.com.br Doação de sangue — Fundação Hemocentro de Brasília Agendamento: agenda.df.gov.br ou 160, opção 2 *Com informações do Hemocentro de Brasília
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Hemocentro de Brasília registra queda nas doações e alerta para estoques críticos
Por quase quatro décadas, a vida de Elvis Magalhães dependeu de um gesto anônimo. O morador do Guará II nasceu com anemia falciforme e precisou de transfusões de sangue desde os primeiros dias de vida. “Eu fazia transfusão de troca a cada 30 dias. Isso é, tirava em média duas bolsas de sangue e colocava outras três. Foi o que me manteve vivo”, conta o aposentado. Essa realidade só mudou aos 38 anos, quando ele passou por um transplante de medula óssea. “A doação de sangue é um ato de amor. Atende pessoas com doenças genéticas, pacientes em cirurgia, vítimas de acidentes e qualquer pessoa pode precisar. É uma forma de dizer: eu me importo com você”, resume. A história de Elvis se repete na vida de milhares de pacientes que dependem da doação de sangue. No Distrito Federal, o cenário exige atenção. Segundo a assistente social da Gerência de Captação de Doadores da Fundação Hemocentro de Brasília, Lara Lisboa, os estoques estão em nível crítico, principalmente dos tipos B positivo e AB negativo. Os estoques de sangue da Fundação Hemocentro de Brasília estão em nível crítico, principalmente dos tipos B positivo e AB negativo | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Outros, como O positivo, O negativo, B negativo, A positivo e A negativo, também estão baixos. Apenas o tipo AB positivo está em nível regular. “Para tentar sanar essa situação, estamos liberando senha preferencial para os tipos B positivo e AB negativo até o dia 8 de maio, sem necessidade de agendamento. Reforçamos a importância de que os doadores dos demais tipos sanguíneos também realizem o agendamento, para facilitar o fluxo e o atendimento”, afirma. Nos três primeiros meses deste ano, foram registradas 13.832 doações. O número é menor que o do mesmo período do ano passado, quando houve 14.065 coletas. “Acreditamos que a queda ocorreu por conta dos feriados, quando muitas pessoas viajam, além do aumento de casos de síndromes respiratórias, que acabam dificultando as doações”, diz. [LEIA_TAMBEM]Enquanto isso, a demanda segue alta. No mesmo período, foram realizadas 19.848 transfusões na rede hospitalar atendida pelo Hemocentro. “Com os estoques baixos, temos dificuldade em garantir o atendimento. Os hospitais ainda estão abastecidos, mas, aqui no Hemocentro, já entramos em estado de alerta, ofertando apenas o que é estritamente necessário”, ressalta. A assistente social destaca que a meta do Hemocentro é alcançar 180 doações por dia, mas a média recente tem ficado em torno de 100. Uma única doação pode salvar até quatro vidas. O sangue é separado em diferentes componentes, como hemácias, plasma, plaquetas e crioprecipitado. Parte desse material pode ser armazenada por mais tempo, e o plasma excedente ainda é enviado à Hemobrás para a produção de medicamentos usados no Sistema Único de Saúde. Os interessados em doar sangue devem ter entre 16 e 69 anos — menores de 18 devem apresentar autorização —, pesar pelo menos 51 kg e estar saudável | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Como doar Para doar, é preciso ter entre 16 e 69 anos — menores de 18 devem apresentar autorização —, pesar pelo menos 51 kg, estar em bom estado de saúde e levar um documento oficial com foto. O Hemocentro funciona no Setor Médico Hospitalar Norte, de segunda a sábado, das 7h15 às 18h. O agendamento pode ser feito pelo site Agenda DF – Serviço de Agendamentos do Distrito Federal ou pelo telefone 160 (opção 2). Informações também estão disponíveis pelo WhatsApp (61) 99136-2495. Isaias Pereira, de 24 anos, começou a doar sangue aos 18, incentivado por um professor. “É um gesto de empatia. Quando você vê uma bolsa com cerca de 450 ml de sangue saindo do seu corpo, entende que aquilo pode garantir que outra pessoa continue vivendo”, afirma. Após descobrir uma insuficiência cardíaca, ele não pôde mais doar. Ainda assim, seguiu na causa e hoje atua como multiplicador, incentivando novos doadores. “Todo sábado fazemos ações e mobilizamos pessoas com campanhas de conscientização. Por meio de materiais informativos, a gente tenta desmistificar alguns preconceitos”, explica.
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Dia Mundial da Hemofilia: Hemocentro de Brasília atende atualmente mais de 300 pacientes
O Dia Mundial da Hemofilia, celebrado em 17 de abril, destaca o trabalho da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB), que atende atualmente 328 pacientes com hemofilia. A assistência ocorre no Ambulatório de Coagulopatias Hereditárias, unidade de referência no Distrito Federal que integra a rede de cuidados do Sistema Único de Saúde (SUS). No Brasil, cerca de 13 mil pessoas convivem com a doença, segundo dados do Ministério da Saúde. A hemofilia é uma condição genética e hereditária que compromete a coagulação do sangue, classificada nos tipos A (deficiência do fator VIII) e B (deficiência do fator IX), com graus leve, moderado ou grave. Para garantir o bem-estar dos pacientes, a FHB oferece uma estrutura completa que vai além da reposição de fatores de coagulação. A diretora de ambulatórios da FHB, Melina Swain, reforça que o diferencial da instituição é a visão integral do indivíduo. "O tratamento do Ambulatório é multidisciplinar e segue protocolos internacionais que primam pela qualidade de vida do paciente, não se limitando apenas ao tratamento medicamentoso. Isso permite que o paciente seja atendido de forma global, garantindo que a criança cresça de forma saudável e que o adulto não seja limitado pela sua condição", explica. Essa atenção é confirmada por quem utiliza o serviço regularmente. A dona de casa Wellen Marcia Almeida, 41 anos, mãe de Anderson, 14, e Ragnar, 5, ambos com hemofilia B, relata que a fundação é fundamental para o desenvolvimento dos filhos. "O Hemocentro é uma bênção na minha vida desde que descobri a hemofilia no meu primeiro filho. Lá, encontro pessoas capazes de acolher e cuidar. Todos os médicos, enfermeiros e equipe técnica são extremamente atenciosos e competentes na dedicação aos meus filhos", afirma Wellen. A diretora de ambulatórios da FHB, Melina Swain, reforça que o diferencial da instituição é a visão integral do indivíduo | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Mantendo-se como referência nacional, o Hemocentro também investe na atualização constante de terapias. Um exemplo recente é o tratamento com emicizumabe, iniciado em 2025 para crianças até 6 anos com hemofilia A. Aplicado por via subcutânea, o medicamento reduz drasticamente os episódios de sangramento e traz mais autonomia e conforto às famílias, substituindo as frequentes aplicações intravenosas. Estrutura e Assistência Integral Inaugurado em 2012, o Ambulatório de Coagulopatias Hereditárias do Hemocentro de Brasília acompanha 1.013 pacientes com diversas coagulopatias, entre elas a hemofilia. A unidade oferece diagnóstico, fornecimento de fator de coagulação e orientações para o cuidado contínuo ao longo da vida. Desde 2023, o ambulatório ampliou a distribuição de medicamentos não só no Distrito Federal, como também para toda a região do Entorno, em um raio de até 100 km. A dispensação domiciliar ocorre mensalmente, acompanhada por um profissional da instituição, facilitando o acesso para pacientes que possuem limitações físicas para se deslocar até a sede da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB). O atendimento é realizado por uma equipe multiprofissional composta por médicos, enfermeiros, farmacêuticos, odontólogos, fisioterapeutas, psicólogos e assistentes sociais, garantindo um cuidado integral e contribuindo diretamente para a qualidade de vida dos pacientes. *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB)
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Hemocentro de Brasília registra estoques críticos e convoca doadores de sangue
A Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) apresenta níveis críticos nos estoques de sangue dos tipos B positivo e AB negativo. Também estão baixos os estoques dos tipos O positivo, O negativo, B negativo, A positivo e A negativo, enquanto o tipo AB positivo é o único em patamar regular. A preocupação com o abastecimento ocorre devido à redução no fluxo de voluntários. A meta da fundação é de 180 doações diárias, porém a média da última semana foi de apenas 100. Segundo a gerente de Captação de Doadores da FHB, Kelly Barbi, o feriado de Páscoa impactou os números, e a proximidade do feriado de Tiradentes motiva uma mobilização antecipada. "Observamos uma queda após a Páscoa, e nossa intenção é agir preventivamente antes do feriado de Tiradentes, para que o estoque não sofra novas reduções. Precisamos reforçar que não existe substituto para o sangue e que o papel do doador é fundamental; cada cidadão é insubstituível nesse processo de solidariedade", destaca a gerente. O Hemocentro de Brasília abastece toda a rede pública de saúde do Distrito Federal, além de hospitais conveniados, como o Hospital da Criança, o Instituto de Cardiologia e Transplantes do Distrito Federal e o Hospital das Forças Armadas. Para doar sangue é preciso ter entre 16 e 69 anos, pesar no mínimo 51 kg, apresentar um documento com foto e estar em bom estado de saúde | Foto: Arquivo/Agência Brasília Como doar Para doar sangue é preciso ter entre 16 e 69 anos, pesar no mínimo 51 kg, apresentar um documento com foto e estar em bom estado de saúde. Idosos acima de 60 anos devem ter realizado ao menos uma doação de sangue na vida, e menores de idade devem apresentar formulário de autorização, disponível no site do Hemocentro. Condições como uso de medicamentos, cirurgias recentes ou doenças podem impedir a doação. Em caso de dúvidas, os candidatos podem conferir os critérios detalhados no site do Hemocentro ou enviar uma mensagem para o WhatsApp (61) 99136-2495. O agendamento da doação é realizado pelo site agenda.df.gov.br ou pelo telefone 160, opção 2. O Hemocentro também atende sem agendamento, por encaixe, conforme a capacidade máxima de atendimento do dia. Para doar sangue, o doador não precisa saber o tipo sanguíneo, nem realizar exame prévio. Para grupos acima de dez pessoas, é possível agendar um horário especial. A fundação também fornece transporte gratuito para levar e buscar os voluntários em qualquer localidade do Distrito Federal. O agendamento para grupos deve ser realizado pelo WhatsApp (61) 99136-2495. O Hemocentro de Brasília está localizado no Setor Médico Hospitalar Norte, próximo ao Hospital Regional da Asa Norte (Hran) e à Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs). O horário de funcionamento é de segunda a sábado (exceto feriados), das 7h15 às 18h. *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília
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Gari Sangue Bom abre calendário de 2026 com mobilização solidária no Riacho Fundo II
A Secretaria de Atendimento à Comunidade do Distrito Federal (Seac-DF) realiza, nesta quinta-feira (26), a primeira edição de 2026 da campanha Gari Sangue Bom. A ação será promovida das 8h às 16h, na Administração Regional do Riacho Fundo II, e reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal com a solidariedade e a valorização dos profissionais da limpeza urbana. A iniciativa é realizada em parceria com a Fundação Hemocentro de Brasília, a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), a Administração Regional do Riacho Fundo II e o Serviço de Limpeza Urbana (SLU). O objetivo é fortalecer os estoques que abastecem a rede pública de saúde e mobilizar a comunidade para a importância da doação voluntária. A primeira edição de 2026 da campanha Gari Sangue Bom será realizada nesta quinta (26), das 8h às 16h, na Administração Regional do Riacho Fundo II | Foto: Divulgação/Seac-DF Criada para incentivar o gesto solidário, a campanha tem como protagonistas os garis, que são os primeiros a participar da coleta e dão exemplo de cidadania e compromisso com a vida. A proposta é sensibilizar moradores da região a também contribuírem com a doação, ajudando a manter os estoques do Hemocentro em níveis seguros. Além de contribuir para a rede pública de saúde, o Gari Sangue Bom promove o reconhecimento social desses trabalhadores, fundamentais para o funcionamento da cidade e para a qualidade de vida da população. [LEIA_TAMBEM]Para a secretária de Atendimento à Comunidade, Clara Roriz, a campanha reafirma o papel transformador da união entre poder público e sociedade. “Iniciamos 2026 renovando esse compromisso com a vida. O Gari Sangue Bom mostra que nossos garis, que já cuidam da cidade diariamente, também inspiram a comunidade a praticar a solidariedade. Cada doação representa esperança para quem precisa”, destaca. Toda a população do Riacho Fundo II e regiões próximas é convidada a participar da mobilização. Doar sangue é um gesto simples, rápido e seguro, que pode salvar até quatro vidas por doação. A expectativa é ampliar ainda mais o alcance da campanha ao longo do ano, fortalecendo a parceria entre os órgãos envolvidos e consolidando a ação como um importante movimento de conscientização e cuidado coletivo no Distrito Federal. *Com informações da Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac-DF)
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Abertas as inscrições para curso de manejo de coagulopatias hereditárias
A Fundação Hemocentro de Brasília (FHB), em parceria com a Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESPDF), está com inscrições abertas para o curso “Coagulopatias Hereditárias Hemorrágicas: Manejo e Tratamentos — 2026.1”. A iniciativa busca qualificar profissionais de saúde da rede pública e privada para o atendimento ágil e seguro de pacientes que apresentam distúrbios na coagulação sanguínea. A capacitação está disponível no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) da ESPDF e as inscrições podem ser feitas até o dia 30 de junho de 2026 pelo link oficial. O treinamento foi elaborado pela equipe multidisciplinar da Diretoria de Ambulatórios (Diamb) do Hemocentro e foca na padronização dos cuidados, especialmente em situações de crise. O público-alvo principal são médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e de hemoterapia, farmacêuticos, biólogos e biomédicos. A participação é prioritária para quem atua em Agências Transfusionais, Prontos-Socorros, UTIs e no Samu-DF, locais onde o tempo de resposta e o uso correto do estoque estratégico de fatores de coagulação são fundamentais para salvar vidas. A iniciativa busca qualificar profissionais de saúde da rede pública e privada para o atendimento ágil e seguro de pacientes que apresentam distúrbios na coagulação sanguínea | Foto: Divulgação/Hemocentro Com uma carga horária de 20 horas, o conteúdo é dividido em quatro módulos práticos. O primeiro apresenta a introdução às coagulopatias hereditárias, seguido pelo atendimento em urgência e emergência. Os módulos finais detalham os medicamentos disponíveis para tratamento e as técnicas corretas de administração dessas substâncias. Por ser realizado na modalidade online, o curso permite que o servidor adapte o aprendizado à sua escala de trabalho. Ambulatório de Coagulopatias Hereditárias O Ambulatório de Coagulopatias Hereditárias da Fundação Hemocentro de Brasília, criado em 2012, atende mais de 300 pacientes com hemofilia pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O serviço oferece atendimento multiprofissional com médicos, enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas, psicólogos e assistentes sociais, integrando a rede pública de saúde do Distrito Federal. Os pacientes recebem diagnóstico, acompanhamento periódico, o fator de coagulação necessário para o tratamento e orientações para cuidados ao longo da vida. O ambulatório é referência no DF, garantindo cuidado contínuo e qualidade de vida para pessoas com coagulopatias hereditárias. *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB)
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Abertas inscrições para curso online sobre transfusão de hemocomponentes
A Fundação Hemocentro de Brasília (FHB), em parceria com a Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), está com inscrições abertas para a terceira turma do curso online “Transfusão de Hemocomponentes: da Captação à Hemovigilância”. A capacitação atende ao que estabelece a Portaria SES/DF nº 54, de 14 de abril de 2011, que regulamenta o Sistema de Sangue, Componentes e Hemoderivados (SSCH) no âmbito da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). As inscrições para a terceira turma foram abertas em 5 de janeiro e seguem até 15 de junho — o prazo para conclusão do curso vai até 30 de junho de 2026. Os interessados podem se inscrever diretamente por este link. O curso online sobre transfusão de hemocomponentes é voltado para profissionais da rede pública de saúde do DF | Foto: Divulgação/Hemocentro A iniciativa integra as competências institucionais da FHB de capacitar e treinar, de forma continuada, os profissionais que atuam na área de hemoterapia nos serviços públicos do Distrito Federal. O curso tem como foco padronizar condutas, atualizar conhecimentos e reforçar a segurança transfusional na rede pública. O objetivo é capacitar os profissionais de saúde quanto às orientações gerais e específicas da hemoterapia, conforme as diretrizes do gestor do SSCH, a Fundação Hemocentro de Brasília. A formação também busca sensibilizar e atualizar a equipe assistencial, contribuindo para a segurança do paciente, o uso racional de hemocomponentes e a redução de riscos associados à transfusão. O público-alvo são profissionais da área da saúde que atuam em hospitais e unidades de pronto atendimento (UPAs) da rede pública do DF. O curso é oferecido na modalidade online e assíncrona, permitindo que o participante organize seus próprios horários de estudo. O acesso ocorre por meio do Ambiente Virtual de Aprendizagem da Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (AVA-ESPDF), com conteúdos apresentados em slides, videoaulas e materiais de leitura. [LEIA_TAMBEM]A carga horária total é de 40 horas. Para obter o certificado, o participante deverá: · Realizar 100% das atividades propostas; · Alcançar, no mínimo, 70% de acertos no questionário final de avaliação dos conhecimentos hemoterápicos; · Responder ao questionário de satisfação sobre o curso. Entre os principais temas abordados estão: · Introdução à hemoterapia; · Captação intra-hospitalar de doadores; · Produção e distribuição de hemocomponentes; · Patient Blood Management (PBM); · Indicação de hemocomponentes; · Testes pré-transfusionais; · Preparo, monitoramento e finalização da transfusão; · Reações transfusionais. Os recursos educacionais incluem aulas gravadas, estudos de casos clínicos hipotéticos, materiais de leitura, exercícios de fixação e fórum para esclarecimento de dúvidas. A capacitação é uma oportunidade prática de atualização profissional e funciona como um manual digital de bolso: o conteúdo permanece disponível para consulta sempre que surgir uma dúvida no dia a dia assistencial. *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB)
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