Projeto Borboleta promove dignidade e novos começos para reeducandos
O Projeto Borboleta, iniciativa da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap-DF), vinculada à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), promove dignidade, autoestima e reintegração social de reeducandos em regime semiaberto por meio da doação de roupas, acessórios e cosméticos. A iniciativa evidencia como ações solidárias podem transformar vidas e contribuir para um recomeço mais digno no retorno ao mercado de trabalho e à convivência em sociedade. “O Projeto Borboleta é mais do que um espaço de doações; é um ambiente de acolhimento, dignidade e reconstrução de vidas. Com a reorganização do projeto, novos móveis e o apoio constante da sociedade civil, conseguimos oferecer um atendimento ainda mais humanizado às reeducandas e reeducandos que estão recomeçando suas trajetórias. Cada peça doada, cada gesto de solidariedade, representa uma oportunidade real de fortalecer a autoestima e incentivar a reinserção social dessas pessoas”, relata a diretora-executiva da Funap, Deuselita Pereira Martins. 190 Número de atendimentos no Projeto Borboleta em 2026 Em 2025, foram atendidas 417 pessoas pelo Projeto Borboleta, sendo 253 homens (60,7%) e 164 mulheres (39,3%), com maior procura concentrada entre os meses de outubro, novembro e dezembro. Entre janeiro e maio de 2026, o projeto já contabiliza 190 atendimentos. Para muitos, o projeto é o único apoio oferecido no processo de recomeço. “O único lugar e o único amparo que a gente tem é o Projeto Borboleta. Quando saí do sistema penitenciário, não tive apoio da família nem de amigos. O único apoio que encontrei veio dos meus companheiros de casa, que me emprestaram algumas roupas. Quando cheguei para trabalhar, vim à Funap, ao Projeto Borboleta, e eles me cederam roupas. Sem isso, eu nem poderia trabalhar. É de grande importância para quem está saindo do sistema sem nenhuma ajuda”, comenta o reeducando Márcio (nome fictício), de 48 anos. O Projeto Borboleta é uma forma de os reeducandos se reintegrarem social e profissionalmente | Foto: Divulgação/Funap-DF O secretário interino de Justiça e Cidadania, Jaime Santana, vê o projeto também como uma forma de esperança para aqueles que estão reconstruindo as próprias histórias. “Cada peça entregue representa acolhimento, confiança e uma nova oportunidade de reintegração social e profissional, fortalecendo a crença de que todo recomeço merece respeito, apoio e inclusão”, afirma. O Projeto Borboleta recebe doações de itens de vestuário, cosméticos e acessórios, com maior necessidade de roupas de frio, calças jeans de todos os tamanhos e camisas. As entregas podem ser feitas de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, na sede da Funap-DF, localizada no SIA Trecho 2, lotes 1.835/1.845, 1º andar. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (61) 3686-5031 e (61) 3686-5030.
Ler mais...
Reeducandos do DF terão acesso a cursos gratuitos de inteligência artificial
Reeducandos atendidos pela Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso do Distrito Federal (Funap-DF) passarão a ter acesso a cursos gratuitos de inteligência artificial e computação em nuvem. A iniciativa é do Instituto Gabriel Gastal (IGG), em colaboração com a Amazon Web Services (AWS), por meio do programa AWS Treina Brasil. Voltado a estudantes, jovens em situação de vulnerabilidade social, profissionais e empreendedores, a iniciativa já beneficiou mais de 10 mil participantes desde o lançamento, em março. Agora, pessoas em regime aberto e semiaberto também passam a integrar a ação. A proposta é fortalecer a qualificação profissional e ampliar o acesso ao mercado de trabalho, contribuindo para a autonomia financeira e a reintegração social dos participantes. O programa oferece 30 mil vagas gratuitas no DF. Cursos gratuitos de inteligência artificial e computação em nuvem serão oferecidos a reeducandos atendidos pela Funap-DF | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília “A educação digital é uma poderosa ferramenta de transformação social e empregabilidade. Até 2028, 97% dos empregadores devem implementar soluções de inteligência artificial, e nosso papel é abrir portas para que mais pessoas tenham acesso a esse conhecimento e possam construir novas oportunidades de vida. Democratizar a tecnologia é democratizar futuros”, afirma a presidente do Instituto Gabriel Gastal, Paloma Gastal. As aulas são online, com carga horária de 42 horas, e abordam temas como inteligência artificial generativa, aprendizado de máquina, fundamentos de computação em nuvem, inovação, transformação digital e aplicações práticas. Todos os cursos oferecem certificação. [LEIA_TAMBEM]Para a diretora-executiva da Funap-DF, Deuselita Martins, a iniciativa representa um avanço importante. “A qualificação profissional é fundamental para a reintegração social. Essa colaboração contribui para que os reeducandos possam reconstruir suas trajetórias com dignidade, autonomia e perspectiva de futuro”, destaca. Doação de computadores Para viabilizar a participação dos alunos, o Instituto Gabriel Gastal articulou, junto ao Instituto de Inteligência Ambiental (IIA), a doação de dez computadores. A instituição atua no fomento à doação e ao recondicionamento de equipamentos eletrônicos em desuso, que são recuperados e destinados a projetos educacionais e sociais, como este. A iniciativa amplia o acesso à tecnologia, promove a inclusão digital e contribui para a geração de novas oportunidades. “No instituto, incentivamos a doação de equipamentos tecnológicos porque acreditamos que eles são ferramentas poderosas de transformação social, especialmente por meio da inclusão digital”, afirma o presidente do IIA, Gustavo Noleto Bertolino. *Com informações da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso do Distrito Federal (Funap-DF)
Ler mais...
Campanha Fazer o Bem Tá na Moda chega à quarta edição fortalecendo o empreendedorismo feminino
A campanha Fazer o Bem Tá na Moda, promovida pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), segue transformando realidades por meio da solidariedade, da economia circular e do fortalecimento do empreendedorismo feminino. Ao longo das três edições já realizadas, mais de 500 mulheres em situação de vulnerabilidade social foram beneficiadas, seja com oportunidades de geração de renda, seja com acesso a produtos de qualidade que representam um novo começo. A quarta edição da campanha foi lançada em dezembro, quando 100 mulheres com independência financeira receberam as bolsas do programa, confeccionadas com tecidos doados, para que pudessem preenchê-las com roupas, calçados e acessórios de uso próprio e em bom estado. As doações vão contemplar, ainda este mês, outras 100 mulheres em situação de vulnerabilidade, desta vez gestantes da Cidade Estrutural atendidas pelo projeto Mantinha. Cem mulheres da Estrutural ganharão as bolsas com roupas, calçados e acessórios de uso próprio | Fotos: Jhonatan Vieira/Sejus As bolsas entregues às participantes são confeccionadas por reeducandas da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap-DF), vinculada à Sejus-DF. Além de aprenderem um ofício, essas mulheres privadas de liberdade recebem remuneração e têm direito à remição de pena, reforçando o caráter de ressocialização e inclusão social da iniciativa. A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, destacou que o projeto vai muito além do ato de doar. Segundo ela, o Fazer o Bem Tá na Moda cria uma corrente de transformação que impacta tanto quem contribui quanto quem recebe. “É sobre sintonia e sobre escolher olhar para o outro. Quem doa também se transforma, ao entender que um gesto simples pode mudar uma vida. Mas, principalmente, quem recebe encontra ali uma oportunidade concreta de recomeço, de autonomia e de novos caminhos”, afirmou. Lili Lima: "Muitas mulheres vão dar os primeiros passos aqui e conquistar sua autonomia" Entre as participantes da quarta edição está a empresária da área da saúdeLili Lima, presidente do Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC) do Sudoeste, que recebeu uma das bolsas para montar com itens doados. Para ela, a campanha tem um forte potencial de transformação social. “Empreender é libertador. A campanha é muito bem-pensada e começa com um gesto de doação que pode se transformar, no futuro, em um negócio. Muitas mulheres vão dar os primeiros passos aqui e conquistar sua autonomia”, destacou. Projeto Mantinha Nesta edição, as doações arrecadadas pela campanha beneficiarão gestantes acompanhadas pelo projeto Mantinha, iniciativa que atua há quase dez anos na Cidade Estrutural levando cuidado, informação e apoio a mulheres durante a gestação. Criado em 2016, o projeto promove encontros mensais com orientações sobre gestação, parto, pós-parto, maternidade consciente e planejamento familiar, além de distribuir cestas básicas às participantes ao longo do acompanhamento. Para a coordenadora do projeto Mantinha, Stela Lobato, a parceria com o Fazer o Bem Tá na Moda representa reconhecimento e fortalecimento da iniciativa. “Receber essa visibilidade e participar de uma parceria desse tamanho nos dá fôlego e mostra que estamos no caminho certo. São quase dez anos de trabalho, e ver isso se desdobrar em novas oportunidades é muito especial”, afirmou. Rede do bem que se expande [LEIA_TAMBEM]A quarta edição da campanha também contou com o apoio de parceiros que contribuíram para tornar o projeto possível. A empresária Leila Bessa doou os tecidos utilizados na confecção das bolsas, reforçando o compromisso com a sustentabilidade e a economia circular. Já a Artefactor, que cedeu o espaço para o lançamento, foi apontada como um ambiente de conexão e encontro entre pessoas dispostas a fazer o bem. Para Milena Trindade, uma das gestoras da marca em Brasília, ser palco da iniciativa é uma forma de colocar o propósito em prática. Ao unir solidariedade, empreendedorismo, sustentabilidade, ressocialização e cuidado social, o Fazer o Bem Tá na Moda se consolida como uma das iniciativas mais emblemáticas da Sejus-DF no fortalecimento de mulheres e na promoção da cidadania. *Com informações da Sejus-DF
Ler mais...
Parceria garante atendimento educacional a custodiados do DF
A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) e a Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap-DF) firmaram uma parceria inédita para ampliar o acesso à educação de pessoas em cumprimento de pena e egressas do sistema prisional. A medida foi formalizada com a publicação, na última quinta-feira (13), da Portaria Conjunta nº 31/2025, no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), instituindo o Serviço de Atendimento Educacional aos Custodiados e Egressos do Sistema Prisional. O novo serviço prevê que assistentes sociais da SEEDF atuem, em cooperação com a Funap, no encaminhamento e acompanhamento de pessoas dos regimes semiaberto e aberto às escolas públicas que ofertam a Educação de Jovens e Adultos (EJA), além de promover a continuidade dos estudos para quem não concluiu o ensino fundamental ou médio durante o período de reclusão. A titular da Diretoria de Educação de Jovens e Adultos da SEEDF, Lilian Sena, explica que a cooperação entre SEEDF e Funap busca favorecer a reintegração social e reduzir a reincidência criminal. “Oportunizar o retorno à escola é um passo fundamental, porque muitos egressos têm dificuldade de conseguir emprego devido ao preconceito. A educação amplia as chances de inserção no mundo do trabalho e ajuda a romper ciclos de exclusão”, destaca a gestora. A cooperação entre SEEDF e Funap busca favorecer a reintegração social e reduzir a reincidência criminal | Foto: Divulgação/Seape-DF Ela explica que a Secretaria de Educação do DF atende o sistema prisional com a Escola Centro Educacional (CED) 1 de Brasília, mas muitos custodiados precisam mudar de unidade conforme o regime de pena. "Quando passam ao semiaberto ou aberto, muitos perdem o vínculo com a escola. O novo serviço vem justamente para garantir que eles continuem os estudos fora do sistema prisional, em nossas escolas da EJA”, explica. A diretora da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso, Deuselita Martins, destaca que a iniciativa abre novas possibilidades para quem deixa o sistema prisional e busca reconstruir sua trajetória. “Esta parceria com a Secretaria de Educação representa um marco para o DF, pois garante que custodiados e egressos não interrompam seu percurso formativo ao sair das unidades prisionais. Ao assegurar a continuidade dos estudos, ampliamos oportunidades, fortalecemos vínculos sociais e reafirmamos que cada pessoa tem direito a reconstruir sua trajetória com dignidade.” Plano Pena Justa Segundo Lilian Sena, a iniciativa atende também às metas do Plano Pena Justa, elaborado para combater violações de direitos fundamentais no sistema prisional brasileiro. Além do encaminhamento à EJA, o serviço também prevê o acompanhamento educacional e a orientação para cursos técnicos e de qualificação profissional. “Estamos criando um serviço inédito no Brasil, que vai permitir não só encaminhar, mas acompanhar a escolarização dessas pessoas, inclusive com acesso a nossos centros de educação profissional. É um marco para a educação prisional no Distrito Federal e reforça a política de inclusão social da SEEDF”, conclui Lilian. O atendimento será feito no escritório social com orientação personalizada | Foto: Ascom/Funap-DF A parceria entre o Escritório Social do Distrito Federal e a Secretaria de Educação representa um avanço significativo na consolidação de políticas públicas voltadas à inclusão e à cidadania. O novo serviço reforça o papel estratégico da educação como ferramenta de transformação e reinserção social, alinhado às diretrizes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e às metas do Plano Pena Justa, que priorizam ações voltadas à garantia de direitos e à retomada de projetos de vida. Atendimento prático O atendimento direto no Escritório Social permitirá orientação personalizada a quem está em transição entre o cumprimento de pena e o retorno à liberdade. Nesse espaço, os assistentes sociais da SEEDF, em cooperação com a equipe da Funap, farão o encaminhamento às escolas da rede pública que ofertam Educação de Jovens e Adultos (EJA), além de orientar para cursos de qualificação profissional, ampliando as condições de inserção no mundo do trabalho. A coordenadora do Escritório Social, Maldaildes Divina, ressalta que a nova política atende a uma demanda histórica por acolhimento e reinserção efetiva. “No Escritório Social, acompanhamos diariamente os desafios enfrentados por quem busca recomeçar após o cumprimento da pena. A possibilidade de encaminhar e acompanhar esses alunos nas escolas da rede pública é transformadora. Mais do que acesso à educação, estamos oferecendo apoio, acolhimento e novas perspectivas de vida, reafirmando que a reinserção social só é possível quando há políticas públicas integradas". *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)
Ler mais...
Mudas nativas do Cerrado cultivadas em fazenda na Papuda serão comercializadas
As mudas nativas do Cerrado cultivadas por reeducandos na fazenda do Complexo Penitenciário da Papuda serão vendidas pela Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap-DF), vinculada à Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF). O objetivo da comercialização é dar vazão à produção e garantir recursos para serem investidos no projeto que faz a ressocialização de reeducandos por meio da profissionalização na área agrícola. Atualmente, o cultivo e a produção são feitos por 39 internos do Complexo Penitenciário da Papuda. O viveiro conta com espécies tradicionais do bioma Cerrado, além de árvores frutíferas | Foto: Divulgação/Funap-DF A iniciativa ainda está em fase de implementação e tem como público-alvo pessoas interessadas na aquisição de plantas para reflorestamento ou plantação própria em chácaras, sítios e fazendas. Além das mudas, o projeto também prevê a oferta de mão de obra para a plantação. “Temos o projeto do viveiro há muitos anos. Mas durante muito tempo só produzimos para a Novacap. Agora vamos expandir para pessoas que querem recuperar uma área degradada ou simplesmente queiram mudas frutíferas para suas chácaras e sítios. As principais funções do projeto são a ressocialização e a profissionalização dos internos”, explica o gerente da Área Agrícola da Funap-DF, Claudionor Rodrigues. Atualmente, o cultivo e a produção são feitos por 39 internos do complexo prisional. O viveiro conta com espécies tradicionais do bioma Cerrado, como aroeira, flamboyant e ipê-roxo, que são bastante usadas para reflorestamento e embelezamento urbano, além de árvores frutíferas, a exemplo de jabuticabeira, limoeiro e mangueira. Para a aquisição de mudas, os interessados devem solicitar orçamento, lista completa de mudas e informações sobre a contratação diretamente à Funap pelo telefone (61) 3686-5000 ou pelo e-mail: direx.funap@sejus.df.gov.br. Missão O projeto da Fazenda da Papuda tem como missão oferecer profissionalização aos reeducandos do sistema prisional. As atividades agrícolas são feitas intramuros e costumam ter um resultado bastante positivo. A estimativa da Funap-DF é que até 80% dos internos que atuam no projeto não voltam a cometer crimes e conseguem inserção no mercado de trabalho. “É uma oportunidade dos reeducandos aprenderem um novo ofício que possa representar uma nova história fora do sistema. Além disso, atribui novos conhecimentos em cuidados com meio ambiente que, em contrapartida, beneficia o DF com arborização e proteção da flora local”, destaca a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. Para a diretora-executiva da Funap-DF, Deuselita Martins, o projeto reforça o compromisso da fundação com a ressocialização dos internos e com o cuidado ao meio ambiente. “A oferta de mudas do Cerrado, juntamente com a mão de obra especializada, representa nosso esforço em contribuir para a sustentabilidade e apoiar o desenvolvimento de uma sociedade mais inclusiva e consciente”, comenta.
Ler mais...
Simpósio discute a importância da ressocialização
A Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap-DF), órgão vinculado à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), promoveu nesta sexta-feira (27), no auditório da Escola de Governo (Egov), o simpósio A importância do trabalho no processo de ressocialização do sentenciado, em comemoração aos 38 anos de atuação do órgão. Com mais de 3 mil reeducandos inseridos no mercado de trabalho e mais de 104 contratos firmados com empresas públicas e privadas, a Funap promove a inclusão a fim de contribuir com a justiça social. O simpósio proporcionou a discussão sobre o papel fundamental do trabalho na ressocialização dos reeducandos e os desafios e avanços na reintegração social da população prisional. Com mais de 3 mil reeducandos inseridos no mercado de trabalho e mais de 104 contratos firmados com empresas públicas e privadas, a Funap promove a inclusão a fim de contribuir com a justiça social | Foto: Divulgação/Sejus-DF “Oferecer profissionalização aos reeducandos é contribuir para a função ressocializadora atribuída às penas privativas de liberdade a fim de reintegrá-los à sociedade” Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania Para a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, “todos nós temos direito a uma nova oportunidade. Oferecer profissionalização aos reeducandos é contribuir para a função ressocializadora atribuída às penas privativas de liberdade a fim de reintegrá-los à sociedade. A questão da não reincidência está muito vinculada à possibilidade de essas pessoas terem vínculos empregatícios, portanto é preciso criar as oportunidades para que esses detentos se capacitem”. Segundo a diretora-executiva da Funap, Deuselita Martins, “hoje, ao celebrarmos os 38 anos da Funap/DF com este simpósio, reafirmamos a importância do trabalho como ferramenta essencial para a ressocialização do sentenciado. Cada iniciativa que promovemos é um passo para transformar vidas e mostrar que a reintegração social é possível. O trabalho devolve dignidade, abre portas e oferece uma nova chance para aqueles que desejam recomeçar. Esta é a missão da Funap e seguimos comprometidos com essa causa”. Arte que liberta Durante o simpósio, foi lançado o Concurso Cultural de Redação, Poesia e Desenho da Funap, iniciativa voltada aos reeducandos que têm se destacado no processo de ressocialização. Ao final do evento, os presentes participaram de um lanche especial, preparado pelos apenados que integram os projetos de capacitação e trabalho da Funap. *Com informações da Sejus-DF
Ler mais...
Concurso cultural incentiva a reintegração de sentenciados por meio da arte
A Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap-DF), órgão vinculado à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), anuncia o lançamento do 1º Concurso Cultural de Redação, Poesia e Desenho, em celebração aos seus 38 anos de atuação. A competição, que ocorrerá entre setembro e outubro, tem como foco incentivar a expressão artística entre reeducandos e promover a reflexão sobre o papel do trabalho no processo de ressocialização. As inscrições estarão abertas desta terça (10) até o dia 30 de outubro, com o tema central “A importância do trabalho no processo de ressocialização do sentenciado” | Foto: Divulgação/ Sejus-DF Aberto aos sentenciados vinculados ao trabalho externo por meio da Funap, o concurso oferece prêmios em dinheiro e certificados aos três melhores colocados de cada categoria, além de ser uma importante vitrine para a valorização da arte como ferramenta de transformação social. As inscrições estarão abertas a partir desta terça-feira (10) até o dia 30 de outubro, com o tema central “A importância do trabalho no processo de ressocialização do sentenciado”. A iniciativa, que tem a colaboração técnica do Centro Educacional 01 de Brasília (CED 01), busca envolver tanto os reeducandos quanto a sociedade no debate sobre a reintegração social e profissional. A premiação, que inclui valores de até R$ 2.000, será uma oportunidade única de reconhecimento dos talentos artísticos desenvolvidos dentro do sistema prisional. Para a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, o 1º Concurso Cultural de Redação, Poesia e Desenho vai além de uma competição artística; ele representa o compromisso da pasta com a inclusão e ressocialização, possibilitando a reintegração dos reeducandos à sociedade por meio do trabalho e da arte. “Iniciativas como essa reforçam o papel da secretaria na transformação de vidas. A oportunidade de os reeducandos se expressarem por meio da arte demonstra que, com apoio e incentivo, é possível ressignificar trajetórias e contribuir para a reintegração social”, afirma a gestora. “Este concurso representa um marco importante na ressocialização, ao permitir que os reeducandos expressem seus talentos. Acreditamos que a arte, aliada ao trabalho, é uma ferramenta poderosa na construção de um futuro mais digno e promissor para todos”, completa a diretora executiva da Funap, Deuselita Martins. As inscrições no concurso podem ser feitas por este link. Confira aqui o edital completo da iniciativa. *Com informações da Funap-DF
Ler mais...
Ressocialização: mais de 2.900 reeducandos no mercado de trabalho em 2023
“Em 2023, a Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap-DF) atingiu significativos marcos na busca pela ressocialização e reinserção de reeducandos na sociedade. O lançamento bem-sucedido do Projeto Capacita Funap destacou-se como uma iniciativa crucial para proporcionar habilidades e oportunidades aos participantes. A expressiva presença de mais de 2.900 reeducandos no mercado de trabalho em 2023 é um testemunho vívido do compromisso da Funap em transformar vidas. A redução do índice de reincidência para menos de 5% no Distrito Federal reflete a eficácia das estratégias implementadas. Com mais de três oficinas operando em pleno vapor no Sistema Prisional, a Funap demonstrou sua dedicação em oferecer capacitação prática e valiosa aos reeducandos. Além disso, a conquista de uma sede própria após 37 anos representa um marco histórico, proporcionando melhores condições para realizar sua missão. A expressiva presença de mais de 2.900 reeducandos no mercado de trabalho em 2023 é um testemunho do compromisso da Funap em transformar vidas | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília A parceria estratégica com a Escola Brasil Livre, que resultou em mais de 2 mil bolsas de estudo para a língua portuguesa, destaca o comprometimento da Funap em promover a educação como ferramenta de transformação. Ao longo de quatro anos, a Funap impactou positivamente a vida de mais de 10.900 reeducandos, fornecendo não apenas empregos, mas também estabilidade e perspectivas de futuro. O reconhecimento pela Controladoria-Geral do DF, por meio do Prêmio Alto Nível, Selo Ouro, e a obtenção do Prêmio ITA atestam a transparência e excelência nas práticas da Funap. Esses sucessos refletem o comprometimento contínuo da Funap em sua missão de ressocialização, destacando-a como uma referência na promoção de mudanças positivas na vida dos reeducandos e na sociedade como um todo.” *Deuselita Pereira Martins, diretora-executiva da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap-DF)
Ler mais...
Reeducandas participam de bate-papo sobre prevenção às drogas
A Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus) promoveu roda de conversa para as reeducandas da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap). Com o tema “Autocuidado e autoconhecimento como forma de prevenção ao uso de drogas”, o evento reuniu 80 mulheres, na tarde desta quinta-feira (29), no Viveiro I da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). O objetivo foi trabalhar a percepção de si, do outro e de seu ambiente e ainda fazer reflexão sobre o cuidado pessoal e suas relações sociais, e também propiciar análise sobre os fatores de risco e de proteção sobre o uso de drogas. Encontro discutiu autocuidado e autoconhecimento como forma de prevenção ao uso de drogas | Foto: Jhonatan Vieira/Sejus O encontro foi realizado em alusão ao Dia Internacional de Combate às Drogas, 26 de junho, pela Sejus, por meio de sua Subsecretaria Enfrentamento às Drogas (Subed), e contou com apoio da própria Funap e da Novacap. A Subed é responsável pelo Programa Acolhe DF, que tem o objetivo de acolher todas as pessoas com casos relacionados ao uso de álcool e outras drogas, e seus familiares. Para a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, promover encontros e ações para as reeducandas é demonstrar a relevância de cada uma delas. “É importante levar temas que permitem reflexão sobre se importar consigo mesma, com a saúde e com o retorno à sociedade. ” O trabalho de plantação e colheita nos viveiros da Novacap é realizado pelas reeducandas, gerando empregabilidade e perspectiva de vida para elas que vivem o dia a dia da ressocialização. Do trabalho delas nascem as plantas e flores que embelezam os canteiros ornamentais do Distrito Federal. Funap A Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso do Distrito Federal tem como missão contribuir para inclusão e reintegração social das pessoas presas e egressas do sistema prisional, desenvolvendo seus potenciais como indivíduos, cidadãos e profissionais, garantindo que o sentenciado possa, durante o cumprimento da pena, adquirir qualificação da sua mão de obra para reinserção no mercado de trabalho e, consequentemente, possibilitando a quebra do ciclo criminal deste indivíduo. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Programa Acolhe DF Entre as ações constantes do Programa Acolhe DF, estão palestras e atividades de prevenção ao uso de drogas; atendimento psicossocial para dependentes químicos e seus familiares; encaminhamento do dependente químico para o tratamento mais adequado, podendo ser em uma das comunidades terapêuticas parceiras do órgão; busca ativa a pessoas em situação de rua dependentes químicas e, ainda, auxílio na reinserção social do adicto em recuperação, indicando cursos profissionalizantes, colaborando com a empregabilidade. No caso da escolha por acolhimento, a Sejus dispõe de 330 vagas distribuídas em 12 comunidades terapêuticas parceiras, além de oferecer assistência psicossocial ativa, que pode ser individual ou coletiva, de forma presencial ou online. Para mais informações sobre acolhimento em comunidades terapêuticas, basta entrar em contato pelo WhatsApp (61) 98314-0745. Para participar do programa Acolhe DF, o interessado deve entrar em contato pelos telefones (61) 2244-1127 / 1132, WhatsApp: (61) 98314-0639, ou pelo e-mail acolhedf@sejus.df.gov.br. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania
Ler mais...
GDF Presente limpa bocas de lobo da Estrutural
Até sábado (28), o GDF Presente promove ação para limpeza das bocas de lobo da Cidade Estrutural. O trabalho de desobstrução começou na semana passada, dando prioridade aos bueiros que apresentavam maior quantidade de entulho. Equipe coordenada pelo GDF Presente já fez a limpeza de 12 bocas de lobo na Estrutural | Fotos: Tony Oliveira / Agência Brasília Uma das localidades em que as bocas de lobo estavam mais comprometidas era a Quadra 2, do Setor Oeste, na Avenida Cabeceira do Vale. O coordenador do Polo Central do GDF Presente, Dione Rodrigues Arruda, destacou a grande quantidade de entulho e inservíveis que foram retirados do local: “Encontramos sapatos de criança, roupas, sofás e brinquedos. Ao todo, foram três toneladas de lixo retiradas”. Até quarta-feira (25), foram desobstruídas 12 bocas de lobo no local. De acordo com o coordenador, a ação será concluída com a limpeza das ruas da Cidade do Automóvel, local onde haverá uma corrida no domingo (29). “Vamos deixar tudo limpo”, adiantou Dione. O trabalho é executado pelo projeto Mãos Dadas, uma parceria do GDF com a Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap), órgão vinculado à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus). Confira outras ações do GDF Presente: ? O administrador regional da SCIA/Estrutural, Alceu Prestes, lembra que a região administrativa teve origem em uma invasão e que algumas quadras ainda não possuem redes pluviais, o que facilita a formação de enxurradas. “Por isso é tão importante o serviço de prevenção aos possíveis transtornos causados pelas chuvas”, afirma. “Todo esse trabalho não pode ser em vão. A população precisa colaborar, não jogar lixo na rua, armazenar bem seus resíduos e respeitar os horários de coleta do SLU [Serviço de Limpeza Urbana]”, completa. O morador da Estrutural Sebastião Ferreira, 39 anos, ressalta o alcance da ação: ““É um trabalho muito bom e importante. Sempre que acontece, é muito bem-vindo”, opina. Para combater a colocação de lixo nas ruas por parte da população, ele sugere campanhas de conscientização.
Ler mais...