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Guará 2

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GDF inicia obras de infraestrutura no Parque do Guará

O Parque Ecológico Ezechias Heringer, localizado no Guará, e administrado pelo Instituto Brasília Ambiental, em breve ganhará mais infraestrutura. As primeiras medidas para isso já estão em pleno andamento. A área 27 da unidade de conservação recebe as primeiras intervenções para passar a contar com equipamentos públicos. As intervenções iniciais incluem a construção de um Ponto de Encontro Comunitário (PEC), um parquinho infantil e uma ciclovia. "As nossas unidades de conservação (UCs) são locais de grande importância que, além de proteger a fauna e a flora, promovem lazer em contato com a natureza. Por isso, investimos na infraestrutura, garantindo espaços públicos de qualidade para todos. Cuidar do meio ambiente é cuidar da qualidade de vida e do futuro do Distrito Federal”, vice-governadora Celina Leão. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, destacou que dar infraestrutura às UCs é fundamental. “A importância está em transformar áreas naturais protegidas em espaços funcionais, seguros e sustentáveis. Criar infraestrutura no segundo módulo do parque do Guará significa atrair mais moradores locais para visitar o parque. Isso é fundamental porque aumenta o sentimento de pertencimento da comunidade, que, afinal de contas, é a quem esses espaços pertencem”, lembrou. O superintendente de unidades de conservação do Brasília Ambiental, Marcos João Cunha, ressalta que a ocupação do espaço, chamado segundo módulo do parque, vai oferecer mais oportunidades de convivência e lazer para a comunidade. “Futuramente ainda temos a previsão da construção na área 27 do memorial Ezechias Heringer, além de quadra poliesportiva, estacionamento e trilhas”, ressalta. O parque ecológico Ezechias Heringer, situado na QE 23 do Guará 2, é formado por uma área de 306 hectares | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O parque ecológico Ezechias Heringer, situado na QE 23 do Guará 2, é formado por uma área de 306 hectares. Foi criado em 1998 para proteger o córrego do Guará e o Cerrado nativo. Em seu primeiro módulo, oferece trilhas, orquidário, parquinho e equipamentos de ginástica, sendo um importante espaço de lazer, natureza e preservação da fauna local. O nome da Unidade de Conservação homenageia o agrônomo Ezechias Paulo Heringer, pioneiro no estudo das orquídeas e do Cerrado. O parque está aberto diariamente das 6h às 21h. *Com informações do Brasília Ambiental

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Caps da Região Centro-Sul é informatizado

Informatização permite implantar o sistema de registro médico eletrônico | Foto: Divulgação/SES A Superintendência da Região de Saúde Centro-Sul decidiu informatizar a rede do Centro de Atenção Psicossocial II (Caps II) do Riacho Fundo, com foco em melhorias no atendimento aos pacientes da saúde mental – seu público-alvo. O processo de informatização do Caps II, lembra o diretor de Assistência Secundária da Região Centro-Sul, Thiago Braga, foi iniciado no ano passado. “A atual gestão concretiza a informatização por meio da instalação de prontuários eletrônicos e links com acesso à internet e intranet na Casa de Passagem e Policlínica do Riacho Fundo I”, esclarece. “O processo de informatização estendeu-se também ao Caps AD, no Guará 2”. Atualmente, a Região de Saúde Centro-Sul já pode contar com uma unidade do Caps completamente informatizada. “O sigilo médico em relação aos prontuários mantém-se garantido, e a história clínica do paciente pode ser acessada em qualquer unidade da Secretaria de Saúde, caso o paciente precise de internação em hospitais gerais”, detalha o gestor. Ampliação na rede De acordo com a diretora substituta de Serviços de Saúde Mental, Natanielle Cardona, essa informatização foi muito bem-avaliada. “Tivemos vários feedbacks positivos, e, apesar de algumas dificuldades iniciais, aumentou-se a produtividade e o acesso, houve maior transparência dos serviços prestados, um equilíbrio maior da distribuição da agenda dos profissionais”, afirma. Natanielle informa que a Diretoria de Serviços de Saúde Mental (Dissam) e a Coordenação Especial de Tecnologia da Informação (Ctinf) estão trabalhando em conjunto, elaborando diretrizes técnicas tanto da saúde mental quanto da tecnologia da informação para definir os parâmetros e ampliar a implantação do Trakcare  – sistema de registro médico eletrônico de uso mais comprovado no mundo –  em todas as 18 unidades do Caps do DF. “Os Caps não têm um sistema próprio de informação, como o e-SUS ou prontuários eletrônicos dos hospitais”, explica. “Estamos fazendo uma adequação do que é possível. Queremos trazer a especificidade dos atendimentos dos Caps para dentro do Trak”.  Segundo a gestora, o objetivo do Ministério da Saúde é criar um cadastro único nacional de todos que utilizam o SUS. * Com informações da SES

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