UnDF abre nesta terça (21/7) inscrições para o hackathon ‘Conecta UnDF: Soluções para Gestão Participativa’
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes — UnDF torna público o Edital nº 16/2026, que regulamenta a seleção e a premiação de projetos desenvolvidos no âmbito do hackathon "Conecta UnDF: Soluções para Gestão Participativa". O hackathon é uma oportunidade para estudantes da UnDF criarem soluções tecnológicas capazes de aprimorar a gestão universitária, fortalecer a participação estudantil, ampliar a transparência e melhorar a comunicação entre estudantes, docentes, técnicos e gestores. As equipes poderão desenvolver: aplicativos e plataformas digitais; sistemas inteligentes e ferramentas de automação; soluções para visualização e análise de dados; canais interativos de comunicação e participação; protótipos físicos ou digitais; além de outras soluções tecnológicas voltadas à gestão participativa. Podem participar do hackathon "Conecta UnDF" estudantes regularmente matriculados nos cursos de graduação da Universidade do Distrito Federal. As equipes deverão ser formadas por grupos de três a cinco estudantes de um mesmo curso ou de diferentes áreas do conhecimento. A integração entre cursos, saberes, experiências e gerações poderá fortalecer a proposta e contribuir para a avaliação das equipes. Além da oportunidade de desenvolver competências em tecnologia, inovação, criatividade, empreendedorismo e resolução de problemas, as equipes mais bem classificadas poderão receber premiação financeira | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Cronograma do hackathon "Conecta UnDF" Inscrições: de 21 a 29 de julho por meio do formulário Análise e saneamento das inscrições: de 21 a 30 de julho Divulgação das inscrições homologadas: até 30 de julho Desenvolvimento das soluções e dos Produtos Mínimos Viáveis (MVPs): de 21 a 30 de julho Apresentação pública, avaliação e divulgação do resultado: 31 de julho. Sobre a premiação Além da oportunidade de desenvolver competências em tecnologia, inovação, criatividade, empreendedorismo e resolução de problemas, as equipes mais bem classificadas poderão receber premiação financeira, que está condicionada à disponibilidade orçamentária e aos procedimentos administrativos previstos no Edital. A equipe classificada em primeiro lugar poderá ser premiada com o valor de R$ 3.000. A segunda colocada poderá conquistar a premiação de R$ 2.000. Já a equipe classificada na terceira colocação poderá ser premiada com R$ 1.000. Os projetos serão avaliados conforme os seguintes critérios: inovação e criatividade; viabilidade técnica e aplicabilidade; impacto institucional e social; clareza e qualidade da apresentação; diversidade técnica e interdisciplinaridade da equipe; contribuição para o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) nº 16 — Paz, Justiça e Instituições Eficazes; participação feminina na equipe; e diversidade intergeracional, com a presença de participante com mais de 40 anos. No dia 31 de julho, cada equipe inscrita deverá apresentar publicamente sua proposta do Produto Mínimo Viável (MVP), ou seja, uma versão inicial e funcional da solução capaz de demonstrar: o problema que será enfrentado; o público beneficiado; o funcionamento básico da solução; a aplicabilidade na UnDF; o potencial de impacto institucional; a relação da proposta com a gestão participativa e com o ODS nº 16. Alunas e alunos da UnDF estão convidados a identificar um desafio da universidade e desenvolver uma solução capaz de gerar impacto real na comunidade acadêmica. As ideias poderão contribuir para a construção de uma UnDF ainda mais inovadora e conectada. *Com informações da UnDF Seu período de teste Premium terminou
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Hackathon mobiliza participantes e transforma ideias em soluções para a saúde no DF
Nos dias 27 e 28 de março, a Escola Técnica do Guará se transformou em um verdadeiro polo de criatividade e desenvolvimento durante o hackathon em tecnologia e saúde do programa Impulsiona Saúde. Promovido pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF), em parceria com o Instituto MultipliCidades, o evento reuniu estudantes, empreendedores e profissionais em uma imersão intensa voltada à construção de soluções para desafios reais da saúde no DF. “Estamos criando oportunidades reais para que ideias saiam do papel e se transformem em soluções concretas para a população" Rafael Vitorino, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino, o papel estratégico da iniciativa é voltado para o futuro do setor. “Estamos criando oportunidades reais para que ideias saiam do papel e se transformem em soluções concretas para a população. O Impulsiona Saúde conecta talento, conhecimento e propósito, fortalecendo a inovação no Distrito Federal”, afirmou. Ao longo dos dois dias, os participantes trabalharam em equipes multidisciplinares, desenvolvendo propostas que dialogam com diferentes frentes do sistema de saúde, como gestão hospitalar, atendimento ao cidadão e otimização de processos. A dinâmica estimulou a troca de experiências e a aplicação prática do conhecimento, aproximando os desafios reais das soluções tecnológicas. Para muitos, a experiência foi transformadora. “A gente chega com uma ideia e sai com uma visão muito mais clara de como transformar isso em algo real. Foi intenso, mas também muito inspirador”, contou Arthur Martins, integrante da equipe vencedora do hackathon. Três equipes foram reconhecidas, no final do evento, pelas soluções apresentadas O processo contou com o suporte contínuo de mentores e professores, que acompanharam as equipes desde a fase de ideação até a apresentação final dos projetos. A professora Fátima Soares, que também competiu e conquistou o segundo lugar, destacou o valor dessa integração. “Quando a gente conecta conhecimento com problemas reais, surgem soluções muito mais criativas e possíveis. É um aprendizado coletivo, onde todo mundo cresce junto”, ressaltou. [LEIA_TAMBEM]Além da construção das propostas, o evento promoveu a troca entre diferentes áreas de atuação. “Tinha gente da área da saúde, da tecnologia e da gestão. Essa mistura fez toda a diferença porque cada um trouxe um olhar diferente para o mesmo problema”, avaliou Sara Holanda, integrante da equipe que ficou em terceiro lugar. Ao final da maratona, três equipes foram reconhecidas pelas soluções apresentadas. O primeiro lugar ficou com Arthur Martins e Samil Vieira. Em segundo, a equipe formada por Fátima Soares, Danilo Santos e Luiz Aguiar se classificou. Já o terceiro lugar foi conquistado por Sara Holanda, Sara Mota e Yasmim Costa. O hackathon marca o início de uma nova fase para os projetos selecionados, que seguem agora para o processo de incubação. Nesse estágio, as ideias passam a receber acompanhamento técnico e estratégico, com foco na transformação em negócios inovadores de base tecnológica. *Com informações da Secti-DF
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Hackathon: 128 inscritos entram na disputa por soluções para modernizar o Participa DF
O 1º Hackathon em Controle Social do Governo do Distrito Federal — Desafio Participa DF encerrou o período de inscrições com 128 participantes inscritos, o que demonstra o forte interesse da sociedade em contribuir com soluções tecnológicas voltadas ao fortalecimento da transparência e da participação social no DF. Lançado durante a Semana Internacional de Controle e Combate à Corrupção, em novembro de 2025, o Hackathon é uma iniciativa inédita da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) com patrocínio do Fundo Distrital de Combate à Corrupção, que busca aproximar governo e cidadão por meio da inovação. O desafio convida os participantes a criarem soluções que aprimorem o Participa DF, plataforma que reúne, em um único ambiente digital, os serviços de ouvidoria e de acesso à informação do GDF. Do total de inscrições, 82 foram destinadas à categoria acesso à informação e 46 à categoria ouvidoria | Foto: Divulgação/CGDF Do total de inscrições, 82 foram destinadas à categoria acesso à informação e 46 à categoria ouvidoria, evidenciando o engajamento de desenvolvedores, designers, estudantes e profissionais de tecnologia com os desafios propostos pela CGDF. Na categoria acesso à informação, os participantes deveriam desenvolver modelos capazes de identificar automaticamente pedidos que contenham dados pessoais, contribuindo para uma classificação mais segura e alinhada à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Já na categoria ouvidoria, o desafio consistia na criação de uma versão PWA (Progressive Web App) do Participa DF, que permita o envio de manifestações por texto, áudio, vídeo e imagem, com acessibilidade plena, protocolo automático e possibilidade de anonimato. [LEIA_TAMBEM]As soluções inscritas passarão por avaliação técnica, que ocorrerá de 2 a 20 de fevereiro, conduzida pela subcontroladoria de Tecnologia da Informação e da subcontroladoria de Transparência e Controle Social e da Ouvidoria-Geral, todas unidades da CGDF. O resultado será divulgado em 23 de fevereiro, com transmissão pelo canal TV Controladoria DF, no YouTube. A premiação total é de R$ 30 mil, distribuída entre os três primeiros colocados de cada categoria. O controlador-geral do Distrito Federal, Daniel Lima, comemora o número expressivo: “O sucesso de inscrições do Desafio Participa DF mostra que a inovação aberta é uma ferramenta poderosa para aproximar governo e cidadão e fortalecer a transparência pública.” Para o subcontrolador de Tecnologia da Informação da CGDF, Jefferson Paravidine, “o mais interessante desse desafio é que é o cidadão melhorando uma ferramenta que, no fim, irá trazer o benefício de volta para ele mesmo”. *Com informações da CGDF
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