Resultados da pesquisa

Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio)

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Curso de operador de motosserra foca no combate aos incêndios florestais

O Jardim Botânico de Brasília (JBB) sediará, entre segunda (4) e sexta-feira (8), no Centro de Visitantes, um curso de operador de motosserra, voltado para a capacitação técnica de brigadistas que atuam em níveis distrital e federal. A instituição será o ponto focal da formação, que integra as ações do Plano de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais (PPCIF) do Distrito Federal, em parceria com o Prevfogo/Ibama, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF). A equipe da Gerência de Prevenção e Combate a Incêndios do Jardim Botânico de Brasília será responsável por ministrar o curso, atuando como instrutores na formação técnica dos participantes e compartilhando conhecimentos adquiridos em capacitações realizadas em 2024, promovidas pela Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) e pelo Serviço Florestal Norte-Americano, que contribuíram para o aprimoramento técnico de servidores do JBB e de instituições parceiras. "Essa capacitação reforça a atuação técnica das equipes de prevenção e combate aos incêndios florestais, ao mesmo tempo em que contribui para o manejo ambiental responsável dentro do Jardim Botânico de Brasília" Diego Miranda, gerente de Prevenção e Combate a Incêndios do Jardim Botânico de Brasília “Essa capacitação reforça a atuação técnica das equipes de prevenção e combate aos incêndios florestais, ao mesmo tempo em que contribui para o manejo ambiental responsável dentro do Jardim Botânico de Brasília. Além de qualificar os brigadistas, o curso vai realizar a retirada de espécies exóticas invasoras, como os pinheiros, que não pertencem ao Cerrado e impactam negativamente nosso bioma” ressalta o gerente de Prevenção e Combate a Incêndios do Jardim Botânico de Brasília, Diego Miranda. Como parte das atividades práticas, o treinamento também estará alinhado ao Plano de Manejo do JBB, com foco na remoção controlada de pinheiros em áreas específicas. Além de serem espécies exóticas invasoras que comprometem o equilíbrio do Cerrado, os pinheiros representam material altamente combustível, aumentando os riscos e a propagação de incêndios florestais quando atingidos pelo fogo. A iniciativa contribui para a recuperação ambiental, favorece o desenvolvimento da vegetação nativa e fortalece estratégias de prevenção de riscos ecológicos e incêndios florestais. *Com informações do Jardim Botânico de Brasília

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Alterada a normativa sobre espécies exóticas invasoras do DF

Na edição de terça-feira (16) do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), o Instituto Brasília Ambiental publicou a Instrução Normativa (IN) nº 28, que altera a Instrução Normativa nº 409, de 22 de outubro de 2018, de reconhecimento da lista oficial de espécies exóticas invasoras do Distrito Federal.  Aves da espécie dos psitaciformes — cacatuas, araras, papagaios, periquitos — estão na lista das invasoras | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental “A presença de espécies exóticas invasoras é atualmente um dos principais desafios para a conservação da biodiversidade no DF”, explica o presidente substituto do Brasília Ambiental, Valterson da Silva. “Nos últimos anos, o instituto acumulou significativa experiência prática no enfrentamento desse problema evidenciando que a forma como o tema havia sido regulamentado já não respondia com a agilidade, clareza e efetividade necessárias às demandas reais das unidades de conservação, especialmente sobre a complexidade territorial e a diversidade de cenários.” Nesse contexto, o Brasília Ambiental iniciou a revisão da Instrução Normativa nº 409/2018, de modo a adequar o normativo distrital às diretrizes propostas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) na esfera federal, com procedimentos e metas compatíveis com a realidade enfrentada no dia a dia da gestão das áreas protegidas. Entre os exemplos de espécies exóticas invasivas, estão aves psitaciformes (papagaios, araras, cacatuas, periquitos), alguns répteis e insetos. Controle e manejo Segundo a diretora de Conservação, Recursos Hídricos e Fauna do Brasília Ambiental, Janaína Starling, o novo texto dá respaldo formal às ações de controle e manejo de espécies exóticas invasoras que já vêm sendo desenvolvidas pelas equipes das unidades de conservação (UCs). “Traz mais segurança jurídica e clareza de procedimentos, permitindo que o trabalho técnico, já realizado no dia a dia em campo, seja devidamente planejado, registrado, monitorado e ampliado de forma estruturada, fortalecendo a gestão”, afirma.  [LEIA_TAMBEM]A expectativa, a partir dessa normatização, é tornar a política de enfrentamento às espécies exóticas invasoras mais eficiente e conectada com a prática cotidiana da gestão ambiental. O foco passa a ser a priorização de áreas mais sensíveis e de maior risco. O planejamento deixa de ser um fim em si mesmo e passa a atuar como instrumento de apoio direto à tomada de decisão e à execução das ações de manejo. O gerente de Fauna Silvestre do instituto, Rodrigo Santos, lembra que, com a IN, será possível o planejamento estratégico e operacional, com estratégias preventivas bem-definidas, transformando-o em uma ferramenta prática de proteção da biodiversidade, e não apenas em uma exigência formal. Isso significa maior agilidade na resposta às invasões biológicas. “A recente alteração aprovada pela Instrução Normativa nº 28 é um passo crucial para a conservação da biodiversidade no Distrito Federal”, avalia a vice-governadora Celina Leão. “Com essa atualização, estamos fortalecendo a proteção da nossa rica biodiversidade e promovendo uma resposta mais ágil às invasões biológicas.” *Com informações do Brasília Ambiental

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Blitz educativa comemora Semana do Meio Ambiente no Jardim Botânico

Nesta quarta-feira (5), como parte da programação da Semana do Meio Ambiente 2024, organizada pela Secretaria do Meio Ambiente e Proteção Animal do DF (Sema), o Jardim Botânico de Brasília (JBB) promoveu uma blitz educativa, com apoio do Departamento de Estradas e Rodagem do DF (DER). Diferentemente do que ocorre nas blitze de fiscalização da Polícia Militar e do Detran, na blitz educativa os veículos são abordados para um bate-papo com os motoristas. Abordagens tiveram como foco informar e alertar sobre as principais causas de incêndios florestais no DF | Foto: Divulgação/JBB Parte do Plano de Prevenção e Combate a Incêndio Florestais do DF (Ppcif-DF), a blitz teve como objetivo alertar a população sobre os perigos da queima de lixo e de restos de poda, principais causas de incêndios florestais no DF. São riscos que ameaçam a biodiversidade do Cerrado e a saúde humana. “A gente precisa pensar nessa conscientização, visto que essa missão de cuidar do meio ambiente não é só dos órgãos ambientais, mas de toda a população” Allan Freire, diretor-presidente do JBB “A blitz tem fundamental importância para evitar a ocorrência de incêndio florestal não apenas na região do Jardim Botânico, mas também de toda a APA [Área de Proteção Ambiental] Gama e Cabeça de Veado”, reforçou a coordenadora do Ppcif, Carolina Schubart.  Conscientização “A ação é importante porque gera uma sensibilidade ambiental e faz com que as pessoas evitem o uso do fogo próximo a esses locais, haja vista que 95% dos incêndios são de causa antrópica [decorrente de ação humana]; e, com esse tipo de ação, a gente diminui recorrentemente o número de incêndios”, resumiu o gerente de Preservação do JBB, Diego Miranda.   “É muito legal essa ação que estamos realizando aqui junto à Sema; tem uma recepção grande da população, até por envolver crianças e pela importância do tema”, lembrou o diretor-presidente do JBB, Allan Freire. “A gente precisa pensar nessa conscientização, visto que essa missão de cuidar do meio ambiente não é só dos órgãos ambientais, mas de toda a população. Não podemos terceirizar essa responsabilidade, porque os danos causados afetam a todos nós.” Participaram da ação estudantes da Escola Classe do Jardim Botânico e representantes da Sema, Instituto Brasília Ambiental, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Marinha, Batalhão de Polícia do Meio Ambiente (BPMA), Aeronáutica, Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) e DER. *Com informações do Jardim Botânico de Brasília

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Curso aprimora práticas de combate a incêndios

Servidores do Instituto Brasília Ambiental, do Jardim Botânico de Brasília, do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), da Base Aérea de Brasília, do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) participam, durante esta semana, de uma capacitação sobre o Sistema de Comando de Incidentes (SCI).  Regularmente ministrados pelos bombeiros, treinamentos apresentam vivências práticas, além das aulas teóricas |Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília O curso é uma das ações do Plano de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Ppcif) coordenado pela Secretaria de do Meio Ambiente e Proteção Animal (Sema), e está sendo ministrado por integrantes do CBMDF desta segunda (29) até sexta-feira (2/6), das 8h às 18h, no Grupamento dos Bombeiros.  Com carga horária de 40 horas, o treinamento terá aulas práticas e teóricas, além de um simulado prático, sexta-feira, na Floresta Nacional de Brasília (Flona). As equipes do Corpo de Bombeiros promovem, regularmente, treinamentos e capacitações.  O sistema [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O SCI é uma ferramenta que pode ser aplicada em casos de acidentes, para organização das ações a serem adotadas no controle de cada situação. O sistema foi desenvolvido na década de 1970 para gestão no combate aos incêndios florestais na Califórnia (EUA). Atualmente, o SCI é utilizado por diversos estados brasileiros, inclusive no sistema de segurança pública do Distrito Federal. O sistema garante a integração dos esforços para resposta e pode ser aplicado a qualquer tipo de situação. “O curso visa à capacitação de diversos órgãos que integram o Ppcif com objetivo de preparar o corpo técnico dos servidores para aprimorar ainda mais a eficácia no combate aos incêndios florestais de grande proporção”, explica a coordenadora técnica do Ppcif, Carolina Schubart. *Com informações da Sema

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