Aberto edital para contratação de empresa especializada em gestão de resíduos de serviços de saúde
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) abriu o Edital nº 008/2026 para a contratação de empresa especializada na gestão de resíduos de serviços de saúde. A iniciativa tem como objetivo reforçar a segurança sanitária e ambiental nas unidades administradas pelo Instituto. Responsável pela gestão das 13 unidades de pronto atendimento (UPAs) do Distrito Federal, além do Hospital de Base (HBDF), Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e Hospital Cidade do Sol (HSol), o IgesDF lida diariamente com resíduos que exigem tratamento adequado e rigoroso controle. A destinação correta desses materiais é fundamental para prevenir riscos de contaminação, proteger profissionais e pacientes e preservar o meio ambiente. De acordo com o edital, os serviços incluem coleta, transporte, tratamento e destinação final dos resíduos, devendo ser executados conforme as normas técnicas e legislações vigentes, além de atender às especificações previstas no Elemento Técnico do processo de contratação. O período de acolhimento das propostas será de 23 a 27 de março, totalizando cinco dias úteis. Durante esse prazo, as empresas interessadas deverão cadastrar suas propostas e anexar a documentação de habilitação na plataforma Apoio Cotações. Todos os avisos e atualizações referentes ao processo de contratação serão publicados no site oficial do IgesDF. A recomendação é que os interessados acompanhem as informações e leiam atentamente o edital. Serviço Seleção de fornecedores: contratação de empresa especializada na gestão de resíduos de serviços de saúde Acolhimento das propostas: 23 a 27 de março de 2026 Plataforma: Apoio Cotações – Cotação nº 1482693 Cadastro e envio de propostas: Apoio Login Informações: compras.servicos@igesdf.org.br *Com informações do IgesDF
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Mais acessibilidade e cirurgias para ostomizados no Hospital de Base
Uma série de ações para melhorar o atendimento dos pacientes ostomizados foi anunciada pela diretora-presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (Iges-DF), Mariela Souza de Jesus, após visita nesta terça-feira (21) às instalações da proctologia, onde esse público é atendido no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). O chefe da Unidade de Proctologia do HBDF, João Batista Tajra, acompanhou a diretora-presidente do Iges-DF, Mariela Souza de Jesus, e a representante dos pacientes ostomizados, Ana Paula Batista Soledade, em visita ao Hospital de Base | Foto: Divulgação/Iges-DF “O nosso foco é promover ações voltadas para acessibilidade, ampliação de cirurgias, abastecimento de insumos e análise do parque tecnológico necessário para o atendimento desses pacientes”, afirmou a gestora. Ostomizados são aqueles pacientes submetidos a intervenção cirúrgica para criar um caminho alternativo para a saída de fezes ou urina, assim como auxiliar na respiração ou na alimentação. Durante a visita, Mariela Souza estava acompanhada de Ana Paula Batista Soledade, que preside o Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Coddede), a Associação dos Ostomizados do DF e o Movimento dos Ostomizados do Brasil (MOBR). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A diretora-presidente do Iges-DF contou com a expertise de Ana Soledade para identificar as melhorias que foram anunciadas após a visita. “Hoje, apresentamos barreiras e dificuldades encontradas por esses usuários. Também demos encaminhamentos importantes. Vejo que esse é o início para que possamos fortalecer o atendimento dessas pessoas, melhorando o padrão de cuidados e a acessibilidade, proporcionando melhor qualidade de vida”, disse. No final da visita, que também contou com a participação do chefe da Unidade de Proctologia, João Batista Tajra, a diretora-presidente do Iges-DF pediu um levantamento da quantidade de pacientes ostomizados atendidos no HBDF e que têm indicação para cirurgia de reversão (retirada de bolsa de colostomia), bem como um relatório de adaptações necessárias na infraestrutura. No caso dos ostomizados, uma das exigências é que os vasos sanitários sejam instalados com altura maior do que o normal, conforme normas de acessibilidade para esse público. *Com informações do Iges-DF
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Hospital de Santa Maria amplia espaço do PS Infantil
Com uma alta demanda de crianças com doenças respiratórias, a pediatria do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) operou em 162% da capacidade ao longo do mês de maio. Os dados são da superintendência da unidade, que é administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF). A capacidade física da pediatria é de seis leitos de box e 12 de observação no pronto-socorro. Na enfermaria, são 33 leitos, sendo 21 para pediatria geral e 12 para pacientes crônicos. [Olho texto=”“Com o aumento crescente da demanda por atendimento infantil, decidimos tornar esse pronto-socorro em infantil de baixa complexidade” ” assinatura=”Guilherme Porfírio, gerente geral de assistência do HRSM” esquerda_direita_centro=”direita”] O HRSM ativou recentemente um pronto-socorro específico para suspeita de dengue, que tem sido pouco procurado. “Com o aumento crescente da demanda por atendimento infantil, decidimos tornar esse pronto-socorro em infantil de baixa complexidade, com o objetivo de atender as crianças na fase inicial da doença e tentar evitar a progressão para fase mais grave, visando proporcionar maior conforto aos pacientes infantis e seus tutores”, explica o médico Guilherme Porfírio, gerente geral de assistência do HRSM. A diretora- presidente do Iges-DF, Mariela Souza de Jesus, fala que, embora tente-se atender toda a demanda de saúde infantil diariamente, é sempre importante lembrar que o HRSM opera acima da sua capacidade por atender a solicitação de mais de uma região do DF e do entorno. “Não se medem esforços dos profissionais e gestores do hospital, por isso estamos ampliando o PS. É importante que os pais atentem-se às orientações dos médicos com medidas preventivas neste período do ano em que o número de doenças respiratórias aumenta”, informa. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Segundo a chefe do Serviço de Pediatria do HRSM, Débora Cruvinel, a quantidade de atendimentos – acima do previsto para a estrutura física e de recursos humanos – é fruto do esforço que as equipes têm feito para dar assistência ao maior número de crianças possível. “Em vários dias, temos todos os leitos ocupados no pronto-socorro”, descreveu. Segundo a médica, há quatro pediatras em todos os períodos para atender no pronto-socorro, quantidade de pediatras adequada ao dimensionamento feito para a unidade. “Nossa dificuldade está em atender um número populacional maior do que a nossa capacidade física e técnica operacional. Atendemos todo entorno sul do Distrito Federal”, disse. Dados De acordo com o relatório da superintendência, a porcentagem de atendimentos na pediatria do HRSM compreende 56% de pacientes do DF e 44% do entorno sul. Desses, os mais prevalentes são: Novo Gama, 15%; Valparaíso, 15%; e 10%, Luziânia. Sazonalidade O aumento das doenças respiratórias é esperado nesta época do ano. Por isso, é importante que os pais estejam atentos às medidas preventivas simples que devem ser adotadas para evitar a transmissão dessas doenças, que têm como principais sintomas febre, tosse e coriza. Confira: – Aumente a frequência da oferta de água para maior hidratação do corpo; – Aumente a frequência da amamentação; – Evite aglomerações e ambientes fechados, onde há maior propagação de vírus e bactérias; – Mantenha os ambientes ventilados; – Higienize as mãos da criança com água e sabão; – Evite contato com pessoas que apresentem sintomas respiratórios; – Não compartilhe objetos de uso pessoal, como talheres, pratos e copos. *Com informações do Iges-DF
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Hospital de Santa Maria celebra Dia Nacional de Doação de Leite Materno
Um choro baixinho, mas um coração forte. Essa é a realidade de muitos dos bebês que nascem prematuramente e precisam de cuidados intensivos para estarem aptos à alta hospitalar. Dentro desses cuidados, a nutrição com leite materno, muitas vezes doado por lactantes que não a mãe, é fundamental para a plena recuperação dos bebês. William dos Santos é um dos pequenos que está internado na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (Utin) do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) há 40 dias e que é alimentado pelo Banco de Leite Humano do HRSM. William nasceu no sexto mês de gestação com apenas 956 gramas, e hoje pesa 1,3 kg, mas precisa chegar aos dois quilos para ir para casa. Por enquanto, o leite chega a ele por uma sonda de alimentação, já que o sistema gastrointestinal dele é muito imaturo. Nos primeiros dias de vida, dois mililitros de leite materno servidos a cada três horas eram suficientes. Hoje, William consome 24 mililitros. A mãe de William, Laissa dos Santos, 18 anos, mora em Luziânia e trabalha como auxiliar de cozinha. Ela conta que William nasceu antes do previsto por causa do descolamento da placenta. “São poucos os momentos em que posso segurá-lo nos braços. Não posso amamentá-lo diretamente, mas o leite que produzo eu entrego ao banco de leite, porque sei da importância disso para a vida dele e para a de outros bebês também”, diz. [Numeralha titulo_grande=”280.435″ texto=”Quantidade de litros de leite que o Banco de Leite do HRSM já coletou neste ano, até abril” esquerda_direita_centro=”direita”] Nem todas as mães de bebês prematuros produzem leite por causa do estresse gerado pela internação do filho. Por isso, há uma equipe especializada no tratamento do leite humano: coleta, preparo e distribuição. Desde as 7h, técnicas de enfermagem preparam potes e caixas de armazenamento que são entregues a uma dupla de bombeiros militares do DF responsável pela coleta do alimento na casa das mães doadoras. Eles saem do hospital por volta das 8h e, a partir daí, cronometram o tempo para que toda a rota de endereços das doadoras seja realizada em até seis horas, assegurando a qualidade do leite. Os prematuros são alimentados a cada três horas, e a quantidade é calculada baseada no tamanho e o correto desenvolvimento dos bebês. A técnica de enfermagem Luciene Alves de Melo explica que, para chegar até os bebês, o leite passa pelas etapas de coleta, armazenagem, testes de cheiro e de visão para observação do aspecto do leite, testes biológicos para detecção de micro-organismos, pasteurização, fracionamento e distribuição. “Além disso, as mães que fazem as doações são submetidas, a cada semestre, à testagem de doenças como HIV, sífilis e hepatite.” A sargento Cleide Maria Nóbrega da Silva trabalha há dez anos fazendo a coleta nas casas das doadoras. Ela conta que a rota é organizada de acordo com a proximidade dos endereços, melhorando a logística e otimizando o tempo. “Muitas vezes, acabo criando laços de amizade com as doadoras e conhecendo todos os filhos delas”, contou a bombeira. Quando a equipe chega à casa da doadora, os potes cheios são recolhidos e são entregues novos kits com recipientes vazios para que as mães façam a coleta. Nessa terça-feira (17), o recolhimento foi diferente. Em razão do Dia Nacional de Doação de Leite Humano, celebrado oficialmente em 19 de maio, as 13 doadoras visitadas receberam como homenagem um mini pote confeccionado de papel, simbolizando o frasco de leite materno. “Esse é um gesto em reconhecimento pelas doações que essas mães têm ofertado”, explica a bombeira. A sargento Cleide Maria Nóbrega da Silva ressalta: “Esse é um gesto em reconhecimento pelas doações que essas mães têm ofertado” | Fotos: Davidyson Damasceno Uma das mães homenageadas é Denise Raiane Gomes da Silva, 27 anos, moradora de Santa Maria que semanalmente doa entre 20 e 30 potes de aproximadamente 400 ml. Ela é mãe de Richard Ferreira da Silva, que está com dois meses de vida. Apenas na terça-feira, a doadora chegou a fornecer mais de seis litros. “Comecei a doar desde o início, porque produzia muito leite e eu sabia que tinha muito bebê precisando. Sinto muita gratidão e agradeço a Deus por ter tanto leite assim para o meu filho e para ajudar outros nenéns”, afirma. Outra mãe doadora assídua é Joice Cristinne Alves, 24 anos, moradora do Jardim Ingá e mãe de Maria Júlia Ribeiro, que está com dois meses de vida. “Eu resolvi doar porque minha filha nasceu no Hospital do Gama e vi muitas crianças necessitando de leite, várias mães não produziam o suficiente. Então, como eu tenho muito, divido. Em média, estou doando sete potes por semana”, frisa. Mãe de João Miguel Santos Cardoso, que tem dois meses de vida, a doadora Bruna Stephany da Silva, 23 anos, conta que trabalha como enfermeira e sabe muito bem a importância da doação. “O leite materno é um anticorpo pronto e é de extrema importância para os bebezinhos internados na UTI. Então, como eu não tenho dificuldade em ordenhar, faço a doação. Graças a Deus, tenho muito leite para o meu bebê e para outros que precisam.” Bancos de leite O DF conta com uma rede de 14 bancos de leite humano, sendo um deles do HRSM, que é administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (Iges-DF). A chefe do Banco de Leite do HRSM, Maria Helena Santos, explica que o leite materno é muito importante para todos os bebês até os seis meses de vida em razão dos inúmeros anticorpos. “Sempre incentivamos o aleitamento materno exclusivo até os seis meses e complementar até os dois anos. O leite materno é como se fosse uma vacina para o bebê, possui muitas propriedades benéficas e ajuda no desenvolvimento e crescimento”, cita a profissional. Segundo ela, em razão do HRSM ser uma unidade referência em gestação de alto risco, há muitos prematuros com baixo peso. “Para atender esses bebês, precisamos de um volume considerável de leite humano. Por isso, convidamos essas mães que têm volume excedente a fazerem a doação.” Dados O HRSM fornece leite materno para a Utin, que possui 20 leitos, a Unidade de Cuidados Intermediários Convencionais (UCINCo), que conta com dez leitos, a Unidade de Cuidado Intermediário Neonatal Canguru (UCINCa), com cinco leitos, além da pediatria, maternidade e centro obstétrico conforme a demanda. O Banco de Leite do HRSM já coletou neste ano, até abril, 280.435 litros de leite. Como doar As mães que desejarem contribuir com essa ação de solidariedade podem se cadastrar pelo site Amamenta Brasília, ligando no telefone 160 – opção 4, ou pelo telefone do Banco de Leite de Santa Maria: (61) 2017-1500, ramal 5529. Outra opção é entrar em contato com o banco de leite mais próximo. Após o cadastro, uma equipe do Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) visita a residência para deixar o kit de doação (frascos, máscara e touca). O recolhimento é feito semanalmente, assim a mãe não precisa sair de casa para contribuir. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF
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Projetos arquitetônicos de novas UPAs são apresentados
[Olho texto=”“As novas UPAs serão maiores do que as recém-inauguradas. Cada projeto prevê uma área construída de 1,6 mil metros quadrados, ou seja, 400 metros a mais de área construída. A ideia é ter recepções e laboratórios de exames maiores, otimizando o atendimento aos pacientes”” assinatura=” – Igor Félix, arquiteto do Núcleo de Planejamento de Obras” esquerda_direita_centro=”direita”] Após construir sete novas unidades de pronto atendimento (UPA), o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) vai erguer mais duas, chegando ao total de 15 unidades no DF, que só contava com seis até o início deste governo. Os projetos arquitetônicos das novas unidades, localizadas no Guará e na Estrutural, foram apresentados, na última sexta-feira (18), pela equipe do Núcleo de Planejamento de Obras do Iges-DF à diretora-presidente substituta do instituto, Mariela Souza de Jesus. A construção de mais duas UPAs cumpre determinação do governador Ibaneis Rocha, que anunciou, na quarta-feira (16), que as seleções das construtoras devem ocorrer em breve. De acordo com Mariela Souza, o Iges-DF está aguardando aprovação dos projetos arquitetônicos pela Secretaria de Saúde, bem como a assinatura dos contratos administrativos. Segundo o planejamento em elaboração, a previsão é de que a UPA Guará seja erguida no Setor Residencial Indústria e Abastecimento (SRIA) II, enquanto a UPA Estrutural ficará em um terreno próximo ao Jockey Club. Mais modernos As duas novas unidades seguirão o modelo Porte I, do Ministério da Saúde. Os projetos arquitetônicos serão mais modernos do que o das UPAs que foram entregues recentemente. “As novas UPAs serão maiores do que as recém-inauguradas. Cada projeto prevê uma área construída de 1,6 mil metros quadrados, ou seja, 400 metros a mais de área construída. A ideia é ter recepções e laboratórios de exames maiores, otimizando o atendimento aos pacientes”, disse o arquiteto do Núcleo de Planejamento de Obras, Igor Félix. Os projetos arquitetônicos das unidades do Guará e da Estrutural foram apresentados na última sexta-feira (18) pela equipe do Núcleo de Planejamento de Obras do Iges-DF | Foto: Divulgação/Iges-DF Segundo ele, haverá ainda quatro consultórios médicos, sendo um destinado a exame de eletrocardiograma; uma sala verde com nove poltronas para aplicar medicação; uma sala amarela com sete leitos, sendo um de isolamento, para pacientes que precisam de observação; uma sala vermelha com dois leitos para pacientes graves; sala de radiologia; entre outras áreas administrativas. O projeto foi idealizado seguindo todas as normas de acessibilidade para pessoas com dificuldades de locomoção. Histórico De setembro de 2021 a fevereiro de 2022, foram entregues sete UPAs para ampliar o acesso da população do DF aos serviços de saúde. Em 2021, a primeira UPA inaugurada foi em Ceilândia, em 24 de setembro; a segunda no Paranoá, em 18 de outubro; a terceira no Gama, em 27 de outubro; a quarta no Riacho Fundo II, em 18 de novembro, e a quinta em Planaltina, em 8 de dezembro. Em 2022, foram entregues a sexta UPA, em Vicente Pires, em 25 de janeiro; e a sétima, em Brazlândia, em 22 de fevereiro. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Cada uma das novas sete UPAs tem capacidade para atender até 4,5 mil pessoas por mês. Juntas, elas podem atender 31,5 mil pessoas por mês. Atendimento As UPAs funcionam 24 horas todos os dias. Atendem casos de urgências e emergências de clínica médica, como pressão alta e febre alta, sintomas respiratórios, desmaio, convulsão, diarreia aguda, infecção do trato urinário, dor abdominal de moderada a aguda e complicações cardiológicas e neurológicas, como infarto e AVC. Os médicos prestam socorro, prescrevem medicamentos e exames e analisam se é necessário encaminhar os pacientes a um hospital, mantê-los em observação por 24 horas ou dar alta após o atendimento. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF
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Mais vagas para exames de tomografia e ecografia aos finais de semana
O Instituto de Gestão Estratégica do DF (Iges-DF) ampliou o atendimento para realização de exames de tomografia sem contraste e ecografias para os finais de semana. A partir de agora são oferecidas 80 vagas aos sábados, sendo 35 pela manhã e 45 no período da tarde. Aos domingos as vagas serão disponibilizadas conforme demanda gerada pelo Sistema de Regulação (Sisreg). Os novos horários buscam melhorar o atendimento aos cidadãos no Hospital de Base | Foto: Davidyson Damasceno/Iges-DF Para a diretora-presidente do Iges-DF, Mariela Souza de Jesus, a disponibilização de novos horários tem como objetivo melhorar o atendimento aos cidadãos. “Temos nos esforçado para atender à demanda da nossa população, dada a importância da realização de exames de imagem para diagnóstico e tratamento. A ampliação possibilitará dar agilidade ao atendimento”, ressaltou.
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UPA Vicente Pires já ultrapassou 1,5 mil atendimentos
A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Vicente Pires realizou 1.551 atendimentos desde a sua inauguração, em 25 de janeiro, até esta segunda-feira (7), de acordo com dados do Relatório de Atendimentos Médicos do sistema utilizado pelo Iges-DF. A unidade foi a sexta inaugurada neste governo e está abastecida com medicamentos e insumos hospitalares para atender à população. Aproximadamente 140 colaboradores foram contratados para atuar na unidade, entre eles, médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, técnicos em laboratório e outros profissionais de saúde para prestar assistência na região. A UPA Vicente Pires está abastecida com insumos desde os mais básicos, como soro fisiológico, até os mais complexos para atendimento. Há, por exemplo, estoque de adrenalina – usada como estimulante cardíaco – suficiente para dois meses. Os colaboradores também contam com luvas dos tipos nitrílica e cirúrgica, superiores às luvas de procedimento comuns | Fotos: Davidyson Damasceno/Ascom Iges-DF O instituto informa que as UPAs têm sido vistoriadas, como explicou a diretora-presidente substituta Mariela Souza de Jesus. “O Iges-DF vem realizando desde o dia 31 de janeiro, por meio de equipes da Coordenação de Saúde, Segurança e Qualidade de Vida no Trabalho, visitas às UPAs, ao Hospital Regional de Santa Maria e ao Hospital de Base para verificar a situação dos estoques e reforçar o uso de equipamentos de proteção individual (EPI) pelos colaboradores, como medida de prevenção e de segurança no trabalho. Já foram realizadas visitas nas UPAs de Ceilândia II, Riacho Fundo II, Gama e Hospital Regional de Santa Maria.” Nessa terça-feira (8), uma equipe esteve na UPA de Vicente Pires para verificar a situação. Os técnicos responsáveis pela visita ressaltam que a UPA está abastecida desde insumos mais básicos, como soro fisiológico, até os mais complexos para atendimento. Há, por exemplo, estoque de adrenalina – usada como estimulante cardíaco – suficiente para dois meses. Os colaboradores também contam com luvas dos tipos nitrílica e cirúrgica, superiores às luvas de procedimento comuns. [Olho texto=”A UPA Vicente Pires está equipada para realizar exames laboratoriais de urgência, eletrocardiografia e raio-x” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Já os capotes impermeáveis não estéreis, que funcionam como aventais para proteger os profissionais de contaminações, estão abastecidos para quatro meses. No caso dos óculos de proteção, está sendo providenciada a redistribuição para a UPA Vicente Pires, dada a necessidade de redimensionamento entre as unidades de saúde. “É importante ressaltar que o reabastecimento das UPAs é feito semanalmente para os itens de consumo mais elevados e, mensalmente, para insumos de menor consumo. Essa rotina tem como objetivo manter os estoques abastecidos sem comprometer o atendimento”, afirmou o diretor de Administração e Logística (Dalog) do Iges-DF, José Antônio Gonçalves Rocha. O Iges-DF também está adquirindo mais colchões para a sala de repouso dos colaboradores, atualmente em fase final do processo de compras. A solicitação de fornecimento está prevista para esta semana. Enquanto os colchões são repostos, foram providenciadas poltronas acolchoadas, instaladas na sala. Estrutura A UPA Vicente Pires possui uma área de 1,2 mil metros quadrados e conta com dois leitos de atendimento crítico emergencial na Sala Vermelha, seis leitos de observação e um leito de isolamento na Sala Amarela, 10 poltronas de medicação/inalação e reidratação na Sala Verde e três consultórios, além de sala para classificação de risco. O Iges-DF equipou a unidade para realizar exames laboratoriais de urgência, eletrocardiografia e raio-x. Ainda que o equipamento radiológico e o laboratório não sejam obrigatórios nas UPAs, conforme normatização do Ministério da Saúde, o instituto investiu para ofertar mais serviços à população. UPAs recém-inauguradas [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A primeira UPA inaugurada neste governo foi em Ceilândia, em 24 de setembro de 2021; a segunda, no Paranoá, em 18 de outubro; a terceira, no Gama, em 27 de outubro; a quarta, no Riacho Fundo II, em 18 de novembro; a quinta, em Planaltina, em 8 de dezembro; e a sexta, em Vicente Pires, no último dia 25. A próxima unidade será entregue pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em Brazlândia, totalizando sete novas UPAs. As UPAs funcionam 24 horas, todos os dias da semana, incluindo feriados. Atendem casos de urgências e emergências de clínica médica, como pressão alta, febre alta, sintomas respiratórios como falta de ar, desmaio, convulsão, diarreia aguda, infecção do trato urinário, dor abdominal de moderada a aguda e complicações cardiológicas e neurologistas, como infarto e AVC. Os médicos prestam socorro, prescrevem medicamentos e exames e analisam se é necessário encaminhar os pacientes a um hospital, mantê-los em observação por 24 horas ou dar alta após o atendimento. *Com informações do Iges-DF
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Iges-DF abre inscrições para seleção de médicos
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IGESDF) abriu, nesta quarta-feira (12), uma nova seleção para o cargo Médico II – Clínica Médica. As inscrições devem ser feitas no site do Iges-DF, onde os editais estão disponíveis para consulta. O prazo termina na próxima terça-feira (18). São 18 vagas, com jornada mínima semanal é de 24 horas, com salário de R$ 11.800,00. Os benefícios são vale-transporte e alimentação. Em conformidade com o artigo 93 da Lei N.º 8.231/91, serão destinadas 5% das contratações a pessoas com deficiência (PCD). Os candidatos podem ser contratados para atuar nas unidades administradas pelo Iges-DF: Hospital de Base (HB), Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e unidades de pronto atendimento (UPAs). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Entre as etapas do processo seletivo estão análise curricular, entrevista, avaliação de conhecimentos. Também será necessária a comprovação dos requisitos exigidos no edital. Após o cadastro, o andamento completo da seleção realizada pela Gerência Geral de Pessoas poderá ser acompanhado pelo site do Iges-DF, onde serão publicadas todas as etapas realizadas com os nomes dos candidatos e os respectivos resultados. *Com informações do Iges-DF
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UPAs são reforçadas com mais insumos e profissionais
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) está atuando em diversas frentes para reforçar o atendimento em todas as 11 unidades de pronto atendimento (UPAs), diante do aumento da demanda de pacientes com sintomas respiratórios. Somente no mês de dezembro, foram contratados 307 profissionais de saúde apenas para as UPAs, sendo 51 médicos. Na categoria de médicos, também houve ampliação de carga horária, chegando a 366 horas a mais contratadas para suprir as necessidades. Em dezembro de 2021, foram contratados 307 profissionais de saúde apenas para as UPAs, sendo 51 médicos. Haverá mais contratações: uma seleção em andamento conta com a participação de mais 126 candidatos | Foto: Davidyson Damasceno/Ascom Iges-DF Mais médicos ainda serão contratados. Há uma seleção em andamento que conta com a participação de mais 126 candidatos. As entrevistas começaram a ser realizadas. Na quarta-feira (5), já foram avaliados 51 médicos e, nesta quinta-feira (7), 50 estão passando pelo teste. Na sexta (8), outros 25 profissionais serão entrevistados. A convocação dos aprovados deve começar já na próxima semana. Outra ação foi o redimensionamento da aquisição de insumos, sendo adquiridos cerca de R$ 14,2 milhões em medicamentos e materiais de consumo, o que possibilitará absorver essa alta demanda. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O Iges-DF informa ainda que as equipes são dimensionadas de acordo com o porte e a opção de cada UPA, conforme a Portaria de Consolidação nº 03, de 27 de setembro de 2017, do Ministério da Saúde. A escala de médicos é disponibilizada diariamente nas recepções das UPAs. Atendimentos Um balanço parcial de janeiro até 15 de dezembro de 2021 mostra que as UPAs do DF realizaram 1.705.062 atendimentos. Foram feitos 290.030 atendimentos médicos, 245.518 atendimentos de urgência e emergência com observação 24 horas, 292.023 acolhimentos com classificação de risco, 832.299 mil exames laboratoriais e 45.192 exames de imagem. *Com informações do Iges-DF
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Obra da UPA de Planaltina recebe ajustes finais
A obra da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Planaltina está na reta final e, em breve, começará a atender a população do DF. Ao todo, 96,66% da construção já foi executada. Nesta sexta-feira (21), na estrutura já pintada, com revestimento e piso, os trabalhadores estavam fazendo a instalação de vidros, portas, torneiras. Nesta sexta (26), trabalhadores estavam fazendo a instalação de vidros, portas e torneiras | Fotos: Davidyson Damasceno/Ascom Iges-DF O serviço foi vistoriado pelo diretor-presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF), Gislei Morais, que está acompanhando de perto a obra. “Inauguramos quatro UPAs e essa deve ser a próxima. O nosso cronograma está sendo seguido dentro da normalidade. Faltam apenas detalhes de acabamento. Os profissionais que vão atuar na UPA já estão sendo treinados”, garantiu. A primeira UPA inaugurada neste governo foi em Ceilândia, em 24 de setembro; a segunda no Paranoá, em 18 de outubro; a terceira no Gama, em 27 de outubro; e a quarta em Riacho Fundo II, no dia 18 de novembro. O serviço foi vistoriado pelo diretor-presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF), Gislei Morais Além da UPA de Planaltina, mais duas serão inauguradas em breve – Brazlândia e Vicente Pires, totalizando sete novas UPAs. Juntas, as sete novas UPAs, quando estiverem em pleno funcionamento, vão poder atender 31.500 pessoas por mês. Infraestrutura A UPA Planaltina possui uma área de 1,2 mil metros quadrados e conta com dois leitos de atendimento crítico emergencial na Sala Vermelha, seis leitos de observação e um leito de isolamento na Sala Amarela, 10 poltronas de medicação/inalação e reidratação na Sala Verde e três consultórios, além de sala para classificação de risco. O Iges-DF equipou a unidade para realizar exames laboratoriais de urgência, eletrocardiografia e raio-x. O equipamento de raio-x e o laboratório não são obrigatórios nas UPAs, conforme normatização do Ministério da Saúde, mas o Iges-DF decidiu oferecer mais esses serviços. Atendimento O funcionamento é diário e 24 horas. Foram contratados por processo seletivo, feito pelo Iges-DF, 146 profissionais de saúde, entre médicos, enfermeiros, técnicos e outros colaboradores que vão atender os pacientes. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A unidade atenderá casos de urgências e emergências de clínica médica, como pressão alta, febre alta, sintomas respiratórios como falta de ar, desmaio, convulsão, diarreia aguda, infecção do trato urinário, dor abdominal de moderada a aguda e complicações cardiológicas e neurologistas, como infarto e AVC. Os médicos prestam socorro, prescrevem medicamentos e exames e analisam se é necessário encaminhar os pacientes a um hospital, mantê-los em observação por 24 horas ou dar alta após o atendimento. As sete novas UPAs do Iges-DF seguem o modelo Porte I – Opção 3. Cada unidade nesse modelo tem o seguinte padrão: . Área Construída: 1.200 m² . Capacidade de Atendimento/mês: 4.500 pessoas . Sala Verde: 10 poltronas de medicação . Sala Amarela: 6 leitos de observação e 1 leito de isolamento . Sala Vermelha: 2 leitos de atendimento crítico emergencial . Consultórios: 3 . Área de classificação de risco: 1 *Com informações do Iges-DF
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