Órgãos do GDF firmam cooperação para ampliar transparência
A Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) e a Junta Comercial, Industrial e Serviços do Distrito Federal (Jucis-DF) firmaram um Termo de Cooperação Técnica com foco no fortalecimento da transparência pública, do controle interno e do controle social no Distrito Federal. A parceria prevê o compartilhamento estruturado de informações cadastrais e societárias das empresas registradas no DF, com vigência de cinco anos. Assegurar o cumprimento da legislação de transparência é um dos focos da parceria | Foto: Divulgação “Ao integrarmos nossas bases de dados, fortalecemos nossa capacidade de identificar possíveis irregularidades e com isso garantimos um controle interno mais rápido e preciso” Daniel Lima, controlador-geral do DF Com o acordo, a CGDF passará a ter acesso facilitado à base de dados da Jucis-DF, por meio de webservices, permitindo consultas rápidas e seguras aos atos e documentos do Registro Público de Empresas Mercantis e Atividades Afins. A iniciativa tem como objetivo aprimorar a capacidade do Estado de identificar indícios de irregularidades em registros societários, assegurar o cumprimento da legislação de transparência e acesso à informação e ampliar a divulgação qualificada desses dados à sociedade. “Essa parceria demonstra o compromisso desta controladoria com a transparência e o controle interno, garantindo um acesso claro e confiável às informações disponibilizadas”, afirma o controlador-geral do Distrito Federal, Daniel Lima. “Ao integrarmos nossas bases de dados, fortalecemos nossa capacidade de identificar possíveis irregularidades e com isso garantimos um controle interno mais rápido e preciso.” Menos burocracia Além de fortalecer o controle interno, a cooperação contribui para a redução de trâmites burocráticos. O acesso direto às bases elimina a necessidade de envio recorrente de ofícios, tornando os fluxos de trabalho mais eficientes e integrados entre os órgãos. Também será estabelecido um canal permanente de comunicação técnica e institucional, com acompanhamento formal da execução do termo por representantes designados de ambas as instituições. [LEIA_TAMBEM]Os dados compartilhados serão disponibilizados no Portal da Transparência e no Portal de Dados Abertos do Governo do Distrito Federal, ampliando o acesso da população a informações relevantes sobre o ambiente empresarial local, sempre em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). O termo estabelece medidas técnicas e administrativas de segurança, além de regras claras para o tratamento e o uso compartilhado das informações, exclusivamente para finalidades públicas. A parceria não envolve repasse de recursos financeiros entre as instituições. As ações serão executadas em regime de cooperação mútua, com cada órgão arcando com suas próprias despesas operacionais. O acordo também prevê a promoção de capacitações pela CGDF em temas de interesse da Jucis-DF, reforçando a troca de conhecimento e o aprimoramento institucional. Com a iniciativa, CGDF e Jucis-DF dão mais um passo para integrar bases de dados estratégicas, qualificar o controle da administração pública e ampliar a transparência ativa, fortalecendo a confiança da sociedade nas instituições do Distrito Federal. *Com informações da Controladoria-Geral do DF
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GDF vai ampliar mandato da Junta Comercial para quatro anos
A legislação da Junta Comercial, Industrial e Serviços do Distrito Federal (Jucis–DF) será alterada. Conforme o projeto de lei nº 442/2023, de autoria do Executivo, o mandato dos vogais da junta será de quatro anos, sendo permitida apenas uma recondução, independentemente da entidade representada. Aprovada pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) nesta terça-feira (29), a medida segue para sanção do governador Ibaneis Rocha. CLDF aprovou a alteração do mandato; novas normas têm como foco adequar a lei distrital à legislação federal | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília O texto determina que o período do mandato seja único e coincidente para todos os vogais, com início na data da sessão inaugural do plenário. Desta forma, aquele que for reconduzido somente poderá ser nomeado após a passagem de um quadriênio. De acordo com o governo, a alteração visa compatibilizar a lei distrital à legislação federal que trata de juntas comerciais no Brasil. Há ainda a determinação de que o governador deve nomear o presidente e o vice-presidente, que passam a fazer parte do vocalato. Ou seja, exclui-se a necessidade de que os indicados aos cargos passem por sabatina na CLDF – o que, segundo argumentação do governo, configuraria “interferência indevida do Poder Legislativo na esfera de atribuições do Poder Executivo”. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] O mesmo artigo também deixa de estipular o período de mandato da presidência e vice-presidência da junta, uma vez que, conforme dispõe o texto, “são cargos em comissão, sem prazo definido, por serem de livre provimento e exoneração”. Agilidade nos serviços Criada em julho de 2019, a Jucis-DF é uma entidade autárquica jurídica de direito público, com sede e foro no Distrito Federal. Totalmente informatizada, a instituição concede registro de abertura de uma empresa em até três horas. Em 2021, foram abertas no DF 18 mil empresas do tipo não Microempreendedor Individual, número que, em 2022, saltou para 20,8 mil.
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Em 2020, a cada empresa fechada, três novas abriram
Setor de vestuário foi um dos que registraram crescimento durante a pandemia | Foto: Acácio Pinheiro/Agência Brasília Em meio à pandemia do novo coronavírus, o ano de 2020 abalou os pequenos e médios negócios em Brasília. Muitos quebraram, outros lucraram e vários se reinventaram para sobreviver. Foi nessa tentativa de buscar novos modelos de serviço e atendimento que o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Junta Comercial, Industrial e Serviços (Jucis-DF), registrou um dado importante: mesmo na crise, o número de empresas abertas no DF foi mais de três vezes maior do que o de estabelecimentos fechados. Ao longo do ano passado, 62.064 empresas foram registradas no Distrito Federal, enquanto apenas 20.063 oficializaram o encerramento das atividades. Os setores que mais abriram foram o comércio varejista de vestuário e acessórios, a promoção de vendas e, principalmente, o fornecimento de alimentos para consumo em casa. O comércio de roupas e os restaurantes e similares, por sua vez, não resistiram e apresentaram baixas. [Numeralha titulo_grande=”62.064 ” texto=”novas empresas se registraram no ano passado, contra 20.063 que encerraram atividades” esquerda_direita_centro=”centro”] Atento às medidas de prevenção contra o contágio do novo coronavírus, à geração de empregos e à sobrevivência do comércio, o GDF criou incentivos, com abertura de linhas de crédito junto ao Banco de Brasília (BRB), e proporcionou uma segurança jurídica para que as empresas se mantivessem de pé, evitando demissões e estimulando contratações. Mais MEIs Presidente da Junta Comercial do DF, Walid Sariedine avalia que, num primeiro momento, com as medidas de restrição ao funcionamento do comércio em Brasília, a reação foi de fechamento de negócios e demissões. Essas pessoas que ficaram sem emprego, porém, precisaram se reinventar para manter o sustento em meio à crise, o que fez com que novos negócios, principalmente de microempreendedores individuais (MEIs), surgissem. “Nichos como o de e-commerce, com vendas on-line, e de delivery, com o fornecimento de alimentos para entrega, cresceram, inclusive sendo executados por quem já os fazia como empregado – e passou a ser o próprio patrão”, aponta. O presidente do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis do DF, Marco Aurélio Gomes de Sá, percebeu entre seus clientes um crescimento de novas empresas no ramo de prestação de serviços, como advocacia, arquitetura e tecnologia. Quem se reinventou, analisa ele, conseguiu minimizar o impacto da crise. “Percebemos o despertar das pessoas em se adaptar e fazer algo melhor para gerar renda e movimentar a economia”, destaca.
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Junta Comercial do DF cada vez menos burocrática
Prédio da Junta Comercial do DF no Setor de Autarquias Sul, região central de Brasília | Foto: Divulgação/Jucis-DF O sistema digital da Junta Comercial, Industrial e de Serviços do Distrito Federal (Jucis-DF) será modernizado ainda neste ano. No âmbito do projeto Empreendedor Digital, uma parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae Nacional) e nove juntas comerciais vai permitir que cerca de 460 mil empresários tenham mais facilidade e agilidade na hora de abrir, alterar ou fechar empresas, por exemplo. O investimento será de R$ 19 milhões, de acordo com convênio publicado no Diário Oficial do DF (DODF). [Numeralha titulo_grande=”460 mil” texto=”empresários serão beneficiados com o projeto Empreendedor Digital” esquerda_direita_centro=”centro”] Segundo o presidente da Jucis-DF, Walid Sariedine, a capital será a primeira a receber o projeto, efeito dos resultados positivos apresentados pelo órgão, como a digitalização de 100% dos serviços administrativos. “Além de facilitar a vida dos empresários, continuaremos sendo referência, pois receberemos os serviços primeiro. Graças às cobranças do governador Ibaneis Rocha, apoio do governo local e dos frutos que estamos colhendo foi possível trazer essa conquista para o DF”, destaca Walid. [Olho texto=”“Com um banco de dados rico é possível ajudar e orientar os usuários na hora de abrir um negócio”” assinatura=”Walid Sariedine, presidente da Jucis-DF” esquerda_direita_centro=”centro”] A tecnologia vai melhorar o sistema público de integração e registro mercantil – ambiente digital responsável por abertura, alteração e baixa de empreendimentos; por inscrições tributárias, representadas pela Secretaria de Economia e pela Receita Federal do Brasil; e pela análise de viabilidade e licenciamento de empresas. [Olho texto=”“No DF uma empresa de baixo risco é aberta em 24 horas. E nós estamos avançando, ainda mais, para garantir um ambiente cada vez mais favorável ao empreendedorismo”” assinatura=”Rose Rainha, diretora técnica do Sebrae” esquerda_direita_centro=”centro”] “O projeto Empreendedor Digital também é uma forma de gerar mais políticas públicas, pois teremos mais informações sobre o setor empresarial. Com um banco de dados rico é possível ajudar e orientar os usuários na hora de abrir um negócio”, observa Walid Sariedine. Emprego e renda Rose Rainha: “Temos registros de empresas no passado que levaram mais de 150 dias para serem abertas. Hoje essa realidade mudou”| Foto: Renato Alves/Agência Brasília Diretora técnica do Sebrae, Rose Rainha ressalta a importância da desburocratização para estimular novos negócios. “Temos registros de empresas no passado que levaram mais de 150 dias para serem abertas. Hoje essa realidade mudou. No DF uma empresa de baixo risco é aberta em 24 horas e nós estamos avançando, ainda mais, para garantir um ambiente cada vez mais favorável ao empreendedorismo, fomentando o emprego e renda na nossa capital”, reforça. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Presidente do Conselho Regional de Contabilidade do DF, o empresário Daniel Fernandes afirma que, quanto menos burocracia, mais a cidade se desenvolve. “O próprio dono de negócio se sente mais seguro em um local que cresce economicamente. Essa aceleração de processos é um grande avanço para o DF, pois o que os empresários mais querem é agilidade”, salienta. Empresária no ramo da contabilidade há 22 anos, Jaqueline Torres (47) elogia a parceria do governo local com o Sebrae e outras juntas comerciais. “A tecnologia, principalmente por causa da pandemia do novo coronavírus, tem facilitado a vida do empresário. Já percebemos o quanto os serviços melhoraram após a digitalização da Junta [Comercial do DF]. Com essa iniciativa facilitará ainda mais os procedimentos”, vislumbra.
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DF terá piloto de projeto nacional para abertura de empresas
O projeto Empreendedor Digital promoverá melhorias no sistema público de integração e registro mercantil, para automatizar a formalização de empresas. Foto: Divulgação/Agência Brasília O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e dez Juntas Comerciais fecharam, nesta terça-feira (1º), o modelo de trabalho do piloto do projeto Empreendedor Digital, que será implantado na Junta Comercial, Industrial e Serviços do Distrito Federal (Jucis.DF) nos próximos dias. “O DF foi escolhido para receber o programa piloto por que todos os órgão envolvidos no processo de abertura de empresas já estão integrados por meio de sistema digital, é mais fácil implementar novidades”, explicou o consultor do Sebrae, Alex Barbosa. O projeto Empreendedor Digital promoverá melhorias no sistema público de integração e registro mercantil, para automatizar a formalização de empresas. Com essas melhorias, não só a abertura como também as alterações e extinções de empresas serão feitas em segundos. Até o momento, dez Juntas Comerciais fazem parte do projeto, que posteriormente será expandido para todo o Brasil. “Estamos aqui para reiterar nosso compromisso com o DF, pois é a unidade da Federação que tem feito mais rápido as mudanças necessárias para melhorar a vida do empresariado”, afirmou a presidente da Junta Comercial do Estado do Ceará (Jucec), Carolina Monteiro, ao anunciar que a Jucis.DF será o piloto de todas as inovações do projeto. Equipe técnica Para isso, a presidente da Jucec explicou que uma equipe técnica será contratada pelo projeto para dar suporte à implantação das inovações na capital federal, o que gerará mais vagas de emprego no DF. “A Jucis.DF tem que estar preparada, pois a cada melhoria, mais instituições a procurarão para fechar parcerias”, ponderou Alex Barbosa. “Esperamos até o fim do ano já apresentar grandes produtos para o DF”. “Se hoje temos esse mérito, só podemos agradecer ao apoio e à cobrança do governador Ibaneis Rocha e a toda a equipe da Jucis.DF, em especial ao secretário-geral Maxmiliam Patriota, que desde o início deu o melhor na prestação do serviço público”, ressaltou o presidente da Jucis.DF, Walid Sariedine. Sistema de integração e registro mercantil O sistema de integração e registro mercantil reúne no ambiente digital os responsáveis pelo processo de abertura, alteração e baixa de empreendimentos, no caso a Jucis.DF; pelas inscrições tributárias, representados pelas Secretaria de Economia do DF e Receita Federal do Brasil; e pela viabilidade e licenciamento de empresas, que são as 33 administrações regionais e os órgãos licenciadores. O sistema faz parte da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim), que tem a coordenação e presidência no DF sob a responsabilidade da Junta Comercial. *Com informações da Jucis
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Distrito Federal ajuda empresas a abrirem mais rápido
Disponibilidade de serviços digitais e reforço no teletrabalho contribuem para o índice positivo registrado no DF para abertura de empresas |Foto: Divulgação / Jucis Graças ao ambiente 100% digital, à integração entre os órgãos e ao regime de teletrabalho implementados pela Junta Comercial, Industrial e Serviços do Distrito Federal (Jucis-DF), empresários e contadores podem contar com um serviço eficiente, mesmo com a pandemia da Covid-19. O resultado é traduzido pelo Boletim de Empresas do Ministério da economia: o DF segue como a unidade federativa mais ágil em abertura de empresas no Brasil. Em junho deste ano, foi registrado, no Distrito Federal, o menor tempo de abertura de empresas: um dia. No comparativo com maio, isso representa uma redução de 10,1%. Durante esse mesmo período, em nível nacional, o maior tempo demandado para abrir uma empresa Brasil foi de 12 dias e 23 horas. [Numeralha titulo_grande=”1 dia” texto=”Tempo gasto, em junho, para cumprir todos os trâmites de abertura de empresa no DF” esquerda_direita_centro=”centro”] Etapas de abertura Esse tempo de abertura de empresas considera as etapas de viabilidade de endereço, feito no DF pelas administrações regionais; as validações cadastrais tributárias, responsabilidade da Secretaria de Economia; e a análise das juntas comerciais. O estudo feito pelo Ministério da Economia foca na interação entre todos os órgãos envolvidos na abertura de empresas. “Sabemos das dificuldades que os setores produtivo e comercial estão enfrentando nesse momento, por isso toda a nossa equipe está empenhada em oferecer o melhor atendimento possível”, destaca o presidente da Jucis-DF, Walid Sariedine. “Ficamos contentes com o reconhecimento do governo federal às políticas públicas do DF, em especial as adotadas pela Junta Comercial.” O titular da autarquia lembra que esse desempenho positivo se deve à liberdade e ao apoio recebidos do governador Ibaneis Rocha. “Porém, não podemos nos dar por satisfeitos”, adverte. “O momento agora é de buscar, em parceria com outros órgãos, como a Secretaria de Empreendedorismo, mais formas de ajudar o empresariado brasiliense a superar essa crise provocada pelo novo coronavírus”. * Com informações da Jucis-DF
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Junta Comercial cria Comitê Gestor de Tecnologia da Informação
Aprimorar os serviços e oferecer novos produtos são preocupações constantes da atual gestão da Junta Comercial, Industrial e Serviços do Distrito Federal (Jucis.DF). Para inovar ainda mais nos procedimentos da autarquia, foi instituído o Comitê Gestor de Tecnologia da Informação e Comunicação. A criação foi publicada no Diário Oficial do DF desta terça-feira (7). Entre as funções do comitê está a de analisar os principais investimentos na área, além de deliberar sobre políticas, diretrizes e planos relativos à Tecnologia da Informação e Comunicação e estabelecer as prioridades dos programas de forma integrada com as estratégias da Jucis.DF. “Nós temos como objetivo não sermos apenas uma autarquia de registros e alterações de empresas, por isso há meses temos um Grupo de Inovação que se reúne todos os dias e agora, com o comitê, avançaremos mais em muitas pautas de interesse dos setores produtivo e comercial do DF”, afirma o presidente da Jucis.DF, Walid Sariedine, que também presidirá a nova iniciativa. Metas e indicadores O comitê será responsável ainda por desenvolver ações estruturantes e de controle para a implantação de metas e de indicadores em conformidade com o Plano Diretor de Tecnologia da Informação (PDTI) e com a Estratégia Geral de Tecnologia da Informação do Distrito Federal (EGTI) vigente. Além disso, o colegiado fomentará parcerias com órgãos e entes públicos e privados para promover o intercâmbio de conhecimentos e de tecnologias para contribuir com o desenvolvimento da inovação da autarquia. E para não comprometer os cofres públicos, a participação no comitê não será remunerada. *Com informações da Jucis
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Junta Comercial do DF: modelo replicado em todo o Brasil
Prazo de abertura de empresas no DF é de seis horas, em média, enquanto em outros estados chega a 21 dias | Foto: Jucis-DF / Divulgação Os certificados de licenciamento usados pela Junta Comercial, Industrial e Serviços do Distrito Federal (Jucis-DF) será adotado como modelo em todo o Brasil. Essa foi uma das decisões tomadas em reunião, promovida por videoconferência nesta sexta-feira (29), entre representantes de várias juntas comerciais, incluindo a do DF, para tratar da implementação do projeto Empreendedor Digital. O motivo da escolha pelo modelo do DF é porque se trata da única unidade da Federação que tem todos os órgãos licenciadores integrados por sistema digital. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Durante a videoconferência, a equipe da autarquia distrital apresentou o método de trabalho e os modelos de certificados disponibilizados pelo sistema com os respectivos detalhes. Participantes do encontro virtual elogiaram o modelo e afirmaram que será benéfica sua utilização em outros estados. Mais rápido do Brasil Assim como em março deste ano, em abril o DF seguiu em primeiro lugar no tempo médio de formalização de empresas em todo o Brasil. Na capital do país, empreendedores e contadores levaram, em média, menos de seis horas entre a entrada do pedido de abertura de negócios nas administrações regionais e a saída na Jucis-DF, com a devida criação do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ). Em outros estados, tais procedimentos duram até 21 dias. Os prazos foram os mesmos para processos de alteração e fechamento de empresas. Empreendedor Digital O projeto é a nova parceria entre o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae Nacional) e as juntas comerciais para promover melhorias no sistema público de integração e registro mercantil, como a automação dos processos de formalização de empresas. Com isso, tanto a abertura quanto as alterações e extinções de empresas serão feitas em segundos. “Queremos que esse projeto dê certo o mais rapidamente possível, pois a população já esperou muito por um sistema de excelência para atendê-la”, ressaltou o presidente da Jucis-DF, Walid Sariedine. Inicialmente, nove juntas comerciais farão parte do projeto. Posteriormente, o Empreendedor Digital será expandido para todo o Brasil. * Com informações da Junta Comercial, Industrial e Serviços do Distrito Federal (Jucis-DF)
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Empreendedorismo e Junta Comercial: união em prol do empresariado
Em parceria com a Jucis.DF, a Secretaria de Empreendedorismo se reuniu, com a Associação dos Bancos no DF (Assban). Foto: Divulgação Criada esta semana pelo governador Ibaneis Rocha, a Secretaria de Empreendedorismo já está a todo vapor. Em parceria com a Junta Comercial, Industrial e Serviços do DF (Jucis.DF), a pasta se reuniu, nesta sexta-feira (15), com a Associação dos Bancos no DF (Assban) com o intuito de debater caminhos para ajudar as empresas neste momento de pandemia provocado pela Covid-19. “Estamos construindo relacionamentos que venham a colaborar com o pós-pandemia. E conversar com vários setores e órgãos é importante, pois não basta só dar condições para o empreendedor começar seu negócio. Temos que acompanhar e realmente monitorar o setor produtivo para elaborarmos uma retomada mais eficaz com equilíbrio econômico no âmbito do DF”, ressaltou a secretária de Empreendedorismo, Fabiana Di Lúcia. Feito por videoconferência, no encontro com representantes da Assban, entre eles a presidente Maria do Carmo Porto Oliveira, ficou acertado que, dentro do permitido pela lei, será estudado em parceria com os bancos, inclusive os privados, como produzir informações que facilitem a obtenção de crédito pelos empreendedores locais. Setor produtivo “Nossa preocupação é sempre saber como podemos ajudar a fortalecer o setor produtivo, conforme a missão que nos foi confiada pelo governador Ibaneis Rocha, que não tem medido esforços para ajudar o empresariado do DF. Dentro disso, fomos muito bem recebidos pela presidente da Assban na semana passada, que prontamente marcou este encontro”, agradeceu o presidente da Jucis.DF, Walid Sariedine. Os representantes da Assban ficaram contentes com a iniciativa do governo e assumiram alguns compromissos, entre eles, num primeiro momento, ampliar o acesso a serviços digitais da instituição, inclusive oferecendo encontros por videoconferência a grupos de empresários para explicá-los. “Este encontro foi apenas o primeiro passo de uma parceria que pode render muitos frutos”, afirmou Maria do Carmo. *Com informações da Jucis.DF
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Jucis-DF assume Diretoria Institucional da Fenaju
A Federação Nacional de Juntas Comerciais (Fenaju) promoveu, nesta quinta-feira (26), por videoconferência, a Assembleia Geral Ordinária de Presidentes. Entre os vários temas abordados, foi realizada a eleição da diretoria para o mandato 2020/2021, tendo sido a presidente da Junta Comercial do Estado do Pará (Jucepa), Cilene Sabino, reconduzida à presidência da federação. Também foi criada a Diretoria Institucional da Fenaju. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Fico muito feliz, mas o desafio permanece e estamos enfrentando agora um momento que exigirá muito mais compromisso de todos nós”, ressaltou a presidente reeleita. Entre as realizações do mandato anterior, Cilene aponta como uma das principais a conquista de um espaço físico para ser a sede da Fenaju. A convite do presidente da Junta Comercial, Industrial e Serviços do Distrito Federal (Jucis-DF), Walid Sariedine, a sede nacional da federação foi inaugurada em Brasília em 7 de agosto de 2019. “Como uma amiga descreveu: eu tirei a entidade de uma pasta para uma sede. Hoje, ela tem uma cara”, afirmou Cilene. Diretoria aliviará presidência Segundo a presidente da Fenaju, ser responsável por 27 juntas comerciais não é tarefa fácil. Por isso, decidiram na assembleia pela criação de um setor que aliviaria esse peso: a Diretoria Institucional. “Ela agirá conforme os princípios da presidência, conversando com as categorias de classe, com o setor produtivo, com o Congresso Nacional, com as embaixadas, com toda a sociedade”, acrescentou Cilene. Para dirigir a nova unidade foi escolhido Sariedine e, para suplente, o secretário-geral da Jucis-DF, Maxmiliam Patriota. “O trabalho da atual gestão da Junta Comercial do DF é extraordinário. Em pouco tempo houve realizações grandiosas, por isso a escolha deles para a diretoria”, disse a mandatária da federação. Ela diz acreditar que, por serem da capital federal, o coração do país, será muito mais fácil o diálogo com todas as esferas que podem contribuir com o trabalho da Fenaju, tanto nacional quanto internacionalmente. “Por serem aguerridos, focados e justos, sei que farão um ótimo trabalho.” * Com informações da Jucis-DF
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