Na Hora Empresarial ultrapassa 30 mil atendimentos e facilita a vida de empreendedores do DF
Em pouco mais de quatro meses de funcionamento, o Na Hora Empresarial alcançou uma marca expressiva: 30.150 atendimentos realizados entre fevereiro e as duas primeiras semanas de junho deste ano. Inaugurada pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) no 3º andar do Venâncio Shopping, no Setor Comercial Sul (SCS), a unidade foi criada para simplificar a rotina de empresários e empreendedores, reunindo em um único espaço serviços fundamentais para a abertura, regularização e funcionamento de empresas. Na Hora Empresarial realiza cerca de 260 atendimentos por dia útil, o que evidencia eficiência, com índice de produtividade de 95,7% | Fotos: Divulgação/Sejus-DF Os números demonstram a rápida adesão do público ao novo modelo. No período, foram registrados cerca de 260 atendimentos por dia útil, com índice de produtividade de 95,7%, resultado que evidencia a capacidade da unidade de atender com eficiência as demandas apresentadas. “Consegui resolver tudo o que precisava em um único lugar. O atendimento foi rápido, sem burocracia e sem necessidade de ficar marcando horário ou indo de um órgão para outro" Israel Lincoln, empresário Os atendimentos realizados refletem a diversidade dos serviços disponíveis na unidade. A Polícia Federal (PF) concentrou a maior demanda, com 28.198 atendimentos e índice de produtividade de 96%. Em seguida aparecem a Neoenergia, com 1.010 atendimentos, o Detran-DF (263), a Caesb (239), a DF Legal (210) e o Sebrae (138), demonstrando que o espaço atende desde questões relacionadas à documentação e regularização até demandas ligadas à infraestrutura e ao desenvolvimento dos negócios. Para o secretário de Justiça e Cidadania interino, Jaime Santana, o desempenho alcançado nos primeiros meses comprova que a iniciativa atende a uma necessidade real do setor produtivo. “O Na Hora Empresarial nasceu para tornar a relação entre o empreendedor e o poder público mais simples, ágil e eficiente. Ultrapassar a marca de 30 mil atendimentos em tão pouco tempo demonstra que estamos no caminho certo, oferecendo serviços de qualidade e contribuindo para um ambiente de negócios mais favorável no DF.” A praticidade do atendimento é justamente um dos pontos mais valorizados pelos usuários. O empresário Israel Lincoln procurou a unidade para resolver diferentes demandas relacionadas ao seu negócio e destaca a agilidade encontrada no local. “Consegui resolver tudo o que precisava em um único lugar. O atendimento foi rápido, sem burocracia e sem necessidade de ficar marcando horário ou indo de um órgão para outro. Tudo funcionou de forma muito pontual e organizada.” Na maior parte dos serviços oferecidos, o atendimento é presencial, sem filas e sem necessidade de agendamento prévio Estrutura pensada para quem empreende Com mais de 500 metros quadrados, o Na Hora Empresarial foi planejado para concentrar serviços estratégicos voltados ao desenvolvimento das atividades empresariais. O atendimento é presencial, sem filas e sem necessidade de agendamento prévio na maior parte dos serviços oferecidos. A unidade reúne órgãos e instituições fundamentais para quem deseja abrir, regularizar ou expandir um empreendimento. Estão presentes a DF Legal, responsável por atendimentos relacionados a licenças de funcionamento e atividades econômicas; a Vigilância Sanitária, que oferece orientações e serviços para estabelecimentos das áreas de alimentação, saúde e estética; e a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF), que realiza consultas de viabilidade urbanística e presta informações sobre uso e ocupação do solo. O espaço conta ainda com atendimentos da Neoenergia, Caesb, Detran-DF, Sebrae, Junta Comercial, Industrial e Serviços do Distrito Federal (Jucis-DF), Instituto Brasília Ambiental (Ibram), Secretaria de Economia (SEEC-DF) e Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal. "O Na Hora Empresarial foi concebido justamente para reduzir deslocamentos, eliminar etapas desnecessárias e aproximar os serviços públicos de quem gera emprego e renda" Rodrigo Barbosa, subsecretário do Na Hora Um dos grandes diferenciais da unidade é a presença da Polícia Federal, que oferece serviços altamente demandados pelo setor empresarial e por profissionais de diferentes segmentos. Além da emissão de passaportes — único serviço que exige agendamento prévio —, os usuários podem resolver questões relacionadas ao controle e fiscalização de produtos químicos, segurança privada e registro e controle de armas. A integração desses atendimentos ao Na Hora Empresarial proporciona mais comodidade, reduz deslocamentos e amplia o acesso a serviços especializados em um ambiente moderno e centralizado. O Na Hora Empresarial foi concebido justamente para reduzir deslocamentos, eliminar etapas desnecessárias e aproximar os serviços públicos de quem gera emprego e renda"Rodrigo Barbosa, subsecretário do Na Hora Economia de tempo e mais eficiência [LEIA_TAMBEM]A proposta de reunir diversos órgãos em um mesmo endereço tem gerado ganhos significativos para os empresários, que conseguem resolver demandas distintas em uma única visita. É o caso do empresário André Carrion, que destaca a comodidade proporcionada pelo modelo de atendimento. “Ter vários serviços reunidos em um só lugar facilita muito a vida de quem empreende. Antes era necessário percorrer diferentes órgãos para resolver questões que hoje podem ser tratadas em um único endereço. Além da praticidade, o ambiente é confortável e o atendimento é muito bom.” Segundo o subsecretário do Na Hora, Rodrigo Barbosa, a marca alcançada nos primeiros meses demonstra a importância de oferecer soluções integradas para o setor produtivo. “O empresário precisa de agilidade para dedicar seu tempo ao crescimento do negócio. O Na Hora Empresarial foi concebido justamente para reduzir deslocamentos, eliminar etapas desnecessárias e aproximar os serviços públicos de quem gera emprego e renda. Os resultados mostram que essa integração tem produzido impactos concretos na vida dos empreendedores e reforçam a importância de continuarmos investindo em inovação e qualidade no atendimento.” Atualmente, a unidade conta com uma equipe formada por 23 colaboradores. O modelo integrado de atendimento fortalece a política de desburocratização do Governo do Distrito Federal e amplia o acesso a serviços essenciais para empresas de diferentes portes e segmentos. *Com informações da Sejus-DF
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Digitalização dá mais agilidade para a abertura de empresas
A Junta Comercial do Distrito Federal (Jucis-DF), criada em julho de 2019, hoje totalmente informatizada, demora entre 50 minutos e três horas para conceder o registro de abertura de uma empresa. “A média é de três horas, sendo que em alguns casos o tempo pode ser entre dois e três minutos. Essas últimas estão sendo abertas por meio do projeto do Agilize Empresa em Minutos”, explica o secretário-geral da Jucis, Maxmilian Patriota. Em 2021, foram abertas no DF 18.057 empresas do tipo não Microempreendedor Individual e em 2022, 14.626. [Olho texto=”“Vamos desenvolver ferramentas dentro do nosso sistema para que os órgãos licenciadores possam utilizar e com isso se tornem mais rápidos”” assinatura=”Maxmilian Patriota, secretário-geral da Junta Comercial do DF” esquerda_direita_centro=”direita”] O Agilize Empresa em Minutos entrou em vigor em dezembro de 2021, mas, segundo Maxmilian, ainda funciona de forma incipiente. Quando estiver atuando completamente, vai possibilitar que outros órgãos que também participam da emissão de autorização de abertura de empresas atuem com a mesma agilidade que a Junta Comercial. “Vamos desenvolver ferramentas dentro do nosso sistema para que os órgãos licenciadores possam utilizar e com isso se tornem mais rápidos”, disse o secretário-geral. Hoje, os órgãos licenciadores ainda não conseguem trabalhar em sintonia com a Junta. O Agilize ainda está incipiente porque informações de algumas RAs não estão digitalizadas, diz o secretário-geral da Jucis, Maxmilian Patriota | Foto: Ascom/Jucis-DF Enquanto a autarquia pode conceder o registro de funcionamento de uma empresa em três horas, os órgãos licenciadores demoram mais tempo para fazer a sua parte. Para a implementação completa do Agilize Empresa em Minutos a Junta Comercial fez uma parceria com o Sebrae-DF. “O Agilize ainda está incipiente porque as informações de algumas regiões administrativas não estão digitalizadas”, destacou Maxmilian. Uma das prioridades é digitalizar as informações dessas regiões, começando pelo Plano Piloto, onde são abertas 40% das empresas do DF. [Olho texto=”“Quando a Junta foi criada, o governador Ibaneis Rocha pediu ênfase na agilidade e na transparência. Ele foi muito claro nisso”” assinatura=”Walid Sariedine, presidente da Jucis” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O presidente da Jucis, Walid Sariedine, disse que a criação da autarquia no DF foi o primeiro passo para possibilitar a agilidade no licenciamento de empresas na capital. Antes a autarquia que atuava em Brasília pertencia ao governo federal. “Quando a Junta foi criada, o governador Ibaneis Rocha pediu ênfase na agilidade e na transparência. Ele foi muito claro nisso”, disse Walid. Em setembro de 2019, todo material da Jucis começou a ser digitalizado e o trabalho ficou pronto antes da pandemia. “Aqui se formavam filas de até 500 pessoas diariamente em busca de atendimento. E, na pandemia, essas filas já não existiam mais, isso é muito bom”, destacou Walid. Segundo o presidente da Junta, antes da transferência da titularidade da Junta para o DF e da digitalização dos processos, havia espera de até 180 dias para a abertura de uma empresa. “O processo digital facilita muito as coisas”, frisou Walid. O presidente destacou também a gestão dos 90 servidores da autarquia para ajudar na celeridade dos processos.
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Novo sistema permite abrir uma empresa em até duas horas
Com o objetivo de diminuir os impactos negativos da pandemia no setor produtivo, o Governo do Distrito Federal (GDF) tem colocado em prática incentivos para a abertura de empresas. De janeiro a setembro deste ano, a Junta Comercial, Industrial e de Serviços do Distrito Federal (Jucis-DF) registrou 53.215 inscrições, um aumento de 24,3% se comparado ao mesmo período de 2020 (42.800). Com a automatização dos procedimentos, os investimentos em sistemas digitais e a iminente chegada do Balcão Único, estima-se que o processo de abertura de empresas passe a demorar entre uma e duas horas | Foto: Paulo H Carvalho/Agência Brasília Até o fim de novembro, o GDF espera implementar o programa Balcão Único, iniciativa do Governo Federal criada para simplificar a abertura de empresas, sem necessidade de percorrer vários órgãos públicos. Mais um reforço para a desburocratização do processo, que já havia contado com o investimento de R$ 19 milhões no sistema digital da Jucis-DF no ano passado. [Olho texto=”“Os programas do GDF beneficiam todo o setor produtivo. Simplificar e reduzir esse tempo significa atrair mais empresas para o DF, inclusive indústrias, gerando empregos, renda e arrecadação”” assinatura=”Antônio Carlos Navarro, consultor da Federação das Indústrias do DF” esquerda_direita_centro=”direita”] O secretário-geral da Jucis-DF, Maxmiliam Patriota, explica os benefícios que um processo de abertura rápido gera no setor produtivo local. “Tempo é dinheiro. Com essa desburocratização, o empresário já inicia suas atividades automaticamente, o que aumenta suas chances de ser competitivo, de gerar renda e oportunidades. A rapidez é essencial”, afirma. De acordo com a Jucis-DF, quando o processo era feito de maneira analógica, o tempo médio de abertura de uma empresa era estimado entre 15 e 30 dias. Com a automatização dos procedimentos, os investimentos em sistemas digitais e a iminente chegada do Balcão Único, estima-se que o mesmo processo, atualmente, demore entre uma e duas horas. Um processo de abertura mais ágil para empresas incentiva o setor e fortalece a economia, como avalia o consultor da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra-DF), Antônio Carlos Navarro. “Os programas do GDF beneficiam todo o setor produtivo. Simplificar e reduzir esse tempo significa atrair mais empresas para o DF, inclusive indústrias, gerando empregos, renda e arrecadação”, explica. Para mais informações sobre os serviços de registro na Jucis-DF, acesse os links de tutoriais em texto e em vídeo sobre o assunto. Saindo da informalidade De acordo com dados do Governo Federal, os microempreendedores individuais (MEI) já respondem por 56,7% do total de negócios em funcionamento no país. No DF, o número de empresas na categoria MEI também aumentou: até setembro, foram 40.369 inscrições, contra 33.278 no mesmo período do ano passado, um crescimento de 31,8%. Além de ajudar trabalhadores autônomos e vendedores ambulantes a saírem da informalidade, o registro no MEI facilita o acesso de micro e pequenos empreendedores a benefícios como linhas de crédito bancárias, licença maternidade, INSS, entre outros. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Para incentivar a formalização, o GDF realizou, em junho, o programa itinerante Mutirão do MEI, que orientou pessoas que se enquadravam nessa categoria em Ceilândia, Taguatinga, SIA e Santa Maria. “Levamos equipes da secretaria para áreas onde há uma concentração alta de autônomos, como vendedores ambulantes, pessoal de quiosques, e ajudamos essas pessoas a se formalizarem”, explica o subsecretário de Fomento ao Empreendedorismo da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Danillo Ferreira. *Com informações da Junta Comercial e do Ministério da Economia
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Para oferecer novas funções, Junta ficará fora do ar
Desde que o Governo do Distrito Federal assumiu a gestão da Junta Comercial do DF, em julho do ano passado, a vida do empresariado local mudou para melhor. As filas desapareceram, pois agora todos os serviços são digitais, o tempo de espera pelo deferimento de um processo caiu de um mês para menos de três horas, entre outras melhorias. Segundo dados do Ministério da Economia, a Junta Comercial, Industrial e Serviços do Distrito Federal (Jucis-DF) está entre as mais rápidas em tempo de abertura de empresas do Brasil. Mas se engana quem acha que acabaram os esforços da autarquia em aprimorar o atendimento à população. No início deste semestre, graças aos resultados conquistados pelo órgão em tão pouco tempo, o DF foi escolhido para ser o piloto do projeto Empreendedor Digital. O projeto é uma parceria entre o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae Nacional) e as Juntas Comerciais, e promoverá melhorias no sistema público de integração e registro mercantil, para automatizar a formalização de empresas. Com as novas funcionalidades, não só a abertura como também as alterações e extinções de empresas serão feitas em segundos. Indisponível por uma semana Porém, para implantar as novas funcionalidades e solucionar problemas antigos, será necessário tirar do ar o Portal de Serviços e o chat das 18h do dia 19 às 8h do dia 26 de outubro. “Gostaríamos de tranquilizar os setores comercial e produtivo do DF, pois os dias parados serão recompensados com um sistema muito mais dinâmico e transparente do que aquele que utilizamos hoje em dia”, garante o presidente da Jucis-DF, Walid Sariedine. *Com informações da Jucis-DF
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Junta Comercial do DF cada vez menos burocrática
Prédio da Junta Comercial do DF no Setor de Autarquias Sul, região central de Brasília | Foto: Divulgação/Jucis-DF O sistema digital da Junta Comercial, Industrial e de Serviços do Distrito Federal (Jucis-DF) será modernizado ainda neste ano. No âmbito do projeto Empreendedor Digital, uma parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae Nacional) e nove juntas comerciais vai permitir que cerca de 460 mil empresários tenham mais facilidade e agilidade na hora de abrir, alterar ou fechar empresas, por exemplo. O investimento será de R$ 19 milhões, de acordo com convênio publicado no Diário Oficial do DF (DODF). [Numeralha titulo_grande=”460 mil” texto=”empresários serão beneficiados com o projeto Empreendedor Digital” esquerda_direita_centro=”centro”] Segundo o presidente da Jucis-DF, Walid Sariedine, a capital será a primeira a receber o projeto, efeito dos resultados positivos apresentados pelo órgão, como a digitalização de 100% dos serviços administrativos. “Além de facilitar a vida dos empresários, continuaremos sendo referência, pois receberemos os serviços primeiro. Graças às cobranças do governador Ibaneis Rocha, apoio do governo local e dos frutos que estamos colhendo foi possível trazer essa conquista para o DF”, destaca Walid. [Olho texto=”“Com um banco de dados rico é possível ajudar e orientar os usuários na hora de abrir um negócio”” assinatura=”Walid Sariedine, presidente da Jucis-DF” esquerda_direita_centro=”centro”] A tecnologia vai melhorar o sistema público de integração e registro mercantil – ambiente digital responsável por abertura, alteração e baixa de empreendimentos; por inscrições tributárias, representadas pela Secretaria de Economia e pela Receita Federal do Brasil; e pela análise de viabilidade e licenciamento de empresas. [Olho texto=”“No DF uma empresa de baixo risco é aberta em 24 horas. E nós estamos avançando, ainda mais, para garantir um ambiente cada vez mais favorável ao empreendedorismo”” assinatura=”Rose Rainha, diretora técnica do Sebrae” esquerda_direita_centro=”centro”] “O projeto Empreendedor Digital também é uma forma de gerar mais políticas públicas, pois teremos mais informações sobre o setor empresarial. Com um banco de dados rico é possível ajudar e orientar os usuários na hora de abrir um negócio”, observa Walid Sariedine. Emprego e renda Rose Rainha: “Temos registros de empresas no passado que levaram mais de 150 dias para serem abertas. Hoje essa realidade mudou”| Foto: Renato Alves/Agência Brasília Diretora técnica do Sebrae, Rose Rainha ressalta a importância da desburocratização para estimular novos negócios. “Temos registros de empresas no passado que levaram mais de 150 dias para serem abertas. Hoje essa realidade mudou. No DF uma empresa de baixo risco é aberta em 24 horas e nós estamos avançando, ainda mais, para garantir um ambiente cada vez mais favorável ao empreendedorismo, fomentando o emprego e renda na nossa capital”, reforça. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Presidente do Conselho Regional de Contabilidade do DF, o empresário Daniel Fernandes afirma que, quanto menos burocracia, mais a cidade se desenvolve. “O próprio dono de negócio se sente mais seguro em um local que cresce economicamente. Essa aceleração de processos é um grande avanço para o DF, pois o que os empresários mais querem é agilidade”, salienta. Empresária no ramo da contabilidade há 22 anos, Jaqueline Torres (47) elogia a parceria do governo local com o Sebrae e outras juntas comerciais. “A tecnologia, principalmente por causa da pandemia do novo coronavírus, tem facilitado a vida do empresário. Já percebemos o quanto os serviços melhoraram após a digitalização da Junta [Comercial do DF]. Com essa iniciativa facilitará ainda mais os procedimentos”, vislumbra.
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DF terá piloto de projeto nacional para abertura de empresas
O projeto Empreendedor Digital promoverá melhorias no sistema público de integração e registro mercantil, para automatizar a formalização de empresas. Foto: Divulgação/Agência Brasília O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e dez Juntas Comerciais fecharam, nesta terça-feira (1º), o modelo de trabalho do piloto do projeto Empreendedor Digital, que será implantado na Junta Comercial, Industrial e Serviços do Distrito Federal (Jucis.DF) nos próximos dias. “O DF foi escolhido para receber o programa piloto por que todos os órgão envolvidos no processo de abertura de empresas já estão integrados por meio de sistema digital, é mais fácil implementar novidades”, explicou o consultor do Sebrae, Alex Barbosa. O projeto Empreendedor Digital promoverá melhorias no sistema público de integração e registro mercantil, para automatizar a formalização de empresas. Com essas melhorias, não só a abertura como também as alterações e extinções de empresas serão feitas em segundos. Até o momento, dez Juntas Comerciais fazem parte do projeto, que posteriormente será expandido para todo o Brasil. “Estamos aqui para reiterar nosso compromisso com o DF, pois é a unidade da Federação que tem feito mais rápido as mudanças necessárias para melhorar a vida do empresariado”, afirmou a presidente da Junta Comercial do Estado do Ceará (Jucec), Carolina Monteiro, ao anunciar que a Jucis.DF será o piloto de todas as inovações do projeto. Equipe técnica Para isso, a presidente da Jucec explicou que uma equipe técnica será contratada pelo projeto para dar suporte à implantação das inovações na capital federal, o que gerará mais vagas de emprego no DF. “A Jucis.DF tem que estar preparada, pois a cada melhoria, mais instituições a procurarão para fechar parcerias”, ponderou Alex Barbosa. “Esperamos até o fim do ano já apresentar grandes produtos para o DF”. “Se hoje temos esse mérito, só podemos agradecer ao apoio e à cobrança do governador Ibaneis Rocha e a toda a equipe da Jucis.DF, em especial ao secretário-geral Maxmiliam Patriota, que desde o início deu o melhor na prestação do serviço público”, ressaltou o presidente da Jucis.DF, Walid Sariedine. Sistema de integração e registro mercantil O sistema de integração e registro mercantil reúne no ambiente digital os responsáveis pelo processo de abertura, alteração e baixa de empreendimentos, no caso a Jucis.DF; pelas inscrições tributárias, representados pelas Secretaria de Economia do DF e Receita Federal do Brasil; e pela viabilidade e licenciamento de empresas, que são as 33 administrações regionais e os órgãos licenciadores. O sistema faz parte da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim), que tem a coordenação e presidência no DF sob a responsabilidade da Junta Comercial. *Com informações da Jucis
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Junta comercial firma acordos para acelerar abertura de empresas
Com o objetivo de incentivar a geração de empregos e renda, a Junta Comercial do DF (Jucis.DF) e o Sebrae-DF firmaram acordo com o Corpo de Bombeiros para aprimorar algumas etapas na abertura de empresas. A desburocratização no processo fez dos Bombeiros o primeiro órgão de licenciamento do DF a concordar com o alinhamento das tabelas de risco com a Lei n° 13.874/2019 (lei da liberdade econômica). “Essa iniciativa da Junta Comercial é muito importante para facilitar a abertura de negócios e terá grande impacto neste momento, pois desburocratizar essa etapa de licenciamento é um grande incentivo”, afirmou o major Ricardo Costa Ulhoa, do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal (CBMDF). “Ressaltando que estamos facilitando a vida do empresário sem prejudicar nosso papel de vistoriar e zelar pela segurança de todos. ” O próximo passo será alterar a tabela de risco do CBMDF diretamente no sistema da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim), o que ocorrerá nos próximos dias. “Temos o compromisso com os setores produtivo e comercial do DF de oferecer não apenas o serviço mais rápido do Brasil, mas também o mais eficiente”, ressaltou a coordenadora de Integração da Jucis.DF, Juliana Dato. Alinhamento das tabelas de risco A legislação federal trouxe 298 atividades que, por serem consideradas de baixo risco, podem ser dispensadas de licenciamento – porém, o certificado de licenciamento continua sendo exigido com a informação da dispensa -, o que deixa mais célere o processo de abertura e alteração do registro mercantil por meio da Redesim. No DF, a coordenação e presidência do comitê gestor da Redesim cabe à Jucis.DF. Por isso, a Jucis.DF firmou convênio com o Sebrae-DF para desenvolver um trabalho de análise das tabelas de risco dos oito órgãos de licenciamento da capital federal para apresentar sugestões de quais atividades poderiam ser dispensadas dentro da realidade local sem prejudicar o trabalho de fiscalização do Estado. “Com esse alinhamento das tabelas de risco dos oito órgãos, o empresário será alertado automaticamente pelo sistema sobre as atividades dispensadas do licenciamento por serem de baixo risco, acelerando o processo”, explicou Alex Barbosa, consultor do Sebrae-DF. Desde o dia 4 de agosto, após o levantamento desses dados, representantes da Jucis.DF e do Sebrae-DF promovem encontros com os licenciadores para entregar as sugestões. Em seguida, as equipes dos órgãos avaliam as informações e a viabilidade de colocá-las em prática. O Corpo de Bombeiros foi o primeiro a apresentar a tabela alinhada com as sugestões e, nesta quarta-feira (12), foi a vez da Secretaria de Educação. Os representantes do Instituto Brasília Ambiental (Ibram); da Diretoria de Vigilância Sanitária (Divisa), da Secretaria de Saúde; da Subsecretaria do Sistema de Defesa Civil, da Secretaria de Segurança Pública (SSP); da Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri); e da Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística do Distrito Federal (DF Legal) já estão avaliando as alterações propostas. A reunião com a Polícia Civil (PCDF) está agendada para os próximos dias. * Com informações da Junta Comercial
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Junta Comercial cria Comitê Gestor de Tecnologia da Informação
Aprimorar os serviços e oferecer novos produtos são preocupações constantes da atual gestão da Junta Comercial, Industrial e Serviços do Distrito Federal (Jucis.DF). Para inovar ainda mais nos procedimentos da autarquia, foi instituído o Comitê Gestor de Tecnologia da Informação e Comunicação. A criação foi publicada no Diário Oficial do DF desta terça-feira (7). Entre as funções do comitê está a de analisar os principais investimentos na área, além de deliberar sobre políticas, diretrizes e planos relativos à Tecnologia da Informação e Comunicação e estabelecer as prioridades dos programas de forma integrada com as estratégias da Jucis.DF. “Nós temos como objetivo não sermos apenas uma autarquia de registros e alterações de empresas, por isso há meses temos um Grupo de Inovação que se reúne todos os dias e agora, com o comitê, avançaremos mais em muitas pautas de interesse dos setores produtivo e comercial do DF”, afirma o presidente da Jucis.DF, Walid Sariedine, que também presidirá a nova iniciativa. Metas e indicadores O comitê será responsável ainda por desenvolver ações estruturantes e de controle para a implantação de metas e de indicadores em conformidade com o Plano Diretor de Tecnologia da Informação (PDTI) e com a Estratégia Geral de Tecnologia da Informação do Distrito Federal (EGTI) vigente. Além disso, o colegiado fomentará parcerias com órgãos e entes públicos e privados para promover o intercâmbio de conhecimentos e de tecnologias para contribuir com o desenvolvimento da inovação da autarquia. E para não comprometer os cofres públicos, a participação no comitê não será remunerada. *Com informações da Jucis
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Junta Comercial do DF altera regra para registro de atas
A vantagem para os empresários é que poderão economizar com o investimento em certificados digitais. Foto: Divulgação Preocupada em ajudar os empresários neste momento de pandemia provocada pela Covid-19, a Junta Comercial, Industrial e Serviços do Distrito Federal (Jucis.DF), em acordo com o Departamento Nacional de Registro Empresarial e Integração (Drei), passará a registrar atas assinadas fisicamente e encaminhadas em formato PDF. A mudança atende aos interesses de várias empresas, pois só precisarão investir em um certificado digital neste momento para validar os documentos. A regra até então era que todos os sócios ou participantes de conselhos deliberativos assinassem digitalmente as atas. “A vantagem para os empresários é que poderão economizar com o investimento em certificados digitais, principalmente neste momento em que todos passamos por dificuldades econômicas”, afirmou o presidente da Jucis.DF, Walid Sariedine. O pedido pela alteração foi feito por empresários e atendido pelo presidente da autarquia distrital e pelo órgão federal. “O governador Ibaneis Rocha nos deu a missão de ajudar os setores produtivo e comercial no que pudéssemos e é isso o que temos sempre como objetivo principal”, enfatizou Sariedine. Junta 100% Digital No dia 18 de dezembro de 2019, foram lançados os serviços 100% digitais da autarquia. Desde então, empresários e contadores podem resolver todos os processos que envolvem abertura, alteração, regularização ou extinção de negócios exclusivamente pela internet. Para ter acesso a esses serviços digitais, os empreendedores precisam ter certificados digitais para assinar os documentos protocolados na Junta Comercial. Por isso, o pedido neste momento, pois algumas empresas contam com muitos sócios ou participantes em conselhos deliberativos e seria um investimento a mais agora. *Com informações da Junta Comercial
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Junta Comercial capacita servidores das 33 regiões administrativas
Treinamentos são mais uma etapa no processo de aprimoramento da abertura de empresas feito pela autarquia em parceria com as secretarias de Empreendedorismo, das Cidades e de Desenvolvimento Urbano e Habitação. A equipe da Junta Comercial, Industrial e Serviços do Distrito Federal (Jucis.DF) fez uma série de treinamentos esta semana para os servidores da área de análise das 33 administrações regionais sobre a utilização do sistema integrador para a realização da viabilidade de endereço das empresas. De terça-feira (19) a hoje (21), os servidores puderam trocar experiências e tirar dúvidas com a coordenadora de Integração, Juliana Dato, e o gerente de inovação tecnológica, Rafael Linhares, da Jucis.DF, e Roberto Machado de Oliveira, da equipe de desenvolvimento do sistema integrador. Além de dúvidas, os participantes apresentaram várias opiniões para o aprimoramento do sistema. “Com essas sugestões, vamos fazer melhorias no sistema para que nossa entrega à população seja cada dia melhor. Pois somos todos do mesmo time e com o mesmo objetivo: facilitar a vida do empresário”, ressaltou Oliveira. Aprimoramento e padronização da entrega nas administrações Uma das missões que a Jucis.DF recebeu quando veio para a gestão do governo local foi melhorar e agilizar o processo de abertura de empreendimentos na capital do País. Em menos de seis meses, todos os serviços da autarquia foram totalmente digitalizados, reduzindo o tempo de análise de, em média, um mês para menos de uma hora. Primeiro desafio cumprido, começou-se o seguinte: auxiliar no aprimoramento e padronização da entrega nas administrações. Em parceria com as secretarias executiva das Cidades, de Desenvolvimento Urbano e Habitação e agora com a de Empreendedorismo, entre fevereiro e março, uma equipe da Jucis.DF iniciou o trabalho de visitar as administrações e catalogar as dificuldades em cada região. Porém, por causa das medidas do governo do Distrito Federal para conter a disseminação do Covid-19, a reunião com a equipe da administração regional do Plano Piloto foi feita por videoconferência. Incompatibilidades na legislação territorial, indicação incorreta de endereços, preenchimento errôneo de dados no sistema e problemas de internet foram alguns dos gargalos apontados para alcançar um melhor desempenho dos setores de registro. Os treinamentos promovidos esta semana foram mais uma etapa nesse processo de aprimoramento nas administrações regionais. Sistema Integrador O sistema integrador reúne no ambiente digital os responsáveis pelo processo de abertura, alteração e baixa de empreendimentos, no caso a Jucis.DF; pelas inscrições tributárias, representados pelas Secretaria de Economia do DF e Receita Federal do Brasil; e pela viabilidade e licenciamento de empresas, que são as 33 administrações regionais e os órgãos licenciadores. O sistema integrador faz parte da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim), que tem a coordenação e presidência no DF sob a responsabilidade da Junta Comercial. * Com informações Jucis.DF
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