Biotic fecha 2025 com expansão de parcerias, IA aplicada ao governo e vitrine internacional para startups
Em 2025, o Parque Tecnológico de Brasília (Biotic) consolidou sua posição como território estratégico para inovação no Distrito Federal, reunindo governo, setor produtivo e academia em uma agenda marcada por atração de instituições, fortalecimento de negócios e avanço de iniciativas em inteligência artificial. Finalista brasileira em evento na Europa, Peptidus projetou o DF no cenário internacional | Fotos: Divulgação/Biotic Durante o ano, o Biotic ampliou sua capacidade de conexão com o mercado global ao sediar encontros entre empresas brasileiras de tecnologia e compradores internacionais, reforçando o papel do parque como ponte para novos negócios e parcerias. No campo do empreendedorismo de base tecnológica, startups residentes também ganharam destaque com soluções de impacto: a Polus avançou com tecnologias voltadas à eficiência energética, e a Peptidus projetou o DF no cenário internacional ao figurar como finalista brasileira em evento europeu, além de acumular premiações ao longo do ano. Soluções estratégicas Programas desenvolvidos pelo parque tecnológico fortalecem iniciativas voltadas à pesquisa Um dos principais marcos de 2025 foi o fortalecimento da agenda de inteligência artificial no DF. Em maio, o Governo do Distrito Federal (GDF) inaugurou o Centro Integrado de Inteligência Artificial (CIIA), iniciativa voltada à pesquisa, ao desenvolvimento de talentos e à criação de soluções em áreas estratégicas como saúde, educação e segurança. Já em agosto, o Biotic sediou a inauguração do Laboratório Multiusuário de Inteligência Artificial (LIA), estruturado para impulsionar projetos e aplicações de IA direcionadas à modernização de serviços públicos. “O Biotic está se transformando em um lugar onde inovação deixa de ser promessa e vira entrega: conexão, pesquisa aplicada e solução para desafios reais do DF” Gustavo Dias, presidente do Parque Tecnológico de Brasília Na área de ciência, tecnologia e inovação, o parque recebeu ainda a instalação de uma base do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), movimento que amplia a articulação institucional e reforça a vocação do DF para inovação aplicada e políticas públicas de CT&I. Encerrando o ano com avanços institucionais, o Biotic passou a ser reconhecido oficialmente como Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT), nos termos da Lei nº 10.973/2004, e aprovou sua política de inovação (Inova Biotic), fortalecendo a governança e as diretrizes para pesquisa, desenvolvimento e inovação no ecossistema. “O Biotic está se transformando em um lugar onde inovação deixa de ser promessa e vira entrega: conexão, pesquisa aplicada e solução para desafios reais do DF”, avalia o presidente do Parque Tecnológico, Gustavo Dias. *Com informações do Parque Tecnológico de Brasília
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Laboratório de Inteligência Artificial vai modernizar o serviço público no DF
O Distrito Federal deu mais um passo importante rumo à modernização da gestão pública. Nessa quarta-feira (6), foi inaugurado o Laboratório Multiusuário de Inteligência Artificial (LIA), no Parque Tecnológico de Brasília (Biotic). O novo espaço de pesquisa e desenvolvimento foi criado para promover soluções tecnológicas voltadas aos desafios de áreas estratégicas do governo, como saúde, educação e segurança, entre outras. Equipado com infraestrutura de alto desempenho, o LIA vai funcionar como um ambiente colaborativo para pesquisadores, servidores públicos, estudantes e startups que atuam com inteligência artificial. O Laboratório Multiusuário de Inteligência Artificial (LIA) foi inaugurado nessa quarta-feira (6), no Biotic | Foto: Divulgação/Secti-DF O LIA é o primeiro laboratório do Centro Integrado de Inteligência Artificial (CIIA-DF), projeto do Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), executado pelo Instituto Hardware BR, com apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa (FAPDF) e da Universidade do Distrito Federal (UnDF). A inauguração oficial ocorreu no BRB Lab, um dos espaços de inovação do Biotic, na Granja do Torto. Segundo o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, Marco Antônio Costa Júnior, a criação do LIA é resultado de uma visão integrada do governo. “A participação de diferentes órgãos e secretarias no projeto reflete a visão integrada do Governo do Distrito Federal para a formulação e a execução de políticas públicas”, afirmou. O Centro Integrado de Inteligência Artificial do DF é uma iniciativa pioneira para estruturar uma rede de ações que promovam o uso estratégico da inteligência artificial nos serviços públicos O presidente da FAPDF, Leonardo Reisman, destacou o impacto estratégico da iniciativa para o desenvolvimento do ecossistema de inovação local: “O Centro Integrado de Inteligência Artificial, do qual o LIA faz parte, é um marco para o nosso ecossistema, tanto do ponto de vista do arranjo institucional adotado quanto de sua contribuição para a criação de startups”. Durante a cerimônia, a secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, reforçou o papel da inteligência artificial no planejamento educacional: “Devemos sempre pensar a educação a longo prazo. Junto com os pesquisadores e bolsistas do LIA, estamos mapeando as principais demandas do nosso segmento para que as ferramentas criadas atendam tanto às necessidades do presente quanto do futuro”. A iniciativa faz parte do investimento inicial de R$ 5 milhões realizado pela Secti-DF, com fomento da FAPDF, para a implementação do Centro Integrado de Inteligência Artificial. O que é o CIIA-DF? O Centro Integrado de Inteligência Artificial do DF é uma iniciativa pioneira para estruturar uma rede de ações que promovam o uso estratégico da inteligência artificial nos serviços públicos. Lançado em maio deste ano, o projeto une governo, academia e setor produtivo para acelerar a transformação digital do Distrito Federal. [LEIA_TAMBEM]Além do LIA, o CIIA prevê a criação de polos de capacitação, parcerias com universidades e incubadoras, e apoio à criação de startups voltadas à inovação no setor público. A expectativa é que, nos dois primeiros anos, o centro viabilize mais de 50 projetos de IA, gere uma economia de mais de R$ 15 milhões aos cofres públicos e contribua para a formação de mais de 5 mil estudantes e profissionais qualificados para atuar com inteligência artificial aplicada à gestão pública. Com o LIA em operação, o DF dá início a uma nova fase em que tecnologia e inovação caminham lado a lado com as políticas públicas, levando mais eficiência e qualidade aos serviços prestados à população. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF)
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