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ORQUESTRA POPULAR MARAFREBOI

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Blocos de Carnaval e dicas culturais para a programação do fim de semana no DF

O Carnaval está chegando e a programação do fim de semana está cheia de opções para quem deseja curtir o feriado com muita animação em diferentes regiões do DF. As alternativas também contemplam dicas culturais para aprender e relaxar. Confira. Primeiro dia de folia Marcado para este sábado (1º/3), o bloco Vassourinhas de Brasília tem parceria com o Serviço de Limpeza Urbana e homenageia os garis A programação do feriado se inicia, em 1º de março, com o mais antigo bloco de frevo Vassourinhas de Brasília. A concentração do grupo será no Sesi Lab, a partir das 15h e o cortejo segue até o Setor Carnavalesco Sul, pela via S2. A folia vai contar com a energia do maestro Fabiano Medeiros à frente da Orquestra Popular Marafreboi, com cortejo repleto de frevo, maracatu, coco e ciranda e a oficina do grupo de percussão Vivendo & Batucando. Em parceria com o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), o bloco Vassourinhas de Brasília traz na linha de frente do cortejo a Ala dos Garis  como guardiã da festa. O bloco terá os papa-lixos durante o percurso e fará campanhas educativas sobre descarte correto de resíduos. Segundo dia O Bloco das Montadas terá espaço exclusivo para pessoas com deficiência | Foto: Divulgação No domingo (2/3), o Bloco das Montadas ocupa a área externa do Museu Nacional da República, a partir das 13h, com atrações como Tati Quebra Barraco, Aretuza Lovi, Romero Ferro e Ane Êoketu, além da bateria da escola de samba Capela Imperial, as DJs Ella Nasser e Patty Peronti e a Banda do Bloco das Montadas, que faz sua estreia. Um show de Carnaval composto por um elenco de drag queens é um dos destaques do bloco neste ano. O Bloco das Montadas tem um espaço exclusivo para pessoas com deficiência (PcDs), com mobilidade reduzida e cadeirantes, de modo que essa parcela do público tenha visibilidade do palco, mais conforto e autonomia. A área ocupada pela atração disponibiliza banheiros acessíveis, além de intérpretes de Libras que vão estar no palco. Serviço Bloco das Montadas 2025 → Domingo, às 13h, na área externa do Museu Nacional da República (Setor Cultural Sul). → Entrada gratuita → Informações neste link Terceiro dia O bloco Galinho de Brasília se concentra na segunda-feira, às 14h, em frente ao Museu Nacional da República O bloco Galinho de Brasília vai homenagear o ex-presidente do Brasil, Juscelino Kubitschek (JK), na segunda-feira (3/3), com bloco marcado para às 14h, na Esplanada dos Ministérios, em frente ao Museu da República. O desfile conta com trios elétricos, intérpretes de Libras, orquestras de frevo, bonecos gigantes e passistas. A estrutura da festa terá tendas de serviços, posto médico, ambulâncias, equipe de segurança e dois trios elétricos. Quarto dia Com início às 16h20, em frente à Fonte da Torre de TV, o bloco Ventoinha de Canudo anima os foliões na terça-feira (4/3) | Foto: Davi Mello Na terça-feira (4/3), a Ventoinha de Canudo realiza o 22º carnaval de rua em Brasília. Com concentração na Fonte da Torre de TV, a saída da tradicional festa carnavalesca está marcada para as 17h, com cortejo rumo à tesourinha que integra a W3 ao Eixo Monumental. A programação musical também conta com a participação do grupo de maracatu Baque Folha. O evento começa às 16h20, com uma oficina de perna de pau do Circo do Zé e segue em cortejo com pifeiros, pernaltas e brincantes convidados, entre eles, Circo Artetude e bonecos gigantes da Bagagem Cia de Bonecos. A programação é livre para todos os públicos A estrutura conta com seguranças, brigadistas, posto médico, UTI móvel e banheiros. Como medidas de acessibilidade, serão oferecidos banheiros e espaços com mediadores especializados para PcDs, dois intérpretes de Libras e uma tenda de acolhimento para mães com bebês e pessoas da melhor idade. Serviço Bloco Ventoinha de Canudo – Carnaval de 2025 → Dia: terça-feira → Hora: 16h20 às 22h → Local: concentração na Fonte da Torre de TV e cortejo nas tesourinhas da que unem a W3 ao Eixo Monumental → Entrada franca → Classificação indicativa livre → Mais informações neste link Em Samambaia Sul, o bloco Calango Alternativo invade as ruas a partir das 13h, no estacionamento do Homer Center Castelo. Com entrada gratuita, o evento terá diferentes atrações musicais, de ritmos como rock, música afro-brasileira e reggae, entre outros. A estrutura do evento conta com palco, segurança, banheiros químicos e áreas de descanso. Confira aqui toda a programação dos blocos. Dicas culturais Espaço Cultural Renato Russo terá aulas de teatro, circo e balé fitness, entre outras opções | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília De março a junho, o Instituto Janelas da Arte, Cidadania e Sustentabilidade oferece programação de cursos de formação em arte e cultura. As aulas serão ministradas no Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul, e no Instituto No Setor, localizado no Setor Comercial Sul (SCS). Entre os cursos oferecidos, destacam-se o de violão básico e balé fitness, que já estão com inscrições abertas pelo perfil no Instagram do instituto. As vagas são gratuitas e limitadas. Serviço Cronograma das aulas – Espaço Cultural Renato Russo – 508 Sul Balé Fitness (40h) – 12/3 a 5/6 Violão (40h) – 11/3 a 5/06 Teatro (40h) – 1/4 a 5/6 Circo (40h) – 2/4 a 4/6 Aquarela (20h) – 3/4 a 5/6 Libras para Teatro (20h) – 22/4 a 3/6 Audiodescrição (20h) – 20/5 a 8/6 – Instituto No Setor Roadie (20h) – 6/5 a 5/6 Áudio básico para técnicos (20h) – 6/5 a 5/6 Memorial dos Povos Indígenas oferece exposições que celebram a diversidade cultural e a riqueza da arte dos povos originários | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Com duas exposições em destaque, o Memorial dos Povos Indígenas celebra a diversidade cultural e a riqueza artística dos povos originários do Brasil. Idealizada pela artista indígena Bárbara Rehkayie Kaxuyana, a exposição Imenu: Arte Visual Kaxuyana e Tiriyó apresenta 30 pinturas que retratam grafismos e desenhos tradicionais dos povos Kaxuyana e Tiriyó, habitantes das terras indígenas no Parque do Tumucumaque, no norte  do Pará, próximo à fronteira com Suriname, da bacia do rio Trombetas. Já a exposição Sarã, ãbakoháy ~ug hãhãw: Raízes, Memórias e Território, assinada por Uakyrê Pankararu Braz, apresenta 20 obras que refletem a espiritualidade, as memórias e a relação com o território dos povos Pankararu e Pataxó localizados na Aldeia Cinta Vermelha Jundiba, Vale do Jequitinhonha – Minas Gerais. O título, em língua patxohã, remete a raízes, memórias e territórios. As mostras fazem parte do edital de incentivo promovido pela gestão do projeto educativo da ONG Amigos da Vida, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), e ficarão abertas ao público até  23 de março. Serviço Memorial dos Povos Indígenas (Zona Cívico-Administrativa, em frente ao Memorial JK) → Funcionamento: De terça-feira a domingo, de 09h às 17h → Informações neste link → Acesso: gratuito.  

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Vassourinhas de Brasília leva cultura nordestina à W3 Sul

O Vassourinhas voltou a desfilar suas cores por Brasília. Depois de 33 anos longe das ruas, o bloco animou a W3 Sul na tarde deste domingo (19) levando frevo, maracatu, coco e ciranda para foliões de todas as idades. Quem deu o tom da celebração à cultura nordestina foi a Orquestra Popular Marafreboi. Fundado em 1967, o bloquinho é cria da saudade de pioneiros pernambucanos. E teve nos tradicionais Vassourinhas de Recife, Olinda e Rio de Janeiro a inspiração necessária para desfilar por 23 anos ininterruptos. Um dos organizadores da festa, o maestro Fabiano Medeiros se emociona ao falar da retomada do bloco. “Brasília é um mosaico cultural. Temos grandes representações sonoras do frevo e do maracatu na região, mas sentimos que ainda era insuficiente”, avaliou. “Estamos falando de um dos poucos gêneros musicais tombados pelo Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, não é pouca coisa.” O maestro Fabiano Medeiros ficou emocionado com o retorno do bloco | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília A retomada do Vassourinhas de Brasília só foi possível graças a um financiamento do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), no valor de R$ 20 mil. O bloco ainda contou com o apoio da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), que levou uma tenda do programa Mão na Massa ao evento. No espaço, o folião era convidado a aprender sobre o funcionamento do sistema de águas pluviais e sobre os impactos do descarte irregular de lixo. “Essa conscientização é fundamental para evitar entupimento de bueiros, alagamentos e transtornos de uma forma geral” declarou o presidente da companhia, Fernando Leite. Além do trabalho educativo, a tenda da Novacap também presenteou a comunidade com copinhos de água mineral e a doação de 100 mudas de flores. A estudante Beatriz Ramalho, 26 anos, não pensou duas vezes ao pegar um vasinho para enfeitar sua casa. Só que a plantinha terá que me acompanhar na folia até a hora de ir embora”, observou. “É uma iniciativa muito legal, uma delicadeza com a população”. Depois de 33 anos, o Vassourinhas voltou às ruas com o tradicional frevo pernambucano Reconhecimento Um grupo de foliões chamou a atenção no Vassourinhas de Brasília. Vestidos de verde e laranja, cerca de 100 garis do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) desfilaram no bloco. “Receber um convite para participar dessa retomada, depois de tantos anos, nos enche de orgulho”, comentou o diretor-presidente do SLU, Silvio Vieira. “Realmente o carnaval deste ano está tendo muita representatividade para nós, dentro e fora da avenida”. Com acessórios e maquiagem caprichada, a gari Eleosina Dias era só alegria. A mulher de 57 anos trabalha limpando as ruas há dez anos. E nunca havia desfilado em um bloco de carnaval. “Foi uma experiência gratificante. É o reconhecimento do nosso trabalho, tão importante para a cidade”, disso. “E, como piauiense, estou duplamente feliz por poder celebrar minha raiz nordestina”. Piauiense, a gari Eleosina Dias considerou gratificante o reconhecimento de seu trabalho Os profissionais do SLU tem atuado, durante o Carnaval, na campanha Folião Cidadão Não Joga Lixo no Chão. A ação está focada na conscientização da comunidade sobre o correto descarte do lixo. Um papa-recicláveis foi levado ao Vassourinhas de Brasília para receber latinhas, garrafas PET, papéis e papelões – outros 47 equipamentos iguais estão distribuídos em pontos estratégicos do Distrito Federal. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Memória cultural A presença pernambucana no Vassourinhas de Brasília era evidente entre o público que encheu o trecho localizado na altura da 507 Sul. Entre bandeiras do estado nordestino e sombrinhas de frevo, famílias completas aproveitaram a festa para dançar, cantar e celebrar a cultura musical da região. O professor José Paulo Costa mora na capital federal há 19 anos. Mas faz questão de aproximar os filhos brasilienses, um com 4 e outro com 8 anos, de suas raízes nordestinas. “Eles sabem dançar o frevo, conhecem as músicas de cor… E está sendo ótimo poder mostrar a cultura pernambucana para eles assim, ao vivo, em uma festa tão democrática”, apontou. O Carnaval oficial do Distrito Federal recebeu cerca de R$ 12 milhões de investimento – foram R$ 5 milhões de recursos do FAC e R$ 2,8 milhões proveniente de emendas parlamentares. São esperadas mais de 1,5 milhão de pessoas em algum dos mais de 100 blocos autorizados a desfilar pelo DF.

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Museu da Memória Candanga recebe Orquestra Marafreboi

Gravação do DVD teve museu da Secretaria de Cultura como cenário | Foto: Marina Gadelha / Secec Sem público, mas com a presença marcante do maracatu, frevo e boi-bumbá. Foi assim que o Museu Vivo da Memória Candanga (MVMC) recebeu, neste sábado (5), a gravação do primeiro DVD da Orquestra Popular Marafreboi. O equipamento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) seguiu todos os critérios de segurança sanitária, mantendo distanciamento social, para promover o evento que representa manifestações culturais tradicionais de Pernambuco. Pernambucano de Serra Talhada, o secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues prestigiou a ação. “Estamos passando por uma fase jamais imaginável, com essa pandemia. Tenho muito orgulho não só dos artistas do movimento cultural, mas também da nossa equipe, que está fazendo de tudo para manter a cultura viva”, disse o titular da pasta, à caráter com a blusa do grupo musical. [Olho texto=”Gostaria de parabenizar a Secretara de Cultura pela realização do DVD da Orquestra Marafreboi, que continua trabalhando pela música brasileira” assinatura=”Mestre Formiga” esquerda_direita_centro=””] Reconhecida por ser a única orquestra do Centro-Oeste com foco nas matrizes musicais da cultura popular, a Orquestra Popular Marafreboi, criada em 2007, pelo Maestro pernambucano Fabiano Medeiros, movimenta, desde então, o calendário carnavalesco da cidade e diverte foliões por onde passa com seus ritmos: maracatu, ciranda, caboclinho, xote, baião e muito frevo.  “Esse é um projeto de salvaguarda da memória dos povos que vieram construir a capital, porque tocamos música genuinamente brasileira. Sem o apoio da Secretaria e do Museu Vivo, que recebeu primeiramente toda essa gente, não conseguiríamos avançar”, agradeceu o líder do grupo. Primeiro DVD da Orquestra Popular Mafreboi foi gravado no Museu Vivo da Memória Candanga e com apoio da Secretaria de Culltura do DF | Fotos: Marina Gadelha / Secec A gravação do DVD O projeto foi realizado e produzido pelo Beco da Coruja Produções e Instituto Janelas da Arte, Cidadania e Sustentabilidade, e contou com recursos do edital FAC Regionalizado, do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal. “É uma honra ter conseguido gravar esse DVD, com o apoio do FAC, da Secretaria de Cultura e do Museu Vivo da Memória Candanga, num ano tão diferente. É um projeto que fortalece a cultura popular e vem pra coroar essa trajetória de 12 anos da orquestra”, testemunha, com alegria, a produtora Lorena Oliveira, que já realizou turnês e festivais com o grupo. Com lançamento previsto para fevereiro de 2021, durante o período de carnaval, o DVD composto por doze faixas contará, para além dos dezoito músicos profissionais e dez bailarinos que compõem a Orquestra, com a participação de convidados especiais. É o caso do Maestro Ademir Araújo, popularmente conhecido como Mestre Formiga. “Gostaria de parabenizar a Secretara de Cultura pela realização do DVD da Orquestra Marafreboi, que continua trabalhando pela música brasileira. Que outros projetos como esse surjam em Brasília, promovendo a educação musical. Estamos precisando muito disso”, alegou o mestre, grande referência da cultura pernambucana. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Participaram também as cantoras Cristiane Visentin (MG) e Sàh Santos (GO), e do cantor Ed Carlos, outro pernambucano que veio especialmente para a gravação. “A Orquestra Marafreboi faz parte da minha história. Estou sempre com eles nos eventos, nas ações pernambucanas. Esse projeto só celebra ainda mais a nossa música, o nosso frevo, a nossa vida” disse o cantor, que está no Guinness Book como o maior intérprete de frevo do Brasil. Igualmente pernambucano, da capital Recife, o Secretário-Executivo da Secec, Carlos Alberto Junior, também acompanhou o evento. Feliz em poder oferecer a gravação no MVMC e, assim, continuar fomentando a cultura local, ele parabenizou a manifestação cultural de seu estado. “Esse projeto do FAC celebra a multiplicidade da cultura do DF, da qual a Marafreboi é um dos ícones”, festejou. Museu Vivo da Memória Candanga Dedicado a manter viva a tradição e cultura trazidas pelos candangos na construção de Brasília, o Museu Vivo da Memória Candanga foi inaugurado no dia 26 de abril de 1990. Instalado nas dependências do extinto Hospital Juscelino Kubitschek de Oliveira, o espaço conta com um acervo composto tanto pelas edificações históricas quanto pelos objetos de uso cotidiano dos candangos. Localizado entre o Núcleo Bandeirante e Candangolândia, o Museu Vivo é composto por uma alameda de casas de madeira coloridas, que remete a uma cidade do interior, e um bosque de árvores frutíferas que aconchega o visitante protegendo-o do sol, do descampado e do concreto da cidade. Os objetos, fotos e curiosidades sobre a construção de Brasília foram organizados na exposição permanente “Poeira, Lona e Concreto”, que narra a história de Brasília desde sua construção até sua inauguração, em 1960. Serviço Sexta-feira a Domingo, das 10h às 16h00 (provisoriamente, enquanto durar a pandemia). Lote D Setor Juscelino Kubistchek, CEP: 71739-020 Núcleo Bandeirante, Brasília-DF. Telefone: (61) 3301-6641<tel:(61)%203301-6641>, para dúvidas. E-mail: mvmc@cultura.df.gov.br Site: www.cultura.df.gov.br/mvmc/<http://www.cultura.df.gov.br/mvmc/> Facebook: Museu Vivo da Memória Candanga Instagram: @museuvivodamemoriacandanga Acessibilidade: Rampas de acesso para cadeirantes. Maquete com sons em 3 línguas. Estacionamento: Gratuito. Como chegar: Todas as linhas de transporte que percorrem a EPNB sentido EPIA. *Com informações da Secec

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