Governadora inaugura obras de infraestrutura no Sol Nascente
O Governo do Distrito Federal (GDF) entregou, nesta quarta-feira (24), obras de infraestrutura no Sol Nascente/Pôr do Sol, em áreas do Trecho 1 e dos lotes 1 e 2 do Trecho 3. Com investimento de R$ 215 milhões, as intervenções incluem redes de drenagem, pavimentação asfáltica, blocos intertravados e calçadas. Obras fazem parte do pacote de urbanização da região administrativa, que foca o bem-estar dos moradores | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A entrega teve a participação da governadora Celina Leão e ocorreu no Trecho 3, em frente à Igreja Redenção. Os serviços integram as frentes de urbanização da região administrativa e buscam reduzir transtornos com lama, poeira e alagamentos, além de melhorar a circulação de moradores, pedestres e motoristas. “Com essa finalização, faltam apenas duas ruas para que possamos entregar 100% do Sol Nascente com toda a infraestrutura urbanizada e organizada”, ressaltou a governadora Celina Leão “São três trechos que estão sendo finalizados hoje”, enumerou a chefe do Executivo. “Com essa finalização, faltam apenas duas ruas para que possamos entregar 100% do Sol Nascente com toda a infraestrutura urbanizada e organizada. Hoje a cidade está totalmente transformada. Temos restaurante comunitário, faculdade, Agência do Trabalhador e a Casa da Mulher Brasileira.” No momento em que assinou a entrega das obras, Celina Leão também autorizou a construção de uma ciclovia na região. O anúncio foi feito após um pedido de um morador durante o evento. “Está autorizado”, afirmou. “Você vai organizar, e nós vamos fazer. Vai sair. Começa semana que vem”. Obras concluídas No Trecho 1 e em parte do Trecho 3, as intervenções receberam investimento de R$ 80 milhões. O pacote resultou na instalação de 7.185 metros de redes de drenagem, 44.777 metros quadrados de asfalto, 88.517 metros quadrados de blocos intertravados e 77.148 metros quadrados de calçadas. No Trecho 3, o Lote 1 recebeu aporte de R$ 75 milhões. Nessa frente, foram instalados 7.264 metros de redes de drenagem, 57.003 metros quadrados de asfalto, 124.600 metros quadrados de blocos intertravados e 110.000 metros quadrados de calçadas. O Lote 2, também voltado para obras de infraestrutura na região, teve investimento de R$ 60 milhões. O secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro, comemora: “O Sol Nascente já foi considerado a maior favela do Brasil. Hoje é uma cidade urbanizada, com drenagem e sem problemas de enchentes” [LEIA_TAMBEM]Segundo o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro, as entregas fazem parte do processo de urbanização da região. “Já foram investidos quase R$ 600 milhões no Sol Nascente para levar infraestrutura à cidade”, contabiliza. “Hoje estamos entregando obras no Trecho 3, mas também já concluímos intervenções no Trecho 1 e em outras áreas que haviam ficado de fora”. O secretário também falou sobre os impactos das obras para a população: “O Sol Nascente já foi considerado a maior favela do Brasil. Hoje é uma cidade urbanizada, com drenagem e sem problemas de enchentes. Temos rodoviária, Casa da Mulher Brasileira, Centro Olímpico, escolas e diversos outros equipamentos públicos”. Infraestrutura urbana O comerciante Robério Júnior tem boas expectativas: “Eu vejo a possibilidade de crescer junto com a cidade, aumentar o tamanho da loja e a quantidade de funcionários” Criado como região administrativa em 2019, o Sol Nascente/Pôr do Sol concentra mais de 95 mil moradores. Entre eles está a diarista Marlete Geralda de Brito, de 60 anos. Hoje, com a rua pavimentada, ela comemora a mudança: “Antes era só lama e poeira. Na minha casa entrou água duas vezes. Agora ficou tudo arrumadinho”. As melhorias também beneficiaram o comércio local. Dono de uma papelaria, o empresário Robério Júnior, 62, diz que o novo asfalto e os estacionamentos facilitaram o acesso dos clientes. “É uma cidade nova que está crescendo”, observa. “Eu vejo a possibilidade de crescer junto com a cidade, aumentar o tamanho da loja e a quantidade de funcionários. Você faz um investimento, e o governo vem junto com as obras. Esta semana, terminaram a drenagem aqui na frente da loja. Achei sensacional, principalmente porque o período de chuvas está chegando”.
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Operação Ad Sumus reforça a segurança em Ceilândia, Sol Nascente e Brazlândia
Nesta quinta-feira (14), 4º Comando de Policiamento Regional (4º CPR) da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) lançou a Operação Ad Sumus, que reforça o policiamento ostensivo nas regiões de Ceilândia, Sol Nascente/Pôr do Sol e Brazlândia. Operação reúne representantes de diversos órgãos de segurança do DF | Foto: Divulgação/PMDF A ação, que ocorre até este sábado (16), mobiliza equipes do 8º, 10º e 16º batalhões da PMDF, além de unidades especializadas da corporação, como o Grupo Tático Operacional (Gtop). As equipes atuarão em patrulhamento ostensivo, fiscalização de trânsito, abordagens preventivas e apoio operacional, ampliando a segurança da população. [LEIA_TAMBEM]A solenidade contou com a presença de equipes especializadas da PMDF, administradores regionais e representantes das forças de segurança pública do Distrito Federal, reforçando a atuação integrada entre os órgãos. “É uma forma de trabalho integrada, e com certeza os resultados serão positivos para a segurança da nossa comunidade”, enfatizou o comandante do 10º BPM, coronel Lins. Apoiam a operação o Corpo de Bombeiros (CBMDF), a Polícia Civil (PCDF), o Departamento de Trânsito (Detran-DF), o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), conselhos comunitários de segurança (Consegs), lideranças comunitárias e demais associações representativas. *Com informações da Polícia Militar do DF e da Administração Regional do Sol Nascente/Pôr do Sol
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Mutirão transforma antigo lixão em local de lazer no Sol Nascente
Por iniciativa da Administração Regional do Sol Nascente/Pôr do Sol, em parceria com diversos órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), uma área anteriormente degradada foi reformada e entregue à comunidade. O projeto, realizado sem custos diretos para os cofres públicos, transformou um antigo ponto de descarte irregular de lixo em um espaço destinado ao esporte e à convivência. O mutirão solidário recuperou um espaço de aproximadamente 2,5 mil m², localizado entre as chácaras 100, 157 e a quadra 100, no Trecho I do Sol Nascente. A ação, iniciada há cerca de dois meses, foi desenvolvida de forma integrada entre a equipe da Diretoria de Obras da administração regional e as demais equipes em diversas frentes. - Acolhimento e fiscalização: a Sedes e o DF Legal realizaram a abordagem e o encaminhamento de pessoas em situação de rua que ocupavam o local. - Limpeza e infraestrutura: o SLU e o Polo Oeste II executaram a limpeza pesada e o nivelamento do terreno. - Paisagismo: a Novacap cedeu mudas de árvores nativas para o plantio no Entorno. - Esporte: a Caesb doou cinco caminhões de areia para a construção de duas quadras de futebol, enquanto o DER forneceu as traves. A ação, iniciada há cerca de dois meses, foi desenvolvida de forma integrada entre a equipe da Diretoria de Obras da administração regional e as demais equipes em diversas frentes | Foto: Divulgação/Administração Regional do Sol Nascente/Pôr do Sol A administradora regional interina Michelle Estevam visitou o local nesta segunda-feira (13) e destacou a importância da mobilização intersetorial. "Essa área era um local sujo e abandonado. É com muita alegria que entregamos à população uma obra feita com união e esforço coletivo. Está provado, mais uma vez, que, na administração pública, a parceria e a criatividade são fundamentais", afirmou Michelle. Para os moradores, a mudança vai além da estética. "Isso aqui era um nojo e, dependendo do horário, era até perigoso passar. Agora, a garotada vai fazer a festa", comemorou a moradora Adriana Silva. Ela aproveitou para sugerir o próximo passo: "Só falta a CEB dar uma mãozinha com a iluminação para ficar nota dez." Próximos passos O trabalho no local não para por aqui. A administração regional já planeja a construção de uma quadra de vôlei de areia no mesmo espaço, reforçando o compromisso com o bem-estar e a saúde dos moradores da região. *Com informações da Administração Regional do Sol Nascente/Pôr do Sol
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Criação de quatro novas RAs em sete anos levou infraestrutura, serviços e dignidade a mais de 200 mil brasilienses
Filha de pais analfabetos, Margarida Minervina, 53 anos, saiu de São Julião — cidade piauiense com pouco mais de 6 mil habitantes, 400 km distante da capital, Teresina — para, segundo ela, “romper o ciclo do analfabetismo”. No Distrito Federal, ela não só conseguiu, como foi responsável por ajudar na educação de mais de 2,5 mil crianças e adolescentes, por meio da Associação Despertar Sabedoria no Sol Nascente. Mas o caminho não foi fácil. Em 2001, quando chegou à área onde iniciou o projeto, a pedagoga encontrou um cenário parecido ao que deixou para trás. “Todo mundo dizia que a gente era louco de estar nesse lugar que só tinha mato e muriçoca. Não tinha água, não tinha luz. O primeiro dia que eu dormi aqui com meus três filhos, a gente se embrulhou no lençol e deixou só o olho de fora, senão os pernilongos carregavam”, lembra. Passados 25 anos, o Sol Nascente/Pôr do Sol, hoje, tem administração regional própria. Com isso, as mudanças foram tão significativas quanto as que Margarida viveu e as que propiciou aos estudantes assistidos pelo projeto. “A diferença é muito grande. Você tem asfalto, tem rede de internet, pode escolher qual internet vai colocar, tem água, tem luz, tem uma infraestrutura, você vê a diferença. Você pode sair da sua casa, ir caminhando pegar um ônibus e não chegar com o tênis todo cheio de lama”, relata. “Tenho muito orgulho de dizer que sou moradora do Sol Nascente. Vivo aqui há 25 anos e nunca deixei de dizer que amo a minha cidade e que agradeço cada momento que passei aqui e cada infraestrutura que chegou: cada poste, cada pedaço de asfalto, cada escola”, acrescenta. Moradora do Sol Nascente há 25 anos, Margarida Minervina se surpreende com a transformação da região administrativa: "Você tem asfalto, tem rede de internet, pode escolher qual internet vai colocar, tem água, tem luz, tem uma infraestrutura, você vê a diferença" | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Investimentos De 2019 para cá, o DF ganhou quatro novas regiões administrativas. O Sol Nascente/Pôr do Sol foi a primeira, em 14 de agosto de 2019. Pouco mais de um mês depois, foi a vez de Arniqueira, em 1º de outubro do mesmo ano. Em 21 de dezembro de 2022, vieram as outras duas: Arapoanga e Água Quente. Para que essas áreas pudessem ganhar administrações regionais próprias, foram feitos estudos sobre a situação legal dos terrenos, a distância para o centro da região a que elas estavam originalmente ligadas e o tamanho da população residente. Atualmente, as quatro somam, segundo estimativas, 213.402 moradores, sendo 30 mil em Água Quente, 47.336 em Arapoanga, 45 mil em Arniqueira, e 91.066 no Sol Nascente/Pôr do Sol. O Distrito Federal ganhou quatro novas regiões administrativas nos últimos sete anos: Sol Nascente/Pôr do Sol, Arniqueira, Arapoanga e Água Quente| Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Com a oficialização como RA, vêm os investimentos. Ao todo, as novas regiões receberam mais de R$ 568 milhões destinados a obras e serviços já concluídos ou em andamento. Dos mais simples — como reforma de praças e instalação de luminárias e pontos de ônibus — aos mais complexos — pavimentação de vias, construção de calçadas e de redes para escoamento de água da chuva, e criação de unidades de saúde, delegacias, escolas e creches. Só para citar alguns exemplos, o Sol Nascente/Pôr do Sol ganhou uma rodoviária. Estão em andamento as construções de um Centro Educacional (CED) na Colônia Agrícola Vereda Grande, em Arniqueira, e de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em Água Quente. E Arapoanga, em breve, terá um Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi), que está em fase de licitação. "Você faz um perfil de toda a comunidade que está ali, levanta todas as necessidades e faz um planejamento urbanístico, como uma cidade nova, para atender às necessidades daquela população de uma maneira mais próxima. O serviço público tem que chegar a ela com mais rapidez, com mais condições de atender essas pessoas dentro das suas necessidades. Elas precisam ter condição de ir e vir, de estudar, de ter saúde, de ter uma assistência social, de ter mais segurança, bem como um desenvolvimento econômico para que o emprego também seja gerado ali naquele local, para diminuir a mobilidade urbana", aponta o ex-secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo. José Humberto Pires de Araújo: "Você faz um perfil de toda a comunidade que está ali, levanta todas as necessidades e faz um planejamento urbanístico, como uma cidade nova, para atender às necessidades daquela população" | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Proximidade Além de colocar os serviços mais próximos do cidadão, a criação de uma administração regional, na avaliação do ex-secretário, abre mais um canal de comunicação dos moradores com o governo. “Você coloca ali uma estrutura de pessoas com condições de pensar a cidade. À medida que você coloca uma sede de uma administração e dota ela de profissionais para poder pensar a cidade, para planejar a cidade, a população incorpora isso como uma coisa muito positiva, porque ela tem onde conversar, para onde recorrer, para onde fluir com as suas demandas e vice-versa. Então esse é um aspecto extremamente relevante.” E essa é exatamente a sensação da agente de saúde Francisca Maria de Almeida, 63. Como ela mesmo define, quando chegou à área que depois viria a ser Água Quente, há 28 anos, "não tinha praticamente nada" e os moradores eram dependentes do Recanto das Emas, cujo centro está a mais de 20 km da região: "A gente era o quintal de lá". Francisca Maria de Almeida, moradora de Água Quente: "Agora o governo sabe que a gente existe. Que nós estamos aqui, que somos uma cidade. E isso é a melhor coisa" | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Com o tempo — e a oficialização como região administrativa —, vieram os serviços públicos e a infraestrutura de uma cidade. "Mudou tanta coisa que você nem imagina. Nós não tínhamos sinalização, hoje em dia temos em cada quadra. O SLU [Serviço de Limpeza Urbana] está direto aqui, tem as creches, colégio, tem ônibus e iluminação em local que não tinha", elenca. Mas o principal para dona Francisca é um ponto que resume — e por si só justifica — a necessidade da criação de uma região administrativa: "Agora o governo sabe que a gente existe. Que nós estamos aqui, que somos uma cidade. E isso é a melhor coisa".
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Operação Despedida intensifica policiamento em Ceilândia, Sol Nascente, Pôr do Sol e Brazlândia
A Polícia Militar do Distrito Federal deflagrou nesta terça-feira (10) a operação Despedida, que reforça a segurança pública e o combate à criminalidade nas regiões de Ceilândia, Sol Nascente, Pôr do Sol e Brazlândia. O nome da operação marca o encerramento da trajetória profissional do coronel Escobar, do 4º Comando de Policiamento Regional (4º CPR), que se despede do serviço ativo rumo à reserva remunerada. Corporação a postos: operação Despedida reforça abordagens e segurança em pontos estratégicos | Foto: Divulgação/PMDF A operação mobiliza diversas unidades para intensificar patrulhamentos, abordagens e a presença policial em pontos estratégicos da área do 4º CPR, visando reduzir índices criminais e aumentar a percepção de segurança da população de Ceilândia, Sol Nascente, Pôr do Sol e Brazlândia. [LEIA_TAMBEM]O desfecho da operação coincide com um momento histórico para a corporação. O coronel Escobar encerra um ciclo de 33 anos de dedicação exclusiva à PMDF. Reconhecido pela liderança técnica e pela proximidade com a tropa e a comunidade, o oficial deixa o comando do 4º CPR com resultados expressivos na redução da criminalidade local. Em reconhecimento à sua trajetória, o chefe do Departamento Operacional (DOP), coronel Wesley, declarou: “O profissionalismo e a dedicação do coronel Escobar ao longo de três décadas foram fundamentais para a nossa instituição. Ele combateu o bom combate em prol da comunidade do Distrito Federal, sendo um exemplo de integridade e compromisso com o dever”. *Com informações da Polícia Militar do DF
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Pediatria do Hospital Regional de Ceilândia é reformada
O setor pediátrico do Hospital Regional de Ceilândia (HRC) foi completamente reformado. O objetivo é oferecer mais conforto aos pacientes e suas famílias, assim como melhores condições de trabalho para os servidores da unidade. Com um investimento de mais de R$ 434 mil, as adequações foram concluídas em cerca de seis meses. Com desenhos nas paredes, novas enfermarias oferecem mais conforto e ambiente convidativo | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF “Quando um ambiente é organizado e tem um fluxo que funciona, as equipes conseguem desempenhar um trabalho mais eficiente” Adeane Azevedo Costa, supervisora do Pronto-Socorro de Enfermagem e da Internação Pediátrica do HRC As mudanças podem ser percebidas na troca das luminárias, na instalação de aparelhos de ar-condicionado, no espaço para novos leitos e no piso. Também passaram por adequações a brinquedoteca, as salas de nebulização, de vacina e de medicação, os banheiros e os espaços voltados à equipe, como a Sala de Enfermagem. Enfermaria mais alegre Já nas enfermarias, as crianças agora são atendidas em um ambiente mais convidativo, rodeado por figuras lúdicas. Também foram adquiridos equipamentos importantes, como eletrocardiogramas e aparelhos de ultrassom novos, além de mesas, camas e cadeiras. "A revitalização no setor é um investimento direto na saúde e no bem-estar das nossas crianças”, avalia o diretor do HRC, Fabrício Paz. “Um espaço acolhedor, seguro e adequado contribui não apenas para a recuperação clínica, mas também para o conforto emocional dos pacientes e de suas famílias.” De acordo com a supervisora do Pronto-Socorro de Enfermagem e da Internação Pediátrica do HRC, Adeane Azevedo Costa, as melhorias impactaram diretamente a assistência. “Quando um ambiente é organizado e tem um fluxo que funciona, as equipes conseguem desempenhar um trabalho mais eficiente”, enfatiza. Atendimento no DF e Entorno [LEIA_TAMBEM]O HRC é referência para a população de Ceilândia, Brazlândia, Sol Nascente e Pôr do Sol. Além disso, atende moradores do Entorno do Distrito Federal, como Águas Lindas (GO) e Santo Antônio do Descoberto (GO). A unidade hospitalar conta com serviços de referência, como o de pediatria, que possui capacidade para internar até 23 crianças, sempre com acompanhante. Em 2024, o setor registrou 5,7 mil internações de pacientes de até 14 anos. Já o pronto-socorro pediátrico tem 15 leitos, sendo quatro para pacientes graves e um de isolamento. *Com informações da Secretaria de Saúde
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GDF reabre licitação que vai viabilizar maior projeto de infraestrutura do Pôr do Sol
O Governo do Distrito Federal (GDF) republicou, nesta sexta-feira (12), o edital de licitação para as obras do Lote 1 do Pôr do Sol. A iniciativa retoma o processo iniciado em julho, que havia sido suspenso pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) para adequações técnicas e normativas ao projeto original. Após revisão e nova análise do órgão de controle, o certame foi liberado, e o edital, republicado. A republicação permite dar prosseguimento à contratação da empresa responsável pelo Lote 1, abrindo caminho para o início das obras. O investimento inicial previsto é de R$ 86,5 milhões para a implantação de infraestrutura urbana completa, incluindo pavimentação, meios-fios, calçadas, sinalização horizontal e vertical, galerias de águas pluviais, bacias de detenção e dispositivos dissipadores. Após passar por adequações técnicas e normativas, a licitação para as obras de infraestrutura do Lote 1 do Pôr do Sol foi reaberta | Foto: Divulgação/SODF “O GDF está empenhado e comprometido em executar as obras e melhorar a vida das pessoas que residem e trabalham no Pôr do Sol. O processo licitatório leva de 120 a 180 dias para ser concluído. Os recursos para a obra estão garantidos, e nossa previsão de início é para o próximo período de estiagem”, detalha o secretário de Obras do DF, Valter Casimiro. [LEIA_TAMBEM]Casimiro esclarece que o edital para a contratação da empresa responsável pela execução das obras do Lote 2 tem publicação prevista para janeiro do ano que vem. “Na semana passada, em reunião com líderes comunitários da região, destaquei que nossa meta é iniciar as obras dos dois lotes em 2026. Não mediremos esforços para iniciar as obras o quanto antes”, pontuou. A obra será executada em dois lotes. No total, o projeto prevê a pavimentação de 150 vias urbanas, o que representa 27 quilômetros. Além disso, o conjunto de intervenções inclui 22 quilômetros de redes de drenagem pluvial, cinco quilômetros de ciclovias e a construção de 93 mil m² de calçadas em concreto, oferecendo mais segurança e acessibilidade para pedestres e ciclistas. *Com informações da Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF)
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Obras no Sol Nascente avançam com conclusão da drenagem e pavimentação
O Governo do Distrito Federal (GDF) tem avançado dia a dia com as obras no Sol Nascente. Além de já terem sido finalizados os serviços de drenagem nos trechos 1, 2 e 3, estão na reta final os trabalhos de pavimentação nas ruas que cortam a cidade onde moram mais de 100 mil habitantes. O futuro da região administrativa começou a mudar em 2019, somando um investimento de aproximadamente R$ 630 milhões em diversas obras que vão desde infraestrutura até construção de equipamentos públicos e espaços de lazer. Drenagem, pavimentação e conclusão de calçadas já contemplaram vários setores da cidade | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília “Basta andar pelas ruas para ver a qualidade do trabalho que nós estamos fazendo na cidade. Aqui existem cidades sendo construídas com infraestrutura e serviços públicos para atender e dar dignidade à população” Governador Ibaneis Rocha Atualmente, o GDF, por meio da Secretaria de Obras (SODF), executa a pavimentação dos condomínios Madureira, no Trecho 1, e Gênesis, no Trecho 3, ambas em blocos intertravados. “O Sol Nascente de hoje é outro”, afirma o governador Ibaneis Rocha. “Basta andar pelas ruas para ver a qualidade do trabalho que nós estamos fazendo na cidade. Até dezembro, vamos concluir todas as obras de infraestrutura, garantindo equipamentos públicos de qualidade e acabando com o estigma de que existem favelas abandonadas em Brasília. Aqui existem cidades sendo construídas com infraestrutura e serviços públicos para atender e dar dignidade à população.” O secretário de Obras, Valter Casimiro, reforça: “A infraestrutura do Sol Nascente está praticamente pronta, e a realidade da região neste período chuvoso será completamente diferente. Investimos pesado para levar dignidade e segurança aos moradores, com drenagem e pavimentação de qualidade. Essa sempre foi a prioridade deste governo: levar infraestrutura a quem mais precisa. E não vamos parar por aqui — outras regiões, como o Pôr do Sol, também serão contempladas com obras que transformam a vida das pessoas”. Um novo Sol Nascente O Centro de Referência da Mulher Brasileira destaca-se entre as obras entregues por esta gestão do DF | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Além das obras de infraestrutura em andamento nos três trechos da região administrativa, foram entregues por esta gestão um restaurante comunitário, a rodoviária, uma escola (Escola Classe JK), creches (Cepi Jandaia, no Pôr do Sol, e Cepi Sarah Kubitschek, no Sol Nascente) e campo de futebol society. A cidade também ganhou um Centro de Referência da Mulher Brasileira e terá uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), do porte 3, um campus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília (IFB), bem como uma sede definitiva para a administração regional. “Aqui nós temos uma outra realidade. O que temos hoje é um sonho realizado. Nosso Sol Nascente era considerado a maior favela do mundo e hoje não é nada disso: temos equipamentos públicos, asfalto, água e iluminação” Edson Batista, líder comunitário Quem vive na cidade começa a colher os frutos depois dos investimentos destinados ao Sol Nascente. “Eu moro aqui há 25 anos”, relata o líder comunitário Edson Batista, de 46 anos. “Aqui nós temos uma outra realidade. O governo transformou a nossa região em uma verdadeira cidade, e não só de infraestrutura que foi trazida para cá. O que temos hoje é um sonho realizado. Nosso Sol Nascente era considerado a maior favela do mundo e hoje não é nada disso: temos equipamentos públicos, asfalto, água e iluminação. E tem muitas outras coisas que chegarão”. Infraestrutura A região administrativa conta com mais de 16 quilômetros de redes de drenagem, instaladas em modernas galerias pré-moldadas que garantem o escoamento adequado das águas pluviais e previnem alagamentos. Todas as 12 lagoas de detenção da região estão concluídas e em pleno funcionamento, fortalecendo o sistema de captação e controle de enchentes. Aproximadamente 90 quilômetros de ruas já ganharam novo asfalto, o que contribui para o deslocamento dos habitantes e a segurança viária | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília A pavimentação também mudou a paisagem da cidade: cerca de 90 quilômetros de ruas já receberam novo asfalto, facilitando o deslocamento dos moradores e ampliando a segurança viária. Entre as obras estruturais que melhoraram a mobilidade local, foi construída a ponte que interliga os trechos 1 e 2, a pavimentação da Avenida Principal da Chácara 2 e da via de acesso ao Córrego das Corujas, além da duplicação da avenida que liga o Setor QNQ, em Ceilândia, ao Trecho 3 do Sol Nascente. “Melhorou em todos os sentidos. Desde 2019 este GDF vem investindo pesado, tanto na questão da infraestrutura, com captação de águas e pavimentação, quanto nos aparelhos públicos, que são de suma importância. É nítido: a cidade está recebendo uma estrutura que por anos ficou esquecida e agora conta com o investimento que merece” Claudio Ferreira, administrador do Sol Nascente A urbanização também chegou a diversos setores e condomínios, levando infraestrutura completa — com drenagem, pavimentação e calçadas — às comunidades das Acácias e Cachoeirinha, além dos condomínios Pedra Verde, Virgem da Vitória, Santa Rosa, Vencedor, 5 Estrelas, entre outros. Os serviços contemplaram ainda várias chácaras da região, como as de números 2, 6, 73, 74, 75, 81, 84, 112, 113, 114, 115 (Rua 6), 115A (condomínios A, B, C, D e E), 117, 118, 119, 123 e 124. O administrador do Sol Nascente, Claudio Ferreira, avalia que os investimentos são para além da infraestrutura urbana: “Melhorou em todos os sentidos”, aponta. “Primeiro, na questão da mobilidade e também para trazer dignidade aos moradores. Até então, o setor vinha de um crescimento desorganizado, e desde 2019 este GDF vem investindo pesado, tanto na questão da infraestrutura, com captação de águas e pavimentação, quanto nos aparelhos públicos, que são de suma importância. Estamos com a construção de uma escola no Trecho 1, creches e em breve teremos mais uma UPA aqui na nossa cidade. É nítido: a cidade está recebendo uma estrutura que por anos ficou esquecida e agora conta com o investimento que merece”. Outras frentes importantes incluem a pavimentação da via do Trem Bão, das chácaras localizadas abaixo da Feira do Produtor de Ceilândia e da estrada que dá acesso à Escola Classe Córrego das Corujas. Progresso das obras por trechos Mesmo no período chuvoso, as obras no Sol Nascente/Pôr do Sol seguem nas três frentes de trabalho que compõem o projeto de urbanização da região. [LEIA_TAMBEM]No Trecho 1, 95% dos serviços já foram executados. Com investimento total de R$ 79 milhões, dos quais R$ 73 milhões já foram aplicados, as equipes atuam atualmente no condomínio Novo Horizonte, onde seguem em andamento obras de drenagem e pavimentação. Também estão sendo feitos trabalhos complementares, como instalação de meios-fios, construção de calçadas e abertura de bocas de lobo nas áreas onde a infraestrutura principal já foi concluída. O Trecho 2, com 98% das obras finalizadas, tem um contrato que prevê investimento total de R$ 70 milhões, sendo R$ 68 milhões já executados. As obras de drenagem e pavimentação nas chácaras abaixo da Feira do Produtor de Ceilândia estão concluídas, e agora as equipes se concentram na instalação de meios-fios, construção de calçadas e abertura de bocas de lobo para finalizar os trabalhos. No Trecho 3, 95% dos serviços estão prontos, totalizando R$ 181 milhões de investimento, dos quais R$ 172 milhões já foram aplicados. As frentes de trabalho se concentram no condomínio Gênesis, com drenagem e pavimentação em execução, além de melhorias complementares — meios-fios, calçadas e bocas de lobo — nos pontos já finalizados. Outra obra em andamento no trecho é a pavimentação da via de acesso à Escola Córrego das Corujas, importante ligação para a comunidade local.
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Distrito Federal lidera ranking de qualidade de vida no Brasil em 2025
Agência Brasília · DISTRITO FEDERAL LIDERA RANKING DE QUALIDADE DE VIDA NO BRASIL EM 2025 O Distrito Federal alcançou pela primeira vez o topo do ranking nacional de sustentabilidade elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). O resultado reflete os investimentos e políticas públicas implementados por este Governo do Distrito Federal (GDF) nos últimos anos para ampliar a eficiência na gestão de recursos e a qualidade de vida da população. “Trabalhamos diariamente para que as nossas ações não sejam apenas para o presente, mas sim para as próximas gerações, e que elas possam desfrutar e se orgulhar de nascer e viver no Distrito Federal” Governador Ibaneis Rocha Investimentos em educação e saúde estão entre os diferenciais que fazem o DF ganhar destaque em todo o país | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Desde o início da série histórica, em 2015, o Distrito Federal variou entre a quarta e a sexta posição até 2019. A partir daí, passou a subir gradualmente no ranking, ocupando o terceiro e depois o segundo lugar, até alcançar a liderança em 2025. Na sequência, aparecem Santa Catarina, São Paulo, Rio Grande do Sul e Paraná. Para o governador Ibaneis Rocha, a primeira colocação no ranking reforça que o DF é o melhor lugar para se viver. “Quando assumimos o governo, iniciamos um trabalho de resgate da nossa capital, de devolvê-la ao lugar que a população merece, transformando em uma terra de oportunidades, com saúde e educação de qualidade e um lugar mais seguro para se viver”, lembra. “Também trabalhamos diariamente para que as nossas ações não sejam apenas para o presente, mas sim para as próximas gerações, e que elas possam desfrutar e se orgulhar de nascer e viver no Distrito Federal”, conclui o chefe do Executivo. O ranking [LEIA_TAMBEM]O CLP define sustentabilidade social como a eficiência da atuação de um governo em reduzir situações de vulnerabilidade com o passar dos anos. Segundo os critérios do Centro, “o pilar vai além da renda, avaliando a garantia de direitos fundamentais e sociais”. Esse pilar reúne indicadores de saúde, pobreza, moradia, saneamento e trabalho decente, “refletindo a capacidade dos governos em prevenir e corrigir vulnerabilidades”, acrescenta o texto do CLP. Ainda segundo o instituto, ao potencializar a autonomia dos cidadãos e reforçar o capital humano, a sustentabilidade social amplia as chances de inserção no mercado de trabalho, fortalece a igualdade de oportunidades e contribui para um desenvolvimento mais inclusivo e sustentável. O CLP é uma organização suprapartidária criada há 12 anos com foco na formação de líderes e na promoção do debate sobre políticas públicas. A instituição atua em temas ligados ao fortalecimento do Estado Democrático de Direito, ao uso mais eficiente dos recursos públicos e à gestão transparente. Caminho até o primeiro lugar Obras no Sol Nascente/Pôr do Sol demandaram cerca de R$ 690 milhões | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília O desempenho do DF neste ranking de qualidade de vida reflete um conjunto de políticas públicas implementadas nos últimos anos. Obras estruturantes, programas sociais, investimentos em educação, saúde e mobilidade urbana permitiram que a capital reduzisse desigualdades e melhorasse o acesso a diferentes serviços. Na infraestrutura, por exemplo, as obras no Sol Nascente/Pôr do Sol, com investimento de cerca de R$ 690 milhões, transformaram a região com a chegada de pavimentação, drenagem, saneamento e equipamentos públicos. Cartão Gás: benefícios destinados à população em situação de vulnerabilidade são prioritários neste GDF | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Na saúde, foram entregues sete novas unidades de pronto atendimento (UPAs), além da construção de três hospitais — Cidade do Sol, acoplado de Ceilândia (HRC) e acoplado de Samambaia (HRsam) — na época da pandemia. Mais de 8 mil profissionais de saúde foram contratados desde 2019, fortalecendo a rede pública. A área social também avançou com a ampliação dos restaurantes comunitários — tendo sido quatro construídos por este GDF —, que hoje oferecem três refeições diárias a preços simbólicos, e com programas como o Prato Cheio, o Cartão Gás e o Cartão Material Escolar, que beneficiam diretamente famílias de baixa renda. Na qualificação profissional, iniciativas como o RenovaDF e o QualificaDF já formaram mais de 100 mil pessoas, dando oportunidade a quem precisa. Aprovação do Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília permite conciliar desenvolvimento urbano com preservação | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Na educação, o GDF construiu 19 novas creches, três escolas técnicas e a Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF), além de ampliar o Cartão Creche. Essas medidas reduziram filas de matrícula no ensino infantil e levaram ensino técnico e superior a regiões carentes de oportunidades. Na moradia, mais de 11 mil unidades habitacionais foram entregues em diferentes regiões administrativas, beneficiando cerca de 36 mil pessoas. Programas como o Morar DF, que concede subsídio para aquisição da casa própria, têm reforçado a política habitacional. Ao mesmo tempo, o governo avançou na regularização fundiária e aprovou o Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (Ppcub), conciliando desenvolvimento urbano e proteção do patrimônio. Melhor qualidade de vida do país Além da liderança no ranking do CLP, Brasília tem se consolidado como referência nacional em outros indicadores. A capital foi apontada como a de maior qualidade de vida do país, segundo o Índice de Progresso Social Brasil 2024, e tem 99% dos domicílios abastecidos com água potável. O DF também ganhou destaque como a segunda capital mais segura do Brasil, a quarta cidade mais empreendedora em 2023, e foi a única cidade brasileira a figurar na lista de 52 destinos turísticos do mundo, do The New York Times, no ano passado. Na educação, o DF tem o menor índice de analfabetismo do país; e, na saúde, liderou a taxa nacional de transplantes de fígado por milhão de habitantes. Também é pioneiro em políticas sociais, como o auxílio financeiro a órfãos do feminicídio, e registrou a maior expectativa de vida do Brasil, com média de 79,7 anos, segundo o IBGE.
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Fiscalização retira 41 condutores alcoolizados das vias no fim de semana
Entre a noite de sexta-feira (22) e a madrugada de domingo (24), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), com o apoio da Polícia Militar do DF (PMDF), executou operações de fiscalização nas regiões de Ceilândia, Sudoeste/Octogonal, Recanto das Emas, São Sebastião e Sol Nascente/Pôr do Sol. Fiscalização tem como foco combater comportamentos de risco no trânsito, além de outras irregularidades | Foto: Divulgação/Detran-DF As ações, que são pontuais, têm como objetivo retirar das vias motoristas que colocam em risco a própria vida e a segurança de outras pessoas. Ao todo, foram aplicados 550 testes de etilômetro, que resultaram em 41 casos de alcoolemia, sendo um deles de natureza criminal. Durante as ações, os agentes também flagraram 19 condutores inabilitados, 11 dirigindo com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vencida há mais de 30 dias e um com o direito de dirigir suspenso ou cassado. Outras irregularidades incluíram sete veículos com escapamento adulterado e 28 infrações por motivos diversos. Na ação de sábado (23), em Ceilândia, uma bicicleta equipada com motor a combustão acoplado ao quadro foi removida para o depósito do Detran-DF. De acordo com a legislação, esse tipo de veículo é classificado como ciclomotor, por possuir acelerador e motor a combustão. Para conduzi-lo, é necessário ter CNH ou Autorização para Conduzir Ciclomotor (ACC), além de registro junto ao órgão de trânsito e o cumprimento das demais exigências legais. *Com informações do Detran-DF
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