Resultados da pesquisa

Patrimônio Cultural Imaterial

Thumbnail

Feira do Guará é reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Distrito Federal

A Feira do Guará passou a integrar oficialmente o patrimônio cultural imaterial do Distrito Federal. O reconhecimento foi estabelecido pela Lei nº 7.900, sancionada pela governadora Celina Leão e publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta segunda-feira (8). Feira recebeu reconhecimento pela relevância para a identidade cultural de Brasília | Foto: Arquivo/Agência Saúde-DF De autoria do deputado distrital Ricardo Vale, a norma reconhece a relevância da feira para a identidade cultural de Brasília, consolidada ao longo de décadas como um dos principais espaços de convivência, comércio e gastronomia da capital. [LEIA_TAMBEM]O título de Patrimônio Cultural Imaterial é concedido a bens e manifestações que representam a memória, os costumes, os saberes e as tradições de uma comunidade. Diferentemente do patrimônio material, que protege edificações e monumentos, o reconhecimento imaterial valoriza práticas culturais e espaços que contribuem para a formação da identidade coletiva da população. Fundada na década de 1960, a Feira do Guará tornou-se referência para moradores e visitantes, reunindo comércio popular, artesanato, produtos regionais e opções gastronômicas que fazem parte da história da cidade. 

Ler mais...

Thumbnail

GDF revalida tombamento do Teatro Dulcina de Moraes e do legado da atriz

O Governo do Distrito Federal (GDF) publicou no Diário Oficial (DODF), em edição extra desta segunda-feira (28), o Decreto nº 47.492, que dispõe sobre a revalidação do tombamento do Teatro Dulcina de Moraes e dos acervos fotográfico, textual e cênico da atriz no livro do tombo de bens móveis de valor arqueológico, etnográfico, bibliográfico, histórico e artístico, além da inscrição do Ideário de Dulcina de Moraes no Ensino e no Fazer Teatral Brasileiro no Livro I: dos Saberes, como Patrimônio Cultural Imaterial do Distrito Federal. O tombamento do Teatro Dulcina de Moraes e do legado da atriz foi revalidado pelo GDF em publicação no DODF desta segunda (28) | Foto: Divulgação/Secec-DF Por meio da revalidação do tombamento como bem cultural de valor histórico do Distrito Federal, o Teatro Dulcina de Moraes e suas dependências, dedicadas às atividades cênicas (plateia, palco, camarins e foyer, além da Sala Conchita de Moraes, seus acessos e circulações adjacentes), bem como os acervos fotográficos, textuais e cênicos oriundos dos espetáculos protagonizados pela atriz, passam oficialmente a estar sob a proteção do GDF. Quaisquer intervenções físicas realizadas no Teatro Dulcina de Moraes e na respectiva Área de Tutela somente podem ser executadas mediante parecer técnico e aprovação do órgão gestor da cultura no DF. [LEIA_TAMBEM]O secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Claudio Abrantes, destacou a relevância da medida para o cenário cultural local: “A revalidação do tombamento é um ato que transcende a proteção física do patrimônio. Ela representa o reconhecimento da importância histórica do nosso teatro e do legado inestimável da atriz Dulcina de Moraes, que dedicou sua vida às artes e contribuiu significativamente para a cultura brasileira”. Segundo o secretário, o tombamento não só protege a memória de Dulcina, mas também impulsiona novas iniciativas de valorização cultural, estimulando a criação de programas educativos e artísticos que aproximem a população do universo do teatro e da performance. “Este ato tem uma importância muito significativa, pois é a primeira revalidação de tombamento que realizamos aqui. Sem falar que todos nós que temos uma relação afetiva com a cultura temos que entender a figura de Dulcina de Moraes – não apenas pela grandiosa atriz que foi, mas a grande ativista, articuladora, enfim, a grande defensora dos artistas”, completou Abrantes. “O tombamento nada mais é do que o Estado enfatizar que aquele acervo precisa ser preservado. Quando reafirmamos isso, damos ainda mais importância institucional, pois é o Estado reconhecendo a excelência do que temos em mãos. O que pretendemos é reavivar, reacender a chama de Dulcina para que ela não se apague mais”, disse o subsecretário do Patrimônio Cultural, Felipe Ramon. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador