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Plano Distrital de Saneamento Básico (PDSB)

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Sol Nascente/Pôr do Sol: água tratada e rede de esgoto levam dignidade aos moradores

A chegada de água tratada e rede de esgoto ao Sol Nascente/Pôr do Sol mudou a realidade da população nos últimos anos, garantindo mais dignidade e qualidade de vida para os mais de 95 mil habitantes da região. Com a destinação de R$ 80 milhões ao saneamento básico, o Governo do Distrito Federal (GDF) já implantou 177 km de rede de água e 259 km de esgoto, beneficiando 27.945 imóveis com água encanada e 21.404 com coleta e tratamento de esgoto.  Os investimentos de infraestrutura na cidade somam R$ 630 milhões. Desde a primeira gestão deste GDF, o Sol Nascente/Pôr do Sol tem recebido diversas obras de infraestrutura, além de equipamentos públicos | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília As obras integram os principais objetivos do Plano Distrital de Saneamento Básico (PDSB) e refletem o compromisso do governo em assegurar direitos básicos à população. Desde 2019, quando foi reconhecido como região administrativa, o Sol Nascente/Pôr do Sol tem recebido uma série de melhorias, que vão desde infraestrutura até equipamentos públicos. Símbolo desse progresso, as obras de saneamento básico são destaque da série de reportagens Esta é a Nossa História, da Agência Brasília, que leva os cidadãos a conhecer os projetos do governo que têm transformado comunidades e vidas no Distrito Federal nos últimos seis anos. Mais infraestrutura O comerciante Aldemir Pereira acompanhou a transformação na região: “Além do fim do mau cheiro, houve asfaltamento das ruas, o que facilitou a mobilidade. Isso também ajudou meu negócio, aumentando as vendas na loja de conveniência” “Quando eu cheguei aqui, o esgoto corria a céu aberto, 24 horas por dia, pelas ruas”, lembra o comerciante Aldemir Pereira, 56 anos, que testemunhou a transformação da cidade nos últimos anos. Segundo ele, a instalação da rede de esgoto trouxe mudanças significativas. “Além do fim do mau cheiro, houve asfaltamento das ruas, o que facilitou a mobilidade. Isso também ajudou meu negócio, aumentando as vendas na loja de conveniência. Só tivemos ganhos”. “Além de garantir água de qualidade e rede de esgoto, reforçamos nosso compromisso de promover cidadania e dignidade para a população” Luís Antônio Reis, presidente da Caesb A água encanada e de qualidade é fruto do esforço da Caesb, que priorizou levar esse serviço essencial para a região. Para o presidente da companhia, Luís Antônio Reis, as obras representam um marco na política social e habitacional do GDF. “Investimos R$ 80 milhões para atender o Sol Nascente/Pôr do Sol, uma região que era historicamente carente de saneamento”, relata. “Além de garantir água de qualidade e rede de esgoto, reforçamos nosso compromisso de promover cidadania e dignidade para a população”. Saúde e qualidade de vida O sistema de esgotamento sanitário do Sol Nascente/Pôr do Sol eliminou as antigas fossas sépticas, substituindo-as por uma rede moderna e integrada. O esgoto doméstico agora é coletado e transportado por sete estações elevatórias, que bombeiam 100 litros por segundo para a Estação de Tratamento de Esgotos (ETE) Melchior, em Samambaia. Ao todo, a extensão da rede equivale à distância entre Brasília e Goiânia – aproximadamente 200 km. A moradora Maria Cristina do Nascimento elogia o trabalho: “Essas obras trouxeram dignidade e qualidade de vida para todos nós” Essas estações funcionam 24 horas por dia e foram projetadas para superar a topografia desafiadora da região, garantindo que todos os moradores tenham acesso a água limpa e saudável em casa. “Hoje, podemos beber água de qualidade e não precisamos mais lidar com fossas sépticas ou esgoto nas ruas. Isso transformou completamente a cidade”, comenta Maria Cristina do Nascimento, 50, moradora do Sol Nascente há mais de 12 anos. “Essas obras trouxeram dignidade e qualidade de vida para todos nós. A cidade hoje está mais bonita, mais organizada e é motivo de orgulho para quem vive aqui.” O administrador regional de Sol Nascente/Pôr do Sol, Cláudio Ferreira, reforça a importância do saneamento básico para a saúde e bem-estar da comunidade: “Além de evitar a contaminação do solo e prevenir doenças, as obras também impactam a autoestima dos moradores. Não é só infraestrutura, é humanização”.

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Papeleiras do SLU não são para descarte de resíduos domiciliares

Lixeiras como as que estão sendo instaladas no Setor de Autarquias Sul, tecnicamente chamadas de papeleiras, servem especialmente para descarte de resíduos de mão, como papel de bala ou pequenas embalagens | Fotos: Divulgação / SLU-DF O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) segue no processo de instalação das 21 mil novas lixeiras para deixar o Distrito Federal mais limpo e bem-cuidado. Nesta quinta-feira (3), os trabalhadores iniciaram a instalação de mais de 30 equipamentos no Setor de Autarquias Sul. O trabalho será finalizado nesta sexta-feira. [Olho texto=”“Cada um precisa fazer sua parte. Não adianta só colocar seu resíduo na porta de casa. Ele precisa estar bem-acondicionado, para não atrair animais e sujar as ruas; precisa ser colocado nos dias e horários certos; ser devidamente separado entre orgânicos e recicláveis. São cuidados básicos que a população precisa adotar para que o trabalho do SLU dê os resultados e a gente consiga manter nossas cidades limpas”, destacou o diretor-presidente do SLU, Silvio Vieira” assinatura=”” esquerda_direita_centro=””] Mas tão importante quanto ter o equipamento à disposição é saber utilizá-lo de forma correta. Com capacidade para 50 litros, as novas lixeiras devem ser utilizadas para pequenos resíduos gerados pela população enquanto se desloca pela cidade. “As lixeiras do SLU são instaladas em áreas públicas, elas não são para uso particular. Elas servem especialmente para descarte de resíduos de mão, como papel de bala ou pequenas embalagens. Os comerciantes e usuários do sistema de coleta do SLU devem dispor seus resíduos em lixeiras e contêineres próprios, nos dias e horários das suas respectivas coletas”, explica o assessor do SLU, Douglas Gasparini. Como usuários do sistema de limpeza urbana, os cidadãos do Distrito Federal também têm obrigações. É o que está escrito na Resolução nº 21, de 2016, da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico (Adasa). De acordo com a norma, cabe ao SLU uma série de responsabilidades, como executar todas as atividades de gerenciamento dos resíduos sólidos urbanos, nos termos do Plano Distrital de Saneamento Básico (PDSB) e do Plano Distrital de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PDGIRS). Mas os usuários dos serviços também têm atribuições, como separar e acondicionar adequadamente os resíduos sólidos e também assegurar o bom estado de funcionamento, conservação e higiene dos contêineres e outros dispositivos de acondicionamento sob sua responsabilidade. Quem descumprir essas regras pode ser multado. “Geralmente os moradores de casas, que têm a coleta em sua porta, precisam oferecer um local adequado para disposição desses resíduos. Lixeiras próprias e, no caso de condomínios, contêineres próprios para o depósito dos resíduos”, reforça Douglas. Até o momento, o SLU já instalou mais de 15 mil novas lixeiras, tecnicamente chamadas de papeleiras, em todas as regiões administrativas do DF, num investimento de R$ 2,5 milhões. O diretor-presidente do SLU, Silvio Vieira, ressalta que a população precisa contribuir, preservando os novos equipamentos e ajudando a fazer a destinação correta de seus resíduos. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] “Cada um precisa fazer sua parte. Não adianta só colocar seu resíduo na porta de casa. Ele precisa estar bem-acondicionado, para não atrair animais e sujar as ruas; precisa ser colocado nos dias e horários certos; ser devidamente separado entre orgânicos e recicláveis. São cuidados básicos que a população precisa adotar para que o trabalho do SLU dê os resultados e a gente consiga manter nossas cidades limpas”, destacou. Para saber o dia e horário da coleta em sua região, acesse o link www.slu.df.gov.br/dias-e-horarios-das-coletas/ ou então baixe o aplicativo “SLU Coleta DF”, disponível em todas as plataformas. Em caso de dúvidas, sugestões, denúncias ou reclamações, o cidadão pode entrar em contato pelos canais da Ouvidoria pelo telefone 162 ou site www.ouvidoria.df.gov.br. *Com informações do SLU-DF

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